Critérios de correçÃo do projeto de prevençÃO



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PREVENÇÃO COM CAMPEONATO DE XADREZ, TEATRO E EDUCAÇÃO FÍSICA

Maria da Graça Soares

Flaviana Pintor dos Santos Lino

Iara Machado dos Santos

Larrey Setimi de Castro

Lucienne Parrini Abdalla

Tutoras: Heloísa Helena Medeiros da Fonseca

Alexandra Cristina Moreira Caetano

Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “Monsenhor Elias Tomasi”

Mimoso do Sul – ES


2012

1- INTRODUÇÂO

        O uso de drogas em nossa comunidade, por nossos jovens, tem nos preocupado muito. Infelizmente o uso de drogas lícitas tem sido maior que qualquer outro tipo de drogas. E tem sido a causa de muitos acidentes, na maioria, fatais para nossos jovens. O álcool mais que o cigarro tem feito muitas vítimas por imprudência, e nosso comércio tem vendido bebidas alcoólicas até para adolescentes. Faz-se urgente uma política de prevenção ao uso de drogas para conscientizar pais e toda comunidade de que temos de lutar contra a onda de violência que tem sido a causa de tantos males em nossa sociedade.

E principalmente alertar para a violação de leis que proíbem a venda de bebidas alcoólicas para menores de idade. Isso é fundamental, pois se não se vende bebida aos jovens, diminui o índice de consumo.

Nosso projeto tem como fundamento, pesquisas realizadas no âmbito da escola em entrevistas aos nossos alunos. Muitos sabem de colegas que usam drogas, como álcool e cigarro, maconha, cocaína e até mesmo o crack o terror das drogas atualmente, por seus efeitos fulminantes, pela rapidez com que vicia e pela dificuldade de se deixar o vício.

Temos a nosso favor o Conselho Tutelar, o Conselho de Escola, a Defensoria Pública além de dois Centros de Recuperação que atuam em Mimoso do Sul. Todos estes órgãos estão dispostos a ajudar na campanha de prevenção, pois se acredita que é melhor prevenir do que remediar.

Este projeto será o pioneiro em nossa comunidade, visto que antes nenhum outro projeto teve a abrangência deste, ou seja, envolveu comunidade, escola e instituições públicas como Defensoria Pública e Centros de Recuperação de Drogados.

O profissional do magistério deve manter-ser capacitado para o exercício das funções próprias de sua profissão que inclui educar para a cidadania. Desta forma, deve preocupar-se em educar o indivíduo para que possa compreender o mundo, lidar com relacionamentos interpessoais e para a inserção no âmbito social.

Um projeto de Prevenção ao Uso de Drogas vem preparar o aluno para se defender das tentações que o tráfico de drogas oferece. Estes estão na faixa etária mais vulnerável às armadilhas que o mundo das drogas oferece. O álcool é a porta de entrada por ser legal e estar disponível em cada esquina nos finais de semana.

O Município de Mimoso do Sul –ES carece de Projetos desta natureza que realmente façam campanha contra o uso de rogas lícitas e ilícitas. E a escola é o lugar ideal para gerenciar e promovê-lo, dada a amplitude do evento.

Por esta razão pensamos em desenvolver um Projeto na escola que envolva uma Gincana de Xadrez, Educação Física e teatro. Se nem todos gostam de jogar xadrez, fica a opção pelo teatro ou para atividades de Educação Física.

A atividade teatral, na escola, faz com que a auto-estima do aluno cresça, bem como a confiança em si próprio, pois caminha pela via da emoção e da afetividade. Através das artes cênicas, o aluno tem possibilidade de liberar sua personalidade pela espontaneidade, pois ele é estimulado a criar.
2- ASPECTOS TEÓRICOS
Em 2005, Magno Malta alerta para o aumento do consumo de drogas no Espírito .Santo que é o quarto estado consumidor no Brasil. E que a violência vem crescendo paralelamente ao consumo de drogas. E o crack é a droga mais consumida na periferia por ser mais barata. E o êxtase é o mais consumido nas baladas.

Em setembro de 2007 a Policia Federal apreende 11 toneladas de drogas no Espírito. Santo. O fato repercute na mídia do país.

Noticias como estas nos fazem ver como nosso estado é pequeno no tamanho mas tão grande no aumento da violência e do consumo de bebidas e outras drogas.

Nossos jovens estão precisando de alguma coisa para se ocupar mental e fisicamente. Por esta razão, justamente com os demais professores da escola, pensamos neste projeto que além da Gincana de Jogos como o Xadrez, pensa a Educação Física e o Teatro para ocupar nossos jovens inclusive nos finais de semana, para evitar que procurem nas drogas uma forma de distrair-se nas horas vagas.

A escola, ciente de seu papel social preocupa-se com os jovens da comunidade de Mimoso do Sul, e em parceria com o comércio local, pais de alunos, professores, Ministério Público, e outras pessoas e instituições interessadas pensam no teatro como uma forma de cultura e de lazer.


    1. - CONTEXTUALIZAÇÃO DA ESCOLA

2.1.a. O CONTEXTO GEOGRÁFICO
A seguir, o contexto de nossa escola dentro do Estado do Espírito Santo, assim como sua história desde a criação. O clima, os pontos turísticos, fuso horário, hidrografia com seus mais importantes rios , o Itabapoana e o Muqui do Sul, a distância da capital e outras localidades vizinhas importantes e os bairros do Município de Mimoso do Sul, assim como todos os diretores da escola desde 1936.

Incluímos aqui aspectos do turismo e da Administração da Cidade na atual gestão.

Ilustramos com fotos da escola, dos pontos turístico, rio Itabapoana e Cristo Redentor e vista panorâmica da cidade.


Localização de Mimoso do Sul no Mapa do Espírito Santo:

21° 03’ 50” S 41° 21’ 57”

Municípios Limítrofes: Campos dos Goytacazes, Muqui, Alegre, Atílio Vivacqua, Presidente Kennedy, Apiacá, São José do Calçado, São Franciso de Itabapoana.

Área: 867,281 Km2

População: 27 124 hab (IBGE 2009)

História


Situada no extremo Sul do ES, Mimoso do Sul recebeu muitos imigrantes italianos. O município já recebeu as denominações de Ponte de Itabapoana, Monjardim e São Pedro entre outros, até o nome atual de Mimoso do Sul. Tem grande potencial de crescimento, privilegiada pela sua posição geográfica fica a 44 km de Cachoeiro de Itapemirim, 87 km de Campos dos Goytacazes - RJ e 173 km de Vitória, com grande facilidade de entrada e escoamento de produtos, é a principal produtora de café do Sul do Espírito Santo, sendo o café e a agropecuária de corte e leitera a principal fonte de renda da cidade desde o século XIX. As indústrias da cidade trabalham com o beneficiamento de Mármore e Granito, a produção é voltada para o mercado externo. Mimoso do Sul nasceu entre montanhas, de topografia acidentada, rica em minerais, pedras preciosas e água doce, de clima agradável e com vários pontos turísticos.

Hidrografia

A cidade pertence a bacia do Rio Muqui e Rio Itabapoana.

Rio Itabapoana.

Vários rios banham a região, sobressaindo-se o Muqui do Sul e o Itabapoana, este servindo de limite entre Mimoso do Sul e o Estado do Rio de Janeiro. Três lagoas devem ser mencionadas: a dos Cágados, a da Conga e a Mata-Fome. O Itabapoana é navegável desde Limeira, até sua foz, em Barra do Itabapoana, na extensão aproximada de 120 km. A navegação é irregular onde são empregadas embarcações de pequeno calado. O Rio Muqui do Sul é totalmente mimosense, nasce no Córrego das Almas, na Fazenda Oriente, no distrito de Conceição do Muqui no extremo norte do município conhecido como Cabeça de Cachorro, e corta serras e vales até a sua foz no Rio Itabapoana.O município conta com 17 quedas d’água, que vêm sendo aproveitadas, para produção de energia elétrica, onde se encontram duas usinas no Rio Muqui do Sul(Usina Rubens Rangel e Usina Aparecida) hoje desativadas e em ruínas, e uma no Rio Itabapoana (PCH I Pedra do Garrafão) inalgurada em 2009, para o acionamento de máquina de beneficiar café e movimentação de moinhos de fubá.

Distâncias



  • Vitória: 173 km

  • Cachoeiro de Itapemirim: 44 km (via Muqui), 56 km (via BR 101)

  • Rio de Janeiro: 328 km

  • Belo Horizonte: 449 km

Bairros (23) : Alto São Sebastião; Vila da Penha; Centro; Coqueiro; Funil; Mangueira; Santa Marta; Morro da Palha; Santa Izabel; Vista Alegre; Cidade Nova; Pombal; Monte Cristo; Campestre; Serra; Santa Terezinha; Serrano; Serrano II; Village da Serra; Recanto da Serra; Itapuã; Café Moca; Pratinha.


Administração

  • Prefeito: Angelo Guarçoni (2009/2012)

  • Vice-prefeito: Pedro Costa

  • Presidente da câmara: Élcio Abreu Gomes

Economia


A Participação na economia do estado com seu pontencial de produção de café conilon e arábica no distrito de Conceição do Muqui e ainda a agropecuária de corte e leiteira. As indústrias da sede são as de serragem e beneficiamento de mármore granito. A produção é basicamente voltada para o mercado externo: Mercosul, Itália, Alemanha, Indonésia e Japão no mercado mundial. E relações comercias internas com Minas Gerais, São Paulo, Distrito Federal e Nordeste. O solo do lugar é rico em mármore, granito, pedra preciosas e sobra lugar para águas marinhas (pedra preciosa).

Até 2010 o governo do Estado investirá em recursos para Mimoso do Sul. Alguns dos investimentos feitos já implantados pelo governo federal são: Posto da Polícia Rodoviária Federal será o maior posto de fiscalização da América Latina; Usina hidrelétrica em Ponte do Itabapoana, fará abastecimento de energia em Mimoso e Apiacá.

O comércio se destaca com produtos da terra, alguns feito artesanalmente, como por exemplo, a goiabada cascão e o grande Camarão da Malásia.

Turismo

Uma região rica em casarios históricos é o distrito de São Pedro que possui 41 patrimônios históricos e culturais. O distrito é também muito conhecido pelo tradicional Festival de Sanfona e Viola de São Pedro, em que ocorrem anualmente apresentações de atrações nacionais da música sertanejos e violeiros da região.

A festa da cidade, que acontece em data móvel, tem início geralmente na segunda quinta-feira do mês de julho. Já o Festival de Sanfona e Viola de São Pedro tem início entre a última semana do mês de julho ou na primeira semana do mês de agosto. Durante a festa são realizados passeios ecológicos, a descida do rio Muqui do Sul de caiaque e caminhada até São Pedro, no programa "Caminhos do Campo".

Na época do carnaval, acontece um dos melhores carnavais do Espírito Santo com os desfiles dos blocos de ruas que animam os foliões.

Um dos principais pontos turísticos de Mimoso do Sul são o mirante do Cristo Redentor, a Cachoeira das Graças, o pico dos Pontões (localizado no distrito de Conceição do Muqui) e a pedra Estrela d'Alva, onde, em dias claros, se avistam as praias de Marataízes.

Principais Pontos Turísticos


  • Monumento ao Cristo Redentor (Sede)

Obra inaugurada no governo municipal de Pedro José da Costa em 11 de julho de 1982, teve como construtor o Sr. Antônio Moreira.

  • São Pedro de Itabapoana (Distrito)

Sitio histórico. Antiga sede do município. Dista 30 km da sede.

  • Mina (sede)

Localizado no córrego Santa Marta no final da Rua São Sebastião.

  • Pocitos (sede)

Dista 4 km seguindo a Estrada de Ferro Leopoldina para Cachoeiro de Itapemirim. Está localizado no rio Muqui do Sul.

  • Cachoeira das Garças

Localizada no Rio Itabapoana. Dista à 30 km da sede na Estrada Mimoso-Apiacá.

Esportes


O esporte mais praticado na cidade é o futebol que tem como destaque o time da cidade o Mimosense Futebol Clube , que já revelou grandes nomes do futebol brasileiro como: o zagueiro Odvan que atuou no Vasco, o atacante Ademilson que atuou no Botafogo e no Fluminense.A cidade conta com dois estádios de futebol: o Estádio Cel. Paiva Gonçalves e o Estádio do Independente.

