Experimento V



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Encontro27.12.2018
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UNIVERSIDADE LIVRE DE TEATRO VILA VELHA

MEMORIAL

EXPERIMENTO V

Por Adriana Gabriela

Período: de 18/08 a 03/10


Apresentação:

 http://vimeo.com/76710058
Colaboradores: Cibele Forjaz

Anita Bueno, Martin Domeq, Grupo Mundana (SP)


Apos o Experimento 4, iniciamos um período de discussão sobre as diretrizes e princípios da Livre, a partir da crise “Entrada de Julie”, cujo eixo central foi a flexibilidade. Ocorre que numa reunião, sem a presença do nosso diretor Márcio Meireles, os participantes da Universidade, cansados de uma energia de desengrenagem e contentes com uma certa harmonia a que se tinha chegado após a entrada de diversos novos participantes, acordaram não aprovar a entrada de novos integrantes, temporariamente, até que concluíssem o projeto Frankenstein. O diretor, entretanto, interpretou esta decisão como atitude de inflexão, e convocou uma assembleia que durou cinco dias de discussões. O grupo, por sua vez, interpretou a decisão de Márcio como cerceadora e impositiva, pois aquela teria sido uma decisão coletiva. Após os cinco atos discursivos, ficou instituída a entrada da nova participante, e que cada nova entrada haveria de ser discutida vez a vez, além do valor de que é necessário deixar aberta a possibilidade de reavaliar toda e qualquer decisão, e assim seguirmos, oxigenados.
Durante o período em que vivenciamos o Experimento 5, ocorreram em Salvador dois festivais, o Filte e o Fiac. Em virtude destes, realizamos uma oficina junto ao grupo Mundana (SP) (Filte), um fim de semana no TCA, além de recebermos a visita de Cibele Forjaz, que além da conversa, nos proporcionou um dia de trocas dramatúrgicas, juntamente ao grupo NATA. Neste dia experimentamos produzir cenas de nossos processos respectivos, apresenta-las e depois instituir um diretor e um dramaturgo que iriam produzir aquela cena, a partir dos seus olhares.
Este foi também o período em que começamos a discutir a perspectiva feminina na história Frankenstein, com ênfase na personagem Elizabeth. A partir dela, chegamos `a outras mulheres, Justine, Caroline e `a uma discussão de raça. Fomos divididos em núcleos por Márcio, a partir deste recorte étnico-racial e dessa divisão deveríamos representar personagens do romance com suas analogias ao nosso contexto social e atual. Assim é que existiam as Elizabetes (atrizes brancas), as Justines (atrizes negras), Vitor e Clerval (atores brancos e pardo), Carolines (atrizes “maternais”), Autoridades (atores mais maduros), Criados (atores negros). Enfim, houve uma diferenciação por perfil, e um perfil, a princípio, reprodutor de relações desiguais e discriminatórias. Foi uma atitude provocadora, reveladora de situações de fato, promovedora de discursos mais próximos do ator com a personagem, o que foi amadurecendo aos poucos, com muito incômodo. Representou um recorte, uma escolha de abordagem, ao que tínhamos construído até então. Representou uma atitude importante para tirar das entrelinhas o não dito, mas ainda temos muito a discutir e construir, novas perspectivas cênicas e de representação, que discuta situações reais, transcendendo-as.
Nesta ocasião foi trazida à discussão um capitulo do livro “O mundo em desajuste- das certezas imaginárias” de Amin Maalouf , proposta por Martin Domeq, que somou `a problematização e reflexão das discussões que vínhamos tendo desde o princípio da Livre, passando pelas manifestações “passe livre”, pelo teatro que se pretende fazer, sobre a necessidade de atuar e intervir politicamente através da teatralidade, sobre um mundo que morre, e outro que esta nascendo, desfigurado, desmantelado, propicio a muitas coisas. Este é um texto que nos conta e inspira como este momento é um momento oportuno também para amplas mudanças positivas. Um momento da história humana em que já experimentamos muito e “tudo” posto no cardápio, percorremos modelos contrapostos, comunista, capitalista, agimos por negação, transitamos e oscilamos entre períodos de defesa das liberdades e logo a constrição autoritária destas. O que necessitamos agora, de fato, é um novo, que só a cultura pode propor. A cultura que é também arte, e apontará caminhos.

