Família como co-responsável pela defesa dos direitos de



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C) DIMENSÃO RELACIONAL



COMPONENTES

CONDIÇÕES FAVORÁVEIS À DEFESA DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES



CONDIÇÕES MÍNIMAS OU FATORES DE PROTEÇÃO


INSERÇÃO EM AÇÕES OU SERVIÇOS





DINÂMICA FAMILIAR


REGRAS, PAPÉIS E VALORES

  • Responsáveis acreditam em estratégias educativas não violentas e alternativas à punição física;

  • Responsáveis reconhecem a importância da educação na vida de crianças e adolescentes;

  • Responsáveis exercem sua função de estabelecimento de normas familiares;

  • Responsáveis buscam consenso quanto a regras, valores e práticas de convivência;

  • Membros da família têm clareza quanto às regras de convivência familiar;

  • Existência de práticas cotidianas de diálogo e negociação sobre normas a serem adotadas pela família (hábitos, horários, etc.);

  • Valores e práticas familiares apresentam coerência entre si;

  • Regras, valores e práticas familiares compatíveis com a defesa dos direitos;

  • Responsáveis apresentam concepção de infância compatível com a defesa de direitos;

  • Crianças e adolescentes são percebidos como integrantes da família e merecedores de atenção e cuidados;

  • Relações de gênero na família são compatíveis com a defesa de direitos;

  • Responsáveis orientam suas crianças e adolescentes tendo em vista à prevenção do abuso de álcool e drogas;

  • Responsáveis orientam suas crianças e adolescentes em relação ao respeito às normas sociais de convivência;

  • Responsáveis oferecem apoio e orientação a adolescentes em suas relações afetivo-sexuais;

  • Família apresenta permeabilidade a mudanças, compatível com a necessidade de aprendizagem e desempenho de papéis novos;

  • Autoridade dos responsáveis perante crianças e adolescentes fundamenta-se em afeto, diálogo e respeito, e não em medo;

  • Família confere valor às relações familiares e comunitárias.







  • Família estimulada a participar de atividades comunitárias ou governamentais de orientação quanto à educação de crianças e adolescentes;

  • Família dispõe de apoio da família extensa, da comunidade ou de serviços governamentais para lidar com conflitos familiares;

  • Família estimulada a participar de atividades comunitárias ou governamentais de orientação quanto à convivência familiar;

  • Situações de violação de direitos, de conhecimento da comunidade ou de instituições de atendimento, comunicadas aos órgãos de defesa de direitos;

  • Desenvolvimento de ações integradas entre as políticas da saúde, educação e assistência social para prevenção de violações ou proteção de direitos de crianças e adolescentes;








DINÂMICA

FAMILIAR


ESTRATÉGIAS UTILIZADAS PARA LIDAR COM CONFLITOS E/OU DIFICULDADES

  • Família lida com conflitos intra-familiares de forma não violenta ou excludente;

  • Responsáveis utilizam estratégias educativas não violentas e alternativas à punição física;

  • Convivência entre o par conjugal não apresenta relações de violência (física, verbal ou sexual);

  • Responsáveis atentos à não interferência de conflitos conjugais no relacionamento com crianças e adolescentes;

  • Família busca enfrentar suas dificuldades acessando recursos internos ao grupo familiar, à família extensa ou comunidade e/ou rede de serviços.


MANIFESTAÇÃO DO AFETO

  • Crianças recebem da família estimulação adequada a seu desenvolvimento físico e psíquico mediante toque, conversa e brincadeiras;

  • Responsáveis disponíveis para compreender como as crianças e adolescentes percebem seu cotidiano e relações;

  • Responsáveis sensíveis às necessidades da criança e do adolescente;

  • Responsáveis disponíveis para ouvir e responder questões de crianças e adolescentes;

  • Responsáveis conseguem expressar sua afeição a crianças e adolescentes de forma clara e perceptível por estes;

  • Membros da família são capazes de manifestar afeto entre si mediante a afeição física e/ou demonstração de cuidado e preocupação com o bem-estar de todos;

  • Família manifesta interesse em saber zelar pelo bem estar físico e emocional da criança e do adolescente;

  • Família busca adotar estratégias para proteger seus filhos de situações externas de risco.


INTEGRAÇÃO DO GRUPO FAMILIAR

  • Família apresenta sentimentos de união e de identidade familiar manifestos na manutenção de valores, objetivos e esforços comuns.


Auto-estima:

  • Convivência entre os membros da família pautada pelo respeito às diferenças individuais;

  • Membros da família demonstram cuidados com sua aparência física;

  • Responsáveis possibilitam, a crianças e adolescentes, o exercício e o desenvolvimento gradual de autonomia conforme o grau de maturidade.






  • Família com quadro de violação de direitos inserida em programa oficial ou comunitário de atendimento;

  • Família demandatária recebe apoio para sua inserção em serviços de atendimento psicoterápico (individual e/ou de casal e/ou de família);

  • Família tem acesso a informações sobre recursos comunitários e a serviços governamentais que possam auxiliá-la em suas dificuldades;

  • Família tem acesso a informações e orientações quanto ao desenvolvimento da criança e do adolescente;

  • Família estimulada a utilizar seu tempo livre para momentos coletivos de lazer de acordo com as necessidades e os interesses de seus membros;

  • Família apoiada na construção de estratégias de convivência familiar que busquem garantir tanto o bem-estar do grupo quanto à satisfação das necessidades individuais de seus membros.




COMPONENTES

CONDIÇÕES FAVORÁVEIS À DEFESA DOS DIREITOS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES

CONDIÇÕES MÍNIMAS OU FATORES DE PROTEÇÃO
INSERÇÃO EM AÇÕES OU SERVIÇOS


RELAÇÃO COM A FAMÍLIA EXTENSA, PESSOAS SIGNIFICATIVAS E COMUNIDADE




  • Pai e/ou mãe que não moram no domicílio participam dos cuidados, orientação e apoio emocional a crianças e adolescentes;

  • Crianças e adolescentes têm acesso e/ou convivem com a família de origem do pai e da mãe;

  • Família extensa contribui para a realização de atividades cotidianas de cuidado com a casa e com crianças e adolescentes;

  • Família extensa contribui diante de situações de estresse (doenças, internações, crises financeiras, conflitos familiares, etc.);

  • Família participa de atividades comunitárias (igreja; cultura e lazer; comissões de defesa de direitos; movimentos políticos; grupos de convivência; grupos de geração de renda etc);

  • Família conta com redes de solidariedade comunitárias e/ou de organizações sociais;

  • Família vive em comunidade onde predominam relações de confiança e cooperação mútua e não violentas;

  • Ações integradas entre as diversas políticas governamentais, organizações sociais e sociedade civil para o desenvolvimento comunitário e o estabelecimento de relações solidárias.







  • Genitor(a) não convivente com a família estimulado(a), por órgãos de defesa de direitos, programas de apoio sócio-familiar, família extensa e/ou comunidade a participar da vida de suas crianças e adolescentes e a contribuir com a satisfação de suas necessidades;

  • Família recebe orientações quanto ao acesso a serviços jurídicos diante da necessidade de instaurar processo de reconhecimento de paternidade e/ou de pensão alimentícia;

  • Grupo familiar conta com apoio diante da necessidade de mediação de conflitos com a família extensa e/ou comunidade;

  • Grupo familiar estimulado a manter relações próximas com sua família extensa e com pessoas significativas;

  • Família extensa estimulada a contribuir na organização cotidiana do grupo familiar e/ou em situações de estresse;

  • Representantes da comunidade estimulados a contribuir na organização cotidiana do grupo familiar e/ou em situações de estresse;

  • Família estimulada a participar de atividades comunitárias, grupos e movimentos sociais.





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