Departamento de história da arquitetura e estética do projeto



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UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO - FACULDADE DE ARQUITETURA E URBANISMO
  1. DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DA ARQUITETURA E ESTÉTICA DO PROJETO




  1. DISCIPLINA: AUH 236 - Estudos de Urbanização I

Responsável: Profa. Dra. Beatriz Piccolotto Siqueira Bueno



  1. NATUREZA Obrigatória


CRÉDITOS 04 Créditos

CARGA HORÁRIA 60 horas/aula

HORÁRIO quartas feiras, das 08h00 às 12h00
2°. SEMESTRE DE 2016

  1. OBJETIVOS DO CURSO

Fornecer ao aluno arcabouço conceitual básico para análise do processo de urbanização, através do estudo de suas variáveis e das configurações que vem apresentando ao longo da história. O período a ser estudado é dos primórdios da urbanização desde a Antiguidade até a transição da Idade Média ao Renascimento.



  1. CONTEÚDO GERAL

O curso propõe uma discussão sobre as relações entre espaço e sociedade. Neste sentido procura entender a formação da cidade e as várias formas que o processo de urbanização vem apresentando ao longo da história. As questões básicas a serem desenvolvidas dizem respeito ao conceito de urbanização, aos processos desenvolvidos na transição de um tipo de urbanização para outro, às questões de método de análise e à leitura das formações espaciais.

Trata-se de uma disciplina introdutória e metodológica, na qual o recuo às origens da urbanização e aos modos de produção econômicos pré-industriais é uma estratégia pedagógica para apresentar conceitos e categorias de análise do território e do espaço urbano, entendidos como artefatos sociais. Conceitos a serem estudados: História, Tempo Histórico, História Global, Urbanização, Urbanismo, Sistema Urbano, Rede Urbana, Escalas, Espaço Intra-urbano, Globalização, Metrópole, Cosmopolitismo, Encontros Culturais, Trocas, Hibridismo, Segregação, Preexistências e Rugosidades.

  1. DESENVOLVIMENTO

O curso será desenvolvido em 5 módulos temáticos:



  • O 1o. tratará do conceito, surgimento e desenvolvimento da urbanização na Antiguidade; nesta unidade serão usados exemplos do Crescente Fértil, Egito e Américas;

  • O 2o. grande grupo temático será relativo ao “período clássico”, explicando de forma sucinta as formações urbanas de Grécia e Roma, sempre procurando relacionar organização social às configurações urbanas e as lógicas de articulação da rede de cidades na perspectiva de uma “História Global”;

  • O 3o. irá tratar da urbanização oriente-ocidente, mostrando a decadência do índice de urbanização na Alta Idade Média em parte da Europa, a presença islâmica em boa parte do mundo (aí incluso a Península Ibérica), o jogo das trocas comerciais nos séculos XIV e XV, analisando as lógicas de organização da rede urbana, os aspectos morfológicos das cidades medievais e os encontros, trocas e hibridismos entre culturas diversas.

  • O 4º. grupo temático enfoca a transição da Idade Média para o Renascimento na perspectiva de uma “História Global” e seus desdobramentos nas vilas e cidades do Império luso, especialmente do Brasil.

  • O 5o. módulo tratará do Barroco na sua dimensão urbana e seus desdobramentos no mundo colonial das Américas.

Como método de estudo, será dada ênfase nos aspectos conceituais e metodológicos (conceitos, leitura de espaço, transformação das configurações urbanas, comunalidades entre formações espaciais). O importante é que o aluno perceba a urbanização como processo social e consiga identificar os meandros da ligação espaço-sociedade-tempo. Dados históricos específicos serão usados apenas como ilustração.



  1. OBJETIVOS E METODOLOGIA

A disciplina compõe uma tríade (AUH 236, 238 e 240), se inicia no 4o. semestre e se pretende intodutória e metodológica. Cobre um leque temporal amplo, das origens da urbanização aos primórdios da colonização do Brasil. Trabalha na chave da História da Urbanização, entendida como um processo social, envolvendo atores, fluxos, redes e sistemas urbanos em diferentes escalas. Adota a História Global como postura epistemológica, o que significa analisar o mundo urbanizado a partir de uma ótica menos eurocêntrica, problematizando categorias e conceitos emanados do Ocidente (como por exemplo o de Europa, Alta e Baixa Idade Média, Renascimento, Capitalismo, etc) e busca assim mostrar um mundo em permanente movimento desde tempos recuados, que interagia articulando Eurásia e África, no qual mais tarde se inseriu a América. Nesse sentido, o Brasil não somente herdou um mundo natural e material fruto de uma Europa híbrida, como participou ativa e diretamente no processo como parte de um império luso de proporções planetárias.


A opção por recuar às origens da urbanização mostra-se estratégica para entender a genética (o DNA) do urbano, aquilo que lhe é inerente ontem e hoje, tal como a interdependência campo-cidade, a divisão técnica e social do trabalho, as hierarquias sociais e políticas e o jogo das trocas mercantis em diversas escalas. O conceito de longa duração tal como estruturado por Fernand Braudel (1983) ajuda a perceber e a relacionar em perspectiva alargada as transformações no espaço urbano e na sua materialidade. (Waisman, 2013) A disciplina busca também problematizar o advento da democracia em Atenas no século V aC e a invenção dos espaços públicos para o exercício da política, bem como analisa os grandes impérios (helenístico, romano, árabe, turco otomano e luso) do ponto de vista das trocas, encontros culturais e hibridismos realizados em metrópoles cosmopolitas - verdadeiros “caldeirões de culturas” - e os processos de “fertilização mútua”, negociação e segregação que lhe são inerentes, dos quais somos herdeiros. Nesse quadro, problematiza o conceito de Alta e Baixa Idade Média à luz da Península Ibérica.

Das opções teóricas deriva a metodologia de ensino. Considera a paisagem e a cidade como artefatos sociais e ensina o aluno a proceder ao que os historiadores da cultura material chamam de “Arqueologia da Paisagem”, nos moldes propostos por Milton Santos (1978 e 1996), Nestor Goulart Reis Filho (2013) e Ulpiano Bezerra de Meneses (1998, 2012), problematizando a interdependência espaço-sociedade. Trata o espaço geográfico como uma instância social, como campo de forças e resultado da acumulação desigual de tempos, que nas suas rugosidades revela resíduos do passado que atuam como inércia ativa nos processos de produção e reprodução social do presente. Mostra assim como a vida material condiciona certos tipos de sociabilidade e o papel do espaço como produto e vetor de relações sociais.

O curso estrutura-se em aulas expositivas ancoradas em farto material visual (filmes, documentários, iconografia e cartografia antiga e atual), envolvendo a participação dos alunos em seminários coletivos de textos teóricos, interpretação de ensaios sobre estudos de caso (em grupo) e exercícios coletivos para leitura de espaço, buscando compreender a cultura visual como componente importante da formação (Bayon, 1992 e Meneses, 2003). Neste semestre, optou-se pela elaboração e análise comparativa de maquetes como trabalho final (em grupo). Dessa forma, busca-se aferir o aprendizado dos alunos no que tange à leitura do espaço, sua interdependência com outras variáveis (tempo-sociedade) e a capacidade de mobilizar o repertório conceitual correlato, com vistas a capacitar-lhes no exercício profissional, especialmente na prática do projeto em diferentes escalas, partindo-se do princípio que exige procedimentos sempre alargados.

  1. AVALIAÇÃO




  2. 1. Exercícios de leitura de texto e espacialização: dez estudos de caso. (valor: 1,0 ponto cada exercício). Grupo de quatro alunos. Valor total: 10,0 pontos.

