CoordenaçÃo nacional de dst/aids



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Apoiar iniciativas que contribuam para reduzir ou superar preconceitos ou barreiras sociais que atingem às pessoas vivendo com HIV/aids, populações vulneráveis devido a condições adversas, aquelas que são afetadas e as que se deparam com dificuldades para chegar aos serviços de saúde.


Apoiar iniciativas que permitam a diminuição de preconceitos sociais quanto à soropositividade, orientação sexual, situação econômica, cultural e social das pessoas, como reinserção ao trabalho; acesso à assistência e tratamento para mulheres soropositivas, etc.

Apoiar iniciativas que fortaleçam lideranças e que promovam articulações entre OSC, criação de parcerias, a defesa de interesses que influencie nas políticas públicas (especialmente no diálogo com o Poder Legislativo) para reduzir ou eliminar as situações de discriminação e de pobreza, a homofobia e as mazelas associadas à Aids.

Apoiar ações e projetos com objetivo de capacitar ativistas no entendimento da estrutura do SUS, ampliar a participação das OSC que trabalham com aids nos Conselhos de Saúde e promover parcerias entre OSC e instâncias do SUS.


    1. Gestão e Governança:

Vigilância Epidemiológica das DST/HIV/Aids: inclui estudos de prevalência e incidência de DST e estudos comportamentais; monitoramento da situação e tendência da sífilis, sífilis congênita e outras DST.

Também inclui estudos de prevalência e incidência de HIV e estudos comportamentais; monitoramento da situação e tendência da AIDS, gestantes HIV+ e crianças expostas ao HIV.



Nesta área também são consideradas ações que visam manter o abastecimento de outros insumos: kit para redução de danos, equipamentos de proteção individual (EPI), material permanente; material de consumo para laboratório, escritório, informática, etc.; material informativo, educação preventiva, entre outros.

  1. Enfrentamento da Epidemia de HIV e demais DST em outros segmentos da população: intervenções para mudanças de comportamento, atitudes e práticas sexuais voltadas para a população em geral e para os segmentos populacionais mais vulneráveis, incentivando a participação das OSC e de agentes comunitários e pares. Redução de danos: estratégia de intervenção para reduzir os prejuízos sociais e à saúde de quem usa álcool e outras drogas.

Preenchimento do Instrumento

Identificação do Gestor Público do SUS
Município / Estado



Órgão Estadual e/ou Municipal responsável pela gestão do SUS

Nome do Órgão:

CNPJ:

Nome do Dirigente do Órgão:

Profissão:

RG:

CPF:

Endereço do Órgão:

CEP:

Telefone:

Fax:

E-mail:
Órgão Responsável pela Gestão das Ações em HIV/Aids e outras DST



Coordenador ou Técnico Responsável pelas Ações em HIV/Aids e outras DST


Nome do Coordenador:

Endereço da Coordenação:

CEP:

Telefone:

Fax:

E-mail:




Análise de Situação e de Resposta

Este quadro substitui e engloba “Perfil e Tendências do HIV/Aids e outras DST”, “Balanço” e “Pontos Críticos”.

Aqui devem ser respondidas, no mínimo, as seguintes questões:



  1. Características sociodemográficas que apontem contextos de maior vulnerabilidade para HIV/Aids e outras DST, com destaque para populações sob maior risco, conforme os Planos Prioritários (Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre Gays, HSH e Travestis, Plano Integrado de Enfrentamento da Feminização da Epidemia de Aids e Outras DST e Plano Operacional para Redução da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis)

  2. Perfil e tendências do HIV/Aids e outras DST no estado e/ou município

  3. Discussão e análise da localização da área de DST/AIDS na estrutura da Secretaria de Saúde e anexar organograma da SES e/ou SMS

  4. A organização dos serviços de atenção primária em saúde e especializada para HIV/Aids e outras DST

  5. Parcerias com organizações da sociedade civil , incluindo casas de apoio

  6. As realizações da PAM anterior por área de atuação e atuais desafios

  7. Após a realização dessa análise de situação devem ser apontados os temas prioritários estabelecidos para a PAM 2012 e as dificuldades encontradas para a execução da PAM 2011.

Para uma análise de situação completa e adequada, recomenda-se apresentar os indicadores abaixo relacionados e suas respectivas análises:

1. Análise temporal dos casos de aids e taxa de incidência (por 100 mil habitantes); da razão de sexos; dos casos e das taxas de incidência de aids segundo faixa etária; proporção de casos de aids segundo categoria de exposição; análise temporal dos óbitos por aids e do coeficiente de mortalidade por aids; e dos casos e coeficiente de detecção de gestantes HIV+ (por mil nascidos vivos).

2. Número de casos e taxa de detecção (por mil nascidos vivos) de sífilis congênita em menores de um ano; óbitos e a coeficiente de mortalidade (por 100 mil nascidos vivos) por sífilis congênita.

3. Apresentar informações sobre os indicadores pactuados: taxa de incidência (por 100 mil nascidos vivos) dos casos de aids em menores de cinco anos de idade e coeficiente de detecção (por mil nascidos vivos) de sífilis em gestante; testagem para sífilis em gestantes (VDRL). É importante ressaltar que o tratamento adequado da gestante implica no tratamento do parceiro. Sendo assim, seria relevante definir metas para aumentar a cobertura de testagem em parceiros.

4. Apresentar as metas para os planos prioritários, tais como,o Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre Gays, HSH e Travestis; o Plano Integrado de Enfrentamento da Feminização da Epidemia de Aids e Outras DST; e, o Plano Operacional para Redução da Transmissão Vertical do HIV e da Sífilis.

5. Informar sobre os casos confirmados de hepatite B em gestantes, sobre as ações de prevenção e controle da transmissão vertical da hepatite B e sobre as coberturas vacinais no estado/município.


PLANILHA DE METAS


Área de Atuação:

Promoção, Prevenção e Proteção ( )

Diagnóstico, Tratamento e Assistência ( )

Gestão,Desenvolvimento Humano e Institucional e Pesquisa ( )

Interface e Parcerias com OSC ( )

1

Eixos Prioritários:




2

Descrição da Meta:




3

ESPECIFICAÇÕES DA META





O que?




4




Quanto?




Unidade:




5




Valor de Base: (caso a meta seja de comparação)




6

Ano:




7

Fonte:




8

Não aplicável 9( )




Quem? (Especificar a população que será beneficiada com essa meta.)




10



Onde?




11



Quando (Período)?

Mês/Ano Inicial:




Mês/Ano Final:




12




Fonte para verificação do alcance da meta:




13




Somatório dos recursos financeiros previstos nas ações/insumos vinculados à meta
R$

14




Campo destinado ao revisor

Parecer: ( )15

1-Adequada

2-Necessita revisão de meta

3-Necessita revisão de ações e/ou insumos



PLANILHA DE AÇÕES


Ações a serem desenvolvidas para o alcance da Meta 16

Período de Execução 17

Recursos Financeiros (valores em R$) 18

De (mês/ano)

A (mês/ano)

PAM ATUAL


SALDO DA PAM ANTERIOR

Total geral da ação

Incentivo

Próprio


INCENTIVO

PRÓPRIOS3

RECEBIDO1

APLICAÇÃO FINANCEIRA2

1




























2




























3




























4




























5




























6




























7




























8




























9




























10




























11




























12




























Total Geral




















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