Esclarecendo



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9 – Paz.

A paz é uma condição interior de tranqüilidade, de não violência, e pode ser entendida como sendo um estado de espírito sem ira, sem desconfianças e sem esses sentimentos negativos que as pessoas costumam guardar no coração, como o ciúme, a inveja e o ódio. Muitas pessoas conseguem manter paz interior, apesar de situações complicadas. Já outras se estressam por qualquer coisa e outras, ainda, partem para a agressão por qualquer motivo.

A paz é uma das maiores conquistas do ser humano.


10 – A mentira. Exemplo: O caso de Ana Rosa, que vivia mentindo e, quando foi sequestrada, perdeu a oportunidade de ser resgatada porque não acreditaram nela.

11 – Críticas.

É preciso não se importar com as críticas ou com as dificuldades que as pessoas sempre encontram quando querem viver e agir da forma certa.

12 – Vícios.

É possível que vocês venham a encontrar pessoas que usam drogas e que vão fazer de tudo para atraí-los também ao vício. Elas dirão que só uma vez não tem importância, que não vicia... Mas é exatamente assim que acontece. A pessoa usa uma vez, depois usa mais outra e, quando se dá conta, não consegue mais parar, porque já entrou nesse caminho, um caminho que lhe trará muito sofrimento.

E é bom lembrar que o álcool também é uma droga que vicia, gerando infinitos sofrimentos.

13 – Compaixão no conceito budista, representado pelas cores:

Azul = acolhimento. Exemplo: Mariazinha acolheu a colega Joana, que estava precisando de ajuda com a matemática.

Amarelo = meios. Exemplo: Mariazinha proporcionou meios para o Nilo poder continuar estudando.

Vermelho = eixo. Exemplo: Mariazinha mostrou a Nicinha que ela estava errada ao querer sair de casa, já que o castigo que havia recebido era justo.

Verde = interromper a negatividade. Exemplo: Mariazinha “pegou pesado” com a Nicinha que estava para fazer uma bobagem e conseguiu que ela desistisse.

Branco = culminância da compaixão. Está em descobrirmos a natureza ilimitada (Deus) e ter suficiente amor para oferecê-la às outras pessoas.

Com relação ao branco, Mariazinha entendeu que oferecer às outras pessoas esse entendimento sobre Deus pode acontecer através das nossas ações, ou seja, quando vivemos de acordo com as leis divinas, amando, sendo honestos, respeitadores e pacíficos. É dessa forma que estamos apresentando aos outros essa natureza divina.

Finalizando, vamos reler o que seu Geraldo disse à filha, a respeito de Deus e do amor: “Em primeiro lugar, podemos perceber que o amor é a grande força do universo. É o amor que conduz os seres à felicidade, e, se esse sentimento existe, é que ele procede de Deus. Sentimentos negativos, como o ódio e outros tantos, são criações nossas e não são eternos, porque, quando abrimos o coração para o amor, eles desaparecem. Então, se nos guiarmos pelo amor, se vivenciarmos o amor, estaremos em harmonia com Deus. Quanto a Ele cuidar de nós, isto podemos conhecer na prática, ao longo da vida. Contam-se aos milhões as narrativas de pessoas que pediram ajuda a Deus num momento de aflição, e a ajuda chegou nas formas as mais inesperadas.”


Vamos agora relaxar... fechar os olhos e respirar fundo algumas vezes para nos harmonizar.... (vinte segundos)

Imagine que você se encontra no campo... (cinco segundos)

Há arbustos floridos ao seu redor... (três segundos)

Olhando para cima, você vê o céu, muito azul, com algumas nuvenzinhas levadas suavemente pela brisa... (cinco segundos)

Você vê flores e nuvens... As flores nos falam em alegria e amor... Sua vibração nos transmite ternura e contentamento... (cinco segundos)

As nuvens, passando, indicam que há céu, há luz, há vida que esplende em outras infinitas dimensões... (cinco segundos)

Ligue sua alma, sua mente, seu espírito nessa luz... Luz de Deus que está nas flores e além das flores; que está nas nuvens e além das nuvens; que está no azul do céu e além desse azul... (cinco segundos)

Repita mentalmente as seguintes palavras, procurando senti-las em toda a sua profundidade:

Da mente divina, luz infinita, flua luz para a minha mente... (cinco segundos).

Que a minha mente se ilumine e se enobreça nessa luz... (cinco segundos).

Que essa luz divina percorra todo o meu ser, para que eu vibre na paz e na harmonia... (cinco segundos).

Do coração do universo, fonte infinita e eterna do amor, flua amor para o meu coração... (cinco segundos).

Que meus sentimentos se engrandeçam nesse afeto de Deus, nesse afeto que vibra em todo o universo, dando a tudo e a todos, razões para existir... (cinco segundos)

Que esse afeto preencha todos os meus espaços interiores... (cinco segundos)

Paz e harmonia em todo o meu ser. (cinco segundos)

Sugestão: encerrar a reunião com uma prece, pedindo a Deus para cuidar de todos os presentes, ajudando-os a viverem sempre de acordo com a Grande Lei; a desenvolverem sentimentos nobres e fraternos; agradecer a Deus por todas as bênçãos recebidas, pela família, pelo amor, pela amizade; pedir proteção e amparo aos familiares e a quem esteja em dificuldades; solicitar auxílio divino para toda a humanidade, para que esta se torne mais fraterna e mais justa.
14º encontro – Fé e amor
Vocês se lembram daquele conto sobre o sonho de Mariazinha e o planeta Hipotálus, que explodiu por causa das artimanhas do acaso, quando ela sentiu-se espalhada pelo espaço, distribuída ao longo da órbita daquele planeta, e, chorando, em desespero, pediu ajuda a Deus? Foi então que começou a perceber que seus fragmentos de ideias, sensações e sentimentos iam-se reagrupando e tomando forma, movimentados e atraídos por uma força que identificou como sendo o amor. Percebeu também que essa força poderosa e inteligente era do Ser Supremo, Criador de todas as coisas, Deus, e sentiu-se consolada e acalentada.

Esse conto nos mostra como é importante ter fé e principalmente amor.

Os grandes mestres que têm surgido nas mais diversas épocas para conduzir a humanidade sempre ensinaram práticas necessárias para a construção da felicidade para todos. E todas essas práticas sempre se alicerçam no amor.

Se a humanidade procurasse seguir esses ensinamentos, a vida seria muito melhor para todos, não haveria miséria nem pobreza e também não haveria gente esbanjando dinheiro, vivendo em fabulosas mansões e gastando fortunas consigo mesma.

As grandes religiões da Terra sempre têm ensinado que viver hoje de forma fraterna, justa e honesta gera efeitos para o depois desta existência.

Algumas religiões acreditam que há um céu ou um inferno para depois da morte. Dizem que aqueles que cumpriram as suas obrigações religiosas vão para o céu e os outros para o inferno, ou mesmo o purgatório.

Outras religiões dizem que todas as pessoas já viveram muitas existências na Terra. Dizem também que todos voltarão a reencarnar tantas vezes quantas forem necessárias, até se decidirem a viver de forma fraterna, justa e honesta, porque só assim o mundo poderá se tornar um lugar bom para todos.

Mas, seja qual for a crença religiosa, ela sempre indica que há um “depois desta vida” e que esse depois depende da forma como se viveu aqui na Terra.

Assim, não importa qual seja a nossa religião. Até mesmo para quem não tem uma religião, o importante é acreditar que existe um comando superior no universo, um comando justo, alicerçado do amor, porque o amor é a própria força da vida.

Então, para nos harmonizarmos com o universo e com as leis cósmicas, é necessário aprendermos a amar, a sentir um amor universal, conforme já foi explicado.

Os grandes seres, assim como Jesus, Francisco de Assis, Madre Tereza de Calcutá e tantos outros amaram com esse amor universal, que não é focado em alguém, mas em tudo e em todos.

Madre Teresa de Calcutá, por exemplo, é considerada a missionária do século XX. Ela foi para a Índia ainda jovem, onde viveu como religiosa e como professora no convento de Loreto, na cidade de Calcutá. Mas, observando os enormes contrastes entre o luxo dos ricos e a penúria dos pobres que viviam na miséria, resolveu abandonar a segurança do convento e passou a viver entre os pobres.

Em Calcutá, diariamente, pessoas morriam nas ruas, de fome e de doenças, e toda manhã seus corpos eram apanhados por um caminhão de limpeza como se fossem lixo. Não! Ela não conseguia habituar-se a esse terrível espetáculo de pessoas esqueléticas morrendo de fome ou pedindo esmola pelas ruas. 

Começou, então, a pedir ajuda a quem pudesse e, com o que conseguia, aliviava a fome dos famintos. Madre Tereza recolhia nas ruas os doentes e os moribundos, levava-os aos abrigos que conseguira criar e ali lhes dava banho, arrumava para eles roupas limpas, dava-lhes remédios e cuidava deles com imenso amor. Ela dizia: “Nós queremos que eles saibam que há pessoas que os amam verdadeiramente. Aqui eles encontram a sua dignidade de seres humanos.”

E vocês? O que acham desses gestos de Madre Tereza?

O facilitador deve incentivar respostas.
Quando Madre Tereza passava, crianças famintas e sujas, deficientes, enfermos de todas as espécies gritavam por ela com os olhos inundados de esperança.

Madre Tereza dizia que a falta de amor é a maior de todas as pobrezas. Ela morreu em 1997, deixando ao mundo um grandioso exemplo de coragem e de amor.


Também existem milhares de outras pessoas que dedicaram e ainda dedicam suas vidas a ajudar os mais necessitados, mas que permanecem no anonimato; isso quer dizer que poucos conhecem suas ações. Essas pessoas também amam com esse amor universal.

Quanto a nós outros, quando queremos, sempre encontramos alguma forma de ajudar alguém que esteja precisando. Essa ajuda também pode ser um simples gesto de solidariedade, um gesto de afeto... e até mesmo um sentimento de amor dirigido para a humanidade.

Vocês sabem por que há grande diferença entre o ambiente de uma igreja, por exemplo, e o de um presídio? Porque aquilo que sentimos fica impregnado nos ambientes. Isto é fácil de perceber.

Quando entramos numa igreja onde as pessoas desenvolvem sentimentos elevados, de religiosidade, de amor e de fé, podemos sentir um ambiente leve, agradável. Mas, se entramos num presídio, sentimos um ambiente muito pesado, difícil de suportar.

Isto acontece por causa dos sentimentos e pensamentos dos que ali vivem, assim como também do que falam.

O nosso planeta está envolvido em energias agressivas, principalmente pelo fato de milhões de pessoas assistirem a filmes e noticiários com teor violento; jogarem jogos eletrônicos violentos, e até conversarem muito sobre assuntos que giram em torno desses temas.

Sabem como isto acontece?

O facilitador deve incentivar respostas.
Enquanto estamos jogando jogos violentos, vendo cenas de violência ou falando sobre assuntos desse teor, estamos gerando emoções dessa natureza. Então, essas energias agressivas que nós geramos vão se juntar àquelas que já existem, impregnando mais ainda os ambientes da Terra. Acontece que as pessoas sentem essa influência, e vemos pessoas sem qualquer motivo pegarem uma arma e saírem por aí matando gente.

Se nós queremos um mundo melhor para o nosso futuro, precisamos fazer alguma coisa para que o mundo melhore e podemos começar procurando não nos envolver com emoções violentas, como essas de que falamos: jogos, filmes, noticiários e conversas que tenham teor de violência.



O facilitador deve incentivar os presentes a se manifestarem sobre os assuntos que foram tratados e conduzir a conversa para uma salutar troca de ideias.
Para encerrar, vamos gerar boa energia para o nosso planeta.

Então, vamos fechar os olhos e respirar fundo algumas vezes para relaxar. (dez segundos)

Vamos imaginar que estamos numa nave espacial estacionada à grande altura e de onde vemos a Terra girando lindamente no espaço. (dez segundos)

Pensemos agora com muito amor no nosso planeta, como se o estivéssemos abraçando com muito carinho. Afinal, trata-se da nossa casa cósmica, não é? ... (cinco segundos)

Pensemos nas belezas da natureza, nas matas verdes... (três segundos), nos oceanos azuis... (três segundos), nas cordilheiras geladas... (três segundos), nas terras férteis onde são plantados alimentos que nutrem os seres humanos e muitos animais. (cinco segundos)

Vamos envolver a Terra num sentimento de amor e de paz. (dez segundos)

Agora vamos abrir os olhos e continuar sentindo esses sentimentos tão bons que são o amor e a paz.
Sugestão: encerrar a reunião com uma prece, pedindo às Forças Cósmicas do Amor para envolverem toda a Terra em sua vibração, desenvolvendo amorosidade nos corações de todos; para infundirem paz nos corações de todas as pessoas; finalizar, agradecendo a Deus por todas as bênçãos recebidas, pela família, pelo amor, pela amizade...
15º encontro – Falta de respeito
O facilitador deve pedir a algum dos presentes que empreste por instantes algo que esteja com ele, um livro, uma caneta, etc.; pegar o objeto solicitado e devolvê-lo, dizendo gentilmente “muito obrigado (a)”; perguntar a essa pessoa como se sentiu ao receber o agradecimento; socializar a discussão, com foco na ideia de que agradecer é bonito, mostra a boa educação da pessoa, que uma pessoa educada sempre é mais admirada e muito mais bem recebida em qualquer lugar; convidar os presentes a passarem a usar sempre o agradecimento a partir desse dia, sem se esquecerem dos cumprimentos: bom-dia, boa-tarde e boa-noite.
Arturzinho era um garoto que não respeitava os outros. Empurrava quem estivesse à sua frente quando queria passar; usava objetos dos colegas sem pedir; ficava incomodando a quem queria estudar e, quando alguém reclamava, ria e saía correndo.

Não era um garoto mau. Era apenas mal-educado; apesar disso tinha também muitas qualidades, era prestativo, ajudava os colegas quando precisavam; em casa, ajudava a mãe nas tarefas domésticas e adorava tocar violão. Mas a sua maior paixão era o futebol de salão e ele até que jogava bem, mas havia sempre a questão da falta de respeito, pois Arturzinho não queria obedecer às regras do jogo. Além disso, criava muitos problemas: não dava descarga quando ia ao sanitário e deixava a pia do vestiário toda molhada.

Ninguém podia confiar em Arturzinho. Certa vez ouviu uma conversa na qual se falava sobre a falência do pai da Nedinha e espalhou para todo o colégio. Nedinha, que de nada sabia, ficou tão chocada que até adoeceu. A diretora mandou chamá-lo, teve com ele uma conversa muito séria sobre essa questão do respeito. No final da conversa, a diretora perguntou:

– Você, Arturzinho, gostaria que o colégio todo soubesse que você estuda aqui quase de graça porque seu pai é alcoólatra e é a sua mãe que se mata de trabalhar para manter a família?

Foi um choque, como se uma bomba explodisse em cima dele, pois nunca havia pensado dessa forma.

Nesse dia Arturzinho foi para casa de cabeça baixa, todo envergonhado, prometendo a si mesmo que, a partir de então, seria mais discreto, nunca mais iria divulgar segredos alheios.

Mas a má educação continuava, não respeitava os direitos dos outros, usando objetos dos colegas sem pedir, incomodando quem queria estudar, não limpando as sujeiras que fizesse, etc.

Pobre Arturzinho, não sabia o que o esperava.

Imaginem seu entusiasmo, sua alegria quando soube que seu nome tinha sido cotado para a equipe de futebol de salão a qual iria disputar o campeonato estadual intercolegial. Só que havia uma condição para um aluno participar desse campeonato: ele teria de ser aprovado, com relação à sua conduta, por pelo menos 70% dos colegas e professores.

É óbvio que Arturzinho perdeu essa oportunidade, que era o que ele mais desejava.

Foi chorando amargamente que viu seu nome riscado da relação de participantes, mas essa foi uma dor muito benéfica, porque depois isso ele tratou de modificar sua conduta, passando a respeitar os outros, assim como deve ser.

Vamos ver quem sabe o que é respeitar os outros.



O facilitador deve incentivar respostas e socializá-las, focando o que significa respeitar os outros:

- Nunca humilhar a quem quer que seja.

- Tratar a todos com atenção e consideração.

- Não desmerecer qualquer pessoa.

- Não agredir.

- Não xingar.

- Usar sempre de educação no trato com os outros, principalmente com os pais, com os professores e com os mais velhos.
Quem de vocês acha que tem respeito pelos outros?

O facilitador deve incentivar respostas.
Mas existem várias situações nas quais se falta com o respeito, como em relação às leis.

No Brasil temos as leis federais, que valem para todo o país. Temos as leis estaduais, que valem dentro dos estados, e também as leis municipais, que valem nos municípios.

Alguém sabe dizer para que servem as leis?

O facilitador deve estimular respostas.
Antigamente as comunidades estabeleciam regras de conduta para preservar os direitos das pessoas e para elas saberem quais eram os seus direitos e deveres. Só assim seria possível viverem em harmonia entre si.

Hoje, as nações estabelecem suas leis e criam organizações para fazer com que sejam cumpridas.

Quem sabe citar alguma dessas organizações?

O facilitador deve incentivar respostas, lembrando que o Poder Judiciário, as polícias e o sistema carcerário são algumas dessas organizações que foram criadas para fazer com que as leis sejam cumpridas.
Mas existem também outras leis ou regras de conduta, que são criadas nas empresas, nas escolas e até mesmo nos lares.

Quem sabe citar alguma dessas regras estabelecidas em sua casa?



O facilitador deve estimular respostas.
Na escola também existem regras de conduta, porque é lá que as crianças estudam, aprendendo as matérias e adquirindo os conhecimentos de que vão precisar durante toda a sua vida.

Mas, para que existam condições boas para os alunos poderem estudar com tranquilidade, para o bem de todos, é preciso que haja regras e que elas sejam obedecidas.

Sem leis e sem regramentos, tudo vira bagunça, e com bagunça não se faz nada de bom.

A escola é lugar de aprendizado, por isso é necessário haver um ambiente equilibrado.

O lar é o nosso espaço, o nosso endereço no mundo, por isso ali também devem existir leis ou regras de conduta, para que cada membro da família faça a sua parte. Isto é importante para que haja ordem e harmonia e que todos possam sentir-se bem.

O facilitador deve incentivar os presentes a se manifestarem sobre os assuntos que foram tratados e conduzir a conversa para uma salutar troca de ideias.
Vocês agora vão relaxar... fechar os olhos e respirar fundo algumas vezes para se harmonizarem.... (dez segundos)

Pensem em si mesmos com muito carinho. Imaginem seus corpos envolvidos numa luz branda, cheia de paz. (cinco segundos)

Sintam afeto por si mesmos... (três segundos)

Sintam respeito por si mesmos... (três segundos)

Pensem em si mesmos vivendo sempre de acordo com as leis de Deus, sendo honestos, fraternos e pacíficos. (dez segundos)

Agora vou fazer uma prece e vocês acompanham, só no pensamento: “Deus, nosso criador, pedimos que nos proteja, a nós e a nossos familiares, e que nos conduza sempre por caminhos honestos, justos e fraternos. Pedimos teu amparo para a humanidade inteira. Ajuda os que estão sofrendo, os que estão doentes e aqueles que não têm um lar... Pedimos também pelos maus... ajuda-os a compreenderem seus erros e a procurarem se melhorar. Finalmente te agradecemos por tudo que a vida nos dá, pois sabemos que é ela, a vida, a grande escola do nosso espírito... Assim seja.”


16º encontro – Altruísmo
OBS.: O facilitador deve mostrar a foto abaixo para as crianças.

Vocês sabem por que essas crianças estão assim tão magras? É por causa da fome; não essa fome que a gente sente quando vai chegando a hora da refeição, mas uma fome sem fim, porque a refeição nunca chega e, quando chega, é só um pedacinho de alguma comida velha que não dá nem para enganar o estômago.

Existem milhões de pessoas no nosso planeta que quase não têm o que comer. Pensem no tamanho do sofrimento delas!

Algum de vocês sabe dizer por que existe tanto sofrimento na Terra?

O facilitador deve incentivar respostas.
A imensa maioria dos sofrimentos na Terra é causada pelo próprio ser humano.

Podemos entender que a maior causa desses sofrimentos está num trio de valores negativos que são cultivados por grande parcela das pessoas.

Quem saberia dizer que valores negativos são esses?

O facilitador deve incentivar respostas.
Esse trio de valores negativos são o egoísmo, a ganância e o orgulho.

Vamos ver como isto funciona.

Quem é egoísta só pensa em si mesmo, não se importa com o sofrimento dos outros.

O ganancioso quer ter sempre cada vez mais e mais bens, mais dinheiro, mesmo que seja à custa da miséria e do sofrimento dos outros.

Já o orgulhoso quer ter mais poder, quer sempre estar acima dos outros.
Esse é o trio do mal. É o trio responsável pelos terríveis sofrimentos de milhões e milhões de seres humanos.

Uma infinidade de políticos, de empresários e de ricos no nosso planeta são egoístas e gananciosos. Por isso estão sempre fazendo tudo para ganhar mais dinheiro. Exploram os outros sem se preocupar com o mal que possam causar e sem se preocupar também com os estragos que possam produzir no meio ambiente. Como são egoístas e gananciosos, só pensam em si mesmos.

A mesma coisa acontece com os orgulhosos que vivem lutando para ter mais poder e, para alcançar seus objetivos, são capazes de passar por cima dos outros, gerando muitos sofrimentos.

Mas existe uma qualidade muito valiosa que poderia acabar com a miséria na Terra. Ela se chama altruísmo.

Alguém sabe o que significa altruísmo?

O facilitador deve incentivar respostas.
Altruísmo é o contrário de egoísmo. A pessoa altruísta se preocupa mais com o bem-estar dos outros do que consigo mesma.

Imaginem como seria a Terra se não houvesse egoístas, gananciosos nem orgulhosos. Se todos fossem mais fraternos, mais pacíficos e mais justos, nosso mundo seria um paraíso.

E em vocês, crianças e adolescentes, está uma grande esperança para o futuro da Terra. Sabem por quê?

Se muitas crianças e adolescentes no nosso planeta crescerem vivenciando esses valores de que temos falado nos nossos encontros, com mais alguns anos, quando estiverem adultos, poderão juntar-se às milhões de pessoas e de organizações que já trabalham pelo bem da humanidade. Com esse reforço haverá uma poderosa força do bem atuando na Terra, com capacidade para mudar o mundo, tornando-o pacífico, justo e fraterno.

Mas nós também podemos colaborar desde agora, e vocês já sabem como: fazendo novamente aquelas vibrações de amor para a Terra.

OBSERVAÇÃO: Neste exercício é importante que o facilitador leia lentamente, dando pausas conforme forem necessárias.
Vamos, então, fechar os olhos e respirar fundo algumas vezes para relaxar. (10 segundos)

Vamos imaginar que estamos numa nave espacial estacionada à grande altura e de onde vemos a Terra girando lindamente no espaço. (10 segundos)

Pensemos agora com muito amor no nosso planeta, como se o estivéssemos abraçando com muito carinho. Afinal, ela é a nossa casa cósmica. (dez segundos)

Pensemos nas belezas da natureza, nas matas verdes... (três segundos), nos oceanos azuis... (três segundos), nas cordilheiras geladas... (três segundos), nas terras férteis onde são plantados os alimentos que nutrem os seres humanos e muitos animais. (três segundos)

Vamos envolver a Terra num sentimento de amor e de gratidão. (dez segundos)

Vamos abrindo os olhos e continuar sentindo esse sentimento tão bom que é o amor, em sua forma universal.



O facilitador deve incentivar os presentes a se manifestarem sobre os assuntos que foram tratados e conduzir a conversa para uma salutar troca de ideias.

Sugestão: encerrar a reunião com uma prece, pedindo a Deus ajuda para todos que estão passando necessidades, pelas crianças abandonadas e pelos que se deixaram envolver em vícios; também proteção e amparo aos familiares dos que se encontram presentes; auxílio para toda a humanidade, para que esta se torne mais fraterna e mais justa. É importante lembrar ainda de agradecer a Deus por todas as bênçãos recebidas, pelo amor e pela amizade, assim como pela alegria que faz tão bem ao corpo e à alma...

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