De: Carmem Sant´Anna



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ESTRUTURA BÁSICA DOS TRABALHOS ESCRITOS DA SBDG 1




SUMÁRIO

1. APRESENTAÇÃO DO MANUAL DOS TRABALHOS ESCRITOS

2. OBJETIVOS – GERAL E ESPECÍFICO

3. PROCEDIMENTOS

4. GLOSSÁRIO

5. MONOGRAFIA – Conceito, Características (o que não é, o que é, finalidades, componentes científicos)

A - TCF – Definição, ...

B - RELATO DE COORDENADOR – Definição, aspectos contemplados

C - ENSAIO CRÍTICO – Definição, Aspectos contemplados

D - TRABALHO TÉCNICO-CIENTÍFICO PARA DIDATA – Definição, aspectos contemplados

6. TRABALHO CIENTÍFICO – Apresentação simplificada

7. NÍVEIS DE EXIGÊNCIA TÉCNICA CONFORME TIPOS DE TRABALHO CIENTÍFICO – Tabela

8. APRESENTAÇÃO GRÁFICA

9. REDAÇÃO CIENTÍFICA – O que evitar, qualidades essenciais, recomendações para um estilo mais eficiente

10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. APRESENTAÇÃO:


O presente estudo, visa preparar um “manual” que facilite o trabalho de:

  • Orientação de associados que pretendam escrever trabalhos sob a supervisão dos coordenadores;

  • Fonte de orientação e consulta dos associados na elaboração dos trabalhos escritos;

  • Fonte de consulta para os pareceristas que avaliam trabalhos escritos dos associados da SBDG.


2. OBJETIVOS

GERAL: Incrementar a produção cientifica dentro da SBDG visando atender a missão expressa em seus estatutos de se tornar centro de referência cientifica em dinâmica dos grupos. (no Brasil – retirar).
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

- Obter a contribuição dos coordenadores para a elaboração de um manual que seja útil para todos os associados;

- Elaborar um instrumento que respeite as especificidades da SBDG previstas no Estatuto e Caderno de Normas dentro do critério de rigor científico.
3. PROCEDIMENTOS:

Nosso primeiro passo como grupo de Coordenadores de Grupos de Formação será transcrever os critérios previstos no Caderno de Normas para os respectivos trabalhos dentro da Curva de Maturidade.

Justificativa: Percebe-se que os critérios para trabalhos de conclusão da formação não estão contemplados no Caderno de Normas; então vamos tomar como modelo o de Monografia, para o Trabalho de Conclusão da Formação - TCF.
4. O QUE É UMA MONOGRAFIA?

Conceito de Monografia. “A monografia é o primeiro passo da atividade cientifica do pesquisador. Algumas faculdades exigem que seus alunos, para obtenção de grau, realizem um trabalho cientifico de final de cursos, ou seja, a monografia.” LAKATOS, 1992 p.151-158. Analisando-se diferentes conceitos, e seguindo ainda com Lakatos, pode-se observar que a monografia apresenta algumas características:



  1. Trabalho escrito, sistemático e completo;

  2. Tema específico ou particular de uma ciência ou parte dela;

  3. Estudo pormenorizado e exaustivo, abordando vários aspectos e ângulos do caso;

  4. Tratamento extenso em profundidade, mas não em alcance (nesse caso é limitado)

  5. Metodologia cientifica;

  6. Contribuição importante, original e pessoal para a ciência..

A característica essencial não é a extensão, mas o caráter do trabalho (tratamento de um tema delimitado) e atualidade da tarefa, isto é, o nível da pesquisa, que está intimamente ligado aos objetivos propostos para a sua elaboração.



    1. A monografia não é:

  • Repetir o que já foi dito por outro, sem se apresentar nada de novo ou em relação ao enfoque, ao desenvolvimento ou às conclusões;

  • Responder a uma espécie de questionário; não é executar um trabalho semelhante ao que se faz em um exame ou deveres escolares;

  • Manifestar meras opiniões pessoais, sem fundamentá-la com dados comprobatórios logicamente correlacionados e embasados em raciocínio;

  • Expor ideais demasiado abstratas, alheias tanto aos pensamentos, preocupações, conhecimentos ou desejos pessoais do autor da monografia como de sua particular maturidade psicológica e intelectual;

  • Manifestar uma erudição livresca, citando frases irrelevantes, não pertinentes e mal-assimiladas, ou desenvolver perífrases 2 sem conteúdo ou distanciadas da particular experiência de cada caso.




    1. A monografia é:

      • Um trabalho que observa e acumula observações;

      • Organiza essas informações e observações;

      • Procura as relações e regularidades que podem haver entre elas;

      • Indaga sobre os seus porquês;

      • Utiliza de forma inteligente as leituras e experiências para comprovação;

      • Comunica aos demais seus resultados.




    1. Finalidade da monografia:

      • Descobrir e redescobrir a verdade;

      • Esclarecer fatos ou teorias obscuras ou não plenamente conhecidas;

      • Enriquecer e aprofundar o rol de noções científicas por intermédio de um trabalho metódico e rigoroso;

      • Ordenar e hierarquizar conhecimentos e experiências;

      • Comunicar eficazmente as descobertas.




    1. As afirmações científicas componentes da monografia:

      • Expressam uma descoberta verdadeira;

      • Apresentam provas. Para muitos, é a comprovação que distingue o cientifico daquilo que não o é. Em conseqüência, pode-se afirmar que a maior arte de uma investigação cientifica consiste na procura de provas conclusivas;

      • Pretendem ser objetivas, ou seja, independentes do pesquisador que as apresenta; qualquer outro investigador deve poder encontrar o mesmo resultado, isto é, verificar as afirmações ou, com o seu trabalho, refutá-las ou modificá-las;

      • Possuem uma formulação geral. A ciência procura, classifica e relaciona fatos ou fenômenos com a intenção de encontrar os princípios gerais que os governam;

      • São, geralmente, sistemáticas, portanto, ordenadas segundo princípios lógicos;

      • Expõem interpretações e relações entre os fatos-fenômenos, assim como suas regularidades.


A . TCF – Trabalho de Conclusão da Formação (realizado em subgrupo) (explicitar no Estatuto e incluir no Caderno de Normas)
Definição – É a produção intelectual realizada em grupo que tem como objetivos: 1º) Atender requisito para a conclusão do Programa de Formação Básica em Dinâmica dos Grupos (Estatuto, Art. 12 § 1º, Art. 14 II, Art. 49 VII e VIII e Caderno de Normas, XYZ); 2º) Elaborar trabalho teórico/pesquisa, que aborde objetivos constantes no Art. 48, itens I a V, do Estatuto.
B. RELATO DE COORDENADOR

Conforme Cadernos de Normas 6.1.2 Os critérios para a análise do relato são os seguintes: O associado ao preparar seu trabalho dentro das normas científicas precisa contemplar em sua produção os critérios conforme estabelecido.
Definição – É produção intelectual pessoal que tem como objetivos: 1º) Atender requisito da Curva de Maturidade para Titulação de Coordenador (Estatuto, Art. 49 e Caderno de Normas, 6.1.2); 2º) Registrar reflexões e aprendizagens do coordenador acerca do seu papel, bem como de suas potencialidades pessoais e aspectos a desenvolver para seu exercício efetivo.
Contempla:

  1. Contextualização, justificativa ou diagnóstico: onde, quando, como e por que da atividade.

  2. Caracterização da população-alvo ou grupo cliente: número de participantes, nível de instrução formal, cargos, funções, atribuições, faixa etária, tempo de casa e sexo, entre outros. CUIDADOS ÉTICOS – Nomes fictícios de sujeitos/clientes; Não identificação da Organização-Cliente (ou obter permissão expressa, que deverá constar nos “Anexos”); Outros...;

  3. Objetivo da atividade: o que pretende trabalhar e atingir.

  4. Estratégia: planejamento da intervenção e desenho do programa previsto.

  5. Programa: previsto (exercícios que pretendia fazer em cada etapa) e programa realizado (o que efetivamente foi feito).

  6. Relato, propriamente dito: como foi desenvolvida a atividade, intervenções, manejos, decisões e reações do Grupo. Justificar as intervenções realizadas, correlacionando-as com as leituras do processo do grupo. Demonstrar como maneja o processo grupal fazendo síntese sobre os movimentos apresentados pelo grupo.

  7. Avaliação da atividade em relação aos objetivos propostos e/ou diante das modificações durante o processo. Resultados efetivamente obtidos do trabalho.

  8. Conclusões provisórias,

  9. Sentimentos, percepções, facilidades; onde e por que teve dificuldades.

  10. Supervisão: importância, avanços, retomadas e ajustes, insights obtidos, etc.; opcional

  11. Aprendizagens e dilemas (pessoais e técnico-profissionais) que o Coordenador teve com o trabalho. Conseqüências. O que pretende fazer para aperfeiçoar a atuação como coordenador.



C. ENSAIO CRÍTICO PARA TITULAÇÃO DE ESPECIALISTA
Caderno de Normas 6.1.2 Os critérios para a análise de Ensaio Crítico são os seguintes: O associado ao preparar seu trabalho dentro das normas científicas precisa contemplar em sua produção os critérios conforme estabelecido.
Conceito: Entende-se por Ensaio Crítico, produção pessoal que retrate “estudo sobre determinado assunto, porém menos aprofundado e/ou menor que um tratado formal e acabado”, apresentando “juízo crítico, discernimento, critério..., discussão de fatos..., apreciação minuciosa, julgamento” (Cf. Novo Dic. Aurélio Língua Port.).
Contempla:

  1. Consistência do embasamento teórico;

  2. Processo e manejo do grupo fazendo relação com os aspectos teóricos apresentados;

  3. Manejo de resistências grupais;

  4. Aproveitamento das oportunidades para intervenções e seus resultados;

  5. Percepção e manejo de aspectos transferenciais e contratransferenciais;

  6. Pontos fortes e pontos a desenvolver no estilo, no embasamento teórico e nos aspectos técnicos e metodológicos;

  7. Busca de transferência de suas aprendizagens para situações do cotidiano;

  8. Valores e crenças pessoais no papel de coordenador e no estilo pessoal.

Além dos critérios acima o Caderno de Normas 6.4.2, enumera que serão analisados os seguintes pontos:



  1. Coerência;

  2. Rigor científico;

  3. Descrição do estilo pessoal;

  4. Experiência acumulada com os grupos, associando à fundamentação teórica;

  5. Padrão para execução dos trabalhos escritos.

D. TRABALHO TÉCNICO-CIENTÍFICO PARA TITULAÇÃO DE DIDATA


Caderno de Normas 6.3 - O credenciamento do Didata.

O associado ao preparar seu trabalho dentro das normas científicas precisa contemplar em sua produção os critérios conforme estabelecido.


Definição - É produção intelectual pessoal que tem como objetivos: 1º) Atender requisito parcial opcional da Curva de Maturidade para Titulação de Didata (Estatuto, Art. 56, par. V, ítem B e Caderno de Normas, 6.3); 2º) Registrar reflexões e aprendizagens do especialista acerca do seu papel, bem como de sua experiência pessoal acumulada com grupos, oferecendo sua visão crítica e autocrítica como forma de contribuição à dinâmica dos grupos.
6.3.1 O trabalho científico de que trata o artigo 56, parágrafo V item B deve ser elaborado de acordo com a metodologia cientifica;

6.3.2 A banca de Avaliação será constituída por Didatas com titulação de Mestrado preferencialmente. Terá o prazo de 60 dias para examinar o trabalho conforme os seguintes critérios:




  1. O tratamento de temas deverá ser original;

  2. Aborde metodologia e processos do grupo;

  3. Rigor cientifico;

  4. Embasamento teórico consistente;

  5. Adequada sustentação metodológica nos pressupostos andragógicos;

  6. Agregue contribuição à Dinâmica dos Grupos;

  7. Exponha ampla revisão bibliográfica sobre o tema proposto;

  8. Traga comparação entre as várias teorias possibilitando posicionamento mais crítico sobre o tema.

Além dos critérios acima o Caderno de Normas 6.4.2, enumera que serão analisados os seguintes pontos:



  1. Coerência;

  2. Rigor científico;

  3. Descrição do estilo pessoal;

  4. Experiência acumulada com os grupos, associando à fundamentação teórica;

  5. Padrão para execução dos trabalhos escritos.



6. TRABALHO CIENTÍFICO – Apresentação simplificada

Por Maria Imaculada Gonçalves de Almeida Möllmann 3

Redigir um trabalho científico é, basicamente, responder às seguintes questões:


O QUE?

