Edital de pregão presencial nº



Baixar 0.98 Mb.
Página6/8
Encontro10.02.2018
Tamanho0.98 Mb.
1   2   3   4   5   6   7   8

CLÁUSULA DÉCIMA NONA: Faz parte integrante desta Ata de Sessão Pública de Pregão.


 

CLÁUSULA VIGÉSIMA - As despesas decorrente com a execução do presente TERMO DE ATA correrão à conta das dotações:

10.02.00/15.452.8004 – 2268 / 3.3.90.30.99 Desp. 342 Fonte 01 40002

SETRANSP 10.02.00/15.452.8004 – 2268 / 3.3.90.39.99 Desp. 344 Fonte 01 40002

10.02.00/15.452.8004 – 2268 / 3.3.90.39.99 Desp. 919 Fonte 91 40002

    


CLÁUSULA VIGÉSIMA PRIMEIRA - Fica eleito o foro da Comarca de Praia Grande, para dirimir eventuais controvérsias decorrentes do presente termo de Ata.
Para firmeza e como prova de assim haverem, entre si, pactuado, é lavrado o presente TERMO DE ATA em 03 (três) vias de igual forma e teor, o qual, depois de lido e achado conforme, é assinado pelas partes e pelas testemunhas abaixo. Pelo que eu, __________ digitei, assino e dato. Palácio São Francisco de Assis, Prefeitura da Estância Balneária de Praia Grande, aos .. de ..... de 2010.

EDUARDO RODRIGUES XAVIER

Secretário de Trânsito e Transporte


CONTRATADA



TESTEMUNHAS

1. ________________

2. ________________

Proc. 29.090/2009

ANEXO V


DECLARAÇÃO
A

PREFEITURA DA ESTÂNCIA BALNEÁRIA DE PRAIA GRANDE

REF. PREGÃO: nº 094/10

PROCESSO: 29090/2009

OBJETO:

Declaramos, para todos os fins e efeitos de direito, sob as penas da lei, que nossa empresa atende ao disposto no art. 7º, XXXIII, da Constituição Federal.


“XXXIII - proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos”.

Praia Grande, ____ de _______________ de 2010.


___________________________________________



Razão Social da empresa proponente

CNPJ:


___________________________________________

Assinatura do representante legal

Cargo:


Carteira de identidade n.º:

CPF n.º:


(Obs.: Esta declaração deverá ser entregue dentro do envelope n.º 2 – HABILITAÇÃO)


ANEXO VI

DECLARAÇÃO DE MICROEMPRESA OU EMPRESA DE PEQUENO PORTE

DECLARO, sob as penas da lei, sem prejuízo das sanções e multas previstas no ato convocatório, que a empresa ___________________________________ (denominação da pessoa jurídica), CNPJ ______________________________ é microempresa ou empresa de pequeno porte, nos termos do enquadramento previsto na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006, cujos termos declaro conhecer na íntegra, estando apta, portanto, a exercer o direito de preferência como critério de desempate no procedimento licitatório do Pregão nº ...../10, realizado pela Prefeitura da Estância Balneária de Praia Grande.


.........................., aos ........ de ..................... de 2010.

