Ememi dona ana pinheiro da cruz



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EMEMI DONA ANA PINHEIRO DA CRUZ

Rua: Canário, 854 – Portal das Laranjeiras – Caieiras

Tel.: 4441.84.57


PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO
INTRODUÇÃO
A Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da

Cruz atende ( 40 ) crianças de 0 a 3 anos.

Fundada em 2008, tem cinco anos de história na comunidade do bairro do Portal das Laranjeiras, município de Caieiras., foi criada para atender as necessidades dos pais que trabalhar, ter um lugar em que possam confiar para deixar seus filhos menores de 6 anos, com segurança e educação de qualidade.

Este Projeto Político Pedagógico descreve os objetivos, a proposta pedagógica, a concepção de criança, de desenvolvimento infantil e aprendizagem, a organização e dinâmica do trabalho, a organização dos conteúdos e metodologias, a formação dinâmica do trabalho, a organização dos conteúdos e metodologias, a formação contínua e continuada para os profissionais e a festão institucional da Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz.

Apresenta-se também as características da comunidade do bairro do Portal das Laranjeiras, definidas a partir de pesquisas junto a familiares de crianças matriculadas nesta Unidade.

I- IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE:
Estamos apresentando a Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz, fundada em 21 de Dezembro de 2008, localizada no estado de São Paulo, município de Caieiras, na Rua Canário, nº 854 –Portal das Laranjeiras, cuja entidade mantedora é a Prefeitura Municipal de Caieiras. A sede da instituição é pública.

Fisicamente a escola possui as seguintes subdivisões: 1 (uma) secretaria, na qual armazena documentos, tanto dos alunos quanto dos agentes de educação, agente de organização do diretora e coordenador; 1 (um) banheiro de utilização dos funcionários; 1 (um) refeitório; 1 (uma) cozinha; (1ª) sala para vídeo; 3 (três) salas de aula sendo (1ª) para o Mini Grupo I que comporta 15 crianças, nesta mesma salas há uma fraldário que foi adaptado para armazenar os materiais de papelaria, tornando o depósito a outra para o Mini grupo II menor mas temos 15 crianças na sala e um Berçário com 9 Bebês e um fraldário, onde ocorre os banhos e trocas, temos também 2 banheiros para uso das crianças do mini grupo I e II



Na área externa temos um Hall de entrada do portão à porta que da acesso as parte interna da escola, 2 páteos nas extremidade da escola com gramado onde as crianças brincam e se interagem, sendo um deles com brinquedos apropriados para a idade das crianças.
II- FINS E OBJETIVOS:

A Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz, como parte integrantes das Escolas Municipais de Educação Maternal e Infantil de Caieiras, tem como finalidade consolidar a Educação Infantil como “primeira etapa da educação básica e desenvolver integralmente a criança com até 3 anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.” - LDBEN 9394/06

Está a serviço das necessidades e características de desenvolvimento da criança, inspiradas nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, contrárias a qualquer forma de preconceito ou discriminação.

A educação infantil é oferecida, de acordo com a LDBEN 9394/06, em creches ou entidades equivalentes para crianças de até três anos de idade e em pré-escolas, para crianças de quatro a cinco anos de idade.

São objetivos gerais da Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana

Pinheiro da Cruz.


  • Promover o desenvolvimento integral da criança;

  • Propiciar uma organização tempo-espacial que lhe ermita a vivência plena de sua infância;

  • Possibilitar a ampliação e construção de novos saberes.

A Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz, além do objetivo geral e dos previstos na Constituição da República Federativa do Brasil, na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. LDBEN nº 9394/96, na Declaração Universal dos Direitos da Criança e do Adolescente e no Estatuto da Criança e do Adolescente, têm ainda os seguintes objetivos específicos:

  • Promover o bem-estar e o desenvolvimento da criança em seus aspectos físico, psicológico, intelectual, linguístico, moral, cultural e social;

  • Oferecer à criança a garantia de igualdade e qualidade de tratamento, respeito às diferenças e liberdade de expressão;

  • Propiciar à criança ampliação de suas experiências e o desenvolvimento da criatividade;

  • Estimular na criança a curiosidade, a iniciativa, a autonomia, o interesse pelo conhecimento do ser humano, da natureza e da sociedade;

  • Propiciar o desenvolvimento de hábitos de asseio, organização e iniciativa;

  • Proporcionar à criança experiências de utilização real e contextualizada das linguagens presentes em nossa sociedade, bem como acesso a bens culturais e conhecimentos socialmente construídos;

  • Propiciar ambiente e material de formação e que oportunize experiências significativas de apreciação, uso e construção de comportamento leitor.


III- PROPOSTA PEDAGOGICA E CONCEPÇÃO DE CRIANÇA

A unidade da criança é, em primeiro termo, uma unidade biológica; traduz-se no jogo das funções de intuição que assegurem o crescimento e a maturação funcional. Depois do nascimento, as funções de relação seguem um desenvolvimento rápido. Enquanto que o universo receptivo mostra-se parcelado, a unidade do ser traduz-se por reações tônico-posturais e motrizes globais, até coordenadas. Não deve se deixar de pensar que neste estágio a criança sente seu corpo como uma unidade ativa cuja consciência difusa esta ligada a vagas sensações tônico-viscerais e cinestésicas, tendo uma retumbância efetiva e emocional profunda.

O comportamento organiza-se sob a influência de estímulos externos e, particularmente, na relação com a sua mãe. Estes privilegiados intercâmbios, de natureza essencialmente corporais, traduzem-se através do diálogo tônico, que permitem à criança emitir no seu corpo as atitudes maternas. Seu corpo é vivenciado como uma unidade através da relação simbiótica que une a sua mãe.

