Filosofia da Educação



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Pastorado

O pastor guia as ovelhas. Na igreja, o pastorado é para guiar espiritualmente os membros.

A instrução é para pregar a Palavra de Deus, ensina – la, ministra – la aos sacramentos, promover o companheirismo especial e manter a disciplina.

Organização de cultos

Pregação pastoral

Liderança pastoral

Ordenanças da igreja

Aconselhamento Pastoral

Ensinamento Pastoral

Ministérios pastorais especiais

Supervisão pastoral

Treinamento de pastores

Outros

Realizar cultos de adoração



Preparar e organizar a pregações

Nível Local

Nível Regional

Nível Nacional

Nível Internacional

Batismo


Santa Ceia

Eventos


Aconselhamento

Classes de doutrinas

Ser lideres de ministérios pastorais para grupos especiais.

Liderar aos pastores

Dar cursos sobre a Bíblia teologia e ministérios a pastores

Atividades de adoração

Assistência

Liderança

Organização

Testemunho

Oração

Assistência aos cultos de pregação



Liderança de sociedade e organizações cristãs

Aconselhamento:

Familiar

Juvenil


Solteiros

Crises


Matrimonial

Anciãos


Ensinamento doutrinal

Participar em ministérios pastorais

Participar em comitê de supervisão de pastores

Cursos de teologia

(Professores)

Ensinamento

O professor na igreja ensinará aos líderes da igreja. Enquanto a doutrina, eles dão sua interpretação bíblica.

Ensinamentos na congregação

Educação para crianças

Estrutura para o ensino

Discipulado

Mentores


Evangelização

Escola Dominical

Institutos

Seminários

Congressos

Supervisionar o programa de educação das crianças na igreja e promover liderança

Ensinar qualquer membro da igreja.

Participar em programas de ensino para crianças seja na igreja ou como organização cristã.

Educação para jovens

Educação para adultos

Educação para grupos especiais.

Treinamento para professores

Desenvolvimento de currículo educativo

Abertura de novas áreas para professores

Outro

Supervisionar o programa de educação dos jovens na igreja e promover lideres.



Supervisionar o programa de educação dos adultos e promover líderes.

Identificar e promover a educação para grupos especiais.

Supervisionar o treinamento de professores cristãos.

Supervisionar o conteúdo do currículo educativo.

Identificar e chamar a novos professores para ajudar em novas áreas de ensino cristão.

Participar em programas de ensinos parar jovens seja na igreja ou como organização cristã.

Treinamento de professores cristãos para a igreja, colégios cristãos, ministérios de ensinos feitos por cristãos na sociedade.

Participar no desenvolvimento do currículo dedutivo.

Participar de novas áreas de ensino cristão.
SOCIAL

PROPÓSITO

BIBLÍCO

EXPRESSÃO NA IGREJA



EXPRESSÃO SOCIAL

Família


(Gênesis 1: 26 – 28; 2: 18 – 25)

Comunidade

Multiplicação

Companheirismo

Matrimonio sarado

Celibato sagrado

Família

Filhos


Pais

Família


Serviços familiares

Leis familiares

Trabalho

(Gênesis 1: 26 – 31)

Mordomia

Administração

Avanços Culturais

Dizimo e ofertas

Apoio ministerial

Extensão missionária

Administração

Agricultura

Arquitetura

Artes


Comunicações

Cozinha


Educação

Empresas


Engenharia

Mecânica


Medicina

Militar


Jornalismo

Profissões legais

Saúde

Finanças


Serviços domésticos

Hotelaria

Justiça

Polícia/segurança



Serviços sanitários

Serviços sociais

Psicológicos

Serviços técnicos

Transporte

E muitos mais.