______________________________________________

Nome e assinatura do representante

RG nº_____________________________


ANEXO VII
TERMOPLÁSTICO PARA SINALIZAÇÃO HORIZONTAL PELO PROCESSO DE ASPERSÃO

(HOT-SPRAY)
1.Objetivo
A presente especificação tem por objetivo estabelecer as características e condições mínimas para os serviços de sinalização horizontal com a utilização de material termoplástico retrorrefletorizado pelo processo de aspersão (Hot Spray).
2.Definições
A aplicação de pintura à base de material termoplástico por aspersão (Hot Spray) é a operação que visa à execução de marcas, símbolos e legendas na superfície das pistas de uma via mediante a utilização de equipamentos, ferramentas e gabaritos adequados.
3.Requisitos Gerais
Termoplástico deve apresentar boas condições de trabalho e suportar temperatura de até 80 ºC, sem sofre deformações.
O termoplástico deve ser inerte a intempéries, combustíveis e lubrificantes.
O termoplástico deve produzir marcas que se agreguem firmemente ao pavimento não se destacando do mesmo em consequência de esforços provenientes do tráfego.
O termoplástico deve ser passível de remoção intencional, não ocasionando danos significativos ao pavimento.
O termoplástico não deve possuir capacidade destrutiva ou desagregadora do pavimento.
O termoplástico não deve ser aplicado sobre pavimento de concreto, a não ser se faça uma pintura de ligação com material apropriado.
O termoplástico depois de aplicado deve permitir a liberação do tráfego em 5 minutos.
O termoplástico deve manter integralmente a sua coesão e cor após a sua aplicação no pavimento.
O termoplástico quando aquecido à temperatura exigida para sua aplicação, não deve desprender fumos ou gases tóxicos que possam causar danos à pessoas ou a propriedades.
4.Materiais
O termoplástico corresponde à mistura de ligantes; partículas granulares com elementos inertes, pigmentos e seus agentes dispersores, micro esferas de vidro e outros componentes que propiciem a finalidade a que se destina, deve atender aos requisitos da NBR 13159.

O ligante deve ser constituído de resinas naturais e/ou sintéticos e um óleo, como agente plastificante. As partículas granulares são constituídas por talco, dolomita, calcita, quartzo e outros materiais similares e microesfera de vidro do tipo I A, conforme NBR 6831.

Pode ser nas cores branca ou amarela, conforme especificações do projeto de sinalização. No termoplástico de cor branca, o pigmento deve ser o dióxido de titânio rutilo e no de cor amarela deve ser o cromato de chumbo ou sulfeto de cádmio. Os pigmentos empregados devem assegurar uma qualidade e resistência à luz e ao calor, tais que a tonalidade das faixas permaneçam inalteradas.


5. Equipamentos
Devem ser utilizados os seguintes equipamentos:
vassouras, escovas;

compressores para limpeza com jato de ar ou água, de forma a limpar e secar apropriadamente a superfície a ser demarcada.

aparelho de projeção pneumática, mecânica ou combinada.

implementos auxiliares para demarcação manual quantos forem necessários à execução satisfatória do serviço.

usina móvel montada sobre caminhão, constituída de dois recipientes para fusão de material, branco e amarelo, providos de queimadores, controle de temperatura e agitadores com velocidade variável;

sapatas para aplicação manual com largura variável de 100 e 500 mm e abertura de 3 mm;

carrinho semeador para aplicação e distribuição de microesferas com largura variável de 100 a 500 mm;

veículo auto-propulsor contendo recipiente com capacidade variável e aquecimento indireto, câmara para óleo térmico; para os veículos de projeção pneumática. O recipiente deve ser pressurizado, para conduzir o material até a pistola, e nos equipamentos de projeção mecânica, o material deve ser conduzido através de bomba até a pistola;

termômetros em perfeito estado de funcionamento na câmara de óleo e no recipiente, para fusão do material termoplástico;

conjunto aplicador contendo uma ou duas pistolas próprias para termoplástico e semeador de microesferas de vidro;

aquecimento indireto com óleo térmico, para todo o conjunto aplicador, ou seja, mangueira condutora do material termoplástico e pistola;

compressor com tanque pulmão de ar destinado à: pressurização do recipiente de termoplástico, nos equipamentos de projeção pneumática, tanque de microesferas;

limpeza do pavimento e para atomização do material; acionamento das pistolas para termoplástico e microesferas;

Dispositivos de aplicação contínua e intermitente para execução das linhas simples ou duplas de materiais utilizados;

dispositivos, acessórios de controle de segurança em painéis na cabine do veículo e na plataforma de comando do conjunto de aplicação;

sistema de aquecimento, podendo ser com queima de gás ou óleo diesel;

gerador de eletricidade para alimentação dos dispositivos de segurança e controle;

dispositivo balizador para direcionamento da unidade aplicadora durante a execução da demarcação.

termômetro para quantificar a temperatura ambiente do pavimento, um higrômetro para a umidade relativa do ar, trena e um medidor de espessura.
6.Embalagem
O termoplástico deverá ser acondicionado em sacos multifolhados de papel plástico, devidamente fechados e lacrados, bem como em embalagens padronizadas, nas quais deve figurar em local visível e legível:
Nome do fabricante;

Nome do produto;

Número do lote de fabricação;

Data de fabricação;

Cor do Material;

Máxima temperatura de aquecimento;

Prazo de validade;

Quantidade contida, em quilos;



7.Requisitos Específicos


QUANTITATIVOS

MÍN.

