Fernando manheze santana



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I
NSTITUTO DE EDUCAÇÃO SUPERIOR UNYAHNA DE BARREIRAS


- IESUB-

MANUAL DE ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS, RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR E TRABALHOS DE CURSO DE QUAISQUER DISCIPLINAS


Barreiras

2013

Prof. M. Sc. Cláudio Durán

P

rofa. M. Sc. Maria Iraci de Barros Sá Teles



Profa. M. Sc. Marta Maria S. de Jesus Andrade

MANUAL DE ELABORAÇÃO DE MONOGRAFIAS, RELATÓRIO DE ESTÁGIO CURRICULAR E TRABALHOS DE CURSO DE QUAISQUER DISCIPLINAS
Manual de apresentação de normas e aspectos de redação de Trabalhos de Curso, incluindo Monografias, Relatório de Estágio e afins; de acordo com a normalização utilizada como padrão no Instituto de Educação Superior Unyahna de Barreiras-IESUB. Elaboração: Prof. M. Sc. Cláudio Durán, Profa. M. Sc. Maria Iraci de Barros Sá Teles e Profa. M. Sc. Marta Maria S. de Jesus Andrade.

Barreiras

2013

S

UMÁRIO




1.

INTRODUÇÃO...............................................................................

04

2.

O dinamismo da ciência.....................................................

05

2.1.

O que é ciência..........................................................................

06

2.2.

A pesquisa científica.............................................................

07

2.3.

Tipos de pesquisa......................................................................

08

2.4.

Aspectos da pesquisa social.............................................

08

3.

O processo da pesquisa......................................................

10

3.1.

O problema de pesquisa.......................................................

10

4.

O projeto científico OU PLANO DE PESQUISA/ESTÁGIO....................................................................


13

4.1.

Estrutura do projeto de pesquisa OU PLANO DE ESTÁGIO OU TC – TRABALHO DE CURSO...............................

13


4.1.1.

Elementos pré-textuais....................................................................

13

4.1.2.

      1. Elementos textuais..............................................................

14

4.1.3

Estrutura do Plano e do Relatório de Estágio...............................

24

4.1.4.

Estrutura do Artigo Científico (subitem elaborado pela a Professora Marta Ma. S. de Jesus Andrade).............................


27

5.

NORMAS BÁSICAS PARA APRESENTAÇÃO DE TC

(Elaborado pelo Professor Cláudio Durán)

De acordo com as normas ABNT NBR 14724 e ABNT NBR 15287...........................................................................................



37

6.

O relatório do trabalho................................................

51

6.1.

TRABALHO DE CURSO.................................................................

51

6.1.1.

O que é e de que se constitui?.........................................................

51

6.1.2.

Quando elaborá-lo?.........................................................................

52

7.

ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA: A QUEM INTERESSA ESCREVER UMA MONOGRAFIA.............................................


52

7.1.

POR QUE ELABORAR UMA MONOGRAFIA?...........................

5

3


7.2.

QUAIS OS RESULTADOS PARA A VIDA ACADÊMICA E PROFISSIONAL?.............................................................................

53


7.3.

Elementos do texto monográfico................................

54

7.3.1.

Elementos pré-textuais....................................................................

54

7.3.2.

Elementos textuais...........................................................................

57

7.3.3.

Elementos pós-textuais....................................................................

57




REFERÊNCIAS...............................................................................

59




ANEXO.............................................................................................

61


1. INTRODUÇÃO
O presente manual tem como objetivo apresentar os procedimentos e normas para elaboração de trabalhos acadêmicos: projetos de pesquisa, planos de estágio, relatórios de estágio, monografias, artigos científicos e demais trabalhos de curso.

Foi elaborado com a contribuição de diversos professores da Instituição. Portanto, na presente introdução não poderíamos deixar de agradecer a estes mestres, que com suas experiências trouxeram luz ao processo de elaboração de Trabalhos de Curso.

Aqui os acadêmicos encontrarão diretrizes e orientações para seus estudos e pesquisas, utilizando métodos plenamente recomendados pela ciência. Encontrarão ainda as orientações técnicas e científicas para elaboração de trabalhos de curso específicos.
2. O dinamismo da ciência
Mas tudo quanto se disser, diz-se a partir do conhecimento, simples também, de que a ciência não se ocupa, isto é, não estuda, não trata, não experimenta, não observa, não teoriza, não faz conjecturas nem refutações sobre a virtude, a felicidade, o que é e o que aparenta ser etc. Pode a ciência ter alguma influência sobre tudo isso que não lhe pertence, obviamente?
Antonio Manuel Baptista.1

Para que seja possível a introdução de questões acerca do dinamismo da ciência vale lembrar que o conhecimento não nasce ou brota de algum lugar. Este é fruto da reflexão sobre conhecimentos anteriores, pois na medida em que surgem novos, há uma interferência direta no processo de vida social, na qualidade de produtos, na melhoria da saúde e assim por diante.

Aparentemente, para os cientistas clássicos, sobretudo os da física, a ciência não deve se ocupar das questões filosóficas, da felicidade humana, da virtude etc. No entanto, é bom lembrar que as descobertas científicas operam mudanças nas relações sociais, e, portanto, nos processos da vida humana. Assim, ainda que ela não se ocupe de questões como felicidade humana e virtude, poderá interferir em aspectos relacionados com a vida.

Seu dinamismo está no ponto em que não se podem separar as descobertas científicas e a dinâmica da vida, tal como propõe Necolescu (1999, p. 17):


Pela primeira vez em sua história, o ser humano pode modificar o patrimônio genético de nossa espécie. Na falta de uma nova visão do mundo, deixar o barco correr equivale a uma autodestruição biológica potencial. Não avançamos nem um milímetro no que diz respeito às grandes questões metafísicas, mas nos permitimos intervir nas entranhas de nosso ser biológico. Em nome do quê?2
De fato o dinamismo da ciência através de suas freqüentes descobertas, interfere na vida humana de diversas formas, sendo necessário manter a mente aberta para o fato de que é necessário religar todos os conhecimentos, sem deixar de lado, a necessidade de permanecer estudando as disciplinas especializadas.

2.1. O que é ciência


A ciência pode ser definida, de um modo geral, como um conjunto de conhecimentos. Especificamente, como um conjunto de conhecimentos adquiridos de maneira científica, ou seja, através de métodos científicos. Lakatos e Marconi (2002 apud PRESTES, p. 23) define ciência como:
A ciência [...] constitui-se em um conjunto de proposições e enunciados, hierarquicamente correlacionados, de maneira ascendente ou descendente, indo gradativamente de fatos particulares para gerais e vice-versa (conexão ascendente = indução; conexão descendente = dedução), comprovados com a certeza de serem fundamentados pela pesquisa empírica (submetidos à verificação). (grifo nosso).
Assim sendo, é importante entender o significado de alguns termos próprios das ciências:


  1. Proposições e enunciado: a proposição é a expressão verbal, oral ou escrita de um juízo. Os juízos significam o julgamento dos fatos. Existem proposições particulares e proposições universais, e ambas podem ser afirmativas ou negativas. Exemplos: algum aluno é aluno do curso de administração; algum aluno não é do curso de administração; todo aluno da Unyahna/iesub, estuda durante a noite, no curso de direito. Tais são respectivamente, proposições afirmativa, negativa e universal. Enunciado significa uma proposição expressa.

  2. Proposições e enunciados hierarquicamente correlacionados significa que a expressão verbal afirmativa, negativa ou universal deve aparecer de modo a que se perceba uma hierarquia entre tais proposições, sejam estas descendentes ou ascendentes. Como exemplo, pode-se dizer que se alguém desejar fazer proposições sobre o mercado de algodão da região Oeste da Bahia, deve fazê-las considerando: o mercado global (exportação ou importação), o mercado nacional, o mercado regional, em uma conexão descendente, ou de modo inverso, em uma conexão ascendente.

  3. Fatos comprovados com a certeza de fundamentação empírica: os fatos devem ser comprovados a partir de experiências que foram submetidas à verificação. É necessário esclarecer, entretanto, neste ponto, que a experiência na pesquisa social é por assim dizer, única, pois o fato social, que é rodeado de sua própria dinâmica e subjetividade, não oferecerá, necessariamente oportunidades de repetição das verificações na pesquisa empírica ou na experiência. O fato social não se repetirá nas mesmas condições de experiências vividas antes.

Considerando o enunciado de Lakatos e Marconi acima citados, diz-se segundo Prestes (2002), que as ciências possuem um objetivo ou finalidade, ou seja, a descoberta de novos conhecimentos tem a função de aperfeiçoamento das relações entre o homem e seu meio e possuem um objeto material (o que se pretende estudar e a respeito do qual se faz as proposições) ou formal (o que se enfoca de modo especial). Ainda segundo Prestes (2002), as ciências podem ser classificadas em ciências lógicas (Lógica e Matemática) e Ciências Factuais Naturais (Física, Química, Biologia, Geologia, Astronomia e outras) e Culturais, Sociais ou Humanas (Lingüística, Antropologia, Sociologia, Economia, Política, História, Psicologia, Administração e outras).


2.2. A pesquisa científica
De um modo geral a pesquisa se constitui no conjunto de atividades humanas, desenvolvidas de acordo com um método científico, cujo objetivo é a descoberta de novos conhecimentos. Para Prestes (2002, p. 25), “pesquisa científica é a investigação feita com a finalidade de obter conhecimento específico e estruturado a respeito de determinado assunto, resultante da observação dos fatos, do registro de variáveis presumivelmente relevantes para futuras análises”.

Pode-se deste modo clarificar o conceito de pesquisa esclarecendo que a mesma tem como objetivo conhecer determinado objeto material ou formal, através de um método científico e, portanto estruturado com base no que a ciência determina como método, a partir da observação dos fatos, processos, coisas, cujo registro tenha sido feito de forma sistemática, e cujo resultado seja relevante para dar-se continuidade ao processo de conhecimento, através de novas pesquisas.


2.3. Tipos de pesquisa
As pesquisas podem ser classificadas quanto a objetivos, forma de estudo e objeto3. Pode-se ver na subsecção 4.1. deste trabalho a tipologia da pesquisa.
2.4. Aspectos da pesquisa social
Quanto ao método, a pesquisa social não difere das demais ciências. Entretanto, esta possui sua própria dinâmica, haja vista que ela se processa em um meio social, por si só dinâmico, mutável e que, por isso mesmo, não pode produzir afirmações exatas sobre seus objetos de pesquisa.

Por quê não seria exata? Simplesmente porque o objeto da pesquisa é, por assim dizer, mutável e irrepetível. A ciência natural exata pressupõe que o contexto de pesquisa pode ser repetido, em condições idênticas.

Vale lembrar, que o método científico pressupõe a separação do sujeito pesquisador e do objeto de estudo pesquisado. Entretanto, como será possível separar, em um contexto social, com o qual o sujeito pesquisador se encontra em permanente interação, o objeto pesquisado com o qual interage? Como interage o pesquisador e o objeto pesquisado? Através da observação, da análise, da conclusão, da ação. Se assim é, estas fases da pesquisa e interação entre sujeito pesquisador e objeto pesquisado estarão eivadas dos valores, dos preconceitos e dos conhecimentos anteriores do pesquisador em relação ao objeto pesquisado. Desta forma, em primeira mão, não se pode falar em isenção do pesquisador na pesquisa social, bem como que há separação total entre sujeito e objeto pesquisado. Em segundo lugar, o fenômeno social, objeto da pesquisa não é repetível, em condições idênticas, por sua própria natureza, que permita ao pesquisador fazer afirmações exatas sobre ocorrências/fenômenos do meio social.

Estes aspectos tão próprios da pesquisa social a tornariam menos importante que as demais ciências e menos relevante do ponto de vista de seus resultados e de sua aplicabilidade? Não, na medida, em que a pesquisa social produz as informações que são necessárias à ação social, política, administrativa, jurídica ou econômica. Sem a pesquisa, as intervenções nos contextos social, político, econômico ou jurídico; se dariam no escuro. Do mesmo modo, sendo uma ciência há que se registrar que na pesquisa social podem ser descobertas novas formas de aplicação da ciência, na economia, na administração, na área jurídica etc.

É válido não deixar de mencionar que a pesquisa social é muito relevante quando se trate de pesquisa ação, que é aquela que conduz a uma ação específica no contexto social, após os seus resultados.

3. O processo da pesquisa
Pesquisa é a aplicação de um conjunto de métodos e técnicas destinados à resolução de um problema proposto pelo pesquisador, através de uma análise crítica. Convém, portanto, analisar os significados dos vocábulos enunciados no conceito.

O conjunto de métodos diz respeito à metodologia a ser utilizada pelo pesquisador para resolver o problema proposto. Exemplo: Ao analisar os crimes praticados por indivíduos, que atentem contra a vida, o pesquisador poderá analisá-los de um ponto de vista mais particular, um caso específico de crime, que pode ser chamado de método ascendente ou indutivo, ou poderá analisar vários crimes ao mesmo tempo, de maneira descendente, verificando quais causas deram origem aos crimes, de um modo geral, para chegar aos casos particulares, em uma conexão chamada descendente ou método dedutivo.

As técnicas dizem respeito ao conjunto dos instrumentos que serão utilizados na coleta, análise e interpretação dos dados, a fim de transformá-los em informações úteis ao pesquisador, visando à resolução do problema proposto. As entrevistas, questionários e observações estão entre as mais utilizadas neste processo.

A análise crítica inclui a compreensão do objeto analisado do ponto de vista de sua ocorrência, suas interações com outros fenômenos e suas conseqüências. É a forma como o pesquisador traduz as informações trabalhadas.

Neste contexto surge a questão: Por quê se faz pesquisa? Segundo Gil (1991), há razões de ordem intelectual e prática para se fazer pesquisa, como razões gerais. As primeiras objetivam conhecer pela própria satisfação do conhecimento; as segundas são decorrentes do desejo de conhecer para fazer melhor as coisas. A estas últimas, especificamente, dá-se o nome de pesquisa aplicada.

Ainda segundo Gil (1991), as razões não são mutuamente exclusivas, já que as pesquisas decorrentes de causas intelectuais podem levar a se praticar melhor as coisas ou uma determinada coisa. Deste modo, diz-se que a pesquisa será sempre útil, ainda que sua utilidade signifique para o pesquisador torná-lo capaz de fazer melhor uma determinada coisa.


3.1. O problema de pesquisa
Antes que o pesquisador defina o seu problema de pesquisa deve ter lido algum material teórico a respeito deste problema. Não se pode definir um problema de pesquisa sem conhecer, de maneira mínima, o assunto sobre o qual se tem um problema a resolver. De maneira geral, o problema surge porque o pesquisador se deparou com uma situação para a qual ele ainda não possui uma resposta, sendo esta situação decorrente do fato de que ele conhece teoricamente o assunto, mas deseja uma resposta para determinada circunstância específica.

A problemática pode ser mais bem entendida através dos seguintes exemplos. No caso um, o pesquisador se deparou com uma situação na qual os alunos não aprendem suficientemente determinadas disciplinas no curso superior de administração, que podem ser aquelas relacionadas com as ciências lógicas (lógica e matemática). Nesta situação surgem perguntas que o pesquisador fará buscando compreender a situação com a qual está lidando e fará algumas perguntas, algumas bastante genéricas, outras bastante específicas, tais como: os alunos têm conhecimento básico de matemática? Onde eles estudaram: na escola pública ou na escola particular? Os alunos trabalham durante o dia? Quantas horas trabalham por dia? Os alunos estudam fora da sala de aula? Quanto tempo dedicam aos estudos fora da sala de aula? O professor possui a metodologia de ensino e a didática adequada? Que conhecimento os alunos buscam ao estudar matemática no ensino superior? Estas e mais algumas perguntas podem ser formuladas, antes de se definir o problema de pesquisa. No exemplo acima o problema de pesquisa poderá ser formulado da seguinte maneira: “Que causas estruturais impedem a aprendizagem de matemática no ensino superior noturno no curso de administração”?4

Exemplo 2: O pesquisador se depara com uma situação na qual o mercado de pneus de uma determinada cidade de 150.000 habitantes e 32.000 carros está esgotado, formulando as seguintes indagações: o que é mercado? O que é o mercado nacional de pneus? O que é o mercado regional de pneus? Quanto consome o mercado regional? Quem são os consumidores de pneus? Quem são os concorrentes do mercado? O mercado está crescendo? Estas e outras perguntas poderão conduzir à definição do problema da seguinte forma: “Qual é o tamanho do mercado de pneus da cidade X e qual é a participação de cada uma dos concorrentes neste mercado”?

Após definir o problema a ser resolvido com a pesquisa o pesquisador estará pronto para definir o seu tema de pesquisa. O tema estará diretamente relacionado com o problema a ser solucionado e deverá ser tão específico quanto possível e tão genérico que abranja a solução do problema.

Para se definir um tema o pesquisador deve seguir um método que poderá ser aquele sugerido abaixo. Assim, diga-se, por exemplo, que o tema se relacione com a solução de um problema de motivação ou a falta desta em uma determinada organização. Pode-se seguir o esquema da Figura 1 para encontrar o tema:
A MOTIVAÇÃO



A MOTIVAÇÃO NAS EMPRESAS

A MOTIVAÇÃO NAS EMPRESAS DE BARREIRAS



A MOTIVAÇÃO NAS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE PRESTADORAS DE SERVIÇO EM BARREIRAS



ASPECTOS MOTIVACIONAIS NAS EMPRESAS DE PEQUENO PORTE PRESTADORAS DE SERVIÇO DE ESTÉTICA EM BARREIRAS

Figura 1: Esquema para se definir o tema de pesquisa.

Fonte: Pesquisa.


Embora a sugestão acima possa servir para se definir o tema a ser pesquisado, é sempre necessário lembrar que cada situação de pesquisa necessitará de uma ação de reflexão, a fim de se chegar ao tema a ser pesquisado.

4. O projeto científico OU PLANO DE PESQUISA/ESTÁGIO

Um projeto de pesquisa é, basicamente, um plano mais ou menos detalhado das ações que se pretende desenvolver num trabalho de investigação científica, bem como as razões pelas quais se optou por aquele tema e os objetivos pretendidos. Trata-se de um documento que permite a avaliação de seu conteúdo pela comunidade científica com vistas a sua aprovação e possível financiamento.

De acordo com Silva (2000, p.85), o projeto deve buscar respostas para as questões:
O que será pesquisado?

Por que se deseja fazer a pesquisa?

Para que se deseja fazer a pesquisa?

Como será realizada a pesquisa?

Quais recursos são necessários para a execução do projeto?

Quanto tempo vai se levar para executá-lo?


O projeto de pesquisa deve demonstrar a importância social do trabalho que vai ser empreendido, a relevância e a inserção do conhecimento na sociedade local e no mundo. É fundamental, então, a escolha do tema, o qual, embora não seja necessariamente um tema novo, deve motivar a contribuição pessoal do autor na compreensão e abordagem do assunto.
4.1. Estrutura do projeto de pesquisa OU PLANO DE ESTÁGIO OU TC – TRABALHO DE CURSO
A estrutura geral do projeto de pesquisa envolve os elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais.

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