Título

POR QUÊ?

Objetivos e Objetivos específicos

PARA QUE

Justificativa

QUANDO?

Material e Métodos

COMO?

Material e Métodos

QUANTO?

Material e Métodos

O QUE SIGNIFICA?

Discussão

E ENTÃO?

Conclusão


7. NÍVEIS DE EXIGÊNCIA TÉCNICA CONFORME TIPOS DE TRABALHO CIENTÍFICO
Na análise abaixo, solicitamos que, considerando nosso esforço para enquadrar os trabalhos escritos da SBDG dentro da metodologia cientifica, assinale com O (= obrigatório) ou F (= facultativo / opcional), os elementos que devem ser observados em cada tipo de trabalho.



Elementos

Pré-Textuais


PARTE

CONTEÚDOS


Níveis


Formaç

TCF


Coorden.

RELATO


Especial.

ENSAIO


Didata

TRAB



Capa (impressão e encadernação)

Informações indispensáveis à identificação do trabalho: (a) instituição à qual o trabalho será entregue; (b) nome do autor; (c) titulo do trabalho; (d) local; (e) ano da entrega do trabalho.




X

X

X
Após aprovação do trabalho.


Lombada (encadernação)

Escrita de cima para baixo: (a) autor; (b) título do trabalho; (c) ano de entrega do trabalho.




X

X

X

Folha de rosto

(a) Nome do autor; (b) título do trabalho; (c) texto explicativo da motivação da execução do trabalho; (d) nome do orientador; (e) cidade e ano de entrega do trabalho.

X

X

X

X

Ficha catalográfica (quando exigida pela instituição)

Descrição bibliográfica do trabalho para registro e arquivo: (a) nome do autor; (b) notação do autor; (c) local de publicação; (d) ano de publicação; (e) páginas; (f) notas sobre o curso, orientador, assuntos e classificação.

Ñ

Ñ

Ñ

Ñ

Folha de aprovação (quando exigida pela instituição)

Contém as mesmas informações da folha de rosto, data da aprovação, nomes dos membros da Banca examinadora e das respectivas instituições a que pertençam.



Ñ

Ñ

Ñ

Ñ

Dedicatória (opcional)

A dedicatória ou pensamento deve figurar à direita da parte inferior da página. A palavra dedicatória não deve constar da página.

.










Agradecimentos (opcional)

Deverão constar nomes, títulos (se houver) e motivos da homenagem. A palavra AGRADECIMENTOS deve ser escrita no centro da página.













Resumo na língua vernácula (quanto exigido pela instituição)

25 a 30 linhas, parágrafos simples onde constarão pontos relevantes do trabalho, ressaltando objetivo, a natureza do problema estudado, o método empregado, os resultados mais significativos e as principais conclusões. Ao final incluir o termo palavras-chave e escrever três termos que identificam o assunto tratado.

X




X

X

Resumo em língua estrangeira (quando exigido pela instituição)

Versão do resumo e das palavras-chave para uma língua estrangeira.



Ñ

Ñ

Ñ

Ñ




Lista de ilustrações

Relaciona elementos selecionados do texto, na ordem da ocorrência e com paginação. A lista de ilustrações (gráficos, desenhos esquemáticos, quadros, fotos) poderá ser elaborada quando houver um número expressivo (em caso contrário, não?) desses elementos e deverá, então, apresentar: o número da figura, sua legenda e a página do texto em que se encontra.

X

X

X

X

Lista de Tabelas

Poderá ser elaborada quando houver um número considerável desses elementos e deverão ser relacionadas na ordem em que aparecem no texto, com indicações de seu número, título e página onde se encontram.

X

X

X

X

Lista de abreviaturas e siglas

Deverão sempre ser relacionados se necessários à compreensão do texto. Os símbolos, abreviaturas ou siglas deverão ser relacionados em ordem alfabética, seguidas do seu significado.

X

X

X

X

Sumário

Relação das principais divisões em seções, subseções e outras partes do trabalho numeradas em algarismos arábicos de acordo com a organização do texto.

X

X

X

X

ELEMENTOS DO TEXTO

Introdução

Apresentação: (a) o trabalho através de uma definição objetiva do tema e a finalidade da pesquisa; (b) a hipótese que norteia o trabalho, os objetivos e limites da pesquisa, as fontes e métodos utilizados; (c) a justificativa da escolha do tema e a relevância do assunto estudado; (d) as linhas gerais do trabalho;(e) terminologia empregada.

Não deve ser citado na introdução: os resultados do trabalho. É a última parte a ser redigida.



X

X

X

X


Objetivos

Proposta em relação ao estudo, análise e pesquisa do tema do trabalho, com o fim de explicitá-lo atingindo a solução. ( INCOMPREENSÍVEL ) -lo atingindo a soluçrabalho, calho, cpregada.

evvs da pesquisa, as fontes e m



X

X

X

X


Revisão da Literatura

Levantamento da literatura relevante que serve de base à investigação do trabalho proposto. Não é simples transcrição de textos, mas discussão sobre idéias, fundamentos, problemas, sugestões de autores pertinentes e selecionados. Deve-se seguir seqüência cronológica do trabalho.

X

Ñ

X

X

Materiais e Métodos

Métodos, materiais e equipamentos utilizados na realização do trabalho devem ser descritos de forma precisa.

X

X

X

X


Resultados

Devem ser apresentados, em ordem cronológica, podendo, para maior facilidade da exposição ser acompanhados por tabelas e ilustrações. Os dados numéricos, sempre que possível, devem ser submetidos à análise estatística.

X

X

X

X


Discussão

  1. Relacionar causa e efeito;

  2. Estabelecer dedução das generalizações e princípios básicos;

  3. Elucidar contradições, teorias e princípios relativos ao trabalho;

  4. Indicar a aplicabilidade dos resultados obtidos e suas limitações;

  5. Elaborar, se possível, uma teoria para justificar os resultados obtidos;

Sugerir novas pesquisas, a partir das experiências adquiridas no desenrolar do trabalho;

X

X

X

X



Conclusão

Conclusões e eventuais descobertas devem, ser apresentadas de maneia lógica, clara e concisa e fundamentadas nos resultados e na discussão anteriormente abordadas. Recapitular as fases importantes dos Resultados e da Discussão e oferecer sugestões para pesquisas posteriores.




X

X

X

X

ELEMENTOS DO PÓS-TEXTO


Referências

Todas as obras citadas no texto do trabalho devem, obrigatoriamente, figurar nas referências bibliográficas. A ordenação deve obedecer à ordem alfabética.

X

X

X

X

Apêndices

Suportes elucidativos e ilustrativos elaborados pelo autor do trabalho, mas que não são essenciais à compreensão do texto.

X

X

X

X

Anexos

São suportes elucidativos destinados à compreensão do texto, mas não elaborados pelo próprio autor.

X

X

X

X

Obs:



8. APRESENTAÇÃO GRÁFICA


  • Utilizar apenas uma face da folha de papel branco formato A4 (21 cm x 29,7 cm);

  • Utilizar a fonte Times New Roman 12, na cor preta, exceto nas ilustrações e tabelas;

  • Utilizar tamanho 11 da mesma fonte nas citações de mais de três linhas, notas de rodapé, paginação e legendas de ilustrações e tabelas;

  • As margens superior e esquerda devem ser de 3 cm, as margens inferior e direita devem ser de 2 cm;

  • Digitar o texto em espaço duplo, sem pular linha entre parágrafo, ou com espaçamento de 1,5 (neste caso pular uma linha a cada novo parágrafo);

  • Digitar o espaço em espaço simples as citações de mais de três linhas, as notas de rodapé, as referências, as legendas das ilustrações e tabelas, a ficha catalográfica e o texto da folha de rosto;

  • Digitar as referências bibliográficas em espaço simples e separadas entre si por espaço duplo;

  • Os parágrafos devem ser justificados e iniciados com recuo de 2,5 cm (16 toques aproximadamente);

  • Utilizar somente algarismos arábicos para a indicação das seções do trabalho (não utilizar termos como: capítulo, parte para nomeá-los);

  • Cada seção deve ser iniciada em nova página;

  • As subseções não devem ser iniciadas em nova página;

  • As ilustrações compreendem quadros, gráficos, mapas, desenhos e fotos e devem ser identificados com o termo ilustração ou figura e precedidos por um número arábico de acordo com a seqüência lógica do texto;

  • As tabelas devem ser elaboradas de maneira uniforme;

  • Quando se utilizar de siglas, a primeira vez em que aparecer no texto deverá ser escrita em letra maiúscula, entre parênteses e ser antecedida pelo nome completo que lhe deu origem. E, seguida, utiliza-la normalmente.

  • As notas de rodapé devem ser digitadas dentro das margens da página, ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por um filete de 3 cm, a partir da margem esquerda.

  • A contagem numérica das páginas deve ser seqüencial em todo o texto , a partir da folha de rosto, iniciando-se sua identificação gráfica a partir da página da introdução, a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo arábico a 2 cm da borda direita da folha;

  • Símbolos, sinais e outros caracteres não existentes no teclado do equipamento utilizado, devem ser colocados à mão, com tinta de cor preta.


9. REDAÇÃO CIENTÍFICA
Evitar:


  • TAUTOLOGIA: dizer a mesma coisa duas vezes, com palavras diferentes;

  • CIRCUNLÓQUIO: várias palavras que podem ser substituídas, sem perder o significado, por uma única palavra;

  • ADJETIVOS: desnecessários;

  • ADVÉRBIOS: desnecessários;

  • LINGUAGEM PESSOAL:

  • PERIFRASES: frase ou recurso verbal que exprime aquilo que poderia ser expresso com menor numero de palavras. Ex. Rio de Janeiro ao invés de cidade maravilhosa, Japão ao invés de o país do sol nascente.


Qualidades Essenciais da Redação Científica


  • CORREÇÃO

  • CONCISÃO

  • CLAREZA

  • HARMONIA

  • ORIGINALIDADE

  • VIGOR

  • PRECISÃO

  • ELEVAÇÃO DA LINGUAGEM


Recomendações Para Um Estilo Mais Eficiente

  • Dê passagem às frases curtas.

  • Prefira palavras curtas e simples.

  • Ponha as sentenças na forma positiva.

  • Opte pela voz ativa.

  • Escolha termos específicos.

  • Fique com as palavras concretas.

  • Restrinja a entrada de adjetivos.

  • Prefira frases enxutas.

  • Seja conciso.

  • Corra atrás da frase harmoniosa.

  • Busque a clareza.

  • Teste a legibilidade do texto.



10. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS



  • BOAVENTURA, Edivaldo M. Metodologia da Pesquisa, Atlas, São Paulo, 2004.

  • DIEZ, Carmem Lúcia Fornari. Orientações para elaboração de projetos e monografias. Petrópolis : Vozes, 2004.

  • LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico. São Paulo : Atlas, 2992. pg. 151 a 158

  • LIRIA, Cleber W. et alli. Manual de Metodologia do Trabalho Científico – Faculdades Oswaldo Cruz, São Paulo, 2006.

  • MÜLLER, Mary Stela. Normas e padrões para teses, dissertações monografia. Londrina : Eduel, 2003.

  • SQUARISI, Dad & Salvador, Arlete. A arte de escrever bem – um guia para jornalistas e profissionais do texto. 2.ed. São Paulo:Contexto, 2005. 105p.

  • SEVERINO, Antonio Joaquim. Metodologia do Trabalho Científico, Cortez, São Paulo, 1993.

  • TEIXEIRA, ELIZABETH. As três metodologias : acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis. Vozes, 2005

Gr. de Trabalho “RELATO DE GRUPO”, iniciado na Reunião de Coordenadores, Núcleo Paraná, Ctba. - 29.05.06, e com formatação realizada por Carmem Sant’Anna , Helena Sundin, Laucemir Pessine e Paulo Helrighel, em 10.07.06, considerando as contribuições vituais de Lourdes Scola e Saara Hauber. Nova versão em – 06 de agosto de 2006. Usou como base inicial do trabalho, as orientações da Sônia Romero.



1 Conforme estatuto e caderno de normas vigentes

2 Frase ou recurso verbal que exprime aquilo que poderia ser expresso com menor número de palavras. Ex. Rio de Janeiro, ao invés de cidade maravilhosa; Japão, ao invés de o pais do sol nascente.

3 Associada do Núcleo Paraná da SBDG. Utilizado com permissão.



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