Especialista do senai aponta as tendências para moda inverno 2011



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Especialista do SENAI aponta as tendências para moda inverno 2011
Conheça as temáticas, estampas e cortes antecipados pelo Caderno Perfil Moda no ano passado e que este ano se confirmaram nas vitrines





Florianópolis, 02.05.2011 – Oficialmente, o inverno só começa no dia 21 de junho. Mas as coleções da moda outono-inverno já estão nas vitrines. Muito antes disso, as macrotendências da moda para o inverno de 2011 apresentadas em desfiles e vitrines do hemisfério norte eram estudadas por um grupo de especialistas do SENAI e sistematizadas no Caderno de Inspirações Perfil Moda. A catarinense Rosenei Terezinha Zanchett, especialista em moda da unidade do SENAI em Blumenau (SC) foi uma das autoras da pesquisa. E, meses depois do lançamento da publicação, percebe a confirmação de muitas das tendências apontadas em consultorias realizadas em empresas.
Abaixo, a especialista do SENAI compilou uma relação de temáticas, cortes, cores e estampas que foram apontadas no Caderno Perfil e que hoje podem ser vistos nas vitrines de lojas e em desfiles de grifes Brasileiras. Assim como o Caderno, as tendências foram agrupadas por perfil de comportamentos de públicos.

Perfil sensual: “A estética da acumulação norteia os criadores. A busca do belo por intermédio do `ecletismo fashion´ mescla formas, cores e texturas de origens distintas para produzir o novo. O clássico vestido preto, em uma versão com fenda sobre a perna, é peça recorrente em vários criadores. O couro negro e o vermelho coral aparecem com sotaque sadomasoquista. As rendas revelam estrategicamente partes do corpo. O dourado e o prata cintilam em microvestidos estruturados e reveladores”;

Perfil Esportivo: “A presença da cor nas peças torna-se fundamental e os pontos neon aparecem contrastando com as cores neutras invernais. Peças soltas como as calças oversized se misturam com casacos extragrandes, dando volume ao look e contrastam com leggings que garantem o aquecimento, o conforto e a praticidade. Padronagens com xadrez e listras ganham efeitos desgastados”;

O laranja, amarelo e azul compõe blocos de cores, criando efeitos com infinitas possibilidades. Nos pés, as botas de cano curto não podem faltar, com vários tipos de fechamento. Nos acessórios, a mistura de diversos materiais cria uma atmosfera descontraída com a utilização tiras listradas nas alças das bolsas bandoleiras e bicos emborrachados dão todo o charme no acabamento dos calçados.



Perfil irreverente: “esse público consumidor sabe como ninguém usar a moda desta estação ao criar novas tendências, que causam admiração e conquistam seguidores. Um dos pontos-chaves é a sobreposições e assimetrias, recursos bastante utilizados na composição de looks. E já que a brincadeira é para todos, esse inconformado público vai turbinar as camadas que afugentam o frio uma grande variedade de estampas e acrescentando outra dimensão ao patchwork de formas. Peças e composições são criadas a partir de um vocabulário estético a cada dia mais rico. Cor não pode faltar. Aparece em profusão em desenhos abstratos e geométricos ou em toques marcantes - ainda que seja só para acabar com a monotonia dos tons sóbrios que tomam conta do nosso guarda roupa de inverno”;

Perfil romântico: “Os ares campestres predominam nesse grupo. Delicada, a estação resgata a nostalgia das décadas de 50 e início da 60, em que a cintura marcada é a essência da silhueta feminina. O movimento de vestidos, saias godês e pantalonas, contrapõem as calças cigarretes e baggy de alfaiataria. As formas arredondadas apresentam-se volumosas em mangas, em golas e discretas em lapelas. O laço é o sutil e preciso detalhe.Tecidos ornamentados e trabalhos manuais permeiam entre transparências veladas, brilhos contidos e superfícies lanosas. Nos acessórios, o foco na natureza se decodifica em materiais como palhas, trissês e tranças, misturando as características naturais ao romantismo de um inverno doce e simples como a vida no campo”;

Perfil contemporâneo: “o inverno 2011 compõe-se de produtos atemporais cuja longevidade ultrapassa uma determinada estação. Isso permite o uso certeiro de peças e um considerável número de combinações, adequadas às mais variadas situações do cotidiano com referências nos anos 60. Em um passado mais recente surgem os anos 90, carregado de urbanidade com toque de minimalismo. Vestidos mini, midi e longos, saias lápis ou volumosas. Assimetrias e recortes nas peças. Superposições, proporções amplas, calças de cintura alta, carrot e cigarrete, pantalonas com barra italiana”;

Consumidor masculino: “as peças junto ao corpo são quase uma regra. Tecidos perolados desenham camisetas de profundos decotes “V”. As calças masculinas, entre as já assimiladas skinny, mostram pregas na linha da cintura e bainha afuniladas. Também há espaço para calças de montaria e uma nova versão da calça reta com excesso na barra. Nos pés e acessórios, a volta do stiletto e a sobrevida das gladiadoras, emoldurando o corpo. Aliás, a preocupação com o corpo é a grande mola propulsora desse estilo para esta estação”;

Paletós são confortáveis e com colarinhos rebaixados, além de bolsos assimétricos e aparência de um look smoking. São fontes de inspiração tanto os uniformes militares quanto o arte déco, movimento artístico das décadas de 20 e 30.


Sobre o SENAI Santa Catarina
Entidade integrante do Sistema FIESC, o SENAI Santa Catarina apoia a indústria com a formação de profissionais de nível técnico, superior (com cursos de tecnologia) e pós-graduação. Também oferece cursos de formação de aprendizes e de formação profissional inicial e continuada (qualificação e aperfeiçoamento), além de oferecer cursos sob demanda para empresas e instituições, inclusive na modalidade a distância. No ano de 2010, o SENAI/SC registrou mais de 90 mil matrículas.
Sua atuação também contribui para o aumento da competitividade da indústria catarinense por meio de consultorias a empresas e serviços laboratoriais (avaliação da qualidade e da conformidade, caracterização de matéria prima, ensaios de proficiência e materiais de referência certificada). Ao todo, foram realizados em 2010 cerca de 173 mil ensaios laboratoriais, 108 mil horas de consultorias ambientais, tecnológicas e em gestão, além de contribuir para que 532 indústrias a captassem recursos de inovação.

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