Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens



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LANÇAMENTO – FILOSOFIA

Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens
de Jean-Jacques Rousseau

Tradução de Paulo Neves

Introdução de João Carlos Brum Torres
Volume 704 da Coleção L&PM POCKET – 176 páginas – R$ 12

ISBN 978-85-254-1771-8 Código de barras: 9788525417718




A Coleção L&PM POCKET lança Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens, obra que é referência fundamental para o estudo da filosofia e da história política. Escrito pelo filósofo Jean-Jacques Rousseau em 1755, o ensaio denuncia as disparidades econômicas, sociais e políticas existentes entre os homens a partir da identificação da origem da desigualdade.

O Discurso nasceu da perplexidade e do fascínio de Rousseau ao se deparar com a questão proposta pelo concurso da Academia de Dijon sobre a fonte da desigualdade humana. Na época em que foi publicado, seu estudo crítico exerceu grande influência sobre o pensamento cultural e político e inspirou os líderes da Revolução Francesa com seu entusiasmo e com a defesa apaixonada de seus ideais.

O livro é composto por uma “Dedicatória”, na qual Rousseau elogia sua terra natal, Genebra, e um “Prefácio”, que expõe a estrutura do ensaio e o método seguido. Por fim, o filósofo apresenta ao leitor o “Discurso”, onde analisa os dois tipos de desigualdades presentes na espécie humana: a natural ou física, e a moral ou política. Rousseau concentra-se na origem da desigualdade moral ou política, elaborando uma doutrina segundo a qual o homem é um ser naturalmente bom, cuja bondade foi corrompida pela sociedade; portanto é preciso, sempre que possível, voltar à virtude primitiva.

Escrito há mais de dois séculos, o texto de Rousseau continua bastante atual, antecipando o que viria ser o pensamento crítico da idéia de civilização, expressão consolidada somente no século XX.
Jean-Jacques Rousseau (1712-1778) nasceu em Genebra, Suíça. Em 1742, radicou-se em Paris, onde trabalhou como professor, copista e secretário de um embaixador. Em 1750, foi premiado pela Academia de Dijon pelo Discurso sobre as ciências e as artes. Cinco anos depois, publicou o Discurso sobre a origem e os fundamentos da desigualdade entre os homens (1755), obra de grande importância histórica. Fiel a seu sistema, rejeitou as extravagâncias da civilização, condenando o teatro na Carta a d’Alembert sobre os espetáculos (1758), que lhe privou da amizade dos filósofos. Suas obras-primas são: A nova Heloísa (1761), O contrato social (1752; Coleção L&PM POCKET, 2007) e Emílio (1762). Publicou ainda Confissões (póstumas, 1782 e 1789) e Os devaneios do caminhante solitário, composto de 1776 até sua morte.

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