Desenvolvimento humano no contato com a natureza



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DESENVOLVIMENTO HUMANO NO CONTATO COM A NATUREZA
Cheng Hsin Nery Chao*

Universidade Estadual de Campinas

Grupo de Pesquisa Lazer e Cultura (GLEC)
Resumo

O presente artigo explora a abordagem humanística como uma das possibilidades teóricas de resgate do “humano”. Os valores da humanização, esquecidos nos tempos modernos pela industrialização desenfreada e a busca de bens materiais, voltam a ter ênfase, em uma época em que, ao tomar-se consciência da destruição no planeta, podendo culminar na própria destruição da humanidade, procura-se o desenvolvimento do ser humano, em contato com o seu ambiente natural, com o respeito concomitante pelas outras formas de vida, sem as quais não há um equilíbrio no que diz respeito a qualidade de vida no planeta.



Palavras-chave: teoria humanística; auto-realização; experiências culminantes.

A violência urbana é sinônimo da deterioração, da qualidade e do significado da vida humana. É fruto da inferioridade das relações sociais em um espaço onde, ao mesmo tempo que une indivíduos para a produção, provoca o distanciamento de si mesmos, do contato com o outro e com a natureza. Segundo Marcellino (1983): “só é dada importância ao que é produtivo, gerador de ‘bens e consumo’ ou mercadorias, e não se questiona em que medida essa ‘produtividade’ - valor supremo - anula a expressão do ser humano” (p.11).

Muitos conflitos têm origem na transição de valores e objetivos pela qual nossa sociedade passa. Às vésperas da virada de mais um século, deparamo-nos com um novo paradigma que surge como uma mutação da revolução industrial, onde termos como interatividade – virtual – biotecnologia – engenharia genética passam a figurar como nova verdade. São legitimados por um processo, o qual mais que uma ideologia, representa a tradução de um mundo desmoronador da identidade do homem, corroendo valores e se firmando pelo poder da mídia.

As redes de comunicação transmitem informações em uma velocidade incrível, as idéias movem-se em múltiplas direções e, juntamente com o ser humano, perdem suas raízes, são desterritorializadas. A globalização, nesse sentido, cria uma desconexão brutal nas pessoas. Esse processo vem destruindo a identidade do homem, num contexto onde a velocidade das transformações é supra-humana, abalando drasticamente os quadros sociais e mentais de referência de indivíduos e coletividades. A evolução tecnológica que facilita a comunicação nos mais distantes países possibilita novas formas de relações, e um novo espaço/tempo no envio de diversos dados. Hoje já ocorrem reuniões virtuais entre grandes executivos que de diferentes locais do mundo, se encontram num escritório virtual e debatem os mais diversos assuntos sem a necessidade de estarem ali presentes fisicamente.

Analisando no âmbito filosófico, chega-se a identificação de que o homem vem distorcendo a visão do que é o “ser humano” desde o século IV ac, onde Platão já defendia a idéia de que o corpo, organismo se opõem ao espírito, alma. Esse pensamento dualista influenciou eminentes culturas até hoje.

Aristóteles, discípulo de Platão reagiu contra o dualismo corpo-mente, insistindo sobre a união substancial corpo-alma. Para ele, o ser humano é um composto substancial unificado: tudo que o espírito conhece passa pelo sentido do corpo. Mas não descarta a idéia que após a morte, o intelecto humano sobrevive, deixando o corpo perecível, para reintegrar o intelecto eterno, unificado que alimenta a vida universal.

Para Hubert Lepargneur(1994), a partir do cartesianismo de Renê Descartes, volta-se a pensar conforme o dualismo platônico, onde o método analítico opõe exageradamente a “coisa pensante”(espírito ou alma) e a “coisa estendida”(matéria, o corpo). O cartesianismo passa a influenciar decisivamente o pensamento científico e vários outros segmentos da sociedade, inclusive o cristianismo, que já celebrava o espírito e denegria o corpo. Donna Haraway(1994), tem como uma de suas premissas a de que grande parte dos socialistas americanos, e das feministas, vêem dualismos profundos entre corpo e mente, animal e máquina, idealismo e materialismo nas práticas sociais.

A visão dualista do ser humano, evoluiu para uma recusa da matéria (não há mais contato físico) e até mesmo do espírito, onde ser sensível, amável, passa a ser visto como fraqueza, motivo de exclusão social. Virilio(1998) se reporta a questão da recusa da matéria enfatizando que a tecnologia é fator condicionante e gerador desse fato. Segundo ele:


(...) hoje, a miniaturização das técnicas permite equipar o corpo do homem. A roupa utilizada para fazer amor à distância é feita de fibras óticas e de um sistema de captores.(...) Aliás, nas pesquisas que estão sendo feitas sobre a cibersexualidade se busca uma pele artificial.(...) Busca-se uma pele artificial capaz de registrar todas as sensações e de transmití-las à distância: uma pele virtual. Como se a partir dela eu pudesse dar um tapa ou beijar uma mulher e sentir tudo na pele, mesmo estando longe, a dois mil quilômetros de distância”.
Procurando uma fundamentação teórica que nos aproxime da identificação humana, nos reportamos a uma abordagem humanística, tomando como base a Teoria Humanística, considerada a “Terceira Revolução” para a Psicologia. A Primeira Força, o Behaviorismo, procura excluir a subjetividade do ser humano, destacando mais o ambiente externo como fator controlador do homem. Foi fundada por John B. Watson, o qual ressaltava sobre o behaviorista ser mais do que o interesse de um espectador; ele quer controlar as reações do homem tal como os cientistas físicos querem controlar e manipular outros fenômenos naturais.

Com Freud, surge a Segunda Revolução da Psicologia, enfatizando através da Psicanálise os estímulos vindos do ambiente interno, sob forma de impulso e instintos. Com algumas diferenças, tanto a Psicanálise de Freud como o Behaviorismo de Watson, tratam o homem como uma máquina de estímulos-resposta.

Na Terceira Revolução, a Teoria Humanística, aponta uma convergência de numerosas diretrizes e escolas de pensamentos. Não devendo nada ao Behaviorismo, porém muito à Psicanálise, tratando de sujeitos sadios e não de sujeitos doentes.

Um dos fundadores da Psicologia Humanística, Maslow, enfatizou a auto-realização ou desenvolvimento do ego real. Para ele, o ser humano é um todo de sentimentos, sensações, percepções, pensamentos, etc. Fundamenta sua teoria precionando a constante troca de estímulos internos e externos. Maslow (1968) afirma sobre as pessoas que logram sua individuação, serem os que atingiram um alto nível de maturação, saúde e realização pessoal, possuindo tanto a ensinar-nos que, por vezes, parecem quase uma extirpe ou raça diferente de seres humanos.

Dessa forma, Maslow cria uma nova imagem do homem e de sua sociedade, propiciando uma melhoria tanto na mudança de direção para a ciência como para a pesquisa, fugindo de certos padrões limitadores do homem.

Também Frick (1975), mostra que a Terceira Revolução da Psicologia é interessante e mais completa que as duas anteriores: “Essa posição filosófica da Psicologia Humanista coloca o homem, a pessoa humana e sua experiência, no centro de seus interesses. As suas prioridades são determinadas, pois, pelos autênticos problemas humanos que surgem à vista, nitidamente enfocados”(p. 25).

A natureza interna do homem é vista de forma bastante “sutil” nessa teoria, onde ela não é necessariamente má, ou é pelo menos neutra, e atitudes negativas como crueldade, destrutividade são tidas como conseqüências decorridas de frustrações das necessidades básicas como afeição, respeito, autonomia. Para Maslow, somente a satisfação das necessidades básicas não é suficiente para direcionar à auto-realização.

Também Camargo (1992), mostra sobre hoje, mesmo em condições de privação material que lembram o inicio da revolução industrial, as aspirações de subsistência terem mudado. “Não é apenas o pão de cada dia que a população reclama!” (p.99).

