Curso de ciências biologógicas – creupi



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Bibliografia

Brevidelli, M.M.; DE Domenico, E. B. L. Trabalho de conclusão de curso: Guia Prático para Docentes e Alunos da Área da Saúde. 1 ed. São Paulo: Ed. Iátria, 2006.

Montgomery, E. Escrevendo trabalhos de conclusão de curso: Guia prático para desenvolver monografias e teses. 1 ed. São Paulo: Alta Books, 2005.

Ruiz, J.A. Metodologia Científica: guia para eficiência nos estudos. 5.ed. São Paulo: Atlas, 2002.

Associação Brasileira De Normas Técnicas. NBR 6022: NBR 6023. Informação e documentação: referências – elaboração. Rio de Janeiro, 2000.

MARCONI, M. A.; LAKATOS, E. M. Técnicas de Pesquisa. 6ª ed. São Paulo-SP: Editora Atlas, 2006.

RUDIO, F. V. Introdução ao projeto de pesquisa científica. 32a. ed. Petrópolis-RJ: Editora Vozes, 2004.

NBR 14724: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2001.

NB 10520: apresentação de citações em documentos. Rio de Janeiro, 2001.

NBR 6028: resumos. Rio de Janeiro, 1980.




SÉTIMO PERÍODO
DISCIPLINA: BIOTECNOLOGIA VEGETAL
Ementa
O curso enfocará métodos e aplicações da biotecnologia de plantas incluindo técnicas de biologia molecular como transformação de plantas, Tecnologia do DNA recombinante, transposons, silenciamento genético e cultura de células e tecidos. Marcadores moleculares em plantas. Fusão de protoplastos. Implicações do seqüenciamento dos genomas vegetais. O curso será composto de aulas teóricas e práticas sobre técnicas básicas de biotecnologia, a fim de familiarizar o aluno com a execução de experimentos na área de biotecnologia vegetal. A biotecnologia vegetal no Brasil e no mundo.
Bibliografia
Ammirato PV, Evans DA, Sharp WR, Yamada Y (1984) Handbook of Cell Culture. Vol. 3. Crop. Especies. Macmillan, New York.

Barz W, Reinhard E, Zenk MH (1977) Plant Tissue Culture and its Bio-Technological Application. Sprinnger-Venlag, Berlin.

Birch RG (1997) Plant Transformation: Problems and Strategies for Practical Application. Annu. Rev. Plant Physiol. Plant Mol. Biol. 48:297-326.

Bogorad L (2000) Engineering Chloroplasts: An Alternative Site for Foreign Genes, Proteins, Reactions And Products. Trends Biotech 18: 257-263.


Tecnologia de Vacinas e Terapia Gênica
Ementa
Histórico, Introdução à imunologia (via de administração, memória imunológica e respostas), Imunogenética e resistência às infecções, Tipos de vacinas, busca e caracterização de alvos vacinais (bioinformática como ferramenta). Adjuvantes, ativação e resposta imunológica. Introdução à terapia gênica, métodos químicos e físicos de transferência, vetores, aplicações e perspectivas para a terapia gênica, modelos experimentais e perspectivas.
Bibliografia
Buss, P. M. Carvalheiro, J. R. & Temporão, J. G. Vacinas, Soros e Imunizações no Brasil

Editora Fiocruz, 1ª Edição, 2005.

Malajovich, Maria Antônia. Biotecnologia. Rio de Janeiro: Axcel Books do Brasil Ltda, 2004.

Moreira, C.A. Genômica, São Paulo: Atheneu, 2004.

Quadros, C. A. Vacinas - Prevenindo a Doença e Protegendo a Saúde. Editora Roca, 1ª Edição, 2008.

Voet, D.; Voet, J.G.; Pratt, C.W. Fundamentals of Biochemistry: Life at the Molecular Level, 3rd ed, 2008.

Wiseman, A. Princípios de Biotecnologia. Zaragoza: Acribia, 1996.

Fitoquímica e plantas medicinais
Ementa
Extratos vegetais: composição química. Isolamento e purificação de componentes químicos: técnicas cromatográficas e caracterização dos grupos funcionais, preparação de derivados e técnicas espectrométricas. Estudo de plantas medicinais e drogas vegetais constituídas de raiz, caule, folha, flor, fruto e semente, sob o ponto de vista morfológico e anatômico, para fins de diagnose da matéria-prima vegetal de Dicotyledoneae e Monocotyledoneae, utilizada na medicina popular e na produção de fitoterápicos.
Bibliografia
Lorenzi, H. & MATOS, F. J. A. Plantas Medicinais no Brasil Nativas e Exóticas. Editora Plantarum, 2ª Edição, 2008.

Correa, A. D.; Siqueira-Batista, R. & Quintas, L. E. M. Plantas medicinais: do cultivo a terapêutica. Editora Vozes, 1ª Edição, 1998.

Iburg, A. Plantas Medicinais: Ingredientes, efeitos medicinais e Aplicações. Editora Lisma, 1ª Edição, 2006.

Proença da Cunha, A. Farmacognosia e Fitoquimica. Editora Calouste Gulbenk, 1ª Edição, 2006.



Administração e Empreendedorismo

Ementa


A evolução da formação do pensamento administrativo, desenvolvendo o conhecimento a partir do estudo das abordagens e teorias correspondentes as diferentes concepções. As teorias e escolas da administração sob o enfoque histórico e doutrinário. Conceitos e universalidade da administração.  Antecedentes históricos do pensamento administrativo.  Administração Científica Clássica.  Teoria Clássica.  O movimento de Relações Humanas. Abordagem Estruturalista. Abordagem Neoclássica. Behaviorismo.  Abordagem Sistêmica.  Abordagem Contingencial.  Estratégias modernas. Empreendedorismo e espírito empreendedor. Habilidades, atitudes e características dos empreendedores - fatores psicológicos e sociológicos. Início e ciclo de vida de uma empresa. Oportunidades de negócios; identificação, seleção e definição do negócio. Elementos essenciais para iniciar um novo negócio: o plano de negócio. Informações ambientais, estratégias de marketing, plano operacional e gerencial e plano financeiro

Bibliografia

CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração Rio de Janeiro-RJ. 7a Edição, Editora Campus Elsevier, 2004.

DAFT, Richard L. Administração; São Paulo, SP : Editora Thomson, 2007

ANDRADE, Rui Otávio. Teoria geral da administração: das origens as perspectivas contemporâneas. São Paulo: M Books, 2006

BORNSTEIN, David. Como mudar o mundo: empreendedores sociais e o poder das novas idéias. 3ª ed., Rio de Janeiro: Record, 2006

MAIA, Adinoel Motta. Era Ford, a filosofia - gestão ¿ tecnologia. Salvador: Casa da Qualidade, 2002.

ROBBINS, Stephen P. Administração: Mudanças e perspectivas. S. Paulo, Saraiva, 2000.


DORNELAS, José Carlos Assis. Empreendedorismo: transformando idéias em negócios. 2. ed. Rio de Janeiro: Campus, 2005.

DRUCKER, Peter Ferdinand. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e princípios. São Paulo: Pioneira, 2005.

SEBRAE NACIONAL; FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO. Programa Brasil empreendedor: aprender a empreender. Rio de Janeiro: SEBRAE, 2001.

Cultura de células de tecidos animais
Ementa
Introduzir os conceitos biológicos básicos subjacentes às técnicas de cultura de células e tecidos in vitro (multiplicação, desdiferenciação e diferenciação celular e morfogênese). Adquirir conhecimentos para definir e distinguir entre os aspectos científicos e as aplicações práticas da cultura de células e tecidos vegetais e animais. Conhecer os mecanismos de reparação e regeneração tecidual em adultos e como a Engenharia Tecidual é usada no desenvolvimento de terapias destinadas ao desenvolvimento de tecidos e órgãos.
Bibliografia
Nelson Lima e Manuel Mota, Biotecnologia. Fundamentos e Aplicações. Lidel, edições técnicas, lda., 2003.
Dunn, IJ, Heinzle, E., Ingham, J., Prenosil, J.E. Biological Reaction Engineering: Dynamicelling Fundamentals with Simulation Examples. 2nd Ed. Wiley-VCH., 2003.

Doyle, A.; Griffiths, J. Brian 2000. Cell and Tissue Culture for Medical Research. John Wiley & Sons, Ltd. Ian Freshney. Culture of Animal Cells: A Manual of Basic Technique, 4th Edition, Wiley-Liss, 2000.


Masters, J.R.W. Animal Cell Culture: A Practical Approach, Oxford University Press, 2000.
Maureen A. Harrison, Ian F. Rae, Ann Harris. General Techniques of Cell Culture, Cambridge niversity Press, 1997.
Fenômenos de transporte II
Ementa
Conceitos e equações fundamentais de fluidos. Escoamentos. Transferência de calor e massa.
Bibliografia
BIRD, R. B.; STEWARD, W. E. & LIGHTFOOT, E. N. Fenômenos de Transporte. 2ª ed., Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., 2004.

INCROPERA, P.F.; de WITT, D. P. Fundamentos de transferência de calor e massa.4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 1998.

ROMA, W. N. L. Fenômenos de Transporte para Engenharia. 2a. Edição. São Carlos: Rima Editora, 2006.

FOX, R.W. & McDONALD, A.T. Introdução à Mecânica dos Fluidos, editora LTC, 2000.

MUNSON, B. R.; YOUNG, D. F.; OKIISHI, T. H. Fundamentos da Mecânica dos Fluidos. São Paulo: Edgard Blücher, 1997.

SISSON L. E., PITTS D.R. Fenômenos de Transporte. Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 1996.

WELTY, J. R.; WICKS, C. E.; WILSON, R. E. Fundamentals of Momentum, heat and Mass Transfer. 3ª ed., New York: John Wiley & Sons Inc., 1984.

MCCABE, W. L. & SMITH, J.C. Unit operations of chemical engineering. 5.ed. McGraw-Hill, 1993.

ROMA, W.N.L. Fenômenos de Transporte para Engenharia, 2001.


Operações unitárias
Ementa
Dimensionamento de tubulações. Bombas. Trocadores de calor. Evaporação. Secagem. Processos de separação gás-líquido. Processos de separação: líquido-vapor, líquido-líquido e líquido-sólido. Processos com membranas. Processos de separação físico-mecânico.
Bibliografia
Bayazitoglu, Y., Ozisik, M.N. (1988), Elements of Heat Transfer, McGraw-Hill International Editions, New York.

Earle, R.L., Earle, M.D. (2004), Unit Operations in Food Processing, Web Edition, The New Zealand Institute of Food Science & Technology (Inc.)

Geankoplis, C.J. (1986), Transport Processes and Unit Operations, 3ª Edição, Prentice-Hall International, Inc

Foust, A.S., Wenzel, L.A., Clump, C.W., Maus, L., Andersen, L.B. (1981), Princípios das Operações Unitárias, Guanabara Dois, 2ª edição, S. Paulo


Biotecnologia vegetal
Ementa

Bibliografia



18. BIBLIOGRAFIA


  1. BRASIL. Constituição. Constituição da República Federal do Brasil. Brasília: Senado Federal. 1988.

  2. CARNEIRO, M. A. LDB fácil: leitura crítico – compreensiva artigo a artigo. 11a ed. Petrópolis: Vozes, 2004.

  3. CALDERON, A. I. Universidades mercantis: a institucionalização do mercado universitário em questão. Revista São Paulo em perspectiva 2000; 14(1): 61 – 72.

  4. SOBRAL, F. A. F. Educação para a competitividade ou para a cidadania social? Revista São Paulo em perspectiva 2000; 14(1): 3 – 11.

  5. MARTINS, C. B. O ensino superior brasileiro nos anos 90. Revista São Paulo em perspectiva 2000; 14(1): 41 – 60.

  6. BRASIL, Ministério da Educação e Cultura/Inep. Censo da Educação superior. Brasília. 2004.

  7. Castro, M.L.O., 2007. A educação brasileira nos dez anos da LDB. Consultoria Legislativa do Senado Federal, Coordenação de estudos Textos para Discussão. Senado Federal, Brasília-DF. No 33.



  1. RIBEIRO, D. Avertencia In: RIBEIRO, Darcy. La Universidad nueva: un proyecto. Buenos Aires: Editorial Ciencia Nueva SRL, 1973.

  2. CASANOVA, P. G. Universidad y Régimen In: RIBEIRO, Darcy. La Universidad nueva: un proyecto. Buenos Aires: Editorial Ciencia Nueva SRL, 1973.

  3. SANTOS, B. S. Um discurso sobre as Ciências. São Paulo: Cortez, 2003.

  4. DOMINGUES, I. (Org.). Conhecimento e transdisciplinaridade. Belo Horizonte: IEAT – UFMG, 2001.

  5. CALDAS, R.A., 2001. A construção de um modelo de arcabouço legal para Ciência, Tecnologia e Inovação. Ministério da Ciência e Tecnologia - Centro de Estudos Estratégicos. Revista Parcerias Estratégicas. Brasília-DF, nº 11.

  6. DECIT, 2006. Estratégia Nacional de Biotecnologia: interfaces com a saúde humana. Departamento de Ciência e Tecnologia, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Ministério da Saúde. Revista Saúde Pública, 40 (5): 938-940.

  7. BRASIL, 2006. Estratégia Nacional de Biotecnologia: Política de Desenvolvimento da Bioindústria. Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior Secretaria do Desenvolvimento da Produção. Brasília-DF.

  8. BRASIL, 2001. Livro Verde. O debate necessário: Ciência, Tecnologia e Inovação: Desafio para a sociedade. Ministério da Ciência e Tecnologia MCT / Academia Brasileira de Ciências, Brasília-DF.

  9. BRASIL, 2004. Lei No 10.973. Dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo e dá outras providências. Brasília-DF.

  10. MINAS GERAIS, 2008. Lei Nº 17.348. Dispõe sobre o incentivo à inovação tecnológica no Estado, Belo Horizonte-MG.

  11. BRASIL, 2002. Livro Branco. Resultado da Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Ministério da Ciência e Tecnologia, Brasília-DF, 80 p.

  12. BIOMINAS, 2009. Estudo das empresas de biociências no Brasil. Organizado pela Fundação Biominas e Apex-Brasil. Belo Horizonte-MG.





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