MÁX.

Ligante, % em massa na mistura

18

28

Para o termoplástico branco Tio 2, % em massa na mistura

08

-

Para o termoplástico amarelo, % em massa na mistura







PbCro Cromato de Chumbo

02

-

CdS Mundial

01

-

Microesfera, % em massa na mistura

20

40

Massa específica, 9/cm3

1,85

2,25

Ponto de amortecimento, ºC

90

-

Deslizamento, %

-

5

Resistência à abrasão, g

-

0,4



8.Execução
8.1 Considerações Gerais
Os serviços não podem ser executados quando a temperatura ambiente estiver acima de 30ºC ou estiver inferior a 3ºC, e quando tiver ocorrido chuva 2 horas antes da aplicação;

A temperatura de aplicação do material termoplástico não deve ser inferior a 165ºC e superior a 180ºC.

Quando aplicada sobre pavimento de concreto deve ser precedida de pintura de ligação. É obrigatória a execução da pintura de contraste preta, a pintura de ligação deve ser feita sobre a tinta preta, após a sua secagem.

A espessura de aplicação após a secagem deve ser de, no mínimo, 1,5 mm.

A abertura do trecho ao tráfego somente pode ser feita após, no mínimo, 5 minutos após o término da aplicação.

A aplicação deve ser por projeção pneumática ou mecânica.


8.2 Pré-marcação
Deve ser efetuada pré-marcação antes da implantação a fim de garantir o alinhamento e configuração geométrica da sinalização horizontal.

Nos casos de recuperação de sinalização existente, não é permitido o uso das faixas de pinturas existentes como referencial de marcação.

Quando, a marcação da pintura nova não for coincidente com a existente, e for necessária a remoção da pintura antiga, a remoção deve ser executada conforme o item 4.4 da NBR 15405.
8.3 Limpeza
Antes da aplicação da tinta, a superfície do pavimento deve estar limpa, seca, livre de contaminantes prejudiciais à pintura. Devem ser retirados quaisquer corpos estranhos aderentes ou partículas de pavimento em estado de desagregação.
8.4 Mistura das Esferas de Vidro
Imediatamente após a aplicação do termoplástico, aspergir as microesferas de vidro de acordo com a NBR 6831 tipo I A à razão mínima de 400 g/m².
9. Controle
O fornecedor ou fabricante termoplástico deve ser responsável pela realização dos ensaios e testes que comprovem o cumprimento das premissas desta especificação A contratante deve ainda:
a) verificar visualmente as condições de acabamento;

b) realizar controle geométrico, verificado sua obediência ao projeto.




10. Aceitação
Os serviços são aceitos e passíveis de medição desde que atendam simultaneamente às exigências de materiais, execução e garantias estabelecidas nesta especificação e discriminadas a seguir:
10.1Materiais
Os critérios de aceitação dos materiais devem ser os previstos nas normas técnicas correspondentes.
10.2 Execução
A sinalização horizontal deve ser garantida contra a falta de aderência, baixo poder de cobertura ou qualquer alteração na sua integridade por falhas de aplicação, devendo neste caso o trecho ser refeito, pela contratada, sem qualquer ônus adicional da Prefeitura da Estância Balneária de Praia Grande, dentro do prazo fixado.

Admite-se, durante a vida útil da sinalização horizontal a perda de retro-refletância, desde que ao término da garantia, o seu valor não seja menor que 75 mcd/lx.m2.

Quando, durante a vigência da garantia se constate, em medição, valor inferior a 75 mcd/lx.m2, por falhas de aplicação, a contratada deve refazer o trecho, sem ônus para a Prefeitura da Estância Balneária de Praia Grande, de forma a atender aos disposto acima, dentro do prazo fixado pela fiscalização.

A medição da retro-refletância deve ser feita conforme a NBR 14723.


11. Garantias
O serviço implantado deve ser garantido contra perda da retro-refletividade ao longo da sua vida útil acima do limite estabelecido no item anterior.
12. Critérios De Medição E Pagamento
Os serviços devem ser medidos por metro quadrado de sinalização horizontal efetivamente executada e atestada pela Engenharia de Tráfego.

