Dicionário da Idade Média



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DICIONÁRIO DA

IDADE MÉDIA


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DICIONÁRIO DA

IDADE MÉDIA

Organizado por

HENRY R. LOYN

Professor Emérito de História Medieval,

Universidade de Londres

Com 250 ilustrações

Tradução:

Álvaro Cabral



Licenciado em Ciências Históricas e Filosóficas,

Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa

Revisão Técnica:

Hilário Franco Junior

Professor de História Medieval, Universidade de São Paulo

Jorge Zahar Editor

Rio de Janeiro

Título original:



The Middle Ages - A Concise Encyclopaedia

Tradução autorizada da primeira edição inglesa

publicada em 1989 por Thames and Hudson Ltd.,

de Londres, Inglaterra

Copyright © 1989 Thames and Hudson Ltd., London

Copyright © 1990 da edição em língua portuguesa:

Jorge Zahar Editor Ltda.

rua México 31 sobreloja

20031-144 Rio de Janeiro, RJ

tel.: (21) 240-0226 / fax: (21) 262-5123

e-mail: jze@zahar.com.br

Todos os direitos reservados.

A reprodução não-autorizada desta publicação, no todo

ou em parte, constitui violação do Copyright. (Lei 5.988)

Ilustração da capa: Pierre Salmon, Réponses à Charles VI

et Lamentation au Roi, 1409 (Paris, Biblioteca Nacional)

CIP-Brasil. Catalogação-na-fonte

Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ.

D541 Dicionário da Idade Média / organizado por

Henry R. Loyn; tradução, Álvaro Cabral; revisão

técnica, Hilário Franco Júnior. — Rio de Janeiro:

Jorge Zahar Ed., 1997: il.

Tradução de: The Middle Ages: a concise

encyclopaedia

ISBN: 85-7110-151-5



  1. Idade Média - Dicionários. I. Loyn, H.R.

  2. (Henry Royston).

CDD — 940.1403
97-1721 CDU — 940 (038)




Apresentação à edição brasileira:

breve panorama medieval

Franklin de Oliveira

A grande maioria dos brasileiros continua prisioneira do preconceito for­jado pelos historiadores liberais do século XIX, que definiam a Idade Média como um “período de trevas”. É preciso soterrar, de vez, equívo­co tão grosseiro. O Medievo não significa somente a fundação da Euro­pa em suas bases cristã e romana. No bojo da Idade Média gerou-se o mundo moderno. Lá, com Ockham, Oresme e outros, surgiram os fun­damentos da ciência contemporânea, como tão claramente comprovou Pierre Duhem. Ao chamarem de obscurantista a Idade Média, os histo­riadores liberais a ela opuseram o grande clarão do Renascimento. Ao fazê-lo, esqueceram duas coisas: os inúmeros proto-renascimentos que ocorreram durante o Medievo, e o fato de que os homens geniais da Re­nascença formaram-se no chamado Baixo Medievo. E mais: esqueceram a revivescência dos sentimentos religiosos no Quatrocento, e ainda, que a Renascença não começou com os humanistas e Petrarca, mas com Fran­cisco de Assis. E mais: que o Medievo foi uma eclosão contínua de Re­nascenças: a Carolíngia, a do Século XII, a Franciscana, a Otoniana, a Escolástica, a Nominalista. Duas Renascenças assinalaram o início da Idade Média: a Carolíngia, no século IX, que promoveu a latinização dos povos germânicos e sua conquista espiritual pela Igreja Católica, e a do Século XII, quando se dá, nos conventos, a ressurreição dos estudos clás­sicos, fonte do humanismo europeu. Precedendo uma outra Renascen­ça medieval — a da Escolástica, já referida —, ocorre com a Patrística o encontro do Cristianismo com o mundo. Esse encontro foi preparado pelos padres gregos, sobretudo Clemente e Orígenes. É o momento da maturidade do platonismo, que ilumina toda a Idade Média. Como po­de um período tão rico em fatos culturais, que modelaram a fisionomia do Ocidente, ser chamado de “época das trevas”?

