Corpo de bombeiros militar



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SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA E ADM. PENITENCIÁRIA

CORPO DE BOMBEIROS MILITAR

COMANDO DE APOIO LOGÍSTICO – CAL

DEPARTAMENTO DE ESPECIFICAÇÕES E ORÇAMENTOS - DECOR










      1. TERMO DE REFERÊNCIA N. 043/ 2015

  1. SISTEMA DE REGISTRO DE PREÇO PARA EVENTUAL

AQUISIÇÃO DE VIATURA DE COMBATE A INCÊNDIO FLORESTAL - ABTF

  1. DO OBJETO

O presente Termo de Referência tem por objeto o registro de preço para eventual aquisição de viaturas especiais de combate a incêndio florestal tipo Auto Bomba Tanque Florestal – ABTF com capacidade para 10.000 litros de água e bomba de 500 gpm, conforme especificado neste termo.

  1. JUSTIFICATIVA

As viaturas utilizadas pelos corpos de bombeiros de todo o mundo são um dos principais ícones representativos da nobre missão desenvolvida por esta categoria profissional. Estes tipos de veículos, especialmente desenvolvidos para as atividades de combate a incêndios florestais e de transporte de tropa em terrenos off-road, é uma ferramenta fundamental em incêndios florestais, onde o acesso é dificultado pelo tipo de terreno não pavimentado.

Inúmeras ocorrências que chegam ao CBMGO, no tocante a incêndios em locais de difícil acesso, demandam viaturas que tenham capacidade de transportar militares e equipamentos o mais próximo do evento com maior agilidade possível.

A utilização destas viaturas no Estado de Goiás resultará em uma mobilidade maior com maior quantidade de militares e equipamentos, o que, automaticamente, diminuirá os riscos de um potencial incêndio de grandes proporções que são frequentes nos períodos de estiagem.

A aquisição das viaturas objetos deste pedido tem como objetivo aumentar a capacidade operacional do CBMGO, tornando-o mais adequado à nova realidade Corporativa, que tem seu campo operacional ampliado ano a ano.



  1. ESPECIFICAÇÃO DO OBJETO, QUANTIDADES E VALORES ESTIMADOS



4.4.90.52.10 - Automóveis e outros veículos automotores

ITEM

OBJETO

Código

UND.

QTD

Média de Valor Unitário

Média de Valor Total

01

Caminhão tipo Auto Bomba Tanque Florestal - ABTF.

63834

UND

10

R$ 581.600,00

R$ 5.816.000,00

VALOR TOTAL DO LOTE

R$ 5.816.000,00

VIATURA TIPO AUTO BOMBA TANQUE FLORESTAL, DEVENDO ATENDER AO PREVISTO NA NBR 14096/98, NO QUE COUBER.

3.1. CARACTERÍSTICAS GERAIS

3.1.1. Chassi novo, ano/modelo (zero quilômetro) – 2015/2016 ou versão superior;

      1. Motor movido a óleo diesel, zero quilômetro, intercooler ou aftercooler, com gerenciamento eletrônico de injeção de combustível (motor eletrônico) fase Proconve P-7, potência a 2300 rpm no mínimo de 310 cv e torque líquido não inferior a 120 mkgf a 1.100-1.750 rpm;

      2. A instalação do conjunto motor-transmissão-superestrutura deverá atender às recomendações de instalação dos fabricantes do motor e da transmissão para serviços severos off Road de combate á incêndio florestal.

3.1.3. O veículo deve ser trucado com tração 6x4, dotado de da caixa de transferência, diferenciais dianteiro e traseiro com acionamento realizado através de chave seletora no painel;

3.1.4. Peso bruto total (PBT) mínimo de 23.000Kg, distância entre eixos de 4.700 mm a 5.200mm;

3.1.5. Direção hidráulica integral assistida, com volante ajustável;

3.1.6. Aparelho condicionador de ar (quente e frio) original de fábrica, com no mínimo três velocidades, climatizando toda a cabine de guarnição, com as opções de temperatura reguladas por painel ou controle específico;

3.1.7. Transmissão manual com embreagem monodisco, com diâmetro do disco de embreagem de no mínimo 395mm, com no máximo 16 (dezesseis) marchas à frente SINCRONIZADAS e duas à ré;

3.1.8. Indicativo de marcha-à-ré do tipo sonoro, automaticamente acionado todas as vezes que for engatada a marcha-à-ré da viatura. Sua capacidade sonora deverá atingir no mínimo 87dB (decibéis);

