FundaçÃo universidade estadual de alagoas funesa



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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS - UNEAL

CAMPUS I - ARAPIRACA


CAMPUS III - PALMEIRA DOS ÍNDIOS

CAMPUS IV - SÃO MIGUEL DOS CAMPOS

CAMPUS V – UNIÃO DOS PALMARES


Projeto Pedagógico do Curso de Letras


ARAPIRACA, DEZEMBRO DE 2010.




UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS - UNEAL

CAMPUS I - ARAPIRACA


CAMPUS III - PALMEIRA DOS ÍNDIOS

CAMPUS IV - SÃO MIGUEL DOS CAMPOS

CAMPUS V – UNIÃO DOS PALMARES

Projeto Pedagógico de Curso de Letras



Projeto Pedagógico de Curso de Letras apresentado ao Egrégio Conselho Estadual de Educação de Alagoas como requisito para renovação de reconhecimento


UNIVERSIDADE ESTADUAL DE ALAGOAS - UNEAL




Jairo Campos da Costa

Reitor
Clébio Araújo

Vice-Reitor
Maria Cristina de Oliveira

Chefe de Gabinete



Antônio José Rodrigues Xavier

Pró-Reituria de Graduação-PROGRAD



Maria Francisca Oliveira Santos

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação-PROPEP


Antônio Marcos Pontes de Moura

Pró-Reitoria de Extensão-PROEXT


Rejane Viana Alves da Silva

Pró-Reitoria de Planejamento e Gestão-PROPEG


Wellygton Chaves Monteiro da Silva

Pró-Reitoria do Desenvolvimento Humano-PRODHU


Maria Helena de Melo Aragão

Diretora do Campus I


Rosa de Lima Medeiros Neta

Diretora do Campus III


Maria Betänia Rocha de Oliveira

Diretora do Campus IV


Reinaldo de Souza

Diretor do Campus V



  1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

1.1 Universidade Estadual de Alagoas - Uneal

1.2 Campi:

1.2.1 Campus I

Endereço: Rua Governador Luiz Cavalcante, S/N, Alto do Cruzeiro.

CEP: 57.312-270 - Arapiraca – Alagoas (82) 3539 – 8082



      1. Campus III

Endereço: Rodovia – AL, 115, 03

57.600-000 - Palmeira dos Índios – Alagoas (82) 3421 – 5691



      1. Campus IV

Endereço: Praça Nossa Senhora dos Prazeres, s/n, Bairro de Fátima

CEP: 57.240-000 - São Miguel dos Campos - Alagoas (82) 3271- 5276



      1. Campus V

Rua Tavares Bastos, 206, centro, CEP: 57.800-000

União dos Palmares – Alagoas (82) 3281- 3650



  1. Caracterização do Curso de Letras

2.1 Licenciatura Plena em Letras

2.1.1 Habilitações:

2.1.1.1-Língua Portuguesa e suas respectivas Literaturas

2.1.1.2-Língua Inglesa e suas respectivas Literaturas

2.1.1.3-Língua Portuguesa e Língua Francesa e suas respectivas Literaturas

2.1.1.4-Língua Espanhola e suas respectivas Literaturas



      1. Carga Horária Total do Curso:

2.1.2.1 - Língua Portuguesa e suas respectivas Literaturas – 3.440

2.1.2.2 - Língua Inglesa e suas respectivas Literaturas – 3.440

2.1.2.3 - Língua Portuguesa e Língua Francesa e suas respectivas Literaturas – 3.720

2.1.3.4 - Língua Espanola e saus respectivas literaturas
2.1.3 - Modalidade do Curso: Presencial
2.1.4-Número de vagas: 50

SUMÁRIO
3. Apresentação 07

4. Marco Referencial 09

4.1 Corpo Docente – Titulação 15

4.2 Perfil do Formando do Curso de Letras 16

4.3 Competências, habilidades e atitudes 17
5.Marco Operacional 19

5.1 Objetivos de estudo do Curso de Letras 19

5.2 Atividades de pesquisa e extensão 20

5.3 Currículo 21

5.4 Avaliação 22

5.5 Formas de ingresso 22

5.6 Prática de ensino 23

5.7 Monografia Final de Curso 24

5.8 Biblioteca 24
6. Marco Teórico 25

7. Matriz Curricular do Curso de Letras com habilitação em Língua Portuguesa e suas Literaturas 32

8. Ementas da Matriz Curricular do Curso de Letras com habilitação em Língua Portuguesa e suas Literaturas 35

9. Ementas das Disciplinas Eletivas da Matriz Curricular do Curso de Letras com habilitação em Língua Portuguesa e suas Literaturas 83

10. Matriz Curricular do Curso de Letras com habilitação em Língua Inglesa e suas Literaturas 93

11. Ementas da Matriz Curricular do Curso de Letras com habilitação em Língua Inglesa e suas Literaturas 96

12. Ementas das Disciplinas Eletivas da Matriz Curricular do Curso de Letras com habilitação em Língua Inglesa e suas Literaturas 153

13. Matriz Curricular do Curso de Letras com habilitação em Língua Portuguesa/ Francesa e suas Literaturas 163

14. Ementas da Matriz Curricular do Curso de Letras com habilitação em Língua Portuguesa/ Francesa e suas Literaturas 167

15. Ementas das Disciplinas Eletivas da Matriz Curricular do Curso de Letras com habilitação em Língua Portuguesa/ Francesa e suas Literaturas 218

16. Matriz Curricular do Curso de Letras com habilitação em Língua Espanhola e suas Literaturas 229

17. Ementas da Matriz Curricular do Curso de Letras com habilitação em Língua Espanhola e suas Literaturas 232


3 - APRESENTAÇÃO

O Curso de Letras tem como meta a formação do profissional / professor pesquisador, um agente de mudanças, voltado para uma prática de educação libertadora, sem perder de vista a formação para a cidadania. Este Curso surgiu como uma das alternativas de formação profissional, visando a uma melhor inter-relação com as questões lítero-lingüísticas. Ante os desafios da docência universitária, num contexto de transformações aceleradas e exigência de uma clientela bem mais preparada, faz-se necessário a criação de um novo projeto pedagógico que atenda as novas necessidades do mundo globalizado, que prioriza uma sociedade com padrões de excelência e cada vez mais informatizada.

O presente projeto tem respaldo nas diretrizes do MEC, a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – 9.394 de 20.12.1996), que propõe mudanças e resultados significativos na construção de um novo perfil de profissional professor. Vale lembrar aqui que a nova LDB prevê no seu art. 12, inciso I, que os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de elaborar e executar sua proposta pedagógica. Esse preceito legal está sustentado na idéia de que a escola deve assumir como uma de suas principais tarefas, o trabalho de refletir sobre sua intencionalidade educativa. Embasa também ao projeto a Lei de Diretrizes Curriculares para os Cursos de Letras (Pareceres CNE/CES 492/2001a e CNE/CP 28/2001b) e o documento norteador para elaboração das diretrizes curriculares, para os cursos de formação de professores criado em setembro de 1999 pela ANFOPE (Associação Nacional pela Formação dos Profissionais da Educação).

O projeto pedagógico exige profunda reflexão sobre as finalidades da instituição, assim como a explicitação de seu papel social e a clara definição de caminhos, formas operacionais e ações a serem empreendidas por todos os envolvidos com o processo educativo. Seu processo de construção aglutinará crenças, convicções, conhecimentos da comunidade escolar, do contexto social e científico, constituindo-se em um compromisso pedagógico coletivo. Veiga (2001) diz que ele precisa ser concebido com base nas diferenças existentes entre seus autores, sejam eles professores, equipe técnico-administrativa, pais, alunos e representantes da comunidade local. É, portanto, fruto da reflexão e investigação dos interesses da comunidade educativa.

Gandin; Gandin (2000) destacam que qualquer corrente atual do planejamento não dispensa que haja três momentos bem distintos e muito bem integrados do projeto pedagógico: a indicação de um horizonte, de um referencial que sirva de guia (Marco Referencial, Marco Operativo e Marco Teórico); um diagnóstico que julgue a prática, à luz deste referencial; e uma programação de práticas concretas decorrentes, para um tempo determinado. A partir das necessidades encontradas no confronto do nosso diagnóstico com o marco referencial é que iniciamos o trabalho de programação do ano letivo de 2011.

A dinâmica de elaboração desse projeto pedagógico passou por várias etapas, realizaram-se encontros e debates entre os professores dos Compi da Uneal (Universidade Estadual de Alagoas), voltados para a reflexão da realidade acadêmica. Também, participou desses debates o Núcleo Docente Estruturante – NDE do Curso de Letras – Licenciatura Plena, do Campus I. Frente a isso, estamos colocando a idéia da proposta pedagógica como uma ferramenta que tenha funcionalidade e peso político nos estabelecimentos de rumos da instituição.

Assim sendo, pode-se dizer que esse projeto pedagógico acompanha o ritmo das mudanças e assegura um ensino compatível com os anseios da comunidade acadêmica, ou seja, ensino/pesquisa/extensão e as aspirações da sociedade hodierna. Na atualidade, uma das grandes demandas na educação consiste em se assumir o desafio da elaboração de uma proposta pedagógica que efetivamente sirva como mapa norteador de todas as atividades da instituição.

4 - MARCO REFERENCIAL


O povoado de Arapiraca desenvolveu-se justificando a elevação à vila em 1924. Em 1938, através de decreto, tornou-se município. A cidade transformou-se em comarca, desvinculando-se de Anadia, em 1949.

O surto econômico da referida cidade deve-se à cultura e beneficiamento do fumo – produto base da economia do município – que lhe rendeu o título de “Capital Brasileira do Fumo”, por ter a maior área contínua de plantação do mundo. É o segundo maior município de Alagoas, atendendo comercialmente não só ao Agreste, mas ao Sertão e ao Baixo São Francisco.

A Fundação Educacional do Agreste Alagoano - FUNEC foi criada em 13 de outubro de 1970, por força da lei nº. 719/70, objetivando o progresso material, cultural e social da região Geo-Educacional da qual o município de Arapiraca é centro, bem como, a manutenção de estabelecimentos de ensino de qualquer grau compatível com as necessidades atuais.

Pelo Decreto Federal nº. 79.866 de 27 de junho de 1977, foi autorizado o funcionamento dos Cursos de Letras, Estudos Sociais e Ciências no nível de Licenciatura Curta em 27 de abril de 1971.

Aos 21 de agosto de 1978, através da lei nº. 3.943, o governador do Estado, Professor Divaldo Suruagy, sensibilizado com o pleito do corpo docente, discente e comunidade geral, autorizou a parceria com o Grupo Escolar Costa Rego, situado à rua Governador Luís Cavalcante, s/n, bairro Alto do Cruzeiro, Arapiraca, para que funcionasse a unidade mantida por esta Fundação - Faculdade de Formação de Professores de Arapiraca.

Em 1985, através da Portaria Ministerial nº.145, de 26 de fevereiro, foi autorizado o funcionamento da Licenciatura Curta nos Cursos de Letras com habilitação em Português/ Inglês e Português/ Francês; Estudos Sociais com habilitação em Moral e Cívica e Ciências com habilitação em Biologia, Física, Matemática e Química.

Atendendo às necessidades e aos anseios da sociedade arapiraquense, surgiu o Curso de Letras, em nível de Licenciatura Plena, reconhecida através da Portaria Ministerial nº. 660 de 01 de dezembro de 1989.

Em dezembro de 1994, o Conselho Estadual de Educação autorizou a extensão da Faculdade de Formação de Professores para Palmeira dos Índios, aumentando as vagas em cada curso de 60 para 100, ficando 50 para a cidade de Arapiraca e 50 para Palmeira dos Índios.

Através da lei 5.762, de 29 de dezembro de 1995, o nome da Fundação Educacional do Agreste Alagoano - FUNEC foi alterado para Fundação Universidade Estadual de Alagoas - FUNESA.

O estatuto da Fundação foi aprovado pelo governo do estado através do decreto 34.920 de 21 de maio de 1991 e o Regimento Interno, pelo seu Conselho de Administração em reunião realizada no dia 06 de maio de 1993, sendo os mesmos adaptados em conformidade com a Lei N° 9.394 de 20 de dezembro de 1996 em assembléias realizadas na FUNESA nos meses de agosto e setembro de 1999 e aprovadas pelo Conselho Universitário Provisório.

          A Fundação mantém, desde a época da sua criação, a Faculdade de Formação de Professores de Arapiraca com cursos de Letras (com habilitação em Português x Francês e Português x Inglês e suas respectivas literaturas, em nível de licenciatura plena, reconhecido através de Portaria Ministerial N° 660 de 30 de novembro de 1989), curso de Estudos Sociais (com habilitação em Moral e Cívica, reconhecido pela Portaria Ministerial N° 718 de 19 de maio de 1992, hoje licenciatura em História e Geografia) e o curso de Ciências (habilitação em Biologia, Matemática e Química, reconhecido pela Portaria Ministerial N° 1.441 de 1º de outubro de 1992

          A Fundação Universidade Estadual de Alagoas expandiu-se consideravelmente cumprindo assim seu papel social e atendendo às necessidades das regiões do agreste, sertão e zona rural da mata, assim distribuída. A reestruturação acadêmica propiciou a fragmentação da Instituição, que resultou em três campi e em duas extensões: ·.

   

Campus I



          Na cidade de Arapiraca, sede da Fundação, com as seguintes unidades:

          1) Faculdade de Formação de Professores de Arapiraca - FFPA, com os cursos de:



  1. Letras (reconhecido pela Portaria Ministerial n° 660 de 30 de novembro de 1989);

  2. Ciências: Biologia, Química e Matemática (reconhecido pela Portaria Ministerial n° 1.441 de 01/10/1992);

  3. Geografia (em conformidade com a resolução n° 023/2001 - CEE de 15/08/2001 e reconhecido pela Portaria n° 036/01 - GS);

  4. História (em conformidade com resolução n° 027/2001 - CEE de 15/08/2001 e reconhecido pela Portaria n° 038/01 - GS).

          2) Escola Superior de Administração e Negócios do Agreste - ESAG, criada através da Lei N° 5.384 de 6 de agosto de 1992, agora denominada Faculdade de Ciências Contábeis, Jurídicas e Sociais do Estado de Alagoas - FAJEAL, alteração feita através da Lei N° 6.086 de 18 de dezembro de 1998, com os seguintes cursos:


          a) Administração, autorizado através do decreto federal de 14 de outubro de 1993 e em conformidade com a Resolução n° 028/2001 - CEEE de 11/09/2001, reconhecido através da Portaria n° 043/01-GS.


          b) Ciências Contábeis, autorizado através do decreto federal de 26 de abril de 1995; processo de reconhecimento em tramitação no Conselho Estadual de Educação.

  CampusII

        Na cidade de Santana do Ipanema, Escola Superior de Ciências Humanas, Físicas e Biológicas do Sertão - ESSER criada através da Lei n° 5.600 de 10 de janeiro de 1994, com os cursos:


          a) Zootecnia , autorizado através do decreto de 26 de abril de 1995.
          b) Pedagogia, autorizado através do mesmo decreto do Curso de Zootecnia sendo que 50% das vagas deste curso são oferecidos na cidade de Arapiraca - AL, sob a responsabilidade da Faculdade de Formação de Professores de Arapiraca – FFPA;

c) Biologia em fase de implantação.


          Campus III


          O município de Palmeira dos Índios tem seu nome associado aos índios xucurus-cairiris, que ali se estabeleceram, no meio do denso palmeiral, em medos do século XVII.

Palmeira dos Índios localiza-se no interior do estado de Alagoas, a 136 km da capital, Maceió. A 290m de altitude, situa-se no sopé da serra de Palmeira dos Índios e é banhada pelos rios Coruripe e Traipu.

A cidade foi fundada no final do século XVIII. Na década de 1840, uma disputa política brutal entre famílias, causa de dezenas de assassinatos, provocou o êxodo que praticamente esvaziou a vila. Anexada então a Anadia, Palmeira dos Índios só recuperou a autonomia anos mais tarde. Entre 1928 e 1930 a prefeitura foi ocupada pelo escritor Graciliano Ramos, que incluiu fatos do cotidiano da cidade em seu primeiro romance, Caetés (1933)

Centro abastecedor da região, o município dispõe de bom comércio, agricultura e pecuária. Produz principalmente algodão, mamona, agave, cana-de-açucar, milho e arroz. Também tem importância a exploração da madeira e do subsolo, que apresenta jazidas de cal, mármore, ferro e cristal de rocha.

A Escola Superior de Ciências Humanas e Econômicos de Palmeira dos Índios – ESPI, criada através da Lei n.º 5.606/ 94 inicialmente funcionou como extensão da FFPA, com os cursos de Pedagogia, Letras, Ciências, História e Geografia. Em 2001 a ESPI deixa de ser extensão da FFPA, é reconhecida como unidade independente, a partir do reconhecimento dos seus cursos de licenciatura em:



  1. Ciências com habilitação em Matemática, reconhecido através da portaria ministerial n.º 1.441 de 01 de outubro de 1992 e publicado no Diário Oficial da União (D.O.U.) em 05 de outubro de 1992.

  2. História, reconhecido pela portaria nº 038/01 – GS/SECTES em 10 de setembro de 2001, em conformidade com o parecer n.º 033/2001 – CEE, de 14 de agosto de 2001 e a resolução n.º 027/2001 – CEE de 15 de agosto de 2001.

  3. Geografia, reconhecido pela portaria n.º 040/01 – GS/SECTES em 10 de setembro de 2001, em conformidade com o parecer n.º 030/2001 – CEE, de 14 de agosto de 2001 e a resolução n.º 026/2001 – CEE de 15 de agosto de 2001..

  4. Letras, reconhecido pela portaria n.º 040/03 – GS/SECTES em 15 de maio de 2003, em conformidade com o parecer n.º 268/02 – CEE, de 29 de outubro de 2002 e a resolução n.º 050/2002 – CEE de 31 de outubro de 2002.

  5. Ciências Biológicas, reconhecido pela portaria nº 084/02 – GS/SECTES em 22 de outubro de 2002, em conformidade com o parecer n.º 191/02 – CEE, de 24 de setembro de 2002 e a resolução n.º 041/02 – CEE de 24 de setembro de 2002.

  6. Pedagogia - licenciatura em Educação Infantil, autorizado pelo parecer n.º 044/02 CEE – AL em 18 de maio de 2002, hoje em processo de reconhecimento.

  7. Pedagogia – licenciatura em Séries Iniciais do Ensino Fundamental, autorizado pelo parecer n.º 044/02 CEE – AL em 18 de maio de 2002, hoje em processo de reconhecimento.

O Campus III, localizado em Palmeira dos Índios é o único da FUNESA que não possui sede própria, funcionando de forma provisória em duas instituições particulares de ensino da cidade, sub-locando os seus espaços físicos e infra-estrutura. A ESPI, hoje, junto com a Prefeitura Municipal de Palmeira dos Índios, o Governo do Estado de Alagoas e, agora, solicitando a ajuda do Ministério da Educação, através das lutas travadas, finalmente já conta com a construção da sede do Campus Universitário da FUNESA em Palmeira dos Índios.

Segundo Lei Municipal nº 1.608/2003 de julho de 2003, autoriza o Poder Executivo Municipal doar imóvel com área total de 51.680,00 m2 a Fundação Universidade Estadual de Alagoas, para a construção do campus da FUNESA-ESPI.

Campus IV

Em 1999, foi criada a extensão da Faculdade de Formação de Professores de Arapiraca-FFPA em São Miguel dos Campos, com a implantação do curso de Letras-Português-Inglês. A extensão pretendia atender uma carência educacional para o ensino de 3º grau na região, pois as regiões da Zona da Mata e do Agreste careciam de uma formação mais especializada, uma vez que muitos professores mantinham o desejo de estudar e conseguir uma graduação. A implantação do curso de Letras pela Funesa na região apenas solucionaria parte desse problema. O Governo Federal já havia promulgado a Lei de Diretrizes e Bases (1998), que exigia uma formação superior para o professor com formação no antigo magistério. A Lei praticamente impôs, no período de 10 anos, uma graduação para o professor das escolas públicas municipal e estadual.

Diante disso, o primeiro vestibular da Funesa oferecendo 50 vagas para o curso de Letras em São Miguel dos Campos ocorreu em 1999; o segundo em 2000, com o mesmo número de vagas; o terceiro em 2001, também com 50 vagas. Três turmas de extensão do curso de Letras. A primeira graduou-se em 2002; a segunda que deveria terminar em 2003, por motivo da greve geral de professores, só concluiu em 2004; a terceira deveria formar-se em 2003, mas terminará em dezembro de 2005. Portanto a extensão do curso de Letras da FFPA sobreviveu até que o Conselho Estadual de Educação desautorizou a chamada para novos vestibulares até que a instituição encontrasse uma maneira de criar a unidade de São Miguel dos Campos.

Entre 2001 e 2003, a Funesa passa por mudanças sólidas solicitadas pelo Conselho Estadual de Educação. Em 2003, faz o primeiro concurso público para docentes, modificando o quadro pedagógico da instituição. Nesse período, São Miguel dos Campos ainda convivia com a extensão do curso de Letras e com a idéia de finalizar a última turma e não existir mais um curso superior na região.

Os esforços da Direção da Funesa e da Prefeitura Municipal de São Miguel dos Campos fizeram firmar um acordo e chegaram a um consenso. O prédio do antigo CSU da cidade será reformado e preparado para implantação da Funesa-São Miguel dos Campos. Em 29 de setembro de 2005, a Prefeitura Municipal de São dos Campos entregará o prédio da Escola Superior de São Miguel dos Campos-Esmic à Funesa. Esta organizará a estrutura técnico-adminstrativa e comporá o grupo de docentes necessário para o funcionamento total da Escola Superior de São Miguel dos Campos Esmic. Hoje, a ESMIC recebe autorização e implementa os cursos de Letras e Ciências Contábeis em nova unidade da FUNESA.

         Campus V

          A segunda extensão da Funesa foi instalada na cidade de União dos Palmares, em 1998, com o Curso de Letras. A partir de 2006 passará a ser Escola Superior de União dos Palmares – ESUP, a partir da autorização do Conselho Estadual de Educação.

Uma medida visando à melhoria da qualidade do ensino, com vista a criar a possibilidade de uma educação voltada para a formação da cidadania, foi a primeira eleição direta para diretores das unidades de Arapiraca (FFPA, FAJEAL), Palmeira dos Índios (ESPI) e Santana de Ipanema (ESSER).

No ano letivo de 2006, nos Campi I, III, IV e V serão ofertadas 100 vagas, distribuídas da seguinte forma: 25 para Língua Portuguesa, 25 para Língua Inglesa, 25 para Língua Espanhola e 25 para Língua Francesa. As turmas serão oferecidas conforme a estrutura de cada Campus.

A duração mínima do Curso de Letras será de 48 meses (quarenta e oito meses), ministrado no turno noturno e/ou diurno, das 19h00min às 22h30min, sendo esse espaço/tempo dividido em 4 (quatro) horas/aulas, de 50 minutos cada, e um intervalo de 10 minutos entre a 2ª e a 3ª aulas, no noturno e de 07:30 as 11:45, no diurno.

4.1 CORPO DOCENTE - TITULAÇÃO

Vem sendo feito investimento no que se refere à atualização do corpo docente. Realizou-se o concurso público para a formação do corpo docente efetivo da instituição, corroborando para a melhoria da qualidade nas atividades acadêmicas. Antes do Concurso a instituição apresentava um percentual mínimo de professores mestres e doutores. Os diretores, os coordenadores e o corpo docente atual - constituído por doutores, mestres e especialistas - através de discussões coletivas, vêm implementando ações no sentido de garantir o processo de democratização na instituição.

 O corpo docente da FUNESA/LETRAS hoje é composto de 36 (trinta e seis) professores efetivos.



A FUNESA/LETRAS conta, atualmente, quanto à titulação, com a seguinte situação:





NOME

TITULAÇÃO

CAMPI

01

INALDA MARIA DUARTE DE FREITAS

Doutora

I

02

MÁRCIO FERREIRA DA SILVA

Doutor

IV

03

MARIA FRANCISCA DE OLIVEIRA SANTOS

Doutora

I

04

WALÉRIA DE MELO FERREIRA

Doutora

III



NOME

TITULAÇÃO




01

ANTONIO JOSÉ RODRIGUES XAVIER

Mestre*

IV

02

CLEDJA DOS SANTOS SILVA

Mestre

I

03

ELIANE DA SILVA BARROS

Mestre

III

04

IRACI NOBRE DA SILVA

Mestre

III

05

JAIRO JOSÉ CAMPOS DA COSTA

Mestre

V

06

JEOVÁ SILVA SANTANA

Mestre

V

07

JOSÉ ASSIS SANTOS

Mestre*

III

08

MARIA BETÂNIA DA ROCHA OLIVEIRA

Mestre

IV

09

MARIA MARGARETE DE PAIVA E SILVA

Mestre

III

10

PEDRO ANTONIO GOMES DE MELO

Mestre*

III

11

RONALDO DE OLIVEIRA NOBRE LEÃO

Mestre

I

12

ROSÂNGELA NUNES DE LIMA

Mestre*

I

13

ROZINEIDE OLIVEIRA SILVA

Mestre

I

14

SORAYA FERNANDES DA SILVA

Mestre

IV

15

VITÓRIA RÉGIA COSTA

Mestre

IV



NOME

TITULAÇÃO

CAMPI

01

ANA LÚCIA DOS SANTOS SILVA BATISTA

Especialista

I

02

CARLINDO DE LIRA PEREIRA

Especialista

I

03

DELMA CRISTINA LINS CABRAL DE MELO

Especialista*

I

04

ERASMO SOARES DE ARAÚJO

Especialista

I

05

IRMA OLIVENSE DO CARMO

Especialista

I

06

JANE CLEIDE DOS SANTOS BEZERRA

Especialista*

I

07

JEAN MARCELO BARBOSA DE OLIVEIRA

Especialista*

III

08

JOSÉ ARISTAN DA SILVA MELO

Especialista

V

09

JOSÉ UEDISON NOMERIANO

Especialista

IV

10

MARIA IÊDA DE ALMEIDA B. FERNANDES

Especialista

I

11

MARIA LÚCIA LIMA DE MORAIS

Especialista

I

12

MARIA MADALENA B. DE MENEZES.

Especialista

I

13

MARIA VERÔNICA TAVARES NEVES

Especialista*

III

14

OLIVEIROS NUNES BARBOSA

Especialista

I

15

OTONIEL FELIZARDO DE SOUZA

Especialista

V

16

VÂNIA REGINA CAVALCANTE ASSUMPÇÃO

Especialista

I

17

WILMA MARIA NÒBREGA DE LIMA

Especialista

I

* doutorandos

* mestrandos

4.2 PERFIL DO FORMANDO DO CURSO DE LETRAS
O trabalho que está sendo desenvolvido no Curso de Letras da UNEAL passa por uma séria reflexão em relação ao tipo de profissional que se deseja formar. Para isso, precisamos considerar o tipo de homem e sociedade na qual está inserido. Sabemos que cada ser é único e tem seus próprios pensamentos, resultantes do processo sócio-político-cultural pelo qual ele perpassa. O conhecimento, no entanto, deverá partir do individual para o coletivo e, desta forma, atender a um modelo de sociedade democrática, solidária, tolerante e flexível. O profissional do Curso de Letras deverá ser uma pessoa que desenvolva sua capacidade intelectiva e criativa por meio da linguagem, considerada nas suas múltiplas funções, apreendida na diversidade das línguas e na produção literária; que seja capaz de encontrar soluções imediatas e, para isso, precisa ser integrado ao meio,

Para traçar o perfil desse profissional buscamos conhecer quem é o nosso aluno e quais são as expectativas que ele possui. Mediante o diagnóstico, vimos que esse aluno é originário de diversas regiões do Estado, possuindo, portanto, diferentes vivências. A formação anterior desses alunos pode ser considerada, de certo modo, insuficiente para alunos universitários, apesar de a maioria já atuar na área de educação. Este é um dos motivos pelos quais eles desejam ingressar na universidade: buscar conhecimentos que lhes dêem maior competência para continuar atuando em sua área.

O profissional do Curso de Letras é um instrumento fundamental para que a escola passe a exercer seu papel de promotora de integração social e formadora de opinião, auxiliando na construção de uma sociedade mais justa, mais humana, onde a cidadania seja vivenciada plenamente. Esse profissional, além de facilitador do processo de construção de conhecimento, deve atuar na formação da ética e da moral. Sua importância se dá, sobretudo pelo seu papel como estimulador do caráter crítico, questionador, investigador constante na busca de melhorias sociais; capaz de crescer e contribuir para o crescimento do outro.

4.3 COMPETÊNCIAS, HABILIDADES E ATITUDES.


O graduado em letras deverá ser capaz de contribuir na construção do leitor e produtor de textos, bem como na formação do cidadão dinâmico e criativo, consciente do seu papel para a construção de uma sociedade humana, justa e igualitária. Ao concluir o Curso, espera-se que o egresso saiba resolver problemas - uma vez que isto é considerado mais importante do que acumular informações.

O graduado em Letras é o profissional, capaz de atuar em áreas afins, e baseando-se no que dispõem as Diretrizes curriculares para os cursos de Letras (CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO, 2001a), esta proposta relaciona as seguintes competências e habilidades esperadas de um profissional de Letras:




  1. Domínio teórico e crítico dos componentes fonológico, morfossintático, léxico e semântico de uma língua;

  2. Capacidade de reflexão analítica e crítica sobre a linguagem como fenômeno psicológico, educacional, social, histórico, cultural, político e ideológico;

  3. Reconhecimento das variedades lingüísticas existentes e dos diferentes registros da linguagem;

  4. Domínio de diferentes noções de gramática;

  5. Conhecimento da estrutura e funcionamento de uma língua, nas perspectivas sincrônica e diacrônica;

  6. Domínio ativo e crítico de um repertório representativo de uma dada literatura;

  7. Visão crítica das perspectivas teóricas adotadas nas investigações lingüísticas e literárias;

  8. Preparação profissional atualizada, de acordo com a dinâmica do mercado de trabalho;

  9. Percepção de diferentes contextos interculturais;

  10. Domínio dos conteúdos básicos que são objeto dos processos de ensino e aprendizagem no ensino fundamental e médio;

  11. Domínio dos métodos e técnicas pedagógicas que permitam a transposição dos

Conhecimentos para os diferentes níveis de ensino.

  1. Conhecimento do processo de leitura/escrita para solucionar, com base científica, problemas de diversas áreas de conhecimento, tanto para liderar o processo quanto para participar em seu desenvolvimento;

  2. Capacidade para aplicar seus conhecimentos de forma independente e inovadora, acompanhando a evolução do setor e contribuindo na busca de soluções nas diferentes áreas de aplicação;

  3. Formação humanística, permitindo a compreensão das implicações e repercussões do seu trabalho no mundo e na sociedade.

É importante ressaltar que o Curso não somente enfatiza o estudo de Letras; ele enfatiza, principalmente, uma sólida formação básica.

O Curso sintonizado com o perfil almejado para seu egresso permite que este possua, entre outras competências:



  • Formar profissionais que tenham conhecimento, informações e experiência para se engajarem em atividades dos mais diferentes domínios, através de métodos e técnicas destinados a modelar, analisar e resolver problemas.

  • Incentivar o aluno a pensar por ele próprio, a buscar, a explorar com ética e senso crítico suas próprias habilidades intelectuais, criativas e empreendedoras na sua intervenção profissional dentro da sociedade.

  • Proporcionar uma visão crítica através de textos das literaturas, evidenciando as transformações das produções artísticas durante os séculos.

  • Continuar na carreira acadêmica ingressando em cursos de pós-graduação podendo desenvolver atividades de ensino e pesquisa na área de Letras.

5 - MARCO OPERACIONAL

O Curso de Letras, pautado na produção do conhecimento lítero-lingüístico, visará à formação do docente para atuar no Ensino Fundamental (2ª fase) e Ensino Médio. O docente oriundo do Curso de Letras poderá atuar como escritor, revisor, tradutor e ainda como assessor ou pesquisador em projetos ligados a essa área, dependendo das habilidades adquiridas ao longo do curso e/ou de sua aptidão para o exercício da profissão escolhida.
5.1 OBJETIVOS DE ESTUDO DO CURSO DE LETRAS
1. Desenvolver a competência comunicativa em língua portuguesa e suas respectivas literaturas; letras: língua inglesa e suas respectivas literaturas e língua portuguesa/francesa e suas respectivas literaturas; letras: língua espanhola e suas respectivas literaturas a partir de estudos em diversas perspectivas teóricas e práticas.

2. Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens relacionando textos e contextos, de acordo com as condições de produção, possibilitando uma leitura de mundo como forma de romper com o modelo de sociedade excludente.

3. Desenvolver habilidades em línguas estrangeiras modernas como instrumento de acesso à informação, ao mercado de trabalho e interação social.

4. Desenvolver habilidades em leitura e o empenho no uso da escrita e na produção literária, no sentido de romper com os paradigmas que intensificam a exclusão social.

5. Valorizar a produção científica dos docentes, criando e fortalecendo grupos de pesquisa.

6. Elaborar programas que favoreçam o intercâmbio com pesquisadores visitantes.

7. Usar os diversos sistemas lingüísticos numa perspectiva sócio-interacionista.

8. Propiciar ao discente, momentos de atuação como professora em salas de aula do Ensino Fundamental e Médio, compreendendo assim, a dinâmica escolar situada em um contexto sócio-político-econômico-cultural.

9. Detectar problemas teórico-metodológicos propondo alternativas da prática pedagógica a partir de projetos de intervenção nas instituições escolares ou de outras práticas interdisciplinares.

10. Proporcionar ao estagiário/graduando oportunidades de pesquisas educacionais através de observação e participação em escolas da comunidade, familiarizando-o com a proposta pedagógica desenvolvida nas diversas unidades de ensino e em diferentes contextos escolares.



  1. Sistematizar os aspectos teórico/práticos vivenciados em sala de aula e extraclasse, através de avaliações.

12. Desenvolver habilidades de planejamento de aulas de línguas e suas respectivas literaturas.
5.2 ATIVIDADES DE PESQUISA E EXTENSÃO
O parecer CNE 28/2001 (Conselho Nacional de Educação) define Estudos Independentes como outras atividades acadêmico-científico-culturais que poderão compor o currículo do graduando, além da carga horária estabelecida pela legislação. No Curso de Letras, os Estudos Independentes (Atividades Complementares) serão ofertados num total de 200 horas distribuídas ao longo do curso, ministrado sob a forma de encontros, mini-cursos, mesas redondas, palestras, seminários, oficinas e pesquisas de campo.

Também poderão constar, na experiência profissional, participação em monitoria e o desenvolvimento de projetos de pesquisas sob a orientação dos profissionais da instituição.

Considerando que a estrutura curricular envolve atividades complementares voltadas ao atendimento do perfil do discente e da realidade regional, devem ser desenvolvidas tarefas de extensão mediante realização de vários mecanismos visando ao aprofundamento ou reconhecimento dos conteúdos absorvidos e habilidades manifestadas durante o curso. Assim, vários espaços de aprendizagem extracurricular deverão ser implementados de modo a garantir a integralização do curso, tais como, seminários, simpósios, congressos e conferências, além de monitorias, estágios extracurriculares.

Os professores orientam e supervisionam alunos no exercício ou em desenvolvimento de atividades de monitoria, estágios e pesquisas, fomentando a realização de seminários e eventos de diversa natureza com outras entidades, trazendo professores de universidades nas áreas de seu conhecimento.

As experiências profissionais serão adquiridas durante e mesmo após a conclusão do curso, mas todas objetivando o atendimento a habilidades e competências reveladas pelo próprio aluno.

5.3 CURRÍCULO

Esta reformulação aponta algumas alterações na estrutura do Curso de Letras que buscam assegurar:


  • A qualidade do eixo norteador da universidade: ensino, pesquisa e extensão;

  • A sólida formação teórica;

  • A indissociabilidade entre a teoria e a prática;

  • A garantia de uma educação de qualidade;

  • A lógica das competências e habilidades;

  • A articulação entre as disciplinas e/ou áreas de conhecimento.

Para garantir a formação de professores com competência teórico-prática, a matriz curricular será organizada em regime periódico, distribuídos em 08 semestres, com duração mínima de 04 anos e uma carga horária mínima de 3200 horas, como recomenda a ANFOPE.

A indicação dos Estudos Independentes assegurará o núcleo interdisciplinar.

5.4 AVALIAÇÃO

Quanto à avaliação, esta constará de participação em atividades regulares, empenho e desempenho em sala de aula e extraclasse. Cada período será concluído com (02) duas avaliações, devendo o aluno obter como nota mínima 7,0(sete) em cada componente curricular, perfazendo um total de 14 (quatorze pontos) no cômputo geral. Ao final de cada período, o aluno terá direito à reposição de apenas uma avaliação em cada disciplina. Quanto ao exame final, o aluno terá direito a uma avaliação final se atingir média inferior a 7,0 (sete) e igual ou superior a 4,0 (quatro). Vale acrescentar que não haverá arredondamento de notas.

Em conformidade com a nova LDB, caso o aluno não consiga 75% de freqüência em cada disciplina, estará reprovado na mesma, independente dos rendimentos da avaliação.
5.5 FORMA DE INGRESSO

Conforme o regimento da FUNESA, a admissão ao Curso de Letras será feita mediante vestibular, processo eliminatório e classificatório (em uma única etapa, em dois dias de prova), equivalência, transferência e migração.

O candidato ao Curso de Letras deverá no ato de inscrição fazer a opção pela habilitação:


  • Letras/Língua Portuguesa e suas respectivas Literaturas

  • Letras/ Língua Inglesa e suas respectivas Literatura

  • Letras/ Língua Espanhola e suas respectivas Literaturas

  • Letras/Língua Portuguesa/ Francesa e suas respectivas Literaturas

Para a execução do concurso vestibular, deverão ser oferecidas as línguas portuguesa, inglesa, francesa e espanhola. A sua aplicação, a correção das provas, a classificação dos candidatos será de inteira responsabilidade da COMPROVE (Comissão Pró-Vestibular). Esta comissão é composta de professores selecionados em assembleia geral da instituição.

5.6 PRÁTICA PEDAGÓGICA

A Prática pedagógica será cursada a partir da primeira metade do curso sob forma de projetos interdisciplinares, destribuída entre as disciplinas do curso e com uma carga horária de 400 (quatrocentas) horas. Será trabalhada em conjunto com os professores das disciplinas Língua Portuguesa/Inglesa/Francesa/Espanhola e suas respectivas literaturas, Lingüística, Leitura e Produção de Textos, Libras e Didática. A prática poderá, também, ser vista através de encontros, mini-cursos, mesas redondas, palestras, seminários, oficinas e pesquisas de campo como referencial para subsidiar o estágio curricular supervisionado.
5.7 ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO
O Estágio Curricular Supervisionado será desenvolvido conforme Leis pertinentes e documento descutido e aprovado no fórum de estágio e os demais órgãos competentes. Terá início a partir da segunda metade do curso com uma carga horária de 400 (quatrocentas) horas. Estágio Curricular Supervisionado I iniciará no 6°. Período como pesquisa nas escolas campo de estágio com estudos, orientações, semininário e socializações. O Estágio Curricular Supervisionado II se desenvolve no Ensino Básico do 6° ao 9º ano e o Estágio Curricular Supervisionado III se desenvolve no Ensno Médio, sendo os estágios direcionados em dois momentos distintos: o estágio de observação (pesquisa) e de regência.

O estágio de observação é o momento em que o graduando vai à Escola, da rede pública e/ou particular, fazer um diagnóstico, considerando as concepções teóricas e pedagógicas que norteiam à práxis escolar observada. Esse diagnóstico, enquanto resultado do estágio de observação, será apresentado em forma de relatório que servirá como pressuposto para o projeto de estágio de regência.

O estágio de regência, enquanto projeto de intervenção, contribuirá para uma análise reflexiva da prática pedagógica escolar e deverá ser construído sob a orientação do professor supervisor de estágio – devendo o estágio de regência culminar com a entrega do relatório final, deste, constando considerações do percurso, das dificuldades e dos avanços alcançados, bem como uma proposta que contribua com os estudos da práxis educacional. Portanto, o Estágio Curricular Supervisionado deverá contribuir para a excelência de profissionais na educação, permitindo, assim, à universidade - através do graduando - fortalecer o vínculo universidade/comunidade.

5.8 TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO


O Trabalho de Conclusão de Curso-TCC - consiste na construção de uma Monografia ou de um Artigo Cientifico, isto é, uma pesquisa individual sobre uma temática de qualquer disciplina da matriz curricular, conforme as linhas de pesquisa efertadas pela Instituição de Ensino Superior-IES. O TCC visa propiciar aos alunos a oportunidade de demonstrar as competências e as habilidades adquiridas no curso como forma de estímulo à produção científica e ao aprimoramento da capacidade de interpretação, reflxeção, análise e crítica.
5.8 BIBLIOTECA
A biblioteca vem tendo seu acervo renovado, devendo ainda constituir-se em um centro informatizado a base de programas em "softwares" especificamente destinados ao referencial de obras de Línguas e Literaturas, sendo necessário prosseguir-se na tarefa de inclusão de obras básicas e complementares de cada disciplina da matriz curricular, revistas e periódicos, devendo as fontes para consulta serem disponibilizadas através de terminais de computador, inclusive através da Internet.

O horário de funcionamento da biblioteca deve ser o mais amplo possível, englobando os três turnos, inclusive aos sábados.

Deverá a Pró-Reitoria, o Colegiado de Curso indicar os responsáveis, a quem competirá estabelecer um perfil dinâmico da biblioteca, promovendo periodicamente lançamentos de livros, exposições e amostras. Competir-lhe-á, ainda, ouvida a comunidade acadêmica, a definição das prioridades quanto ao acervo.

6 - MARCO TEÓRICO

Diante desta sociedade marcada por grandes transformações sociais, políticas, econômicas e culturais, o Curso de Letras apresenta o desafio de oferecer uma educação de qualidade. Faz-se necessário observarmos essas transformações, pois, como podemos perceber, são consideráveis e afetam a nossa vida cotidiana, atingindo, dessa forma, a educação e o exercício profissional da docência. O que acontece hoje no Brasil é mais facilmente entendido se levarmos em consideração o que está acontecendo como tendência mundial.



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