Curso de mestrado em geociências especialidades: Geologia, Ambiente e Riscos Naturais e Geologia, Ensino das Ciências Naturais Unidade Orgânica: Faculdade de Ciência e Tecnologia curso de mestrado em geociências (1ª edição)



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Denominação da Unidade Curricular

Currículo e Didáctica das Ciências

Código da unidade curricular




Objectivos da Unidade Curricular


Familiarização com:

Natureza do conhecimento científico e implicações no ensino das ciências;

Currículos e programas dos ensinos básico e secundário;

Princípios das teorias do currículo;

Princípios e prática do planeamento das actividades de ensino e aprendizagem;

Princípios e prática do planeamento das actividades de divulgação da ciência.

Pré-requisitos

Familiarização com a leitura de textos científicos em inglês.


Conteúdos Programáticos/Sinopse



Natureza do conhecimento e da linguagem científica e implicações no ensino e aprendizagem das ciências.

Educação em ciências e cidadania. A observação e a actividade experimental como processos fundamentais de construção de conhecimento e competências científicas.

Influência das perspectivas conceptuais na observação e experiência.

Currículos dos ensinos básico e secundário. Conhecimentos e competências dos alunos nos alunos nos diversos níveis de ensino.

Prontidão cognitiva e implicações no ensino das ciências. Métodos e técnicas de ensino.

Planeamento e organização de actividades lectivas.

Métodos de ensino


Carga Horária de Contacto/Nº de Créditos

Semestre

Carga Horária de Contacto Semestral

Nº de Créditos



45

4


Bibliografia Básica


Valadares, J., & Pereira, D. C. (1991). Didáctica da Física e da Química (vols. 1 & 2). Lisboa: Universidade Aberta.

Valadares, J., & Graças, M. (1998). Avaliando para melhorar a aprendizagem. Lisboa: Plátano.

Oliveira, M. T. (Ed.). (1991). Didáctica da Biologia.

Herr, N. (2008). The Sourcebook for Teaching Science, Grades 6-12. San Francisco: Jossey-Bass.

DGIDC, Programas dos Ensinos Básico e Secundário.

Roldão, M. (1999). Gestão curricular – Fundamentos e práticas. Lisboa: Ministério da Educação – DEB.

Colecções de Recursos na Internet (e.g., Casa das Ciências, National STEM Center).





Denominação da Unidade Curricular

Tecnologias no Ensino e Aprendizagem das Ciências

Código da unidade curricular




Objectivos da Unidade Curricular


Conhecer e avaliar as aplicações das Tecnologias Educativas no Ensino e na Aprendizagem

Desenvolver objectos, aplicações e ambientes de ensino aprendizagem potenciados pelas Tecnologias Educativas

No final da cadeira, os alunos: 
- concebem situações de ensino e aprendizagem potenciadas pelas TIC
- apreciam criticamente o papela das TIC
- usam computadores em situações de mais-valia educativa
- conhecem as principais aplicações disponíveis no mercado e em OpenSource para utilização educativa
- recorrem à Internet como recurso, ferramenta e ambiente de trabalho educativo
- sabem como desenvolver uma aplicação educativa vantajosa das TIC na sua área disciplinar



Conteúdos Programáticos/Sinopse


Introdução; Das TIC ao eLearning; Parafernália; Hw, Sw, Dispositivos (Sensores, QBIs); As TIC no Ensino e na Aprendizagem das Ciêncas Resenha histórica e actualidade. Algumas referências europeias; Algumas referências internacionais; Aplicações; Desktop: Generalista/Utilitários. Software Educativo; Internet; Webapps and Applets.

Conteúdos Educativso Digitais; Open Educational Resources:Open Course Ware

Creative Commons; Repositórios e Catálogos; Learning Objects

Avaliação; Integração curricular; projectos; Modelos pedagógicos

Planificação Gestão Bibliográfica e Open Access



Carga Horária de Contacto/Nº de Créditos

Semestre

Carga Horária de Contacto Semestral

Nº de Créditos



60

5


Bibliografia Básica


PAPERT, S. (1996). The Connected Family: Bridging the Digital Generation Gap. Longstreet Press.

PONTE, J. P. (1997). As novas tecnologias e a educação. Lisboa: Editora Texto.

e ainda

BALANSKAT, A., BLAMIRE, R., & KEFALA, S. (2006). The ICT Impact Report–A Review of Studies of ICT Impact on Schools in Europe. European Schoolnet.



Butcher, N., Kanwar, A., & Uvalic-Trumbic, S. (2011). A basic guide to open educational resources (OER). Vancouver; Paris: Commonwealth of Learning ; UNESCO.

The University of York Science Education Group. (2005). ICT in Support of Science Education A Practical User’s Guide: 2005 Edition (The University of York.).