3.1.9. Freio a motor do tipo freio de cabeçote e válvula tipo borboleta ou similar, com acionamento eletropneumático;

3.1.10. Freio de serviço a ar, tipo tambor, com circuito duplo, nas rodas dianteiras e traseiras e ABS;

3.1.11. Freio de estacionamento a ar, com câmara de molas acumuladoras, com atuação nas rodas traseiras e acionamento no painel de instrumentos;

3.1.12. Deverá possuir calibrador automático de pneus para monitoramento e manutenção da pressão do rodo-calibrador. Será dotado de pneus radiais (sem câmara), aro das rodas em aço medindo mínimo 7,25” x 22,5”. Deverão ser instalados nos eixos dianteiro e traseiro pneus 50% / 50% on-off road, e tração em
todas as posições. Os acessórios deverão atender as exigências do CONTRAN (quando se aplicar). Painel de instrumentos, freios, embreagem, velocímetro, eixos, rodas e pneus, sistema elétrico, tanque de combustível originais do veículo;

3.1.13. Chassi reforçado desde a região do câmbio até a extremidade traseira, confeccionado em LNE 50 ou material de resistência similar ou superior;

3.1.14. Sistema elétrico com alternador de corrente elétrica de 80A e tensão de 28 volts, com duas baterias de 12 volts - 100A cada.

3.1.15. Protetor em aço para o cárter e radiador.

3.1.16. Tanque de combustível em plástico com capacidade mínima de 260 litros.

3.1.17. Pneus dianteiros, traseiros e estepes preparados para tráfego fora de estrada.

3.1.19. Vão livre em relação ao solo de no mínimo 280 mm para o eixo dianteiro e 230 mm para o eixo traseiro, ângulo de ataque no mínimo 20 graus.

3.1.20. Comprimento total máximo de 9.800 mm;

3.1.21. Eixo traseiro reforçado.

3.1.22. Capacidade máxima de tração – CMT de no mínimo 60.000 Kg.

3.1.23. Tacógrafo eletrônico.

3.1.24. Retrovisores duplos, firmemente instalados, isentos de vibração, com sistema de espelho plano/convexo. Adicionalmente deverá possuir espelho de meio fio, espelho frontal para manobras, espelho auxiliar convexo do lado direito;

3.1.25. Tomada de ar elevada para evitar a infiltração de água no motor com altura não inferior a 1,50 m;

3.1.26. Roda e pneu sobressalente montado e fixado na parte traseira inferior do implemento utilizando o seu principio de retirada original do chassi;

3.1.27. Equipamentos obrigatórios legalmente exigidos, tais como jogo de ferramentas para troca de pneus, extintor de pó químico seco ABC, triângulo de sinalização e demais equipamentos;

3.1.28. Os veículos deverão estar em conformidade com o CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) PROCONVE (Programa de Controle de Poluição do Ar para Veículos Automotores) e CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente);

3.1.29. Veículo na cor Vermelho Monte Carlo 84 PU;

3.1.30. Motor e projeto do sistema de motorização:

3.1.30.1. Devem ser instalados alarmes visíveis da posição do motorista, que alertem altas temperaturas do motor e baixa pressão do óleo do motor;

3.1.30.2. A instalação do conjunto motor e transmissão devem atender às recomendações de instalação do fabricante do motor e da transmissão, de acordo com a aplicação pretendida.

3.1.31. Suspensão:

3.1.31.1. Capacidade de peso bruto total tecnicamente admissível de no mínimo 23.000 kg

3.1.31.2. Suspensão dianteira tipo eixo rígido, em feixe de molas, amortecedores hidráulicos telescópicos de dupla ação e barra estabilizadora.

3.1.31.3. Suspensão traseira com feixes de molas semi-elípticas e centralmente articuladas.

3.1.32. Sistema de refrigeração e arrefecimento

3.1.32.1. O sistema de refrigeração e arrefecimento do motor deve ser adequado para manter a temperatura do motor de forma a não exceder a máxima temperatura especificada pelo fabricante, para todas as condições de operação da viatura.

3.1.32.2. Quando forem instaladas válvulas automáticas para radiadores, deve estar previsto dispositivo que retorne estas válvulas para a posição aberta em caso de falha do controle automático. Se isto não for possível, devem ser fornecidos controles manuais.

3.1.32.3. Devem ser instaladas válvulas de drenagem adequadas e de fácil acesso no ponto mais baixo do sistema de resfriamento e em tantos pontos quantos forem necessários para a total remoção do líquido de arrefecimento do sistema. O projeto das válvulas de drenagem deve impedir que elas se abram acidentalmente devido à vibração.

3.1.32.4. O radiador deve ser montado de forma a prevenir o surgimento de vazamentos causados por torção ou estrangulamentos quando a viatura tiver que trabalhar em piso desnivelado. As colmeias devem ser compatíveis com as soluções comerciais anticongelantes.

3.1.33. Sistema de lubrificação

3.1.33.1. O motor deve possuir um elemento filtrante de óleo, descartável, do tipo aprovado pelo fabricante do motor.

3.1.33.2. O bocal de abastecimento do óleo lubrificante deve ser suficientemente grande e localizado de forma a facilitar o acesso.

3.1.33.3. O fornecedor deve afixar na cabina do motorista uma placa permanente, especificando a quantidade e o tipo dos seguintes fluidos usados na viatura:

a) óleo lubrificante do motor;

b) mistura de arrefecimento;

c) fluido da transmissão do veículo;

d) fluido lubrificante de transmissão da caixa de transferência da bomba;

e) fluido lubrificante do eixo de transmissão; e

f) pressão de pneus.

3.1.33.4. Os bicos de lubrificação deverão ser acessíveis sem que seja necessário deslocar nenhuma peça ou parte da estrutura ou chassi.

3.1.34. Combustível e sistema de ar

3.1.34.1. Deve ser fornecido filtro de ar tipo seco. As restrições da tomada de ar não podem exceder as recomendações do fabricante do motor. A tomada de ar deve estar protegida contra entrada de água e resíduos de queima.

3.1.34.2. O sistema de alimentação do diesel deve ser do tipo injetor, fornecido pelo fabricante do motor, e deve ser dimensionado para desenvolver a potência nominal. O fornecedor deve assegurar que as linhas de alimentação de combustível e seus filtros estão de acordo com as recomendações do fabricante do motor.

3.1.35. Sistema de escape

3.1.35.1. A tubulação de escape de gases deve estar localizada de forma a não expor nenhuma parte da viatura ou equipamento a calor excessivo. O tubo da expedição do escape deve estar afastado da posição do operador da bomba e devem ser fornecidos dispositivos silenciadores.

3.1.35.2. A pressão de retorno do escape não pode exceder os limites especificados pelo fabricante do motor. Onde partes do sistema de escape forem expostas, e que possam causar risco ao pessoal de operação, devem ser instalados protetores.

3.1.36. Acessibilidade para manutenção

3.1.36.1. A viatura deve ser projetada de forma que toda manutenção diária recomendada possa ser executada facilmente pelo operador, sem a necessidade de ferramentas manuais. Os componentes da viatura que interferirem com o reparo ou remoção de outros componentes maiores devem ser montados com fixadores (parafusos com cabeça, porcas, etc.), de forma que estes componentes possam ser removidos e instalados com ferramentas manuais normais. Estes componentes não podem estar soldados ou fixados de nenhuma forma permanente no lugar.

3.2. CABINE:

3.2.1. A cabine da viatura deverá ter isolamento térmico e acústico em relação ao compartimento do motor. Deverão ser fornecidos todos os equipamentos obrigatórios de acordo com o CONTRAN. Todos os
controles e interruptores que deverão ser operados pelo motorista, com a viatura em movimento, deverão estar
convenientemente ao seu alcance.

3.2.3. Os revestimentos dos bancos deverão ser feitos com material em couro ou corvin, permitindo facilidade na limpeza.

3.2.4. O sistema de basculamento da cabina deverá permitir acesso de manutenção ao motor, é feito através de uma bomba hidráulica de acionamento manual e por cilindros de duplo efeito. Este sistema deve eliminar o esforço dispendido pelo operador para acionar a bomba de óleo e garantir um movimento de subida e descida mais uniforme, preservando melhor o equipamento. Também é instalada uma trava de segurança para calçar a cabina na posição basculada.

3.2.5. A pintura deverá ser na cor padrão do Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás (Vermelho Monte Carlo 84 PU). Toda a adesivação deverá ser refletiva e em conformidade com as exigências do CBMGO;

3.2.6. Deverão ser colocadas lâmpadas de led, para leitura, em local apropriado sobre os assentos, devendo no mínimo possuir uma lâmpada na parte da frente e outra de trás da cabine.

3.2.7. Devem ser colocados na estrutura do chassi ganchos ou olhais de ancoragem dianteiro e traseiro para permitir o reboque (não levantamento) da viatura sem causar danos, conforme item 5.4.5.1 da NBR 14.096.