É claro que a civilização medieval foi uma civilização eminentemente religiosa, mas não divorciou o homem da terra. Ela, a terra, se transformou em sua oficina. Explodiram as invenções: a do arado, a do moi­nho d’água e do moinho de vento, a dos teares etc. Se a atividade rural continuou sendo a base de tudo, um insurgente artesanato provocou um movimento de urbanização. Com o nascimento das cidades aceleraram-se as trocas, desenvolveu-se o comércio. Delinearam-se as bases de uma economia monetária. Não há erro em dizer que no sécu­lo XII estabeleceram-se princípios econômicos que ainda hoje regem a nossa civilização.

Mas, quando se inicia a Idade Média?

Suas origens datam do final do Império Romano (começo do século V) e sua vigência histórica estende-se até o século XVI, quando se instaura a grande Renascença Italiana, que ela preparou. O Convento e o Castelo são os seus emblemas, mas o maior de todos é a catedral gótica, que parecia procurar abolir as fronteiras entre o finito e o infinito. Erwin Panofsky, o extraordinário historiador da arte, formado na escola de Warburg, e que fundou uma nova disciplina — a história da produção das imagens —, viu no gótico a trasladação estética da Escolástica.

Sociedade densamente hierarquizada, a Idade Média foi, por isso mesmo, cenário de revoltas sociais contínuas que têm o seu paradig­ma na Jacquérie, em que os camponeses oprimidos tentaram quebrar os grilhões do feudalismo assassinando os seus senhores, violando suas mulheres. A de 1358 foi seguramente a mais sangrenta de todas as revoltas sociais do século XIV.

Se o cenário social alberga insurreições camponesas, há no pólo oposto talvez a maior criação humana medieval: a Universidade, que surge em Praga, Pádua, Bolonha, Salamanca, Paris, Montpellier, Oxford, Cambridge, Viena, Cracóvia e Heidelberg. Em Toledo funda-se a escola dos grandes tradutores árabes, que redescobrem Aristóteles. Ao lado dos pensadores laicos formam-se, nos Países Baixos e na Renânia, as correntes dos místicos: Mestre Eckhart, João Tauler, Henri­que Suso e Jan Van Ruysbroeck. Há a caça às feiticeiras. E há Dante. E há Giotto. Nas cidades flamengas, pintores como os irmãos Eyck, Rogier van der Weyden, e escultores como Sluter ampliam gloriosa­mente o patrimônio cultural do Ocidente. Se os nomes de Dante, Petrarca, Villon e o lirismo dos trovadores provençais não bastassem pa­ra assegurar a grandeza literária medieval, teríamos para assegurar es­ta mesma grandeza a poesia proletária dos goliardos. Esses poetas, que exaltavam o vinho e o amor físico, foram os críticos existenciais da so­ciedade medieval, rebelados contra as estruturas estabelecidas, “Jograis vermelhos”, se assim se pode dizer.

Abelardo é a primeira figura do intelectual moderno. Chamaram-lhe de cavaleiro da dialética.

Abelardo e Heloísa. Ela tem 17 anos, é bela e culta. O amor que os une realça o significado da mulher no mundo, reforçando a teoria do amor natural tal como ele aparece no Romance da Rosa, um século depois. A aparição de Heloísa ao lado de Abelardo é a glorificação da carne, do amor carnal que mais tarde os humanistas iriam considerar o principal requisito da plenitude do ser humano. Estamos longe do lirismo abstrato dos trovadores e da aura do Tristão e Isolda, em que pese o erotismo intenso da lenda. Ao falar dos homens da Idade Mé­dia, um historiador moderno não se conteve, e exclamou: “Mas esses homens somos nós mesmos!” Nossa modernidade vem de lá, queiramos ou não.

um fato singelo, mas que fulmina o mito do obscurantismo medieval. Ele é encontrado no traje, sobretudo no vestuário feminino. A Idade Média tinha aversão às cores sombrias. As mulheres medievais usavam roupas que seguiam a linha do corpo, expondo-lhes sobretudo o busto — não tinham nada de monacal. Serviam ao corpo e não à alma.

