Fernando manheze santana



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4.1.1. Elementos pré-textuais
Antecedem a parte redacional do projeto de pesquisa, de inclusão obrigatória, devidamente padronizados e também denominados como elementos ou componentes pré-textuais adiante descritos, a capa, a folha de rosto, a folha de avaliação e o sumário. No caso da monografia, há outros elementos pré-textuais obrigatórios, de acordo com a ABNT.NBR 14.724:2001, descritos na seção 3 deste documento.


  1. Capa

Na forma da ABNT.NBR 14.724:2001, a capa deve conter informações para a identificação do trabalho, tais como: a) nome do autor, conforme modelo que constitui o Apêndice A.

  1. Folha de Rosto

Neste espaço além das informações dispostas na capa, inclui-se, abaixo do título e deslocado para a direita, texto informativo contendo a natureza do trabalho acadêmico, (monografia, dissertação, tese, relatório, ensaio, plano, paper); objetivo (aprovação em disciplina ou grau pretendido); nome da Instituição a que o trabalho é submetido e área de concentração, se houver. Abaixo do texto informativo, coloca-se o nome do orientador e, caso haja, do co-orientador. Próximo à margem inferior, o local (Cidade) da Instituição onde o trabalho deve ser apresentado e o ano de entrega, conforme modelo que constitui o Apêndice B.

c) Folha de Avaliação, conforme modelo que constitui o Apêndice C

d) Sumário

Na forma recomendada pela ABNT, o sumário contém a indicação das divisões ou seções do documento, na mesma ordem e mesmo tipo de impressão dos títulos e subtítulos tais quais aparecem no texto, seguidos pelo número da página em que se iniciam.


      1. Elementos textuais

Na descrição do projeto, nos chamados componentes textuais, incluem-se a parte introdutória, justificativas, objetivos, pesquisa bibliográfica sobre o tema, metodologia proposta para apuração de resultados, os recursos necessários e a indicação da bibliografia de base.



Introdução
Na introdução do projeto de pesquisa o pesquisador deve estabelecer o marco teórico com o qual irá trabalhar, referindo-se aos aspectos teóricos que serão abordados em sua pesquisa e que sustentarão seus objetivos e seu problema. Deve fazer um breve resumo das teorias e seus autores, incluindo citações diretas ou indiretas sempre que estas se tornarem necessárias. A introdução do projeto de pesquisa deve referir-se ao marco teórico que esteja de acordo com o tema da monografia e com o problema a ser solucionado.

Desse modo, se o tema a ser pesquisado diz respeito à motivação, o pesquisador deverá buscar referências bibliográficas sobre a motivação e seus diversos aspectos dentro das organizações. Proceder desta maneira ajuda o pesquisador a ler e escrever o suficiente e necessário para a solução do problema a ser resolvido e para a redação da monografia.


Justificativa
A justificativa diz respeito ao porquê de se estar fazendo uma pesquisa. A resposta a algumas perguntas ajudará o pesquisador a estabelecer a sua justificativa. Exemplo: quem se beneficiará com a pesquisa? As empresas, as instituições de ensino, a sociedade; Que motivos pessoais tem o pesquisador para se interessar pelo tema? Que problema teórico ou prático a pesquisa irá resolver? Há alguma falha na teoria que possa ser resolvida com a pesquisa? A resposta a estas perguntas ajudará o pesquisador a redigir sua justificativa. A justificativa, portanto, não possui um determinado número de páginas ou linhas. Ela será do tamanho necessário para responder aos questionamentos do pesquisador quanto às suas motivações para escrever sobre o tema.
O problema

Conforme se enfoca no item 3.1 o problema a ser resolvido com a pesquisa deve ser estabelecido em primeiro lugar.



Hipóteses ou Hipótese?
A hipótese ou as hipóteses são respostas/causas de um problema. Uma hipótese é como uma bússola de navegação. Ela será seguida durante a realização da pesquisa. No final da pesquisa o pesquisador deverá concluir se sua hipótese estava correta ou não, ou seja, se a causa ou causas do problema a ser resolvido com a pesquisa estava de acordo com suas previsões iniciais do projeto.

Geralmente perguntamos se devem ser definidas várias hipóteses ou uma única hipótese para o problema de pesquisa. Esta pergunta não possui uma única resposta e nem uma resposta simples. Decidir sobre uma ou mais hipóteses é uma dificuldade da pesquisa, principalmente da pesquisa em ciências sociais, pois como se viu anteriormente, a pesquisa social possui uma dinâmica própria e subjetividades. Além disso, na pesquisa social, separar o sujeito do objeto já não é tão possível, pois ambos interagem no processo de pesquisa.

Para esclarecer este ponto suponhamos que estamos analisando inicialmente um problema de física (ciência natural factual). Um carro percorre uma distância de 100 quilômetros, a uma velocidade de 100 km por hora, em velocidade constante. Ao final de uma hora, faltavam 10 quilômetros para que o carro chegasse ao destino. Problema ocorrido: o carro chegou ao destino em 1 hora e dez minutos. Hipóteses: 1 – o carro não desenvolveu velocidade constante de 100km/h; 2 – faltou combustível na metade do caminho; 3 – ocorreu um defeito no pneu do carro; 3 – ocorreu um defeito no motor do carro; 4 – o motorista parou para socorrer um cachorro atropelado; 5 – o motorista parou para tomar um lanche. Poderíamos listar tantas hipóteses quantas quiséssemos para o problema. Uma ou mais delas, seriam as causas para o problema de o carro não ter chegado ao destino no tempo estabelecido inicialmente. Entretanto, a hipótese somente seria confirmada ao final da investigação ou pesquisa.

Suponhamos que vamos analisar o seguinte problema social: as mortes criminosas por tiro ocorrem na periferia da cidade de Barreiras em maior quantidade nos fins de semana. Por quê? Hipóteses: 1 – As pessoas possuem armas em casa; 2 – As pessoas bebem mais no fim de semana; 3 – As pessoas são analfabetas; 4 – Não existe policiamento na periferia nos fins de semana; 5 – As pessoas ficam mais violentas no fim de semana; 6 – As pessoas não têm coisas para fazer no fim de semana; 7 – Há facilidade na aquisição de armas; 8 – As pessoas se reúnem em grupos, mais nos fins de semana. Da mesma forma poderíamos listar tantas hipóteses quantas quiséssemos para o problema. Uma ou mais delas, seriam as causas para o problema de maior incidência de mortes criminosas no fim de semana.

Portanto, se restringimos a hipótese à somente uma, a solução para o problema proposto inicialmente no projeto de pesquisa ficará restrita à hipótese. Se, por outro lado, definirmos várias hipóteses, é possível que dentre várias hipóteses encontremos a causa ou causas do problema analisado.

Assim devemos ter hipótese ou hipóteses? Em que aspectos podemos dizer que é melhor ter uma única ou várias hipóteses? Nos aspectos que limitam as possíveis causas de um problema e sua conseqüente investigação. Se isto for verdadeiro poderemos chegar ao final da pesquisa sem a descoberta de suas causas. Portanto, consideramos relevante que se tenham tantas hipóteses quantas forem as possíveis causas de problema. Entretanto, as hipóteses, em nenhuma circunstância devem trazer dificuldades ao processo investigativo.