2.1.b. HISTÓRIA DA ESCOLA DE 1º E 2º GRAUS “MONSENHOR ELIAS TOMASI”

 A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio “Monsenhor Elias Tomasi”, antigo Instituto Mimosense, foi fundado em 15 de Novembro de 1936, na cidade de João Pessoa, hoje, Mimoso do Sul, visando preparar alunos para o exame de admissão, oferecendo o 1º grau completo.

Um homem idealizador – Arnolpho Fernando – realiza seu grande sonho, em 15 de novembro de 1936: fundar uma escola, de caráter particular, para estudos de admissão (provas que todos os alunos deveriam prestar para garantir seu ingresso no “Ginásio” – 5ª série do atual Ensino Fundamental).

A Escola teve seus primórdios no prédio do Hotel Amorim que, desativado, passou a ser de propriedade do Capitão Ascâneo Fernando, pai de Arnolpho Fernando.

 Com total apoio do influente amigo, Dr. Oympio José de Abreu, advogado e depois prefeito, a Escola teve aí um funcionamento de curta duração, cerca de dois anos. Instalou-se, a partir daí, no alto da pequena Colina Lauro Lemos, atual prédio do Departamento de Cultura “Dr. José Arrabal Fernandes”, antigo “Municipal Lítero Club”, onde havia uma pequena construção, funcionando precariamente até 1942, já com a denominação de Instituto Mimosense e oferecendo estudos até a 8ª série. Dr. Carlos Figueiredo Côrtes, médico progressista, também apoiou esse iniciativa pioneira. Arnolpho Fernando foi seu primeiro diretor, o secretário Aluísio Martins Ataíde e o tesoureiro Luís Poldi.

 Encargos sociais e outras despesas faziam aumentar as dívidas, dificultando assim o pagamento dos professores e o que era pior, afastava dos seus dirigentes o grande sonho de construir um prédio novo. As mensalidades eram cobradas porta a porta, por meio de recibos preenchidos manualmente.

Com estas dificuldades financeiras, um pequeno grupo de professores teve a iniciativa de sensibilizar mimosenses ilustres para ampararem a Escola. Surgiu então a “Sociedade Anônima Educadora de Mimoso do Sul”, tendo à frente os senhores: José Monteiro da Silva, Dr. Darci Ribeiro de Castro, Lauro Lemos, Nelson da Silva Motta, Rubens Rangel, Plínio Araujo, e outros, sendo seu presidente o Sr. Lauro Lemos, que conseguiu um terreno doado pelo Sr. Antonio da Cunha Brochado, para a construção, sem nenhum fim lucrativo, do majestoso edifício da Escola, que mantém suas estruturas arquitetônicas inalteradas até os dias atuais, apesar das ampliações e reformas sofridas.

O terreno doado, na Vila da Penha, tinha algumas casinhas simples, nas quais moravam alguns agregados do velho Brochado. Numa delas, o servente Bernardo Azevedo passou a morar e a tomar conta da área, que era dividida por cerca. Os casebres mal dispostos e sem utilidade para a nova instituição, que ali surgiria, foram demolidos pelos reservistas do Tiro de Guerra 109.

O Sr. Lauro Lemos, presidente da Sociedade Anônima Educadora de Mimoso do Sul, grande produtor rural, tinha grande dificuldade em administrar essa nova entidade, voltada pra a educação, o que exigia dedicação em tempo integral. A pedido do Capitão Ascâneo Fernando, os acionistas resolveram doar suas ações para a Paróquia São José, neste município, em 1952, passando a ser presidente da Sociedade o vigário Elias Tomasi, que foi muitos anos depois merecedor do título de Monsenhor.

O Governo do Estado e a Prefeitura Municipal, eventualmente, ajudavam o empreendimento que visava dotar a Sociedade Educadora, ainda que de caráter particular, de melhores instalações.

Se hoje a comunidade pode contar com essa escola foi porque uma pequena turma de abnegados professores sonhou e tornou o sonho realidade.

Nos seus 70 anos de existência, completados em novembro de 2006 já foi dirigido pelos seguintes diretores:




ANO

DIRETORES

1936

Arnolpho Fernando – Fundador da escola, de caráter particular, era diretor e professor de História e Português.

1940

Olympio José de Abreu – Advogado e amigo de Arnolpho foi professor de Geografia e Português.

1947

Clóvis de Abreu – Professor de Latim exerceu a direção de março de 1947 a abril de 1952.

1952

Pe. José Antonio Gonçalves – Foi diretor de maio de 1952 a março de 1953. Início das negociações para transferir a escola para o Estado.

1953

Clóvis de Abreu - De abril desse ano a maio de 1954, quando a escola passou a pertencer ao Estado do Espírito Santo.

1954

José Aquino de Oliveira – Designado pela Secretaria de Educação para coordenar os trabalhos de execução final de transição para o Estado.

José Arrabal Fernandes – Médico, poeta e escritor. Autor do livro Gonçalo Pé de Mesa, sua obra-prima.



1955

Newton Brandão – Janeiro a março.

Clóvis de Abreu – Diretor estadual. Professor de Latim e Português.



1960

Geraldo Bruzzi Vieira – Chefe geral da secretaria da escola, até então, e diretor-substituto em varias ocasiões, assumiu oficialmente, pela primeira vez, a direção do educandário.

1961

Mandalle Minassa – Advogado e professor de História.

1962

Geraldo Bruzzi Vieira – Assume a direção novamente.

1963

Carlos Sampaio – Perseguido pela ditadura militar, abandonou repentinamente a cidade.

1964

Leonor Pereira Cheibub – Professora de português, poetisa e membro da Academia de Letras do Espírito Santo.

Agostinho Machado Paraguassú Netto – Professor de Matemática, casado com Olga, também professora de Matemática desta escola.



1968

Geraldo Bruzzi Vieira – Assumiu pela terceira vez a direção.

1969

Luzia Alves Toledo – Professora de Português.

1971

Agostinho Machado Paraguassú Netto - Assumiu pela segunda vez a direção.

1972

Cyler Zigoni Martins – Professora primária, de Geografia e do Curso de Normalistas.

1974

Maria das Graças Costa – Assumiu a direção aos 19 anos de idade extra-oficialmente, de março a dezembro.

Aélia de Rezende Ayub – Professora de História.



1983

Angelina Faria – Professora de Ciências e advogada.

1992

Marina Lúcia Ribeiro de Almeida – Professora primária, orientadora educacional, aposentou-se como diretora - Primeira diretora eleita.

1995

Maria da Penha Marelli – Professora de Matemática assumiu em 19 de junho.

1996

Norma Suely de Amarins Noé – Segunda diretora eleita, professora primária de Ciências e Biologia.

2000

Kenia Cheibub de Castro – Professora do curso de magistério, pedagoga. Diretora Pró- tempore em abril.

Elizeu Grifo Rezende – Professor do curso de magistério, pedagogo assumiu a direção em maio até 01 de novembro do ano seguinte.



2002

Maria Therezinha Muri de Souza – Professora de Ciências e Matemática, coordenadora de turno e diretora.

2003

Ruth da Silva Barboza – Professora de Língua Portuguesa e cantora evangélica.

2005/2011

Elizabeth Keller Coelho Gonçalves – Pesquisadora com seus alunos, das origens das famílias mimosenses de imigrantes, professora de Geografia. Compiladora de dados geo-históricos de Mimoso do Sul.


3- OBJETIVOS
3.1. GERAL – Elaborar atividades na escola para prevenir e combater o uso de drogas pelos jovens
3.2. ESPECÍFICOS:



  • Preparar profissionais com conhecimentos que possibilitem a execução de atividades que venham assessorar nossas decisões, além de atividades rotineiras inerentes ao processo em si como relação entre pessoal envolvido, monitoramento das ações de ensaios, treinamentos e decisões das atividades proposta, assim como na busca de recursos para execução, senão materiais pelo menos humanos.

  • Envolver os adolescentes na elaboração de peças teatrais sobre o tema tendo como compromisso o acolhimento, a formação plena do cidadão e contra toda e qualquer forma de exclusão;

  • Formar um grupo de teatro na comunidade escolar para através da arte trabalhar o tema Prevenção ao uso de drogas

  • Abrir à escola a comunidade para apresentação das peças teatrais:

  • Trabalhar a relação entre escola e comunidade;

  • Ocupar os jovens na confecção de cartazes, convites, cenários, vestuário, etc.

  • Criar turmas de estudo de xadrez e incentivar campeonatos dentro e fora da escola.

  • Estimular jogos de educação física envolvendo corridas, campeonatos e maratonas na cidade.


4- METODOLOGIAS DE PESQUISA
Iremos trabalhar com todos os professores da escola, principalmente os de Educação Física, Artes e Literatura. Também pessoas e instituições da comunidade como AAA, Centros de Recuperação de Viciados (para palestras e orientações, assim como exemplos de vida para mostrar a realidade do usuário).

Também fator importante envolver o Ministério Público local.

Nossos jovens são de Ensino Médio e EJA. A maioria trabalha durante o dia e estuda à noite. Faixa etária entre 16 e 42 anos de idade.

Usaremos como recursos, jogos de xadrez, o pátio coberto da escola para os jogos.

Vamos recorrer ao comércio local para questões financeiras

5- CONSIDERAÇÕES FINAIS

Esperamos com este projeto dar uma nova oportunidade aos jovens que estão envolvidos com drogas e prevenir os que ainda não experimentaram. É muito difícil encontrar um jovem ou uma jovem em nossa cidade que não faça uso de drogas, pois pelo menos 8 em cada 10 jovens já experimentou ou faz uso do álcool ou qualquer uma das drogas lícitas, quando não da maconha que é a mais comum.

Ainda temos esperança de despertar nos pais o interesse pelo assunto, já que a maioria nem sabe que o filho usa droga, quando usa: são os últimos, a saber, quando sabem. Muitas vezes permanecem na ignorância até quando descobrem e é tarde demais.

Outra meta que esperamos ter atingido ao finalizarmos é o de conscientizar nossos comerciantes para que não vendam bebidas e cigarros a nossos jovens. A idéia de lucro pode se tornar numa “faca de dois gumes”: hoje ele vende bebida ao filho do vizinho, amanhã o vizinho vende bebida para seu filho. O lucro fácil e ilegal pode se tornar num pesadelo futuro, já que todos nós temos “telhado de vidro”.


6- REFERÊNCIAS
AREDES, Alaide Pereira J. Participação discente: contribuição para organização do trabalho na escola. Dissertação de Mestrado. Unesp, Marília, 1997.
BECKER, Idel. Manual de Xadrez. São Paulo: Nobel, 2202.

BRASIL. Presidência da República. Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas. Curso de prevenção do uso de drogas para educadores de escolas públicas. Brasília: Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas. 2010.


CARVALHO JUNIOR, Flávio de. Iniciação ao Xadrez. São Paulo: Summus, 1982.

ERIKSON, Erik Identidade, juventude e crise. Rio de janeiro: Zahar, 1976

KARNAZES, Dean. Cinqüenta Maratonas em 50 dias. Rio de Janeiro: Leblon, 2009.
KENSKI, Vani Moreira. O professor, a escola e os recursos didáticos em uma sociedade cheia de tecnologias.
MANTOVANI, Ana. Cenografia. Série. Princípios. Editora Ática. São Paulo, 1989.
PALLOTTINI, Renata. Introdução à Dramaturgia. Séries Princípios: Editora Ática. São Paulo, 1988.
PIMENTA, Arlindo C. Sonhar, Brincar, Criar, Interpretar. Editora Ática. São Paulo, 1986.
.UNIFESP. Centro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas (CEBRID). Livreto informativo sobre drogas psicotrópicas. São Paulo: OBID, 2003.

7 – CRONOGRAMA



MÊS

AÇÕES DOS MEMBROS DO GRUPO

Maio

- Planejamento (orçamento e escolha da data para execução) conscientização e envolvimento do corpo docente, escola e comunidade

- Reuniões semanais para discussão de estratégias



Junho

- Busca de recursos – na escola ou fora dela (caso dos palestrantes)

- Reuniões semanais para confronto de ações dos membros do grupo e avaliação de resultados



Julho/agosto

Execução

Agosto/setembro

Avaliação do Projeto (impactos- resultados)


8 – CUSTOS
O material necessário para execução do projeto está disponível na escola. Não será preciso nada além dos recursos humanos existentes na escola como docentes, pedagogos e demais funcionários, além de pais de alunos, alunos e palestrantes. Estes são pessoas da comunidade envolvidas em outros projetos que gentilmente cedem seu tempo em prol da causa social.

O espaço físico da escola, recursos como data show, quadro, espaço físico para realização das palestras e reuniões são suficientes.





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