Divaldo pereira franco



Baixar 0.55 Mb.
Página1/10
Encontro29.11.2017
Tamanho0.55 Mb.
  1   2   3   4   5   6   7   8   9   10




FLORAÇÕES EVANGÉLICAS

DIVALDO PEREIRA FRANCO

DITADO PELO ESPÍRITO JOANNA DE ÂNGELIS

ÍNDICE
FLORAÇÕES EVANGÉLICAS
CAPÍTULO 1 = SEMEADOR DE LUZ

CAPÍTULO 2 = PRESENÇA

CAPÍTULO 3 = CRISTO EM CASA

CAPÍTULO 4 = OBREIROS DA VIDA

CAPÍTULO 5 = ILUSÕES

CAPÍTULO 6 = INVESTIMENTOS

CAPÍTULO 7 = PROBLEMAS PESSOAIS

CAPÍTULO 8 = PRESUNÇÃO

CAPÍTULO 9 = NAS MÃOS DE DEUS

CAPÍTULO 10 = DISSENSÃO

CAPÍTULO 11 = COM REGOSIJO

CAPÍTULO 12 = EXAMINANDO A DESENCARNAÇÃO

CAPÍTULO 13 = CONFIANÇA EM DEUS

CAPÍTULO 14 = PROVAÇÃO REDENTORA

CAPÍTULO 15 = SEM PARAR

CAPÍTULO 16 = DESGRAÇAS TERRENAS

CAPÍTULO 17 = ANTE À DOR

CAPÍTULO 18 = TESTEMUNHO

CAPÍTULO 19 = EXAMINANDO A SERENIDADE

CAPÍTULO 20 = RETORNO

CAPÍTULO 21 = MEDO

CAPÍTULO 22 = INCOMPREENSÃO E FIDELIDADE

CAPÍTULO 23 = ACUSAÇÕES E ACUSADORES

CAPÍTULO 24 = MÁGOA

CAPÍTULO 25 = VELÓRIOS

CAPÍTULO 26 = DIRETRIZES

CAPÍTULO 27 = SACRIFÍCIO

CAPÍTULO 28 = GRATULAÇÃO

CAPÍTULO 29 = LOUVOR AO LIVRO ESPÍRITA

CAPÍTULO 30 = RESIGNAÇÃO

CAPÍTULO 31 = AINDA A HUMILDADE

CAPÍTULO 32 = COM DISCERNIMENTO

CAPÍTULO 33 = UM CORAÇÃO AFÁVEL

CAPÍTULO 34 = ACIDENTES

CAPÍTULO 35 = CIZÂNIA

CAPÍTULO 36 = PERDOAR

CAPÍTULO 37 = ESPÍRITO DA TREVA

CAPÍTULO 38 = LOUVOR

CAPÍTULO 39 = MAIS AMOR

CAPÍTULO 40 = UMA PAGA DE AMOR

CAPÍTULO 41 = PESSIMISMO E JESUS

CAPÍTULO 42 = LÂMPADAS, RECEPTORES E TRANSMISSOR

CAPÍTULO 43 = PROMOÇÃO

CAPÍTULO 44 = EM REVERÊNCIA

CAPÍTULO 45 = ANTE À JUVENTUDE

CAPÍTULO 46 = BOM ÂNIMO

CAPÍTULO 47 = MARCO DIVISÓRIO

CAPÍTULO 48 = BENS VERDADEIROS

CAPÍTULO 49 = VALORES E POSSES

CAPÍTULO 50 = TOLERÂNCIA E FRATERNIDADE

CAPÍTULO 51 = RECURSOS ESPÍRITAS

CAPÍTULO 52 = RESPOSTAS INDIRETAS

CAPÍTULO 53 = PENHOR DE FÉ

CAPÍTULO 54 = PROBLEMAS, FÁCILIDADES E FÉ

CAPÍTULO 55 = FALSOS PROFETAS

CAPÍTULO 56 = SEXO E OBSESSÃO

CAPÍTULO 57 = CULTOS AOS MORTOS

CAPÍTULO 58 = PIEDADE FRATERNAL

CAPÍTULO 59 = SOCORRO MEDIÚNICO

CAPÍTULO 60 = ORAÇÃO NO ANO NOVO



FLORAÇÕES EVANGÉLICAS
Nestes dias tumultuosos, quando o homem so­fre o impacto de várias vicissitudes e os conceitos tradicionais experimentam severa crítica, dando sur­gimento à nova ética, é mister que se faça uma pausa nas atividades complexas quão apressadas no dia-a-dia, para indispensáveis reflexões.

A rebeldia e a violência que irrompem em todos os campos como de todos os lados, parecem amea­çar as estruturas antiquadas, malgrado asseve­rando a necessidade de mudanças radicais, não apresentem qualquer programa merecedor de consi­deração, que valha a pena respeitar, pelo menos inicialmente.

