Dimensões morfológicas dos lugares



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D

DIMENSÃO TOPOCEPTIVA

IMENSÕES MORFOLÓGICAS DOS LUGARES




























Maria Elaine Kohlsdorf

&

Gunter Kohlsdorf
Brasília, março de 2005

Dimensão Topoceptiva
Observa as características configurativas dos espaços incidentes na noção de localização dos indivíduos, em termos de orientação e identificação. Examina-se o desempenho topoceptivo dos lugares em diversos níveis de apreensão do espaço: níveis de conhecimento sensível e abrangência universal (percepção e imagem mental) e nível de conhecimento profissional e abrangência restrita (representação projetual).


  1. Nível da Percepção do Espaço

Refere-se ao atendimento de expectativas topoceptivas por meio da percepção humana, nível caracterizado por presença física do observador no espaço considerado. A percepção integra a totalidade dos sentidos e da inteligência, mas a visão é a principal envolvida na percepção espacial humana (em caso de sua deficiência, atua o sistema tátil-cinético). A globalidade qualifica as informações visualmente captadas e sua decodificação, pois se percebem conjuntos com significados, e jamais aglomerados de elementos isolados. As propriedades do sistema visual e cognitivo humano caracterizam a percepção dos lugares por movimento, seleção e transformação de informações morfológicas sensivelmente captáveis; logo, a percepção depende do modo de locomoção do observador (velocidade e veículo). Define-se como técnica de análise neste nível o registro seqüencial, com categorias analíticas correspondentes aos eventos daquele.


O desempeno topoceptivo da área considerada na percepção depende de adequação do nível informativo dos eventos seqüenciais para a orientação espacial e a identificação do lugar onde se está. Para boa orientação, os níveis de informação visual, observáveis por meio dos diversos eventos seqüenciais, devem ter equilíbrio, e jamais escassez ou excesso informativo. Para boa identificação, os referidos níveis devem ter clareza: serem francamente altos, equilibrados ou baixos. Porém, o desempenho topoceptivo global de cada seqüência é dado pela integração dos desempenhos parciais de cada grupo de eventos, própria a diferentes tipos mórficos ou mesmo específica para certas áreas consideradas.
Principais Categorias Analíticas Morfológicas
a 1) eventos gerais das seqüências: observa dois eventos seqüenciais na área considerada:
- estações: são momentos de estímulo visual adequado ao registro perceptivo;

- intervalos: são distâncias métricas e temporais entre duas estações;
a 2) campos visuais: observa cenas ou visadas pertencentes a cada estação seqüencial da área considerada. Podem localizar-se em qualquer direção das possibilidades motoras do observador, mas na pesquisa de percepções universais adotam-se três possibilidades de campos visuais: frontal, lateral direito e lateral esquerdo;
a 3) efeitos visuais: observa os efeitos topológicos e perspectivos que compõem os campos visuais das estações seqüenciais na área considerada, e suas correspondências aos padrões morfológicos (intensidades).

B) Nível da Imagem Mental do Espaço
Refere-se ao atendimento de expectativas de orientação e identificação espacial por meio da evocação mental de lugares previamente experimentados. A imagem mental forma-se por representação e interpretação pela memória de características morfológicas recolhidas na percepção; com esta integra o modo de conhecimento sensível, que se apóia em informações captadas pelos sentidos humanos. A lembrança de experiências anteriores é possibilidade de realização topoceptiva com evidentes vantagens na medida em que utiliza informações pregressas e emprega atividades mentais ausentes na percepção. Por isso o desempenho dos lugares para orientarem e serem identificados costuma ser melhor no nível de formação da imagem mental do que na percepção.
Para análise topoceptiva na imagem mental, usa-se a técnica de representação imagética segundo os elementos de Kevin Lynch; associam-se mapas mentais à representação da área considerada com auxílio da memória, porém empregando os referidos elementos. Analogamente ao nível da percepção, o desempenho topoceptivo na imagem mental depende de adequação do nível informativo, mas este, no caso, refere-se aos elementos de Lynch. Para boa orientação, os níveis de informação visual, esta transformada pela memória nos citados elementos, devem ter equilíbrio, e jamais escassez ou excesso informativo. Para boa identificação, os referidos níveis devem ter clareza: serem francamente altos, equilibrados ou baixos.
Principais Categorias Analíticas Morfológicas
b 1) caminhos: observa os vários trajetos registrados na imagem da área considerada, sejam vias veiculares ou caminhos de pedestres, consolidados ou trilhas informais;
b 2) bairros: observa o registro na imagem mental de partes ou porções da área considerada, que assim se expressam em função de possuírem temáticas configurativas próprias;
b 3) limites: observa a representação imagética de bordas ou fronteiras entre os “bairros” da área considerada, assim como desta em relação ao entorno imediato; limites podem ser de barreira ou costura, conforme aproximem ou afastem as áreas que demarcam;

b 4) pontos focais: observa a reprodução na imagem mental de pontos ou regiões da área considerada que são atratores de pessoas e, por isto, auxiliam a orientação e identificação naquela;

b 5) marcos visuais: observa o registro imagético de elementos que se destacam visualmente na área considerada, tornando-se balizas ou referências topoceptivas.
C) Nível da Representação Projetual do Espaço
Refere-se ao atendimento de expectativas de orientação e identificação espacial expressas em aproximações mais objetivas da realidade do que no modo de conhecimento sensível (níveis da percepção e imagem mental). Emprega representações espaciais geométricas e matemáticas necessárias à fidelidade da construção às idéias do projetista, formando um sistema convencionalmente definido; este possui alto grau de abstração e abrangência não universal. Devido à satisfação de expectativas por orientação e identificação dos lugares realizar-se na percepção e na imagem mental, interessa à topocepção observar representações projetuais do espaço:

  1. não apenas nos atributos individuais dos elementos de configuração dos lugares, mas principalmente em suas características de conjunto com significação (composições). Assim, importam leis de organização de elementos compositivos, como proximidade, nucleação, dispersão, semelhança, contraste etc.;

  2. não apenas na capacidade informativa das representações projetuais dos lugares, mas na qualidade de suas possibilidades de geração de seqüências visuais e referenciais imagéticos.

Para análise topoceptiva na representação projetual, usa-se técnica desenvolvida a partir de categorias propostas por Trieb & Schmidt. Analogamente ao exposto para percepção e imagem mental, o desempenho topoceptivo na representação projetual depende de adequação de níveis informativos, mas estes, no caso, referem-se aos atributos das categorias próprias àquela. Para boa orientação, os níveis de informação visual, possivelmente construídos por meio dos atributos configurativos analisados, devem ter equilíbrio, e jamais escassez ou excesso informativo. Para boa identificação, os referidos níveis devem ter clareza: serem francamente altos, equilibrados ou baixos.


Principais Categorias Analíticas Morfológicas
c 1) categoria de cortes ou projeções ortogonais do espaço: derivada da tradição arquitetônica de representação espacial, aborda dois tipos de elementos, conforme as projeções geométricas se rotacionem para o plano horizontal ou vertical.
- planta baixa: representa a área considerada em projeção ortogonal no plano horizontal, segundo composições de pontos, linhas e superfícies planas. Utiliza-se para análise topoceptiva:


  • malha: composição de linhas obtida da planta por demarcação dos eixos dos canais de circulação (independentes da largura das vias); encontros de segmentos de linha são pontos que representam nós. Incidem na topocepção tamanho e forma dos segmentos e distribuição e angulação dos nós de sua malha;




  • macroparcelas: composição de polígonos, representando a divisão do solo em quadras, quarteirões ou superquadras. Incidem na topocepção a forma e a distribuição das figuras;




  • microparcelas: composição de polígonos, representando a divisão das macroparcelas, e analisadas semelhantemente às mesmas;




  • relações entre espaços abertos, fechados e semi-abertos: proporção entre figura e fundo em planta, na qual as figuras são as projeções dos espaços fechados com paredes e tetos, o fundo, os solos liberados de volumes, e zonas semi-abertas ou cinzas, aqueles espaços apenas com tetos (como árvores e edifícios sobre pilotis).


- conjunto de planos verticais: representa a área considerada em projeção ortogonal no plano horizontal como cortes, fachadas, perfis e silhuetas ou skylines da mesma. As silhuetas são mais utilizadas em análise topoceptiva e compõem-se de:


  • linha de coroamento: linha de contorno que delimita a parte superior da figura de silhueta. Incidem na topocepção o tamanho, a forma e a disposição de seus segmentos;

  • sistema de pontuação: conjunto de vetores verticais que indica contrastes de alturas na silhueta. Incidem na topocepção as diferenças ou semelhanças de intensidade desses vetores, bem como distâncias entre eles;

  • linha de força: linha construída a partir do sistema de pontuações, com base na intensidade dos vetores e nas distâncias entre os mesmos. Incide na topocepção o tipo de composição dos picos e vales da silhueta.


c 2) categoria de elementos compositivos: observa isoladamente os tipos de elementos de composição do espaço da área considerada, em suas características configurativas e nas leis formadoras de conjuntos no interior de um mesmo grupo.
- elementos de sítio físico: examina-se a presença ou ausência do relevo do solo, da vegetação e da água na configuração da área considerada, sejam os mesmos em seu estado natural ou antropicamente modificados. A saber:


  • relevo do solo: examina-se a configuração da superfície do solo, representada por curvas de nível, cortes ou poliedro formado por superfícies correspondentes às diversas inclinações topográficas. Incidem na topocepção da área considerada a presença visual e a configuração do relevo;




  • vegetação: examina-se a configuração dos elementos vegetais isolados e como conjuntos volumétricos. Incidem na topocepção da área considerada presença, configuração e composição de árvores, arbustos e forragens;




  • sistemas hídricos: examina-se a configuração das superfícies hídricas como elementos de composição espacial. Incidem na topocepção da área considerada a presença e a configuração de quaisquer cursos d’água, espelhos, lagos, mar etc.;


- elementos edilícios: observa-se a participação da forma dos edifícios, tanto isoladamente quanto formando conjuntos, na composição espacial da área considerada. Analisa-se a configuração edilícia por meio de:


  • relações intervolumétricas: observa-se o grau de contigüidade ou intersticialidade dos edifícios. Importam à topocepção da área considerada os graus de contigüidade e intersticialidade entre os volumes edilícios;




  • relações entre edifícios e espaços públicos: observam-se as relações de transição entre edificações e espaços públicos abertos, por meio de portas dos edifícios, afastamentos frontais e presença ou não de elementos de separação, como muros ou grades. Importa à topocepção da área considerada as proporções entre relações edilícias diretas e indiretas na mesma;




  • volumetrias: observam-se características métricas, geométricas e de composição dos volumes edificados, representados como poliedros. Importam à topocepção da área considerada tamanho, proporção e complexidade morfológica das volumetrias, assim como participação visual da cobertura nas configurações dos edifícios;




  • fachadas: observa-se a forma das fachadas edilícias voltadas para as áreas livres públicas em termos de tamanhos (larguras e alturas), proporções, zoneamento, relações entre vedações e aberturas, materiais, cores, texturas e elementos decorativos. Importa à topocepção da área considerada a diversidade informativa das características de fachadas, conforme construam conjuntos mais ou menos complexos;




  • relações entre temas-bases e temas-destaques: observam-se os papéis dos edifícios a partir de sua carga informativa visual em conjuntos, conforme sejam bases (informativamente mais frágeis) ou destaques (mais fortes). Importam à topocepção da área considerada clareza e graus de complexidade tanto dos tipos de ambos os temas, quanto de suas relações.


- elementos complementares: analisa-se a participação da forma de outros elementos de composição espacial, isoladamente ou formando conjuntos, na configuração da área considerada:


  • elementos de sinalização: analisa-se o papel da forma de diversos elementos (placas, totens etc.) dispostos nas áreas livres públicas com finalidade de orientar e controlar o trânsito, comunicar endereços etc. Importam à topocepção tamanho, proporção, complexidade morfológica e composição desses elementos;




  • veículos de propaganda: : analisa-se o papel da forma de elementos (placas, totens etc.) dispostos em fachadas e logradouros com finalidade de transmitir informações sobre produtos e serviços. Importam à topocepção proporção, complexidade morfológica e composição desses elementos;




  • pequenas construções: : analisa-se o papel da forma de edifícios que, por suas pequenas dimensões e papel, não pertencem à categoria das edificações (bancas de revistas, abrigos de ônibus, coretos, esculturas etc). Importam à topocepção tamanho, proporção, complexidade morfológica e composição desses elementos;




  • mobiliário urbano: : analisa-se o papel da forma de elementos com características de maior mobilidade e menor escala (bancos, lixeiras, telefones públicos, caixas de correios, postes, luminárias, cercas, hidrantes, fontes etc). Importam à topocepção tamanho, proporção, complexidade morfológica e composição desses elementos;




  • elementos de engenharia urbana: : analisa-se o papel da forma de elementos de grande porte (viadutos, passarelas, pontes, piers etc.). Importam à topocepção tamanho, proporção, complexidade morfológica e composição desses elementos.


c 3) categoria-síntese: realiza-se a síntese das categorias e elementos anteriormente apresentados, em uma abordagem da área considerada como conjunto.
- estrutura interna do espaço: observa a área considerada em sua estrutura configurativa intervolumétrica, por meio de:


  • unidades morfológicas: são elementos de configuração intervolumétrica (ruas, avenidas, quarteirões, praças etc.) básicos na estrutura morfológica de cada situação. Definem-se por relações entre alturas, larguras e profundidades; continuidade e forma de suas superfícies (paredes, pisos e eventuais tetos). Implicam condições topoceptivas a clareza e o grau de complexidade das configurações das unidades morfológicas;




  • partes do todo: são diferentes temáticas configurativas, resultantes de sínteses das categorias projetuais anteriormente descritas, que identificam porções distintas da área considerada. Definem-se pelas características morfológicas dos elementos das referidas categorias; implicam condições topoceptivas a clareza, o grau de complexidade e o contraste ou associatividade das configurações das partes do todo;

  • relações configurativas com o entorno: são relações morfológicas estabelecidas entre a área considerada e seu entorno imediato (continuidade, semelhança, contraste etc.), através das características de cada elemento das categorias anteriormente descritas. Implicam condições topoceptivas a clareza e o grau de complexidade das relações configurativas entre a área considerada e seu entorno imediato;




  • conexões visuais: são acessos ou corredores visuais entre as partes do todo, e da área considerada com seu entorno imediato. Definem-se pelas ligações de movimento viário e de pedestre, mas também exclusivamente visuais. Implicam condições topoceptivas a clareza, quantidade e contraste ou associatividade das configurações das conexões visuais.



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