Governo

(Gênesis 1: 28 – 31; Romanos 13:17)



Ordem Social

Proteção


Apoiar a ordem social

Ministério de intercessão

Medicação

Sistema judicial

Sistema legislativo


  1. EXAME: ENSINADO PARA MUDAR VIDAS (LIVRO ABERTO)

Nome do Estudante______________________________________

Professor da Matéria _____________________________________ Data________




  1. Quais são as leis de ensino? (7 pontos)

1.1

1.2


1.3

1.4


1.5

1.6


1.7

  1. Que frase serve como resumo das setes leis do ensino? (2)

  2. Quem pode nos dar uma paixão para ensinar?(2)

  3. Que espera Hendricks de seus leitores/professores?(2)

  4. Qual é a lei do professor?(2)

  5. Se quisermos ministrar a outros o que deve ocorre primeiro?(2)

  6. Quais são as três sugestões dadas por Hendricks para o crescimento intelectual? (3)

7.1

7.2


7.3

  1. Quais são as perguntas que devemos fazer para a autoavaliação?(3)

8.1

8.2


8.3

  1. Qual é a lei da educação? (2)

  2. De acordo a Maslow quais são os quatro níveis de aprendizagem? (4)

10.1

10.2


10.3

10.4


  1. Quais são os três objetivos claros para uma verdadeira educação? (30

11.1

11.2


11.3

  1. Qual é a lei da atividade? (2)

  2. Quais são as cinco formas de atividade significativa para a educação, segundo Hendricks? (5)

13.1

13.2


13.3

13.4


13.5

  1. Qual é a lei da comunicação? (2)

  2. Quais são os três componentes identificados por Hendricks para a comunicação? (3)

15.1

15.2


15.3

  1. Qual é a lei do coração? (2)

  2. Quais são os três conceitos de Sócrates acerca da essência da comunicação, e que significam? (3)

17.1

17.2


17.3

  1. Que definição simples Hendricks dá para o que é ensinar? (2)

  2. Que definição simples Hendricks dá para o que é aprender? (2)

  3. Como se relaciona Romanos 8:29 e Romanos 12: 1 – 2 quanto ao tema de conformarmos? (2)

  4. Onde começa a aprendizagem? 92)

  5. Segundo Hendricks como podem ser um professor influente? (3)

22.1

22.2


22.3

  1. Qual é a lei de estimulo? (2)

  2. Segundo Hendricks quais são os sete conceitos básicos da motivação? (7)

24.1

24.2


24.3

24.4


24.5

24.6


24.7

  1. Para Hendricks quais são as três motivações ilegítimas de motivação? (3)

25.1

25.2


25.3

  1. Qual é a pergunta principal no tema da motivação a outros? (2)

  2. Qual é a lei da preparação? (2)

  3. Segundo Hendricks que valor tem a fixação de tarefas? (3)

28.1

28.2


28.3

  1. Mencione duas passagens bíblicas para cada lei do professor.

29.1

29.2


29.3

29.4


29.5

29.6


29.7

30. Escreva sete observações sobre o que aprendeu estudando sobre Ensinando para mudar vidas.

30.1

30.2


30.3

30.4


30.5

30.6


31. Escreva sete perguntas próprias, dando suas possíveis respostas.

31.1


31.2

31.3


31.4

31.5


31.6

31.7


NOTA FINAL __________________/100 OBSERVAÇÕES
IV COMO ESCREVER UM ENSAIO ACADÊMICO

      1. I INTRODUÇÃO

A comunicação por escrito é de grande importância para nosso desenvolvimento acadêmico. O estilo qe a MINTS usará é:

II PÁGINA TITULAR

TITULO do ensaio

NOME do autor

Nome e número do curso

Nome do professor

Nome da instituição acadêmica

Data
III ÍNDICE

Há dois estilos básicos: Numeração clássica e numeração antropológica.

ENSAIO ACADÊMICO Modelo I




      1. INTRODUÇÃO

      2. PRIMEIRA PARTE

A. SESSÃO UM

  1. Subseção

  2. Subseção

a.

b.