Mas a valorização da mulher padeceu, na Idade Média, de grave limitação, consubstanciada no “direito de pernada”: versão popular do ijus primae noctis. A camponesa que casasse era obrigada, na primei­ra noite de núpcias, a entregar a sua virgindade ao patrão ou ao capataz por ele indicado.

Era intenso o cultivo da vinha no Medievo. O vinho estava sempre presente em todos os momentos, festivos ou não, da sociedade medieval, que distinguia entre o escravo, tratado como coisa, e o servo da terra, que podia possuir família, além de uma minúscula propriedade onde praticava a agricultura de sobrevivência.

A partir do século XIII, o ponto de partida da reflexão econômica é o mesmo de Adam Smith: o problema da divisão do trabalho. Em um curso ministrado em 1763, em Glasgow, Adam Smith conservava ainda o esquema do tratado dos escolásticos. Só mais tarde, no Inquérito sobre a natureza e as causas da riqueza das nações, separará a filo­sofia moral da ciência econômica, emancipando esta última.

Apesar de manter o seu universalismo religioso, no final da Idade Média surgem os espaços nacionais: nascem os Estados. O latim, língua comum, se assim podemos dizer, perde a sua hegemonia cultural. Surgem as línguas nacionais. Começa a se desenvolver uma analogia entre o mundo e o homem, entre o macrocosmo e esse universo em miniatura que é o ser humano.

Publica-se a grande enciclopédia de Adelardo de Bath que explora longamente a anatomia e a fisiologia humanas. O humanismo medieval não esperou pelo humanismo renascentista para penetrar os segre­dos do corpo. E retornou à concepção estóica do mundo como uma fábrica: ela produz segundo a vontade do homem. A oposição entre a razão e a experiência se torna menor graças a Roger Bacon e Rober Grosseteste. O empirismo começa a dar sinais de vida.

A Idade Média é constituída de ciclos: o de Carlos Magno, o de Alexandre, o Grande, o de Rolando, o do rei Artur, do qual demanda um ideal de justiça e de fé religiosa, de procura da bem-amada inatingível, da galanteria cavaleiresca, dos sentimentos de honra, do misti­cismo e das façanhas guerreiras. Mas esses ciclos guardam entre si pro­fundas diferenças. No bretão, predomina o sentimento amoroso; no ciclo carolíngio, a predominância é guerreira.

A necessidade de delimitar o gigantesco território que se estende da Antigüidade à Modernidade determinou a criação do período medieval e da divisão tripartida do mundo — Antigüidade Clássica, Épo­ca Romana e Idade Média —, divisão que veio a ser consagrada em 1583, por Christoph Keller, embora nunca se registrasse concordância e una­nimidade quanto a tais delimitações.

Só no século XVIII, na França, conceituação e limites do Medievo foram aceitos. Essa aceitação chegou à Inglaterra, e estendeu-se ao Continente Europeu. Superado esse problema, surgiu um outro: o das sub­divisões. A Idade Média não era vista como uma unidade inconsútil. Na França, chamou-se Alta Idade Média ao período que se prolongaria até as Cruzadas; e Baixa Idade Média ao período que se iniciou logo após e terminou no século XV. Os alemães e os ingleses preferem outra sub­divisão: Alta Idade Média (séculos XII e XIII).; Idade Média Tardia, pa­ra o período terminal; Primeira Idade Média (séculos XI a XIII) e Última Idade Média (séculos XIII a XV). Há outras designações em inglês: Alta Idade Média e Idade Média Central. Todas estas divisões contêm, po­rém, o seu grão de arbitrariedade histórica.

Desde o humanismo renascentista a Idade Média é vista de diversos ângulos. O mais importante deles é o de Erasmo de Rotterdam, o príncipe do humanismo, que lhe negou o obscurantismo. Mas a rea­bilitação do Medievo começa, de fato, com os românticos, na Alema­nha e na França. Goethe não ficou insensível a tal revalorização. Na Alemanha, sobretudo Novalis levou mais longe a apologia da Idade Média. Na França, Chateaubriand restaurou o prestígio dos temas medievais, embora a sua Idade Média seja inteiramente convencional. Em Notre Dame de Paris, Victor Hugo nos dá uma fremente imagem do Medievo. Mérimée iniciou os estudos sobre a arte românica sob a influência do escritor escocês Walter Scott que, nos seus romances em estilo épico, usou temas do período medieval. Ainda na Inglaterra, Lor­de Acton colocou a Antigüidade Clássica e a Idade Média no mesmo pé de igualdade.

O gótico, os pintores flamengos, os construtores de catedrais, os trovadores provençais e os goliardos compuseram a legenda áurea da arte e da literatura medievais. Mas, pergunta-se, numa civilização eminentemente religiosa, não houve espaço para a música, a manifesta­ção mais alta da transcendência divina no homem?

Houve. A primeira obra da literatura moderna é o Hinário da Igreja Latina. O Te Deum é o maior documento do espírito de resistência aos romanos, nos terríveis séculos IV a VI. A lírica especificamente cristã do Ocidente latino inicia-se com os hinos da Igreja. Os modelos des­ses cantos litúrgicos já existiam no Oriente, mas é sobretudo Ambrósio quem os introduz na igreja Ocidental.

Ninguém ignora que o lirismo trovadoresco deriva das formas da poesia da Igreja Cristã, apesar dos trovadores provençais serem heréticos e anticlericais. As cortes da Provença eram heterodoxas. No en­tanto, o primeiro fato a antecipar o nascimento do lirismo trovadoresco foi a mística de São Bernardo e de Hugo de Saint-Victor.

As cartas trocadas entre frades e monges dos séculos X, XI e XII, cartas de louvor à mulher amada, cartas impregnadas da influência de Ovídio foram as fontes onde os trovadores saciaram sua sede de bele­za. O trovadorismo provençal celebra o florescimento da vida, tal co­mo a exortação à alegria é feita pela hinologia da Páscoa. Trovadores e minnesaenger aprenderam e incorporaram à sua poética as formas e os ritmos da igreja Medieval. Esses poetas fizeram apenas um cami­nho inverso: partiram do santo para o profano.

Cai gloriosamente a noite medieval. Prorrompe, irrompe implodindo luz, o Renascimento. Mas Thode, Burdach, Carl Neumann, Sabatier, Gebhart, Zabughin, Garin e tantos outros são unânimes em afir­mar que o Renascimento foi gestado no útero da Idade Média. A com­preensão deste fato é essencial para a nossa própria compreensão: o Brasil é descoberto na Renascença, mas a sua civilização se faz sob o signo do Medievo.

Hoje, grandes historiadores ingleses e franceses, dentre os quais se destacam Georges Duby e Jacques le Goff, Guy Fourquin e George Holmes, estão desmontando o mito alinhavado pelos historiadores liberais do século XIX, sobretudo por Michelet. A revisão é total, assentada no rigor da análise documental, que torna a fraude da história um fato arquivável.

Por tudo isto, por se colocar sempre contra a prostituição da histó­ria, o editor Jorge Zahar teve a coragem de empreender a edição brasi­leira deste Dicionário da Idade Média, que não pode faltar a nenhuma biblioteca. Confiou a sua tradução a Álvaro Cabral — homem de saber, e não apenas tradutor competentíssimo, que enriqueceu este dicioná­rio com algumas notas sobre o Medievo Português —, e a sua revisão técnica a um especialista, Hilário Franco Junior, professor de história medieval da Universidade de São Paulo. A idoneidade da edição está plenamente assegurada, para honra da indústria editorial brasileira.



Guia do leitor para uso deste livro

A Idade Média foi dominada durante muito tempo, no espírito do gran­de público, por imagens de façanhas cavaleirescas e ritual cortesão, pelo fervor espiritual e pela sangüinária violência dos cruzados. Esses con­ceitos pitorescos têm sido propensos a obscurecer o verdadeiro valor do período como uma idade de real progresso em todas as áreas, de evolução política e social, de criatividade artística e intelectual, de avanço comercial e científico.

É uma tarefa enorme fazer justiça a esse panorama deformado, e ti­vemos que ser necessariamente seletivos. O intuito preponderante, do começo ao fim do volume, foi fornecer tanto ao principiante quanto ao especialista uma apresentação sumária do pensamento atual sobre os protagonistas, eventos e temas principais relacionados com a histó­ria da Europa — desde a Escandinávia até o Oriente Médio — entre os anos de 400 e 1500, aproximadamente. Dentro desse vasto campo geográfico e histórico, tentamos estabelecer um equilíbrio entre verbe­tes concisos, fatuais, sobre batalhas, tratados, indivíduos e localizações principais, e um tratamento mais discursivo de tópicos de vivo interes­se como background. O dicionário deve, portanto, ser de comprovada utilidade para estudantes e estudiosos como um aide-mémoire, para verificar rápida e facilmente fatos essenciais; e como estimulante guia e companheiro para o leitor curioso, com um interesse mais genérico sobre o período.

Um dicionário como este, de caráter enciclopédico, deve ser mais do que uma inerte coleção de fatos essenciais e, a fim de habilitar o leitor a seguir uma criativa linha de investigação de verbete para verbete, as remissões foram especialmente organizadas para auxiliar a liberdade de movimento, dentro do texto, sem prejudicar a legibilidade. A maio­ria dos nomes próprios não participou das remissões, uma vez que qua­se todos eles, como se pode supor, têm verbetes específicos. Os assun­tos enumerados no final de um verbete encaminham o leitor para tópi­cos afins ainda não mencionados, mas que poderão ser de interesse complementar.

Obras gerais de referência são sugeridas na Nota bibliográfica da p.371, mas títulos mais específicos foram também fornecidos em praticamente todos os verbetes para proporcionar uma completa e atualiza­da bibliografia. Preocupamo-nos em indicar títulos recentes e facilmente acessíveis, salvo quando publicações mais antigas continuam sendo as obras que representam o tratamento clássico de determinado assunto. Quanto aos verbetes onde não é dada qualquer referência bibliográfi­ca, as remissões conduzirão o leitor para um verbete mais extenso, as­sociado, onde os títulos pertinentes são indicados.

As ilustrações foram especialmente escolhidas por seu interesse do­cumental; os números entre colchetes no final de um verbete indicam páginas em outras partes do livro onde ilustrações referentes ao assunto do verbete podem ser encontradas. Também se oferecem dois mapas gerais nas pp. XII e XIII, e numerosos mapas menores e quadros genealógicos foram inseridos ao longo do texto. Os verbetes mais substanciais são atribuídos aos seus autores de acordo com a chave forneci­da na p. XI, com a Lista de colaboradores.

A minha dívida como organizador deste dicionário é grande para com numerosos amigos, colegas e estudantes pesquisadores, que me aju­daram nos verbetes apropriados às suas respectivas especialidades. A dra. Anne Dawtry, á falecida sra. Jane Hebert e a sra. Sara-Jane Web­ber atuaram como subeditoras para algumas seções nas fases iniciais do empreendimento; a sra. Michelle Brown, a dra. Elizabeth M. Hallam, a sra. Elizabeth Lockwood e a dra. Cathy Harding prestaram con­siderável ajuda nas fases subseqüentes. As sras. Miriam van Bers, He­lena Reid e Anne Markinson mantiveram o editor de texto sob contro­le, garantindo que as inevitáveis dificuldades não se tornassem incon­troláveis. Meus agradecimentos a todos e, em especial, ao quadro edi­torial da Thames and Hudson.

