EducaçÃo espírita infantil



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EDUCAÇÃO ESPÍRITA INFANTIL

Saindo da (des) evangelização espírita


Ozíris Borges Filho
Evangelização versus Educação
Neste ensaio, teceremos alguns comentários em torno dos vocábulos evangelização e educação. Tentaremos mostrar como o primeiro é extremamente ideológico (mascara a verdade) além de restrito. Já o segundo é mais amplo e deveria ser o objetivo de todo aquele que lida com crianças no Centro Espírita.
A palavra evangelização vem do latim eclesiástico evangelista, o que evidencia sua ligação com a Igreja Católica. Evangelização é o nome da ação de evangelizar. E evangelizar, de acordo com o dicionário Aurélio, significa "pregar o evangelho; apostolar, pregar". Será que nosso papel, enquanto trabalhadores junto às crianças, é pregar? Ainda que seja o evangelho? Acreditamos que não. A ação de PREGAR contraria as atitudes espíritas. Além de dogmática, desrespeita o outro como ser pensante. O pregador não quer saber o que os outros pensam ou deixam de pensar. Ele impõe o seu pensar, não dando espaço para idéias diferentes. O pregador é essencialmente autoritário.
Mesmo que o pregador pregue o evangelho ( o que é contraditório), achamos o vocábulo evangelização por demais pobre. Ao trabalharmos com as crianças, não devemos estar preocupados apenas com a moral. Há outros aspectos igualmente importantes como o intelectual e o estético. Entretanto, e aqui está o caráter ideológico da palavra, ao usarmos a palavra evangelização, ocultamos os outros dois aspectos, o que acaba por minimizar a tarefa. Dessa maneira, todos acham que não é necessário estudar Filosofia, Pedagogia e Psicologia para se trabalhar com as crianças no centro. Basta boa vontade. Não, não basta. É por isso que chegamos onde chegamos: centenas de pessoas despreparadas intelectual e moralmente tentando levar milhares de crianças de um lugar a lugar algum. E depois, reclamam do desinteresse das crianças. A função de quem trabalha com criança é muito mais exigente e muito mais importante que isso. É bom lembrar, ainda, que a expressão "evangelização espírita" é contraditória em si mesma. Tentamos juntar dois vocábulos de origem completamente distintas.
Por outro lado, o vocábulo Educação se ajusta perfeitamente à Doutrina Espírita. Educar é reconhecer o outro como agente e não mero receptor de conhecimentos prontos. Através do diálogo, isto é, da discussão filosófica, ambos, educador e educando, constroem o conhecimento. A Educação Espírita Infantil não se restringe a ensinar o evangelho; seu objetivo é mais amplo e global. Ela procura estimular o pensar-crítico, o pensar-criativo e o pensar-afetivo; por isso o educador espirita sabe que tem de se preparar pedagógica e filosoficamente. Ele tem a consciência de que deve propiciar nos educandos o desenvolvimento do espírito da águia e não o instinto da tartaruga que se esconde frente a qualquer situação estranha. E esse desenvolvimento só é possível se o objetivo da Educação Espirita Infantil estiver centralizado no pensar e não no conteúdo. Ao invés de ficarmos transmitindo conteúdos que não dizem respeito à necessidade concreta da criança, devemos transformar a sala de aula em uma Comunidade de investigação segundo a proposta de Matthew Lipman. Nessa Comunidade, as crianças escolherão os temas de sua investigação a partir de novelas filosóficas elaboradas especialmente para crianças. O Educador Espírita atuará como coordenador do debate, questionando e aprofundando as questões. Tudo permeado pela Filosofia e Pedagogia Espíritas.
Enfim, enquanto o termo evangelização é pobre e restrito, o termo educação é amplo e instigante. Daí propormos a mudança de terminologia, que facilita a mudança da prática, pois mostra melhor a realidade.
Ao invés da evangelização espírita, expressão contraditória, seria melhor termos, no Centro Espírita, a Educação Espírita Infantil.

Saindo da (des) evangeIização espírita - 1


A educação espírita infantil está bastante defasada em relação a' idéias do final do século XX. Podemos detectar, genericamente, dois tipos de desatualização: a doutrinária e a pedagógica.
Dentro da desatualização doutrinária, verificamos que uma das práticas mais enraizadas e ultrapassadas é a narração da estória de Jesus feita pelos evangelizadores. Conta-se a estória e não a história. Temos o mito e não o homem. A estória contada está cheia de mitificações introduzidas ao longo dos séculos por pessoas inescrupulosas e com objetivos escusos. E nós estamos repassando essa estória, reforçando a mentalidade mágica e o dogmatismo. Será que Jesus é importante porque nasceu numa manjedoura? cercado de animaizinhos? Será que havia mesmo uma estrela guia? Será que ele nasceu mesmo em Belém?
Será que houve o massacre das crianças e, por isso, seus pais tiveram que fugir, levando-o consigo? NÃO. A resposta histórica a essas e outras perguntas é um sonoro não. E o pior é que, para estudar a vida de Jesus, não precisamos buscar livros fora da bibliografia espírita. Temos, pelo menos, dois grandes livros que tratam desse assunto. Um deles é "Revisão do Cristianismo" de Herculano Pires, publicado pela Paidéia. O outro é "Cristianismo: A Mensagem Esquecida" de Herminio C. Miranda, publicado pela Casa Editora O Clarim. Essa mitificação de Jesus é um dos exemplos que caracteriza a falta de informações doutrinárias do educador espírita. Deveria ele mostrar que a importância de Jesus está em seus ensinamentos e em seus exemplos e não em seu nascimento fantasiado pelos homens. Está faltando a Fé Raciocinada.
No que diz respeito à desatualização pedagógica, encontramos, primeiramente, os famigerados desenhos dados às crianças para colorirem. Pedagogicamente falando, isso não mais existe. É um absurdo. Essa prática desvaloriza por completo a criatividade da criança. É muito mais importante para ela fazer um risco qualquer do que colorir um desenho que não lhe diz nada. Temos de valorizar a criança, acabando com essas atitudes que a alienam, que domam seu senso-crítico e que tolhem sua iniciativa.
Em segundo lugar, temos a falta de leitura e a conseqüente falta de incentivo à mesma. O educador espírita não conhece a importância da leitura e desconhece completamente a necessidade de se formar leitores, o que é natural, pois ele mesmo é um leitor sofrível. Na maioria das vezes, ele não lê obras de literatura infantil espírita e não espírita. Sobre seu conhecimento de Teoria da Literatura Infantil nem é bom falar. Desse modo, o educador espírita não está apto para ler, analisar e, posteriormente, incentivar a leitura de obras infantis. A situação torna-se ainda mais grave, quando se sabe que, para os teóricos de qualquer área, é indiscutível a importância da leitura. Diz Richard Bamberger. "A leitura é um dos meios mais eficazes de desenvolvimento sistemático da linguagem e da personalidade. Trabalhar com a linguagem é trabalhar com o homem. "(in "Como Incentivar o Hábito de Leitura", Ed Ática, p 10). Além de incentivarmos a leitura, temos de formar o leitor ativo, o leitor que se instaura como agente de leitura (ver Paulo Freire in "Ação Cultural para a Liberdade", 8ª edição, Ed. Paz e Terra, pag. 10). Um leitor que não apenas consuma idéias, mas que seja capaz de reinventá-las. Formando esse tipo de leitor, não precisaremos mais de nos preocupar com o principal problema do Movimento Espírita que é a deturpação doutrinária, uma conseqüência da pouca leitura das Obras Básicas.
A conclusão de tudo isso é terrível: estamos formando seguidores e não líderes. A sociedade do próximo século exige um cidadão que saiba pensar e encontrar soluções para situações inusitadas.
O Movimento Espírita deve contribuir para a formação desse ser, acrescentando ainda a educação moral. Enfim, a desatualização doutrinária e pedagógica é um mal da educação espírita infantil que exige, em seu combate, o esforço de todos nós.
Saindo da (des)evangeIização espírita – II
No item anterior, apontamos dois grandes equívocos que estão acontecendo na educação espírita infantil: a desatualização doutrinária e a desatualização pedagógica. Agora, iremos sugerir o que se deve fazer para sanar esses graves problemas, transformando a (des)evangelização na Educação Espírita Infantil.
A falta de conhecimento doutrinário (desatualização doutrinária) não é um problema exclusivo do educador, mas dos espíritas em geral. Acreditamos que, das atitudes para minorá-lo, uma seria a criação e dinamização de Cursos de Espiritismo no centro. Os cursos seriam aplicados por pessoas conhecedoras de espiritismo e com embasamento pedagógico. E seria aplicado de forma a desenvolver, além do conhecimento doutrinário, a consciência crítica e a curiosidade intelectual. A idéia desses cursos não é nova. Na década de setenta, Herculano Pires a divulgava, mas não lhe foi dada a devida atenção. Infelizmente. Nesse processo de transformação, o papel do diretor do Departamento de Educação é fundamental. Ele deve estar atento para detectar as deficiências doutrinarias dos educadores de sua região e, posteriormente propiciar um estudo das mesmas nos cursos e encontros de educadores.
Outra questão, levantada por nós, foi a Literatura Infantil e a da leitura. Nos cursos e encontros de educadores, é importantíssimo que se discuta essas duas faces de um mesmo problema com profissionais da área. O que é Literatura Infantil? Como distinguir a boa literatura da literatura ruim? Como analisar o enredo, a personagem, o tempo e o espaço da obra literária? O evangelizador tem de estar preparado para responder o que merece ser lido e indicado. (Um livro interessante para se iniciar o estudo é Literatura Infantil - Teoria e Prática de Maria Antinomia Antunes Cunha, Ed. ática) Com isso, as próprias editoras espíritas seriam mais exigentes para lançar um livro infantil.
A leitura é outro ponto que deve ser trabalhado nos cursos e encontros e também no centro espírita. Se desenvolvermos o gosto e a habilidade de leitura nas pessoas, já teremos feito muito. A partir desse momento, ela estará apta a caminhar sozinha, trocando experiências. (Ver como Incentivar o Hábito de Leitura, Richard Bamberger, Ed. Ática) O educador espírita deve ser, portanto, o mediador entre a criança e o livro; ele deve oportunizar, entre outras, as seguintes atitudes: Em primeiro lugar, ele deve saber contar estórias (ver Contar Histórias: uma arte sem idade, Betty Coelho, Ed. Ática). Contar estória de maneira que as crianças se sintam motivadas a ler aquele e outros livros. Em segundo lugar, ele deve criar, no Centro Espírita, uma biblioteca infantil de boas obras espíritas e não espíritas. É claro que essa biblioteca deve ser de fácil acesso às crianças; não se deve escondê-la, pois os livros foram feitos para serem lidos, manuseados. Existem outras maneiras de se incentivar a leitura. Um educador consciente buscará outras formas.
Finalmente, vamos abordar os desenhos prontos dados para a criança colorir. Em verdade, eles são apenas a ponta do iceberg. Por trás desses desenhos está a concepção antiga e antiquada da educação, resultando em uma prática pedagógica alienante. Aliás, todo o problema pedagógico que encontramos no Centro Espírita (educação infantil, mocidade, adultos) vem dessa concepção. Se quisermos preparar pessoas para a futura aristocracia intelecto-moral, temos de mudar o modelo pedagógico que usamos hoje, principalmente na educação infantil e na reunião dos adultos. Abordaremos a questão, levando em conta apenas a educação infantil, já que ela é razão deste artigo.
Já percebemos algumas mudanças. Alguns setores do Movimento Espírita estão procurando novos ares para arejar a educação infantil. A mudança vem, principalmente, através do construtivismo que já está sendo adotado, mesmo que mal, por alguns educadores. No entanto, acreditamos que a melhor resposta à Educação Espírita Infantil não está em Emília Ferreiro, mas sim em Matthew Lipman.
Kardec diz, em O Livro dos Espíritos, que a força do Espiritismo "está na sua filosofia, no apelo que dirige à razão, ao bom senso." (grifos nossos) É por isso que achamos que Lipman, educador norte-americano, representa a melhor metodologia. O professor Lipman desenvolveu um método de ensino de filosofia para crianças. Seu método chegou ao Brasil em 1985 com a criação do Centro Brasileiro de Filosofia para Crianças . O Programa de Filosofia para Crianças leva-as, através da discussão com os próprios colegas, de forma organizada, a uma atitude reflexiva, crítica e auto-corretiva. No próximo item, explanaremos melhor o método do Prof. Lipman e sua aplicação na Educação Espírita Infantil.
Finalizando, queremos salientar que a preparação doutrinária, o conhecimento básico de teoria da Literatura Infantil, o incentivo à leitura e a aplicação do Programa de Filosofia para Crianças são itens extremamente importantes para os educadores espiritas. Acreditamos que a Educação Espírita Infantil ganharia muito se os tivesse corno instrumento de trabalho e meta pedagógica.
Saindo da (des)evangelização espírita – III
A Fílosofia como so1ução

Neste terceiro e último item, gostaríamos de apresentar o método do Prof. Mathew Lipman, mostrando como ele é o ideal para a Educaçao Espírita Infantil. Esse método se encaixa perfeitamente às palavras de Allan Kardec em O Livro dos Espíritos: "A força do Espiritismo está em sua filosofia, no apelo que dirige à razão, ao bom senso.


Mathew Lipman é professor de Lógica e começou a desenvolver o Programa de Filosofia para Crianças na década de 60, quando uma mãe reclamou que seu filho só estudava antes da avaliação e que esquecia as lições logo em seguida. E ainda era pouco questionador. Lipman achou que a resposta estava na Filosofia. Resolveu, então, elaborar um proposta que consiste na "adaptação das idéias filosóficas básicas ao universo das crianças".
Atualmente, o programa de Lipman é aplicado em 30 países. No Brasil, ele está presente desde 1985, quando foi fundado o Centro Brasileiro de Filosofia para Crianças. Existem vários núcleos de filosofia para crianças no Brasil: Santa Catarina, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e em cidades do interior paulista, além da capital.
Em entrevista à revista Nova Escola (abril de 1994- n0 74), Ana Luiza Falconi, diretora de Comunicação do Centro Brasileiro de Filosofia para Crianças, disse o seguinte: "Em nossa proposta, o professor é um orientador dos debates. Assim ele deve ser bem formado, a prática de sala de aula é fundamental, pois os livros-textos são apenas pretextos alimentadores das discussões, que devem ser muito abertas. A idéia é estimular as crianças a pensar, aguçar a mente para não aceitar nada como pronto ou dado. Na escola, elas devem continuar perguntadeiras e questionadoras".
O método do professor Lipman consiste de novelas filosóficas que cobrem todas as séries do 1º grau inclusive a pré-escola. Nessas novelas, encontramos crianças que brincam, pensam e discutem entre si problemas concretos do seu dia-a-dia. Nessas historietas são empregados termos comuns, fugindo dos termos técnicos, para se discutir temas como a amizade, a justiça, a beleza, a verdade e outros.
Sem o caráter dogmático e impositivo, cada fase do Programa é orientada por um livro-texto que privilegia um aspecto do pensamento filosófico.
Com Elfi, as crianças de pré-escola são postas diante do pensamento infantil sobre a realidade. Em Issao e Guga (1ª e 2ª séries), questionam-se noções relativas à natureza e à percepção do mundo natural.
Com Pimpa (3ª e 4ª séries), trabalham-se questões relativas ao significado da linguagem. Nas 5ª e 6ª séries, o livro utilizado é A descoberta de Ari dos Teles, no qual se discutem noções relativas ao raciocínio e ao processo de investigação.
Finalmente, nas 7ª e 8ª séries, temos o livreto Luiza em que são trabalhados conceitos éticos, questões sobre valores e atitudes frente ás ambigüidades da vida. Maiores informações: Centro Brasileiro de Filosofia para Crianças (Av. 9 de julho, 3166 - São Paulo - (011)884-9600). Os interessados devem ler os livros de Lipman publicados no Brasil. Primeiro deve-se ler Filosofia na Sala de Aula, Ed. Nova Alexandna. Depois, A Filosofia vai à Escola, Summus Editorial, e, finalmente, O Pensar na Educação, Ed. Vozes.
Num primeiro momento, acreditamos que o método deve ser aplicado tal como é. Entretanto, após um tempo em que dê para os educadores conhecerem bem o programa, achamos que as novelas devem ser adaptadas ou que se criem novas novelas. Nessas novas novelas apareceriam além das questões de Filosofia Geral, questões de Filosofia Espírita: Deus, espírito, reencarnação, comunicabilidade dos espíritos, pluralidade dos mundos habitados, etc.
Também devemos ter em mente que o aprendizado do Espiritismo e a transformação moral é algo para ser trabalhado a vida toda (educação infantil, mocidade e adultos). Desse modo, no período da Educação Infantil, mais que em qualquer outro, devemos trabalhar o PENSAR mais que o conhecimento espírita, o qual será trabalho na mocidade e na reunião dos adultos. O importante é que a criança aprenda a pensar por si mesma, que seja questionadora e que tenha senso-crítico e que goste de ler. Com essa base extremamente sólida, ela desenvolverá facilmente os princípios aprendidos na evangelização e estudará a Doutrina Espírita em toda sua extensão e profundidade.
Nós, espíritas, não temos opção. Ou saimos imediatamente dessa crise pedagógica que assola nosso movimento, principalmente evangelização e reunião dos adultos, ou cairemos na estrutura dogmática das religiões.

Ozíris Borges Filho, professor de Didática nas Faculdades Clarentianas de Batatais, Mestre em Letras pela UNESP - Araraquara-SP. Esses textos foram originalmente publicados no jornal espírita Correio Fraterno do ABC.


Bibliografia:
BAMBERGER, Richer. Como Incentivar o Hábito da Leitura. Ed. Ática: São Paulo, s/d.

COELHO, Betty. Contar Histórias - Urna Arte Sem Idade. Ed. Ática: São Paulo, s/d.

CUNHA, Antônio Geraldo da. Dicionário Etimológico Nova Fronteira. Ed. Nova Fronteira: Rio de Janeiro, 1989.

CUNHA, Maria Antonieta. Literatura Infantil - Teoria e Prática. Ed. Ática: São Paulo, 1994.

FREIRE, Paulo. Ação Cultural para a Liberdade. Ed. Paz e Terra: Rio de Janeiro, s/d.

Pedagogia do Oprimido. Ed. Paz e Terra: Rio de Janeiro, 1980.

HOLANDA, Aurélio Buarque de. Mini Dicionário Aurélio. Ed. Nova Fronteira: RJ, 1988.

KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos.

LIPMAN, Mathew. Filosofia na Sala de Aula. Ed. Nova Alexandria: São Paulo, 1994.

A Filosofia vai à Escola. Summus Editorial: São Paulo, s/d.



MIRANDA, Hermínio C.. Cristianismo: a Mensagem Esquecida. Ed. O Clarim: Matáo, s/d.

PIRES, Herculano. Revisão do Cristianismo. Ed. Paidéia: São Paulo, s/d.

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