1)



III CONCLUSÃO

NOTAS DE REFERÊNCIA

BIBLIOGRAFIA
ENSAIO ACADÊMICO Modelo II


  1. INTRODUÇÃO

  2. PRIMEIRA PARTE

2.1 SESSÃO UM

2.2 SESSÃODOIS

2.2.1 Subseção

2.2.2 Subseção

3. CONCLUSÃO

NOTAS DE REFERÊNCIA

BIBLIOGRAFIA

NOTA DE REFERÊNCIA

Livro: (fora do corpo) 1. Autor, Título, Página

(Autor, Título, Página)

Artigo: Autor “Título”, Jornal, Página

BIBLIOGRAFIA

Livro: Autor. Título. Cidade. Editora, data

Artigo: Autor. “Titulo”, Jornal. Volume. Data. Página


JESUS: O PEDAGOGO SUPREMO

Dr. Cornélio Hegeman

Filosofia da educação cristã

SEMINÁRIO NTERNACIOAL MIAMI

Outubro, 2004

O ensaio, JESUS: O PEDAGOGO SUPREMO é um exemplo de como escrever um ensaio para o programa da MINTS. O estudante pode escolher seu próprio estilo de classificação, mas há que ser consciente. Para perguntas técnicas, consulte Mario Llerena, Um Manual de Estilo. Miami: UNILIT, 1999.


INDICE

JESUS: O PEDAGOGO SUPREMO



    1. INTRODUÇÀO

    2. JESUS E AS CRIANÇAS

    3. JESUS E O DISICPULADO

A. A AUTORIDADE PARA O DISCIPULADO DE CRIANÇAS

  1. A autoridade absoluta.

  2. A autoridade bíblica.

  3. A autoridade cristocêntrica e universal.

  4. A autoridade delegada.

B. O MINISTÉRIO DO DISCIPULADO

  1. Presença: a evangelização de todos

  2. A obra pastoral: sua missão total ao Deus Trino

  3. Pedagogia: ensinando tudo o que Jesus ensinou

  4. Poder: a promessa da presença de Jesus

    1. CONCLUSÃO

NOTAS DE REFERÊNCIA

BIBLIOGRAFIA


JESUS O PEDAGOGO SUPREMO
I. INTRODUÇÃO
Na filosofia da educação fala – se da pedagogia e a androgogia. Tecnicamente falando, a pedagogia é a arte de ensinar e de guiar a crianças no ensino. O termo vem do grego, paid (crianças) e agogôs (líder, que vem de guiar). A androgogia é a arte de ensinar a adultos. Andro vem do grego, andre, que significa homem. Os cristãos são chamados para ser os melhores pedagogos e androgogos. Este ensaio dedica –se aos pedagogos e a preparação dos mesmos. Cremos que Jesus foi, é, e será o pedagogo e o androgogo supremo.O é o Logos, a fonte de todo o conhecimento. O é o rabi, o querido professor. O é Yahweh Adonai, o eterno e supremo Senhor de tudo. Jesus mostrou seu método de ensino, o discipulado, durante sua vida e depois o anunciou a seus discípulos na Grande Comissão.

Neste artigo se vê que Jesus, o pedagogo supremo, capacita aos professores cristãos para discipular as crianças. Jesus tem uma alta estima para esta tarefa.

Mas aquele que escandalizar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor seria que pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho e precipitasse na profundeza do mar. (Mateus 18:6)
II JESUS E AS CRIANÇAS

Para vocês, que tem participado na escola dominical para crianças ou em escola de verão para crianças, reconhece que muitas crianças crêem e seguem ao Senhor durante este tempo pela primeira vez. Howard Hendricks, o autor do texto pedagógico, Ensinando para mudar vidas, não provem de um lar cristão e conheceu ao Senhor em uma escola dominical. Agora está entre os professores cristãos, mas usados por Deus para treinar a outros professores cristãos.

Muitos dos obreiros do Senhor tem sido discipulado em se lar. Que importante tem sido, é, e seguira sendo o discipulado no lar, a escola dominical e pro meio de interações pessoais, aprendi as histórias e doutrinas bíblicas, que depois de minha conversão aos 21 anos me serviram para pregar e ensinar. Todo o ensinamento colocado no coração das crianças terá um fruto no futuro.

Por isso, e por muitas razões mais, estamos muito motivados para o discipulado das crianças. O discipulado ocorre no lar cristão, nas escolas dominicais das igrejas, em outros não, mas de uma ou outra maneira, o discipulado da nova geração segue em frente porque tem sido mandado pelo Senhor.

As crianças, em geral, estão abertas para escutar o evangelho. As crianças identificam – se rapidamente com as histórias do Antigo Testamento, com as das Boas Novas, com as da vida de Jesus como pequeno, com as parábolas, com os milagres, com as da morte e até com as da ressurreição de Jesus. Esta observação é associada com o que disse o Senhor Jesus Cristo. Marcos relata:

E traziam – lhe crianças para que lhes tocasse, mas os discípulos repreendiam aos que lhas traziam.

Jesus, porém, vendo isso, indignou – se e disse – lhes: Deixai vir os pequeninos a mim e não os impeçais, porque dos tais é o Reino de Deus.

Em verdade vos digo que qualquer que ao receber o Reino de Deus como uma criança de maneira nenhuma entrará nele.

E, tomando – as nos seus braços e impondo – lhes as mãos, as abençoou. (Marcos 10: 13 – 16).

Mateus, junto com as histórias de Marcos, observou que as crianças foram apresentadas para que pusesse as mãos sobre eles, e orasse. A relação de Jesus com as crianças não era algo platônico, Jesus aceitou as crianças como parte do discipulado.

Nas igrejas evangélicas esta teologia é demonstrada visivelmente em duas maneiras:


      1. Pela apresentação e discipulado das crianças

      2. Pelo batismo e discipulado dos filhos pelos crentes

O essencial, não é a presença ou ausência de água na apresentação ou no batismo sem a aceitação dos ensinos de Jesus sobre como entrar ao reino por fé em Cristo e como ter a atitude de um discípulo fiel. Do encontro de Jesus com as crianças, segundo Marcos, entendemos:

    1. As crianças necessitam do Salvador e Senhor, porque são, como toda a razão humana, pecadores (Salmo 51:5; Romanos 3: 10 – 23) Se as crianças não são pecadores por natureza não há necessidade de ter um Salvador (Romanos 5:12) (1)

    2. As crianças podem estar com o Senhor: isso é evidente peã recepção que Jesus deu as crianças (I Samuel 1 –2; Lucas 2: 41 – 52; 8: 40 – 56) (2)

    3. O Senhor tem um ministério pastoral com as crianças, isso é evidente na imposição de mãos e a bendição de Jesus sobre as crianças, as quais são atos pastorais cuja pratica continua na igreja primitiva (Atos 16: 31 – 33) (3)

    4. O discípulo deve ter a receptividade de uma criança dom foi ensinado por Jesus (Mateus 11:25) (4)

    5. A tendência tradicionalista de não permitir as crianças acerca de Jesus é criticada por Jesus (5)

A apresentação da boa noticia sobre a salvação pó fé em Jesus Cristo é para os adultos tanto com as crianças. Podemos alcançar nos lares, na igreja ou por ministérios especiais, tais como os colégios. Seja o que seja a maneira para alcança – las com o evangelho, há que dar continuidade e seguimento a evangelização. Há boas noticias, não somente para ser salvos, mas também para servir ao Senhor em todas as áreas da vida. A criança deve ser instruído no senhorio de Jesus Cristo em tudo. Isso é parte do discipulado.
III JESUS E O DISCIPULADO
O método principal de Jesus para ensinar a futura geração é pelo discipulado. Expressado de maneira mais simples, o discipulado é a relação entre um professor e seu estudante. Nesta relação, o professor é um mentor que ensina ao estudante sobre todas as coisas. Jesus andava com seus 12 discípulos por 3 anos. Depois de sua morte e ressurreição o Senhor chamou aos discípulos para fazer outros discípulos. Os princípios desta Grande Comissão são também aplicáveis aos ensinamentos de crianças.

A grandeza do discipulado cristão não é o crescimento multiplicador, nem a capacitação dos professores e estudantes com as excelências do conhecimento de Deus, senão a realidade de que Cristo está presente no discipulado. Ele disse: e estarei com vocês todos os dias, até o fim do mundo. No discipulado das crianças, o professor humano não é o ator principal, sem o Senhor.

A Grande Comissão segundo Mateus 28:16 – 20 é apresentada em termos do ministério do discipulado. Nos versículos 16 – 18 vê –se a autorização para o discipulado. Esta autorização á:


      1. absoluta

      2. bíblica

      3. cristocentrica

      4. delegada

Nos versículos 19 – 10 temos o ministério do discipulado. Este consiste em:

        1. A presença, evangelização.

        2. A obra pastoral, ensinar doutrina e administrar batismo.

        3. A pedagogia os ensinamentos de Jesus.

        4. O poder a presença de Jesus.

Vamos explicar estas idéias tomando em conta as implicações que tem para as crianças.
A. AUTORIDADE PARA O DISCIPULADO DE CRIANCAS.

A autoridade para o discipulado, incluindo ao discipulado de crianças, é afirmado nas palavras de Jesus. Toda potestade me é dada nos céus e na terra. A autoridade reclamada por Jesus é absoluta, bíblica, cristocentrica e delegada.


1. A autoridade absoluta

E quando vieram e o adoraram, mas alguns duvidavam. O discipulado começa com Deus. Os discípulos de Jesus receberam os ensinos de Jesus de que Ele era Deus. O desenvolvimento espiritual de cada um era diferente. Alguns o adoravam outros duvidavam Dele. De todo modo, a meta para o discipulado é a adoração do Deus verdadeiro. O discípulo não pode fazer outros discípulos até que creia e adore ao Deus que há se revelado em Jesus Cristo. Tal foi o caso de Tomás. Depois de crer Jesus como Deus e Senhor (João 20:28), Tomas foi à Índia e evangelizou. Até hoje em dia, quase dois mil anos mais tarde, fala –se da igreja de Tomás na Índia. Sem Tomas, adorar a Cristo e a evangelização na Índia não haveriam sido possível.

Apesar de que alguns lhe adoraram outros duvidaram Dele, o mandato absoluto foi dado. A autoridade do mandato de Jesus não depende da fidelidade da igreja senão da autorização divina de Cristo.

Depois de ser adorado como Deus, Jesus disse: toda autoridade me é dada. A autoridade absoluta de Jesus inclui o direito absoluto para ensinar as crianças. Jesus é o Senhor e Salvador deles. No Antigo Testamento as crianças foram incluídas nas promessas do pacto (Gênesis 3:15; 17: 1 – 7), foram circuncidados para mostrar que Deus era seu Senhor, foram protegidos pela lei e incluídos nas cerimônias religiosas. Marcos 10 mostra a continuação do senhorio da igreja é continuada na igreja apostólica (Atos 2: 37 – 29).

A autoridade absoluta de Cristo estende - se às verdades absolutas. Cremos que a nova geração deve distinguir entre o conhecimento relativo e as verdades absolutas. Por exemplo, o estudante tem o direito de conhecer e de ter a seguridade de que o número um sempre tem sido um, sempre é um, e sempre será um. O estudante vai aprender que um mais um mais um é três. Sempre foi, sempre é, sempre será. Há leis que não mudam Espírito Santo, não somente na matemática, mas também na teologia. Não cremos que Deus é: o Pai mais o Filho, mas o Espírito Santo ou três (1+1+1=3), senão, Pai pelo Filho pelo Espírito Santo é o Deus trino (1x 1x 1= 1). A lei de multiplicação porque é uma verdade absoluta, pode ser usada tanto para a matemática como para a teologia.

As leis matemáticas não são as únicas leis. Jesus é o cumprimento da lei moral (Mateus 5:17). Jesus manteve perfeitamente bem as demandas morais. Há tido o único ser humano capaz de manter sem falar a norma moral. Jesus não veio para destruir a lei (liberalismo), não vindo para impor tradições humanas (legalismo), senão, que Cristo vindo para cumprir a lei (evangelismo). Por fé em Cristo, morrendo para o pecado e vivendo para Cristo, vamos cumprir a lei da vida (Romanos 8: 1 –2). Por isso, os jovens, além de ser instruído nos valores morais dos dez mandamentos também devem ser instruídos no evangelho para que possam viver no cumprimento da lei. O moralismo tradicional não é suficiente, necessitamos corações transformados pelo poder do evangelho que por fé cumpram os mandados de Deus. O Espírito do estudante deve ser renascido e a mente deve ser renovada segundo o evangelho. Estas são as verdades absolutas que são parte do discipulado.

Cada área da vida e cada parte do ser humano são guiadas pelas leis. Há leis naturais (matemática, química, etc) e a leis sobrenaturais (espiritualidade). A responsabilidade do homem é viver segundo as leis que Dês tem estabelecido. Todas as leis estão abaixo do domínio do Criador e Senhor, Jesus Cristo.

Segundo a Grande Comissão, os discípulos têm a autoridade divina para ensinar para aplicar as verdades absolutas de Deus a todas as dimensões da vida e do ser humano, incluindo as crianças.


2. A autoridade bíblica

Obedecer ao Senhor na Grande Comissão não é participar em um negocio humano senão parte do reino de Deus. O discípulo deve crer e obedecer a Palavra de Deus, para que tenha mais poder e influência para o reino de Deus que qualquer pessoa não crente.

A Palavra de Deus é inspirada pelo Espírito Santos (Atos 1:2, Timóteo 3:16) e é uma fonte de inspiração para todos os que crêem e a lê. Jesus fala a nos pro meio da Bíblia (Apocalipse 1 –2). A Palavra é compreensível pela iluminação do Espírito Santo (II Timóteo 3:15). Até as crianças podem entender conceitos básicos da Bíblia.

E desde da meninice eles precisam saber as Sagradas Escrituras, as quais podem fazer sábio para a salvação pela fé que é em Cristo Jesus (I Timóteo 3:15).

Conheço um caso em Merida, Yucatán, México, onde por meio de uma criança de 14 anos que assistiu a escola dominical de verão, toda a família chegou a ter fé em Cristo. Seu papai, agora que é ancião na igreja, me contou esta história.

O discípulo é autorizado para comunicar a Palavra inspirada de Deus a todas as pessoas, incluindo as da nova geração.


3. Autoridade cristo centrica e universal

Jesus disse: toda autoridade me é dada. O Pai manifesta – se por meio do Filho, a perfeita revelação de Deus (Hebreus 1: 1-2). A autoridade cristo centrica é universal: é no céu e na terra.

Temos o direito cristão de ir a todos os lugares do mundo para ensinar a adultos e a crianças. O direito é repetido por Jesus. Por tanto ide... a todas as nações. Não é um direito humano, nem um direito nacionalista, nem um direito religioso, ma assim um direito divino. Os direitos dados por Jesus estão por cima das leis migratórias, nacionais, e religiosas.

Se Deus exige algo, ele proverá os meios para cumprir. Você sabia que há mais liberdade, agora, para ensinar religião na Rússia que nas escolas públicas do Canadá, nos Estados Unidos, em muitas nações na Europa e outras nações do “mundo livre?”

Que passou nas nações do mundo livre? Os cristãos no “mundo livre” estão aprendendo que a nova definição de liberdade democrática não inclui ao senhorio de Jesus Cristo na sociedade. Sem dúvida, ao terminar o milênio as matanças em Littletown, Colorado e em outras escolas nos Estados Unidos tem deixado as autoridades seculares com a tarefa de pensar em como reintroduzir o ensino sobre a moralidade e a religiosidade nas escolas.

Estes intentos não vão conseguir o que espera. O moralismo humanista e a religiosidade ecumênica não podem conseguir o que só o evangelho pode fazer, ser responsável perante Deus e os homens. O evangelho nos chama a arrepender – nos de nossos pecados e crer em Jesus Cristo como único Senhor e Salvador. A liberdade de discipular no nome de Cristo é a única alternativa para tratar a pessoas e sistemas pecadores,. As nações esperam a implantação do reino de Deus, que inclui a educação cristã.





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