CORAIS


BLOG

Encontro 19.08.2013


 

  • Universidade Livre de Teatro Vila Velha

Após uma semana de encontros para discussões e entendimentos sobre a Universidade Livre de Teatro Vila Velha, iniciamos hoje mais uma etapa do trabalho rumo à Frankenstein. Márcio conduziu o trabalho através da rememoração de alguns sons já construídos ao longo dos Experimentos. Esta rememoração foi compartilhada e experimentada por todos, onde cada um ficou com um determinado som numa composição coletiva. A partir deste som, foi feito o processo de transformação do nosso estado de ator, para o estado ator+personagem.  Com este processo vai ficando mais evidente como acessarmos essa "dimensão" ator+personagem, e nos relacionarmos com o todo. É um verdadeiro preocesso alquímico. 
Apoena Serrat

19 de Agosto


Voltamos a trabalhar com Frankenstein na sala João Augusto no Teatro Vila Velha.Lembramos as músicas dos três personagens que trabalhamos no experimento 2 na sala principal do Vila. Recaptulamos primeiro do Capitão Walton, depois do Victor Frankenstein e em seguida da Criatura. Andamos pelos espaços da João Augusto cantarolando a canção de Victor e fomos executando o comando de Marcio. Conversamos um pouco sobre o livro e debatemos a visão do ciêntista Frankenstein. 

Tiago QuerinoParte superior do formulário

Encontro 20/08


Hoje retomamos os trabalhos com Frankenstein. Os mais velhos passaram ao grupo as melodias criadas para o Experimento II. Todos pegaram após muitas tentativas. Começamos a andar, fazendo os sons, e então a levar a vibração da melodia a todo o corpo. Foi quando o som se tornou orgânico que veio a afinação, a sincronia, a força da melodia. Cada um levou ao corpo o que sentiu com os estímulos da música. Os olhares e as fisionomias eram bem diferentes, mas atmosfera foi única: pesada, triste, melancólica, como se ali dentro houvesse uma série de sentimentos guardados, retraídos. Ao mesmo tempo, a sensação que tive era de que, a qualquer momento, dali poderia emergir qualquer coisa: havia algo latente. Obs: referente ao encontro do dia 19/08.

educoutinho
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Sobre Fabio Luz: anarquista baiano, médico, e criador de uma universidade livre em 1904

Aqui alguns documentos:



http://tecituras.wordpress.com/2010/09/05/serie-reflexoes-sobre-o-anarquismo-ii-a-militancia-de-fabio-luz/

http://bibliotecasocialfabioluz.wordpress.com/fabio-luz/

http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A1bio_Lopes_dos_Santos_Luz

http://www.sbhe.org.br/novo/congressos/cbhe4/individuais-coautorais/eixo06/Andreia%20da%20Silva%20Laucas%20de%20Campos%20-%20Texto.pdf
nitram

reflexões sobre a roda 2da. parte


Num post anterior tentei classificar algumas formas típicas de circulação da palavra na roda... formas que tem que ver com o que num dado momento precisamos resolver ou queremos compartilhar... az vezes é passar uma informação, outras ter um dialogo aberto, outras debater, outras deliberar... az vezes é tudo isso junto e outras, algumas dessas coisas juntas... ter clareza sobre essas possibilidades para que serve ? simplesmente, para, numa determinada circunstância, poder escolher, para poder patuar, az vezes para ganhar tempo, mas também para aperfeiçoar esse espaço de troca e de circulação da palavra, que também funciona como um ensaio do que acontece nos experimentos... isso que falamos na avaliação do E4: aprender a construir um discurso coletivo com diversidade e sem fissuras.
Martin Domeq

