Guia de especialidades



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GUIA DE ESPECIALIDADES

AS ESPECIALIDADES E VOCÊ
Quantas vezes ouvimos alguém dizer que gostaria de ter aprendido tal ou qual coisa ou de ter adquirido essa ou aquela habilidade, mas que deixou de fazê-lo porque nunca teve oportunidade ou porque jamais conheceu alguém que o estimulasse naquela direção.

Você -lobinho, lobinha, escoteiro, escoteira, sênior ou guia - é um privilegiado!

Escolha que coisas você quer aprender, que habilidades você deseja adquirir, discuta o assunto no âmbito da Alcateia ou da Tropa e ... CONQUISTE MAIS UMA ESPECIALIDADE!

Os escotistas da Alcateia, ou da Tropa, saberão orientá-lo na conquista, para que você não seja mais um a se queixar, no futuro, que não lhe ofereceram as oportunidades ou que não o estimularam para que você pudesse desenvolver todas as suas aptidões.


O QUE É UMA ESPECIALIDADE?
Uma especialidade é um conhecimento ou uma habilidade particular que se possui sobre um determinado tema.

Dispor de tempo, estudar muito e dedicar-se com afinco são condições necessárias para que alguém se torne um especialista. Mas quase sempre existe um ponto de partida, geralmente uma pessoa ou um conjunto de circunstâncias, que nos estimulam numa determinada direção.

As Especialidades que propomos a você pretendem ser esse ponto de partida, estimulando a obtenção e o exercício de habilidades em torno de um ponto específico, ajudando-o a desenvolver novas aptidões, motivando a exploração de novos interesses e, como consequência, ajudando-o a se tornar uma pessoa mais bem preparada para enfrentar a vida.

Na realidade, a conquista de uma Especialidade não faz de você um especialista, até porque estamos mais interessados no esforço que você desenvolve para conquistar uma Especialidade do que nos conhecimentos e habilidades que você adquire; mas pode ser um bom começo.

Você poderá ter contato com os mais variados temas para, mais tarde, eleger aquele ou aqueles em que você efetivamente vai querer se especializar, quem sabe até definindo sua futura profissão. Nada mal, não é mesmo?

Portanto, mãos à obra! Aproveite essa oportunidade e circule intensamente pelo fascinante mundo das Especialidades!


AS ESPECIALIDADES SÃO VOLUNTÁRIAS, INDIVIDUAIS E SE DESENVOLVEM DE MODO FLEXÍVEL.
No Movimento Escoteiro, os jovens são incentivados a desenvolver e conquistar Especialidades, mas a decisão de fazê-lo é inteiramente voluntária.

Você decide se quer conquistar Especialidades, da mesma maneira como você também decide qual é o melhor momento pare fazê-lo.

Também é você quem decide que Especialidades você quer conquistar. Neste Guia, você encontrará uma série bastante grande de sugestões e ideias para a conquista de Especialidades, mas nada impede que você tenha outros interesses ou aptidões que não estejam incluídas no Guia.

Isso não tem nenhuma importância.

Qualquer um dos seus interesses ou aptidões pode ser convertido numa Especialidade (mais adiante, vamos explicar como isso acontece); depois que isso acontecer, isto é, depois que você houver criado, corm a ajuda da Alcateia ou da Tropa, a "sua" Especialidade, ela até poderá ser incorporada a uma próxima edição deste Guia, enriquecendo-o e servindo de orientação e estímulo para outros que, como você, se interessam pelo mesmo assunto.

As Especialidades devem ser desenvolvidas individualmente, embora nada impeça que você e mais um pequeno grupo de amigos (ou, até mesmo, toda a Matilha ou Patrulha), tenham um interesse comum e, por isso, decidam conquistar, ao mesmo tempo, uma determinada Especialidade.