Percebe-se por esta citação, sobre a necessidade de auto-realização estar presente, devendo ser trabalhada de diversas formas, dentre elas pelas sensações. São vários os pontos de vista sobre o que é bom e o que traz êxito. Uns afirmam sobre o êxito depender mais de saber trabalhar em equipe. Porém, May (1973) diz que: “Os talentos e a iniciativa de cada indivíduo precisam ser redescobertos e utilizados como base para um trabalho que contribua para o bem da comunidade, em lugar de desfazer-se no cadinho coletivista da conformidade” (p. 40).

A auto-realização para Maslow (1990) é conseguida através de “experiências culminantes”. O autor aponta o fato de não sabermos como chegar a uma experiência culminante, não tendo uma relação simples com nenhum procedimento deliberado, apenas considerado como merecido. Segundo suas palavras:


É como a promessa do arco-íris: aparece e desaparece e não se pode esquecê-lo. Uma pessoa sabe, de algum modo, que não pode projetar prolongar um estado ou condição de consciência que não está destinado a durar mais que a lembrança persistente da aceitação total que atura.” (p. 13)
A experiência na natureza, pode contribuir de forma decisiva para tais experiências culminantes, como demonstrado por Csikszentmihalyi (1992), por Seaborg e Dudley (1994), por Camargo (1992), entre outros autores que se reportam direta ou indiretamente a essa temática.

As experiências culminantes conferem uma base empírica para a idéia de transcendência. Maslow (1990) expõe sobre essas experiências dizerem aos homens algo sobre eles mesmos e sobre o mundo, convertendo-se no eixo de valor e princípio ordenador para a hierarquia de significados. São considerados, também, momentos transitórios de auto-realização, onde as experiências culminantes são momentos de êxtase, não podendo ser comparados, garantidos e nem sequer buscados. Alguns dizem ser experiências místicas, ajudando o homem a desenvolver-se tão plenamente.

O conceito de auto-realização é muito subjetivo, e pode variar de pessoa a pessoa, porém, sabe-se que as pessoas auto-realizadas participam de uma causa exterior a si mesmas, trabalham em algo com devoção, algo bastante precioso para elas, trabalham em algo denominado “valores do ser”.

A auto-realização, no momento de vivência plena, é vivida desinteressadamente, com concentração e absorção total. A auto-realização é um processo contínuo, onde se deve tomar muitas decisões, e essas decisões devem ser uma opção de crescimento. Para Harman; “Conceitos como auto-realização, elucidação, criatividade, individuação, desenvolvimento espiritual, ser autêntico, vir-a-ser totalmente operante, significam basicamente uma só coisa: estar consciente e responder em plena consciência.”(1975, p.164).

Também May (1974) enfoca a questão da consciência, onde a partir dela, surge a responsabilidade e, na medida em que a pessoa “ pode aceitar a responsabilidade por sua própria vida, ela se torna um agente moral e livre”(p.44), pronto a se desenvolver no contexto social onde se está inserido.

O trabalho desenvolvido junto à natureza com o intuito de conhecimento, exploração e identificação, pode fundamentar-se nos princípios da Teoria Humanística, buscando-se as origens mais distantes do pensamento relacionadas ao desenvolvimento do ser.

Tais raízes têm base nas crenças e visões de várias religiões. Personagens como Confúcio, Cristo, Mahomé, influem em tais pensamentos, como influíram na cultura, na economia e na política de hoje e do passado.

A influência desses pensamentos, de diferentes crenças, mas com um referencial vasto sobre o desenvolvimento do ser, mostra-nos sobre a história da humanidade ser repleta de valores que se destacam em épocas diferentes. Os valores humanistas, esquecidos nos tempos modernos pela industrialização desenfreada e busca de bens materiais, voltam a ter ênfase, numa época onde se depara com a destruição no planeta, podendo culminar na própria destruição da humanidade. Busca-se o desenvolvimento do ser humano, em contato com o seu ambiente natural, incluindo o respeito pelas outras formas de vida, sem as quais não há um equilíbrio no que diz respeito a qualidade de vida.

