Estado do paraná



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2.5 Organograma de Influência dos Funcionários:



EQUIPE PEDAGÓGICA
DIREÇÃO


PROFESSORES







CONSELHO

ESCOLAR


APMF






AGENTE EDUCACIONAL I


AGENTE EDUCACIONAL II


SECRETÁRIA



3. OBJETIVOS GERAIS
À medida que a educação básica torna-se um valor no cotidiano social, as funções daqueles que trabalham na escola torna-se cada vez mais um papel de responsabilidade, pois todos são mediadores e facilitadores de conhecimento.

A escola é “oficialmente” o único espaço de educação e é dentro dela que o conhecimento formal tem sido repassado e as relações de poder se reproduzido. O atendimento a diversidade cultural é vivenciada através da Lei 10.639/03 e 11.645/08, que alteram a LDB – Lei 9394/96, acrescida da Deliberação Estadual 04/06 do CEE, promovendo o reconhecimento e a valorização da identidade da história e da cultura da população negra e indígena e do campo – Lei Ambiental 9795/99, assegurando a igualdade de condições. História e Geografia do Paraná – Lei 13.381/01. Os Desafios Educacionais Contemporâneos, oriundos das contradições da sociedade capitalista e dos anseios dos movimentos sociais, são de relevância para a comunidade escolar, pois estão presentes nas experiências, nas práticas, nas representações e nas identidades de educando e educadores, através da educação ambiental, da educação fiscal, da sexualidade, da prevenção ao uso indevido de drogas e do enfrentamento a violência na escola.

Desta forma, toda equipe do Colégio Estadual Eron Domingues, tem o objetivo de realizar um trabalho que busque o aperfeiçoamento nas mudanças educacionais proporcionando condições para que o aluno adquira os conhecimentos de que necessita para dar continuidade nos seus estudos.


  1. Estudar e refletir as bases teóricas que alicerçam o trabalho pedagógico do Colégio nas ações propostas.

  2. Viabilizar permanente reflexão e discussão crítica dos problemas da sociedade e da educação, para encontrar as possibilidades de intervenção na realidade.

  3. Projetar um rumo, uma direção com ação intencional, com um sentido explícito e com um compromisso definido coletivamente.

  4. Articular a participação de todos os segmentos da Comunidade Escolar na elaboração do Projeto Político Pedagógico, para construir uma visão global da realidade e dos compromissos coletivos a serem executados.

  5. Buscar informações do público alvo que forma o contexto escolar, da sua realidade socioeconômica, política e cultural, constatando a diversidade local existente, enquanto subsídio para toda e qualquer prática escolar, garantindo a permanência do educando na Escola.

  6. Equacionar tempo e espaço visando a seleção dos conhecimentos, metodologias e procedimentos de avaliação, garantindo ao estudante a aquisição de saberes previstos para Educação Básica profissional.

  7. Criar um processo coletivo de Avaliação continuada dos serviços escolares, com alternativas para correções nas ações propostas.


3.1 Organização da Entidade Escolar

 

I. Cursos e Demanda





  • Ensino Fundamental II Segmento – 5ª a 8ª séries – 24 turmas.

  • Carga Horária: 25 horas/aula/semanal.

  • Ensino Médio: 21 turmas.

  • Carga Horária: 25 horas/aula/semanal.

  • Curso de Formação de Docentes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental – Modalidade NORMAL: 3 turmas: 93 estudantes.

  • Sala de Apoio – para alunos das 5as séries, em contraturno.

  • Sala de Recursos – para alunos que apresentam dificuldades acentuadas de aprendizagem, que geram reprovações.

  • Total de 45 turmas assim distribuídas:

  • 20 – no período matutino, com 651 alunos;

  • 19 – no período vespertino, com 578 alunos;

  • 06 – no período noturno, com 179 alunos.

  • Total de alunos matriculados em 2009 = 1.408

  • Profuncionário com 30 alunos

  • Nº de Professores – 84

  • Nº de Funcionários – 24



  1. Horário de Funcionamento





  • Manhã: 7h 30min às 11h 50min

  • Tarde: 13h 15min às 17h 35min

  • Noite: 19 horas às 23 horas.


3.1.1 Educação Especial

A modalidade de Educação Especial é responsável pela escolaridade de crianças, jovens e adultos que apresentam necessidades educacionais decorrentes de: Deficiência Intelectual Visual, Física Neuromotora, Surdez, Altas Habilidades/Superdotação e Transtornos Globais do desenvolvimento.

Desde 2003, a SEED atende alunos que apresentam e que não apresentam necessidades especiais, mas, manifestam necessidades especial de aprendizagem.

O aluno pode ser atendido em dois contextos escolares distintos: Ensino Regular  Sala de Recurso; Centro de Atendimento Especializado; Instrutor Surdo; Tradutor e Intérprete de Libras; Professor de Apoio permanente em sala de aula.

Escala Especial para alunos com comprometimento significativo nas áreas Deficiência Intelectual (DI), Transtornos Funcionais Específicos (TFE), Transtornos Globais do Desenvolvimento. O Colégio Estadual Eron Domingues atende atualmente no Ensino Regular: Sala de Apoio, Sala de Recurso, Professor Permanente e Centro de Atendimento Especializado.
3.1.2 Sala de Recursos
A Sala de Recursos é um serviço especializado de natureza pedagógica, que apóia e complementa o atendimento educacional realizado nas classes de ensino regular do Ensino Fundamental, mediante a necessidade do cumprimento da legislação educacional.

Esse atendimento encontra ampara legal na Constituição Federal de 1988; na LDBEN nº 9.394/96; na Lei nº 10.172/01 que aprova o PNE; na Lei nº 7.853/89, regulamentada pelo Decreto nº 3.298/99, que dispõe sobre as pessoas com deficiência, sua integração social, assegurando pleno exercício de seus direitos individuais e sociais: na Lei nº 8.069/90 que estabelece as normas e critérios básicos para a promoção da acessibilidade. Essas exigências impõem a educação especial, entendida como modalidade da Educação Básica, e é definida pela Resolução nº 02/2001 do CNE.

Mediante o previsto em Lei, a necessidade de implantação de uma sala de atendimento especializado, a reivindicação dos docentes do Colégio e oportunizado através de projetos do Governo do Estado do Paraná junto à Secretaria de Educação do Estado e Núcleo Regional de Educação de Toledo, sendo desenvolvido no Colégio Estadual Eron Domingues na Sala de Recursos, a qual foi implantada em 2005.

O atendimento ocorre no período matutino e vespertino, em espaço físico adequado, por professoras especializadas na área, onde o atendimento pedagógico se dá individualmente ou em pequenos grupos, com cronograma de atendimento, com vistas ao progresso global dos alunos que apresentam dificuldades no processo de aprendizagem, com utilização de programações específicas, currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades.

Nesse sentido, um atendimento, que favoreça a adoção de novas metodologias, voltadas para a aprendizagem de habilidades, valores, conceitos que promovam o rendimento escolar, capaz de absorver as diferenças e promover o desenvolvimento pessoal-escolar aos alunos que forem encaminhados com qualquer dificuldade de aprendizagem, num termo genérico, englobando todo o resultado advindo de causa externa ou interna do aluno de acordo com os princípios do Projeto Político Pedagógico da escola.

Está voltada para aprendizagem de habilidades, valores, conceitos que promovam o rendimento escolar de forma integrada, num enfoque interdisciplinar em que interpretar, calcular, localizar-se no tempo e no espaço, produção e pensamento

serão ações cotidianas.

Como filosofia de trabalho no processo de construção e reconstrução do conhecimento, a interdisciplinaridade será um meio de promover a aprendizagem com significado.



1 - Dificuldades de Aprendizagem
1 - O processo de avaliação no contexto escolar, para a identificação de alunos com indicativos de Deficiência Mental/Intelectual, deverá enfocar aspectos pedagógicos relativos à aquisição da língua oral e escrita, interpretação, produção de textos, cálculos, sistema de numeração, medidas, entre outros, e das demais áreas do desenvolvimento considerando habilidades adptativas, práticas sociais e conceituais, acrescidas do parecer psicológico.

2 - O processo de avaliação no contexto escolar, para a identificação de alunos com indicativos de Transtornos Funcionais Específicos (Distúrbios de Aprendizagem – dislexia, disortografia, disgrafia e discalculia), deverá enfocar aspectos pedagógicos relativos à aquisição da língua oral e escrita, interpretação, produção, cálculos, sistema de numeração, medidas, entre outras, acrescidas de parecer psicológico e complementada com parecer fonoaudiológico e/ou de especialista em psicopedagogia e/ou de outros que se fizerem necessários.

3 - O processo de avaliação no contexto escolar, para a identificação de alunos com indicativos de Transtornos Funcionais Específicos (transtornos de atenção e hiperatividade), deverá enfocar aspectos de cálculos, sistema de numeração, medidas, entre outros, acrescidos de parecer psiquiátrico e/ou neurológico e complementada com parecer psicológico.

4 - Os resultados pertinentes à avaliação realizada no contexto escolar, deverão ser registrados em relatórios, com indicação dos procedimentos de intervenção para o plano de trabalho individualizado e/ou coletivo, bem como demais encaminhamentos que se fizerem necessários, devidamente datado e assinado por todos os profissionais que participam do processo.

5 -Todo o trabalho realizado durante a avaliação no contexto escolar, descrito no Relatório, deverá ser sintetizado em ficha “Síntese – Avaliação Pedagógica no Contexto Escolar e Complementar”, devidamente datada e assinada por todos os profissionais que participaram do processo.

6 - Quando o aluno da Sala de Recursos frequentar a classe comum em outro estabelecimento, deverá apresentar declaração de matrícula e relatório de avaliação realizado no contexto escolar por equipe multiprofissional, conforme itens 4.3 e/ou 4.4 e/ou 4.5.

7 - O aluno egresso de Escola de Educação Especial, Classe Especial e Sala de Recursos de séries iniciais deverá apresentar o último Relatório Semestral da Avaliação, indicando a continuidade de Atendimento de Apoio Especializado e cópia do Relatório de Avaliação realizada no contexto escolar por equipe multiprofissional, conforme itens 4.3 e/ou 4.4 e/ou 4.5.
2 - Aspectos Pedagógicos
O trabalho pedagógico especializado na Sala de Recursos deve constituir um conjunto de procedimentos específicos de forma a desenvolver o processo cognitivo, motor e sócio-afetivo, necessários para apropriação e produção de conhecimentos.
3 - Marco Procedimental
Professores em sala de aula ao perceberem o aluno com dificuldades de aprendizagem, encaminham ao professor da sala de recursos.

Este por sua vez, realiza uma avaliação pedagógica, a qual consta: avaliação no contexto escolar, anamnese, informação social, consciência fonológica, observação em sala de aula e em diferentes ambientes, material escolar do aluno, raciocínio matemático, interpretação, oralidade, escrita, provas piagetianas e outras.

Após esta avaliação, realiza-se um relatório sobre todos os dados referentes ao aluno avaliado e também os procedimentos a serem realizados.

Para que o aluno freqüente o programa oferecido, o mesmo deverá realizar avaliações com profissionais da área da psicologia e/ou neurologia, para que fique comprovada sua dificuldade específica.

Realiza-se uma devolutiva à família e aos professores, sobre os procedimentos que deverão nortear a vida escolar deste aluno.

O atendimento na sala de recursos, deverá estar vinculado ao Projeto Político Pedagógico proposto pela escola, porém com grupos afins.

Serão usados os procedimentos apropriados e diferenciados como hora do jogo, leituras compartilhadas, jogos no computador, atividades específicas para cada habilidade a ser desenvolvida, atenção, memória, inferência, compreensão, interpretação, percepção, dentre outros, enfocando também a individualidade.

Desta forma, os alunos não serão distribuídos por série para a sala de recursos, porém integrando-os com grupos afins e conteúdos de interesse para elaboração de ações destinadas a discutir temas atuais, que levem em consideração diferentes áreas do conhecimento, desta forma que se possa trabalhar o aluno em suas dificuldades, objetivando qualidade e comprometimento educacional.


4 - Avaliação
A avaliação fará parte do processo de ensino aprendizagem. Será contínua, centrada no aluno através de planejamento identificando as dificuldades individuais. Será efetuada durante o processo para ajustes necessários que ofereçam elementos para indicarem o percurso a ser seguido.

Portanto, a avaliação será diagnóstica, processual e somativa. Se relaciona ao desempenho dos alunos, como aquisição de conceitos, domínio de procedimentos e desenvolvimento de atitudes.

A avaliação não será por notas, será por análise de erro no processo mediante a observação e o diálogo, para avaliar e reavaliar os procedimentos e redimensionar caminhos para o acerto.

O professor da sala de recursos, participará dos conselhos de classe da turma em que o aluno está inserido, anotando as dificuldades encontradas. Sua promoção será de acordo com seu rendimento na aprendizagem.


3.1.3 Sala de Apoio
Sala de Apoio à Aprendizagem é um programa voltado ao estudante de 5ª série com defasagens de aprendizagem em conteúdos referentes aos anos iniciais do Ensino Fundamental, ofertado nas disciplinas de Língua Portuguesa e/ou Matemática.

Implementada em 2005, seu funcionamento está baseado na:



  • a LDBEN nº 9.394/96;

  • o Parecer CNE nº 04/98;

  • a Deliberação nº 007/99 – CEE;

  • a Resolução Secretarial nº 371/2008, que regulamenta a criação das Salas de Apoio.

Este programa é oferecido em período de contra turno para um número de 15 estudantes para cada disciplina, sendo carga horária de 4 horas-aulas semanais para os alunos em cada uma das disciplinas – Língua Portuguesa e Matemática - ofertadas em aulas geminadas, em dias não subsequentes, em benefício do aluno.

A seleção dos alunos é feita pelos professores regentes através de uma avaliação diagnóstica das dificuldades da oralidade, leitura, escrita, formas espaciais e quantidades, referentes aos conteúdos dos anos iniciais do Ensino Fundamental. A partir daí, o professor regente assinala uma ficha onde há a indicação de conteúdos básicos das disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática com as respectivas dificuldades apresentadas por aluno individualmente.

Para que o aprendizado destes conteúdos ocorra, é elaborado um plano de trabalho juntamente com a Equipe Pedagógica, professores regentes, de acordo com o disposto no Projeto Político Pedagógico para Língua Portuguesa e Matemática, adequados à superação das dificuldades de oralidade, leitura, escrita, bem como às formas espaciais e quantidades nas suas operações básicas e elementares, dos anos iniciais do Ensino Fundamental. São utilizadas metodologias adequadas e materiais específicos na tentativa de sanar as dificuldades existentes para que os estudantes tenham condições de acompanhar as aulas em sala.

Essa interação entre professores de classe, sala de apoio e equipe pedagógica, ocorre no decorrer dos dias letivos quando necessário ou nos conselhos de classe, onde são discutidas as dificuldades e os avanços no aprendizado do estudante e consequentemente a sua permanência ou dispensa do programa.





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