Objetivos gerais e específicos
A depender da natureza da pesquisa, podem esses propósitos ser distribuídos em objetivos gerais e específicos e devem explicitar o que se pretende alcançar com o desenvolvimento da pesquisa. Os objetivos funcionam como a rota da investigação.

Devem ser mencionados sempre no infinitivo do verbo: Exemplo: analisar, verificar, incluir, refletir etc.


Metodologia
A abordagem metodológica proposta deve incluir o delineamento da pesquisa e a descrição dos processos metodológicos, fazendo-se referência às fontes bibliográficas que contenham a descrição dessa metodologia e formas de aplicação no projeto de pesquisa.

A seção dedicada à metodologia deve contemplar os itens: delineamento da pesquisa, contexto e participantes, instrumentos de coleta de dados e procedimentos para organização e análise dos dados coletados. Caso haja instrumentos de coleta de dados estes serão colocados no projeto, plano como apêndices.




  1. Delineamento da pesquisa

Insere-se neste item a indicação da abordagem metodológica que se pretende utilizar, fazendo-se referência às fontes bibliográficas que contenham a descrição daquela abordagem e formas de aplicação no projeto de pesquisa registrado.

É importante fazer aqui uma breve exposição dos vários tipos de pesquisa que podem ser empreendidos. O conhecimento dessa tipologia é fundamental não somente para a compreensão do alcance da explicação do problema que o tipo de pesquisa vai proporcionar, como também, possibilitar a seleção dos mais adequados processos e técnicas de investigação e instrumentos a serem utilizados na coleta de dados.

De acordo com Gil (1996, p. 48), em função dos procedimentos técnicos utilizados, as pesquisas podem ser classificadas em pesquisas bibliográficas e documentais e ainda em outras modalidades bastante comuns à área de Ciências Sociais “cujos dados são fornecidos por pessoas”, tais como: a pesquisa experimental, o levantamento (survey), o estudo de caso, a pesquisa-ação e a pesquisa participante. Ainda segundo esse autor, este quadro não pode ser tomado com muito rigor, posto que há pesquisas cujos constituintes não se enquadram facilmente numa única abordagem metodológica.

Esclareça-se que há muitos autores, além daqueles elencados nas referências bibliográficas registradas no final desta obra, que abordam a tipologia de pesquisa e sua caracterização. Para um primeiro contato com este assunto, registram-se, a seguir, alguns dos traços mais importantes desses tipos de pesquisa, a partir da descrição dada por Gil (1996), já referida.


  1. A pesquisa bibliográfica e a pesquisa documental

Aparentemente semelhantes, as pesquisas bibliográfica e documental diferem entre si quanto “à natureza das fontes” de que se servem. A pesquisa bibliográfica desenvolve-se a partir de material já elaborado, constituído, sobretudo de livros, artigos científicos e matérias veiculadas em jornais, revistas ou publicações de cunho acadêmico, científico ou da área profissional do pesquisador.

A pesquisa documental, por sua vez, usa como fontes de informação material diversificado, “documentos de primeira mão” – que não receberam tratamento analítico – conservados em arquivos de órgãos públicos e particulares: cartas, diários, fotografias, gravações, memorandos, ofícios, boletins etc. Há, também, segundo Gil (1996), documentos de “segunda mão” (já analisados de alguma maneira): relatórios de pesquisa de empresas, tabelas ou gráficos que contenham informações estatísticas, entre outros.

Deve-se observar que a pesquisa bibliográfica é sempre, ou quase sempre, exigida, em maior ou menor grau, em todos os níveis de estudo, caso em que se configura como tendo papel auxiliar. Sendo de natureza propriamente bibliográfica, a pesquisa é feita exclusivamente a partir de fontes bibliográficas.

Alguns cuidados devem ser tomados quando se fazem pesquisas bibliográficas e documentais: examinar com atenção as fontes secundárias de modo a evitar o trabalho com textos comprometedores, isto é, aqueles em que os dados são coletados de forma equivocada (GIL, 1996, p. 50); e, também, estar ciente de que as fontes podem ser tomadas como pouco representativas do universo estudado e, ainda, a natureza subjetiva dos textos analisados, no caso da pesquisa documental.


  1. A pesquisa experimental

Gil (1996, p. 53) considera ser o experimento “de modo geral, o melhor exemplo de pesquisa científica”. Consiste em determinar um objeto de estudo, selecionar variáveis ou indicadores capazes de influenciar esse objeto, definindo-se as formas de controle e de observação dos efeitos que a variável nele produz. Suponha-se o estudo de um fenômeno qualquer X. Em condições não experimentais, este fenômeno apresenta-se perante os fatores A, B, C, D. Numa situação de experimento, deve-se controlar cada um destes fatores, anulando sua influência, para observar o que ocorre com os restantes.

Em termos de pesquisa na área social, evidentemente, esse controle e a mensuração das variáveis, pela sua peculiaridade, exigem esforço intenso do pesquisador. A pesquisa experimental, embora seja encontrada nas áreas da Psicologia e da Sociologia, é mais aplicada nas áreas do conhecimento das ciências exatas ou não-sociais.

São características das modalidades da pesquisa experimental: 1) a medição dos resultados da experimentação feita apenas depois do tempo previsto; 2) a medição das características dos grupos feita antes e depois do experimento, conforme descritos a seguir.

Experimentos apenas depois: são constituídos dois grupos de estudo denominados “grupo experimental” e “grupo de controle”, os quais devem apresentar certa homogeneidade em sua configuração. Aplica-se um estímulo apenas ao grupo experimental, procedendo-se depois à medição das características dos dois grupos, do que se pode inferir que toda variação significativa será decorrente do estímulo aplicado.

Experimentos antes e depois, aplicados a um único grupo ou realizados com dois grupos, cujos participantes, em ambos os casos, são medidos antes e depois do experimento. No caso de dois grupos, um deles é classificado como experimental e ao qual é aplicado o estímulo, para medição posterior das suas características. Estes experimentos são considerados por alguns autores como “rigidamente experimentais”.




  1. A pesquisa ex-post-facto

Também segundo Gil (1996), tem-se aqui um experimento depois dos fatos. “Neste tipo de pesquisa são tomadas como experimentais situações que se desenvolvem naturalmente e trabalha-se sobre elas como se estivessem submetidas a controle” (p.55). É dada como exemplo a situação: considere-se a existência de duas cidades de mesmo tamanho, mesmo tempo de fundação e traços sócio-culturais e econômicos semelhantes. Numa delas, instala-se uma fábrica. O que se faz, então, é atribuírem-se à presença da fábrica as modificações observadas, considerando ser este o único fato relevante acontecido.

Na pesquisa ex-post-facto, os fatos são espontâneos, acontecem naturalmente. “As ciências sociais valem-se muito deste tipo de pesquisa”, explica aquele autor, dado o seu poder explicativo dos fenômenos que envolvem a sociedade global.


  1. O levantamento (survey)

Caracteriza-se este tipo de pesquisa pela interrogação direta das pessoas, procurando-se colher informações sobre um determinado comportamento que se deseja conhecer, as quais devem ser dadas por um grupo significativo de informantes. Em seguida, analisam-se os dados à luz do critério quantitativo. Os censos são formas de pesquisa via levantamento, mas o mais comum é o trabalho por amostragem: examina-se uma amostra significativa do universo objeto de investigação, aplicando-se um questionário escrito ou por meio da entrevista oral.