Os serviços recebidos e medidos da forma descrita são pagos conforme os respectivos preços unitários contratuais, nos quais estão inclusos: fornecimento de materiais, perdas, transporte, mão de obra com encargos sociais, BDI, equipamentos necessários aos serviços e outros recursos utilizados pela executante.


13.Documentos Complementares
Na aplicação desta norma é necessário consultar:
NBR 6831. Sinalização horizontal viária - Microesferas de vidro – Requisitos. Rio de Janeiro, 2001.
NBR 7396 – Material para sinalização horizontal – Terminologia.
NBR 13076 – Termoplástico retrorrefletorizado para sinalização horizontal – Determinação do teor de ligante – Método de ensaio.
NBR 13077 – Termoplástico retrorrefletorizado para sinalização horizontal – Determinação de cromato de chumbo – Método de ensaio.
NBR 13078 – Termoplástico retrorrefletorizado para sinalização horizontal – Determinação de sulfeto de cádmio – Método de ensaio.
NBR 13079 – Termoplástico retrorrefletorizado para sinalização horizontal – Determinação da densidade de massa (massa específica) – Método de ensaio.
NBR 13080 – Termoplástico retrorrefletorizado para sinalização horizontal – Determinação do deslizamento – Método de ensaio.
NBR 13081 – Termoplástico retrorrefletorizado para sinalização horizontal – Determinação da resistência à abrasão – Método de ensaio.
NBR 13082 – Termoplástico retrorrefletorizado para sinalização horizontal – Determinação da resistência à luz – Método de ensaio.
NBR 13090 – Termoplástico retrorrefletorizado para sinalização horizontal – Determinação do dióxido de titânio pelo método de redução do alumínio – Método de ensaio.
NBR 13091 – Termoplástico retrorrefletorizado para sinalização horizontal – Determinação de microesferas de vidro – Método de ensaio.
NBR 13092 – Termoplástico retrorrefletorizado para sinalização horizontal – Determinação da temperatura de amolecimento (ponto de amolecimento) – Método de ensaio.
NBR 13093 – Termoplástico retrorrefletorizado para sinalização horizontal – Determinação da estabilidade no calor – Método de ensaio.
NBR 13094 – Termoplástico retrorrefletorizado para sinalização horizontal – Determinação da cor – Método de ensaio.
NBR 13159 - Termoplástico para sinalização horizontal aplicado pelo processo de aspersão. Rio de Janeiro, 1994.
NBR 14723 - Sinalização horizontal viária - Avaliação da retrorrefletividade. Rio de Janeiro, 2005.
NBR 15402 - Sinalização horizontal viária – Termoplástico – Procedimento para a execução da demarcação e avaliação. Rio de Janeiro, 2006.

ANEXO VIII
ESPECIFICAÇÃO TECNICA
1- TACHA REFLETIVA

As tachas refletivas deverão atender a NBR 14636 da ABNT para as tachas tipo II, bem como possuir as seguintes características:


Corpo
O corpo deve ser em material durável, com alta resistência a impactos na cor branca ou amarela.

As dimensões recomendadas são: 100 mm x 100 mm x 20 mm, não se recomendando a utilização de corpos com altura superior a 22 mm.

O formato do corpo deve prever condições de limpeza dos elementos refletivos pela ação do tráfego e das chuvas. Deve apresentar ainda ranhuras ou cavidades em sua parte inferior de forma a permitir a penetração do material de colagem.

As taxas devem suportar a aplicação de carga de compressão de 15000 kgf.


Pino de Fixação
O pino de fixação deve ser em parafuso de aço com rosca completa para a perfeita aderência ao solo e possuir proteção contra corrosão. Deve ter cabeça arredondada, embutida no corpo da tacha, para que no caso de quebra a tacha não se torne agressiva ao tráfego.
Catadióptrico
O catadióptrico, ou elemento refletivo, deve ser constituído por elemento de vidro lapidado e espelhado. Deve estar perfeitamente embutido no corpo da tacha. O elemento refletivo deve ser branca ou amarela.

Os catadióptricos devem atender integralmente a norma NBR 14636.



Retro-refletividade
A retrorrefletividade das tachas deve atender o especificado para tacha tipo II da norma ABNT - NBR 14636.

