Creatinina k



Baixar 67.29 Kb.
Encontro06.04.2018
Tamanho67.29 Kb.

Inserir o nome do Laboratório

Procedimento Operacional Padrão

CREATININA K

Página de 6

POPBIO xxx/xx



CREATININA K



INDICAÇÃO MÉDICA DO EXAME

A determinação da creatinina em amostras de sangue e urina são testes de avaliação da função renal. A determinação da concentração de creatinina no líquido amniótico é um dos parâmetros laboratoriais para a avaliação da maturidade fetal.


PRINCÍPIO

O método se baseia na observação de que a reação da creatinina com o picrato alcalino é muito rápida, enquanto a reação do picrato com os cromogênios é mais lenta. A medida da reação nos primeiros minutos permite a determinação da creatinina.

A creatinina e outros componentes do soro reagem com a solução de picrato em meio alcalino, formando um complexo de cor vermelha que é medido fotometricamente.
Creatinina + Ácido Pícrico  Picrato de Creatinina
AMOSTRA

Preparo do paciente

Para creatinina sérica recomenda-se jejum mínimo de 8 horas. Para a realização da depuração da creatinina recomenda-se, se possível, a interrupção do uso de medicamentos, particularmente as cefalosporinas. O paciente deve estar com bom estado de hidratação e dieta isenta de carne.



Tipos de amostra

Soro ou plasma (heparina, EDTA, fluoreto, oxalato, citrato), urina (colhida em intervalo de 24 horas), líquido amniótico.

O anticoagulante Glistab (Labtest Cat. 29) permite a colheita de uma só amostra para as dosagens de creatinina, glicose e uréia.

Urina e líquido amniótico devem ser centrifugados.



Armazenamento e estabilidade da amostra

O analito é estável por 7 dias entre 2 – 8 ºC. A amostra de urina de 24 horas deve ser conservada em geladeira durante o período de coleta, até o momento da dosagem.


Volume mínimo


(Definir o volume mínimo a ser encaminhado para análise)

Volume ideal


(Definir o volume ideal a ser encaminhado para análise)

Critérios para rejeição da amostra

Fazer referência ao manual ou POP de colheita, separação e distribuição de material.
PRODUTO UTILIZADO

Creatinina K, Catálogo 96 ANVISA - 10009010143

Labtest Diagnóstica

Av. Paulo Ferreira da Costa, 600

Lagoa Santa, MG, 33400-000
NaOH: Armazenar entre 15 – 30 ºC.

Contém hidróxido de sódio 200 mmol/L.



Ácido Pícrico: Armazenar entre 15 – 30 ºC.

Contém ácido pícrico 22,2 mmol/L.



Padrão - 4,0 mg/dL: Armazenar entre 2 – 30 ºC. Após o manuseio, sugere-se armazenar bem vedado para evitar evaporação.

Ferricianeto: Armazenar entre 15 – 30 ºC.

Contém ferricianeto de potássio 11 mmol/L.



Precauções e cuidados especiais

  1. Os cuidados habituais de segurança devem ser aplicados na manipulação do reagente. Fazer referência ao manual ou POP de segurança.

  2. Os reagentes não abertos, quando armazenados nas condições indicadas são estáveis até a data de expiração impressa no rótulo. Durante o manuseio, os reagentes estão sujeitos à contaminação de natureza química e microbiana que podem provocar redução da estabilidade. O laboratório deve estabelecer a estabilidade em suas condições operacionais.

  3. O NaOH é cáustico e pode produzir queimaduras. Deve-se tomar cuidado para evitar a ingestão e, no caso de contato com os olhos, deve-se lavar imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico.

  4. Um forte indício de deterioração é indicado por uma absorbância maior que 0,500 quando o Picrato Alcalino é medido em 510 nm contra água.



EQUIPAMENTOS

Procedimento manual


  1. Fotômetro com cubeta termostatizada capaz de medir com exatidão a absorbância em 510 nm.

  2. Pipetas para medir amostras e reagente.

  3. Cronômetro.

Procedimento automatizado


Indicar o nome, modelo e o local onde se encontra o equipamento analítico; fazer referência ao manual ou POP para utilização do mesmo.

Procedimento alternativo


Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para medição dos ensaios. Enumerar as diferenças esperadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.

CONTROLE DA QUALIDADE

Materiais


Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante, número de catálogo), instruções de preparo e frequência da utilização dos mesmos.

Limites de tolerância

Descrever o procedimento para definição dos limites de tolerância, o sistema adotado para utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante de valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao manual ou POP para utilização dos materiais de controle.

Verificação de novo lote de controles e/ou reagentes

Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e de reagentes.

Gerenciamento dos dados


Definir como os dados relativos ao controle da qualidade são arquivados e gerenciados.