  3. Consistem da leitura prévia de textos de perfis variados referentes a estudos de casos de cidades abordadas na disciplina. A avaliação será feita em classe e em grupo de até quatro alunos no dia da aula. Não serão aceitos trabalhos entregues posteriormente.

Os produtos exigidos para a avaliação são:

a) Resenha do texto de até duas páginas com formulação de duas questões (0,5 ponto individual).

b) Leitura do espaço urbano e destaque dos seus elementos diacríticos (preexistências físicas e humanas, situação geográfica e sítio, topografia, hidrografia, toponímias, sistema viário, edifícios representativos e/ou simbólicos, bairros especializados ou étnicos, sistema de abastecimento de água, coleta de dejetos, redes urbanas) (0,5 ponto em grupo)






Não há recuperação.

BIBLIOGRAFIA
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WAISMAN, M. O interior da História. Historiografia arquitetônica para o uso de latino-americanos. São Paulo: Perspectiva, 2013.

WYCHERLEY, R. E. How the greeks built cities. London, Macmillan, 1949




***

CALENDÁRIO DAS AULAS AUH 236 - ESTUDOS DE URBANIZAÇÃO I (2016)

  1. DIA/MÊS

  1. TEMA


10 ago


Apresentação do curso e organização das equipes de seminários e trabalho final.

Introdução aos conceitos de espaço, paisagem, urbanização, urbanismo, jogos de escala, rugosidades, preexistências.

O DNA do urbano: as origens da urbanização.
DVD: As aldeias neolíticas pré-urbanas no Egito.


17 ago

As configurações espaciais na Mesopotâmia/Egito e na América Pré-Colombiana.
DVD: Cidades no Egito + Tenochtitlán.
Exercício de leitura de texto e espacialização em classe (grupos de quatro alunos):

SOUSTELLE, Jacques. "A cidade". In: SOUTELLE, Jacques. Os astecas na véspera da conquista espanhola. Coleção A vida cotidiana. SP: Cia das Letras/ Circulo do Livro, 1990. p. 25-59.




24 ago

Atenas no séc. V aC: o advento da democracia e dos espaços públicos.

DVD: Tróia + The Owl's legacy (BBC) + Atenas.

Exercício de leitura de texto e espacialização em classe (grupos de quatro alunos):

MALACO, J. O lugar da Assembleia dos cidadãos de Atenas. São Paulo, Alice Foz, 2002.


VISITA À EXPOSIÇÃO “POLIS: viver na cidade grega” - MAE- Museu de Arqueologia e Etnologia - USP.


31 ago

O helenismo na perspectiva da História Global: comércio, metrópoles, cosmopolitismo e hibridismos culturais na Antiguidade.

DVDs: o Império de Alexandre (BBC), Pérgamo, Palmira, Petra.


Exercício de leitura de texto e espacialização em classe (grupos de quatro alunos):

CLÍMACO, Joana. A Alexandria dos antigos: entre a polêmica e o encantamento. Tese (Doutorado), DH- FFLCH-USP, 2013. Capítulo 1, pp. 10-46.



7 set


Feriado não haverá aula.


14 set

Planejamento territorial e urbano no Império Romano: lógicas da rede urbana; traçado ortogonal e diálogo com preexistências; o papel da capital e das cidades provinciais na romanização.

e

Urbanização no Império Romano do Oriente: Constantinopla, a Segunda Roma.

Exercício de leitura de texto e espacialização em classe (grupos de quatro alunos):

BASSETT, Sarah. “The shape of the city”/ “ Theodosian Constantinople” In: The urban image of late antique Constantinople. Cambridge University Press, 2004, pp. 17-37 e 79-98.

Site Byzantium 1200.








21 set

Desurbanização na Alta Idade Média? Renascimento urbano na Baixa Idade Média? Revisão historiográfica à luz do Islão.
DVD: Veneza e o Islão.
Exercício de leitura de texto e espacialização em classe (grupos de quatro alunos):

SENNETT, R. “O medo do contato”. In: SENNETT, R. Carne e pedra. São Paulo, Record, 1997, pp.180-210.



28 set


Exercício de leitura e desenho: A cidade medieval portuguesa.

(Trazer papel A3 e material de desenho)


Leituras obrigatórias:

ANDRADE, A. A. “Um percurso através da paisagem urbana medieval”/ “Conhecer e nomear: a toponímia das cidades medievais portuguesas”. In: Horizontes urbanos medievais. Lisboa: Livros Horizonte, 2003, pp. 43-53 e pp. 83-96.
Exercício de leitura de texto e espacialização em classe (grupos de quatro alunos):

FRANÇA, José-Augusto. Lisboa: Urbanismo e arquitectura. Lisboa: Livros Horizontes, 1997, pp. 6-45.



01/10 SÁBADO

8-16h


Visita de Campo à Santana de Parnaíba. Partida e retorno à FAUUSP.

REIS FILHO, Nestor Goulart. Cadernos de Pesquisa do LAP, n.19, 1997, pp. 53-54.




5 out

Renascimentos” na perspectiva de uma história global.
Exercício de leitura de texto e espacialização em classe (grupos de quatro alunos):

BALLON, Hillary. "The Place Dauphine, Pont Neuf, and Rue Dauphine." In: BALLON, Hilary. The Paris of Henry IV. Architecture and Urbanism. Cambridge: MIT Press, 1991. pp. 114-166.




12 out


Feriado, não haverá aula.


19 out

(manhã/tarde)





O Brasil nas lógicas do Império Luso.

Exercício de leitura de texto e espacialização em classe (grupos de quatro alunos):

REIS FILHO, Nestor. São Paulo: vila, cidade e metrópole. São Paulo: Bank Boston, 2004. pp. 14-31.
4a. feira - 19/10 - Visita de campo: HORÁRIO 14hs. PONTO DE ENCONTRO: PÁTEO DO COLÉGIO.

Promenade em busca dos vestígios materiais e toponímicos da São Paulo colonial.


26 out

Urbanização e espaços de poder na América Espanhola.
Exercício de leitura de texto e espacialização em classe (grupos de quatro alunos):

Morgado, Patricia. Un palimpsesto urbano. Del asiento indígena de Lima a la ciudad espanhola de Los Reys. Tesis doctoral. Escuela Tecnica Superior de Arquitecura. Universidad de Sevilla. pp. 143-199.


2 nov

Feriado. Não haverá aula.

9 nov

A Roma papal do Renascimento ao Barroco.

Palestra da Prof. Dra. Andrea Loewen
Exercício de leitura de texto e espacialização em classe (grupos de quatro alunos):

LOEWEN, A. B. ; AZEVEDO, R. M.  Roma e as capitais: o mito e o plano. Oculum Ensaios (PUCCAMP), v. 05, p. 24-33, 2006.

 http://periodicos.puc-campinas.edu.br/seer/index.php/oculum/article/view/386


16 nov


Urbanização e Urbanismo no Brasil no século XVIII.
Exercício de leitura e desenho: Ouro Preto.

(Trazer papel A3 e material de desenho) individual


Leituras recomendadas:

REIS FILHO, Nestor Goulart. A urbanização e o urbanismo na região das Minas. Série Urbanização e urbanismo. Cadernos de Pesquisa do LAP, n.30. São Paulo: FAUUSP – LAP, jul. dez. 1999.



BASTOS, Rodrigo. A arte do urbanismo conveniente: o decoro na implantação de novas povoações em Minas Gerais na primeira metade do século XVII. Florianópolis: Ed. UFSC, 2014. Capítulo 2, pp. 93-130.

23 nov




Não haverá aula.

30 nov




Barroco na América Hispânica.

Palestra da Prof. Dra. Renata Martins.









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