3.2.8. Deverá ser instalado um engate traseiro para reboque, tipo bola, com tomada elétrica, com capacidade de tração mínima de (1,5) duas toneladas.

3.2.9. Preferencialmente deve ser previsto um pára-choque em aço para serviço pesado na dianteira do chassi, devidamente reforçado e fixo à estrutura do chassi, conforme item 4.4.5.2 da NBR 14.096.

3.2.10. Os seguintes instrumentos e controles devem ser instalados na cabina do motorista e devem ser claramente identificáveis e visíveis pelo motorista quando sentado. Todos os controles e interruptores que devem ser operados pelo motorista com a viatura em movimento devem estar ao alcance conveniente do motorista:

  1. Chave geral de ignição (se for com chave, esta não deverá ser removível da cabina);

  2. Conta-giros;

  3. Controle do aquecedor ou desembaçador;

  4. Horímetro;

  5. Indicador da pressão do óleo do motor ou instrumento;

  6. Indicador de luz alta;

  7. Indicador de pressão do ar do sistema de freio;

  8. Indicador de temperatura do motor;

  9. Indicador luminoso de porta aberta (inclusive portas dos compartimentos de materiais);

  10. Instrumento medidor do nível de combustível;

  11. Interruptor do limpador de para-brisas e lavador.

  12. Interruptor geral da carga elétrica;

  13. Interruptores de sirenes e luzes de advertência;

  14. Luz indicadora da bateria;

  15. Luzes de direção (pisca);

  16. Luzes dos faróis - interruptor;

  17. Odômetro; e

  18. Velocímetro.

3.3. TRANSFORMAÇÃO/ADAPTAÇÃO::
3.3.1. Tanque com capacidade de 10.000 litros de água, conforme chassi:

3.3.1.1. Tanque com capacidade de 10.000 litros de água, de aço tratado contra corrosão, instalado sobre o chassi de um veículo para transporte de carga de especificação descrita acima, em conformidade com a NBR 14096/98;

3.3.1.2. Pintura externa do tanque e dos componentes da cor Vermelho Monte Carlo 84 PU, conforme pintura das viaturas existentes no CBMGO;

3.3.1.3. Tanque, com secção em formato policêntrico (elíptico-retangular) ou retangular, deve ser construído em aço naval ou Aço Carbono A36 de alta resistência a corrosão com limites mínimos de escoamento 300Mpa, resistência 400Mpa e alongamento 20%, bitola msg 8 e espessura de 4,25mm ou de aço carbono SAE 1008/10, com espessura mínima de (“3/16”) 4,76 mm e deverá ser cortado, calandrado e dobrado a frio. A soldagem interna e a externa deverá ser feita por sistema de costura dupla e contínua, processo MIG/MAG. A parede externa do tanque será a própria carroceria do veículo. Revestimento interno anticorrosivo através de aplicação de epóxi com espessura final de 250 microns;

3.3.1.4. Compartimentos internos separados por “quebra ondas” de acordo com a NBR 14096, planos internamente no sentido transversal do tanque, com abertura de no mínimo 500mm de diâmetro na base inferior para interliga-los e manter o fluxo na sucção da bomba;

3.3.1.5. Chapas soldadas através de costura dupla e continua de alta fusão;

3.3.1.6. Sinalização e instalação de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro/CTB e INMETRO;

3.3.1.7. Boca de inspeção hermética de 500mm na parte central superior do tanque com dispositivo de travamento e suspiro água/ar;

3.3.1.8. Um visor de nível d’água diâmetro interno 19,0mm (3/4”) externo ao tanque com mangueira cristal e conexão de respiro. Na extremidade deverá existir uma bola plástica na cor vermelha localizada no interior da mangueira para indicar o nível d’água, graduado a cada 100 litros.

3.3.1.9. Tubo traseiro com diâmetro de 2 ½” e válvula de abertura e fechamento para descarregamento total de água por gravidade e adaptável para mangote de bomba hidráulica portátil;

3.3.1.10. Sistema de filtragem de resíduos do tanque/bomba;

3.3.1.11. Escada de acesso à parte superior do tanque instalada com pega-mão tubular de ¾’’ de diâmetro e piso antiderrapante;

3.3.1.12. Deverá ser instalado um CANHÃO MONITOR fixo no convés, com estrutura (plataforma) que permita a operação segura do bombeiro com veículo em movimento, com as seguintes características:

3.3.1.12.1. Esguicho totalmente automático com vazão constante regulada para pressão de 100 psi (7 bar) e jato variável continuamente de jato reto à neblina aberta. Com anel halo e amortecedor de borracha dentada para controle manual da forma de jato.