Fazer referência ao manual ou POP de garantia da qualidade.
PROCEDIMENTOS

PREPARO DO PICRATO ALCALINO

Misturar 4 volumes de NaOH (nº 1) com 1 volume de Ácido Pícrico (nº 2). Estável 15 dias entre 2 - 8 ºC. O CO2 atmosférico altera significativamente a estabilidade do NaOH (No. 1) e do Picrato Alcalino, quando os reagentes são mantidos em recipientes abertos. A modificação da estabilidade é influenciada pelo tempo de exposição e condições ambientais. Sugerimos manter na bandeja do analisador somente o volume suficiente para a realização de uma corrida analítica ou usar as informações do controle da qualidade como indicador da necessidade de realizar nova calibração.


PROCEDIMENTO

Para a dosagem na urina, diluir a amostra 1:25 (0,2 mL de urina + 4,8 mL de água destilada ou deionizada). Multiplicar o resultado obtido por 25.

O controle da temperatura é absolutamente indispensável para a reprodutibilidade dos resultados. É necessário utilizar um equipamento com cubeta termostatizada a 37 ºC.

É fundamental que as operações com amostras e padrões sejam realizadas sempre de modo idêntico, mantendo-se constante ao máximo possível o intervalo de tempo entre a mistura da amostra ou padrão com o reagente e o início da medição fotométrica.

Caso os volumes propostos não sejam adequados para uma leitura fotométrica correta, aumentar proporcionalmente os volumes de amostra, padrão e picrato alcalino.

Procedimento direto

Ajustar o fotômetro a zero em 510 nm com água destilada. Adicionar 0,1 mL de padrão, soro, plasma ou urina diluída a 1,0 mL do Picrato Alcalino. Misturar e aspirar imediatamente para a cubeta. Disparar um cronômetro e medir as absorbâncias aos 30 e 90 segundos.


Procedimento com desproteinização

Ver Eliminação da Ação de Interferentes

Misturar 0,2 mL de soro a 0,4 mL de Ácido Pícrico (nº 1), agitar e centrifugar durante 10 minutos. Acertar o zero do fotômetro em 510 nm com água destilada. Pipetar 0,5 mL do NaOH (nº 2) e 0,3 mL de Ácido Pícrico (nº 1) e adicionar 0,3 mL do sobrenadante límpido, misturar e aspirar imediatamente para a cubeta. Disparar um cronômetro e medir as absorbâncias aos 30 e 90 segundos. O padrão deve ser ensaiado como no procedimento direto.

CÁLCULOS

A do Teste ou Padrão = A90 segundos – A30 segundos


A do Teste

Creatinina (não corrigida) = ----------------------- x 4 mg/dL

A do Padrão
Aplicação do índice de correção

Creatinina (corrigida) = Creatinina (não corrigida) - Índice de correção (0,25 mg/dL)


A interferência das proteínas plasmáticas, que ocorre na reação de Jaffé2, introduz um erro constante na medição o qual é minimizado pela utilização do índice de correção (0,25 mg/dL).
mg/dL x volume (em mL)

Urina (mg/24 horas) = 

100
mg/kg peso = mg/24 horas dividido pelo peso corporal


DEPURAÇÃO DA CREATININA ENDÓGENA

Instruir o paciente para que faça uma colheita correta da urina de 24 horas.

Dosar a creatinina do soro e da urina utilizando as metodologias propostas. O soro pode ser obtido em qualquer momento do período de colheita da urina.

Aplicar os resultados obtidos na equação abaixo:
U

Depuração (mL/minuto) =  x VM

S
U: creatinina na urina (mg/dL)

S: creatinina no soro (mg/dL)

VM: volume minuto (Volume urinário de 24 horas, em mL, dividido por 1440).

Observação:

A depuração deverá ser corrigida para a superfície corporal do paciente, que é obtida através de nomograma correlacionando peso e altura. Multiplicar o valor da depuração por 1,73 e dividir pela superfície corporal do paciente, que também pode ser calculada usando a seguinte equação:

A = p0,425 x h0,725 x 0,007184



A = superfície corporal; p = peso em quilogramas; h = altura em centímetros.


RITMO DE FILTRAÇÃO GLOMERULAR

O NKDEP recomenda fortemente que os laboratórios reportem a estimativa do ritmo de filtração glomerular (eRFG) em todos os laudos contendo resultados de creatinina (ver Significado Clínico). Quando os resultados da creatinina plasmática são rastreáveis ao método IDMS e corrigidos, utilizam-se as seguintes equações que aplicam creatinina (CREA), idade (18 a 70 anos) e sexo.
Mulheres

eRFG (mL/min/1,73m2) = 175*(CREA)-1,154 *(Idade)-0,203 *0,742


Homens
eRFG (mL/min/1,73m2) = 175*(CREA) -1,154 *(Idade)-0,203
Segundo recomendações do NKDEP , o eRFG deve ser reportado como o valor calculado quando o resultado for igual ou menor que 60 mL/min/1,73m . Quando o valor calculado for maior que 60, deve ser reportado da seguinte forma: Maior que 60 mL/min/1,73m ou >60 mL/min/1,73m.

