Faculdade de engenharia mecânica



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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA


Relatório Parcial ou Relatório Final

Trabalho de Conclusão de Curso ou Iniciação Científica ou Estágio Supervisionado


Como elaborar um Trabalho de

Conclusão de Curso

Autor: Eugênio José Zoqui

Orientador: Prof. Dr. Eugênio José Zoqui
Campinas, maio de 2012
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

FACULDADE DE ENGENHARIA MECÂNICA


Relatório Parcial ou Relatório Final

Trabalho de Conclusão de Curso ou Iniciação Científica ou Estágio Supervisionado


Como elaborar um Trabalho de

Conclusão de Curso

Autor: Eugênio José Zoqui

Orientador: Prof. Dr. Eugênio José Zoqui
Curso: Engenharia de Controle e Automação ou Engenharia Mecânica
Trabalho de Conclusão de Curso, Relatório de Estágio, Didático, ou de Iniciação Científica apresentado à Comissão de Graduação da Faculdade de Engenharia Mecânica, como requisito para a obtenção do título de Engenheiro de Automação e Controle ou Engenheiro Mecânico.
Campinas, 2012

S.P. – Brasil


Dedicatória (opcional):

Dedico este trabalho à...



Agradecimentos

Este trabalho não poderia ser terminado sem a ajuda de diversas pessoas às quais presto minha homenagem:


Sra. Cleusa dos Reis Zoqui Pedroza pela excelente revisão da formatação e da gramática deste documento.

Aos membros da Comissão de Graduação do curso de Engenharia Mecânica da FEM/Unicamp, Prof. Dr Antônio Carlos Bannwart, Prof. Dr. Akebo Yamakami, Prof. Dr. Robson Pederiva, Prof. Dr. Sérgio Tonini Button, e o discente Pedro Benjamin Garcia Adas.

Profa. Dra. Célia Marina de Alvarenga Freire, pela excelente contribuição à normatização do curso.

Prof. Dr. Alberto Luiz Serpa e Prof. Dr. Ely Carneiro de Paiva, coordenador e coordenador associado do curso de Engenharia de Controle e Automação.



Índice






Resumo

1




Lista de Figuras

2




Lista de Tabelas

2




Lista de Quadros

2




Nomenclatura

2




Abreviações e Siglas

3

Capítulo 1

Introdução

4

Capítulo 2

Revisão Bibliográfica

6

2.1.

Dicas para escrever uma boa dissertação

8

2.2.

Dicas para organizar burocraticamente o trabalho

9

Capítulo 3

Procedimento Experimental

11

3.1.

Sistemática de Avaliação do Trabalho de Graduação I (TG-I)

12

3.2.

Sistemática de Avaliação do Trabalho de Graduação II (TG-II)

12

3.3.

Sistemática de Avaliação do Relatório de Estágio

13

Capítulo 4

Resultados e Discussões

15

Capítulo 5

Conclusões

17




Referências Bibliográficas

18




Anexos

19

Resumo


ZOQUI, Eugênio José, Como elaborar um Trabalho de Conclusão de Curso, Faculdade de Engenharia Mecânica, Universidade Estadual de Campinas, Trabalho de Conclusão de Curso, Relatório de Estágio, Relatório de Iniciação Científica, (2012), 20 pp.


Busca-se apresentar, concisamente, um modelo para a confecção de monografias referentes ao trabalho de conclusão de curso, bem como o relatório de estágio supervisionado (ou didático), ou até mesmo o relatório final das disciplinas de iniciação científica. Apresenta-se o modelo com capa, contracapa, as informações essenciais de conteúdo e estruturação dos capítulos e a formatação de figuras, quadros e tabelas, bem como sistematiza a paragrafação e a numeração. Pretende-se padronizar e sistematizar os trabalhos apresentados às diversas instâncias docentes da Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp. O texto do resumo conterá, de forma breve, o que será abordado, ou seja, qual o objeto de trabalho, como será abordado, ou como deverá ser estruturado o procedimento experimental (ou metodologia de pesquisa), as justificativas para o trabalho, o porquê do objeto que será estudado. Objetiva-se caracterizar um trabalho pleno em Engenharia.


Palavras Chave: Monografia, Trabalho de Conclusão de Curso, Trabalho de Graduação

Lista de Figuras

Figura 2.1. Demonstração de modelo para figura (figura sempre acima).

3

Figura 2.n. xxx xxx xxx.

x

Lista de Tabelas


Tabela 2.1. Modelo de Tabela (dados sempre abaixo). Fonte:Figura 2.1.




Tabela 2.n. xxx xxx xxx



Lista de Quadros


Quadro 3.1. Modelo para Emissão dos Pareceres do Orientador e Revisores




Quadro 3.n. xxx xxx xxx






Nomenclatura



Letras Latinas

r

raio da esfera

[m]

A

área superficial da esfera

[m2]


Letras Gregas



viscosidade cinemática

[kg/ms]











Superescritos

+

tempo posterior














Subscritos

e

escoamento (in tensão de)














Abreviações

DSC

Calorimetria Exploratória Diferencial

PRD

Produto genérico de adimensionais;

U.A.

Umidade absoluta;








Siglas

DETF

Departamento de Engenharia Térmica e Fluidos


Capítulo 1

Introdução


A introdução deve apresentar o problema de Engenharia a ser abordado, o desenvolvimento das informações colocadas sucintamente no resumo. Ou seja, o tema a se abordar, como será abordado e por que será abordado. Devem-se explicitar os objetivos, e o porquê de se estudar o assunto/objeto. Por exemplo, o presente texto exibe de forma sucinta um modelo para a confecção de monografias referentes ao trabalho de conclusão de curso, bem como o relatório de estágio supervisionado (ou didático), ou mesmo o relatório final das disciplinas de iniciação científica. O objetivo é padronizar e sistematizar os trabalhos apresentados às diversas instâncias docentes da Faculdade de Engenharia Mecânica da Unicamp.


Ressalta-se ainda que o trabalho a ser produzido, segundo este modelo, segue as premissas básicas de qualquer trabalho dissertativo, a saber: Introdução - deve ser breve e anunciar ao leitor o que será desenvolvido no texto; Desenvolvimento - é o corpo do texto que, em Ciência e Engenharia, geralmente divide-se em três etapas – Revisão Bibliográfica, Metodologia de Pesquisa (ou Procedimento Experimental), e, finalmente, a apresentação dos Resultados e suas possíveis implicações. Aqui se utilizarão as ideias propostas na Introdução, defendendo o ponto de vista através de argumentos, fatos e levantando informações; Conclusão - finaliza o que foi exposto, deve ser breve e não pode conter nenhuma ideia nova, tampouco exemplos. Trata-se de um resumo da dissertação como um todo. Esta conclusão pode ser feita de duas maneiras. Síntese - resumo do que foi dito durante o desenvolvimento do texto. Sugestão - proposta para que o problema discutido seja solucionado.
Para todos os textos pode-se utilizar frente e verso (para facilitar no caso de impressão), e deverá ser confeccionado prevendo-se a impressão em papel padrão A4 (210 X 297mm) com margens de 25mm superior e inferior, margem direita e esquerda, para definir o espaço útil da folha como sendo 160 X 247mm. O texto deve ser justificado, com tamanho da letra (excetuando-se a capa e contracapa): 12 pt, fonte Arial, em qualquer editor de texto. Espaçamento entre parágrafos: 1 linha. Espaçamento entre linhas: 1,5 linhas; Recuo esquerdo do início do parágrafo: 10 mm.
Na introdução os objetivos gerais e específicos do trabalho devem ser claros, assim como a justificativa para o esforço de resolução em termos do problema apresentado, evidenciando que se trata de problema de Engenharia. Caso necessário, em razão da maior clareza no trabalho, como um todo, podem-se abordar pontos que sejam considerados relevantes do procedimento experimental (ou da metodologia).
O trabalho, na forma de relatório final ou parcial, deverá ser colocado no web site da FEM (http://odyssey.fem.unicamp.br/ProjGrad/) no formato padrão Portable Document Format (ou simplesmente .pdf).

Capítulo 2
Revisão Bibliográfica

Antes de tudo, é preciso ressaltar que um Trabalho de Conclusão de Curso, ou simplesmente Trabalho de Graduação, como é conhecido na Faculdade de Engenharia Mecânica da FEM/Unicamp, nada mais é do que uma dissertação. A portaria CNE/CES MEC no. 11, de 11 de março de 2011, estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Engenharia e coloca em seu parágrafo 7 a necessidade de Trabalho de Conclusão de Curso, ou TCC.


Art. 7º A formação do engenheiro incluirá, como etapa integrante da graduação, estágios curriculares obrigatórios sob supervisão direta da instituição de ensino, através de 4 relatórios técnicos e acompanhamento individualizado durante o período de realização da atividade. A carga horária mínima do estágio curricular deverá atingir 160 (cento e sessenta) horas.

Parágrafo único. É obrigatório o trabalho final de curso como atividade de síntese e integração de conhecimento.

§ 1º Deverão existir os trabalhos de síntese e integração dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso, sendo que, pelo menos, um deles deverá se constituir em atividade obrigatória como requisito para a graduação”.
Para respeitar esta normativa a FEM estabeleceu as disciplinas EM916 Estagio Supervisionado, EM914 Trabalho de Graduação I e EM919 Trabalho de Graduação II para o curso de Engenharia Mecânica e ES010 Estagio Supervisionado, ES951 Trabalho de Graduação I e ES952 Trabalho de Graduação II para o curso de Engenharia de Controle e Automação. Ambos os grupos de disciplinas de estágio e TG suplantam as 160 horas mínimas requeridas pelo MEC. As disciplinas de Trabalho de Graduação I e II atendem aos requisitos obrigatórios, implicando na apresentação de cinco relatórios de acompanhamento. Um relatório final para a disciplina de estágio e dois relatórios para cada uma das disciplinas de trabalho de graduação.
Há um excelente texto publicado na enciclopédia eletrônica Wikipedia1, cujo destaque é que uma dissertação pode ou não ser feita em final de curso de pós-graduação, stricto sensu (mestrado), e que tem a finalidade de treinar os estudantes no domínio da temática abordada, bem como é vista como forma de iniciação à pesquisa mais ampla. Nesse caso, a produção é de aproximadamente 100 páginas (conforme as regras de cada Universidade), embora para um Trabalho de Graduação II poder-se-ia estimar entre 40 e 60 páginas. No caso de relatório final de estágio supervisionado estima-se 30 a 40 páginas. Considerando o presente caso, o trabalho de conclusão de curso deve ser elaborado depois de cursados pelo menos 70% dos créditos, sempre desenvolvido sob assistência de um orientador acadêmico. Além da avaliação do orientador o trabalho será submetido a um júri composto por dois ou mais professores (ou por especialistas no tema em causa). Na monografia (dissertação), para a obtenção do grau de Engenheiro, além da revisão da literatura, é preciso demonstrar domínio e conhecimento sobre o método de pesquisa e informar a metodologia utilizada na pesquisa.
A dissertação (relatório) de caráter científico deve ser objetiva, e o tratamento dado ao texto, impessoal, com argumentação lógica partindo de elementos gerais e indo para os particulares. Como apresentado no Capítulo 1, são partes importantes da dissertação a introdução, o desenvolvimento e a conclusão. Novamente ressalta-se:

  • Introdução - deve ser breve e anunciar ao leitor o que será desenvolvido no texto;

  • Desenvolvimento - é o corpo do texto que, em Ciência e Engenharia, é geralmente divido em três etapas: Revisão Bibliográfica, Metodologia de Pesquisa ou Procedimento Experimental e finalmente a apresentação dos Resultados e suas possíveis implicações, (aqui serão utilizadas as ideias propostas na introdução, defendendo o ponto de vista do autor através de argumentos, apresentando fatos levantando e discutindo as informações);

  • Conclusão - finaliza o que foi exposto, será breve e não conterá nenhuma ideia nova e nenhum exemplo. Trata-se de um resumo da dissertação como um todo. Esta conclusão pode ser feita de duas maneiras: Síntese - resumo do que foi dito durante o texto. Sugestão - proposta para que o problema discutido seja solucionado.

Para facilitar a argumentação pode-se destacar algumas excelentes dicas dadas pela mesma Wikipedia1.
2.1 Dicas para escrever uma boa dissertação


  1. Só abordar na introdução e na conclusão o que realmente estiver no desenvolvimento;

  2. Manter-se rigorosamente dentro do tema;

  3. Não ser radical quanto às ideias e opiniões expostas;

  4. Utilizar exemplos e citações relevantes;

  5. Não usar questionamentos no texto, sobretudo na conclusão;

  6. Somente citar exemplos de domínio público, sem narrar seu desenrolar, fazendo somente breves menções;

  7. Sempre citar a fonte da informação usada no texto.

  8. Evitar sobremaneira:

    1. Períodos muito longos ou sequências de frases muito curtas;

    2. Dirigir-se diretamente ao leitor;

    3. Argumentação generalizadora e baseada no senso comum;

    4. O uso de repetições exageradas e umas próximas das outras, tanto de palavras, quanto de informações;

    5. Expressões desgastadas, "batidas";

    6. O uso palavras muito "fortes" como “definitivamente”;

    7. Usar religião como argumento;

    8. Linguagem rebuscada;

    9. Gírias e termos coloquiais;

    10. Repetir muitas vezes as mesmas palavras empobrece o texto; lançar mão de sinônimos e expressões que representem a ideia em questão;

  9. Ter cuidado com palavras duvidosas como coisa e algo, por terem sentido vago; preferir elemento, fator, tópico, índice, item, etc.

  10. Usa-se ponto final ao final do título, caso nele contenha verbo;

  11. Não usar chavões,provérbios, ditos populares ou frases feitas;

  12. Jamais usar a primeira pessoa do singular, a menos que haja uma solicitação do tema;

  13. Ser direto e objetivo;

  14. Nunca usar palavras de baixo calão;

  15. Não usar itens pessoais na dissertação.

  16. No título todas as palavras devem começar com letras maiúsculas, com exceção de advérbios, preposições, conjunções e artigos definidos, caso não estejam no início.

Deve-se também ter cuidados com a formatação do texto e inserir as devidas citações. O próximo tópico abordará esta preocupação.


2.2 Dicas para organizar burocraticamente o trabalho
O modelo de construção de tabelas informativas deve seguir o padrão apresentado pela Tabela 2.1. Os dados colocados na primeira coluna da tabela indexam toda a resultante, por isso se a ordem for mudada afetará toda a tabela. No caso de quadro não existe a indexação e a mudança de dados na primeira coluna não afeta necessariamente o restante da tabela, como por exemplo, em quadros comparativos que sintetizam vantagens e desvantagem de determinada técnica, processo ou matéria prima.
Tabela 2.1. Modelo de Tabela (dados sempre abaixo). Fonte:

Indexador

Indexado 1

Indexado 2

Indexado 3

Indexado 4

Indexado n

Janeiro

Custo

Rendimento

Fevereiro

Potencia

...

Fevereiro
















n...















No caso de figura, forma gráfica de representação de uma ideia, exemplificada pela Figura 2.1, esta deve ser apresentada centralizada no texto e seguida pela informação que a descreve sucintamente. As figuras, a despeito de serem autoexplicativas, devem ser citadas e explicadas no texto. No caso de equações, estas devem estar acondicionadas em sentença própria, preferencialmente em uma tabela Word com apenas uma linha, o que facilita a formatação e devem ser explicadas e numeradas no texto, como por exemplo, a Equação 2.1:




F = m.a

(kg.m/s2)

Equação 2.1

Aonde F (em itálico) indica força, m é a massa (em kg) e a é a aceleração de um corpo (em m/s2).


Figura 2.1. Demonstração de modelo para figura (figura sempre acima). Fonte:


Equação, figura, tabela ou quadro não podem ser inseridos no trabalho sem que sejam citados e explicados no texto. O trabalho ainda pode contar com uma seção de anexos que deve ser informada no índice. Os anexos servem para adicionar ao texto da dissertação informações complementares às informações do trabalho, como por exemplo cópia de formulários de estágio de empresas, a avaliação do supervisor de estágio na empresa, dados dos projetos, dados e resultados complementares, entre outros.

Capítulo 3
Procedimento Experimental

O presente capítulo deve conter toda a metodologia de testes ou sua respectiva sequencia, realizados de forma a justificar cada etapa ou ensaio efetivado. No caso dos trabalhos de graduação I e II, pode-se obter uma sequencia de posturas ou tomadas de decisão, ou seja, esta sequencia caracteriza uma sistematização do trabalho.


Por exemplo: No intuito de aprimorar a forma de avaliação dos Trabalhos de Conclusão de Curso (Portaria MEC CNE / CES 11/2002), denominados Trabalhos de Graduação (TG) pela FEM, as Coordenações de Graduação dos cursos de Engenharia Mecânica e de Engenharia de Controle e Automação da FEM/Unicamp apresentam a proposta, discutida pela Comissão de Graduação de ambos os cursos. Os principais aspectos vêm descritos abaixo:

  1. Para disciplinas de TG-I, a criação de uma avaliação intermediária pelo orientador.

  2. Para as disciplinas de TG-II, criou-se uma avaliação intermediária pelo orientador, por meio de parecer sem atribuição de nota. A avaliação final continua sendo feita por dois membros, excluindo-se o orientador, baseada no relatório final técnico elaborado pelo aluno. No caso de divergência entre os avaliadores finais, um terceiro avaliador será considerado.

  3. Para a operacionalização desta forma de trabalho, desenvolver-se-ão aplicativos computacionais para uso via Internet, de forma semelhante aos usados para avaliação de projetos de Iniciação Científica pela PRP/Unicamp.

Em seguida o texto apresenta os roteiros das principais etapas para avaliação de TG-I e TG-II, bem como o Quadro 3.1 que contém a proposta para suporte às avaliações. Convém destacar que, independente do ano e do semestre, a sistemática de avaliação levará em conta a distribuição do trabalho ao longo das dezessete semanas previstas para cada semestre letivo como previsto pelo MEC e pela DAC Unicamp.




3.1 Sistemática de Avaliação do Trabalho de Graduação I (TG-I)
Semana 1: Inscrições pelo aluno com o carregamento do arquivo do plano de trabalho no sistema computacional da FEM (chamado atualmente de sistema Odyssey) e com envio de e-mail ao docente já definido previamente como orientador.

Semana 2: Confirmação pelo orientador com envio de e-mail ao aluno.

Semana 7: Carregamento do primeiro relatório (Relatório 1) e da primeira autoavaliação do aluno com envio de e-mail ao orientador.

Semana 8: Parecer do orientador com envio de e-mail ao aluno e atribuição da Nota 1.

Semana 14: Carregamento do relatório final (Relatório 2) e da segunda autoavaliação do aluno com e-mail ao orientador.

Semana 15: Parecer do orientador com envio de e-mail ao aluno e atribuição da Nota 2.

Cálculo da Nota Final com os seguintes pesos: 40% Nota 1 + 60% Nota 2.



Semana 17: Consolidação das Notas pela CG/FEM junto à DAC/Unicamp.
3.2 Sistemática de Avaliação do Trabalho de Graduação II (TG-II)
Semana 1: Inscrições pelo aluno com o carregamento do arquivo do plano de trabalho no sistema computacional da FEM e com envio de e-mail ao docente já definido previamente como orientador.

Semana 2: Confirmação pelo orientador com e-mail ao aluno.

Semana 7: Carregamento do relatório parcial e da primeira autoavaliação do aluno com envio de e-mail ao orientador.

Semana 8: Parecer do orientador, sem atribuição de nota, com envio de e-mail ao aluno.

Semana 14: Carregamento do relatório final e da autoavaliação do aluno com envio de e-mail ao orientador e a CG/FEM.

Semana 15: Parecer do orientador, sem atribuição de nota, com envio de e-mail ao aluno.

Semana 15: Seleção dos Trabalhos para serem avaliados pelo corpo docente da FEM.

  • Na Semana 15 cada docente não afastado, deverá entrar no sistema computacional Odyssey e reservar pelo menos dois trabalhos para emissão de parecer (este número pode ser alterado em função do número de alunos matriculados em TGII).

  • Caso um trabalho não seja reservado por nenhum docente, a CG/FEM indicará os revisores em função da área e tema do trabalho e do número de trabalhos já reservados e avaliados pelos docentes.

Semana 15/16: Emissão do parecer do revisor 1 com envio de e-mail ao aluno e Nota 1.

Semana 15/16: Emissão do parecer do revisor 2 com envio de e-mail ao aluno e Nota 2.

Semana 15/16: Cálculo da média dos revisores: 50% Nota 1 + 50% Nota 2.

  • Caso as duas notas dos revisores sejam superiores a 5,0, o aluno estará aprovado com média final dada por 50% Nota 1 + 50% Nota 2.

  • Caso as duas notas dos revisores sejam menores que 5,0, o aluno estará reprovado com média final dada 50% Nota 1 + 50% Nota 2.

  • Caso um dos revisores tenha atribuído nota superior 5,0 (aprovação) e outro nota menor que 5,0 (reprovação), um terceiro revisor será indicado para fins de desempate. A média final do aluno será a média das notas dos dois revisores que chegaram à mesma conclusão em termos da aprovação ou da reprovação do aluno.

Semana 17: Consolidação das Notas pela CG/FEM junto à DAC/Unicamp.
No início de cada semestre, apresentar-se-ão aos alunos e docentes as datas referentes a cada semana considerada.
3.3 Sistemática de Avaliação do Relatório de Estágio
Semana 1: Inscrições pelo aluno com o carregamento do arquivo do plano de trabalho no sistema computacional da FEM (chamado atualmente de sistema Odyssey) e com envio de e-mail ao docente já definido previamente como orientador.

Semana 2: Confirmação pelo orientador com envio de e-mail ao aluno.

Semana 14: Carregamento do relatório final e da autoavaliação do aluno com e-mail ao orientador.

Semana 15: Parecer do orientador com envio de e-mail ao aluno e atribuição da presença no período de estágio

Semana 17: Consolidação da presença pela CG/FEM junto à DAC/Unicamp.

Quadro 3.1. Modelo para Emissão dos Pareceres do Orientador e Revisores

Sim

Não

Itens da Avaliação

 

 

O assunto do trabalho é pertinente para formação em Engenharia?

 

 

Os objetivos são claros e bem definidos?







O nível técnico do trabalho é adequado ao esperado para um trabalho de conclusão de curso de Engenharia?







Há trechos transcritos de outros trabalhos sem a devida citação ou referências?

 

 

O título reflete o conteúdo e objetivos do trabalho?

 

 

A linguagem do trabalho é compreensível?

 

 

A metodologia utilizada é compatível com os objetivos propostos?

 

 

Os resultados foram discutidos e interpretados adequadamente?

 

 

As tabelas/figuras/fotos apresentadas no texto são necessárias e suficientes?

 

 

As conclusões estão de acordo com os resultados e objetivos?

 

 

As referências citadas são necessárias e suficientes?

Parecer:


Nota:


Capítulo 4

Resultados e Discussões


Trata-se de uma das principais etapas da confecção do Trabalho de Conclusão de Curso ou Trabalho de Graduação, assim como do Relatório de Estágio Supervisionado. Importa tomar todos os cuidados para evidenciar os aspectos que levou o discente a realizar o trabalho. É imprescindível que a apresentação dos dados seja clara e que todos os resultados sejam discutidos, de forma detalhada e, posteriormente, sintetizados. Algumas sugestões devem ser seguidas:



  1. Na etapa da revisão bibliográfica, anotar informações que podem explicar o trabalho.

  2. Avaliar os possíveis problemas e dificuldades de seu procedimento experimental (fácil/difícil, barato/caro, rápido/lento, entre outros).

  3. Avaliar os resultados obtidos. São característicos e significativos frente a um determinado universo de observações? Variam em função do tempo e condições dos experimentos realizados?

  4. Discutir os procedimentos e resultados.

  5. Confrontar os dados com os anotados e destacados na revisão bibliográfica.


Segundo excelente modelo de Barbalho e Moraes (2003), em geral, os resultados deverão ser condizentes com as condições experimentais. Na medida do possível, deve-se apresentar os dados na forma de gráficos, quadros, tabelas, figuras e equações enfatizando a relação com o tema e como o problema analisado, além de se relacionar estreitamente com os objetivos do estudo. Desta forma, sugerem-se estes procedimentos:

  1. Análise e interpretação dos dados podem se apresentar em separado ou em conjunto, de acordo com os objetivos do trabalho;

  2. A análise não deve conter interpretações pessoais, mas sempre considerar a relação com a fundamentação teórica, apontando a relação teoria-prática;

  3. A apresentação dos dados e resultados deve ser acompanhada de tabelas, gráficos, quadros ou figuras com indicadores estatísticos que sustentem a interpretação dos resultados;

  4. A discussão, análise e interpretação dos resultados devem ser elaboradas de forma objetiva para facilitar as conclusões;

  5. As hipóteses previamente apresentadas devem ser exploradas com base nos dados e resultados contidos no próprio trabalho,considerando-se: relação de causa e efeito, estabelecimento da dedução das generalizações e princípios básicos, indicação da aplicabilidade dos resultados obtidos e suas limitações e justificativa dos resultados obtidos a partir da teoria;

  6. Os objetivos pré-estabelecidos no estudo devem orientar a apresentação dos resultados, no sentido de demonstrar o seu alcance.

Capítulo 6

Conclusões


Adaptando o modelo de Barbalho e Moraes (2003), esta etapa deve apresentar, clara e ordenadamente, as deduções tiradas dos resultados do trabalho ou levantadas ao longo da discussão do assunto. Evitar dados quantitativos na conclusão, assim como a apresentação de resultados passíveis de discussão. Apresentar as conclusões de forma lógica, clara e concisa, fundamentando os resultados obtidos na discussão e apontar correspondência com os objetivos propostos pelo estudo. Com isso, deve-se reafirmar a hipótese, cuja demonstração constitui o corpo do trabalho, regressando, deste modo, à introdução, explicitando o que foi abordado. É a revisão sintética dos resultados e da discussão do estudo ou da pesquisa realizados. Deve apresentar deduções lógicas correspondentes aos objetivos previamente estabelecidos, destacando-se o seu alcance e as consequências de suas contribuições. Ainda é possível fazer recomendações, que serão entendidas como declarações concisas de ações a serem tomadas e julgadas necessárias, a partir das conclusões obtidas.




Referências Bibliográficas

Barbalho, C. R. S. e Moraes, S. O., Guia para Normalização de Relatórios Técnicos Científicos, Ed. Da Universidade Federal do Amazonas, UFAM, Manaus, (2003), PP. 103.



Exemplos

Alford, G. D. A low cost CAD/CAM system with simulation. In: Schrefler, B. A., Lewis, R. W. (Eds.). Engineering software for microcomputers. Swansea: Pineridge, 1984. p.201-214.

Associação Brasileira de Normas Tecnicas, Rio de Janeiro. NBR-6023; referências bibliográficas. Rio de Janeiro, 1989. 19p.

Barros, Eduardo Judas. Relações públicas do Terceiro mundo. São Paulo: Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, 1988. 150 p. Tese (Doutorado)

Franklin, G. F., Powel, J. D., Workman, M. L. Digital control of dynamic systems. 2.ed. Reading: Addison-Wesley, 1992. Cap. 11: Nonlinear control, p.516-640.

Hall, K. C., Crawley, E. F. Calculation of unsteady flows in turbomachnery using linearized Euler equations. AIAA Journal, v.27, n.6, p.777-787, june 1989.

Leson Laboratório de Engenharia SONICA S.A, São Paulo, SP, Hélio T. Bittencourt. Eletroacoustic transducer. I. C. HO4R 7/16. BR n.5,245,669. Sep. 14,1993.

Pape, David A. A modal analysis approach to flaw detection in ceramic insulators. In: International Modal Analysis Conference, 11, 1993, Kissimmee. Proceedings... Bethel: Society for Experimental Mechanics, 1993. v.1, p.35-40.



Stoecker, W. F., Jones, J. W. Refrigeração e ar condicionado. São Paulo: McGraw-Hill do Brasil, 1985. 481p.

Anexos



1 http://pt.wikipedia.org/ em 10/07/2012


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