Mesmo que isso aconteça, cada um trabalhará segundo seu próprio ritmo, desenvolverá seus próprios esforços e, é claro, conservará a liberdade de, a qualquer tempo, desistir do empreendimento, se perceber, num determinado ponto da caminhada, que perdeu o interesse pelo assunto ou se acontecer qualquer outra coisa que o impeça de prosseguir.

Como é um trabalho individual, a conquista de uma Especialidade não se inclui na programação da Alcateia ou da Tropa.

Você deve dedicar à conquista de Especialidades um tempo adicional, que não o afaste das atividades normais da Seção, com as quais você está comprometido.

Assim como está comprometido com as atividades normais da Alcateia ou da Tropa, você também tem outros compromissos, com os estudos, com as atividades que pratica, com o repouso, com o convívio familiar e com o lazer.

A conquista de uma Especialidade não deve criar problemas para o atendimento de nenhum desses compromissos e, por isso, você deve saber distribuir o tempo. Para distribuir seu tempo de maneira equilibrada, NÃO TENHA PRESSA!

Dependendo do tema escolhido e de sua complexidade, dos seus conhecimentos anteriores sobre o assunto, da maior ou menor habilidade que você tenha para desenvolver essa ou aquela habilidade e de sua própria disponibilidade, o tempo para a conquista de uma Especialidade pode variar bastante.


QUANDO VOCÊ PODE CONQUISTAR UMA ESPECIALIDADE?
Depois da Cerimônia de Integração você pode começar a conquistar especialidades, não existe nenhuma limitação para o número de Especialidades que você pode conquistar em cada uma dessas etapas.

Se existe um assunto a respeito do qual você tem um certo interesse e se você acha que está com tempo disponível para assumir mais esse compromisso, sem prejuízo dos seus outros afazeres, na Alcateia ou na Tropa, na escola, em casa ou em qualquer outro lugar, vá em frente!

Quando se trata de aprender alguma coisa, de adquirir alguma habilidade, de desenvolver, enfim, uma aptidão, qualquer hora é hora. O saber não ocupa espaço, e a mente humana é como um para-quedas: só funciona bem se estiver aberta!
E SE VOCÊ NUNCA TEVE CONTATO COM UM TEMA ?
Mesmo que nunca tenha tido contato com um assunto, você pode escolhê-lo como tema para a conquista de mais uma Especialidade.

Para tornar isso possível, os requisitos para a conquista de cada Especialidade foram estabelecidos em níveis progressivos, que não têm nenhuma relação com o Ramo em que você se encontra.

Independente de você ser um lobinho ou uma lobinha, um escoteiro ou uma escoteira, um sênior ou uma guia, é o seu grau de conhecimento anterior sobre o assunto, bem como a profundidade com que você pretenda desenvolvê-Ia, que vai determinar em que vel você vai conquistar tal Especialidade.

Assim, se você ignora completamente o tema envolvido em uma Especialidade, mas deseja conquistá-Ia, você pode trabalhar, inicialmente, sobre os requisitos mais simples, isto é, aqueles que constituem a base de conhecimentos mínimos que você deve adquirir para conquistar tal especialidade.

Uma vez atendidos esses requisitos, você terá conquistado a Especialidade no Nível 1, e poderá decidir depois se quer prosseguir no atendimento a outros requisitos da mesma especialidade, para conquistar seu Nível 2, ou se a conquista do vel 1 já foi suficiente para atender sua expectativa.

Da mesma forma, depois de conquistar o Nível 2, você decidirá se quer buscar os requisitos restantes, pare alcançar o vel 3, ou se vai parar no vel 2.

Por outro lado, se você já tem alguma intimidade com o assunto e se considera possuidor daqueles conhecimentos mínimos exigidos para a conquista do Nível 1 de uma Especialidade, você pode perseguir, logo de uma vez, requisitos mais avançados, que lhe permitam conquistar o vel 2 da mesma Especialidade ou, até, seu Nível 3, independentemente do Ramo em que você se encontra.

Para facilitar o controle de sua progressão, o número de requisitos para a conquista de cada Especialidade é, sempre, um múltiplo de três.

Uma vez completado um terço desses requisitos, você terá conquistado o Nível 1; ao completar os dois terços, você terá conquistado o vel 2 e, finalmente, depois de atender à totalidade dos requisitos, você terá conquistado o Nível 3.

E o melhor de tudo é que é você, em contato com o adulto que o estará ajudando em sua conquista, quem vai decidir a ordem em que os requisitos devem ser atendidos!

Como as Especialidades são conquistas que você alcançou por meio do seu esforço pessoal, você as conserva mesmo quando muda de Ramo.

Assim, se você foi ou é lobinho e, nessa condição conquista, por exemplo, os veis 1 e 2 de uma determinada Especialidade, a qualquer tempo, mesmo como escoteiro ou como sênior, você poderá atender aos requisitos ainda não atendidos dessa mesma Especialidade e conquistar, então, seu Nível 3.


UM ESCOTISTA NÃO É UM "DR. SABE TUDO"!!!
Os escotistas de sua Alcateia ou de sua Tropa conhecem uma variedade muito grande de assuntos; afinal de contas, eles têm a responsabilidade de auxiliá-lo em seu desenvolvimento, e isso exige que eles se esforcem por conhecer muitas coisas.

Mas nenhum deles é o Dr. Sabe-Tudo, e há de chegar um momento em que você se interessará por uma Especialidade que seja desconhecida para todos eles.

Da mesma maneira, pode acontecer que, mesmo que um deles domine o assunto que você elegeu para a conquista de uma Especialidade, nenhum deles tenha tempo disponível para orientá-lo em sua conquista.

ada disso impede que você seja atendido em seu desejo de conquistar uma Especialidade. Depois que você manifestar esse desejo, os escotistas saberão encontrar alguém, dentro ou fora do Movimento Escoteiro, que o oriente, como instrutor ou examinador da Especialidade.

Um instrutor ou examinador de Especialidade é aquela pessoa - escotista ou não - que foi designada pelo responsável pela Seção para apoiá-lo no desenvolvimento de uma Especialidade.

Evidentemente, essa pessoa foi designada porque conhece o assunto e pode, de fato, ajudá-lo em sua caminhada. Os escotistas da Alcateia ou da Tropa a conhecem muito bem, sabem de suas qualificações e sabem, também, que ela está disposta a colaborar nesse trabalho; por isso confiam nela e têm a certeza de que o contato com essa pessoa será muito proveitoso para você.

Uma vez escolhido o tema e designado o instrutor ou examinador que vai apoiá-lo, é com ele que você vai negociar sobre os objetivos da Especialidade, sobre as ações que serão desenvolvidas e sobre os requisitos que você deverá satisfazer para que a conquista se concretize.

Mesmo que você tenha optado por uma Especialidade que já conste desse Guia e cujos requisitos já estejam, portanto, definidos, é conveniente repassá-los com seu instrutor ou examinador, levando em conta sua situação particular.

Os requisitos, assim como as ações e os objetivos, delimitam o grau de conhecimentos ou habilidades que você deve adquirir, em cada um dos Níveis, mas devem ser considerados como uma espécie de referência, podendo ser ajustados e adaptados, levando em conta as diferenças geográficas, culturais, sociais, econômicas e outras, próprias do ambiente em que você vive.

O bom critério do instrutor ou examinador que o está orientando saberá distinguir entre o que você pode ou não pode alcançar.


AS ESPECIALIDADES PERMITEM APRENDER, FAZER E SERVIR
Quando você decide conquistar uma Especialidade é porque está disposto a reunir informações sobre um determinado assunto (aprender), a pôr em prática algumas habilidades relacionadas com o tema (fazer) e a prestar algum serviço onde possa aplicar esses conhecimentos e habilidades (servir).

Assim, independentemente do Nível que você se considera capaz de conquistar, você deve selecionar requisitos que lhe permitam aprender, fazer e servir.

Para fazer coisas, você deve possuir um mínimo de informações prévias, isto é, você deve, antes de mais nada, aprender alguma coisa.

Seu instrutor ou examinador vai estimulá-lo a buscar esses conhecimentos, usando como motivação para essa busca as coisas que você será capaz de fazer, depois de aprender.

Normalmente, o instrutor ou examinador não vai ensinar nada a você, mas vai orientá-lo para que você descubra o assunto e aprofunde seus conhecimentos; excepcionalmente, e somente quando essa busca de informações por você mesmo não se mostrar suficiente, ele poderá lhe transmitir alguns conhecimentos complementares.

Depois de aprender e de fazer coisas, você deve colocar seus conhecimentos e habilidades a serviço do próximo, isto é, procurar fazer com que tudo aquilo que você aprendeu e praticou seja útil e atenda a uma necessidade de alguém.

Embora as Especialidades não se relacionem diretamente com sua progressão pessoal, elas representam crescimento e, no Movimento Escoteiro, Crescer é igual a ser mais útil, ser mais participante, ser mais responsável.

Os Ramos de Conhecimentos

Tudo aquilo que o homem "sabe", ou pode vir a saber, se enquadra, ou pode ser enquadrado, em um determinado conjunto a que denominamos
RAMOS DE CONHECIMENTOS.
Um desses Ramos de Conhecimento inclui todos os assunto de natureza científica ou tecnológica e cobre temas que vão desde a agricultura até a cibernética; como o desenvolvimento científico e tecnológico parece não ter fim, é impossível estabelecer um limite para os temas que, no futuro, poderão ser incluídos no Ramo de

Conhecimentos denominado CIÊNCIA & TECNOLOGIA. A esfera armilar e o microscópio representam este Ramo de Conhecimento.

Mas o ser humano, felizmente, não se interessa apenas por conhecimentos científicos e tecnológicos. As manifestações artísticas e outras relacionadas com os mais variados aspectos da natureza, cultural também atrai nossa atenção e, assim, os conhecimentos relacionados com essas manifestações, como a fotografia, a dança, a música, a pintura, a escultura e diversas outras, como o conhecimento das religiões, da história, e do folclore, estão incluídos no ramo de conhecimentos denominado CULTURA, que é representando por um Livro Aberto e a Palheta do Pintor.

o interesse do homem pelas atividades físicas que o ajudam a preservar sua saúde, a melhorar sua qualidade de vida e a superar a si próprio justificam seu envolvimento em atividades relacionadas com a pratica desportiva, individualmente ou integrando equipes. Os temas relacionados com essa prática se incluem no ramo de conhecimentos a que denominamos DESPORTOS. Para representá-Io foram escolhidos os Aros Olímpicos e a Taça Jules Rimet, que o Brasil conquistou em caráter definitivo ao se tornar, em 1970, o primeiro tricampeão mundial de futebol.

Embora qualquer Especialidade possa ser útil ao próximo, um outro Ramo de Conhecimentos envolve aquelas que se voltam, por excelência, para a prestação de um serviço de qualquer natureza ao nosso semelhante, em todos os campos da atividade humana, incluindo a saúde, a religião, as tarefas de natureza doméstica ou comunitária e outras formas de servir. É o Ramo de Conhecimentos a que denominamos SERVIÇOS, representado pela Cruz e Pá de Pedreiro.

Finalmente, existe um Ramo de Conhecimentos que se relaciona mais diretamente com as habilidades requeridas para a vida ao ar livre e que os participantes do Movimento Escoteiro devem ser estimulados a desenvolver, em seu próprio proveito e no interesse da Alcateia, da Matilha, da Tropa ou da Patrulha que integram. As Especialidades com tais características se situam no Ramo de Conhecimentos das HABILIDADES ESCOTEIRAS, que é representado por um Nó de Escota duplo.

As Especialidades incluídas neste Guia estão distribuídas e são apresentadas dentro de capítulos que se referem, cada um deles, a um desses Ramos de Conhecimentos.
CRIANDO UMA NOVA ESPECIALIDADE
Dissemos antes que você não precisa limitar seus interesses às Especialidades que já aparecem neste Guia. Você pode criar outras, seguindo um roteiro bastante simples.
1° passo: Identificando um interesse

Como todo jovem, você é curioso e tem vontade de estar sempre aprendendo coisas novas. Admitamos que, num determinado momento, você se interessa por um tema que nunca ninguém pensou em converter em Especialidade, mas que você acredita que poderia resultar em uma Especialidade interessante .

Para fazer com que a Alcateia ou a Tropa perceba seu interesse, discuta o problema

com os companheiros de Matilha ou de Patrulha, procure apresentá-lo em uma Roca do Conselho ou em uma reunião da Corte de Honra.

Converse com os escotistas da Seção e, quando tudo estiver um pouco mais claro, desse processo de discussão deve resultar no nome da nova Especialidade e o seu enquadramento em um dos Ramos de Conhecimentos.
2° passo: Definindo os requisitos

Uma pessoa que conheça o assunto - e que provavelmente acabará sendo designada para atuar como seu instrutor ou examinador - poderá auxiliar a Alcateia ou a Tropa a definir os requisitos para a conquista dessa nova Especialidade.

É muito importante que essa definição se faça mediante um processo bastante amplo de discussão e de negociação, para que todos tenham a certeza de que, depois que tudo isso estiver terminado, você terá efetivamente conquistado uma Especialidade, trilhando o árduo caminho do aprender, do fazer e do servir. Não se esqueça de que o número de requisitos deve ser um múltiplo de três.
3° passo: Conquistando a Especialidade

Depois de percorridos os dois passos anteriores, está definida uma Especialidade de Seção, e sua conquista não difere em nada da conquista de qualquer outra Especialidade.

Evidentemente, espera-se que você, como autor da proposta, seja o primeiro na Alcateia ou na Tropa a conquistar a nova Especialidade, mas nada impede que alguns dos seus companheiros ou companheiras se empolguem pela proposta e também decidam conquistá-la.
4° Passo: Propondo a inclusão da Especialidade no Guia de Especialidades

Depois que você houver completado a conquista, pelo menos, do Nível 1 da Especialidade que você mesmo propôs, é hora de sugerir sua inclusão no Guia de Especialidades, de modo a permitir que, em outros pontos do Brasil, qualquer lobinho, lobinha, escoteiro, escoteira. sênior ou guia possa tirar proveito da ideia.

Por meio do Grupo Escoteiro (ou diretamente, quando se tratar de uma Seção Escoteira Autônoma), a Alcateia ou a Tropa enviará a proposta ao Escritório Nacional, que a submeterá à apreciação da ENAP - Equipe Nacional de Atualização Permanente do Programa.

Depois de examinar o assunto, introduzindo as modificações que se fizerem necessárias, a ENAP - Equipe Nacional de Atualização Permanente do Programa restituirá a proposta ao Escritório Nacional, para que seja amplamente divulgada e incluída na próxima edição deste Guia.

Se, por qualquer motivo, a proposta for rejeitada pela ENAP - Equipe Nacional de Atualização Permanente do Programa, o Escritório Nacional informará as razões da rejeição e nenhum outro jovem deve investir tempo e esforço na conquista daquela Especialidade, mas conservam o direito de utilizar o distintivo correspondente todos aqueles que já a conquistaram, embora não possam pleitear prosseguir na busca dos requisitos necessários para a conquista de outros Níveis.
A CONQUISTA DAS ESPECIALIDADES É RECONHECIDA PELA OUTORGA DE DISTINTIVOS E CERTIFICADOS
Atendidas as exigências formuladas no GUIA DE ESPECIALIDADES, a Diretoria do Grupo, por proposta do Chefe de Seção, conferirá ao lobinho, ao escoteiro ou ao sênior o direito de usar distintivos de Especialidades.

Os distintivos de Especialidades são bordados sob a forma de sextavado, com 4 em de largura, com fundo em amarelo para o Nível 1, verde para o Nível 2 e grená para o Nível 3, trazendo no alto o nome da especialidade, na parte central o desenho correspondente, e no fundo, em marca d ' água, a representação do Ramo de Conhecimentos ao qual a especialidade está vinculada. Na parte de baixo do distintivo consta a denominação ESCOTISMO.

Os Lobinhos, Escoteiros e Seniores utilizarão no traje ou uniforme apenas o distintivo de Nível mais elevado de cada Especialidade conquistada. Os distintivos de Especialidades correspondentes aos Ramos de Conhecimentos Habilidades Escoteiras e Servos são usados na manga esquerda da camisa do uniforme ou traje escoteiro, sendo os demais usados na manga direita.

Além do distintivo você receberá, para cada Especialidade conquistada, um certificado assinado pelo seu instrutor ou examinador de especialidade e pelo escotista responsável pela Tropa ou Alcateia, especificando, além do nome da Especialidade, o Nível em que se deu a conquista.


E AGORA ... VAMOS TRABALHAR !
Você já recebeu todas as orientações essenciais sobre o assunto "Especialidades" .

No restante deste Guia, estão relacionados os requisitos a que você deve atender para conquistar cada uma das Especialidades já existentes.

Por outro lado, você também já foi orientado sobre a criação das Especialidades de Seção, que lhe permitirão ampliar, sem qualquer limitação, o número das Especialidades que você pode conquistar.

Daqui para frente, a iniciativa é sua.

Nós criamos as condições para que, no futuro, sua voz não se junte à dos que lamentam não terem aprendido alguma coisa ou não terem desenvolvido uma certa habilidade. É sua, a decisão de encarar o desafio das Especialidades!

ESPECIALIDADES



1. ACAMPAMENTO (HABILIDADES ESCOTEIRAS)

Pré-requisitos: Ter acampado com a seção ou Patrulha por um mínimo de seis noites para o Nível 1; 12 noites para o Nível 2; e 18 noites para o Nível 3.

1. Montar, desmontar, dobrar e acondicionar uma barraca.

2. Escolher a técnicas de conservação de uma barraca, executando pequenos reparos.

3. Escolher locais seguros para montar uma barraca.

4. Explicar os cuidados a adotar em casos de temporais e alagamentos.

5. Cuidar e tratar do lixo quando em acampamento.

6. Montar um canto de patrulha, considerando o padrões de acampamento e com auxilio da Patrulha.

7. Cozinhar uma refeição simples individual em fogo de lenha, sem utilizar utensílios de cozinha.

8. Fazer pelo me no cinco pioneirias diferentes e úteis em acampamento, utilizando amarras.

9. Acampar por três noites sem utilizar barraca, dormindo em abrigo natural ou em saco de dormir especial para o relento.

10. Orientar-se por meio de cartas topográficas, com e sem emprego de bússola.

11. Improvisar barraca, mochila, espeques, esteios e artigos semelhantes, utilizando-os durante um acampamento ou jornada.

12. Demonstrar uso dos seguintes nós e voltas: de correr, escota duplo, em oito, balsa pelo seio, arnês, fiel, ribeira, redonda com cotes e do salteador.

13. Demonstrar os cuidado para com o material necessário para um acampamento.

14. Elaborar um cardápio e lista de gêneros para as refeições da Seção durante um acampamento e uma jornada, ambos com duração igual a um fim de semana.

15. Acondicionar os gêneros alimentício para um acampamento e uma jornada.

16.Preparar o material individual para um acampamento e para uma jornada, ambos com duração igual a um fim de semana.

17. Fazer um projeto de um acampamento suspenso, listando o material necessário, custos e os aspectos de segurança, e executá-lo.


2. ADMINISTRAÇÃO (SERVIÇOS)

1. Estar familiarizado com métodos e processos administrativos, tais como: reengenharia, qualidade total, just in time, etc,

2. Entender a necessidade da administração do tempo em sua vida pessoal, demonstrando um alto nível de organização nas tarefas individuais,

3. Compor o organograma do Escotismo Mundial, em todos os seus níveis. apresentando-o à Seção.

4. Visitar uma empresa de qualquer ramo de atividade e apresentar ao examinador um relatório que permita determinar sua linha de produção, de comercialização ou de prestação de serviços.

5. Montar um projeto de aplicação de sua economia pessoais para um período de seis meses.

6. Apresentar um projeto de crescimento qualitativo e quantitativo da Seção, especificando:


  • Como pode colaborar efetivamente;

  • Metas e prazos determinados.

7. Compreender e elaborar demonstrativos financeiros simples.

8. Conhecer o funcionamento e a importância da Boi a de Valores no Brasil e no mundo, estando familiarizado com os termo correspondentes, tais como: IBO E PA, mercado futuro, day trade, blue chips e outros.

9. Montar um projeto de constituição de uma empresa fictícia de qualquer ramo, especificando: área de atuação, recursos necessário, projetos iniciais, metas e prazos; discutir com o examinador suas ideias de marketing e propaganda a serem utilizados no projeto.


3. AEROMODELISMO (CIÊNCIA & TECNOLOGIA)

1. Demonstrar quais os materiais empregados na construção de um aeromodelo e como deve ser a técnica utilizada.

2. Construir um planador lançado à mão que voe pelo menos cinco segundos, na melhor de três tentativas.

3. Construir um planador lançado a cabo (no máximo 50 metros) que voe pelo menos quinze segundos, na melhor de três tentativas.

4. Construir um modelo a elástico que voe pelo menos sete segundos, na melhor de três tentativas.

5. Operar um modelo U-Control (Vôo circular) ou R-Control (rádio controlado) com segurança e precisão.

6. Ter participado de pelo menos um torneio de aeromodelismo, com atuação destacada.

7. Construir um avião em dobradura de papel e fazê-lo voar.

8. Construir uma pipa, com no mínimo um metro de envergadura e elevá-ia a uma altura de mais de 25 metros.

9. Construir e apresentar à Seção uma miniatura de um avião ou foguete, importante para a história da aviação, construída de qualquer tipo de material (madeira, papel, metal, EPS, etc.).

10. Construir uma réplica em escala de uma aeronave importante para a história, utilizando técnicas de dobradura e colagem de papel.

11. Montar um modelo simples que reproduza os principais componentes da estrutura interna das asas, ou da fuselagem, ou da empenagem de uma aeronave de pequeno porte utilizando apenas material reaproveitado.

12. Projetar e construir, com o auxílio da Patrulha, um modelo de aeronave utilizando unicamente as técnicas de construção com nós e amarras, contendo fuselagem, asas, empenagem, manche e pedais, tamanho suficiente para ser carregado pela Patrulha alojando em seu interior um piloto.


4. AGRICULTURA (SERVIÇOS)

1. Preparar a terra, na presença do examinador, para um pequeno plantio (duas verduras).

2. Explicar as diferenças entre fruta e verdura, fazendo urna lista dos produtos e manejar dos seguintes instrumentos de trabalho: pá, enxada, ancinho e colher de jardineiro.

3. Realizar um processo de germinação e o transplante de urna planta.

4. Listar verduras e frutas que e plantam e consomem em maior quantidade em sua comunidade.

5. Explicar o que é agronomia, agricultura, fruticultura, horticultura, floricultura e hidroponia.

6. Conhecer de forma geral as máquinas agrícolas tradicionais e modernas, utilizando-as no processo produtivo de um cultivo qualquer.

fazer urna apresentação sobre a importância da agricultura no Brasil.

7. Cooperar nas tarefas de lima fazenda durante pelo menos cinco dias, à razão de sei horas diárias.

8. Desenvolver urna horta, utilizando a hidroponia.

9. Verificar os níveis de desgaste da terra e conhecer as razões de recuperação, pelo manejo e remanejo de plantio.

10. Mencionar as pragas, enfermidades, insetos e parasitas que afetam os cultivos da região, indicando medida corretiva naturais.

