Desde tempos imemoriais que o lar é o sinal do conforto, da quietude, do bem-estar, até sinal de integração social e de sucesso



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Saipràrua

www.saiprarua.com
Festival de Artes de Rua de Valença
23, 24, 25, 26 de Julho
Durante 4 dias Valença será o maior palco do mundo
Desde tempos imemoriais que o lar é o sinal do conforto, da quietude, do bem-estar, até sinal de integração social e de sucesso. Ao invés, a rua foi, e ainda é, o lugar dos marginais, dos mais pobres, daqueles que à míngua de tudo não procuram mais do que uma saída. Contudo, com o evoluir dos tempos, as preocupações com a rua foram mudando. Nos finais do século XIX os governos abriram-nas. Tinham que ser largas, geométricas e suficientemente amplas para esmagar qualquer revolução ou insurreição operária.
No início do século XX, Lenine gritava por um mundo novo e mais justo, Emily Dickinson gritavam pela igualdade dos sexos, outros gritavam contra uma guerra que não sabiam que seria a primeira guerra a nível mundial, os restantes gritavam contra as misérias da sociedade burguesa. O que era verdade é que os primeiros gritos ecoavam nas ruas e era delas que saíram algumas das transformações mais profundas da história da humanidade. A rua era o palco onde todos sabiam que as suas manifestações poderiam ser ouvidas ou vistas. A rua deixou apenas de ser o lugar dos marginais, até os políticos se aperceberam da sua importância quando queriam fazer passar as suas ideias. A rua transformou-se então no maior palco do mundo, onde gente carente de felicidade ou gente feliz se mostra ao mundo.
A primeira metade do século XX foi o tempo da reabilitação da rua. Todavia tivemos que esperar pela revolução dos anos 60 para que o tempo mudasse. Depois da II Guerra Mundial, o Plano Marshall e a recuperação económica acabaram por fazer nascer uma nova geração, para a qual o dinheiro ou o sucesso profissional não eram as preocupações. O seu idealismo e os seus sonhos não diziam respeito a si mas aos outros. Verdade? Ingenuidade? Solidariedade? As interrogações pouco interessam. O que importa é que muitos abandonaram os lares, outros vestiram a ganga, tecido que até então era utilizado na confecção das calças dos mineiros, e saíram para a rua a gritar contra a guerra, contra a opressão e tantas vezes a favor da paz e de um mundo melhor. Pela primeira vez na história do mundo, a rua deixou de ser o lugar daqueles que não tinham lugar na sociedade.
A Rua transformou-se num palco onde todos procuravam fazer-se ouvir.

Saiprárua 2009

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Um ano mais e o Saiprárua irrompe mais uma vez pelas ruas e praças de Valença. Neste tempo, a nossa terra veste-se de alegria, o seu quotidiano transforma-se durante quatro mágicos dias. Valença torna-se o maior palco do mundo, onde tudo é possível e tudo tem sentido.
O Saiprárua trouxe a Valença e ao panorama nacional das artes de rua uma nova linguagem, uma nova forma de comunicação e de transmissão de emoções. Cada vez mais, o turismo cultural ganha força e, neste contexto, o Saiprárua poderá ser um importante instrumento de dinamização económica e promoção de Valença.
A grande família do Festival cresce de ano para ano; ganha novos adeptos adultos e reafirma a fidelidade dos mais pequenos. É um Festival para toda a família e para todas as idades, que acontece de dia e de noite, em vários locais de Valença e promete muitas emoções, muito riso, boa disposição e muita, muita, ternura.
Estão todos convidados para o Saiprárua de 2009!

Apresentação da Gala

Bruno Nogueira

Foi através da Stand-Up Comedy que se deu a conhecer, como actor e humorista em programas como Levanta-te e Ri (2003/06), Manobras de Diversão (2004/05) ou HermanSIC (2004/05).

Participou em Sorte Nula, longa-metragem de Fernando Fragata (2004) e foi o apresentador do programa Curto-Circuito (SIC Radical, 2003) e de O Pior Condutor de Sempre (SIC, 2006).

No teatro participou nas comédias Antes Eles do Que Nós, de João Quadros no Teatro São Luiz e Avalanche, de Ana Bola no Teatro Villaret, ambos dirigidos por António Pires em 2006.

Em 2007 esteve em cena no Casino Lisboa, ao integrar o elenco do espectáculo Os Melhores Sketches dos Monty Phyton, dirigido por António Feio.

Actualmente, juntamente com João Quadros, tem uma crónica diária na TSF – Tubo de Ensaio. Integra o elenco do programa “Os Contemporâneos” (RTP1).



Programa e Horários

  • Os espectáculos têm início na quinta-feira, dia 23, pelas 22.00 horas com uma gala de abertura.

  • Nos dias 24,25 e 26 os espectáculos começam às 11 horas da manhã e terminam às 19.00 horas.