Enfatizando a questão do equilíbrio psicológico, amenizador de tensões, Seaborg e Dudley (1994) comentam sobre os efeitos tranquilizantes de uma caminhada, bem como, somente numa região despovoada, você não necessitar se preocupar com problemas da vida metropolitana, apenas com o clima (“Será que vai chover?”) e o tempo de se alimentar. Esta despreocupação conduz a um tempo para pensar - ou não pensar. Na vastidão das florestas e montanhas muitas preocupações se tornam inexpressivas, às vezes nos fazendo sentir pequenos e promovendo perspectivas ao que importa na vida.

No campo, longe da cidade, sendo um local de contemplação, há a possibilidade de se desenvolver com bastante propriedade o tema do corpo visitando a natureza, onde o movimento humano representa uma forma de comunicação, diálogo entre o homem e o mundo. A visão de uma cachoeira ou de cima do topo de uma montanha nos dá a sensação de realização, satisfação. O homem contemporâneo mesmo inserido na natureza, vive uma rotina que lhe tolhe os sentidos e muitas vezes não lhe permite vivenciar a experiência de contato com a natureza. Para Heloísa T. Bruhns (1997):


As experiências intimas do corpo com a natureza numa perspectiva subjetiva, expressa em alguns casos uma busca de reconhecimento do espaço ocupado por esse corpo na sua relação com o mundo, uma revisão de valores bem como um encontro muito particular do homem com ele mesmo” (p. 136).
Novas formas de atividades físicas têm sido criadas na perspectiva do contato com a natureza, onde o chamativo está na promessa de momentos de aventura. São muito exploradas pelo ecoturismo, e surgem devido às novas tendências culturais características da sociedade pós-industrial. Pode-se citar como exemplo o “rafting”- descida de bote por corredeiras, a canoagem, o “rapel”- descida de corda e mosquetão por cachoeiras, o “trekking”- caminhada por matas e florestas, entre outros.

Tais atividades se mostram como uma nova forma de consumo da natureza, contudo, percebe-se que além de possibilitar o desenvolvimento de várias sensações e com isso o auto-desenvolvimento, ainda demonstram a possibilidade de proteção do meio ambiente através do contato direto com a natureza. Defendendo sobre as atividades do ecoturismo despertarem questões preservacionistas, Requião (1991) exalta que:


Um dos caminhos para a conscientização das pessoas em relação a essa questão é a promoção de atividades ligadas à natureza silvestre com orientação adequada. A aproximação ao ‘habitat’ original permite ao homem desenvolver um espírito de solidariedade, promove seu bem-estar psicofisiológico, o ensina a respeitar seus limites e a encarar a natureza em seus próprios termos.”(p.10)
No contato com a natureza, de forma orientada, o homem se reconhece podendo entender a necessidade de preservar outras formas de vida, as quais contribuem para o equilíbrio do meio ambiente. A isso, dá-se o nome de Educação Ambiental, uma das possibilidades de entender a natureza, e preservá-la uma vez não acreditando na possibilidade de preservação, sem a presença humana, de forma ordenada e consciente. E através desse contato compreender a necessidade de valorizar o próprio ser humano.
Abstract

The present article expound the Humanist Theory as one theorie possibility to recover the “human”, whom since the evolution of production form and nowadays with the globalization system lost his identity and reference of individual and collectivity. The values of humanization, forgetter in modern times by the unrolled industrialization and the fetch of property, return the emphasis, in a time when the humanity take conscience about the destruction being in the planet, that can destroy themselves. The man looks for his complete development in contact with the environment, respecting another forms of life, without then we don’t have equilibrium about saying quality life in the planet.

Key words: humanist theory, state of being realized, culminant experience.

*Mestrando do Departamento de Estudos do Lazer, Faculdade de Educação Física da Universidade Estadual de Campinas.

Caixa Postal 6134 CEP 13083970 Campinas/SP

e-mail: nerychao@gmail.com



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