Dizem, porém, os partidários da chamada “re­volução das idéias novas” que o essencial é tudo mudar de imediato, renovando as fórmulas, por es­tarem erradas as soluções vigentes.

O futuro, afir­mam algo incoerentes, dirá, posteriormente, o que se deverá fazer. Este seria o momento de modificar, de destruir os ídolos da ficção e da mentira, con­vocando o homem, desde a mais jovem idade à rea­lidade, aos valôres legítimos da vida, conquanto não deixem de ser transitórios.

Indubitavelmente, muita coisa merece, deve ser transformada e o será a seu tempo.

Em qualquer época de renovação social — como só acontecer a êste período histórico, já previsto há um século pelo Codificador do Espiritismo (*) — a queda das Instituições ultramontanas, dos podê­res arbitrários, superados pelas próprias finalidades e realizações, sempre mereceu destaque no pro­grama dos paladinos encarregados das demolições para as conseqüentes reedificações a benefício da nova sociedade, em outras bases favoráveis ao homem e à comunidade.

Ocorre, porém, que os remanescentes dos idea­listas de todos os tempos se deixaram hoje fascinar pelas aberrações de variada expressão, elegendo mini-conceitos e mini-valôres, sem dúvida, que a êles próprios, sequer, não conseguem convencer.

São divulgadas com entusiasmo as conquistas intelectuais, e nos laboratórios os modernos investi­gadores sonham com uma genética a seu bel-prazer, que lhes sofra incursões da mais ampla aventura como da fantasia, e, estimulados pelos resultados a que chegaram as Ciências modernas, eliminam a ética que deve vigir no âmago de tôdas as reali­zações, apresentando-se, êles mesmos, atormentados, sediciosos, inquietos...

Substituindo as expressões da cultura, cunham-se vocábulos que traduzam as aspirações e usos da atualidade: “onda”, “embalo”, “curtição”, “fossa”, “ca­fonice”, partindo-se de imediato para as questões palpitantes que descem a vulgaridades inconseqüen­tes, tais como o “adultério”, o “homossexualismo”,
(*) «O Espiritismo não cria a renovação social: a madureza da Humanidade é que fará dessa renovação uma necessidade. Pelo seu poder moralizador, por suas tendências progressistas, pela amplitude de suas Vistas, pela generalidade das questões que abrange, o Espiritismo é mais apto, do que qualquer outra doutrina, a secundar o movimento de regeneração; por isso é ele contem­porâneo desse movimento». «A Génese», de Allan Kardec, 14ª Edição da FEB — Capítulo 18º — Item 25. - Nota da Autora espiritual.
o “divórcio”, a “inseminação”, o “bebê-de-proveta», o “abôrto”, a “prostituição”, a “toxicomania” como que estimula mais a alucinação que domina em quase todos os departamentos humanos da Terra, na atualidade.

