Desvendando a sexualidade: relatos de duas oficinas realizadas com alunos do ensino médio de diamantina mg samuel Cunha Oliveira Giordani, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri



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EIXO TEMÁTICO 7: LINGUAGENS, DISCURSO E EDUCAÇÃO EM CIÊNCIAS E BIOLOGIA

MODALIDADE: COMUNICAÇÃO ORAL – CO.01

DESVENDANDO A SEXUALIDADE: RELATOS DE DUAS OFICINAS REALIZADAS COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE DIAMANTINA - MG
Samuel Cunha Oliveira Giordani, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, samuelgiordani@gmail.com

Amanda Cristine dos Santos, Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri, amandacriscris@gmail.com

Maria Cristina Ribeiro Cohen, Universidade Federal do Triângulo Mineiro, criscohen@gmail.com

RESUMO: Ao realizar um levantamento sobre o entendimento das questões acerca da afetividade e sexualidade, observou-se que os dados estatísticos confirmam que há necessidade de uma intervenção sobre este tema. Em decorrência do exposto, o trabalho teve por objetivos (i) possibilitar aos alunos um espaço para o questionamento de aspectos referentes à afetividade e sexualidade e (ii) promover a discussão e reflexão das responsabilidades relacionadas ao ato sexual, o uso de métodos contraceptivos, DST’s, AIDS e gravidez na adolescência. As atividades aconteceram em duas etapas. Ao final do trabalho percebemos que cumprimos a tarefa de construir conhecimentos; entretanto,consideramos que o retorno destas construções pelos alunos não é imediato.

Palavras-chave: DST’s, AIDS, Métodos contraceptivos


INTRODUÇÃO

A sexualidade é um fenômeno da existência humana e, portanto, faz parte também da vida do adolescente, sendo objeto de estudo e intervenção das políticas públicas. Este tema tem sido cada vez mais discutido, como apontado por Maheirie et al. (2005), principalmente em razão do aumento dos índices de gravidez e de incidência de AIDS na população jovem

Sabe-se que este é um tema fascinante e complexo que vai sendo construído ao longo de nossas vidas e vai se modificando no decorrer do tempo, marcado pela história, cultura, ciência, afetos e sentimentos, expressando a individualidade de cada sujeito e levando em consideração aspectos biológicos, psíquicos e socioculturais (BRASIL, 1998).

Para Groth et al. (2011), falar sobre sexualidade, por si só já é um desafio; existem muitas resistências, exigindo de todos os envolvidos uma revisão de conceitos, superação de preconceitos e estereótipos; além da necessidade de olhar reflexivamente para a própria sexualidade, lidar com tabus, medos e vergonhas.

Além disso, o período conhecido como adolescência é profundamente marcado por mudanças e neste contexto, o adolescente é exigido no sentido de lidar com perdas e ganhos, bem como rever seu passado e construir planos futuros. Um dos grandes desafios da juventude é definir objetivos para a vida e para isso é necessário se deparar com o questionamento de “quem sou eu?”, ou seja, re-significar as vivências adquiridas e transformá-las em planos, o que constitui uma árdua tarefa (MACEDO et al., 2004).

Neste sentido, Kroll et al. (2005) apontam que deve-se levar ainda em consideração a vulnerabilidade presente nessa fase frente à realidade das DST/AIDS, da gravidez, do uso de drogas, entre outros riscos que se colocam como complicadores, no que se refere ao cuidado pessoal do jovem.

Dados obtidos através da Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde (PNDS), realizada em 2006, corroboram para esta discussão ao revelar que das mulheres entrevistadas entre 15 e 19 anos, 9,4% revelaram ter tido uma gravidez indesejada e que a maior indesejabilidade ocorre entre as jovens não-unidas. Observa-se ainda que 21,5% do total do número de casos de gravidez indesejada ocorrem em jovens da classe D ou E (BRASIL, 2009). De acordo com Kroll et al. (2005), a gravidez na adolescência constitui um fenômeno social e um problema de saúde pública que apresenta índices cada vez mais elevados.

Vivemos na era da informação, porém, embora possuam conhecimento sobre cuidados preventivos, por vezes o jovem não os utiliza em sua rotina, o que denota a necessidade de proporcionar momentos para falar e discutir sobre estes assuntos, afirmam Pauli et al. (2003). Sabe-se que o adolescente tem acesso à informação, mas não encontra espaço ou pessoas qualificadas para orientar, sanar dúvidas e explicar o uso correto de métodos contraceptivos (KROLL et al., 2005).

Desta forma, há necessidade de proporcionar aos alunos espaços para que possam dialogar abertamente sobre a sexualidade, expor suas dúvidas e anseios, evitando que estas questões comprometam sua vida pessoal e acadêmica (BRASIL, 1998).

A escola é um ambiente no qual o indivíduo passa grande parte de sua vida (COSTA, et al., 2001), contribuindo como espaço para o diálogo aberto sobre a sexualidade, com possibilidade dos alunos exporarem suas dúvidas e anseios, evitando que elas comprometam o seu projeto de vida (BRASIL, 1998).

Partindo desses pressupostos, é importante abordar a sexualidade de forma abrangente atentando-se para as necessidades e interesses dos adolescentes, de modo a tornar as aulas mais envolventes, como assianlam Oliveira e Ribeiro (2014), além da necessidade de promover ações educativo preventivas que auxiliem o adolescente a lidar com a sua afetividade e sexualidade.

Portanto, ao realizar um levantamento sobre o entendimento destas questões, os licenciandos do PIBID (Programa de Bolsa de Iniciação a Docência) junto com o professor de Biologia de uma escola estadual de Diamantina – MG observaram a necessidade de uma intervenção pedagógica sobre o tema “afetividade e sexualidade”. Neste sentido, foram desenvolvidas oficinas como metodologia alternativa para propiciar aos alunos espaços para reflexão sobre questões afetivas e sexuais, sendo as mesmas o objeto de estudo do presente artigo.


METODOLOGIA
Foram realizadas duas oficinas com alunos do ensino médio da uma escola estadual localizada do município de Diamantina – MG. Esta possui apenas uma turma em cada ano do ensino médio (cerca de 70 alunos). As oficinas foram oferecidas em dois encontros, no período vespertino, fora do horário regular das aulas.
Oficina 01
Nesta oficina foram realizadas duas atividades, a caixinha de perguntas e uma dinâmica intitulada “Detetive Biológico”.
Caixinha de perguntas

A caixinha de perguntas é uma dinâmica bastante utilizada por profissionais que abordam esse tema e foi realizada com o intuito de identificar os questionamentos e dúvidas dos adolescentes em relação à sexualidade. Além disso, o fato de não se identificar ao fazer uma pergunta, auxilia os alunos mais tímidos e vergonhosos com o assunto. O material utilizado foi uma caixa de papelão decorada, papel A4 colorido recortado em forma de cartão e caneta esferográfica.

No dia da realização da oficina, os alunos foram colocados em círculo junto com o professor supervisor e os licenciandos do PIBID sendo a caixinha depositada no centro da roda, junto com os papéis e canetas. Iniciou-se a conversa sobre as questões temáticas e foi solicitado que os alunos escrevessem nos cartões, as dúvidas ou curiosidades que tinham sobre sexualidade e afetividade. Em seguida, a caixa foi aberta pelo professor e os licenciandos do PIBID, que liam as perguntas e respondiam de forma simples proporcionando um momento agradável de troca de experiências.
Dinâmica: Detetive Biológico
Esta dinâmica foi adaptada do trabalho de Hirozawa et al. (2012), tendo como objetivo mostrar, para os estudantes, a importância do sexo seguro e abordar enfermidades sexualmente transmissíveis. Foram utilizados copos descartáveis transparentes, uma lâmpada de luz ultravioleta, extensão com boquilha, um estilete, uma lata de água tônica, uma caixa de papelão grande, papel emborrachado na cor preta e nomes fictícios impressos em papel branco.

O primeiro passo foi revestir a face interna da caixa com papel emborrachado preto e, com o auxílio do estilete realizar um furo na caixa para encaixe da lâmpada de luz ultravioleta. Foram impressos seis nomes femininos e seis masculinos em papel branco e os mesmos foram recortados e afixados na lateral dos copos descartáveis de modo que os alunos pudessem visualizar. Os 12 copos, devidamente identificados, simulam indivíduos de uma população hipotética. Dois copos foram preenchidos até a metade com água tônica e completados com água potável e o restante apenas com água potável. Sabe-se que a água tônica possui uma substância chamada quinino que reage em contato com a luz ultravioleta, causando um efeito de “escurecimento” na água. Preenchemos então um copo apenas com água tônica e outro com água potável, a fim de demonstrar a reação. Os copos foram então colocados no interior da caixa e a lâmpada acesa para que os alunos pudessem notar a diferença entre as cores formadas nos dois copos por conta da exposição à luz ultravioleta.

Terminada esta demonstração, acordamos com os alunos que os copos com água tônica representariam indivíduos contaminados com DSTs/AIDS e os copos com água potável, os indivíduos saudáveis. Em seguida, colocamos todos os copos (simulando os indivíduos) dentro da caixa. O número de copos contendo água tônica foi menor que o número de copos com água pura, para mostrar aos estudantes como poucas pessoas infectadas podem contaminar muitas pessoas caso não pratiquem sexo seguro.

Sem saber quais indivíduos estavam contaminados (copos contendo água tônica), os estudantes simularam histórias curtas de relacionamentos entre as pessoas, citando os nomes escritos nos copos descartáveis. A relação sexual foi representada misturando os líquidos contidos nos copos descartáveis. Foi solicitado também que os alunos anotassem o nome das pessoas com as quais se relacionaram.

Ao final da dinâmica, a luz ultravioleta foi acesa para identificação dos indivíduos contaminados (copos cujo líquido ficou escuro) e através das anotações aos alunos tentarem chegar aos nomes dos indivíduos “contaminados”.
Oficina 02
Para completarmos as discussões ocorridas na primeira oficina, foi oferecido aos alunos uma sessão de cinema com o filme “Confissões de Adolescente” (2014), que aborda temas relacionados a essa fase da vida. É importante ressaltar que foi observada a classificação indicativa do filme (14 anos) antes de sua exibição. Durante a projeção foram oferecidas pipoca e suco e ao término da exibição, foi realizado um pequeno debate sobre os temas abordados. Segue abaixo, a sinopse do filme.

Paulo (Cássio Gabus Mendes) está passando por dificuldades financeiras para sustentar as quatro filhas, Tina (Sophia Abrahão), Bella Camero (Bianca), Malu Rodrigues (Alice) e Clara Tiezzi (Karina), depois que anunciaram um novo aumento no aluguel. Quando ele avisa que eles precisam se mudar do apartamento onde vivem, na Barra da Tijuca (Zona Oeste do Rio), elas se comprometem em ajudar de alguma forma, começando a cortar despesas bobas e ajudando nas tarefas domésticas. Mas enquanto precisam lidar com essa novidade, o quarteto tem ainda outras experiências típicas, relacionadas a idade de cada um delas. Tina vem penando para conseguir um primeiro trabalho, ao mesmo tempo que vem se desentendendo com o namorado riquinho. Bianca, por outro lado, esconde uma relação misteriosa, diferente de sua irmã Alice, ainda virgem, e as voltas com a famigerada primeira vez. Correndo por fora, Karina é a mais nerd da turma e anda atraindo as atenções de um dos colegas da escola, mas eles ainda não sabem bem ao certo como lidar com isso. Apesar dos conflitos, a união entre elas permanece e as experiências, tudo indica, contribuirão ainda mais para manter a família unida.”


RESULTADOS
As questões sobre sexualidade estão ligadas a diversos fatores como faixa etária, classe social e grau de escolaridade, sendo recorrentes dentro de um mesmo grupo – entre os adolescentes são mais comuns às questões referentes à descoberta da sexualidade, enquanto que na fase adulta, as questões estão mais voltadas para os métodos contraceptivos temporários e definitivos, por exemplo – com a ocorrência de raras exceções.

Um dos desafios a ser enfrentado na abordagem das questões que envolvem a sexualidade de adolescentes e jovens está na falta de espaço e/ou pessoas qualificadas para orientação no ambiente escolar. No ambiente familiar, os pais não se sentem responsáveis pela abordagem do tema e acreditam que falar sobre sexo pode incentivar negativamente o comportamento dos adolescentes. Desta forma, as questões sobre sexualidade permanecem desconhecidas, e é na ausência de orientação que ocorre a gravidez não programada, a contração de doenças, entre outros problemas.

A partir desse contexto, o papel dos licenciandos e do professor supervisor foi criar um ambiente confortável para o levantamento das questões, a fim de sanar as dúvidas e debater sobre os temas. De fato, conseguimos promover este espaço agradável de forma que os alunos ficaram a vontade para esclarecer suas dúvidas. Como já destacado por Lima e Vasconcelos (2006), a sexualidade humana é um tema fascinante além de possuir um potencial envolvente que atrai a atenção dos alunos, sendo por vezes mais envolvente que outras disciplinas do currículo escolar.