DUSCHL, R. A. ET AL. (ed.). (2007). Taking science to school: learning and teaching science in Grades K-8. Washington, D.C.: The National Academies Press.

DELIZOICOV, Demétrio; ANGOTTI, JOSÉ ANDRÉ;PERNAMBUCO, MARTA MARIA. ( 2007). Ensino de Ciências: fundamentos e métodos. 2ª ed. São Paulo, Cortez.

SALVI, ROSANA FIGUEIREDO (2006). Perspectiva Pós-moderna e Interdisciplinares Educativa: Pensamento Complexo e Reconciliação Integrativa. Ensaio – Pesquisa em Educação em Ciências. Minas Gerais, v. 8, n. 2, p. 147-159.

TEIXEIRA, F. M. (2006). Fundamentos teóricos que envolvem a concepção de conceitos científicos na construção do conhecimento das ciências naturais. Ensaio, Belo Horizonte, v.8, n. 2, p. 121-132.

WEISSMANN, H. (1998). Didáctica das Ciências Naturais: contribuições e reflexões. Porto Alegre: Artes Médicas.




Denominação da Unidade Curricular

Geodinâmica

Código da unidade curricular




Objectivos da Unidade Curricular


Compreender que os processos geológicos que ocorrem na Terra são derivados da geodinâmica interna e dos efeitos dos agentes da geodinâmica externa.

Identificar as causas e efeitos da tectónica global




Conteúdos Programáticos/Sinopse



Estrutura, composição e dinâmica dos geosistemas Dinâmica da paisagem; Transferência de matéria na paisagem; Principais modelos de evolução dos relevos; Placas litosféricas. Conceitos de deriva continental e expansão do fundo oceânico. Métodos Geofísicos (ecobatimetria, sísmica, gravimetria, magnetometria e imagem de satélites); Tectónica de Placas e a Geotectónica Global; Teorias precursoras (Deriva Continental e Espalhamento do Fundo Oceânico) e os conceitos básicos da Tectónica de Placas; Evolução dos conceitos da Teoria Geossinclinal para os da moderna Tectónica de Placas e as implicações na compreensão da Geotectónica Global. Distribuição de sismos e tensões litosféricas. Limites e movimentos das placas; Mecanismos que conduzem a dinâmica das placas. Processos e evolução no interior e margens de placas. Evolução geotectónica e paleogeográfica dos continentes; o paleocontinente Gondwana; O ciclo de Wilson. Riftes e margens continentais do tipo Atlântico. Zonas de subducção, arcos insulares e margens continentais; Estrutura e génese da litosfera nas cadeias meso-oceânicas. Ofiólitos. Evolução de faixas orogénicas. A estrutura litosférica na cadeia Alpes-Himalaia. Processos geodinâmicos externos; Introdução aos processos sedimentares e rochas associadas; Processos em vertentes: estabilidade, erosão e evolução de vertentes. Movimentos de terrenos; Processos fluviais: dinâmica das correntes e processos erosivos. Morfologia fluvial e perfil de equilíbrio de um curso de água; Bacias e redes de drenagem. Ciclo de erosão e evolução do relevo. 
Processos litorais: dinâmica das ondas e correntes marinha; Erosão e deposição em ambientes litorais.

Carga Horária de Contacto/Nº de Créditos

Semestre

Carga Horária de Contacto Semestral

Nº de Créditos



60

5

Bibliografia Básica





BENNET, M. & DOYLE, P. (1997). Environmental Geology. Geology and the Human Environment. John Wiley & Sons.

Brown, G.C. & Mussett, A.E. (1989). The Inaccessible Earth. Unwin Hyman Lda.

DOTT, R.H., JR. & PROTHERO, D.R. (1994). Evolution of the Earth. 5.ed. New York, McGraw Hill, 569 p.

HAMBLIN, W.K. & CHRISTIANSEN, E.H. (2001). Earth's Dynamic Systems. Prentice Hall.

Kearey, P. & Vine, F.J. (1993). Global Tectonics. Blackwell Sci. Publ.
LANDON, S.M. (1994). Interior Rift Basins. AAPG Memoir 59.The American

Association Petroleum Geologists, 276 p.


MOHRIAK, W. & TALWANI, M. (2000). Atlantic rifts and Continental margins. American Geophysical Union. Geophysical Monograph 115, 354 p.

MERRITS, D., DE WET, A. & MENKING, K. (1998). Environmental Geology.

An Earth System Science Approach. W.H. Freeman and Company.

PLUMMER, C.C., MCGEARY, D. & CARLSON, D.H. (2007). Physical Geolo-

gy. McGraw Hill.

PRESS, F. & SIEVER, R. (2001). Understanding Earth. W.H. Freeman and

Company.

WINDLEY, B.F. (1995). The evolving continents. 3. ed. Chichester, Wiley,

526 p.























Denominação da Unidade Curricular

Investigação Educacional


Código da unidade curricular




Objectivos da Unidade Curricular


No final da unidade curricular Investigação Educacional I cada mestrando deverá ser capaz de:

- Desenhar um projecto que contemple as etapas fundamentais da investigação;

- Seleccionar e fundamentar a escolha de métodos e técnicas de investigação;

- Evidenciar uma atitude critica e interrogativa sobre os processos e realidades educativas.




Conteúdos Programáticos/Sinopse



1. Especificidades do conhecimento científico da educação e etapas do processo de investigação

2. Paradigmas de investigação educativa: positivismo, interpretativismo e teoria crítica

3. Métodos de investigação educativa: experimental, «survey», abordagens qualitativas e estudos de caso

4. Principais técnicas de recolha e análise de dados



Carga Horária de Contacto/Nº de Créditos

Semestre

Carga Horária de Contacto Semestral

Nº de Créditos



45

4


Bibliografia Básica


Alves, M. G. & Azevedo, N. R. (2010). Investigar em Educação: desafios da construção de conhecimento e da formação de investigadores num campo multi-refernciado. Lisboa: edições UIED.

Boavida, J. & Amado, J. (2006), Ciências da Educação. Epistemologia, Identidade e Perspectivas, Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra.

Bogdan, R.& Bilken, S. (1994): Investigação Qualitativa em Educação. Uma introdução à teoria e aos métodos. Porto: Porto Editora.

Cardoso, T., Alarcão, I., Celorico, J. (2010) Revisão da Literatura e Sistematização de Conhecimento, Porto: Porto Editora.

Carmo, H. & Ferreira, M.M. (1998). Metodologia da Investigação: Guia para a auto-aprendizagem. Lisboa: Universidade Aberta.

Cohen, L.; Manion, L.; Morrison, K. (2005). Research Methods in Education.London and New York: Routledge Falmer.

Ghiglione, R & Matalon, B. (1993): O Inquérito, Teoria e Prática. Oeiras: Celta Editora.

Lessard-hébert, M.; Goyette, G.; Boutin, G. (1994). Investigação Qualitativa: Fundamentos e Práticas. Lisboa: Instituto Piaget.

Scott, D. & Usher, R. (1999). Researching Education: data, methods and theory in educational enquiry. London: Institute of Education.




Denominação da Unidade Curricular

Geoturismo e Geoparques


Código da unidade curricular




Objectivos da Unidade Curricular


Fornecer subsídios para o planeamento da actividade geoturística, mediante a inserção de informações geocientíficas sobre a diversidade do património natural. Organizar das informações geoecoturísticas em bases de dados, abrangendo a caracterização física e a evolução dos processos formadores de paisagens, geossítios como: cavernas, fontes termais, sítios fossilíferos, etc., para o seu uso posterior em contexto geoturístico.


Conteúdos Programáticos/Sinopse



Geoturismo e Geoparque: conceitos; Geoturismo como ferramenta capaz de auxiliar a interpretação e preservação do património geológico, educar e ensinar o grande público sobre temas geológicos e ambientais e promoção de meios para a pesquisa e a divulgação das Geociência. Geoturismo, Geoparques, Geoconservação e desenvolvimento sustentável. Geoturismo e empreendedorismo: Geoturismo como base para a criação de projectos inovadores de turismo e para a gestão de Geoparques; Critérios para a selecção de um Geoparque; Caracterização de um Geoparque; Geoparques como entidades holísticas na valorização, conservação e preservação da Natureza. Roteiros Geoturísticos.

Carga Horária de Contacto/Nº de Créditos

Semestre

Carga Horária de Contacto Semestral

Nº de Créditos



60

5


Bibliografia Básica


BRILHA, J. (2005). Património Geológico e Geoconservação: a Conservação da Natureza na sua Vertente Geológica, Palimage Editores, 190. Viseu.

HOSE, T.A. (1997). Geotourism – Selling the Earth to Europe in Marinos, P.G., Koukis, G.C. Tsiambaos, G.C. & Stournas, G.C. (eds) Engineering Geology and the Environment. Roterdam, Netherlands: Balkema. 2955 – 2960.

HOSE, T.A. (2000). European ‘Geotourism’ – geological interpretation and geoconservation promotion for tourists. In: Geological Heritage: its conservation and management. D. Barettino, W.A.P. Wimbledon & E. Gallego (eds.), Madrid, Spain, 127-146.

PEREIRA, J. M. (2010). Concepção de uma Estratégia de Geoconservação para Cabo Verde e sua Aplicação à ilha de Santiago. Tese de Doutoramento. Universidade do Minho, 401 p.

SHARPLES, C. (2002). Concepts and Principles of Geoconservation. Ficheiro PDF publicado nas páginas do Tasmanian Parks & Wildlife Service, 79p

TRAVEL INDUSTRY AGENCY OF AMERICA.-TIAA. (2003). Geotourism: The New Trend in Travel. 70 pgs, September,. In: Página da Associação da Industria de Viagens da América. Acesso em Novembro de 2007. Disponível em http://www.tia. org/Pubs/pubs.asp? PublicationID=101

UNESCO GLOBAL GEOPARKS NETWORK (2009) disponível em http://www.globalgeoparks.org.

WORLD TOURISM ORGANIZATION (WTO) (2003). Recommendations to Governments for Supporting and for Establishing National Certification Systems for Sustainable Tourism, Madrid: World Tourism Organization.



ZOUROS N., VALIAKOS I., VERVERIS K., GRIBILAKOS G., LABAKI O. (2005).The Plaka Petrified Forest Park in Western Lesvos – Greece. New tools on fossil site conservation and creation of a new visiting area. Geotourism development and visitors management in the Lesvos Petrified Forest Geopark. In 6th European Geoparks Meeting. European Geoparks network: Program – Abstract Volume/ Lesvos 2005.



Denominação da Unidade Curricular

Observação e Experimentação em Ciências Naturais


Código da unidade curricular




Objectivos da Unidade Curricular


Proporcionar um ensino voltado para a formação científica dos alunos; Caracterizar as práticas docentes relacionadas com a experimentação didáctica nas aulas de Ciências Naturais; Compreensões o papel que dos kits de laboratório e do laboratório na inserção da experimentação no ensino de ciências; Desenvolver as potencialidades cognitivas, afectivas e psicomotoras dos alunos; Incentivar os professores a produzir e distribuir materiais de apoio para a realização de actividades do laboratório.



Conteúdos Programáticos/Sinopse



Experimentação didáctica nas actividades escolares e no ensino das Ciências Naturais; Práticas experimentais no contexto do ensino das Ciências Naturais; Preparação e montagem de uma experiência; Normas e cuidados no laboratório; Trabalho laboratorial e trabalhos de campo; Planeamento de aulas experimentais e realização de experiências com recurso ao protocolo. Estudo de casos com preparação de lâminas delgadas; Preparação do protocolo experimental; Construção e utilização de modelos “anatómicos”; Transposição didáctica das actividades experimentais; Actividades experimentais e sua articulação com o saber profissional; O ensino de ciências e as dificuldades das actividades experimentais.

Carga Horária de Contacto/Nº de Créditos

Semestre

Carga Horária de Contacto Semestral

Nº de Créditos



45

4


Bibliografia Básica


ARRUDA, S.M.; LABURU, C.E. (1998). Considerações sobre a função de experimento no ensino de Ciências. In: NARDI, Roberto (Org.). Considerações actuais no ensino de Ciências. São Paulo: Editora Escrituras, p. 73-87.

BARZANO, M. L (2006). Aulas práticas em cursos de Ciências Biológicas: conversando com os (as) licenciandos (as). In: TEIXERIA, P. M. (ORG). Ensino de Ciências: pesquisas e reflexões, Ribeirão Preto: Holos, Editora.

BONDIA, J.L. (2002). Notas sobre a experiência e o saber da experiência. Revista Brasileira, n.19, p.20-28.

DELIZOICOV, D.; ANGOTTI,J.A. (1992).Metodologia do Ensino de Ciências. São Paulo: Cortez.

GONÇALVES, F. P.; GALIAZZI, M. C. (2004).A natureza das actividades experimentais no ensino de Ciências. In: MORAES, R. e MANCUSO, R. (ORGs). Educação em Ciências: Produção de Currículos e Formação de Professores. Unijuí: Ed.

HODSON, D. Experimentos na ciência e no ensino de ciências. Educational Philosophy and Theory, 20, 53-66, 1988. (Tradução: Paulo A. Porto.). Disponível em: http://www.iq.usp.br/wwwdocentes/palporto/TextoHodsonExperimentacao.pdf.

MALDANER, O. A. (2000). Concepções Epistemológicas no Ensino de Ciências. In: SCHNETZLER, R. P. e ARAGÃO, R. M. R. (orgs.). Ensino de Ciências: fundamentos e abordagens. Piracicaba: CAPES/UNIMEP.

ROSITO, B. A. (2008). O Ensino de Ciências e a Experimentação. In: MORAES, R. (org.). Construtivismo e Ensino de Ciências: Reflexões Epistemológicas e Metodológicas. Porto Alegre: EDIPUCRS.




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