Precauções e cuidados especiais

  1. Para manusear e descartar reagentes e material biológico, aplicar as normas estabelecidas de segurança. Fazer referência ao manual ou POP de segurança.
  2. A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao manual ou POP de limpeza e verificação da qualidade da limpeza dos materiais.


  3. A água utilizada no laboratório deve ter a qualidade adequada a cada aplicação. Assim, para preparar reagentes e usar nas medições, deve ter resistividade 1 megaohm ou condutividade 1 microsiemens e concentração de silicatos 0,1 mg/L (água tipo II). Para o enxágüe da vidraria a água pode ser do tipo III, com resistividade 0,1 megaohms ou condutividade 10 microsiemens. No enxágüe final utilizar água tipo II. Quando a coluna deionizadora está com sua capacidade saturada ocorre a produção de água alcalina com liberação de vários íons, silicatos e substâncias com grande poder de oxidação ou redução que deterioram os reagentes em poucos dias ou mesmo horas, alterando os resultados de modo imprevisível. Assim, é fundamental estabelecer um programa de controle da qualidade da água. Fazer referência ao manual ou POP de água reagente.


RESULTADOS

Unidade de medida


mg/dL

Conversão de mg/dL para Unidade SI: mol/L = mg/dL x 88,4


Intervalo de Referência


Estes valores devem ser usados apenas como orientação5,10-12. Recomenda-se que cada laboratório estabeleça na população atendida seu próprio intervalo de referência.
Soro/Plasma (mg/dL)

Recém-nascido

0,50 - 1,20

<1 mês

0,40 - 0,70

1 - 12 meses

≤ 0,70

1 - 3 anos

≤ 0,70

4 - 7 anos

≤ 0,80

8 - 10 anos

≤ 0,90

11 - 12 anos

≤ 1,00

13 - 17 anos

≤ 1,20

Adulto (mulheres)*

0,53 - 0,995

Adulto (homens)*

0,70 - 1,20

* 18 a 70 anos; valores corrigidos com o índice de correção;

Conversão mg/dL para Unidades SI: mol/L = mg/dL x 88,4


Urina (mg/kg/24 horas)

2 - 3 anos

6 - 22

> 3 anos

12 - 30

Adulto (mulheres)

16 - 22

Adulto (homens)

21 - 26


Depuração da Creatinina (mL/minuto/1,73 m2)**

Crianças

70 - 140

Adulto (mulheres)

88 - 128

Adulto (homens)

97 - 137

** valores estabelecidos para resultados não corrigidos e não rastreáveis IDMS
Incluir o procedimento a ser adotado diante de um resultado crítico.


LIMITAÇÕES DO PROCEDIMENTO

Linearidade


A reação é linear até 12 mg/dL. Para valores maiores, diluir a amostra com NaCl 150 mmol/L, (0,85%) e repetir a determinação. Multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. Diluir a amostra de tal modo que o valor encontrado se situe entre 2 e 6 mg/dL. Indicar o procedimento de diluição utilizado no laboratório.
Interferências

Aumento da creatinina pode ocorrer por interferência de substâncias como o piruvato, ácido úrico, frutose, guanidina, hidantoína, ácido ascórbico, várias cefalosporinas, particularmente cefoxitina. A presença de lipemia, hemólise ou icterícia pode interferir na dosagem da creatinina. Trimetoprim, cimetidina, quinina, quinidina, procainamida reduzem a depuração da creatinina. Durante a gravidez e após exercícios físicos pode-se verificar aumento da depuração da creatinina.

A determinação pode ser afetada pela presença de grandes quantidades de substâncias redutoras presentes na urina, que ocorre com frequência nos casos de cetoacidose. A fervura da amostra de urina por um minuto elimina parcialmente a interferência dessas substâncias.

Valores de Bilirrubina acima de 5 mg/dL interferem na reação. Valores de Hemoglobina até 180 mg/dL e Triglicérides até 900 mg/dL não interferem na reação.


Eliminação da ação de interferentes

1- Para valores de Bilirrubina até 19 mg/dL, a interferência negativa na determinação da creatinina pode ser eliminada através do seguinte procedimento:

Adicionar 0,05 mL de Ferricianeto (no 4) a 0,5 mL da amostra. Misturar e aguardar 5 minutos. Determinar a creatinina e multiplicar o resultado obtido por 1,1.

Quando o valor da Bilirrubina for maior que 19 mg/dL e menor que 38 mg/dL, diluir a amostra 1:2 com NaCl 150 mmol/Ll (0,85%). Adicionar 0,05 mL de Ferricianeto a 0,5 mL da amostra. Misturar e aguardar 5 minutos. Determinar a creatinina e multiplicar o resultado por 2,2.