Henry Loyn



Nota da edição brasileira

Dois tipos de informações foram acrescidos ao texto original para me­lhor servir aos leitores de língua portuguesa: em alguns casos, infor­mações de conteúdo, quase sempre complementando dados sobre a história de Portugal medieval; mais freqüentemente, informações bi­bliográficas, indicando traduções em língua portuguesa ou espanhola em substituição às mesmas obras citadas em inglês, ou ainda fazendo indicações extras em verbetes importantes ou desprovidos de biblio­grafia. Todos esses acréscimos aparecem entre colchetes, assinalados com NT quando devidos ao tradutor, sendo os demais de responsabilidade do revisor técnico.



Lista de colaboradores

DB Dr. David Bates, professor titular de História, University College, Cardiff

CB Christopher Brooke, professor de His­tória Eclesiástica (Dixie Professor), Gonville and Caius College, Cambridge

RB Dra. Rosalind Brooke, docente de His­tória, Universidade de Cambridge

MB Michelle Brown, assistente de pesqui­sa, Departamento de Manuscritos, British Library, Londres

SB Sarah Brown, Divisão de Arquitetura, Royal Commission on the Historical Monuments of England, Londres

RAB R. Allen Brown, professor de História, King’s College, Universidade de Londres

TJB T. Julian Brown, professor de Paleografia, King’s College, Universidade de Londres

DC David F. L. Chadd, diretor, Escola de História da Arte e Música da Univer­sidade de East Anglia

WD Wendy Davies, professora de História, University College, Londres

AD Dra. Anne Dawtry, professora de His­tória, Chester College, Chester

PD Dr. Peter Denley, professor de Histó­ria, Westfield College, Universidade de Londres

ADD Alan Deyermond, professor de Espa­nhol, Westfield College, Universidade de Londres

GE Dr. Gillian Evans, Fellow, do Fitzwilliam College, Cambridge

JF Jill Franklin, Universidade de East Anglia

PG Philip Grierson, professor Emérito e Fellow do Gonville and Caius College, Cambridge

EMH Dra. Elizabeth M. Hallam, conservadora-assistente do Public Record Offi­ce, Londres

CH Dra. Catherine Harding, Departamen­to de Arte, Queen’s University Kingston, Canadá

JH Jane Herbert, Westfield College, Uni­versidade de Londres

RH Rosalind Hill, Professora Emérita de História, Westfield College, Universi­dade de Londres

GK Dr. Gillian Keir, Westfield College, Uni­versidade de Londres

CHK Dr. Clive Knowles, professor de His­tória, University College, Cardiff

CHL C. Hugh Lawrence, Professor Eméri­to de História, Royal Holloway and Bedford New College, Universidade de Londres

EL Elizabeth Lockwood, Westfield Colle­ge, Universidade de Londres

HRL Henry Loyn, Professor Emérito de História, Westfield College, Universi­dade de Londres

DL David Luscombe, professor de História Medieval, Universidade de Sheffield

GM Professor Geoffrey Martin, Conserva­dor do Public Record Office, Londres

RIM Robert I. Moore, professor-assistente de História Medieval, Universidade de Sheffield

JLN Dra. Janete Nelson, professora de His­tória, King’s College, Universidade de Londres

DN Donald M. Nicol, professor de Grego Moderno e História, Língua e Litera­tura Bizantinas, King’s College, Uni­versidade de Londres

CP Ciaran Prendergast, Royal Holloway and Bedford New College, Universida­de de Londres

JR-S Jonathan Riley-Smith, professor de História, Royal Holloway and Bedford New College, Universidade de Londres

NR Nicolai Rubinstein, Professor Emérito de História, Westfield College, Univer­sidade de Londres

DJS Dr. D. Justin Schove, diretor da St. Da­vid’s School, Beckenham

IS Ian Short, professor de Francês, Birkbeck College, Universidade de Lon­dres

JS Jane Symmons, Westfield College, Universidade de Londres

TSS T.S. Smith

RT Dr. Rodney Thomson, Departamento de História, Universidade da Tasmânia

S-JW Sara-Jane Webber, Westfield College, Universidade de Londres


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