O levantamento permite o conhecimento direto da realidade, é rápido e econômico, possibilitando trabalhar grandes realidades. São excelentes para o levantamento de opinião, de ideias, pesquisa de mercado etc. Por outro lado, oferece pouca profundidade no estudo da estrutura e dos processos sociais e proporciona uma visão estática da realidade, sem indicar as tendências e as possibilidades de mudanças no universo estudado.


  1. O estudo de caso

Segundo Becker (1999, p.117), o estudo de caso, na tradição da medicina e da psicologia, de onde se origina, “é uma análise detalhada de um caso individual que explica a dinâmica e a patologia de uma doença”. Para Gil (1996, p.58), caracteriza-se o estudo de caso como “um estudo profundo e exaustivo de um ou de poucos objetos, de maneira que permita o seu amplo e detalhado conhecimento”.

Este tipo de pesquisa é muito utilizado nos estudos exploratórios, nas fases iniciais de uma investigação sobre temas complexos – para a construção de hipóteses ou reformulação do problema.

Pelo estudo de caso supõe-se que se pode conhecer muito de um fenômeno, a partir da análise aprofundada e intensa de um único caso, conforme ensina Goldemberg (1977, p.33), ao explicar que são vantagens do estudo de caso: o estímulo a novas descobertas – ao longo do trabalho o pesquisador pode ter seu interesse despertado por outros aspectos que não havia previsto; a ênfase na totalidade – o pesquisador volta-se para a multiplicidade de dimensões de um problema, focalizando-o como um todo; e a simplicidade dos procedimentos.

O pesquisador, ao operacionalizar um estudo de caso, deve atentar para o seu próprio objeto de investigação – o seu caso – observando se a sua “unidade de investigação” não se desvia dos padrões normais em que essa unidade deva estar inserida. O viés da anormalidade pode comprometer os resultados da pesquisa.
g) A história de vida
A história de vida não é uma autobiografia convencional, mesmo compartilhando com ela sua forma narrativa, seu ponto de vista na primeira pessoa e sua postura subjetiva, é o que afirma Becker (1999, p. 102). Comparada às formas de autobiografia, de ficção, a história de vida é mais real, mais ligada às propostas do pesquisado do que às do autor da história e procura mostrar “um relato fiel de experiência e interpretação por parte do sujeito no mundo em ele vive. O sociólogo que conta uma história de vida cumpre etapas, para garantir que ela abranja tudo o que o pesquisador quer conhecer, que nenhum fato ou acontecimento importante seja desconsiderado [...]”.

A perspectiva da história de vida difere de outras abordagens metodológicas “[...] porque atribui importância maior às interpretações que as pessoas fazem de sua própria experiência como explicação para o comportamento” (BECKER, 1999, p.103).

Há inúmeros registros de pesquisas envolvendo histórias de vida, valendo, porém, destacar a razão da pertinência e dessa proximidade com o real. Tome-se como exemplo o trabalho Decifra-me ou devoro-te: história oral de vida dos meninos de rua de Salvador, de autoria de Iara Dulce Bandeira de Ataíde, publicado em 1993, no qual a autora comenta aspectos dos procedimentos utilizados na sua pesquisa sociológica.


  1. Pesquisa-ação e pesquisa ou observação participante

Segundo Gil (1996, p. 60), a pesquisa participante e a pesquisa-ação caracterizam-se “pela interação entre pesquisador e membros das situações investigadas [...] Mas a pesquisa-ação supõe uma forma de ação planejada, uma inserção e uma ação na realidade pesquisada”. Para alguns autores, segundo Gil (1996), a pesquisa-ação não é tida, em certos meios, como verdadeira ciência, posto ser considerada desprovida de objetividade.

Esclarece Becker (1999, p. 47) que, na pesquisa ou observação participante, o pesquisador “observa as pessoas que está estudando para ver as situações com que se deparam normalmente e como se comportam diante delas. Entabula conversação com alguns ou com todos os participantes desta situação e descobre interpretações que eles têm sobre os acontecimentos que observou”.

A sociologia utiliza-se deste método para compreender uma organização específica “em vez de demonstrar relação entre variáveis abstratamente definidas” (BECKER, p. 48). O pouco conhecimento da organização não permite identificar problema e hipóteses relevantes e isso leva o pesquisador a praticar a observação participante: é no processo dessa participação que as hipóteses se evidenciarão.

É importante observar, porém, que se pode partir para a pesquisa participante já com a finalidade de testar uma hipótese, estabelecida anteriormente. Essa hipótese pode ser confirmada ou não, mas, certamente, muitos caminhos se abrirão para o pesquisador, diante da variedade e da riqueza do material que tem em mãos.

As ciências humanas, além da sociologia, trabalham com a observação participante. Toda esta abordagem sobre tipos de pesquisa, evidentemente, não abarca o universo de uma tipologia de investigação científica. Por isso mesmo, é conveniente consultar material bibliográfico específico para o aprofundamento das questões sobre o assunto.

Assim leve-se em conta que a seleção de uma metodologia específica e a adoção de adequados processos e técnicas de coleta e análise de dados vão depender do tipo de pesquisa que vai ser empreendida.
Contexto e participantes
A descrição destes elementos envolve a delimitação e caracterização do contexto/área geográfica na qual se pretende desenvolver o trabalho e os critérios para seleção dos participantes ou sujeitos da pesquisa. Descrevem-se, também o tamanho e a composição do universo considerado para estudo e os procedimentos de amostragem, definindo tipo, tamanho e formas de composição da amostra.
Estratégias ou técnicas de pesquisa e instrumentos de coleta de dados

Neste item do texto, indicam-se: a) as estratégias, as quais, aplicadas em cada uma das etapas da pesquisa, serão selecionadas de forma coerente com a modalidade de pesquisa seja quantitativa e/ou qualitativa, tais como: (observação, entrevistas, conversas informais, participação em reuniões, técnicas estatísticas, etc.); e, b) os instrumentos de coleta de dados (formulário, questionário, análise de documentos, gravação de entrevistas, filmagem, fotografias, etc.).


Procedimentos para organização e análise dos dados
Os procedimentos para organização dos dados tais como a construção de unidades de análise do conteúdo, construção de tabelas, ilustrações, formas de codificação das informações etc., são também escolhidos de acordo com a modalidade da pesquisa.
Cronograma
As etapas consecutivas nas quais se desenvolverá a investigação devem ser estabelecidas, observando-se os intervalos de tempo julgados necessários para a realização de cada fase. Compõe-se, dessa forma, o cronograma de atividades, delimitando-se a duração de cada uma delas. O cronograma pode ser organizado em forma de quadros em que as colunas indicam o período e as linhas mostram as fases da pesquisa e correspondentes tarefas a serem realizadas ou metas a atingir. Veja o exemplo a seguir, (Figura 1), representativo de um cronograma que compõe um projeto de pesquisa participante.



      1. Estrutura do Plano e do Relatório de Estágio

Os conteúdos do PLANO DE ESTÁGIO devem ser apresentados de forma estruturada, com fases distintas. Segue-se um roteiro para estruturar o plano de estágio:




  1. Elementos pré-textuais:

  1. Capa - Deve conter os seguintes dados: nome da IES, nome do autor, título: subtítulo (se houver), local (cidade da instituição onde deve ser apresentado o trabalho) e ano que o plano foi realizado.




  1. Elementos textuais:

  1. Introdução: Texto contextualizando o assunto podendo ser utilizadas algumas citações de autores da área. A introdução deverá ter pelo menos uma página.

  1. Tema e problema de pesquisa: Assunto amplo sobre o qual será desenvolvido o estágio, o que se deseja pesquisar e a especificação dos limites de sua extensão. O tema é o assunto maior, ou seja, o assunto amplo no qual o aluno desenvolverá o relatório final. O problema é a pergunta para a qual o aluno planeja encontrar uma resposta, deve ser apresentada na forma de questionamento. O tema e o problema da pesquisa deverão estar relacionados a uma das áreas de abrangência do curso do qual o aluno faz parte.

  1. Objetivos

  1. Objetivo geral: explicitar, de forma ampla, o que se pretende realizar, a partir de um verbo no infinitivo.

  2. Objetivos específicos: detalhar de que forma será alcançado o objetivo geral. Usar tópicos iniciados por verbos como: pesquisar, verificar, analisar, etc.

  1. A organização: descrição da organização onde o estágio será realizado. Apresenta as informações básicas a respeito da organização (nome, endereço, ramo de atividade, área de atuação, tempo de existência, histórico, etc.).

  2. Área de atuação: especificação da área da organização e o tipo de trabalho que será desenvolvido no estágio (pesquisa, consultoria, caso avaliativo, plano de negócios ou projeto social ou desenvolvimento de novos produtos e/ou protótipos).

  3. Área de abrangência: especificação da área de abrangência do curso com a qual o trabalho está relacionado (planejamento, gestão de pessoas, gestão financeira, projetos, entre outros).

  4. Justificativa: Justificativa da escolha da empresa para realização do estágio e da afinidade do trabalho com o curso ao qual o aluno está vinculado. Além disso, poderá contemplar justificativa teórica e pessoal.

  5. Procedimentos metodológicos: Apresentação dos procedimentos metodológicos que auxiliarão na realização do trabalho pretendido e o modo como serão utilizados. Deverá contemplar o método de pesquisa, os tipos e técnicas de pesquisa e a abordagem utilizada.

  6. Viabilidade: Aspectos facilitadores e/ou dificultadores existentes para a realização do trabalho.

  7. Programa de leitura: Relação das fontes de consulta que poderão servir de subsídio para o trabalho, de acordo com as normas de TCC na Unyahna.

  8. Cronograma: Distribuição, por mês, das etapas do trabalho pelo tempo de estágio. Pode ser elaborado em forma de tabela onde esta transmita as informações necessárias para o acompanhamento e monitoramento das tarefas que serão realizadas durante o período do estágio. O cronograma deve ser elaborado em consonância entre o estagiário e o professor coordenador do estágio.

  1. Elementos pós-textuais:

  1. Anexo(s) (opcional)

  2. Referências (opcional): Espaço destinado para o acadêmico que utilizou citações incluir a lista de referências ao final de seu trabalho. Tais referências deverão ser alinhadas à margem esquerda e em ordem alfabética, seguindo as normas de TCC da Unyahna.

  3. Índice(s) (opcional) Apêndice (opcional)

A estrutura do RELATÓRIO DE ESTÁGIO deverá conter, no mínimo:


I. Elementos pré-textuais:

  1. Capa - Deve conter os seguintes dados: nome da IES, nome do autor, título: subtítulo (se houver), local (cidade da instituição onde deve ser apresentado o trabalho) e ano que o relatório foi realizado.

  2. Folha de rosto – Deve conter os seguintes dados: nome do autor, título: subtítulo (se houver), texto explicativo, local e ano que o relatório foi realizado.

  3. Folha de aprovação - Para o Relatório Final de Estágio depois de aprovado e corrigido, deve trazer a folha de aprovação, citando o nome do professor orientador, além da data de aprovação.

  4. Opcionais – Dedicatória - (presta-se homenagem ou dedicação a alguém), AGRADECIMENTOS (indica o apoio recebido para a elaboração do trabalho), EPÍGRAFE (apresenta-se uma citação, seguida da autoria, relacionada à matéria tratada no trabalho).

  5. Sumário - Relação dos capítulos e seções do trabalho, na ordem em que aparecem.

  6. Listas (se necessário) – Quando se fizer necessário, relação seqüencial dos títulos ou legendas das ilustrações, tabelas e quadros constantes no trabalho, acompanhados dos respectivos números de páginas e/ou relação alfabética de abreviaturas, siglas e símbolos utilizados no texto, seguidos das expressões correspondentes.

II. Elementos textuais:



  1. Introdução - Apresentação e definição do problema ou oportunidade estudado.

    1. Caracterização da organização e seu ambiente (quando for o caso) - descrição geral e sistêmica da empresa ou organização que serviu de campo de estágio, incluindo: histórico da organização, missão / objetivos, produtos / serviços, mercado, público alvo, estrutura de funcionamento.

    2. Situação problemática - dados ou informações que dimensionam a problemática, descrição da questão, situação atual, dificuldades teóricas e práticas estimadas (limites do projeto).

    3. Objetivo Geral (define o que foi o propósito do estágio) e Específicos (como foi operacionalizado o objetivo geral do estágio).

    4. Justificativas - motivos que justificam realizar o estudo e as contribuições que poderão oferecer (oportunidade do projeto, viabilidade do projeto, importância da pesquisa).

  1. Desenvolvimento – esta seção poder ser trabalhada sob a forma de diferentes capítulos. Serão abordadas as atividades desenvolvidas sob a forma descritiva, bem como analisando-as com base em referenciais teóricos ou bilibliográficos, seguido de análises pessoais.

  2. Conclusões, propostas e sugestões para trabalhos futuros - Fechamento do texto, onde se faz uma recapitulação ou síntese interpretativa dos resultados obtidos, permitindo ainda sua relação com a teoria apresentada. Devem constar ainda recomendações e sugestões. Deve constar um item final enfatizando a importância e validade do estudo para o estagiário e a organização.

III. Elementos pós-textuais:



  1. Referências

  2. Anexo(s) e/ou Apêndices (opcional).


4.1.4. Estrutura do Artigo Científico (subitem elaborado pela a Professora Marta Ma. S. de Jesus Andrade)

RESUMO

Este texto aborda técnicas básicas e necessárias para elaboração de artigo científico, tendo como base as Normas da ABNT. O principal objetivo é orientar os acadêmicos de graduação e pós-graduação acerca da técnica de divulgação dos resultados de suas pesquisas e conhecimentos. Utilizou-se um método descritivo/explicativo, apresentando de forma clara e objetiva questões conceituais, características e estrutura de um artigo científico, bem como as normas gráficas para sua apresentação.



Palavras-chaves: Artigo Científico, Linguagem do Artigo, Normas Gráficas do Artigo.

Conceitos e Características
O artigo científico “trata de problemas científicos, embora de extensão relativamente pequena. Apresenta o resultado de estudos e pesquisas. E, em geral, é publicado em revistas, jornais ou outro periódico especializado. (MEDEIROS, 2004, p.243).

Nesse contexto, artigo é a apresentação sintética, em forma de relatório escrito, dos resultados de investigações ou estudos realizados a respeito de uma questão. O objetivo fundamental de um artigo é ser um veículo de divulgação rápido e sucinto através de periódicos especializados da questão investigada pelo pesquisador. Apresenta-se também, o referencial teórico utilizado como base da pesquisa, os aspectos metodológicos empregados, bem como, os resultados alcançados e principais dificuldades durante o processo de investigação. Recomenda-se 15 (quinze) laudas para a redação de um artigo científico, incluindo todas as páginas, inclusive as referências. Vale ressaltar, que o número de páginas pode variar para mais ou para menos de acordo com o periódico que a autor submeterá seu artigo.



Estrutura do artigo
Um artigo científico possui a seguinte estrutura:
1.Título do trabalho

2. Autor (es) e credenciais do(s) autor (es)

3. Resumo e Abstract

4. Palavras-chave e Key-words

5. Conteúdo / corpo do artigo (Introdução, desenvolvimento textual e conclusão/considerações finais)

6. Parte referencial (Referências, notas de rodapé ou de final de capítulo, apêndice, anexo).



Título

Deve compreender os conceitos-chave que o tema aborda, e deve ser numerado para indicar, em nota de rodapé, a finalidade do mesmo.



Autor(es) e Credenciais
O nome completo do autor do artigo deve ser inserido a margem direita. Caso haja mais de um autor, os mesmos deverão vir em ordem alfabética, ou se houver titulações diferentes deverão seguir a ordem da maior para a menor titulação. Os dados da titulação de cada um serão indicados em nota de rodapé através de numeração ordinal (credenciais).
Resumo e Abstract
Texto do tipo resumo informativo com no máximo 250 palavras, onde se expõe o objetivo do artigo, a metodologia utilizada para solucionar o problema e os resultados alcançados. De acordo com a norma da ABNT recomenda-se que o resumo tenha a seguinte extensão: Notas e comunicações breves até 100 palavras; monografias e artigos até 250 palavras, e relatórios e teses até 500 palavras.

Com base na NBR 6028:1990 da ABNT, o resumo deve ser constituído de um único parágrafo, ou seja, o autor deve evitar o uso de parágrafos no meio do resumo.

O Abstract é o resumo traduzido para o inglês, sendo que alguns periódicos aceitam a tradução em outra língua.
Palavras-chave e Key-words
São palavras características do tema abordado que servem para indexar o artigo, recomenda-se até seis palavras. Key-words é o resumo das mesmas palavras traduzidas para, nesse caso, o inglês.
Corpo do Artigo
a) Introdução
A introdução tem o objetivo de situar o leitor no contexto do tema pesquisado, oferecendo uma visão global do estudo realizado. Nesse caso, deve-se instituir as delimitações estabelecidas na abordagem do assunto, os objetivos e as justificativas que levaram o autor a tal investigação para, em seguida, apontar as questões de pesquisa para as quais buscará as respostas. Deve-se, ainda, destacar os critérios metodológicos utilizados no trabalho (metodologia).

Em resumo, deve-se apresentar e delimitar a questão investigada, o problema de pesquisa (o quê), os objetivos do estudo (para que) e a metodologia utilizada no estudo (como).


Desenvolvimento e Demonstração dos Resultados
Nesta parte do artigo, o autor deve fazer uma exposição e uma discussão das teorias que foram utilizadas para entender e esclarecer o problema, apresentando-as e relacionando-as com a dúvida investigada. Apresentam-se as demonstrações dos argumentos teóricos e/ ou de resultados que as sustentam com base dos dados coletados.

Neste contexto, ao constar uma Revisão de Literatura, o objetivo é o de desenvolver a respeito das contribuições teóricas quanto ao assunto abordado.

O corpo do artigo pode ser dividido em itens necessários que possam desenvolver a pesquisa. É importante expor os argumentos de forma explicativa ou demonstrativa, através de proposições desenvolvidas na pesquisa, onde o autor demonstra, assim, ter conhecimento da literatura básica, do assunto, onde é necessário analisar as informações publicadas sobre o tema até o momento da redação final do trabalho, demonstrando teoricamente o objeto de seu estudo e a necessidade ou oportunidade da pesquisa que realizou.

Quando o artigo inclui a pesquisa descritiva apresentam-se os resultados desenvolvidos na coleta dos dados através das entrevistas, observações, questionários, entre outras técnicas.

Recomenda-se clareza e objetividade na elaboração da redação do artigo. Dessa forma, o autor deve abordar de forma sucinta os dados e informações através de tópicos relevantes.
Considerações Finais
Após a análise e discussões dos resultados, são apresentadas as conclusões e as descobertas do texto, evidenciando com clareza e objetividade as deduções extraídas dos resultados obtidos ou apontadas ao longo da discussão do assunto. Neste momento são relacionadas as diversas idéias desenvolvidas ao longo do trabalho, num processo de síntese dos principais resultados, com os comentários do autor e as contribuições trazidas pela pesquisa.

Vale ressaltar, que este tópico é um fechamento do trabalho estudado, respondendo às hipóteses enunciadas e aos objetivos do estudo, apresentados na introdução. Faz-se necessário que o autor apresente recomendações para trabalhos futuros.


Referências
Referências são um conjunto de elementos que permitem a identificação, no todo ou em parte, de documentos impressos ou registrados em diferentes tipos de materiais. As publicações devem ter sido mencionadas no texto do trabalho e devem obedecer as Normas da ABNT.

Trata-se de uma listagem em ordem alfabética dos autores de livros, artigos e outros elementos de autores efetivamente utilizados e referenciados ao longo do artigo.


Linguagem do Artigo
Tendo em vista que o artigo se caracteriza por ser um trabalho extremamente sucinto, exige-se que tenha algumas qualidades: linguagem correta e precisa, coerência na argumentação, clareza na exposição das idéias, objetividade, concisão e fidelidade às fontes citadas. Para que tais qualidades se manifestem é necessário, principalmente, que o autor tenha um certo conhecimento a respeito do que está escrevendo.

No que tange a linguagem científica, de acordo com Pádua (1996, p. 82) deve-se analisar os seguintes procedimentos no artigo científico:


a) Impessoalidade: redigir o trabalho na 3ª pessoa do singular;

b) Objetividade: a linguagem objetiva deve afastar as expressões: “eu penso”, “eu acho”, “parece-me” que dão margem a interpretações simplórias e sem valor científico;

c) Estilo científico: a linguagem científica é informativa, de ordem racional, firmada em dados concretos, onde se pode apresentar argumentos de ordem subjetiva, porém dentro de um ponto de vista científico;

d) Vocabulário técnico: a linguagem científica serve-se do vocabulário comum, utilizado com clareza e precisão, mas cada ramo da ciência possui uma terminologia técnica própria que deve ser observada;

e) A correção gramatical é indispensável, procurando-se relatar a pesquisa com frases curtas, evitando muitas orações subordinadas, intercaladas com parênteses, num único período. O uso de parágrafos deve ser dosado na medida necessária para articular o raciocínio: toda vez que se dá um passo a mais no desenvolvimento do raciocínio, muda-se o parágrafo.

f) Os recursos ilustrativos como gráficos estatísticos, desenhos, tabelas são considerados como figuras e devem ser criteriosamente distribuídos no texto, tendo suas fontes citadas em notas de rodapé.


Para a redação ser bem concisa e clara, não se deve seguir o ritmo comum do nosso pensamento, que geralmente se baseia na associação livre de ideias e imagens. Assim, ao explanar as ideias de modo coerente, se fazem necessários cortes e adições de palavras ou frases. A estrutura da redação assemelha-se a um esqueleto, constituído de vértebras interligadas entre si. O parágrafo é a unidade em que se desenvolve uma ideia central que se encontra ligada às ideias secundárias devido ao mesmo sentido. Deste modo, quando se muda de assunto, muda-se de parágrafo.

A condição primeira e indispensável de uma boa redação científica é a clareza e a precisão das ideias. Saber como expressar adequadamente um pensamento, se for claro o que se desejar manifestar. O autor, antes de iniciar a redação, precisa ter assimilado o assunto em todas as suas dimensões, no seu todo como em cada uma de suas partes, pois ela é sempre uma etapa posterior ao processo criador de ideias.

De acordo com Medeiros (2004), o autor deve evitar adjetivos inúteis, supérfluos, repetições, rodeios, explicações desnecessárias. O excesso de concisão também traz prejuízo para o texto.
Normas de apresentação gráfica do artigo
a) PAPEL, FORMATO E IMPRESSÃO

De acordo com a ABNT “o projeto gráfico é de responsabilidade do autor do trabalho”. (ABNT, 2002, p. 5).

Segundo a NBR 14724, o texto deve ser digitado no anverso da folha, utilizando-se papel de boa qualidade, formato A4 (210 x 297 mm), e impresso na cor preta, com exceção das ilustrações.

Utiliza-se a fonte tamanho 12 para o texto; e 10 para as citações longas, notas de rodapé, paginação e legendas das ilustrações e tabelas. Não se deve usar, para efeito de alinhamento, barras ou outros sinais, na margem lateral do texto.


b) MARGENS

As margens são formadas pela distribuição do próprio texto, no modo justificado, dentro dos limites padronizados, de modo que a margem direita fique reta no sentido vertical, com as seguintes medidas:

Superior: 3,0 cm. da borda superior da folha

Esquerda: 3,0 cm da borda esquerda da folha.

Direita: 2,0 cm. da borda direita da folha;

Inferior: 2,0 cm. da borda inferior da folha.

O recuo do parágrafo deve ser de 2 cm da margem esquerda.
c) PAGINAÇÃO

A numeração deve ser colocada no canto superior direito, a 2 cm. da borda do papel com algarismos arábicos e tamanho da fonte menor, sendo que na primeira página não leva número, porém é contada.


d) ESPAÇAMENTO

O espaçamento entre as linhas é de 1,5 cm. As notas de rodapé, o resumo, as referências, as legendas de ilustrações e tabelas, as citações textuais de mais de três linhas devem ser digitadas em espaço simples de entrelinhas.

As referências listadas no final do trabalho devem ser separadas entre si por um espaço duplo. Contudo, a nota explicativa apresentada na folha de rosto, na folha de aprovação, sobre a natureza, o objetivo, nome da instituição a que é submetido e a área de concentração do trabalho deve ser alinhada do meio da margem para a direita.
e) DIVISÃO DO TEXTO

Na numeração das seções devem ser utilizados algarismos arábicos. O indicativo de uma seção secundária é constituído pelo indicativo da seção primária a que pertence, seguido do número que lhe foi atribuído na sequência do assunto, com um ponto de separação: 1.1; 1.2...

Aos Títulos das seções primárias recomenda-se:
a) seus títulos sejam grafados em caixa alta, com fonte 12, e negrito, precedido do indicativo numérico correspondente:

Ex.: 2 O PERFIL DA EMPRESA X

b) nas seções secundárias, nos títulos utilizam-se as letras e caixa alta, sem negrito e, fonte 12, precedido do indicativo numérico correspondente;

Ex.: 2.1 ORIGEM, MISSÃO E ESTRUTURA DA EMPRESA

c) nas seções terciárias, utilizar somente a inicial maiúscula do título, com fonte 12, em negrito, precedido do indicativo numérico correspondente.

Ex.: 2.1.1 Estrutura do departamento administrativo


Os termos em outros idiomas devem constar em itálico, sem aspas. Exemplos: a priori, on-line, savoir-faires, know-how, apud, et al, idem, ibidem, op. cit. Para dar destaque a termos ou expressões deve ser utilizado o itálico. Evitar o uso excessivo de aspas que “poluem” visualmente o texto;
f) ILUSTRAÇÕES E TABELAS
As ilustrações compreendem quadros, gráficos, desenhos, mapas e fotografias, lâminas, quadros, plantas, retratos, organogramas, fluxogramas, esquemas ou outros elementos autônomos e demonstrativos de sínteses necessárias à complementação e melhor visualização do texto. Devem aparecer sempre que possível na própria folha onde está inserido o texto.

Quanto às tabelas, elas constituem uma forma adequada para apresentar dados numéricos, principalmente quando compreendem valores comparativos. Consequentemente, devem ser preparadas de maneira que o leitor possa entendê-las sem que seja necessária a recorrência no texto, da mesma forma que o texto deve prescindir das tabelas para sua compreensão.

Recomenda-se, pois, seguir, as normas do IBGE:
a) a tabela possui seu número independente e consecutivo;

b) o título da tabela deve ser o mais completo possível dando indicações claras e precisas a respeito do conteúdo;

c) o título deve figurar acima da tabela, precedido da palavra Tabela e de seu número de ordem no texto, em algarismos arábicos;

d) devem ser inseridas mais próximas possível ao texto onde foram mencionadas;

e) a indicação da fonte, responsável pelo fornecimento de dados utilizados na construção de uma tabela, deve ser sempre indicada no rodapé da mesma, precedida da palavra Fonte: após o fio de fechamento;

f) notas eventuais e referentes aos dados da tabela devem ser colocadas também no rodapé da mesma, após o fio do fechamento;

g) Recomenda-se traços horizontais separando o título e a fonte;

h) Recomenda-se traços verticais separando as colunas de dados, sem fechamentos laterais;

i) no caso de tabelas grandes e que não caibam em uma só folha, deve-se dar continuidade a mesma na folha seguinte; nesse caso, o fio horizontal de fechamento deve ser colocado apenas no final da tabela, ou seja, na folha seguinte. Nesta folha também são repetidos os títulos e o cabeçalho da tabela.
g) CITAÇÕES
- Citação Direta
As citações podem ser feitas na forma direta ou na indireta. Na forma direta devem ser transcritas entre aspas, quando ocuparem até três linhas impressas, onde devem constar o autor, a data e a página, conforme o exemplo: “A ciência, enquanto conteúdo de conhecimentos, só se processa como resultado da articulação do lógico com o real, da teoria com a realidade”(SEVERINO, 2002, p. 30).

As citações de mais de um autor serão feitas com a indicação do sobrenome dos dois autores separados por ponto e vírgula ( ; ), conforme o exemplo: Siqueland; Delucia (1990, p. 30) afirmam que “o método da solução dos problemas na avaliação ensino-aprendizagem apontam para um desenvolvimento cognitivo na criança”.

Quando a citação ultrapassar três linhas, deve ser separada com um récuo de parágrafo de 4,0 cm, a esquerda, em espaço simples no texto, com fonte menor:

Severino (2002, p. 185) entende que:


A argumentação, ou seja, a operação com argumentos, apresentados com objetivo de comprovar uma tese, funda-se na evidência racional e na evidência dos fatos. A evidência racional, por sua vez, justifica-se pelos princípios da lógica. Não se podem buscar fundamentos mais primitivos. A evidência é a certeza manifesta imposta pela força dos modos de atuação da própria razão.

No caso da citação direta, deve-se comentar o texto do autor citado, e nunca concluir uma parte do texto com uma citação.

No momento da citação, transcreve-se fielmente o texto tal como ele se apresenta, e quando for usado o negrito para uma palavra ou frase para chamar atenção na parte citada usar a expressão em entre parênteses (grifo nosso). Caso o destaque já faça parte do texto citado usar a expressão entre parênteses: (grifo do autor).
- Citação Indireta
A citação indireta, denominada de conceitual, reproduz ideias da fonte consultada, sem, no entanto, transcrever o texto. É “uma transcrição livre do texto do autor consultado” (ABNT, 2002, p. 2). Esse tipo de citação pode ser apresentado por meio de paráfrase quando alguém expressa a ideia de um dado autor ou de uma determinada fonte. A paráfrase, quando fiel à fonte, é geralmente preferível a uma longa citação textual, mas deve, porém, ser feita de forma que fique bem clara a autoria.
- Citação de Citação
É a menção a um documento ao qual não se teve acesso direto. A citação de citação deve ser indicada pelo sobrenome do autor seguido da expressão latina apud (junto a) e do sobrenome da obra consultada, conforme exemplo: De acordo com Bastos (1990 apud ANDRADE, 2008, p. 27) “o comprometimento é algo que identifica o indivíduo aos objetivos e valores da organização.”
- Notas de rodapé
As notas de rodapé destinam-se a prestar esclarecimentos, tecer considerações, que não devem ser incluídas no texto, para não interromper a sequência lógica da leitura. Referem-se aos comentários e/ou observações pessoais do autor e são utilizadas para indicar dados relativos à comunicação pessoal.

As notas são reduzidas ao mínimo e devem ser situadas em local tão próximo quanto possível ao texto. Para fazer a chamada das notas de rodapé, usam-se os algarismos arábicos, na entrelinha superior sem parênteses, com numeração progressiva nas folhas. São digitadas em espaço simples em tamanho 10. Exemplo de uma nota explicativa: A hipótese, também, não deve se basear em valores morais. Algumas hipóteses lançam adjetivos duvidosos, como bom, mau, prejudicial, maior, menor, os quais não sustentam sua base científica. 5


Considerações Finais
Objetivou-se apresentar de forma clara e concisa informações relevantes para elaboração de um artigo científico. Respeitou-se os critérios e elementos indispensáveis de um trabalho dessa natureza que são solicitados nos diversos periódicos de pesquisa. O resultado alcançado atendeu os objetivos traçados, uma vez que o presente texto constituirá de um instrumento de consulta para que o leitor, de um modo geral, e para que os acadêmicos, de modo particular, desenvolvam competências e habilidades necessárias para realização de trabalhos dessa natureza. Vale ressaltar, que a maturidade científica é algo que se constrói a cada dia e que as dificuldades estarão presentes neste tipo de tarefa, mas que sempre deverão ser superadas através da persistência do pesquisador.
5. NORMAS BÁSICAS PARA APRESENTAÇÃO DE TC

(Elaborado pelo Professor Cláudio Durán)

De acordo com as normas ABNT NBR 14724 e ABNT NBR 15287

TAMANHO DO PAPEL

As dissertações, teses e trabalhos de conclusão de curso, devem ser apresentados em papel branco, formato A-4 (21 cm x 29,7 cm), digitado na cor preta no anverso das folhas, exceto a folha de rosto, onde deve-se digitar, no verso, a ficha catalográfica.

ESPACEJAMENTO


No texto: deve-se usar o espacejamento 1,5.

As citações longas, as notas de rodapé, as referências, as legendas das ilustrações e tabelas, a ficha catalográfica, devem ser digitadas em espaço simples;

Na folha de rosto e na folha de aprovação, a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição e a área de concentração, devem ser digitados em espaço simples;

As referências, ao final do trabalho, devem ser digitadas em espaço simples e separadas entre si por dois espaços simples.


FONTE
Usar fonte tamanho 12 para o texto e para as referências (sugestão: usar Times New Roman).

Usar tamanho menor (10) para citações longas, notas de rodapé, paginação, legendas das ilustrações e tabelas.

MARGEM
As folhas devem apresentar margem esquerda e superior de 3 cm, direita e inferior de 2 cm.

As notas de rodapé, devem ser digitadas dentro das margens indicadas, devendo ficar separadas do texto por um filete de 3 cm a partir da margem esquerda.

Conforme a NBR 14724 (jan.2006) o projeto gráfico do trabalho acadêmico é de responsabilidade do autor, deixando a critério dele o tipo de parágrafo a ser adotado. Há dois modelos de parágrafos:


a) parágrafo tradicional: recuo de 1,5 cm (ou 2 cm) da margem esquerda, com espacejamento entre linhas de 1,5;

b) parágrafo americano: inicia-se na margem esquerda, com alinhamento justificado, espacejamento de 1,5 entre linhas e um espaço duplo para separá-los. Não existe o recuo da primeira linha, para marcar o início de cada parágrafo.

Na folha de rosto e na folha de aprovação, a natureza do trabalho, o objetivo, o nome da instituição a que é submetida e a área de concentração devem ser alinhados no meio da página para a margem direita e usar espaço simples.

As referências são alinhadas somente à margem esquerda do texto.


NUMERAÇÃO DAS SEÇÕES

 

Indicativo numérico das seções: precede seu título, alinhado à esquerda, separado por um espaço de caractere;



Títulos sem indicativo numérico: Errata, Agradecimentos, Listas, Resumos, Sumário, Referências, Glossário, Apêndice, Anexo e Índice, devem ser centralizados.  

Títulos das seções: devem começar na parte superior da mancha (a parte impressa da página) e ser separados do texto que os sucede por dois espaços de 1,5. Devem iniciar em folha distinta.

Títulos das subseções: devem ser separados do texto que os precede e os sucede por dois espaços de 1,5.
NUMERAÇÃO PROGRESSIVA
Usa-se a numeração progressiva para as seções do texto, com tamanho 14.

Para hierarquização e identificação das seções, adota-se os recursos:



NEGRITO, itálico ou grifo e redondo, CAIXA ALTA OU VERSAL.
1 SEÇÃO PRIMÁRIA 1 SEÇÃO PRIMÁRIA

1.1 SEÇÃO SECUNDÁRIA OU 1.1 Seção secundária



1.1.1 Seção terciária 1.1.1 Seção terciária

1.1.1.1 Seção Quaternária 1.1.1.1 Seção Quaternária



1.1.1.1.1 Seção Quinária

a) alínea;

b) alínea,

- subalínea



a) Alíneas
Quando for necessário enumerar os diversos assuntos de uma seção (itens) estes podem ser subdivididos em alíneas ordenadas alfabeticamente por letras minúsculas seguidas de parênteses:

- as alíneas, exceto a última, são separadas por ponto e vírgula;  

- o trecho final da seção anterior às alíneas, termina em dois pontos;  

- as alíneas são ordenadas por letras minúsculas seguidas de parênteses;  

- as letras indicativas das alíneas são reentradas em relação à margem esquerda;  

- a matéria da alínea começa por letra minúscula e termina em ponto e vírgula.

Nos casos em que seguem suba líneas, estas terminam em vírgula. A última alínea termina em ponto;  

- a segunda linha e seguintes da matéria da alínea começam sob a primeira letra do texto da própria alínea.  

- subalíneas,

- devem começar com um hífen colocado sob a primeira letra do texto da alínea;

- as linhas do texto da subalínea começam um espaço após o hífen;

- a pontuação das subalíneas é igual à das alíneas.


PAGINAÇÃO
Todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto devem ser contadas, mas não numeradas. Numera-se somente a partir da parte textual (introdução), em algarismos arábicos, no canto superior direito a 2 cm das margens superior e direita. A capa não é contada.
Nota: As referências, os apêndices e os anexos seguem a numeração da parte textual.

ABREVIATURAS E SIGLAS


Quando aparecem no texto pela primeira vez, coloca-se seu nome por extenso, acrescentando a sigla/ abreviatura, entre parênteses.

Ex: Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

ILUSTRAÇÕES

A identificação de Quadros, transparências, plantas, fotografias, mapas, gráficos, fluxogramas, organogramas, esquemas, desenhos e outros, aparece na parte inferior, com cada item designado por seu nome específico, seguida de seu número de ordem de ocorrência no texto em algarismos arábicos, do respectivo título e ou legenda explicativa e da fonte. Recomenda-se a elaboração de listas próprias para cada tipo de ilustração. (desenho, mapa, quadros etc.). A ilustração deve ser inserida o mais próximo possível do texto a que se refere. (NBR-14724, 2006).


TABELAS
a) Número: As tabelas devem ter um número em algarismo arábico, seqüencial, inscritos na parte superior, à esquerda da página, precedida da palavra Tabela. Exemplo: Tabela 5 ou Tabela 3.5;

b) Título: devem conter título por extenso, inscrito no topo da tabela, para indicar a natureza e abrangência do seu conteúdo;

c) Fonte: a fonte deve ser colocada imediatamente abaixo da tabela em letra maiúscula/minúscula para indicar a autoridade dos dados e/ou informações da tabela, precedida da palavra Fonte;

d) Notas: Indica-se em notas, logo após a indicação da fonte, esclarecimentos a respeito do conteúdo das tabelas.

- Notas Gerais: informações sobre o conteúdo geral.

- Notas específicas: informações sobre o conteúdo específico.

Obs.: As tabelas devem ser elaboradas de acordo com norma do IBGE, 1993.

RECOMENDAÇÕES GERAIS


As tabelas têm numeração independente e consecutiva; o titulo deve ser colocado na parte superior, precedido da palavra Tabela e de seu número de ordem em algarismos arábicos; as fontes citadas na construção de tabelas e notas eventuais aparecem no rodapé após o fio (linha) de fechamento; devem ser apresentadas em uma única página; devem ter uniformidade gráfica referente a tipos de letras e números, uso de maiúsculas e minúsculas e sinais gráficos utilizados; as colunas externas devem permanecer abertas; deve-se utilizar fios horizontais e verticais (linhas) para separar os títulos das colunas no cabeçalho e fechá-las na parte inferior, evitando-se fios verticais para separar as colunas e fios horizontais para separar as linhas; quando a tabela for mais larga do que a página, poderá ser impressa no sentido vertical; outra opção seria desmembrar a tabela (muito larga) em seções, dispondo-as uma abaixo da outra, separadas por um traço horizontal duplo, repetindo-se a cada seção o cabeçalho; se for tão longa que não possibilite o sentido vertical, poderá ser dividida e colocada em páginas confrontantes, na mesma posição e dimensões, incluindo após o titulo a designação continua, continuação e conclusão.
Tabelas que ocupam mais de uma página
Cada página deve ter:

a) número da tabela

b) titulo

c) cabeçalho

d) continua (na primeira página)

e) continuação (para as seguintes)

f) conclusão (na última página)
ORIENTAÇÕES SIMPLIFICADAS SOBRE NORMAS DE REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Norma ABNT NBR 6023 - válida a partir de 29-09-2002

* Livros

ANDRADE, M. M. de. Introdução à Metodologia do Trabalho Científico. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2006.


LAKATOS, Eva M.; MARCONI, Marina A. Fundamentos de metodologia científica. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2007.
* Capítulo de livro

BARBOSA, Claudionor F. Contabilidade como ciência social. IN: OLIVEIRA, Antônio B. Métodos e técnicas de pesquisa em contabilidade. São Paulo: Saraiva, 2003. cap. 4, p. 47-59.



* Artigo em Revista

SOARES, José J. Reflexões sobre dilemas cotidianos da área de finanças. Revista Latino-Americana de Administração e Negócios, Porto Alegre, n. 4, p. 18-21, 1995.



* Artigo em jornal

SINGER, Paul. Uma política de economia solidária. Folha de São Paulo, São Paulo, 27 mar. 2007. Caderno Opinião, p. 14.


SOARES, José J. Projetos Empreendedores. Periódico AD NEWS, Belo Horizonte, p. 02, 2005.
* Trabalho de Conclusão de Curso

SOARES, Rodolpho A. Análise das demonstrações financeiras do setor de óleos lubrificantes. 2002. 72 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharel em Ciências Contábeis) – Unicentro Newton Paiva, Belo Horizonte, 2002.



* Dissertação

SOARES, José J. Análise econômico-financeira de pequenas e médias empresas industriais: um estudo comparativo. 1998. 134 f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Universidade Federal de Lavras-UFLA, Lavras-MG, 1998.


* Teses

SOARES, Carla. Formação continuada de professores da pedagogia: enfrentamento de dificuldades reais. Campinas: 2002. 129 f. Tese (Doutorado) – Faculdade de Educação, UNICAMP, Campinas, 2002.


* Imagem em movimento

Inclui filmes, videocassetes, DVD, entre outros.

Os elementos essenciais são: título, diretor, produtor, local, produtora, data e especificação do suporte em unidades físicas.
OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. São Paulo: CERAVI, 1983. 1 videocassete.
Quando necessário, acrescentam-se elementos complementares à referência para melhor identificar o documento.
OS PERIGOS do uso de tóxicos. Produção de Jorge Ramos de Andrade. Coordenação de Maria Izabel Azevedo. São Paulo: CERAVI, 1983. 1 videocassete (30 min), VHS, som., color. CENTRAL do Brasil. Direção: Walter Salles Júnior. Produção: Martire de Clermont-Tonnerre e Arthur Cohn. Intérpretes: Fernanda Montenegro; Marilia Pera; Vinicius de Oliveira; Sônia Lira; Othon Bastos; Matheus Nachtergaele e outros. Roteiro: Marcos Bernstein, João Emanuel Carneiro e Walter Salles Júnior. [S.l.]: Le Studio Canal; Riofilme; MACT Productions, 1998. 1 bobina cinematográfica (106 min), son., color., 35 mm.
* Trabalho apresentado em evento

SOARES, José J. Orientação Profissional: Perfil do Administrador. IN: Minasplan Feiras e Congressos. Casa do Conde Belo Horizonte, 2003, Anais...Belo Horizonte: Minasplan, 2003. p. 7-8.


* Trabalho em meio eletrônico

SOARES, José J. Matemática Financeira com o uso da HP 12C. Periódico FACTUAL - Instituto Champagnat, Belo Horizonte, 1998. Disponível em:



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