2- Para valores de Triglicérides entre 900 mg/dL e 1800 mg/dL a interferência da lipemia pode ser eliminada através da desproteinização.

Quando o valor de Triglicérides for maior que 1800 mg/dL e menor que 3500 mg/dL, diluir a amostra 1:2 com NaCl 150 mmol/L (0,85%), seguir o procedimento com desproteinização, determinar a creatinina e multiplicar o resultado por 2.

Uma diluição maior não é aconselhável porque em amostras com baixas concentrações da creatinina obtém-se resultados com erros significativos, decorrentes da redução da concentração original da creatinina.

3- Para uma revisão das fontes fisiopatológicas e medicamentosas de interferência nos resultados e na metodologia, sugere-se consultar Clin Chem 1975;21:1D-432D.



SIGNIFICADO CLÍNICO

A constância na formação e excreção faz da creatinina um marcador muito útil de função renal, principalmente da filtração glomerular, em virtude da sua relativa independência de fatores como dieta, grau de hidratação e metabolismo protéico. Assim, a determinação da creatinina plasmática é um marcador de função renal mais seguro do que a uréia.

A creatinina não deve ser usada isoladamente para avaliar o ritmo de filtração glomerular ou detectar a presença de doença renal crônica porque ela é afetada pela taxa de filtração glomerular e por fatores independentes como idade, sexo, raça, dieta, massa muscular, drogas e métodos analíticos laboratoriais.

Estimativas mais precisas e exatas do eRFG podem ser obtidas com equações que combinam empiricamente todos os efeitos médios de fatores que afetam a creatinina com exceção da própria filtração glomerular.

A equação atualmente recomendada foi desenvolvida a partir do estudo Modification of Diet in Renal Disease (MDRD) utilizando o clearance do iotalamato como método de referência, e fornece resultados normalizados para a superfície corporal padrão 1,73m2 (ver Ritmo de Filtração Glomerular).

A equação MDRD deve ser usada somente em indivíduos maiores de 18 anos e não foi validada nas seguintes situações: indivíduos com idade superior a 70 anos, mulheres grávidas, portadores de morbidades graves, indivíduos com extremos de massa corporal ou massa muscular ou com estado nutricional fortemente comprometido.

O NKDEP desenvolveu um documento que proporciona informações que podem ajudar os laboratórios nos seguintes pontos (, acesso em 07/11/2007):

- Reportar resultados exatos da estimativa da filtração glomerular baseados na medição da creatinina sérica;

- Compreender as iniciativas do NKDEP para padronizar as medições da creatinina sérica;

- Comunicar apropriadamente aos provedores de serviços de saúde sobre as implicações nas mudanças dos resultados da creatinina sérica que serão resultantes das iniciativas de padronização na medição da creatinina.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. Cook JGH. Clin Chim Acta 1971;32:485-6.

2. Yatzidis H. Clin Chem 1974;20:1131-34.

3. Spencer K. Ann Clin Biochem 1986;23:1-25.

4. Meyers GL, Miller WG, Coresh J et al. Clin Chem 2006;52:5-18.

5. Junge W, Wilke B, Halabi A, Klein G. Clin Chim Acta 2004;344:137-48.

6. Knapp ML, Mayne PD. Clin Chim Acta 1987;166:239-46.

7. O'Leary N, Penbroke A, Duggan PF. Clin Chem 1992;38:1749-51.

8. Sociedad Española de Bioquímica Clínica y Patologia Molecular, Base de Datos de Variación Biológica. Disponível em: (acesso em 04/2006).

9. Basques JC. Especificações da Qualidade Analítica. Labtest Diagnóstica 2005.

10. Martensson A, Rustad P, Lund H, Ossowicki H. Scand J Clin Lab Invest. 2004;64:439-42.

11. Soldin SJ, Brugnara C. Wong EC. Pediatric Reference Intervals, 5ª.ed, Washington:AACC Press, 2005, P 3-4.

12. Ferraz MHC, Delgado RB. Valores de Referência para Exames Laboratoriais. In: Leão E, Corrêa EJ, Viana MB, Mota JAC (Ed) Pediatria Ambulatorial, 3ª. Ed. Belo Horizonte: Coopmed, 1988, p. 837-848.

13. Labtest: Dados de Arquivo.







Nome

Assinatura

Data

Elaborado por:







___/___/___

Aprovado por:







___/___/___

Implantado por:







___/___/___

Substitui POP:




Revisado por:







___/___/___

Revisado por:







___/___/___

Revisado por:







___/___/___

Desativado por:







___/___/___

Razão:







Número

Destino

Cópias









Compartilhe com seus amigos:


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal