Curso de Antropologia II- ano Pós-Laboral



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Faculdade de Letras e Ciências Sociais

Departamento de Arqueologia e Antropologia

Curso de Antropologia

II- Ano Pós-Laboral

Disciplina: HISTÓRIA DE ANTROPOLOGIA II

TEMA: relatório da aula prática de Mauss

DOCENTE: Dr.: José Pimentel Teixeira

DISCENTE: Joaquim Tomás

Ester Ernesto Chonguane

Elsa Alfredo Nhanombe

Maputo, Agosto de 2012

Relatório da aula prática da disciplina de historia de Antropologia II, apresentado pelo segundo grupo, do II ano do curso de Antropologia pós-laboral, composto por: Ana Omar, Ernesto Braga e Graça Matavel sobre o texto de Marcel Mauss: A dádiva e a coesão social.

Objectivo

Apresentação do ensaio sobre a dádiva de Marcel Mauss.

A aula começou com apresentação da Graca Matavel, na qual fez a introdução, donde falou do conceito da dadiva que significa a oferta de presentes, trocas de presentes em que da e espera algo em troca. Numa outra passagem falou da rivalidade das tribos onde os chefes lutavam para assegurar a hierarquia. Mas se diferenciavam das outras tribos.

Quanto a apresentação da colega Ana, falou de outras formas contratuais, como o nascimento de filhos, circuncisão, casamentos, danças, puberdades, doença, ritos funerários e comercio. O colega Braga como conclusão disse que a dádiva produz as alianças como matrimoniais. A graça veio acrescentar sobre kula que se fazia a troca como braceletes e missangas e disse que kula é um circuito de comunicação onde as crianças mascaravam-se a pedir alimentos nos casais e os casais visitados eram obrigados a dar os alimentos.

Joaquim, por conseguinte membro do grupo do relator quis saber se potlach tambem era sistema de troca como kula e dadiva? e a colega Graça respondeu dizendo que Potlach é um matrimónio que tinha características de distribuição de riqueza a outras tribos.

O colega Cossa quis saber qual era a questão metodológica do texto e a Graça respondeu como sendo as trocas entre grupos.

O Cristóvão quis saber qual era a penalização de que não retribuía os presentes e Muianga respondeu que todos os presentes eram retribuídos e não havia como não retribuir.

A janete perguntou em que medida as dádivas contribuem para as alianças sociais? E o Braga disse que as trocas eram obrigadas e haviam pessoas de elites que podiam participar e a Graça acrescentou que as trocas traziam paz e harmonia. E por sua vez Maria Judite disse que concordava com a Graça que a dádiva traz harmonia pois no princípio o grupo falou de rivalidade na dádiva, então não havia como rivalidade, pois trazia paz e harmonia.

A Janete disse o que acontecia antes, ainda hoje acontece nos nossos dias. E o Joaquim terminou dizendo que o autor tenta aconselhar aos ocidentais que deviam aprender com os ditos arcaicos ou primitivos e o autor não diz no sentido etnocêntrica.



Depois da discussão o professor perguntou a turma e o grupo oponente se tinha entendido e o grupo concordou.

E o professor disse que a troca é a questão fundamental, é um conjunto de práticas presentes em várias sociedades, em vários contactos Europeus. Mauss recorre a vários trabalhos e compara, pega nas monografias que tem uma lógica semelhante. Mauss mostra como fazer comparações das monografias e o professor finalizou dizendo que dadivas alimentam alianças.

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