3.3.1.12.2. Desempenho: Vazão nominal: mínima de 150 gpm e máxima compatível com a da bomba de incêndio;

3.3.1.12.3. O material do canhão deverá ser liga leve de alumínio com camada dura para máxima resistência à corrosão e ao desgaste. O canhão de espuma/água deve ser conectado à bomba através de uma tubulação permanente com válvula de abertura. O monitor deverá possuir uma haste de comando e dispositivos que permitam frená-lo em qualquer posição de operação jateando água ou espuma.

3.3.1.12.4. Posição de Transporte: Deve haver um dispositivo de firmar a lança na posição de transporte.

3.3.1.12.5. Ângulos e alcance:

3.3.1.12.6. Mínimo horizontal 360° contínuos;

3.3.1.12.7. Mínimo vertical –15% para baixo (instalações de alarme ótico ou acústico podem – se for inevitável – entrar neste ângulo de alcance);

3.3.1.12.8. Mínimo vertical + 70° para cima;

3.3.1.12.9 O alcance mínimo de 35 m deverá ser atingido com o canhão na vazão máxima da bomba de incêndio.

3.3.1.12.10 A perda máxima por atrito não deve exceder 1,5 bar a 500 gpm.

3.3.1.13. Plataforma superior com piso antiderrapante (alumínio em chapa xadrez), fechamento laterais tipo escudo no formato aerodinâmico em chapas de aço 1020;

3.3.1.14. Passadiço instalado na parte superior do tanque com piso antiderrapante, largura mínima de 1m e guarda corpo tubular ligando à escada de acesso a plataforma do canhão de acordo com a NR 08 da Portaria n. 3.214 do Ministério do Trabalho;

3.3.1.15. Tubulações para sucção e recalque conforme normas NBR e ou NFPA;

3.3.1.16. Sistema de retorno de bomba/tanque, sucção manancial/bomba com escorva para desnível superior a 4m, sucção tanque/bomba;

3.3.1.17. Carenagem dotada de saias laterais de no mínimo dois armários incorporados instalada nas laterais inferior do tanque em chapas de aço 1010;

3.3.1.18. 02 (duas) caixas para transporte de ferramentas de combate a incêndios florestais instaladas nas laterais traseira do passadiço em aço 1020 com comprimento de 2500mm, largura de 450mm e altura de 400mm com tampa dotada de vedação automotiva contra pós e líquidos e travamento por dois fechos de segurança de atuação rápida; Acendimento automático da iluminação interna quando da abertura da porta (dispositivo de acende/apaga instalado na porta).Todos os compartimentos, ao serem abertos, deverão ser iluminados por uma ou mais barras com lâmpadas tipo LEDs, embutidas e protegidas, de forma a evitar danificação e propiciar uma iluminação suficiente e adequada. Deverá acompanhar os seguintes materiais que deverão vir já inclusos na viatura, conforme especificações no item 3.13:

a) 01 (uma) pá quadrada com cabo em madeira;

b) 01 (uma) pá de bico com cabo em madeira;

c) 02 (dois) gadanho com cabo em madeira;

d) 02 (duas) enxadas com cabo em madeira;

e) 01 (um) enxadão com cabo em madeira;

f) 01 (uma) picareta com cabo em madeira;

g) 01 (uma) chave de registro de hidrante tipo “T” com luva.

h) 01 (uma) alavanca sextavada;

i) 01 (um) tesourão corta-a-frio;

j) 01 (um) machado com cabo de madeira.

k) 01 (uma) Foice cabo longo.

l) 01 (uma) Foice cabo curto.
3.3.1.19. 02 (dois) pára-barros em borracha sintética na cor preta instalada nas ultimas rodas do veículo;

3.3.1.20. Pára-choque traseiro zebrado de acordo com normas INMETRO;

3.3.1.21. Pára-lamas traseiros tipo envelopes construídos em polietileno preto, completos com suportes duplos em aço tratado, sendo um para cada eixo traseiro;

3.3.1.22. A viatura deverá possuir Grade com barras de aço para proteção da cabine – Deverá possuir Grade metálica instalada ao longo de toda a extensão da cabine a frente dos faróis do veículo, para proteção dos mesmos; instalada de forma a permitir o basculamento da cabine sem ter que desmonta-la, a estrutura deve ser discutida no momento do projeto.


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