Serão exigidos laudos de ensaios que atestem o atendimento a norma ABNT, NBR 14.636, cujo lote dos produtos a serem entregues deverá estar devidamente selado pelo laboratório responsável pela emissão do laudo.


2- TACHÃO REFLETIVO
Os tachões refletivos deverão atender a norma ABNT, NBR 15.576, bem como as seguintes especificações abaixo:
Corpo
Os tachões deverão ser confeccionados em polímero de ABS injetado, produzidos em molde de injeção fechado, contendo diversas cavidades em sua parte inferior de forma a permitir a penetração do material de colagem, produzidos nas cores Amarela – Indelével às condições ambientais (intempéries, etc), notação do Código Munsell 10YR7,5/14, com tolerância 10YR8/16, sendo a cor obtida da pigmentação do polímero antes do processo de injeção. O tachão deverá atender as dimensões do desenho técnico, conforme registrado abaixo.
Pino de Fixação
Os tachões deverão possuir dois pinos de aço, inseridos no corpo do elemento, tendo 1/2” de diâmetro X 50mm livre de comprimento, contendo “cabeça” interna arredondada . O pino deverá ter superfície rosqueada para permitir melhor aderência do adesivo junto os diferentes tipos de pavimento.
Catadióptrico
Os elementos refletivos deverão ser do tipo prismático, manter a reflexão durante o período de garantia da peça e estar perfeitamente embutido no corpo do tachão. Deve ser tipo prismático, e resistir aos impactos pneumáticos e às condições de intempéries;
Retro-refletividade
Os prismas inseridos nos tachões deverão apresentar um rendimento óptico de retro-refletância mínima de:
Branco = 280 mcd.lx –1 mínimo

Amarelo = 167 mcd.lx –1 mínimo


Serão exigidos laudos de ensaios que atestem o atendimento a norma ABNT, NBR 15.576, cujo lote dos produtos a serem entregues deverá estar devidamente selado pelo laboratório responsável pela emissão do laudo.



3- ADESIVO PARA TACHAS E TACHÕES REFLETIVOS

A cola adesiva empregada na instalação de tachas e tachões, deve proporcionar aderência perfeita das peças (tachas e tachões) ao pavimento, seja de concreto ou asfalto, servindo como base para acomodação e nivelamento da peça, eliminando eventuais irregularidades contidas no pavimento.


Componentes

A cola deverá ter um aspecto liquido viscoso, a base de resinas termofixas, com cura por reação química exotérmica. O catalizador deverá ser fornecido em conjunto com a cola adesiva contendo um aspecto líquido, incolor e límpido. O inicio da catalização se dará pela mistura de dois componentes (A+B), pré-acelerados.



Propriedades
O adesivo deverá apresentar as seguintes propriedades:

a) Tempo máximo de cura de 30minutos;

b) Alta aderência em pavimento de concreto e asfalto;

c) Acondicionados em recipientes metálicos bem conservados e devidamente fechados e rotulados;


Rotulo da Embalagem

O produto deverá ser fornecido em embalagens máxima de 01 (hum) litro e contendo as seguintes informações no rótulo: nome do produto, número do lote de fabricação, identificação dos componentes, data de fabricação, validade, proporção da mistura dos componentes em massa e volume, nome e endereço do fabricante, químico responsável com numero do CRQ, instruções de uso do fabricante e normas de segurança de uso;



ANEXO IX
MICROESFERAS DE VIDRO RETRORREFLETIVAS (DER 3.12)
1 OBJETIVO:
1.1 Esta especificação fixa as características mínimas exigíveis no recebimento e na homologação de microesferas de vidro retrorrefletivas, destinadas à aplicação em produtos utilizados na demarcação de pavimentos.
2 REFERÊNCIAS NORMATIVAS:
1.2 Na aplicação desta Norma é necessário consultar:
EB - 22 - Peneiras para ensaio com telas de tecido metálico - Especificação

MB - 1499 - Microesferas de vidro retrorrefletivas - Verificação da resistência à solução de cloreto de cálcio - Método de ensaio.

MB - 1500 - Microesferas de vidro retrorrefletivas - verificação da resistência ao ácido clorídrico - Método de ensaio.

