Eucalipto



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REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO

SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO AGROPECUÁRIO E COOPERATIVISMO

SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES





INSTRUÇÕES PARA EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE DE CULTIVARES DE EUCALIPTO (Gênero Eucalyptus, Sub-gênero Symphyomyrtus, Seções Transversaria, Exsertaria e Maidenaria; Espécie Eucalyptus cloeziana, Sub-gênero Idiogenes, Seção Gympiraria; e Gênero: Corymbia, Seções: Politaria e Ocharia)




I. OBJETIVO

Estas instruções para execução dos ensaios de distingüibilidade, homogeneidade e estabilidade aplicam-se às cultivares de eucalipto pertencentes aos seguintes táxons botânicos: Gênero Eucalyptus, Sub-gênero Symphyomyrtus, Seções Transversaria, Exsertaria, Maidenaria; Espécie Eucalyptus cloeziana, Sub-gênero Idiogenes, Seção Gympiraria Transversaria; e, Gênero Corymbia, Seções Politaria e Ocharia (Corymbia citriodora e Corymbia torelliana).




II. EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE DISTINGUIBILIDADE, HOMOGENEIDADE E ESTABILIDADE - DHE
1. As observações devem ser feitas uma só vez em plantas de 2 diferentes ciclos de crescimento do mesmo material propagativo. As avaliações poderão ser feitas complementarmente nos dois ciclos, sendo as observações das características relativas às idades de 4 e 5 anos feitas no primeiro ciclo após a seleção do material, e as características de 0 a 3 anos avaliadas no segundo ciclo.
2. Os ensaios deverão ser conduzidos em um único local. Caso neste local não seja possível a visualização de todas as características da cultivar, a mesma poderá ser avaliada em um local adicional. O Local de avaliação das características de DHE deverá ser indicado por Unidade da Federação/Município, Latitude e Altitude.
3. Os ensaios de campo deverão ser conduzidos em condições que assegurem o desenvolvimento normal das plantas. Cada teste deve incluir no mínimo um total de 5 plantas. Parcelas separadas para observação e mensuração podem ser usadas somente se tiverem sido sujeitas a condições ambientais similares.
4. Todas as observações devem ser ser realizadas em 5 plantas ou 10 partes (2 partes de cada uma das 5 plantas).
5. Na população de 5 plantas, nenhuma planta atípica será permitida para efeitos da avaliação da homogeneidade.
6. Testes adicionais para propósitos especiais poderão ser estabelecidos.

III. SINAIS CONVENCIONAIS
(+) Ver itens “OBSERVAÇÕES” e “FIGURAS”.

IV. AMOSTRA VIVA
1. Para atender ao disposto no art. 22 e seu parágrafo único da Lei 9.456 de 25 de abril de 1997, o requerente do pedido de proteção obrigar-se-á a manter, à disposição do SNPC, no mínimo 05 plantas propagadas vegetativamente.
1.1. Caso ocorram situações que possam prejudicar a distinguibilidade dos caracteres avaliados, o fato deve ser informado ao SNPC.

1.2. O material a ser mantido, deve estar em boas condições sanitárias, com vigor e isento de doenças ou pragas importantes.


1.3. Amostras vivas de cultivares estrangeiras deverão ser mantidas no Brasil.
1.4. A amostra deverá ser disponibilizada ao SNPC após a obtenção do Certificado de Proteção. Entretanto, sempre que durante a análise do pedido, for necessária a apresentação da amostra para confirmação de informações, o solicitante deverá disponibilizá-la.

V. INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DA TABELA DE DESCRITORES
1. Para facilitar a avaliação das diversas características, foi elaborada uma escala de códigos com valores que normalmente variam de 1 a 9. No entanto, podem ocorrer casos com mais de 9 alternativas. Nesse caso, a escala de códigos vai até onde for necessário. A interpretação dessa codificação é a seguinte:
1.1. Quando as alternativas de código forem seqüenciais, isto é, quando não existirem espaços entre os diferentes valores, e a escala começar pelo valor 1, a identificação da característica deve ser feita necessariamente por um dos valores listados. Exemplo: “Tronco (planta com 3 anos de idade): cor predominante do ritidoma”; valor 1 para “cinza”; valor 2 para “verde”; e valor 3 para “marrom”. Somente uma dessas três alternativas é aceita para preenchimento.
1.2. Quando as alternativas de código não forem seqüenciais, isto é, se existirem um ou mais espaços entre os valores propostos, a descrição da característica pode recair, além das previstas, em variações intermediárias. Exemplo: “Inflorescência: comprimento do pedúnculo” codifica o valor 3 para “curto”, 5 para “médio” e 7 para “longo”. Nesse caso, pode ser escolhido, por exemplo, o valor 4, que indicaria um pedúnculo entre curto e médio, ou ainda pode ser escolhido qualquer valor entre 1 e 9, sendo que um valor 2 indicaria um pedúnculo como muito curto e um valor 9 classificaria um pedúnculo como extremamente longo.
1.3. Se os códigos começarem pelo valor 1, o valor do outro extremo da escala será o máximo estabelecido para o descritor. Exemplo: “Folha intermediária: cerosidade”. O valor 1 corresponde a “ausente ou muito fraca”; o valor 3 a “fraca”, o valor 5 a “média”, o valor 7 a “forte” e o valor 9 a “muito forte”. Podem ser escolhidos, portanto, os valores 1, 3, 5, 7 ou 9; ou os valores intermediários 2, 4, 6 ou 8.
2. Para solicitação de proteção de cultivar, o interessado deverá apresentar, além deste, os demais formulários disponibilizados pelo Serviço Nacional de Proteção de Cultivares.

VI. TABELA DE DESCRITORES DE EUCALIPTO




Espécie ou híbrido :      

Nome proposto para a cultivar:     




Característica

Identificação da característica

Código de cada descrição

Espécie, cultivar ou híbrido exemplo

Código da cultivar

1. Planta: lignotubérculo (muda entre três e quatro meses de idade)(+)


ausente

presente



1

2

E. grandis

E. urophylla

|  |


2. Folha juvenil: pecíolo (muda entre três e quatro meses de idade)

(+)



ausente

presente



1

2


E. globulus

E. grandis

|  |


3. Folha juvenil: forma (muda entre três e quatro meses de idade)

(+)


linear

lanceolada estreita

lanceolada

lanceolada larga

ovóide

elíptica


obovóide

cordiforme

orbicular

falciforme

obliqua

peltada


1

2

3



4

5

6



7

8

9



10

11

12






|  |


4. Folha juvenil: cerosidade (muda entre três e quatro meses de idade)


ausente ou muito fraca

fraca


média

forte


muito forte

1

3

5



7

9





|  |


5. Folha intermediária: posição da lâmina foliar (seis meses após plantio no campo)

(+)


ereta

semi-ereta

horizontal

semi-pendente

pendente


1

3

5



7

9





|  |


6. Folha intermediária: pecíolo (seis meses após plantio no campo)

(+)



ausente

presente



1

2


E. globulus

E. grandis

|  |


7. Folha intermediária: forma (seis meses após plantio no campo)

(+)


linear

lanceolada estreita

lanceolada

lanceolada larga

ovóide

elíptica


obovóide

cordiforme

orbicular

falciforme

obliqua

peltada


1

2

3



4

5

6



7

8

9



10

11

12






|  |


8. Folha intermediária: intensidade da pigmentação antociânica (seis meses após plantio no campo)

ausente ou muito fraca

fraca


média

forte


muito forte

1

3

5



7

9


E. pellita;E. robusta





|  |


9. Folha intermediária: cerosidade (seis meses após plantio no campo)

ausente ou muito fraca

fraca


média

forte


muito forte

1

3

5



7

9





|  |


10. Tronco: cor predominante do ritidoma (um ano após plantio no campo)


cinza

verde


marrom

1

2

3




E. robusta;E. pellita

|  |


11. Tronco: cor predominante da casca acima do ritidoma (um ano após plantio no campo)


creme

cinza


verde

verde-azulada

marrom


1

2

3



4

5





|  |


12. Tronco: cerosidade na superfície da casca acima do ritidoma (um ano após plantio no campo)


ausente

presente


1

2




E. globulus

|  |


13. Ramo primário de um ano: forma da inserção no tronco (planta com 2 a 3 anos de idade)

(+)


em “v” invertida

esférica


1

2


E. camaldulensis

E. saligna

|  |


14. Tronco: cor predominante do ritidoma (planta com 3 anos de idade)


cinza

verde


marrom

1

2

3



E. tereticornis

E. saligna

E.pellita e E.robusta

|  |


15. Tronco: cor predominante da casca acima do ritidoma (planta com 3 anos de idade)



creme

cinza


verde

verde-azulada

marrom


1

2

3



4

5





|  |


16. Folha: posição da lâmina foliar (planta com três anos de idade)
(+)

ereta

semi-ereta

horizontal

semi-pendente

pendente


1

3

5



7

9





|  |


17. Folha: comprimento da lâmina foliar (planta com 3 anos de idade)

(+)



curto

médio


longo

3

5

7




E. camaldulensis

|  |


18. Folha: largura da lâmina foliar (planta com 3 anos de idade)

(+)



estreita

média


larga


3

5

7




|  |


19. Folha: forma (planta com 3 anos de idade)

(+)


linear

lanceolada estreita

lanceolada

lanceolada larga

ovóide

elíptica


obovóide

cordiforme

orbicular

falciforme

obliqua

peltada



1

2

3



4

5

6



7

8

9



10

11

12






|  |


20. Folha: intensidade da cor verde (planta com 3 anos de idade)


mais escura na face inferior

mesma intensidade em ambas as faces

mais escura na face superior

1
2
3





|  |


21. Folha: cerosidade (planta com 3 anos de idade)



ausente ou muito baixa

baixa


média

alta


muito alta


1

3

5



7

9




|  |


22. Planta : ciclo até primeira floração

(+)


precoce

médio


tardio


3

5

7





|  |


23. Inflorescência simples: número de botões por umbela



um

três


cinco

sete


mais de sete


1

2

3



4

5


E. globulus

E. viminalis

E. maidenii

E. grandis

|  |


24. Inflorescência: pedúnculo

(+) (+)



ausente

presente



1

2


E. globulus

E. pellita

|  |


25.Inflorescência: comprimento do pedúnculo

(+) (+)



curto

médio


longo


3

5

7



E. saligna
E. tereticornis

|  |


26. Inflorescência: forma da seção transversal do pedúnculo

(+)


arredondada

achatada


1

2




|  |


27. Botão floral : formato do opérculo

(+) (+)


rostrado

globoso


globoso pontiagudo

emboinado

corniforme

alongado


cônico

1

2

3



4

5

6



7


E. globulus

E. tereticornis

E. camaldulensis

E. grandis

|  |


28. Fruto: pedicelo

(+)


ausente

presente



1

2


E. saligna

E. tereticornis

|  |


29. Fruto: comprimento do pedicelo

(+)



menor que o comprimento do fruto

igual ao comprimento do fruto

maior que o comprimento do fruto

3
5
7





|  |


30. Fruto : tamanho
(+)

pequeno

médio


grande


3

5

7





|  |


31. Fruto: forma
(+)

cônico

piriforme

cilíndrico

urceolado

globoso

hemisférico



campanulado

ovóide



1

2

3



4

5

6



7

8





|  |

32. Fruto: textura

(+)


lisa

rugosa



1

2


E. grandis

E. globulus

|  |


33. Fruto: disco do opérculo

(+)


incluso

no plano


excluso


1

2

3





E. camaldulensis

|  |


34. Fruto : valva

(+)


inclusa

no plano


exclusa


1

2

3



E. saligna

E. deanei

E. camaldulensis

|  |


35. Casca na base: textura (planta com 5 anos de idade)

(+)


lisa

rugosa


fibrosa


1

3

5




E. urophylla

E. robusta

|  |


36. Casca: persistência da casca rugosa ou fibrosa (planta com 5 anos de idade)
(+)

muito baixa

baixa


média

alta


muito alta


1

3

5



7

9


E. grandis

E. saligna

E. urophylla
E. pellita;E. robusta

|  |


37. Planta: densidade básica da madeira (planta com 5 anos de idade)

(+)



até 0,40 g/cm3

de 0,41 a 0,50 g/cm3

acima de 0,50 g/cm3


1

2

3





|  |


(+) Ver itens “Observações” e “Figuras”.

LOCAL DE AVALIAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS (TESTE DE DHE)

Estado/Município:      

Latitude:     

Altitude     

VII. OBSERVAÇÕES E FIGURAS

1. Característica 1. Planta: lignotubérculo.





1 2


ausente presente

2. Características 2 e 6. Folha: pecíolo.





1 2


ausente presente

3


. Características 3, 7 e 19. Folha: forma.

1 linear 2 lanceolada estreita 3 lanceolada



4 lanceolada larga 5 ovóide 6 elíptica



7 obovóide 8 cordiforme 9 orbicular




10 falciforme 11 obliqua 12 peltada


4. Características 5 e 16. Folha: posição das lamina foliar 6 meses após o plantio no campo (Caract.5) e planta com 3 anos de idade (Caract.16). Esta característica deverá ser observada com o ramo em posição vertical.



1 5 9


ereta horizontal pendente
5. Característica 13. Ramo primário de um ano: forma da inserção no tronco (planta com dois a três anos de idade).





1 - em “v” invertida 2 - esférica

6. Característica 17. Folha: comprimento da lâmina foliar (planta de três anos de idade): esta característica, quando avaliada em material da Seção Maidenaria, obtido por semente, deverá ser realizada em plantas com cinco anos de idade. O comprimento deve ser avaliado na maior folha de um ramo do início do terço superior da copa.

- curto : em torno de 10 cm (3)

- médio em torno de 15 cm (5)

- longo : em torno de 20 cm (7)


7. Característica 18. Folha: largura da lâmina foliar (planta com 3 anos de idade): esta característica deverá ser avaliada na mesma folha utilizada para avaliação da característica 17, no local onde essa dimensão for maior.
- estreita : em torno de 2 cm. (3)

- média : em torno de 3 cm. (5)

- larga : em torno de 4 cm (7)

8. Característica 22. Planta: ciclo até primeira floração. Considera-se:

- precoce : até dois anos (3)

- médio : entre dois e quatro anos (5)

- tardio : acima de quatro anos (7)
9. Características 24 a 27. Para a avaliação destas características, consideram-se as partes da inflorescência e botão floral, de acordo com a figura





10. Característica 24. Inflorescência: pedúnculo.










1 - ausente

2 - presente

11. Característica 25. Inflorescência: comprimento do pedúnculo

- curto: até aproximadamente 1 cm (3)

- médio: aproximadamente entre 1 e 2 cm (5)

- longo: acima de 2 cm (7)

12. Característica 27. Botão floral: formato do opérculo.


1. rostrado



2. globoso

3. globoso pontiagudo

4. emboinadoo

5. corniforme



6. alongado

7. cônico

13. Características 28 e 29. Para a avaliação destas características, consideram-se as partes do fruto, de acordo com a figura.




valvas




disco do opérculo



pedicelo



14. Característica 30. Fruto: tamanho. Avaliado (medido) no seu maior diâmetro. Considera-se:
- pequeno : até 0,5 cm (3)

- médio : aproximadamente de 0,5 a 1,0 cm (5)

- grande : acima de 1,0 cm (7)
15. Característica 31. Fruto: forma



1.cônico


4. urceolado

2.piriforme



3. cilíndrico

8.ovóide


5. globoso

6.hemisférico

7.campanulado

16. Característica 32. Fruto: textura

Deverá ser observada na frutificação do ano corrente.

17. Característica 33. Fruto: disco do opérculo.



1. incluso 2 . no plano 3 . excluso

18. Característica 34. Fruto: valva



1. inclusa



2. no plano

3. exclusa

19. Característica 35. Casca na base: textura (planta com 5 anos de idade).








3 - casca rugosa

1 - casca lisa 5 - casca fibrosa

20. Característica 36. Casca: persistência da casca rugosa ou fibrosa (planta com 5 anos de idade). Para efeitos de avaliação visual, consideram-se, aproximadamente, os seguintes percentuais de persistência em relação à superfície total:





  • muito baixa : até 20% (1)

  • baixa : aproximadamente de 20 a 40% (3)

  • média : aproximadamente de 40 a 60% (5)

  • alta : aproximadamente de 60 a 80% (7)

  • muito alta : acima de 80% (9)

21. Característica 37. Planta: densidade básica da madeira (planta com 5 anos de idade). A densidade básica deve ser avaliada pelo método da balança hidrostática, conforme Norma T258 om-94 da TAPPI (Technical Association of Pulp and Paper Industry), em cunhas retiradas da seção transversal do tronco a 1,30 m do solo.


Origem dos desenhos:

-Anna Júlia Passold, Israel Gomes Vieira e Joel F. Penteado Jr.

-GOES, E. Os Eucaliptos. Lisboa: Portucel. 1985. 372 p.

-Chippendale, G. M. Eucalyptus buds and Fruits. Canberra: Forestry and Timber Bureau.

1968. 96 p.

-Boland, D. J.; Brooker, M. I. H.; Chippendale, G. M.; Hall, N.; Hyland, B. P. M.;

Johnston, R. D.; Kleinig, D. A. & Turner, J. D. Forest trees of Autralia. 4 ed.

Melbourne: CSIRO, Austrália 1994, 703 p.




VIII. INFORMAÇÕES ADICIONAIS



1. MARCADORES MOLECULARES
Inclui-se marcadores moleculares como “Informações Adicionais”, sendo que sua apresentação é facultativa. Sugere-se que o obtentor utilize os marcadores de acordo com metodologia a ser publicada pelo SNPC, de maneira a permitir a comparação de resultados.

IX. CULTIVARES SEMELHANTES E DIFERENÇAS ENTRE ELAS E A CULTIVAR A SER PROTEGIDA
1. Para efeito de comparação, pode ser utilizada mais de uma cultivar, desde que: se indique claramente a denominação dos mesmos; se identifique a(s) característica(s) que a diferencia(am) da cultivar a ser protegida e se expresse claramente, a diferença quanto à característica escolhida.
2. Indicar, preferencialmente, como característica de distinção entre as duas cultivares, alguma característica constituinte da tabela de descritores.
3. Se, na diferenciação entre as duas cultivares, ocorrer uma característica importante que não esteja referida na tabela, indicá-la, identificando o tipo de característica (fisiológica, fenológica, bioquímica, etc.) e especificando claramente a diferença entre as cultivares.
4. A(s) cultivar(es) mais parecida(s) deverá(ão)ser preferencialmente cultivar(es) protegida(s) ou, se não for(em) protegida(s), deve(m) estar inscrita(s) no Registro Nacional de Cultivares - RNC ou constar(em) da listagem nacional no país de origem.


DIFERENÇA(S) ENTRE A(AS) CULTIVAR(ES) MAIS PARECIDA(S) E A CULTIVAR APRESENTADA



Denominação da(s) cultivar(es)

mais parecidas(s)



Característica(s) que a(s)

diferencia(am)



Expressão da característica na(s) cultivar(es)

mais parecida(s)



Expressão da

característica na

cultivar

apresentada



     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

Este campo poderá conter quantos exemplos de cultivares parecidas aprouver ao obtentor, bastando para isso escreve-los dentro dos espaços próprios e separa-los com linhas criadas com a tecla ENTER.

Publicado no DOU de 04/02/2002, Seção 1, página 7 e alterado pelos DOU de 16/08/2011, Seção 1, página 7 e de 15/05/2013, Seção 1, página 7.





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