Junto ao reconhecimento da “imagem materna”, a criança descobre que a satisfação de suas necessidades passa pela apropriação de um objeto exterior a ele identificado com a figura materna. Progressivamente, a criança, através de suas experiências relacionais, faz a descoberta da diversidade das pessoas de seu meio. O processo de identificação lhe permite sentir no seu corpo as atitudes de outra pessoa e viver assim corporalmente os sentimentos das pessoas de seu ambiente, já sejam eles agressivas ou afetuosas. A identificação, na medida em que ela provoca uma resposta global do organismo frente ao meio humano, permite certa unificação do ser e desencadeia na aquisição certo número de atitudes afetivas que vão modelar o temperamento da criança.

No fim do período sensório – motor, que Piaget situa entre 15 meses e 18 meses, é adquirida a permanência do objeto. Depois da experiência tônico – emocional frente as pessoas, vai desenvolver-se a experiência motora intencional frente ao objeto. É através da atividade práxica que a criança vai descobrir sua experiência e como pessoa ela vai conquistar sua unidade através da experiência vivenciada com o corpo eficazmente.


O equipamento motor

O tônus muscular é a atividade primitiva e permanente do músculo; além de traduzir a vivência emocional do organismo, é o alicerce das atividades práxicas.

A partir das supressões dos reflexos arcaicos pela atenção inibidora do c´córtex, o tônus postural vai organizar-se, graças à entrada em função do sistema areismático (Weiss), cuja peça fundamental é o cerebelo.


    • Durante o 3º mês, o tônus dos músculos da nuca e do pescoço vai organizar-se em função das posições do eixo corporal. Quando a criança passa a posição deitada e sentada com apoio, sua cabeça mantém-se bem firme, o pescoço serve de suporte firme a fim de que a criança possa orientar o olhar em direção de um estímulo visual ou sonoro.

      • Entre o 6º e o 8º mês, a criança vai conquistar a verticalidade e equilibrar-se em posição sentada. Esta aquisição postural vai permitir-lhe ter uma visão mais global de seu ambiente, graças às possibilidades de aperfeiçoamento dos movimentos associados dos olhos e da cabeça. Nesta posição se sentirá mais segura nas experiências de manipulação, já que seus braços estão completamente liberados e o tônus da cintura escapular está bem desenvolvida.

      • Entre o 9º e o 12º mês, a criança reforça a cintura pelviana, primeiro rastejando, depois de quatro, prelúdio indispensável para a estação de pé. Entre o 10º e o 12º mês ficará de pé de forma prolongada com o apoio e passará a posição bípede, primeiro titubeante e depois firme.



Desenvolvimento psicomotor e enriquecimento da linguagem

As primeiras palavras compreendidas e emitidas pala criança correspondem à denominação dos objetos familiares que tem uma significação efetiva para ela. A incapacidade de poder precisar verbalmente suas necessidades e de expressar-se a obriga a evocar o objeto que permite sua satisfação.

A criança constrói seu espaço psicomotor graças ao progresso da motricidade e da percepção (até o 5º estágio). A partir do 6º estágio, o qual corresponde ao que Piaget chama “o início da interiorização dos esquemas”, apresenta um progresso significativo, o qual depende da associação da linguagem e a representação imaginada.. A interação entre a criança e seu ambiente, onde a atividade tem rol essencial, vai transformar-se progressivamente em uma atividade verbalizada. Esta ligação entre a palavra e a ação precede o futuro afastamento da palavra e da ação, traduzindo-se pelo monólogo que a criança explica e que Piaget chama de “linguagem egocêntrica”. Esta linguagem egocêntrica é, em essência, uma função cognitiva, na medida em que está ligada a busca do real.

A utilização da linguagem corresponde a passagem do aprendizado por ensaio e erro para o aprendizado por insight, ou invenção brusca de novos meios em presença de uma situação-problema. A utilização da linguagem para simbolizar a solução buscada com frequência é precedida de gestos simbólicos que favorecem a representação nascente. Estes gestos simbólicos são o fruto da imitação diferida, já que no fim do 2º ano, os jogos de imitação têm uma importante influência no desenvolvimento da função de ajuntamento.

O descobrimento das características dos objetos e de suas propriedades, condição do enriquecimento e de estruturação perceptiva, é o fator de atividade do sujeito. Na frente de um objeto desconhecido, a criança descobre suas propriedades através da exploração, quando dispõe de linguagem, é levada a situação imaginárias, multiplicando, suas possibilidades. Assim é que as propriedades do objeto estão ligadas ao conhecimento dos efeitos das ações e a relação que pode estabelecer-se entre eles. A qualidade de ações e o tipo de informações que são aspectos desencadeantes no enriquecimento perceptivo, de quem a estabilização exige o símbolo verbal. A utilização da linguagem aparece, assim, como uma transferência dos dados sensoriais a um novo sistema de referência, representada pelo conjunto de palavras, expressões e frases utilizado pelo ambiente.

Cada palavra, cada expressão implica uma categoria relativamente bem definida de percepções. A linguagem torna-se um marco no qual entra tudo o que pode. A utilização da linguagem é uma fonte de progresso no plano da percepção e da ação, ao contrário, a evolução psicomotora de influência na linguagem.

Depois dos dois anos, no período onde a criança encadeira as sequências das atividades num plano de conjunto, utiliza frases mais completas em relação com a sucessão de operações efetuadas pelo objeto.
Condições sócio-culturais no exercício das funções parentais

Segundo o esquema da família tradicional, mais numero da que a família atual, limitada a uma média de dois filhos, a função parental, nos primeiros anos, era exclusivamente assegurada pela mãe. Ela assegurava a função alimentar através do aleitamento que era elemento estável do lar porque consagrava todo seu tempo a educação de seus filhos.

Atualmente as mães repartem seu tempo entre as tarefas profissionais e seu papel materno. E como consequência disto surgem dois aspectos: a partir dos 4 meses, a quase totalidade das crianças são confiadas a creches ou a uma babá; o pai, para aliviar a tarefa da mãe, participa dos cuidados da criança.

Para concluir, o recém-nascido atual desenvolve-se menos bem que o recém-nascido de antigamente? Não dá para ter uma decisão categórica, já que os dados estatísticos que acabam de ser publicados são baseados numa pesquisa feita em crianças colocadas em creche depois de seu nascimento, em um prazo de 6 anos.
Intercâmbios mãe / recém-nascido até os 2 meses

Durante o estágio narcisista primário, todas as necessidades fisiológicas e afetivas da criança devem ser incondicionalmente satisfeitas, a fim de reforçar seu capital narcisista. O desenvolvimento da criança é função direta de atitude materna e mais particularmente do clima afetivo que gera um torno do filho.
A evolução da imagem do corpo dos 3 aos 6 anos

A criança tem neste estágio de seu desenvolvimento duas imagens de seu corpo, uma antecipadora, imaginária, de uma grande riqueza e de grande labilidade, muito dependente do inconsciente vivido; a outra reprodutora, ainda terna, ligada à atividade perceptiva.

Depois da fase do amor objetal que a une a sua mãe, a criança toma possessão do seu corpo e este investimento adquire um caráter narcisista. Antes deste período, o conhecimento global do corpo só será possível através da atividade motora.

Introjetando a imagem de outra pessoa e, em primeiro lugar, a imagem do corpo materno é que a criança adquire o conhecimento de seu “corpo próprio”.

Pela IDENTIFICAÇÃO, a criança íntegra, ao nível vivido, um aspecto de outra pessoa com quem está ligada afetivamente e transforma-se em função dela.

A partir dos 3 anos, a emergência da função de interiorização permite o retorno da criança a ela mesma, o que constitui um verdadeiro passo narcisista. Assim, a criança vai tomar consciência que sua personalidade é diferente dos modelos que até agora tem lhe sido impostos.

O duplo movimento indo da identificação à atitude narcisista expressa-se não ao nível do imaginário, mas sim em função dos intercâmbios próprios com a criança no seio do ambiente familiar.


Jogos simbólicos e imaginação

A descoberta de seus órgãos genitais, o interesse despertado pela diferença de sexos, a impressão confusa que se tem do papel respectiva dos dois sexos em relação às suas próprias experiências vividas em relação a sua mãe vai introduzir o que os psicanalistas descrevem com o nome de “conflito edipiano” ou “complexo de Édipo”.

A partir deste período, as relações afetivas da criança e seus status na constelação familiar vão se tornar mais complexas. Em particular, a personalidade do pai terá uma importância maior, na medida em que, pela sua relação com a mãe e pelo seu papel particular, permitirá à criança associar tal atitude de um ou de outro, não só a pessoa do pai e da mãe, mas geralmente a uma certa imagem da feminilidade e da masculinidade que necessariamente ressentirá profundamente na personalidade futura


CARACTERÍSTICAS DA POPULAÇÃO A SER ATENDIDA E DA COMUNIDADE A QUAL SE INSERE
O BAIRRO

A Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz está localizada no bairro do Portal das Laranjeiras que conta com transporte público, iluminação pública, água, esgoto, posto de saúde, escolas da rede municipal, estadual e privada, ginásio poliesportivo, posto policial, coleta de lixo e comércios em geral, como farmácias supermercados, padarias, açougues entre outros.

Caso a comunidade necessite de maiores assistências à saúde, esta dirige-se ao centro de Caieiras, onde há um hospital particular para atender conveniados, ou vão a Franco da Rocha onde há hospital público. Para utilizar o transporte ferroviário também realizam esse trajeto.
DADOS DAS FAMÍLIAS DE CRIANÇAS MATRICULADAS

Foi realizada, no ano de 2013, um diagnóstico com as famílias que possuem crianças frequentes nesta Unidade. Do total, aproximadamente apenas 30% responderam e entregaram estes diagnósticos. Portanto as informações tratadas aqui infelizmente referem-se à esses 30% da comunidade integrante deste bairro.

A maioria dos pais declararam que vivem em 4 pessoas nas casas, que são sempre de alvenaria e com água e esgoto encanados. Em sua maioria 2 pessoas trabalham na casa e a renda familiar é entre R$1000,00 e R$2000,00. O nível de escolaridade da média é o ensino médio. Os pais reclamam da falta de espaços de laser no bairro e dizem que aos fins de semana ficam em casa, hoje já contam com parque municipais instalados nos bairros onde podem levar as crianças.

Os pais esperam que a escola ofereça cuidado adequado das crianças em creche e atividades divertidas e culturais, além do ensinamento que já é realizado e dizem que podem vir à escola na parte da tarde para participar de alguma atividade junto das crianças.


ORGANIZAÇÃO E DINÂMICA DO COTIDIANO DE TRABALHO

RESPONSABILIDADES E ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS QUE ATUAM NO FUNCIONAMENTO DA INSTITUIÇÃO
As turmas do integral possuem como responsáveis os Agente de Educação que educam as crianças de zero a três anos, onde concedem os cuidados básicos de higiene e conduzem atividades que desenvolvem integralmente a criança. Todas as semanas são realizadas reuniões de HTPC com duração de 2 hs. havendo estudos e exposição oral e visual das atividades confeccionadas com a turma Toda semana é feita e entregue às segundas-feiras a grade onde são dispostas as atividades que serão aplicadas durante a semana. Os acontecimentos e evoluções das crianças são escritos em um caderno de registro que é revisado semanalmente, e também através de um portfólio onde é relatado toda a evolução da criança desde quando ingressa na escola.
EQUIPES QUE ESTRUTURAM O FUNCIONAMENTO DA INSTITUIÇÃO
Coordenação administrativa e pedagógica

O doretor (a) junto a coordenação pedagógica são o núcleo executivo que organiza, controla e coordena todas as atividades desenvolvidas no âmbito da Unidade Escolar. As Escolas Municipais de Educação Maternal e Infantil ficam sob responsabilidade do Diretor no que diz respeito a área adminstrativa e do Coordenador, função exercida por educador habilitado nos termos de legislação vigente.

São atribuições, competências e deveres do Diretor



  • Dirigir as escolas, pedagógica e administrativamente, cumprindo e assegurando o cumprimento da legislação em vigor e do calendário escolar;

  • Autorizar ou não a retirada de servidor durante o expediente;

  • Atestar a frequência diária e mensal dos funcionários das Unidades Escolares;

  • Garantir e supervisionar a organização do espaço de modo a garantir espaços claros, confortáveis e seguros; lugares tranquilos e educados ao repouso e ambientes variados que permitam a privacidade e convivência em grupo; o exercício da autonomia das crianças.

  • Organizar, coordenar e avaliar o trabalho das áreas administrativas, e de saúde da Unidade Escolar;

  • Receber, informar, despachar e assinar documentos, encaminhando-os as autoridades competentes;

  • Cumprir e fazer cumprir as normas didáticas, pedagógicas e administrativa da escola;

  • Representar a escola em juízo e perante as autoridades federais, estaduais e municipais;

  • Manter atualizada e organizada a documentação pertinente às Escolas Municipais de Educação Maternal e Infantil;

  • Comunicar às autoridades competentes a ocorrências de doenças infecto-contagiosas nas escolas;

  • Zelar pela manutenção e conservação dos bens patrimoniais;

  • Apurar ou fazer apurar irregularidades de que venha a tomar conhecimento;

  • Prever os recursos físicos, materiais e humanos para atender as necessidades de sua Unidade Escolar a curto, médio e longo prazos;

  • Solicitar junto à Secretaria Municipal de Educação a compra de bens e materiais dentro do prazo estipulado para aquisição anual;

  • Representar a escola junto à comunidade, criando condições para maior integração-comunidade;

  • Convocar e presidir as reuniões do Conselho-Gestor;

  • Submeter a apreciação do Conselho Gestor matérias sujeitas a sua deliberação;

  • Assegurar a comunicação e o diálogo cordial com os pais ou responsáveis pelas crianças da Unidade Escolar;

  • Autorizar a transferência de alunos;

  • Enviar toda a documentação do aluno, incluindo prontuário médico, nos casos de transferência para outra Unidade Escolar;

  • Autorizar ou não entrada e saída de alunos fora dos horários pré-estabelecidos, na rotina escolar;

  • Receber, conferir e acondicionar em local apropriado, materiais de uso permanente ou de consumo (exceto merenda, que é de responsabilidade das merendeiras) mantendo-os organizados e acessíveis para utilização;

  • Notificar a necessidade de reparos ou retirada de materiais danificados da Unidade Escolar;

  • Delegar competências e atribuições a seus subordinados, assim como designar comissões para execução de tarefas especiais;

  • Assegurar o cumprimento do presente regimento da unidade sob sua responsabilidade;

  • Dar soluções ou encaminhamento aos casos omissos de competências técnica, administrativa ou institucional.


São atribuições e competência do Coordenador Pedagógico

  • Coordenar os trabalhos das Escolas Municipais de Educação Maternal e Infantil, no sentido de levá-las a atingir os objetivos propostos;

  • Convocar e participar das reuniões com os professores e agentes de educação;

  • Garantir e supervisionar a organização do espaço de modo a garantir espaços claros, confortáveis e seguros; lugares tranquilos e educados ao repouso e ambientes variados que permitam a privacidade e convivência em grupo; o exercício da autonomia das crianças.

  • Oferecer e mediar encontros de estudos, reflexões e formação continuada dos agentes de educação, prestando assistência pedagógica;

  • Coordenar a elaboração do Projeto Pedagógico da Escola, bem como proporcionar condições para a sua avaliação no transcorrer do ano letivo;

Agentes de educação

Fazem parte do corpo docente os agentes de educação e estes devem:

  • Respeitar deveres oriundos do Regimento Escolar;

  • Conhecer e respeitar as leis constitucionais e as normas da escola;

  • Participar da elaboração, execução e avaliação do Projeto Pedagógico;

  • Conhecer as características e pressupostos teóricos referentes à faixa etária das crianças de Educação Infantil;

Planejar adequadamente seu trabalho junto aos alunos, considerando as diretrizes propostas por órgãos superiores, o Projeto Pedagógico da Unidade escolar e as características da classe;

  • Orientar os alunos a participar de todos os projetos desenvolvidos na Unidade Escolar;

  • Proceder a observação, seguida de registro, das crianças, considerando suas características, conquistas e dificuldades;

  • Observar as crianças em suas atividades e momentos para levantamento de tema de interesse e encaminhamentos de projetos;

  • Prever recursos necessários às atividades programadas para o dia, levando o material necessário ao dirigir-se para a sala de aula ou outros espaços;

  • Executar e manter atualizados os registros escolares relativos à frequência dos alunos e atividades propostas;

  • Acompanhar o desenvolvimento das crianças;

  • Acompanhar e orientar os alunos em todas as atividades e espaços da Unidade Escolar;

  • Entregar a criança, no horário de saída da unidade escolar, para pais, responsáveis legais ou a pessoa previamente autorizada;

  • Proceder a entrada e saída das crianças apenas nos horários pré-estabelecidos na rotina escolar;

  • Comunicar e aguardar parecer da coordenação, quanto a pedidos de entrada ou saída das crianças fora do horário pré-estabelecidos;

  • Orientar as crianças a participar de todos os projetos desenvolvidos na Unidade Escolar;

  • Participar das reuniões previstas no calendário escolar e outras que se fizerem necessária ao bom andamento da unidade escolar;

  • Garantir o diálogo com os pais ou responsáveis, informando-os sobre o desenvolvimento das crianças, obtendo dados de interesse ao processo educativo e orientando-os sobre a proposta pedagógica da Unidade Escolar;

  • Participar e opinar nos HTPCs;

  • Participar de grupos de estudo para aperfeiçoamento, ampliação de conhecimentos e atualizações com relação às questões pedagógicas, novas concepções e linhas filosóficas da Educação Infantil;

  • Participar e colaborar na criação e execução de atividades especiais;

  • Eleger um representante para o grupo;

  • Discutir e estruturar o calendário escolar.

  • Ser pontual no cumprimento do horário escolar;

  • Avisar, com antecedência, à Direção da unidade escolar quando não puder cumprir seu horário de trabalho;

  • Apresentar-se convenientemente trajado.


Agente de Organização Escolar


  • Cuidar do administrativo da escola;

  • Auxiliar o diretor e coordenador nas tarefas por eles solicitadas;

  • Cuidar do Livro Ponto dos funcionários;

  • Atender com excelência os pais e responsáveis que entrarem em contato com a Unidade Escolar, seja pessoalmente ou pelo telefone;

  • Ser pontual no cumprimento do horário escolar;

  • Apresentar-se convenientemente trajado.


ESTRUTURA DE FUNCIONAMENTO DA INSTITUIÇÃO
A Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz se organiza da seguinte forma:

Integral, dividida em três setores:



  • Berçário – abrange 10 crianças. horário que permanecem na U.E. das 07:00h. Às 18:00h, ou antes deste horário, os pais vêm buscá-las.

  • Mini Grupo I – abrange 15 crianças. horário que permanecem na U.E. das 07:00h. Ás 18:00h, ou antes deste horário, os pais vêm buscá-las.

  • Mini Grupo II – abrange 15 crianças. horário que permanecem na U.E. das 07:00h. Ás 18:00h, ou antes deste horário, os pais vêm buscá-las.

Os funcionários realizam a seguinte carga horária:



  • Agentes de Educação que trabalham com a turma integral cumprem a carga horária de 44 horas semanais, sendo 6 horas com criança, 5 horas livre fora da escola mas com compromisso de realizar pesquisas e preparar atividades nestas horas e 14 horas atividades na escola, para preenchimento de grade, portfólio, elaborar projetos, separar os materiais para as atividades do dia descrito na grade, participar dos HPTC e formação continuada ministrada pela secretaria de educação.

  • Agente de Organização Escolar cumpre a carga horária de 44 horas semanais;

  • Diretor cumpre a carga horária de 40 horas semanais ou 30horas semanais

Há na escola o Conselho Gestor – Caieiras SP. Esta é uma sociedade civil sem fins lucrativos que administra os recursos advindos da sociedade, fomenta as atividades pedagógicas da escola, etc e é constituída por presidente, secretária tesoureira, conselho fiscal e conselho deliberativo. Ocorre reuniões ordinárias quatro vezes por ano e extraordinárias quando convier à Unidade Escolar.
RELAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS
Compõem o quadro de recursos da Escola Municipal de Educação Municipal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz

    • Uma diretora que atualmente exerce a função de Coordenadora também por se tratar de uma escola pequena

    • Um (a) Agente de Organização que auxilia na tarefas administrativas

    • 9 agentes de Educação e 3 auxiliares de educação sendo:

    • 3 agente para o Mini Grupo I e 1ª auxiliar de educação

    • 3 agentes para o Mini Grupo II e 1ª auxiliar de educação

    • 3 agentes para o Bercario e 1ª auxiliar de educação

    • no período da manhã ficam 2 agentes de educação, e no periodo da tarde fica 1 agente de educação e uma auxilar, isso com todos os grupos.


PROCESSO DE AVALIAÇÃO

Na Educação Infantil a avaliação não tem como objetivo a promoção. Por isso os educadores observam, criteriosamente, registrando as características da criança e sua evolução/competência nos diversos aspectos que circundam o ser humano.

A avaliação consiste em um processo contínuo de obtenção de informações: observações, registros e análises das dificuldades, avanços e necessidades das crianças.

A avaliação do processo ensino-aprendizagem, deverá ser atendida como um diagnóstico do desenvolvimento do aluno na relação com a ação dos educadores e na perspectiva do aprimoramento do processo educativo.

O processo de avaliação deve ser contínuo e ter como base a visão global do aluno, subsidiado por observações e registros obtidos no decorrer do processo.
Avaliação formativa na educação infantil
Maria Solange Portela Santarém

Partindo do pressuposto que o trabalho educativo deve estar voltado para o desenvolvimento integral dos indivíduos, mediante a melhoria da compreensão do meio em que vivem, maiores percepções de si mesmo, elevação sociocultural das suas condições de vida e desenvolvimento de valores próprios de uma sociedade em mudança, enfocaremos a avaliação formativa como instrumento mediador da ação pedagógico-educativo podendo-se através desta, diagnosticar, investigar informações que viabilizam o rendimento desta ação.

Na medida em que tudo que avaliamos não é visível a olho nu, isto quer dizer, que avaliar vai além de olharmos para crianças como seres meramente observados, ou seja, a intenção pedagógica avaliativa dará condições para o professor ou professora criar objetivos e planejar atividades adequadas, dando assim um real ponto de partida para esta observação, torna-se claro a necessidade de se construir conhecimentos e reflexão por parte de professores.

Esta reflexão está fundamentada nas contribuições de HOFFMANN (2002), KRAMER (1989) e no documento oficial do Ministério da Educação: o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil (1998). A abordagem teórica baseia-se na perspectiva construtivista de avaliação, na medida em que a ação avaliativa exerce uma função dialógica e interativa, promovendo os seres no aspecto moral e intelectual.

De acordo com as leituras realizadas, a avaliação se destina a obter informações e subsídios capazes de favorecer o desenvolvimento das crianças e ampliação de seus conhecimentos. Nesse sentido, avaliar não é apenas medir, comparar ou julgar. Muito mais do que isso, a avaliação apresenta uma importância social e política fundamental no fazer educativo.

As investigações de HOFFMANN (1989), sobre avaliação sugerem fortemente que a contribuição entre o discurso e a prática de alguns educadores e educadoras, principalmente – a ação classificatória e autoria – exercida pela maioria, encontra explicação na concepção de avaliação do educador/a, reflexo de sua estória de vida como aluno/a e professor/a.

Para KRAMER (1989), comumente, não só na Educação Infantil, mas também nos demais níveis do sistema escolar, os avaliados são única e exclusivamente os alunos e alunas. Mas é preciso analisar criticamente essa prática, pois o fato de os alunos/as serem o único “objeto” da avaliação revela a estrutura de poder e autoridade da grande maioria das instituições escolares. É necessário que a “clássica” forma de avaliar, buscando os “erros” e os “culpados” seja substituída por uma dinâmica de avaliação capaz de trazer elementos de crítica e transformação ativa para o trabalho. Nesse sentido todos são objetos e sujeitos de avaliação: professores/as, equipe de orientação, supervisão e direção, crianças e pais.

Ainda nesta linha, o documento oficial do MEC, preconiza no Referencial Curricular de Educação Infantil, que a diversidade de práticas pedagógicas que caracterizam o universo da Educação Infantil reflete diferentes concepções quanto ao sentido e funções atribuídas ao movimento no cotidiano das creches, pré-escolas, instituições afins.

Conforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, na seção II, referente à Educação Infantil, artigo 31, preconiza que: “(...) a avaliação far-se-á mediante o acompanhamento e registro do seu desenvolvimento, sem o objetivo de promoção, mesmo para o acesso ao ensino fundamental”. A esse respeito, julgamos oportuno as considerações de HOFFMANN (2002), quando afirma que: Quem procura um médico está em busca de pelo menos duas coisas, um diagnóstico e um remédio para seus males. Imagine sair do consultório segurando nas mãos, em vez da receita, um boletim. Estado geral de saúde nota seis, e ponto final. Doente nenhum se contentaria com isso. E os alunos que recebem apenas uma nota no final de um bimestre, será que não se sentem igualmente insatisfeitos? Se a escola existe para ensinar, de que vale uma avaliação que só confirma a “doença”, sem identificá-la ou mostrar sua cura? Assim como o médico, que ouve o relato de sintomas, examina o doente e analisa radiografias, você também tem a disposição diversos recursos que podem ajudar a diagnosticar problemas de sua turma. É preciso, no entanto, prescrever o remédio. “A avaliação escolar, hoje, só faz sentido se tiver o intuito de buscar caminhos para a melhor aprendizagem”.

Adotam-se ainda práticas na Educação Infantil que possuem um entendimento equivocado da avaliação nessa etapa da educação, o que vem gerando sérios problemas, com consequências preocupantes. A mais grave é a existência das chamadas classes de alfabetização que conferem à Educação Infantil o caráter de terminalidade. São classes que atendem crianças a partir de seis anos, retendo-as até que estejam alfabetizadas.

As crianças que frequentam essas classes não ingressam na primeira série do ensino fundamental, até que tenham atingido o padrões desejáveis de aprendizagem da leitura e escrita. A essas crianças tem sido vedado, assim, o direito constitucional de serem matriculadas na primeira série do ensino fundamental aos sete ano de idade. A avaliação nessa etapa deve ser processual e destinada a auxiliar o processo de aprendizagem, fortalecendo a autoestima das crianças. No que se refere às crianças, a avaliação deve permitir que elas acompanhem suas conquistas, suas dificuldades e suas possibilidades ao longo de seu processo de aprendizagem.

Para que isso ocorra, o professor deve compartilhar com elas aquelas observações que sinalizam seus avanços e suas possibilidades de superação das dificuldades. São várias as situações cotidianas nas quais isso já ocorre, como por exemplo, quando o professor diz: “Olhe que bom você já está conseguindo se servir sozinho”, ou quando torna observável para as crianças o que elas sabiam fazer quando chegaram na instituição com o que sabem até aquele momento. Nessas situações, o retorno para as crianças se dá de forma contextualizada, o que fortalece a função formativa que deve ser atribuída à avaliação. Não é de hoje que existe esse modelo de avaliação formativa. A diferença é que ele é visto como o melhor caminho para garantir a evolução de todos os alunos, uma espécie de passo a frente em relação à avaliação conhecida como somativa.

Um exemplo de mudança é o seguinte, o professor deixa de ser aquele que passa informações e começa a preparar para que elabore seus próprios conhecimentos no seu dia a dia. A avaliação formativa não tem como pressuposto a punição ou premonição. Ela prevê que as crianças possuem ritmos e processos de aprendizagem diferentes.

No desenvolvimento da criança, envolve as habilidades de ordem física, afetivo, sexual, cognitiva, ética, estética, de relação intra e interpessoal. Constitui ainda suporte fundamental para que a criança possa fazer a “leitura do mundo”, ressaltando a expressão corporal como uma forma de interação social. Assim, no espaço da Educação Infantil, a escola deve oferecer-lhe um ambiente físico e social onde se sinta acolhida e segura para enfrentar desafios; à medida que tais desafios se ampliam, possibilitam-lhe aumentar o conhecimento de si mesmo, dos outros e do meio em que vive, ao mesmo tempo em que contribuem para o desenvolvimento de habilidades essenciais, como: autonomia, criatividade, expressividade e solidariedade.

PIAGET (1989), destacou, entre outros, o aspecto cinético, referente a expressividade e a mobilidade próprias das crianças: saltar, pular, correr, escorregar, rolar, dramatizar, dançar, contar... Assim, um grupo disciplinado não é aquele em que todos se mantenham quietos e calados, mas aquele em que os vários participantes se encontram envolvidos e mobilizados pelas atividades propostas.

Considerando os aspectos citados, que se vê a importância de uma avaliação contínua, onde valorize todos os aspectos do desenvolvimento da criança, em especial na “Educação Infantil”.


ROTINA GERAL DA INSTITUIÇÃO

A Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz funciona de segunda-feira a sexta-feira das 6:45h às 18:00h, com atendimento aos pais ou responsáveis pelas crianças, bem como à comunidade diariamente das 7:00h às 15:00h.

Dentro deste período de funcionamento diário os grupos de crianças são organizados de acordo com a grade (ver em anexo).
PERÍODO DE ADAPTAÇÃO DAS CRIANÇAS

No início de cada ano letivo as unidades escolares organizam-se para recepcionar os alunos com atividades diferenciadas de acolhimento para as crianças e suas famílias. Na primeira semana de aula as crianças de horário integral ficam na unidade por meio período. Conforme há a chegada de novos alunos no decorrer do ano letivo, exceto transferências, a unidade se organizará da mesma forma de acolhimento prazeroso e paulatino.


OBJETIVOS E PERIODICIDADE DAS REUNIÕES DE PAIS

As reuniões de pais ocorrem bimestralmente com o objetivo de aproximá-los às nossas práticas, à unidade e ao desenvolvimento da criança. Nelas, apresentamos fotos das crianças realizando atividades, bem como elas próprias para evidenciar a nossa proposta pedagógica. Nestas reuniões ocorrem dinâmicas de envolvimento, muitas vezes revivendo o que passamos com a criança anteriormente, leitura de algum texto de reflexão, visualização e manipulação do executado pela criança, regras de convivência e avisos gerais.


ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS E DA METODOLOGIA DE TRABALHO
A Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz tem como metodologia o trabalho com projetos, nos quais busca-se construir e aprofundar saberes de diferentes áreas de conhecimento (linguagem oral e escrita, matemática, natureza e sociedade, movimento, música e artes), atrelados à temas.

Os temas dos projetos são levantados a partir da observação dos interesses de cada grupo ou classe de crianças.

E, paralelamente aos projetos, a Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz trabalha com sequências de atividades, nas quais tratam de um assunto especifico ou habilidades a uma área de conhecimento são aprofundadas em atividades organizadas em ordem crescente de desafios e dificuldades.

Algumas atividades são permanentes na Escola Municipal de Ensino Maternal e Infantil: o brincar livre e dirigido, o jogo, a leitura e a contação de histórias, as rodas de conversas, os cantos de jogos simbólicos. Estas atividades visam garantir o direito das crianças ao brincar, ao ler e ao jogar com prazer, bem como ao exercício da autonomia, do direito a escolhas e do aprender na relação com outras crianças.

Projetos, atividades permanentes e sequencias de atividades são elaborados considerando-se os objetivos específicos para cada grupo atendido na Unidade Escolar. Estes objetivos estão contidos no currículo. Em anexo estão as sequências das salas e os projetos das turmas e da Unidade Escolar.
O CURRICULO

O currículo da Escola Municipal de educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz é organizado pela Equipe ténica, Supervisora, professores e agentes de educação que em conjunto com a Rede Municipal de Educação de Caieiras atuantes na Educação Infantil, discutem e sistematizam as expectativas de aprendizagem e objetivos a serem alcançados por cada grupo.

Este currículo é constantemente avaliado e os objetivos revistos anualmente. A cópia deste documento encontra-se em anexo.


FORMAÇÃO CONTÍNUA E CONTINUADA PARA OS PROFISSIONAIS

Em consonância com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN nº9394/96), a formação dos docentes da Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz

, deve ser de nível superior (Licenciatura de graduação plena), sendo admitido como formação mínima a Habilitação Específica para o Magistério, oferecida em nível Médio.

O quadro de profissionais da Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz é composto por 17 (dezesseis) pessoas, das quais 1 (uma) é diretora, 1 (um) é agente de organização escolar, 9 (nove) são agentes de educação, 3 (três) são, auxiliar de sala(bolsistas) , 1 (um) merendeira e 1 (uma) é contratada da empresa de limpeza ÚNICA. Até o momento não temos professores com especialização específica para cuidar e dar atividades pedagógicas às nossas crianças da creche, quem cuida das atividades os agentes de Educação, alguns com formação de nível médio, outros cursando o nível superior e outros com nível superior, mas todos são orientados e acompanhados pelo coordenador pedagógico, mas sabem que a creche hoje não é mais assistencialista e sim desenvolve o trabalho de educar e ensinar.



FORMAÇÃO CONTÍNUA

Os profissionais da Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil contam com horários de trabalho pedagógico coletivo (HTPC) durante os quais reúnem-se semanalmente, sob orientação e mediação da direção/coordenação pedagógica da Unidade Escolar, para estudo, reflexão e planejamento da prática educativa, a luz de teorias sobre educação infantil.

Os profissionais da Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz participam de todos os cursos, oficinas e palestras organizados pela Secretaria Municipal de Educação de Caieiras, tendo garantidos um mínimo de 4 (quatro) encontros anuais de formação continuada.

É assegurada aos agentes de educação a participação em cursos e eventos na área da educação organizados por outras instituições ou órgãos públicos fora do município de Caieiras. Nestes casos o profissional apresenta sua proposta de participação e todo o grupo da Unidade Escolar delibera a respeito, deferindo-a ou indeferindo-a. Nestes casos, há dispensa do dia de trabalho para este profissional e a Unidade Escolar organiza-se para garantir os direitos dos alunos.


GESTÃO INSTITUCIONAL

A gestão escolar é o processo coletivo que envolve a tomada de decisão, planejamento, execução, acompanhamento e avaliação do funcionamento da escola, envolvendo a direção e coordenação da Unidade Escolar, o corpo docente, auxiliares de apoio pedagógico, merendeiras, pessoal da limpeza, caseiros, bolsistas, pais ou responsáveis por alunos regularmente matriculados.

A gestão da Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz orienta-se por princípios democráticos, priorizando o diálogo e a participação dos diversos grupos que estruturam seu funcionamento nos processos de decisão necessários para o bom andamento do processo educativo.

Pais ou responsáveis por alunos matriculados também são ouvidos em reuniões de pais e através de representatividade no Conselho Gestor, instituição auxiliar à gestão da Escola Municipal de Ensino Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz.

O HTPC é um meio de formação continuada em serviço e deve fazer parte da rotina institucional. Devem ocorrer periodicamente e não de forma esporádica. Estes encontros devem possibilitar o estudo, a reflexão, a troca de ideias entre agentes de educação sobre a prática e os mais diversos temas pertinentes ao trabalho, organização e planejamento da rotina, do tempo e atividades e outras questões relativas ao projeto educativo.

É obrigação da Unidade Escolar proporcionar condições para que todos os profissionais participem destes momentos de formação.

Os encontros de HTPCs ocorrem semanalmente totalizando 02 horas de estudo direto, 1 vez por semana.
CONSELHO GESTOR
O conselho gestor da Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil tem por princípio básico a busca da autonomia da escola com a participação da comunidade em todas as suas dimensões: pedagógicas, administrativas e financeiras.

Formado anualmente até o último dia letivo do mês de março, é composto por diretor,

coordenador, agentes de educação e pais responsáveis pelos alunos regularmente matriculados na Unidade Escolar.

O conselho gestor tem por finalidade promover a integração e gestão participativa do poder público com a comunidade escolar, bem como:



  • Promover a aproximação e a cooperação da comunidade na Unidade Escolar;

  • Contribuir para a solução de problemas da Unidade Escolar, preservando convivência harmônica entre comunidade, pais ou responsáveis, agentes de educação, auxiliares de apoio administrativo, merendeiras, pessoal de limpeza e manutenção, caseiros e bolsistas;

  • Cooperar na manutenção e conservação do prédio e equipamentos da Unidade Escolar;

  • Administrar, de acordo com as normas legais que regem o funcionamento do Conselho Gestor, recursos provenientes da comunidade, de campanhas escolares e festas;

  • Contribuir para o desenvolvimento de atividades pedagógicas da escola, participando de reuniões de elaboração de sequencias e projetos;

  • Oferecer assistência a alunos carentes no que se refere a sua vida escolar (alimentação, materiais, assiduidade, participação nos passeios).

O Conselho Gestor da Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz, no ano de 2013, é composto pelos seguintes membros:

- Elizete de Abreu Macedo Fioravante (diretora e coordenadora)

- Agente de Organização Marcia Milanez Rodrigues que auxilia na atividades administrativas.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Toda proposta pedagógica é resultado de um processo de fazer, refazer, pensar e repensar. Portanto, este Projeto Político e Pedagógico representa a síntese de um momento específico – o ano de 2013 – na Escola Municipal de Educação Maternal e Infantil Dona Ana Pinheiro da Cruz. Não é algo estático e nem imutável. É parte do processo de ação-reflexão necessário ao fazer educativo.
“Nada pode ser considerado totalmente concluído se não for tentado de todos os modos possíveis.”

(Philippe Sidney)



ANEXOS:



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