O homem, assim, conquista o Sistema Solar em que se encontra localizado o domicílio terrestre, mas perde a paz.

Descobre o mecanismo da vida e malbarata a existência.

Realiza Incursões vitoriosas nas partículas cons­titutivas do átomo, porém desagrega-se interiormente.

Sonha com o amor, todavia entorpece-se nas paixões -

Aspira à felicidade, entretanto intoxica-se nos gozos brutalizantes -

Estudos, técnicas, programas para verificação e avaliação do nOvo “status” engendrados por orga­nismos especializados apresentam relatórios, suge­rem fórmulas; apesar disso os resultados redundam inóquos, quando não se revelam simplesmente nu­los...

Faleceram, sim, os valOres morais, substituidos por uma pseudomoralidade e as conquistas inesti­máveis, resultantes dos tempos e dos esforços herói­cos, parecem impotentes para deter as aberrações.

Verdadeiramente, de tOda a mixórdia que de­corre dêstes dias de transição, surgirão os nobres valores da evolução inadiável, cujo investimento su­perior a Divina Misericórdia desde há muito vem aplicando através do Senhor da Vida, mui sàbia­mente.

Tarefa inapreciável está reservada ao Espiri­tismo nestes dias em que o progresso moral, e somente êle, poderá assegurar a verdadeira felicidade, por dispor dos meios hábeis para suplantar e ven­cer as paixões predominantes ainda em a natureza humana. Ao Espiritismo, sim, porque Cristianismo redivivo que é, através da sua estrutura doutrinária, científica, filosófica, religiosa e moral e das diretri­zes iluminativas de que se constitui, está destinado o dever de contribuir com eficácia para o trabalho de construção da geração porvindoura, conduzindo, em conseqüência, a nova mentalidade e desarticu­lando o materialismo.

Por isso, reverenciando e atualizando os ensina­mentos cristãos, “O Evangelho Segundo o Espiri­tismo”, em estudando as lições morais de Cristo, apresenta-se como a ética legítima para o hoje como para o amanhã da Humanidade, que não é possível subestimar.

Através destas páginas (**) — que nada adicio­nam aos sublimes ensinos de Jesus Cristo nem às nobres lições de Allan Kardec — trazemos a lume mais uma dentre as muitas florações evangélicas, como resultante do carinho do Jardineiro Divino em trabalho contínuo no campo fértil das almas humanas, fazendo que espouquem côres, aromas e belezas evocativos do Reino de Deus, que em fu­turo já presumível e não muito remoto se estabe­lecerá na Terra, ora balizada para a Era Feliz a que todos aspiramos.


Joana de Ãngelis

Salvador, 13 de setembro de 1971.


(**) Oportunamente, à medida que as escrevíamos, diversas das páginas que constituem o presente volume apare­ceram na Imprensa Espírita. Agora, porém, tôdas foram revisadas por nós própria, para melhor entro­samento no conjunto, às quais ora adicionamos os textos que nos inspiraram ao grafá-las, conforme estão insertos em «O Novo Testamento, e em «O Evangelho Segundo o Espiritismo», de Allan Kardec, 52ª Edição da FEB. - Nota da Autora espiritual.

1

SEMEADOR DE LUZ
Esparzem os raios de luz que. espoucam na tua alma, junto ao solo dos corações, enquanto medram soberanas sombras e imprecações.

Malgrado estejam feridas tuas mãos pelo caja­do das lutas quotidianas, não seja isto empecilho para o mister da sementeira. Pelo contrário, per­mite que as gôtas de suor da face cansada e as bagas sanguinolentas, caindo na terra das almas se transformem na umidade generosa que desenvolve o embrião a dormir no casulo do amor latente em todos.

Embora os pés assinalados pela presença dos espinhos e da urze, avança na direção do Infinito, alargando a vereda que se estreita à frente para que os da retaguarda possam avançar também.

Não fales de cansaço nem arroles decepção. Aquêles que entesouram o amor podem desdobrar em milhares as moedas da coragem, para continua­rem ricos de entusiasmo.

Multiplicam os haveres na razão em que os doam e quanto mais distribuem mais possuem, conseguindo o milagre da felicidade onde se encontram.

Passam muitas vêzes combatidos pela indolência de uns e perseguidos pela rebeldia de outros, mas não se detêm.

Utilizando o tempo com propriedade, por re­conhecerem que a hora da semeação passa breve e é necessário aproveitar o momento azado, não se rebelam, nem recalcitram, insistindo e perseverando com otimismo.

Semeador da luz: não temas a treva nem a discórdia, a precipitação ou a preguiça.

Muitos se dizem cansados no campo; outros se afirmam desiludidos; vários desejam renovar emo­ções caracterizando-se por inusitada saturação; al­guns simplesmente desertaram, e onde medravam as primeiras plântulas a erva daninha triunfa e a desolação governa... Prossegue tu, porém, insisten­temente, mesmo que te suponhas abandonado, a sós
* * *
Há aquêles que semeiam animosidades e depa­ram idiossincrasias.

Abundam os que espalham a ira e defrontam resíduos de ódios onde chegam.

Na alfândega da vida muitos apresentam dis­farçadas as sementes da maledicência e da infâmia esperando liberação.

O imposto da impertinência, porém, cobra taxas pesadas àqueles que se fazem fiscais em nome da impiedade.

Por isso, na gleba imensa dos homens surgem e ressurgem tantos afligentes e afligidos disputando espaço na ribalta da ilusão fisiológica. Passam dis­farçados, enganadores ou enganados, na busca do desencanto. São, também, semeadores do desconcêr­to que defrontarão adiante...

Mesmo os cardos se enflorescem, algumas vê­zes, e as pedras refulgem quando lapidadas.

Semeia, pois, a luz da esperança, ainda e sem­pre, desde que se te depare oportunidade feliz.
* * *
Um dia, um Homem Sublime abandonou por um pouco um jardim de estrêlas para depositar nas criaturas da Terra gemas de refulgente esperança em torno do Seu Reino.

Ímpios e caídos, hipócritas e pecadores, nobres e plebeus, gentes simples e prepotentes receberam Sua dádiva e fizeram que mergulhassem na terra das suas vidas os raios da Sua luz, transformando-se em sóis de bênçãos que, desde então, clareiam os destinos da Terra. E ele mesmo, quando foi desde­nhado numa cruz, fulgurou numa excelente madru­gada, continuando a semear a luz da imortalidade na mente e no coração dos que jaziam na sombra da saudade e do medo.


*
Pondo-vos a caminho, pregai que está pró­ximo o Reino dos Céus”.

Mateus: capítulo 10º, versículo 7.
*
As grandes vozes do Céu ressoam como sons de trombetas, e os cânticos dos anjos se lhes associam. Nós vos convidamos, a vós homens, para o divino concêrto. Tomai da lira, fazei uníssonas vossas vozes e que, num hino sagrado, elas se estendam e re­percutam de um extremo a outro do Universo”.

Prefácio, parágrafo 3.

2

PRESENÇA
E Ele veio!

Multissecularmente aguardado como a esperan­ça de Israel, ei-Lo que surge no período em que a História repete as glórias de Péricles e o pensamen­to cultiva as belezas, conquanto a barbaria coman­dasse homens e governos, estabelecendo um marco nOvo para a contagem das Idades em relação ao porvir.

Não que os tempos fOssem diferentes. Herodes, na sua jactância, não passava de subalterno áulico de César, guindado à posição de relêvo graças à im­piedade de que se fazia instrumento. A política de dominação, em tOda parte, estabelecia a exploração do homem pelo homem e a opressão da fôrça em detrimento do direito. A sociedade desvairava e o valor do homem eram as suas posses transitórias. As ambições se avolumavam traçando as diretrizes do poder e estiolavam as mais nobres florações do sen­timento...

As artes e a cultura, porém, desabrochavam nes­ses dias, ensejando maiores ideais na capital do Império que exportava conceitos de paz e beleza não obstante o clangor da guerra e o aríete das arbi­trariedades...

... E Ele veio!

A Sua presença assinalou de paz o período da nova Era. Não a paz externa, lavrada em audaciosos conciliábulos e sustentada pela usurpação do crime: Era uma aragem de ventura que penetrava os Espíritos e os pacificava interiormente, predispondo-os ao amor.

Seu verbo manso e ameno, marchetado da se­veridade que dimana do conhecimento da Vida e da Verdade, modificou a estrutura do pensamento filosófico e social, desde então traçando nova pauta para as criaturas do porvir.

Perseguições e calúnias — miasmas dos peque­nos homens de todos os tempos — não Lhe dimi­nuiram a grandeza do ensino nem a elevação do serviço. E mesmo crucificado não foi vencido...

Submisso pela humildade excelsa nunca apare­ceu alquebrado, curvado ante os contemporâneos.

Erecto esteve na Cruz, donde partiu para a Pátria Verdadeira, ooncitando-nos a segui-Lo.


* * *
Ainda hoje Jesus é a esperança que se tornou realidade.

Israel desejava um Rei arbitrário e vingador.

A Humanidade tentou fazê-Lo dominador e cruel através dos séculos.

Israel aguardava e ainda espera um Enviado implacável no seu ódio de raça e de ambição.

A Humanidade procurou torná-Lo senhor de to­dos, esmagando os insubmissos e rebeldes...

Hoje também ainda é assim.

Jesus, porém, nestes dias de inquietação e de­sassossêgo, é a esperança que domina os espíritos e a paz que penetra os corações.

O homem subjuga o homem, os governos se entrechocam no domínio das armas, a fome amea­ça e dizima milhões de vidas cada ano, as enfermidades espalham pavores, a escassez de amor en­louquece, no entanto, neste clima sócio-moral da atua­lidade, Jesus retorna e convida a outras cogitações.

Canta um nôvo e permanente Natal no burgo das almas da Terra que O esperam.

Estado interior, Jesus é comunhão de alma pa­ra alma a emboscar-se nos homens confiantes.

O Cristo amansa as paixões e suaviza as In­quietações da vida, fixando naqueles que O conhecem os caracteres iniludiveis da Sua presença.
* * *
Sentindo a mensagem dEle no espírito que agora se volta para as coisas elevadas da vida — após o cansaço e o desgôsto das investidas infrutí­feras na vivência da ilusão — não te permitas con­taminar pelos fluídos maléficos dêstes dias turbu­lentos. Movimenta os braços e atua na ação eno­brecedora a benefício dos que sofrem.

E, se ao te reclinares ao leito estiveres assina­lado por alguma dor ou desencantado por qualquer afronta, mergulha o pensamento na mensagem dEle e busca escutá-lo no coração.

Fazendo o necessário silêncio interior, ouvirás a Sua voz em acalanto de ternura e alento, encorajando-te para prosseguir, constatando que em verdade Ele veio e demora-se ao teu lado, esperando, hoje como on­tem, que o mundo moral da Terra modifique o seu clima e haja paz perene entre todos os homens, através dos teus sacrifícios desde agora.
*
Segui-me, e eu farei que vos torneis pescadores de homens”.

Marcos: capítulo 1º, versículo 17.
*
Mas o papel de Jesus não foi o de um simples legislador moralista, tendo por exclusiva autoridade a sua palavra. Cabia-Lhe dar cumprimento às profecias que Lhe anunciaram o advento; a autoridade Lhe vinha da natureza excepcional do Seu Espí­rito e da Sua missão divina”.

Capítulo 1º — Item 4.

3



  1   2   3   4   5   6   7   8   9   10


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal