EducaçÃo e arquitetura: reflexões relacionadas ao ato de preservar o patrimônio cultural edificado tarcisio Dorn de Oliveira1, Bruna Calabria Diniz2, Gabriel da Silva Wildner3



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EDUCAÇÃO E ARQUITETURA: REFLEXÕES RELACIONADAS AO ATO DE PRESERVAR O PATRIMÔNIO CULTURAL EDIFICADO
Tarcisio Dorn de Oliveira1, Bruna Calabria Diniz2, Gabriel da Silva Wildner3

1Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, tarcisio_dorn@hotmail.com

2Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, bbrunadiniz@hotmail.com

3Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul, wildner.gabriel@gmail.com
RESUMO: A presente investigação teórica intenta abordar questões relacionadas em articular a proteção e a preservação do patrimônio edificado, onde a educação é o fio condutor no processo de conhecer e entender melhor o ambiente construído, através de uma reflexão constante do pensamento crítico e criativo em relação aos bens edificados. Visa instigar a sociedade na contemporaneidade para que possa desenvolver reflexões e ações adequadas que fortaleçam a identificação, a valorização e a preservação da memória dos lugares e os lugares de memória, onde através da educação patrimonial, seja possível observar a importância que tais edifícios trazem aos espaços urbanos, criando olhares que busquem e apreciem a manutenção desse patrimônio criando um ambiente que se tenha respeito ao antigo, a história e ao mesmo tempo auxiliando no que diz respeito a sua sustentabilidade.

Palavras Chaves: Educação; Arquitetura; Preservação.

1. INTRODUÇÃO

Ao definir cultura como um fenômeno social produzido pelo homem, pode-se estreitamente considerar a Arquitetura uma produção social, e, por consequência, cultural. Como aponta Harvey (2000, p. 159), sobre a construção coletiva do homem, “a Arquitetura e a Cidade, se transformou em uma extensão do que uma coletividade quer”. Nessa visão, a Arquitetura assume um papel que acaba por contribuir na formação da identidade de um local, na formação de grupos, de categorias sociais e no resgate da memória, desencadeando assim uma ligação entre o cidadão e suas raízes.

Medeiros e Surya (2010) observam que patrimônio é um grande acervo, é o registro dos acontecimentos da história de um lugar, de uma sociedade e muitas vezes se perde por falta de incentivo ou pela perda da identidade da comunidade, que sofre as mudanças e interferências do mundo, haja visto, que a herança cultural adquirida pode fornecer informações significativas acerca da história de um país e do passado da sociedade.

Em vista disso, Rocha (2012), complementa que sua preservação torna-se fundamental no que diz respeito ao desenvolvimento cultural de um povo, uma vez que reflete em sua formação sociocultural. Assim, patrimônio é o conjunto de bens materiais que contam a história de um povo e sua relação com o meio onde estão inseridos, sendo o legado herdado do passado e transmitido às novas gerações.

As significações dadas à arquitetura, conforme Medeiros e Surya (2010), acabaram por gerar não somente a simples preocupação de grupos isolados ou familiares de garantir seu legado para gerações futuras, mas sim, passa a estimular a produção de leis de salvaguarda transformando-se em uma problemática mundial. Canani (2005) afirma que a arquitetura vista como patrimônio está relacionada a um bem que pertence ao paterno, tão valioso que justifica sua herança e preservação, por nela estar incutida a memória e a identidade de quem o deixa e de quem o herda.

2. METODOLOGIA

A elaboração deste ensaio teórico observou-se o estudo exploratório, onde tem como objetivo proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais explícito. Pode-se dizer que esta reflexão tem como objetivo principal o aprimoramento de ideias ou a descoberta de intuições, onde seu planejamento a priori é, portanto, bastante flexível, de modo que possibilite a consideração dos mais variados aspectos relativos ao fato estudado. Assim, foi realizado um levantamento bibliográfico desenvolvido com base em material já elaborado, constituído de livros e artigos científicos, que a partir dos dados obtidos, realizou-se a análise e interpretação das informações, mesclando-as de maneira a conseguir uma maior compreensão sobre o tema abordado.



3. RESULTADOS E ANÁLISE



A importância da preservação do patrimônio

Assunção (2003), reforça que o patrimônio edificado pode ser entendido como um bem isolado ou conjunto deles, formando e fortalecendo o testemunho da intervenção humana no ambiente construído, englobando as mais diversas formas. Assim, a arquitetura patrimonial pertence à comunidade que a produziu e que a compõem, onde a consciência em preservar, sem dúvida, contribuirá para que os demais possam usufruir desta herança e, que por meio destes testemunhos do passado, possam compreender o processo de desenvolvimento da identidade desse espaço.

Ainda Choay (2001), completa dizendo que a preservação do patrimônio cultural abrange diversos aspectos daquilo que é considerado monumento histórico, onde no caso dos bens arquitetônicos essa discussão relaciona-se intimamente com uma de suas características intrínsecas, o uso, pois a arquitetura é a única, entre as artes maiores, cujo uso faz parte de sua essência e mantém uma relação complexa com suas finalidades estética e simbólica.

