DeclaraçÃO



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RELATÓRIO FINAL DO DIAGNÓSTICO ARQUEOLÓGICO NÃO INTERVENTIVO

NOVO CORREDOR DE TRANSPORTE URBANO DE

SÃO LUÍS

Consultor:



Arkley Marques Bandeira

Arqueólogo e Historiador



Maranhão

JULHO - 2013

RELATÓRIO DIAGNÓSTICO ARQUEOLÓGICO NÃO INTERVENTIVO

NOVO CORREDOR DE TRANSPORTE URBANO DE

SÃO LUÍS

Relatório de Diagnóstico arqueológico a ser apresentado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Superintendência do Maranhão, com vistas a obtenção de Licença de Instalação (LI)

Consultor:

Arkley Marques Bandeira

Arqueólogo e Historiador




RESPONSABILIDADE TÉCNICA

Razão social:

CPF:

Arkley Marques Bandeira

811.189.453-87



Endereço:

Rua dos Juritis, Lote 2, Ed. Mirela. Apto 802, Jardim Renascença, São Luís – MA. CEP 65075-240.

EQUIPE TÉCNICA

ESTA EQUIPE PARTICIPOU DA ELABORAÇÃO DESTE DOCUMENTO

E RESPONSABILIZA-SE TECNICAMENTE POR SUAS RESPECTIVAS ÁREAS

TÉCNICO

FORMAÇÃO / REGISTRO PROF.

RESPONSABILIDADE NO PROJETO

Arkley Marques Bandeira

Arqueólogo –

Doutorando em Arqueologia – PPG – MAE/USP



Coordenação Geral/ Elaboração de Relatório Técnico


Rafael Brandi

Historiador e Arqueólogo

Ms. Engenharia Civil



Processamento de dados/ Geoprocessamento

Vinícius Feres Durante

Historiador

Processamento de dados/ Formatação do relatório técnico

Erik Alves de Oliveira

Técnico em Arqueologia

Graduando em Humanidades - UFVJM



Atividades de Campo / Elaboração de Relatório Técnico / Fotos

Arnaldo Filho Marques Bandeira

Auxiliar administrativo/ Técnico de campo

Atividades de Campo / Elaboração de Relatório Técnico / Fotos


SUMÁRIO





SUMÁRIO 4

Lista de Figuras 5

Lista de Tabelas 10

1.APRESENTAÇÃO 10

2.INTRODUÇÃO 13

2.1.LOCALIZAÇÃO DA ÁREA DE ESTUDO E DEFINIÇÕES DAS ÁREAS DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO 15

3.CONCEITOS GERAIS: OCORRÊNCIA, REGISTRO E SÍTIO ARQUEOLÓGICO 17

4.ASPECTOS JURÍDICOS 20

5.REFERENCIAL TEÓRICO – METODOLÓGICO 22

6.REFERENCIAL ARQUEOLÓGICO 29

6.1.Caracterização arqueológica da Área de Influência Indireta do empreendimento 29

6.2.Caracterização arqueológica da Área de Influência Direta do empreendimento 52

7. REFERENCIAL ETNOHISTÓRICO DAS ÁREAS DE INFLUÊNCIA DO EMPREENDIMENTO 54

8.ASPECTOS FISIOGRÁFICOS 74

8.1.Atmosfera/Atributos Climáticos 78

8.1.1.Temperaturas 79

8.1.2.Precipitação Pluviométrica 79

8.1.3.Circulação Atmosférica 79

8.1.4.Insolação 80

8.1.5. Classificação Climática 80

8.2.Geologia 80

8.3.Geomorfologia 81

8.4.Pedologia 84

8.5.Hidrologia e Oceanografia 85

9.ASPECTOS BIÓTICOS 88

10.CARACTERIZAÇÃO GERAL DA ÁREA 92

10.1.Trecho 01 92

10.2.Trecho 02 96

10.3.Trecho 03 104

10.4.Trecho 04 108

10.5.Trecho 05 112

ADA, AID e AII 114

ADA 114

AID e AII 115



Potencial Arqueológico da área 115

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 117




Lista de Figuras

Figura 001 - Localização de São Luís – Maranhão. Fonte: Google Maps, 2011. (p.16)

Figura 002 - Mapa Arqueológico do Maranhão (BANDEIRA & BRANDI, 2011). (p.35)

Figuras 003 e 004 - Escavações realizadas no sambaqui do Bacanga, em São Luís, demonstraram a existência de grupos humanos vivendo na Ilha há mais de 6.600 anos atrás. Fotos: Arkley Bandeira, 2006. (p.43)

Figuras 005 e 006 - Reconstrução gráfica dos utensílios cerâmicos utilizados pelos primeiros ceramistas do sambaqui do Bacanga, São Luís – MA. (p.44)

Figura 007 - O sambaqui do Bacanga situa-se às margens do rio de mesmo nome, localizado na AID do empreendimento. (p.50)

Figuras 008 e 009 - Sítio dunar localizado na ilha de Curupu por Leite Filho em 2006. Detalhe para os fragmentos cerâmicos em superfície. Fonte: Estudo de Impacto Ambiental para Implantação da Refinaria Premium I, Bacabeira-MA, 2009. (p.55)

Figuras 010, 011 e 012 - Sítio arqueológico localizado por moradores na Vila Conceição, próximo a Avenida Litorânea. Entre os achados, destacam-se recipientes cerâmicos ricamente adornados. Fotos: Acervo do CPHNAM, 2004. (p.56)

Figura 013 - Mapa com o percurso navegado pelos franceses, saindo do Porto de Cancale, na França, até a Ilha Grande ou Ile de Maragnan, com chegada em 06 de agosto de 1612, na atual São Luís do Maranhão. In: PIANZOLA, M. 1992. (p.59)

Figura 014 - Indígenas Tupinambás vestidos para guerra. (p.60)

Figura 015 - Indígenas Tupinambás apresentando paramentos e plumárias. (p.60)

Figura 016 - Implantação da Cruz pelos Padres Capuchinhos, como marco da colonização francesa na Ilha de São Luís. Fonte: John Carter Library, Brown University. (p.61)

Figura 017 - O cultivo da mandioca eram uma das principais atividades de subsistência dos Tupinambás. (p.62)

Figura 018 - A pesca do peixe boi pelos Tupinambás era relatada por todos os cronistas que estiveram em São Luís, nos séculos XVII. (p.62)

Figura 019 - Mapa Etnohistórico de Curt Nimuendajú (1944), indicando as etnias indígenas da Ilha de São Luís e adjacências, com destaque para os Tupinambás. (p.64)

Figuras 020 e 021 - Mapa do Estado do Brasil de 1631, de autoria de João Teixeira Albernaz, com detalhe para o Maranhão e a as terras do “gentio”. In Costa, A. G., 1997. (p.66)

Figura 022 - Tentativa de localização das aldeias Tupinambás na Ilha de São Luís feita por Antonio Noberto (2012), , cortesia do Sr. Leopoldo Vaz. (p.71)

Figura 023 - Mappa Geographico da Capitania do Maranham, 1819, com detalhe de São Luís, com indicação de algumas aldeias na Ilha de São Luís. In Costa, A. G., 1997. (p.73)

Figura 024 - Guía dos Caminhantes - Carta 7, Capitânias do Pará e Maranhão, para Sr. capitão Pedro Francisco de Castro, 1816, com detalhe para São Luís os rios que banham a Ilha e as aldeias locais. In Costa, A. G., 1997. (p.75)

Figuras 025 e 026 - Morfologia das aldeias Tupinambás no Brasil, demonstrando áreas de roças, habitações e porto (propriedade pública). (p.76)

Figuras 027 e 028 - Morfologia das aldeias com área defensiva e pátio central (propriedade pública). (p.77)

Figura 029 - Descrição dos rios do Pará e Maranhão. João Teixeira Albernaz, 1632. Biblioteca Nacional-RJ. (p.77)

Figura 030 - Planta de São Luís do Maranhão – Gaspar Barlaeus – século XVII. (p.79)

Figura 031 - São Luís. Gravura de Frans Post. In Barleus. Biblioteca Nacional. 1645. (p.80)

Figura 032 - Mapa: Inserção geográfica da Ilha de São Luís. Fonte:IBGE. (p.81)

Figura 033 - A Ilha de São Luís e a divisão municipal. FONTE: Prefeitura de São Luís. (p.82)

Figura 034 - Ilha de São Luís-Maranhão e suas baías. Fonte: INPE. (p.82)

Figuras 035 e 036 - Geologia da Ilha de São Luís. Fonte: Governo do Maranhão. (p.86)

Figuras 037 e 038 - Geomorfologia da Ilha de São Luís. Fonte: Governo do Maranhão. (p.87)

Figuras 039 e 040 - Solos da Ilha de São Luís. Fonte: Governo do Maranhão. (p.90)

Figura 041 - Bacias Hidrográficas da Ilha de São Luís. Fonte: Prefeitura de São Luís. (p.91)

Figura 042 - Bacias hidrográficas da Ilha de São Luís. Fonte IBGE. (p.90)

Figura 043 - Descarga fluvial dos rios no Golfão Maranhense. Fonte: EMBRAPA. (p.91)

Figura 044 - Mapa com o trajeto do VLT. Fonte: Google Earth. (p.99)

Figuras 045 e 046 - Residências à beira-mar e pequenas embarcações. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.100)

Figuras 047 e 048 - Caieiras próximas à Avenida Ferreira Goulart. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.100)

Figuras 049 e 050 - Vegetação associada à costa. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.101)

Figura 051 - Mapa: Localização da área com menor número de habitações. Fonte: Google Earth. (p.102)

Figura 052 - Moradias na área do Trecho 02. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.103)

Figuras 053 e 054 - Fotos tiradas sobre a Ponte Bandeira Tribuzi, com vista para leste. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.103)

Figura 055 - Ponte Bandeira Tribuizi, com vista para oeste (primeiro trecho). Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.104)

Figura 056 - Ocupações recentes em área de influencia do mangue. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.105)

Figura 057 - Mapa: Traçado do Trecho 02. Fonte: Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.106)

Figura 058 - Mangue localizado no Vinhais Velho. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.107)

Figura 059 - Igreja de São João Batista, Vinhais Velho. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.107)

Figura 060 - Píer em mangue no Vinhais Velho. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.108)

Figuras 061 e 062 - Unidades de escavação abertas. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.108)

Figura 063 - Fragmento de borda de cerâmica. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.109)

Figura 064 - Cerâmica zoomorfa. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.109)

Figuras 065 e 066 - Instrumentos Líticos. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.109)

Figura 067 - Fragmento cerâmico decorado. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.109)

Figura 068 - Cerâmica antropomórfica. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.110)

Figuras 069 e 070 - Fragmentos de louça decorada. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.110)

Figura 071 - Construção de ponte. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.111)

Figura -072 - Área próxima às ruas Netuno e Calixto. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.112)

Figura 073- Vegetação da área. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.112)

Figura 074 - Vegetação da área. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.113)

Figura 075 - Curso hídrico. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.113)

Figuras 076 e 077 - Azulejo e estrutura de alvenaria. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.113)

Figuras 078 e 079 - Canal para passagem de água e Boeiro. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.114)

Figuras 080 e 081 - Residências próximas ao mangue. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.115)

Figura 082 - Área de mangue com residências. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.115)

Figuras 083 e 084 - Localização do mangue, Ponte Sarney Filho, entre os bairros Rio Anil e Bequimão. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.116)

Figuras 085 e 086 - Fundação Nice Lobão, Antiga Fundação de Tecidos e Fiação do Rio Anil. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.116)

Figura 087 - Fachada da Fundação Nice Lobão antes de ser reformada. Foto: Disponível em: http://www.novomilenio.inf.br/santos/h0300g49.htm. (p.117)

Figura 088 - Terreno cercado. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.118)

Figura 089 - Rua das Flores Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.119)

Figura 090 - Área relativamente preservada. Fonte: Terragraph - Arqueologia e Meio Ambiente, 2012. (p.119)

Figura 091 - Mapa: Área para possível intervenção no Trecho 05. Fonte: Google Earth. (p.120)



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