A consciência de classe como estímulo / J. Grotowski


A consciência de classe pode ser um estímulo? Indubitavelmente sim, se não é chamada pelo nome, isto é, se no decorrer do trabalho não se procura uma terminologia. Por exemplo, quem é Calibã em A tempestade, de Shakespeare? Quem é aquele ser condenado a ter como único recurso a força de seus músculos? Quem foi sempre o mais forte e ao mesmo tempo escravo? Quem foi condenado a servir e a não ser jamais amado? Quem nunca foi capaz de aceitar a si mesmo? A resposta a essas perguntas nos mostraria a consciência de classe em estado puro mas isso se reencontra através da semelhança ou graças a uma situação que se repete na nossa vida. É a experiência da sua vida, a sua ferida social, que permitirá que vocês se confrontem com isso, não algum tratado de sociologia. O tratado de sociologia é eficaz no campo  da sociologia.

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Tiago Querino

17:52 25 set, 2013


Cena Victor Frankenstein (espelho)


Cena Victor Frankenstein (espelho)

Victor: A criatura mais pura da face da terra. Cresci ao teu lado. E todo esse tempo que fiquei longe de você, o seu cheiro ficou impregnado no meu corpo.  Você me apresentou o amor. Meu presente preferido. Filha, Mãe, irmã, minha companheira. Agora está assim, sem vida, inanimada sobre a cama.

Victor: Eu não queria isso. Logo você que de todas as pessoas que passaram por minha maldita vida de obsessões, conseguia me dar a paz! Não, eu não armei essa armadilha! Jamais faria isso com minha você, para poder lhe atrair! A morte não me era, uma perspectiva ruim, se a outra opção fosse perdê-la! Meu deus, o que eu fiz? Não Elizabeth não....como pôde!? Como pude.

Victor: Pode correr o quanto puder miserável. Mexeu com o que eu tinha de mais íntimo na minha vida. De hoje você não passa.

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Claudio Varela

18:45 23 set, 2013


Sobre Elizabeth - Roteiro da Cena Improvisada


_________________________________________________________________________LUCÍLIO BERNARDES

15:07 23 set, 2013


CENA ELIZABETH


Victor está sozinho, de pé, diante do túmulo de Elizabeth. Não carrega nada nas mãos.

 VICTOR – Elizabeth, não tive o tempo de não te amar. Não precisei deixar jamais minha casa para encontrar o amor. Tão perto de mim estavas, que a vida, pra mim, desde o começo, foi pintada com a tua cor, teve sempre o teu perfume, o teu som, o teu tom, teu ardor. Ao teu lado, cresci, sem saber nunca o que é dor. Mais fiel que o cão mais amigo, mais leve que o ar, profunda como o mar, doce promessa que sempre se cumpre, filha, mãe, irmã, gatinha cheia de manhas. Andavas como quem dança nas asas de um anjo, ah tuas mãos ágeis como as da mais hábil tecelã, teus olhos que tudo viam, teus seios que guardavam mel. Eras frágil como a flor e, se preciso fosse, forte como o trovão e ainda  vasta e clara como a estrada que corta o campo de trigo em um dia de verão.

Carregavas em ti, também, sem o saber, uma terrível maldição.

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Tiago Querino

14:02 23 set, 2013


23 de Agosto


SOBRE ELIZABETHClerval: Elizabeth é uma gracinha. É boba as vezes. Mas olhando bem ela é como a rainha Guinevere que faz tudo para agradar o seu Rei. Ela quer tomar conta de tudo, não deixa passar nada. Lembro de uma vez quando a gente tava a uns 500 metros de casa numa cabana abandonada esperando a chuva passar. Só que não era uma simples chuva. Era chuva de verão. Ficamos admirando o cair da chuva por muito tempo. Ela de repente vai para fora da cabana olha pra gente e diz: “Vem”. Começamos a correr na chuva. O outro lá preocupado em desvendar a causa.  Querendo saber por que cai água do céu. Elizabeth é sagaz, viva, manhosa, arteira. Nessas brincadeiras eu aproveitava o máximo para demonstrar um pouco mais o meu carinho por ela. Aquele sorriso me encanta. Sei que não é pra mim, mas acho que isso agora pode mudar.

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LUCÍLIO BERNARDES

16:05 19 set, 2013


A CRIAÇÃO: SER OU NÃO SER, ESTAR OU NÃO ESTAR

Hoje a manhã na LIVRE foi muito estimulante. De repente, todos éramos Victor Frankenstein, procurando, em diferentes corpos, pedaços interessantes para podermos dar vida a um novo ser: Elizabeth. Não é uma busca fácil, decidir o que serve e o que não cai bem nessa empreitada. Joguei fora a tensão de alguns corpos, a pose de  outros tantos, catei  aqui um gesto, ali um sorriso,  num instante um jeito de andar, muitas vezes determinado olhar... Respirar. Instalar. E, de repente , não éramos mais Victor Frankenstein. É que, ao contrário dele, sabemos, de antemão, que a criatura que iremos  criar, não queremos depois, rejeitar. Pelo contrário... Vamos assumi-la inteiramente e um dia levá-la a público, para que todos a vejam e reconheçam nela o fruto do nosso trabalho árduo de cada dia. 

________________________________________________________________________Tiago Querino

16:18 16 set, 2013


16 de Agosto


A tempestade passou. Mais uma vez ela veio e se foi. Sabemos que ela pode voltar. E quando voltar estaremos maduros e preparados o suficiente para aguentar a travessia. Como é bom olhar o mar e agradecer ao mar. Como é bom olhar o sol e agradecer ao sol. Mesmo quando me encontrava na chuva. Na tormenta. Sabia que o sol voltaria. Ele sempre vem. Ás vezes demora.Mas vem! E quando vem é só alegria. É como fazer um gol e ir pra galera. Mas uma lição é tirada; grandes navegadores devem sua reputação aos temporais. Na tempestade mostramos nossa força;devemos guardá-la para reconstruir nosso caminho.

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nitram

16:39 14 set, 2013


Criando o Tao da Livre


Algumas leituras do Tao, para seguir reflitindo sobre nossos dois ultimos encontros e para convidar voces para revisitar esse livro inspirador... Espero que curtam este percurso !

O Tao (caminho) confia e desconfia das palavras... 

O caminho que pode ser expresso não é o Caminho constante

O nome que pode ser enunciado não é o Nome constante

(Cap. 1)

ou

Palavras confiáveis não são belas

Palavras belas não são confiáveis

Quem sabe não é abrangente

Quem é abrangente não sabe

Quem é bom não discute

Quem discute não é bom

[Pode-se interpretar aqui discutir como polemizar. Ver post anterior sobre difereça entre polemizar e debater segundo Foucault.]

(Cap. 81)

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educoutinho

23:14 10 set, 2013


Encontro 10/09


Desestimulado. Foi como saí do encontro de hoje. O yoga com Anita, às 9h, teve todos os efeitos anulados pelo que veio depois. Hoje o que vi foi um grupo disperso e sem vontade de trabalhar. As ausências e os atrasos já viraram norma, sobretudo quando Marcio nao participa do encontro, por isso nem entro nesta questão. E agora até quem já está no encontro se sente completamente à vontade para deixar o grupo quando e como quiser - motivos para fazê-lo nunca vão faltar! 

Hoje fiquei me perguntando onde isso vai dar... E pensando sobre até que ponto têm sido validos os esforços para estar em todos os encontros, chegar no horário, etc. 

A LIVRE pede uma mudança urgente de atitude. E que elas veiam como atitudes, em lugar de puro discurso.

Planilha de Controle de Horas - Julho/2013


Claudio Varela

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Tiago Querino

16:14 6 set, 2013


05 de Setembro


Na sala Mário Gusmão fizemos o nosso segundo encontro com Cibele Forjaz. Mostramos nossas cenas do capitulo 5 do livro de Frankenstein. Cada grupo com sua peculiaridade colocou em cena aquilo que achou de mais importante no assunto. Cibele pediu que todos os grupos tivessem um dramaturgo e um diretor. Sendo que esse dramaturgo e esse diretor não poderia ser da mesma equipe. O dramaturgo pode usar bastante a criatividade. Ele pode incrementar coisas novas. Inventar um esqueleto para cada situação mostrada do calátide. Creio que tivemos pouco tempo com Cibele Forjaz. Mas, valeu muito apena. A troca foi realizada. "precisamos cuidar desse lugar como uma flor" palavras da Cibele Forjaz.

Claudio Varela

15:32 6 set, 2013


Planilha de Controle de Horas - Junho/2013


Claudio Varela

12:18 5 set, 2013


Planilha de Controle de Horas - Maio/2013


Claudio Varela

12:11 5 set, 2013


Planilha de Controle de Horas - Abril/2013


Claudio Varela

12:09 5 set, 2013


Planilha de Controle de Horas - Fevereiro & Março/2013


Tiago Querino

00:58 5 set, 2013


04 de Setembro


Hoje o encontro na LIVRE foi um pouco diferente em relação ao horário no Teatro Vila Velha. A LIVRE não acordou tão cedo assim como de costume e nosso ensaio aconteceu às 14 horas na sala João Augusto com a Diretora e Iluminadora Cibele Forjaz. Ela falou do processo dela com a Companhia Livre que ela fundou em São Paulo com a montagem "Toda Nudez Será Castigada" de Nelson Rodrigues. Cibele com a sua simpatia e bom humor foi nos contando sobre os processos colaborativos do seu grupo. Todos atentos prestando bem atenção em tudo que Forjaz falava. Cibele Forjaz é muito engraçada. É baixinha, de rosto pequeno, com um sorriso contagiante. Mas, com uma bagagem recheada nas costas. Uma mulher de Teatro. Na verdade uma Artista de verdade.

Tiago Querino

14:54 30 ago, 2013


30 de Agosto


Por causa da paralização dos ônibus nessa sexta-feira branca em salvador, chegamos todos um pouco tarde no Teatro Vila Velha. Começamos a montar os birimbaus que foram confeccionados na LIVRE. Nós particioantes da Universidade Livre de Teatro Vila Velha tivemos esse privilégio e a honra de aprender como construir um Berimbal. Eu não participei totalmente da oficina, cheguei no finalzinho quando estava tudo ficando pronto. Meus colegas da LIVRE mandaram super bem. Fizeram um ótimo trabalho. A LIVRE como sempre nos presenteando com essas maravilhas da arte. Que legal não só aprender a jogar capoeira, mas conhecer tambem o material preciso para preparar um berimbal. E saber a história e as estórias dessa arte tão linda, cheia de magia, malícia, prontidão e mandinga. 

Tiago Querino

16:18 29 ago, 2013


29 de Agosto


Hoje foi ralação pura na LIVRE. Recapitulamos os toques dos Experimentos 2, 3 e 4, na sala João Augusto. Com toda a paciência do mundo passamos os toques mastigados para os integrantes novos. Eu, Gabizona e Deyse demos essa moral para a galera. Não somos líderes de nada. Somos apenas simples multiplicadores. Esse é um dos grandes objetivos da LIVRE, difundir conhecimento. Penso que o “saber” precisa ser passado. E foi a Primeira vez que fizemos isso juntos. Claro que isso deixa claro a força e a autonomia que a LIVRE tem. Mas, poderia ser melhor se algumas pessoas tivessem com a concentração e a disciplina na mente. Poderíamos ter objetivado mais as coisas e ganhado tempo para malhar nossas munhecas nos tambores. Foi árduo e lindo ao mesmo tempo. Gostei de ver nossos integrantes recém-chegados (Amanda, Flora e Taiwo) prestando atenção e com sede de aprender. Terminamos o ensaio 11:30 e continuamos o encontro dessa quinta-feira citando alguns temas da LIVRE.

Tiago Querino

15:23 27 ago, 2013


27 de Agosto


Trabalhamos hoje o capitulo 2 do livro Frankenstein na sala João Augusto. Recordamos a maravilhosa infância de Victor, Elizabeth e Clerval. Entre eles não tinha disputa. A harmonia era a alma do companherismo. Os constrastes de personalidade que subsistem só fazem aproximar os três. Elizabeth tem uma índole mais calma e concentrada. Ela gostava de trilhar as criações etéreas dos poetas e, nas paisagens extraordinárias e majestosas. Adora a forma sublime das montanhas, a mudança das estações, a tempestade e o bom tempo, o silêncio do inverno e a atividade de nossos verões alpinos. Ela encontrava muitos motivos para a admiração e o encanto. Clerval já é um garoto de talento e criatividade singulares. Tinha um espírito de aventureiro e apreciava o trabalho árduo e, até mesmo mesmo, o perigo em si.

26 de Agosto


Começamos o encontro de hoje trabalhando o capítulo 1 de Frankenstein na sala João Augusto. Marcio nos perguntou o que a gente tinha achado de mais relevante desse capítulo 1. Discutimos, dialogamos e questionamos muitos itens dessa apresentação que é esse primeiro assunto. Para mim o que tem de mais valioso é quando ele conhece Elizabeth ainda criança. Victor ganha de sua querida mãe um presente lindo. E quem é essa jóia preciosa? Elizabeth. Temos que destacar tambem quando ele fala da origem de sua família. Importante esse início do capítulo. Ele fala que é de uma família distinta, que os seus ancestrais foram durante muitos anos conselheiros e administradores, e o seu pai ocupou muitos cargos públicos com honra e reputação. Conta tambem como Caroline, sua mãe, tornou-se mulher do seu querido pai Alphonse Frankenstein.

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Tiago Querino

15:48 21 ago, 2013


21 de Agosto


Fala minha galera linda da Universidade LIVRE. Hoje 21 de agosto completamos 6 meses de vida. Sei que temos pouco tempo de Teatro Vila Velha, mas bastante coisa já aconteceu.

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Tiago Querino

22:58 20 ago, 2013


20 de Agosto


Hoje tivemos o primeiro encontro com Anita Bueno na Universidade Livre de Teatro Vila Velha. Infelizmente não cheguei cedo e não entrei na sala João Augusto. Mas é isso mesmo na próxima chegarei mais cedinho. Fico feliz que estamos construindo essa disciplina necessária para a LIVRE. Sabemos que nada é feito sem DISCIPLINA. Como fiquei lá fora com os meus amigos não posso dividir como foi o encontro com Anita com vocês. Mas posso falar do nosso passeio pela técnica. Nosso segundo passeio na verdade. A galera nova precisava de uma pequena noção do funcionamento da parte técnica de um teatro. Ainda mais o Vila Velha que nos oferece uma estrutura maravilhosa de exploração dos equipamentos.

__________________________________________________________________________________________Marcia Ribeiro

18:39 20 ago, 2013

Diário da Livre - Experimento 5


Começamos o trabalho rumo à Frankenstein. Que venham os monstros!
OBS:
Dia 20/08/13
- Iniciamos Yoga com Anita Bueno
- Visita técnica com Zeus
- Continuação do curso de Maquiagem (tarde com Luiz Santana)



Comentários Facebook dia 19/08/2013
Apoena Serrat

"Deus não existe!"

V. Frankenstein

Du Vado Jr.
Hoje sentimos os sentidos aguçarem, aguçarem a ponto de transbordarem e saírem enchendo a joão augusto com a ausência da alma sem morte...
Tiago Querino
"É preciso ter coragem".
Victor Frankenstein
Adriana Gabriela
"Quem ainda não chegou lá"
Victor Frankestein
Du Vado Jr.
"Eu quero criar".
V.Frankenstein
Claudio Varela
"Quero dominar o mundo."
V. Frankenstein

Franklin Albuquerque

"Não quero mais isso pra mim ... !"

Victor em janeiro frankenstein !

Cesar Rasec
"Sua dor me cega"
Em janeiro FRANKENSTEIN
Patt de Carvalho
''Eu não aguento mais.''
Frankenstein
Mirian Sampaio
"Eu não vou conseguir"
Em janeiro, estreia: FRANKENSTEIN
Eduardo Coutinho
"Por que não?", Victor Frankenstein.
Marcia Ribeiro
"O tempo move o ar."
Victor Frankenstein
Lucilio Bernardes
:"Sim, EU posso."
V. Frankenstein
Gustavo Bezerra
´´Eu estou procurando´´
V. Frankenstein

Do Vila ao Ferrão - Frete Livre, Livre Frete. 17/08/2013

(devolução dp material da exposição do experimento 4)


http://www.youtube.com/watch?v=iqwLiE5vYh4
Projeto Correlato
Espelho para Cegos
Vila Novas
Hoje é mais cedo: 19h. http://ow.ly/o2317 
Teatro dos Novos e universidade LIVRE de Teatro Vila Velha apresentam Espelho para Cegos ESPELHO PARA CEGOS, peça do autor romeno Matei Visniec, um dos mais impactantes dramaturgos da atualidade. A montagem é da Companhia Teatro dos Novos em projeto de extensão da LIVRE. Dias 18, 23, 24, 25/08 | Sex e Sáb: 20h | Dom: 19h
http://www.youtube.com/watch?v=S8_PQ5Pgma8&feature=youtu.be
Vila Novas
Plantão Cultural: Teatro dos Novos e universidade LIVRE de Teatro Vila Velha apresentam ESPELHO PARA CEGOS, peça do autor romeno Matei Visniec, um dos mais impactantes dramaturgos da atualidade. A montagem é da Companhia Teatro dos Novos em projeto de extensão da LIVRE. Dias 16, 17, 18, 23, 24, 25/08 | Sex e Sáb: 20h | Dom: 19h ow.ly/o1sfJ
http://www.youtube.com/watch?v=9qrLlPkrDys&feature=youtu.be
Vila Novas
ESPELHO PARA CEGOS, peça do autor romeno Matei Visniec, um dos mais impactantes dramaturgos da atualidade. A montagem é da Companhia Teatro dos Novos em projeto de extensão da universidade LIVRE de Teatro Vila Velha. Dias 17, 18, 23, 24, 25/08 | Sex e Sáb: 20h | Dom: 19h
R$ 30 e 15 | Sala Principal. http://ow.ly/o1fCK
http://www.youtube.com/watch?v=7J0OCiUKEVU&feature=youtu.be
Vila Novas
O LAVADOR DE CÉREBROS 1 - fragmento do espetáculo ESPELHO PARA CEGOS, peça do romeno Matei Visniec que estreia nesta sexta, 16/08, 20h, na sala principal. O autor é considerado um dos mais impactantes dramaturgos da atualidade. A montagem é da Companhia Teatro dos Novos em projeto de extensão com a universidade LIVRE de Teatro Vila Velha. Dias 16, 17, 18, 23, 24, 25/08 | Sex e Sáb: 20h | Dom: 19h
R$ 30 e 15 | Sala Principal. 
Vídeo produzido por Apoena Serrat, Bertho filho, Maíse Xavier e Rafael Grilo com a colaboração de Franklin Albuquerque.
Elenco: Anita Bueno, Kadu Lima, Lucílio Bernardes, Roberto Nascimento, Sonia Robatto, Tiago Querino, Vinicius Bustani, Yan Brito e Zeca de Abreu.
http://vimeo.com/72262139

Marcio Meirelles

amanhã 12/08/2013 - ensaio aberto de ESPELHO PARA CEGOS - noTeatro Vila Velha





ensaio ESPELHO PARA CEGOS - para o 12/08/2013_teatro vila velha

ESPELHO PARA CEGOS é baseado na obra de matéi visniec - trabalho de TEATRO DOS NOVOS e da universidade LIVRE de teatro vila velha - tem lançamento público dia 12/08/2013 noTeatro Vila Velha - 20h direção: marcio meirelles co-direção: bertho filho música: joão meirelles figurino: giza vasconcelos elenco teatro dos novo...Ver mais



De: Espelho para cegos

Fotos: 30

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