Em contrapartida, Oliveira et al. (2014), observam que o planejamento urbano encontra desafios, pois está comprometido com o alcance de um futuro mais justo, onde para o alcançar esse objetivo, por vezes, há a necessidade de transformação das funções urbanas, da reconfiguração do território, do reconhecimento da instabilidade e da complexidade da área do planejamento urbano. Neste contexto, entra a preservação do patrimônio, onde o dilema passa a ser o da requalificação das cidades sem agredir a paisagem urbana que traz muitas histórias e memórias, haja visto, que a cidade real passa a ser o foco, ao invés da cidade ideal.

Nessa ótica, Lemos (2006) complementa salientando que a necessidade de adaptar e intervir é intrínseca à história da preservação dos objetos arquitetônicos, onde por durante séculos, as intervenções em edifícios existentes tinham como principal objetivo a sua adequação às necessidades e exigências contemporâneas, podendo variar desde o reuso dos materiais, destruição e abandono total decorrentes da perda de função como em templos pagãos, anfiteatros, dentre outros, até reconstruções, alterações no projeto original e adaptação para novos usos, como no caso das basílicas romanas, construções laicas reutilizadas para funções religiosas.

O patrimônio arquitetônico possui a capacidade de estimular a memória das pessoas historicamente vinculadas a ele, e por isso, é alvo de estratégias que visam a sua promoção e preservação, onde a preocupação em protegê-lo começou no início do século XX, sendo criadas a partir daí, várias comissões e conferências para estabelecer critérios para proteger e conservar o patrimônio. Nesse sentido, Oliveira et al. (2014), analisam que as políticas de preservação do patrimônio transformam-se em peças essenciais e estratégicas, sendo, por vezes, identificadas como verdadeiros instrumentos de gestão das cidades, onde a integração do patrimônio ao dia a dia das pessoas e às suas celebrações faz com que este exerça força geradora de identidade, de valorização e de referência cultural.

Rocha (2012), observa que no Brasil, as primeiras medidas oficiais surgiram em 1936, a partir de um anteprojeto de Mário de Andrade e alguns intelectuais da época, com suas concepções sobre arte, história, tradição e nação, através da criação do SPHAN-Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Já Medeiros e Surya (2009), ressaltam que a necessidade de preservar o patrimônio arquitetônico no Brasil manifesta-se em um movimento de valorização da cultura Nacional e propostas de proteção desses bens, onde o patrimônio passa a ser carregado de simbolismo, materializando elementos de memória nacional.

Para Oliveira e Oliveira (2008), preserva-lo então, pode ser uma medida eficaz, garantindo que a sociedade tenha a oportunidade de conhecer sua própria história e de outros, por meio do patrimônio material, imaterial, arquitetônico ou edificado, arqueológico, artístico, religioso e da humanidade. É através da materialidade, que o indivíduo consegue se realizar e afirmar sua identidade cultural, podendo também, reconstruir o seu passado histórico.

Nesse contexto, Dias e Machado (2009), salientam que como política de preservação do patrimônio podem ser identificadas uma série de medidas composta, basicamente, de um conjunto de normas, suporte técnico adequado e canais de participação da sociedade, onde é importante que se considere a valorização de políticas preventivas, compensatórias e de estímulo, bem como, a diversidade de alternativas de proteção, buscando entender a questão da preservação de maneira sistêmica e abrangente. Complementam essa política ações de formação da consciência preservacionista.

Ainda Pelegrini (2006), ressalta que é importante entrelaçar situações de ensino e aprendizagem com o que denomina-se de preservação do patrimônio cultural, onde a noção de preservação do patrimônio cultural surge junto à movimentos sociais que buscam a autonomia e a valorização da cultura nacional. Então, o patrimônio diz respeito às maneiras de o ser humano existir, pensar e se expressar, bem como, as manifestações simbólicas dos seus saberes, práticas artísticas e cerimoniais, sistema de valores e tradição.



A educação nas ciências como possibilidade de preservação

Dentre as várias iniciativas que visam à promoção do patrimônio, uma das mais difundidas atualmente, é sem dúvidas, através da educação nas ciências, onde segundo Rocha (2012), a educação patrimonial tem sido considerada como o ensino focalizado nos bens culturais, e tem como objetivo, proporcionar a comunidade um contato maior com o patrimônio de sua região. O autor salienta que com ela, busca-se levar crianças e adultos a um processo de conhecimento e valorização do universo sociocultural da comunidade, o que acaba por capacitá-los a usufruir, de maneira correta destes bens.

Cerqueira (2005), observa que a educação valoriza, cada vez mais, seu papel como formadora da cidadania, onde a escola não somente informa conhecimentos que futuramente serão a base da formação profissional, mas sobretudo forma cidadãos. Nesse sentido, Santos (2007), também complementa que, despertar a comunidade escolar para a utilização do patrimônio local como ponto de partida no processo ensino-aprendizagem implica no fortalecimento da identidade cultural, onde capacitar a comunidade para (re)descobrir e perceber os valores e particularidades de sua identidade cultural, partindo de suas experiências é aconselhável empregar a metodologia da educação patrimonial.

Medeiros e Surya (2009) entendem a educação patrimonial como um processo permanente e sistemático de trabalho educacional centrado no patrimônio como fonte primária de conhecimento e enriquecimento individual e coletivo. Significa tomar os objetos e expressões do patrimônio como ponto de partida para a atividade pedagógica, observando-os, questionando-os e explorando todos os seus aspectos, que podem ser traduzidos em conceitos e conhecimentos. A educação patrimonial nas distintas ciências é uma forma de conscientizar, as comunidades da importância de preservar seus bens culturais, que são os registros dos acontecimentos da história de um lugar, de uma sociedade e que muitas vezes se perdem por falta de incentivo ou pela perda da identidade da comunidade que sofre as mudanças e interferências do mundo globalizado.

Nessa perspectiva Horta, Grunberg e Monteiro (1999), salientam que a educação patrimonial constitui um processo permanente e sistemático de trabalho educacional centrado no patrimônio como fonte primária de conhecimento e enriquecimento individual e coletivo no qual, a partir da experiência e do contato direto com as evidências e manifestações da cultura, pois o trabalho de educação patrimonial busca levar todos a um processo ativo de conhecimento, apropriação e valorização de sua herança cultural. É através da educação patrimonial que a comunidade tem acesso ao conhecimento do seu passado, para que a partir de então, aprenda a valorizar e respeitar o mesmo, bem como as expressões materiais que dele se origina.

Sem dúvida, conforme Medeiros e Surya (2009), a educação patrimonial pode ser um instrumento de alfabetização cultural que possibilita o indivíduo fazer a leitura do mundo que o rodeia, levando-o à compreensão do universo sociocultural e da trajetória histórico-temporal em que está inserido, onde este processo leva ao desenvolvimento da autoestima dos indivíduos e comunidade, e a valorização da sua cultura. Daí a importância de se pensar a prática educativa, incluídas na estrutura curricular das escolas com o objetivo de proporcionar elementos para a formação de uma consciência cultural mais crítica, o que sem dúvida contribuíra para a preservação do patrimônio, proporcionando as gerações futuras usufruir da herança cultural compreendendo o processo de desenvolvimento da identidade nacional.

Ainda Horta, Grunberg e Monteiro (1999), observam que a educação patrimonial pode ser desenvolvida no ambiente formal de ensino (escolas) ou informal (comunidade, associações de bairro, museus, parques ambientais) e também se adequar a qualquer tipologia de patrimônio, ou seja, qualquer evidência material ou manifestação da cultura. Souza (2008) salienta que além de um importante documento a ser trabalhado, o patrimônio cultural edificado tem sua relevância no tocante ao vínculo direto com o passado, muito perceptível para os alunos, sobretudo dada à proximidade tátil, visto serem fragmentos da história que ainda são palpáveis e perceptíveis num simples caminhar descompromissado pelas ruas das cidades.

4. CONCLUSÕES

Oliveira et al. (2014), salientam que preservar o patrimônio histórico é manter as marcas de sua história ao longo do tempo, assegurando a possibilidade das gerações futuras tomarem conhecimento das manifestações produzidas socialmente ao longo de um tempo, seja no campo das artes, nos modos de viver, nas crenças, lugares ou na paisagem da própria cidade, com seus atributos naturais, intangíveis e edificados, onde as edificações, o traçado da cidade, o desenhos dos passeios, praças, o paisagismo, as manifestações culturais, os costumes, o saberes, práticas culturais tornam-se referências simbólicas e afetivas da sociedade em relação ao espaço vivido, e constituem a imagem e a identidade da cidade.

Assim, Dias e Machado (2009) observam que a ligação de educação e preservação do patrimônio é fundamental para a formação do indivíduo, pois a escola como lócus de conhecimento é indispensável para a concretização desta formação, pois ela permite socializar com os alunos o conhecimento e a valorização dos elementos que compõem este patrimônio cultural, porém, esta prática enfrenta muitas dificuldades.

Conforme Alencar et. al (2011), a educação patrimonial ultrapassou as ações centradas nos acervos e construções isoladas para a compreensão dos espaços territoriais como um documento vivo, passível de leitura e interpretação por meio de múltiplas estratégias educativas. Os autores supracitados, ressaltam ainda que a educação patrimonial deve ser entendida como eficaz em articular saberes diferenciados e diversos presentes nas diferentes disciplinas dos currículos nos diferentes níveis de ensino e, também, no âmbito da educação não formal.

Nessa conjuntura busca-se por meio da educação patrimonial, sensibilizar a sociedade sobre a importância de preservar a sua memória, mais do que isso, busca-se gerar uma reflexão sobre a cultura, o patrimônio e a memória dos diferentes grupos sociais, de modo que se perceba que patrimônio não é somente o monumento belo e notável que fala do passado, mas sim, todo símbolo de memória coletiva.

5. REFERÊNCIAS

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URI, 09-11 de Outubro de 2017 Santo Ângelo – RS – Brasil.



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