Ensaios céticos Bertrand Russell



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LANÇAMENTO
Ensaios céticos

Bertrand Russell

Prefácio de John Gray
Tradução de Marisa Motta

Volume 657 da Coleção L&PM POCKET – 240 páginas – R$ 15

ISBN 978-85-254-1722-0 Código de barras: 9788525417220



“Bertrand Russell escreveu a melhor prosa de todos os filósofos de língua inglesa do século XX.”

Anthony Howard, The Times
Bertrand Russell sempre se considerou um cético, mas mesmo assim acreditava que a vida humana poderia ser transformada com o uso da razão. Em Ensaios céticos, reunião de alguns dos mais belos e interessantes ensaios escritos da língua inglesa, Russell tenta mostrar que uma boa dose de ceticismo pode mudar o mundo. O livro é uma coletânea de dezesseis textos, a maioria escrita por volta de 1920, sobre assuntos relevantes que mesmo com o passar dos anos continuam atuais, tais como o perigo das guerras doutrinárias, a busca pela felicidade, a questão liberdade versus autoridade na educação, entre outros.

Um ponto comum entre os textos é a idéia de que devemos nos preparar para reconhecer a incerteza de nossas crenças e práticas. Em “As máquinas e as emoções”, o autor alfineta a relação entre a evolução da tecnologia e os relacionamentos pessoais, partindo da seguinte questão: as máquinas destruirão as emoções ou as emoções destruirão as máquinas? Ele expõe que todas as pessoas ficam extremamente felizes quando adquirem bens materiais, mas que o desejo moderno de riqueza não é inerente à natureza humana. O acréscimo de prosperidade material trazido pelas máquinas não aumentaria a felicidade, pelo contrário, as máquinas teriam o poder de nos privar de dois ingredientes importantes para a felicidade: espontaneidade e diversidade. Neste conjunto de análises dos problemas da humanidade, Russell aponta uma possível solução: usar a inteligência como único remédio capaz de sanar as doenças de que o mundo sofre.






Bertrand Russell (1872-1970) nasceu no País de Gales, em uma família tradicional. Filósofo, lógico, matemático e escritor prolífico, foi um proeminente pacifista e ferrenho defensor das reformas sociais. Recebeu o prêmio Nobel de Literatura em 1950 “em reconhecimento de seus variados e importantes escritos nos quais advoga ideais humanitários e a liberdade de pensamento”. Morreu com quase cem anos, enfraquecido por uma gripe. Escreveu inúmeros livros, entre os quais No que acredito (1925; L&PM POCKET PLUS, 2007), Por que não sou cristão (L&PM, 2008) e História da filosofia ocidental (1946).


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