MB - 1501 - Microesferas de vidro retrorrefletivas - Verificação da resistência à água - Método de ensaio.

MB - 1502 - Microesferas de vidro retrorrefletivas - Verificação da resistência à solução de sulfeto de sódio - Método de ensaio

MB - 1503 - Microesferas de vidro retrorrefletivas - Análise para granulometria - Método de ensaio.

MB - 1504 - Microesferas de vidro retrorrefletivas - Determinação do teor de sílica - Método de ensaio.

MB - 1505 - Microesferas de vidro retrorrefletivas - Determinação de defeitos -Método de ensaio.

MB - 1507 - Microesferas de vidro retrorrefletivas - Verificação do índice de refração - Método de ensaio.

MB - 1508 - Microesferas de vidro retrorrefletivas - Determinação da massa específica - Método de ensaio.

NB - 855 - Amostragem de microesferas de vidro retrorrefletivas – Procedimento.
3 DEFINIÇÕES:
3.1 Classificação

As microesferas de vidro retrorrefletivas classificam-se em:


a) Tipo I - “drop-on”

São aquelas aplicadas por aspersão, concomitantemente com a tinta ou com o termoplástico, de modo a aderirem e permanecerem na superfície do material, conferindo retrorrefletorização imediata à demarcação;
b) Tipo II - “premix”

São aquelas incorporadas à tinta na preparação para aplicação ou durante sua fabricação, de modo a permanecerem no interior da película aplicada, só conferindo retrorrefletorização à demarcação quando, em virtude do desgaste da película, as microesferas de vidro vierem a ser expostas;

c) Tipo III - “innermix”

São aquelas incorporadas à massa termoplástica durante sua fabricação, de modo a permanecerem no interior de película aplicada, só conferindo retrorrefletorização à demarcação quando, em virtude do desgaste da película, as microesferas de vidro vierem a ser expostas.

4 CONDIÇÕES GERAIS:
4.1 A unidade de acondicionamento das microesferas de vidro é o saco de 25kg. Os sacos de papel ou juta devem ser internamente um saco de polietileno.
4.2 Os lotes de fabricação das microesferas devem ser embalados separadamente em sacos identificados externamente com as informações a seguir:
a) Microesferas de vidro tipo____ (classificação)

b) número desta norma

c) nome e endereço do fabricante;

d) identificação da partida de fabricação;

e) data de fabricação;

f) quantidade de microesferas contidas, em Kg;

g) se siliconizadas, ou não.
5 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS:
5.1 Resistência à solução de cloreto de cálcio.

As microesferas de vidro, quando ensaiadas conforme a MB-1499, não devem apresentar superfície embaçada.


5.2 Resistência ao ácido clorídrico

As microesferas, quando ensaiadas conforme a MB-1500, não devem apresentar superfície embaçada.


5.3 Resistência à água

As microesferas, quando ensaiadas conforme a MB-1501, não devem apresentar superfície embaçada, e não devem gastar mais do que 4,5 ml de HCI 0,10 N para neutralização da solução.


5.4 Resistência à solução de sulfato de sódio.

As microesferas, quando ensaiadas conforme a MB-1502, não devem apresentar superfície embaçada.


5.5 Teor de sílica

As microesferas de vidro retrorrefletivas devem ser fabricadas com vidro alta qualidade do tipo soda-cal e não devem ter teor de sílica menor do que 65%, quando verificadas conforme MB-1504. As microesferas não devem conter chumbo, exceto como impureza, e neste caso, no máximo de 0,01% da massa total.


5.6 Aparência e defeitos
5.6.1 As microesferas devem ser limpas, claras, redondas, incolores e isentas de defeitos e de matérias estranhas. No máximo 3% podem ser quebrados ou conterem partículas de vidro não fundido e elementos estranhos e, no máximo, 30% podem ser fragmentos ovóides, deformados, geminados ou com bolhas gasosas.
5.6.2 A verificação dos defeitos deve ser segundo a MB-1505.
5.7 Índice de refração

As microesferas não devem ter índice de refração menor do que 1,50 quando ensaiadas conforme a MB-1507.


5.8 Massa especifica

As microesferas devem ter massa específica entre 2,30g/cm3 e 2,60g/cm3 quando ensaiadas conforme a MB-1508.


5.9 As microesferas conforme sua classificação devem apresentar as faixas granulométricas da Tabela, quando ensaiadas conforme MB-1503.



TABELA - FAIXAS GRANULOMÉTRICAS DAS MICROESFERAS




Peneiras

(conforme EB-22)

% Passando



Abertura

(um)

Tipo I

Innermix Premix

Tipo II

Drop-on Drop-on




A

B

A

B

20

30

40



50

70

80



100

140


200

230


841

595


420

297


212

177


149

105


74

63


100

90 - 100


-

18 - 35


-

0 - 10


-

-

0 - 2



-

-

-

-



100

85 - 100


-

15 - 55


-

-

0 - 10



100

85- 100


-

20 - 50


-

-

0 - 10



-

0 - 2


-

-

100


90 - 100

-

0 - 10



-

0 – 5


-

-

-





6 INSPEÇÃO:
6.1 Amostragem

A amostragem das microesferas de vidro retrorrefletivas deve ser realizada de acordo com a NBR - 855.


6.2 Laudos e custos
6.2.1 A Contratada deverá realizar as suas expensas, em laboratório de idoneidade reconhecida, bem conceituada, capacitado técnica e instrumentalmente para efetuar todos os ensaios relacionados nesta especificação, o laudo conclusivo atestando que o seu produto satisfaz as exigências contidas nesta especificação.
6.3. A elaboração do laudo deverá seguir os seguintes procedimentos:
6.3.1 Todos os sacos pertencentes ao lote deverão ser lacrados por selo padronizado e inviolável de inspeção do laboratório responsável pelos ensaios, com numeração seqüencial crescente, ainda nas instalações do fabricante, sendo retirada às amostras necessárias para os devidos ensaios do lote lacrado, por escolha aleatória do responsável técnico capacitado e autorizado do próprio laboratório.
6.3.2 A emissão do laudo conclusivo deverá constar à numeração inicial e final dos selos de inspeção referente ao lote entregue, a especificação técnica solicitada, destino da entrega Prefeitura da Estância Balneária de Praia Grande, quantidade, tipo de material, número do lote, data de emissão e resultados finais e conclusivos dos ensaios.
6.3.3 A Contratada deverá fornecer a documentação original do laudo conclusivo emitido pelo laboratório junto com a entrega do material.
7 ENTREGA:
7.1 As microesferas deverão ser entregues em um prazo máximo de 20 dias corridos a partir da data do recebimento da Autorização de Fornecimento expedida pela Prefeitura da Estância Balneária de Praia Grande à contratada.
7.2 O material deverá ser acondicionado em sacos multifoliados conforme item 4.1.
7.3 Os sacos deverão conter um segundo rótulo contendo as instruções de uso e as recomendações do fornecedor quanto à aplicação.
7.4 A Contratada é responsável pela entrega do material e deverá possuir a mão-de-obra necessária para efetuá-la, na SETRANSP - na Rua Armando Light Filho s/nº, Tude Bastos, no horário das 8h00 às 11h30 e 13h00 às 17h00, acompanhadas pelo Laudo Conclusivo e da Nota Fiscal correspondente.

8 UNIDADE DE COMPRA:
A unidade de compra é saco com 25 (vinte cinco) kg.
9 ACEITAÇÃO E REJEIÇÃO:
9.1. As partidas que satisfizerem as condições dos capítulos 4 e 5 devem ser aceitas.
9.2. Será de exclusivo critério da Prefeitura da Estância balneária de Praia Grande ser dispensado um ou mais ensaios para recebimento do material.
9.3. Se os resultados de ensaio atenderem as exigências destas Normas, o lote dever ser aceito pelo órgão comprador, caso contrário, deve ser rejeitado.
9.4 A Prefeitura da Estância Balneária de Praia Grande poderá rejeitar total ou parcialmente o lote, á vista das embalagens, que não poderão ter avarias ou qualquer dano verificado no momento da entrega.

10 GARANTIA:
Deverá ser de 24 (vinte quatro) meses para consumo, embalagem e armazenamento.
ANEXO X

TINTA PARA DEMARCAÇÃO DE PAVIMENTO À BASE DE RESINA ACRÍLICA

PADRÃO DER 3.09
1 – OBJETIVO:
1.1 Esta especificação fixa as características mínimas exigíveis em tintas à base de resinas acrílicas, destinadas à demarcação de pavimentos viários.
2 – COR:
2.1 A cor da tinta poderá ser branca, amarela, vermelha, azul, preta e deverá coincidir com a do padrão adotado pelo DER, conforme Código Munsell.
2.2 Para fins de verificação da cor, a tinta será aplicada sobre uma placa metálica, com a espessura úmida de 0,4mm, deixando-se secar durante 24 horas.
3 – COMPONENTES:
3.1 Veículo:
O veículo da tinta será constituído por resina acrílica, dissolvida em solvente adequado. Poderão ser empregadas quantidades suficientes de aditivos, para produzir perfeita dispersão e suspensão dos componentes sólidos no meio líquido.
3.2 Pigmentos:
Poderá ser utilizada qualquer combinação de pigmentos, desde que a tinta satisfaça as exigências desta especificação.
4 - APARÊNCIA DENTRO DO RECIPIENTE:
4.1 A tinta deverá satisfazer as seguintes exigências:
a) não deve apresentar, logo após a abertura do recipiente, sedimentos ou grumos que não possam ser facilmente dispersos por agitação manual,
b) quando guardada em lata de 900ml (1/4 galão), que tenha permanecido fechada durante 48 horas, não deverá apresentar nata (ou pele) em sua superfície livre,
c) após agitação manual, deverá adquirir aspecto liso e homogêneo.

5 - CONTROLE DE QUALIDADE:
5.1 A amostragem, para fins de controle de qualidade, será executada de acordo com o método DER M 153-88.
5.2 A Contratada deverá realizar as suas expensas em laboratório de idoneidade reconhecida, bem conceituada, capacitado técnica e instrumentalmente para efetuar os ensaios necessários para atender esta especificação técnica conforme Tabela 1 e Tabela 2. Não serão permitidos ensaios parciais desta especificação técnica. O relatório de ensaio deverá constar o peso da quantidade de tinta contida em cada embalagem, conforme item 6 nas observações - letra d.

5.3 A elaboração do laudo deverá seguir os seguintes procedimentos:


5.4 Todos os baldes pertencentes ao lote deverão ser lacrados por selo de inspeção padronizado e inviolável do laboratório responsável pelos ensaios, com numeração seqüencial crescente, ainda nas instalações do fabricante, sendo retiradas amostras necessárias para os devidos ensaios deste lote lacrado, por escolha aleatória do responsável técnico, capacitado e autorizado do próprio laboratório.
5.5 A emissão do laudo conclusivo deverá constar à numeração inicial e final dos selos de inspeção referente ao lote a ser entregue, a especificação técnica solicitada, destino da entrega (Prefeitura da Estância Balneária de Praia Grande), quantidade, descritivo do material, número do lote, data de emissão, resultados finais e conclusivos dos ensaios.
5.6 A Contratada deverá fornecer a documentação original do laudo conclusivo emitido pelo laboratório junto com a entrega do material.
6 – APLICAÇÃO:
6.1 Viscosidade:
A tinta deverá possuir, sem ser necessário adicionar solvente, a viscosidade adequada à sua pronta aplicação por intermédio de máquina de pintura. Para controle exclusivo em campo, considera-se adequada à viscosidade entre 120 e 150 segundos, verificada no copo Ford no. 4.
6.2 Diluição:
A tinta deverá conservar aspecto uniforme e homogêneo, sem separações ou precipitações, quando diluída na proporção de oito partes de tinta e uma parte de solvente recomendado pelo fabricante.
6.3 Aspersão:
A tinta, no seu estado original ou diluída na proporção indicada no item anterior, deverá permitir fácil aspersão, quando aplicada em película úmida de 0,38mm, sobre lâmina metálica conservada na posição horizontal, antes e depois da aplicação.
6.4 Secagem:
A tinta quando aplicada na quantidade especificada, deve recobrir perfeitamente o pavimento e permitir a liberação ao tráfego no período máximo de tempo de 30 min.

A tinta deve manter integralmente a sua coesão e cor, após aplicação no pavimento, adquirindo aspecto uniforme e aspereza úmida.





Compartilhe com seus amigos:
1   2   3   4   5   6   7   8


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal