ExecuçÃo de 02 (duas) guaritas e instalaçÃo de playground em tronco/academia ao ar livre



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EXECUÇÃO DE 02 (DUAS) GUARITAS E INSTALAÇÃO DE PLAYGROUND EM TRONCO/ACADEMIA AO AR LIVRE


LOCAL: Dentro da área de lazer e recreação do Parque do Areão
MEMORIAL DESCRITIVO/ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS
As especificações a seguir têm por objetivo estabelecer normas e preceitos que devem ser obedecidas, na execução das guaritas e instalação de equipamentos de playground em tronco/ academia ao ar livre.

1- 0- GENERALIDADES



1.1 - Equipamentos
Ficará a cargo da EMPREITEIRA:

Um número suficiente de equipamentos para execução dos trabalhos dentro dos prazos previstos.

Equipamentos de reserva suficientes para substituir máquinas em reparo ou deficientes.
1.2 - Segurança
A EMPREITEIRA será responsável pela ordem e segurança no canteiro, providenciará, construirá e manterá todas as barricadas e sinalizações necessárias. Deverá tomar todas as providências cabíveis para a proteção da obra e segurança do público.

A critério da FISCALIZAÇÃO, todas as barricadas e obstruções deverão ser iluminadas durante a noite.

A EMPREITEIRA deverá preencher todas as exigências da lei, normas e regulamentos em vigor, que afetem as construções, sua manutenção e operação e será responsável por todas as demais demandas resultantes de má administração dos trabalhos.
1.3 - Retiradas das Instalações
Após o término das obras e antes do pagamento final contratual, a EMPREITEIRA removerá todos os prédios temporários, todas as construções provisórias com exceção das propriedades de outros, e as que a FISCALIZAÇÃO determinar e efetuará a limpeza final de toda a área de implantação de empreendimento.
1.4 - Segurança do Trabalho nas Atividades de Construção Civil
A EMPREITEIRA, durante todo o período de execução de obras, deverá dotar e manter um sistema de segurança do trabalho e para isto se reportará à Portaria nº 3214 de 08 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho.
1.5 - Placa de Instalação da obra
Compreende o fornecimento e colocação de placa de obra, inclusive pintura.
A placa será em chapa 26, estrutura de madeira em Paraju, nas dimensões 3x2 metros.
A placa de obra deverá ser fixada em base de concreto, em local de boa visibilidade e de forma segura, antes do início da obra.
2- Execução de guarita
2.1 – Movimento de terra (escavação, reaterro e transporte)

Compreende a escavação manual de valas, de solos de qualquer categoria, exceto rocha.


Deverá ser feito nos locais onde não for possível a utilização de equipamento mecânico convencional de escavação, ou em áreas onde seu emprego possa causar danos.
As escavações manuais deverão ser cuidadosas e executadas, exceto em condições especiais, em dimensões iguais às dimensões externas das estruturas de concreto que as cavas irão receber, ou nas dimensões preestabelecidas pela CONTRATANTE.
O material escavado, quando não reaproveitável para os reaterros finais, será transportado para área de bota-fora .

Compreende as operações de reposição do material escavado, espalhamento e compactação nas cavas ou valas que assim necessitarem.

Os materiais a serem usados para o reaterro deverão ser arenosos ou coesivos e compactáveis, devendo ainda serem aprovados pela CONTRATANTE antes da execução.
O reaterro deverá ser executado em camadas sucessivas com espessura máxima de 20,0 (vinte) centímetros de material solto.

As superfícies das áreas a serem reaterradas deverão estar isentas de todo resto de construção.


Todo reaterro deverá ser executado de maneira a não causar danos ao material ou estrutura que o mesmo irá envolver, e só poderá ser iniciado após a cura e/ou secagem da estrutura e seu eventual revestimento.

2.1 – Armadura

DESCRIÇÃO:

Fornecimento de material e serviço de dobra e corte para construção da armadura, elemento da estrutura de concreto.
APLICAÇÃO:

Na composição das peças estruturais de concreto.


EXECUÇÃO:

A execução das armaduras deverão estar de acordo com o projeto estrutural indicado e as normas da ABNT.

O fornecimento, os ensaios e a execução devem obedecer o projeto de estrutura e as normas da ABNT.

Os aços de categoria CA-50 ou CA-60 não podem ser dobrados em posição qualquer senão naquelas indicadas em projeto, quer para o transporte, quer para facilitar a montagem ou o travamento de fôrmas nas dilatações.

Não pode ser empregado aço de qualidade diferente da especificada em projeto, sem aprovação prévia do autor do projeto estrutural ou, excepcionalmente, da Fiscalização.

A armadura deve ser colocada limpa na fôrma (isenta de crostas soltas de ferrugem, terra, óleo ou graxa) e ser fixada de forma tal que não apresente risco de deslocamento durante a concretagem.

A armação deve ser mantida afastada da fôrma por meio de espaçadores plásticos industrializados. Estes devem estar, solidamente, amarrados à armadura, ter resistência igual ou superior à do concreto das peças estruturais às quais estâo incorporados e, ainda, devem estar limpos, isentos de ferrugem ou poeira.


2.2 – Concreto
DESCRIÇÃO:

Fornecimento de material composto por uma mistura de cimento, areia, pedras britadas e água além de outros materiais eventuais (os aditivos) armado com ferragens moldadas “in loco”,virado em obra.


APLICAÇÃO:

Na construção de estruturas como lajes, vigas, pilares e muro de arrimo.


EXECUÇÃO:

• Concreto armado constituído de cimento,areia e brita virado em obra de acordo com seu FCK especificado no projeto, utilizando barras de aço moldadas “in loco” , onde as operações básicas de produção do material, que influem nas propriedades do concreto endurecido devem

• Satisfazer condições de resistência fixadas pelo cálculo estrutural.

• Seguir as regras para reposição de água perdidas por evaporação especificadas na NBR 7212.


2.3 – Formas
DESCRIÇÃO:

Fornecimento de material e execução de fôrmas e desforma. Fôrma é o elemento que confina

o concreto dando-lhe forma e textura desejada, fabricadas em madeira de lei e compensado

resinado ou plastificado. Desforma é o ato de retirada das formas seguindo as normas da ABNT

NBR 6118. Locação, incluindo montagem e desmontagem de moldes plásticos.
APLICAÇÃO:

Para moldar lajes, vigas, pilares e muros de arrimo.

Forma suspensa para construção de pontes.

Moldes plásticos para concretagem de lajes nervuradas.


EXECUÇÃO:

• Seguir as formas e dimensões do projeto apresentando uma superfície lisa e uniforme.

• Para superfícies de concreto aparente utilizar madeira compensada plastificada para

construção das fôrmas.

• Para superfícies que não ficarão aparentes usar madeira ou compensado resinado.

• Para concretagem de lajes nervuradas serão usados moldes plásticos.

• Para estruturas em curva as formas usadas serão feitas com tábuas de 3º e chapas de madeira compensada resinada.

2.4 – Alvenaria de tijolo cerâmico

DESCRIÇÃO:

Fornecimento de material e execução de alvenaria de tijolo de barro, cozido, furado, arestas bem definidas, em sua parte externa possui uma série de rachaduras para facilitar a aderência da argamassa de revestimento.
APLICAÇÃO:

Paredes externas e internas sem função estrutural.

Baixo peso e rapidez na execução
EXECUÇÃO:

• Assentar com juntas desencontradas de espessura máxima de 10mm, prevendo amarração na estrutura de concreto.

• O uso de armaduras longitudinais situadas na argamassa de assentamento a cada 4 fiadas será obrigatório.

• A argamassa de assentamento terá traço 1:7 (cimento e areia)


2.5 – Revestimento
DESCRIÇÃO:

Fornecimento de materiais e execução do reboco: camada de argamassa de acabamento composta de cimento/areia aplicada com espessura entre 2 a 5 mm podendo adicionar o cal e impermeabilizante conforme sua aplicação e especificação no projeto.


APLICAÇÃO:

Aplicada sobre superfícies com base de emboço e alvenarias de tijolos e blocos.


EXECUÇÃO:

• A superfície a ser revestida deve estar adequadamente áspera, absorvente, limpa e também umedecida.

• Aplicar a argamassa com o uso de uma colher e com desempenadeira uniformemente nivelada, comprimir sobre a superfície aplicada, de baixo para cima.

• Quando especificado em projeto adicionar cal na proporção desejada e aditivo impermeabilizante e plastificante em pó para argamassa.

• Sua aplicação só será iniciada após a colocação de peitoris, tubulações de elétrica e antes da colocação de guarnições e rodapés.
2.6 – Pintura

2.6.1- PINTURA LÁTEX EM PAREDES

Compreende os serviços necessários ao preparo e pintura de superfícies de alvenaria com aplicação de tinta látex acrílico.
A indicação exata dos locais a receber pintura e respectivas cores será a de projeto ou a especificada pela CONTRATANTE.
As superfícies a pintar serão cuidadosamente limpas e convenientemente preparadas com a remoção de partes soltas, manchas gordurosas (lavando com água e sabão ou detergente), o mofo (limpando com solução de água sanitária com água na proporção de 1:1 e enxaguando bem) e a poeira.
No caso de reboco novo, aguardar a cura de no mínimo 30 dias. Em seguida, será aplicado uma demão de líquido selador, em interiores ou selador acrílico, em exteriores. Caso não seja possível aguardar a cura, após a secagem da superfície, será aplicado uma demão de fundo preparador de paredes.
Em repintura, após eliminação da pintura antiga e eliminação do pó, será aplicado uma demão de fundo preparador de paredes.
O acabamento final da pintura deverá apresentar tonalidade uniforme, devendo ser aplicadas tantas demãos quanto forem necessárias, no mínimo duas demãos.
Cada demão de tinta só poderá ser aplicada quando a precedente estiver perfeitamente seca, convindo observar um intervalo de 24 horas entre demãos sucessivas.
Serão adotadas precauções especiais no sentido de evitar salpicadas de tinta em superfícies não destinadas a pintura.
Os salpicos, que não puderem ser evitados, deverão ser removidos enquanto a tinta estiver fresca, empregando-se removedor adequado, sempre que necessário.
2.7 – Esquadrias

Compreende o fornecimento e assentamento de esquadrias em madeira de lei, com encaixes tipo macho e fêmea.

Serão sumariamente recusadas as peças que apresentarem sinais de empenamento, descolamento, rachaduras, lascas, desigualdade de madeira e quaisquer outros defeitos.
Após armadas deverão ser numeradas de forma a serem identificadas com os vãos correspondentes.
Os batentes serão parafusados em tacos de madeira previamente chumbados nas paredes, em número mínimo de três de cada lado.
Os batentes serão de fenda, devendo ficar com a cabeça embutida de forma a permitir acabamento com tarugas de madeira ou com massa, conforme indicado pela CONTRATANTE.
As guarnições (alizares) deverão ser da mesma madeira da esquadria, parafusadas em tacos previamente chumbados nas paredes. O arremate das guarnições com o rodapé deverá ser executado de forma a dar um acabamento perfeito.
As portas deverão ser de madeira bruta ou de chapas tipo compensado, com espessura mínima de 3,5 cm, sendo as externas, obrigatoriamente maciças.
As portas lisas deverão ter as duas faces laminadas com mesma madeira e núcleos em madeira de lei, não sendo permitidas portas chapeadas ocas.
As esquadrias de madeira, à critério da CONTRATANTE, deverão receber um tratamento com óleo de linhaça para proteção.
As ferragens deverão ser novas, limpas e estar em perfeitas condições de funcionamento e acabamento.
Para o assentamento das ferragens deverão ser empregados parafusos de qualidade, com acabamento e dimensões correspondentes aos das peças que fixarem.
Todas as ferragens serão de latão com partes de ferro ou aço, cromadas, acabamento polido.
Os serviços incluem batentes, dobradiças, fechaduras, trincos e demais elementos pertinentes ao conjunto.

2.8 – Instalação Elétrica

Todas as instalações serão executadas com esmero e bom acabamento, com todos os condutores, condutos e equipamentos cuidadosamente em posição e firmemente ligados às estruturas de suporte e aos respectivos pertences, formando um conjunto eletricamente satisfatório e de boa aparência.


Os serviços deverão ser executados conforme as prescrições da ABNT, dentro da mais perfeita técnica.
Todo equipamento será preso firmemente no local em que deve ser instalado, empregando-se meios de fixação ou suspensão condizentes com a natureza do suporte e com o peso e as dimensões do equipamento.
O embutimento em estrutura de concreto armado deverá ser de forma que os tubos e caixas não sofram nenhum tipo de esforço estrutural, devendo as caixas serem tamponadas para evitar entrada de concreto.
As partes vivas expostas dos circuitos e do equipamento elétrico serão protegidas contra contatos acidentais seja por um invólucro protetor, seja pela sua colocação fora do alcance normal das pessoas não qualificadas.
As partes do equipamento elétrico que, em operação normal, possam produzir faíscas, centelhas, chamas ou partículas de metal em fusão, deverão possuir uma separação incombustível protetora ou ser efetivamente separadas de todo material facilmente combustível.
Somente serão empregados materiais rigorosamente adequados para a finalidade em vista e que satisfaçam às normas da ABNT que lhes sejam aplicáveis.
Em lugares úmidos ou normalmente molhados, nos expostos às intempéries, onde o material possa sofrer a ação deletéria dos agentes corrosivos de qualquer natureza, nos locais em que, pela natureza da atmosfera ambiente, possam facilmente ocorrer incêndios ou explosões e onde possam os materiais ficarem submetidos a temperatura excessivas, serão usados métodos de instalação adequados e materiais destinados especialmente a essa finalidade.
2.9 – Instalação Hidráulica

As instalações hidráulicas prediais deverão ser executadas de acordo com as normas da ABNT e por profissionais devidamente habilitados.


As instalações deverão ser executadas com acabamento perfeito, isentas de quaisquer defeitos que possam influir no funcionamento. As tubulações, aparelhos e equipamentos aparentes deverão ser bem fixados e protegidos contra acidentes e ações de pessoas não habilitadas e estranhas ao ambiente.

2.10 – Pisos

2.10.1 – Passeios
Piso em cimentado áspero
Material – Argamassa de cimento e areia no traço 1:4.
Base – A argamassa será aplicada sobre o contrapiso, após os enchimentos necessários para recobrimento de tubulações diversas. O contrapiso consistirá em uma camada de concreto simples com cerca de 8cm, sobre o solo devidamente compactado.
Aplicação – Após a cura parcial da base, a argamassa será lançada e espaltada com régua, dando-se o acabamento desejado. Serão previstas juntas secas de dilatação, no sentido da largura do passeio a cada 1,20m. O passeio será executado com caimento de 1cm para cada metro de largura, no sentido contrário à edificação.
2.10.2 – Piso cerâmico
Piso cerâmico PEI -5, com certificação do CCB- Centro Cerâmico do Brasil.
Material – Argamassa de cimento e areia no traço 1:3.
Base – A argamassa será aplicada sobre o contrapiso, após os enchimentos necessários para recobrimento de tubulações diversas. O contrapiso consistirá em uma camada de concreto simples com cerca de 10 cm, sobre o solo devidamente compactado.

Terminada a pega da argamassa de regularização, será executada a perfeita colocação das peças cerâmicas.


Não é necessária a imersão das peças. Todavia esta operação não é proibida.

Os cortes e recortes das peças deverão ser feitos com ferramentas adequadas para garantir um bom acabamento.

As peças serão assentadas com argamassa pré fabricada de cimento colante, que deverá ser espalhada com desempenadeira denteada formando cordões. A quantidade de pasta deverá ser suficiente para preencher irregularidades do nível do contrapiso, bem como do empeno das peças.

A preparação da argamassa e sua aplicação deverá atender ás recomendações do fabricante.

As juntas estruturais deverão ser respeitadas em toda espessura do revestimento.

As juntas de assentamento terão as espessuras indicadas pelo fabricante.

As juntas de expansão/contração serão sempre necessárias nos encontros com outro tipo de revestimento.

O rejuntamento será executado com argamassa pré fabricada e a operação será iniciada após três dias da colocação das peças.


2.11 – Cobertura

DESCRIÇÃO:

Consiste no fornecimento de material para execução do engradamento em madeira parajú e cobertura em telha cerâmica francesa.
APLICAÇÃO:

Cobertura de edificações e fechamento lateral em grandes vãos sem uso de apoio intermediário.


EXECUÇÃO:

• Seguir rigorosamente o projeto arquitetônico e de cobertura e as normas técnicas.

• O corte , lixamento e furação devem ser feitos em locais abertos e de preferência com ferramentas manuais que provoquem menos poeira (prejudicial a saúde), o operador deve usar máscara específica.

• A montagem deverá se iniciar do beiral para a parte mais alta do telhado ou cumeeira e sempre que possível no sentido contrário ao dos ventos predominantes.


2.12 – Instalação do playground e academia ao ar livre
As instalações do playground e da academia ao ar livre deverão ser executadas de acordo com as normas da ABNT e por profissionais devidamente habilitados.
3.0 – Medição

Os itens serão medidos conforme especificação da planilha e projetos complementares nas unidades devidamente especificadas.



Tales Augusto Dias e Santiago

Engenheiro Civil



CREA 85.083/D




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