  • Pelas 22.00 horas começa a gala, em que cada artista apresenta um spot de 10 minutos do seu espectáculo diário. No final da noite, depois da actuação dos artistas, pelas 23h.30, terão lugar, ainda, os espectáculos de encerramento. Nos dias 23 e 24 o fecho do dia está a cargo do Floten Tecles e nos dias 25 e 26 o encerramento competirá à Companhia Voalá.

  • Os espectáculos diurnos estão espalhados pela vila de Valença nos seguintes locais: Praça da República, Rua Major Severino e Avenida Miguel Dantas. As galas nocturnas têm lugar Avenida do Colégio Português.

  • Além dos espectáculos que acontecem nestes locais fixos, deambularão pelas ruas de Valença um conjunto de artistas itinerantes que contribuirão para colorir, ainda mais, a festa.

  • Todos os espectáculos são gratuitos.

  • A Apresentação das galas nocturnas está a cargo do Bruno Nogueira.

Voalá (encerramento da gala)

A Companhia Voalá nasceu na Argentina, no ano 1998, a partir da ideia de associar técnicas distintas de várias disciplinas numa só, levando, assim, à cena o teatro, o circo, a dança, os desportos de altura, engenharia e música ao vivo.

O teatro Voalá, não é, pois, um mero espectáculo, é antes uma cerimónia com o público a olhar para o firmamento, onde tudo acontece: figuras míticas e alegóricas voam, sobem e descem ao ritmo mágico de uma música encantatória

A originalidade dos Voalá estrutura-se nas coreografias aéreas que resultam em formações colectivas de uma beleza singular. Os saltos em queda livre e o ballet aquático serão, porventura, as referências mais próximas destas coreografias.

Poesia, magia e vertigem será o tratamento intensivo a que se submeterão estes personagens perturbados pela rotina.
Floten Tecles (encerramento da gala)
Floten Tecles á antes de mais um espectáculo musical, teatral e cinematográfico, cheio de humor, poesia e fantasia. Neste espectáculo nocturno de grande beleza, David Moreno é simultaneamente pianista, percussionista e cantor, pendurado a sete metros de altura, em posição vertical, onde cauda do piano não é mais do que uma tela de cinema, onde é projectado o filme.

O músico constrói em directo a banda sonora do filme, ao mesmo tempo que interage de forma contínua com as personagens e as imagens que vão surgindo no mesmo, nessa tela, que tem por cenário: o próprio céu. Música, teatro, cinema, efeitos especiais, humor e poesia é a melhor descrição para este espectáculo que nos transporta para o mundo dos sonhos.


Teatro Gestual do Chile
O Teatro Gestual do Chile é uma das companhias mais interessantes do teatro de rua actual. A beleza as suas performances baseiam-se num esplêndido trabalho de improvisação, onde o inesperado, o mistério e o encanto da surpresa não deixam ninguém indiferente. Belo, provocatório e surreal é isto que esta companhia vem provocar no Saiprárua, com os seus espectáculos Fissura-2 e Taladro. A não perder.

Jashgawronsky Brothers 


A banda Jashgawronsky Brothers, com a sua excentricidade musical, encanta em todos os festivais de humor da Europa. Os Irmãos Jashgawronsky apresentam-se como músicos cómicos da longínqua Arménia. Estes três excêntricos músicos estão preparados para oferecer o concerto mais louco de que há memoria. Um espectáculo burlesco de efeito explosivo, com instrumentos musicais feitos de inusitados utensílios quotidianos como bacias, serrotes, regadores, frigideiras, funis, vassouras e, até, sanitas.

De urna originalidade indescritível, os virtuosos Jashgawronsky trazem na bagagem carradas de ironia e diversidade de instrumentos estranhos que suscitam espanto, riso e admiração.

Slampampers
Os incríveis musicómicos holandeses – Slampampers, ao longo dos últimos anos, têm viajado por toda a Europa, deixando uma excelente impressão nos vários festivais em que têm participado, com as suas acrobacias improvisadas, chifres sensuais, surpreendente humor, vozes masculinas impressionantes e arrojadas performances. Este trio tem tanto de magníficos músicos como de comediantes de gabarito. A sua música combina doowop com jump & jive, embarcando ocasionalmente no rap, e, agora, entrados na idade adulta, tornam-se em experientes entertainers profissionais e actuam em teatros e grandes auditórios.

Dêem uma oportunidade a este grupo de instalarem o caos e a desordem à vontade! O público vai adorá-los!

The Great Gondos

Daniel Oldaker e Rani Huszar – “The Great Gondos” –, vedetas do circo de variedades que participaram na série da ABC “Sideshow”, apresentam, em Valença do Minho, um espectáculo de comédia, pleno de asneiras românticas, onde os momentos mais belos colidem com o caos mais absurdo.

Divirta-se, confunda-se e deixe-se impressionar por estes dois personagens excêntricos, ao mesmo tempo que eles geram uma hilariante confusão repleta de malabarismos, duetos absurdos, explosões da mente e corpos dobrados.

Esta incrível peça conjuga o talento de dois artistas extraordinários que ao longo dos anos têm actuado nos circos e nos teatros contemporâneos da Ásia, da América, Nova Zelândia e Europa.

Duo Full House

Este duo transforma o palco numa festa de puro entretenimento. Com um leque muito variado de números, que vão desde a comédia de cabaret às soberbas habilidades acrobáticas, os Full House ganharam vários prémios internacionais, tanto no palco como na televisão. Actuam constantemente e sempre com enorme sucesso na cena internacional, ao mesmo tempo que conquistam público por todo o mundo. Os maiores sucessos até à data incluem uma actuação para o Rei Hassan II de Marrocos, uma apresentação no World Performance Festival no Japão, actuações diversas no Casino Cabaret de Monte Carlo e apresentações televisivas, em mais de dez países.

Sonhos & Miminhos

Uma criação de Ângela Marques e Fernando Moreira

O Restaurante Astro Fingido, presente no Guia Michelin, apresenta duas cozinheiras de nível mundial: Dona Sonhos e Senhora Miminhos. Cozinham histórias encantadoras, delícias no forno e desejos al dente. São duas cozinheiras bastante aluadas. Por vezes esquecem-se das receitas dos deliciosos bolinhos que pretendem confeccionar. Confundem ingredientes! Não sabem como se misturam! Nem sabem separar o lixo! Só os meninos podem ajudar.

Joel Salom

Em Gadgets, Joel Salom combina, de uma forma inventiva, o seu célebre, espontâneo e alucinante malabarismo, com as novas tecnologias compostas de batidas fortes e raios laser, que resulta num espectáculo cheio de energia. Os Músicos Jim Dunlop e Marko Simec tocam uma mistura de pop, clássica, jazz e death metal misturado com o swing cigano.

O Convidado especial: Erik the Dog é um comunicador irreverente e cheio de graça, apesar de manipulado por controlo remoto. O público rende-se à irreverência emocionada dos seus truques. Um espectáculo a não perder pelo seu carácter insólito e inesperado.

Mr Bunk

Que tipo de espectáculo é?

Não sabemos bem. Ou melhor: é um espectáculo sobre nada. É um artista com alguns bonecos e com alguns jogos para crianças. Sem texto. Nada de palavras (talvez com alguns resmungos). Brincadeira. É um espectáculo de crianças…para adultos e para crianças.



Artistas Itinerantes

Companhia Albedo – Les Tonys


Dois guarda-costas, Tony e Tony, estão em missão para proteger a cidade e os seus habitantes. Têm um ar ameaçador, um pouco bruto, um pouco estúpido, mas são acima de tudo bem intencionados. Estão ali por si, para o proteger dos outros e de si mesmo.

Em todos os espaços onde há gente, onde há perigo, os Tonys sabem bem o que têm a fazer; se deseja passar incógnito, eles acompanham-no; se quer ir até ali, eles levam-no a outro lado qualquer…
High Rise Rubber

Louco, maníaco e assustador, o espectáculo dos High Rise Rubber é ideal para muitos eventos de rua. Interactivos e espectaculares, estas duas criaturas terrestres estão disponíveis para conferir um pouco de excentricidade ao festival.

São uma grande atracção para as multidões e a sua agenda conta com inúmeras viagens internacionais e actuações nos Festivais de "Islington Arts", "Aurillac" e "Glastonbury" entre outros.


Companhia L’Excuse - The HomoCatodicus


Depois do Homo Erectus e do Homo Sapiens, a Companhia L’Excuse apresenta agora os HomoCatodicus. Eles passeiam-se e passeiam os seus rostos pela nossa sociedade da imagem. Um espectáculo à luz do objecto de culto da nossa sociedade da comunicação: a televisão.

Quando o D. Quixote dos Tempos Modernos sai à procura de um amor impossível, os sonhos começam a despertar na sua cabeça.

Fire and Ice Stilt Dragons

Viajando pelas terras distantes do fogo e do gelo estes espantosos cavaleiros com as suas animadas e divertidas criaturas vão chegar e deslumbrar os seus convidados com esta extraordinária visão.


Banda às Riscas
Constituída apenas por profissionais das áreas (circense, teatral e musical), Banda às Riscas presenteia os espectadores com um repertório musical alegre e deambulante, que insistentemente rouba sorrisos a todo o tipo de público. Música, tropelias, sorrisos e olhares, movem desde sempre esta Banda, alegre, para todo o lado, e por vezes, para lado nenhum! Resta sorrir!
Always Drinking Marching Band

Formada por Músicos e Actores Profissionais de Barcelona que nunca esperaram pertencer a uma banda como esta, dedicam-se desde há cinco anos a participar em diversos festivais internacionais. Always Drinking Marching Band são uma banda única e genuína que por onde passam deixam um grande clima de divertimento inesquecível a quem tem o prazer de assistir aos seus espectáculos.



Oli & Mary
Oli e Mary a improvisar: um pezinho de dança não poderia faltar. Uma divertida parelha de palhaços, contagiam tudo e todos com as suas hilariantes magias, malabarismos e acrobacias..."Chapéus há muitos", mas como estes não há nenhum!

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