Assim como Oliveira e Ribeiro (2014) e Alencar et al. (2008) ressaltam, a primeira atividade da oficina 01 consistiu na utilização da caixa de perguntas e nela pode-se perceber que os meninos demonstraram mais timidez ao trabalhar com o tema, contrariando os resultados encontrados pelos autores. Entretanto, todos os jovens participaram das atividades e notou-se que com o passar do tempo, a barreira da timidez foi sendo quebrada devido as piadinhas e brincadeiras que surgiram ao longo da conversa.

Com a abertura da caixa, surgiram diversos questionamentos tais como a vulgarização da mulher quando grávida muito jovem, enquanto que o pai da criança não sofre nenhum preconceito; ou o motivo da masturbação feminina ser vista como algo errado, enquanto a masturbação masculina é tratada com naturalidade; ou ainda, porque as mulheres se relacionam com as pessoas por quem sentem amor, enquanto que para os homens essa questão é irrelevante, mostrando a visão da nossa sociedade machista sob as mulheres. Esses resultados diferem dos resultados encontrados por Barreto (2009), já que em seu trabalho as dúvidas mais frequentes foram relacionadas aos sistemas reprodutores. Também Oliveira e Ribeiro (2014) encontraram resultados diferentes, com destaque para o namoro como o assunto mais abordado no estudo.

Essas diferenças provavelmente se devem ao contexto específico de cada localidade e também a idade dos alunos. Este fator foi inclusive levado em conta no estudo de Oliveira e Ribeiro (2014), que afirmam a necessidade de considerar os contextos específicos em que as atividades ocorrem, pois os interesses podem/devem variar nas diferentes culturas.

Outra dúvida recorrente em nosso estudo, foi a questão dos métodos contraceptivos. Surgiram questões como o a eficácia de materiais alternativos como espermicidas, – acreditavam que um chumaço de algodão embebido em Coca Cola® ou em suco do limão fosse capaz de matar os espermatozoides presentes no canal vaginal – a eficácia de métodos naturais como a tabelinha ou o coito interrompido e o funcionamento do ciclo de reprodução da mulher. Em conversa com os alunos foi identificado que muitos deles já eram sexualmente ativos, o que explica o interesse pelos métodos contraceptivos, uma vez que a escola apresenta um índice elevado de gravidez na adolescência.

Durante esta primeira oficina também foi feito a dinâmica denominada “Detetive Biológico”. Observou-se que os alunos ficaram muito atentos e interessados. Além disso, ficaram espantados quando após as representações das relações sexuais, a grande maioria dos “indivíduos” estava “contaminada”, ou seja, ao final da atividade, oito copos ficaram com o líquido escuro – identificados como “contaminados”). Outro fato relevante a ser destacado foi quanto ao tipo de relações sexuais, os alunos não apenas simularam relações heterossexuais, como também consideraram as relações homoafetivas. Após o término da dinâmica, continuamos a conversa alertando para os riscos de uma relação sexual sem proteção. Acredita-se que os alunos compreenderam essa importância uma vez que puderam ver na prática os riscos de contaminação.

No segundo encontro, a sessão de cinema em que o filme escolhido, “Confissões de adolescente”, agradou muito, destacamos que houve identificção com as personagens, suas angústias e anseios. Os alunos puderam perceber que era comum, aos adolescentes, aquilo que sentiam e as situações que passavam no dia-a-dia, além de darem boas risadas e comentarem a respeito de situações inusitadas que, como as personagens, eles já haviam vivido.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Acredita-se que com estas atividades propostas, a abordagem do tema ficou mais descontraída, atraindo os alunos e facilitando o diálogo deles conosco. Como educadores, tentamos ao máximo levar a informação aos alunos e cumprimos o nosso papel de proporcionar um espaço a fim de que dúvidas e anseios fossem discutidos “sem mistério”. Entretanto, o retorno da atividade realizada não é imediato e a confirmação da conscientização por parte dos alunos é algo a ser observado a longo prazo por exemplo, no comportamento cotidiano e quando os índices de DST’S e AIDS como os de gravidez na adolescência caírem na localidade.
REFERÊNCIAS

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CONFISSÕES DE ADOLESCENTE. Direção: Daniel Filho. Rio de Janeiro: Globo filmes, 2014. 1 DVD (100 mim).
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