Desafios do trabalho



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54 - IBGE, PNAD 1998, Acesso e Utilização de Serviços de Saúde, IBGE, Rio de Janeiro, 2000, páginas 22 a 26. No conjunto, a distribuição dos atendimentos é a seguinte: “Entre os indivíduos atendidos nas duas semanas anteriores à entrevista (20,1 milhões), 35,8% utilizaram o plano de saúde para o pagamento do atendimento recebido. Do total de pessoas atendidas, 49,3% (9,9 milhões) foram pelo SUS e 15,8% do total de pessoas atendidas pagou algum valor em dinheiro por este atendimento”. (página 29). Para 2006, ver o site da www.ans.gov.br/portal/upload/informacoesss

55 - PNAD 1998, op. cit. p. 31; sobre os limites dos mecanismos de mercado como regulador da área da saúde, ver o excelente capítulo sobre saúde em Robert Kuttner, Tudo à Venda, Cia. das Letras 1998; Cristina Amorim, pesquisadora da PUC-SP, relata estes dados prosaicos e eloquentes, do próprio Ministério da Saúde: 80% dos brasileiros que vão ao médico não compram os remédios receitados; da parcela que comprou os medicamentos, 50% iniciam e desistem do tratamento; 80% dos medicamentos vendidos no país não têm receita médica.



56 É interessante constatar que a capacidade de gestão social reflete-se não só em melhores condições de vida, mas indiretamente na capacidade de produção tradicional. Comentando uma pesquisa realizada em 70 países, o Banco Mundial constata que “O indicador de condições de saúde revelou-se extremamente significativo no prognóstico do desempenho econômico (...) Os dados indicam que melhores condições de saúde representam crescimento mais acelerado. ” – Banco Mundial, Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial 1993, Washington 1993, p. 23

57 - Sobre este problema, ver o nosso artigo Gestão social e transformação da sociedade, http://dowbor.org, em “Artigos Online”; ver também Ladislau Dowbor - Condições de saúde e qualidade de vida na cidade, Anais, VI Congresso Paulista de Saúde Pública, 1999, São Paulo, APSP/FAPESP.

58 - Peggy Dulany, The experience of the nonprofit sector in the United States – 1998, http://mare.gov.br - ver também os estudos de Lester Salamon, in Terceiro Setor, Evelyn Ioschpe (org.), Gife/Paz e Terra, São Paulo 1997

59 - Lilia Martins – Gestão Pública e Democrática: um caminho em construção – Doutorado em Ciências Sociais, PUC-SP. São Paulo, Dezembro 2000 – lamartin@unimep.br É importante lembrar que se trata de porcentagens sobre um total de 1653 experiências sistematizadas, o que significa que seguramente numerosas experiências passaram desapercebidas, simplesmente porque não foram registradas. Não se trata portanto propriamente de uma amostra, e os números devem ser utilizados com cuidado. Ainda assim, como constatamos que são coerentes com os números apresentados nos diversos estudos nacionais coordenados por Lester Salamon, constituem um indicador razoável de concentração de atividades.


60 - Paul Singer e André Ricardo de Souza, organizadores, A Economia Solidária no Brasil: a autogestão como resposta ao desemprego – Editora Contexto, São Paulo, 2000 – www.editoracontexto.com.br ; ver também Atlas da Economia Solidária no Brasil 2005, Ministério do Trabalho e Emprego, Brasilia, 2006

61 - idem, p. 22-23

62 - Autogestão, anteag@terra.com.br

63 - Sobre o micro-crédito há hoje numerosos estudos, ver www.rits.org.br. Tânia Zapata coordenou os trabalhos no Banco do Nordeste, e hoje desenvolve este trabalho no quadro do IADH. Ver também Dicas Municipais, estudos de experiências desenvolvido pelo Instituto Pólis www.polis.org; o NEATS da Puc (Núcleo de Estudos de Administração do Terceiro Setor) promove também estudos abrangentes sobre o micro-crédito, no quadro do mestrado em administração. Sobre o processo de descapitalização das comuniddes ver Altos juros e descapitalização da economia – artigo de Ladislau Dowbor no site http://dowbor.org, sob “Artigos Online”..

64 - Para uma sistematização recente, ver a dissertação de Mestrado de Paulo Rogério, da pós-graduação em administração da PUC-SP; ver também o relatório de maio 2001 do Ipea, de Ana Maria Medeiros Paliano, www.ipea.gov.br em Textos para Discussão.

65 - Business Week, 11 September 2000; ver também o documentário científico The Corporation, em www.thecorporation.tv

66 - Gilberto Dupas – Economia Global e Exclusão Social – 2 ª Edição Revista, Paz e Terra, São Paulo, 2000, p. 40

67 - Robert Kuttner estuda esta questão, ao analisar as novas formas de regulação do trabalho: “A economia de serviços, na sua maior parte, não é sindicalizada, exceto no setor público. As manufaturas ainda estão amplamente sindicalizadas”.- Tudo à Venda: virtudes e limites dos mercados – Cia. das Letras, São Paulo 1998

68 Kuttner, idem p. 78

69 - Para um estudo técnico detalhado da proposta, ver o livro de Guy Aznar, Trabalhar menos para Trabalharem Todos, ed. Scritta, São Paulo, 1995

70 Sugerir num parágrafo uma política tão ampla pode parecer irresponsável. Na realidade, é urgente se fazer um levantamento sistemático destes fundos – e se trata de dezenas de bilhões de reais – para reavaliar o seu uso como instrumento de dinamização econômica e de equilíbrio social.

71 - A publicação da CUT, Debate Sindical, já traz muitos elementos de uma visão mais ampla, com um nível extremamente avançado de discussão. http://www.ces.org.br e ces@ces.org.br

72 - “I sympathize therefore, with those who would minimize, rather than those who would maximize, economic entanglement between nations. Ideas, knowledge, art, hospitality, travel – these are the things which should of their nature be international. But let goods be homespun whenever it is reasonably and conveniently possible; And, above all, let finance be primarily national”. J. M. Keynes, 1933, “National Self-Sufficiency”, in Herman E. Daly, Beyond Growth, Beacon Press, Boston 1996, p. 236



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