11. Ter conhecimento, adquirido pela prática dos seguintes trabalhos: arcar, semear, transplantar, cultivar, regar, irrigar, ceifar, colher, secar, encinzar, trilhar, ensacar, etc., de acordo com os costumes da região, com a práticas da agricultura local e com os equipamentos existentes.

12.Conhecer os modo de manter a terra fértil- adubagem (fertilizantes químicos e naturais), rotação das cultura etc. - e quando utilizá-Ias.

13. Conhecer plantas medicinais da região e seu uso.


5. ALFABETIZAÇÃO (SERVIÇOS)

1. Conhecer a importância da alfabetização para um país.

2. Conhecer métodos de alfabetização para adultos e crianças.

3. Integrar um grupo de alfabetização voluntário de sua comunidade, ajudando na preparação de material, ensinando leitura e aplicando atividades recreativas.

4. Organizar uma campanha de arrecadação de livros entre familiares e vizinhos para montar uma biblioteca e doá-I os aos alfabetizadores.

5. Organizar sessões de leitura de textos em sua família e grupo de amigos, seguindo-se a análise comentada dos textos lidos.

6. Elaborar um relato de sua experiência ao participar de lima equipe de alfabetização e apresentá-Ia à seção.

7. Conhecer a organização de uma campanha de alfabetização em sua comunidade, colaborando com sua realização.

8. Capacitar-se como alfabetizador voluntário.

9. Organizar uma campanha de alfabetização destinada a um mínimo de duas pessoas, durante um período de três meses, em sua comunidade.



6. ALMOXARIFADO (HABILIDADES ESCOTEIRAS)

1. Demonstrar noções básicas do funcionamento de um almoxarifado.

2. Selecionar corretamente o material para um acampamento da seção.

3. Visitar um almoxarifado de um órgão público ou empresa privada entrevistando seu responsável, para conhecer a importância e a responsabilidade da função.

4. Encarregar-se do material da seção durante um acampamento de final de semana.

5. Administrar o almoxarifado da seção por um período mínimo de três meses.

6. Organizar um cadastro de fornecedores do material utilizado pela Seção.

7. Realizar o inventário do material da seção, efetuando um levantamento do valor em moeda corrente, para o caso de ser necessária a substituição de qualquer item.

8. Executar a manutenção apropriada no material de campo da seção,

9. Organizar o processo de controle de estoque do material utilizado pela seção.



7. ANIMAÇÃO DA FÉ (SERVIÇOS)

Pré-requisito: Ser adepto praticante de uma religião.

1. Frequentar com assiduidade e interesse as celebrações de sua religião.

2. Relatar os principais preceitos da religião que professa e demonstrar que os está cumprindo, consideradas as condições de sua idade.

3. Reconhecer e explicar os significados dos principais símbolos de sua religião.

4. Explicar para sua seção como é a forma de aproximação com o ser superior em sua religião (oração/prece/louvor/meditação/ponto/mantra/etc.) e dar alguns exemplos.

5. Demonstrar que sabe cantar pelo meno três músicas (cânticos/hino /pontos/ louvores/ etc.) dentre as utilizadas frequentemente em momento de expressão coletiva de sua religião.

6. Participar ativamente de uma celebração em sua comunidade religiosa, como organizador, leitor, músico, cantor ou em outra função própria de sua religião.

7. Conhecer alguns textos de sua religião e encontrá-los nos livros sagrados ou em outras fontes de consulta apropriada.

8. Apresentar para o examinador a origens e a história de sua religião.

9. Correlacionar os artigo da Lei Escoteira ou do lobinho com os seus princípios religiosos e discuti-los com a chefia.

10. Pesquisar e promover um debate com a sua patrulha ou Seção sobre a relação entre a intolerância religiosa e conflitos atuais no Brasil e no Mundo.

11. Realizar uma pesquisa sobre ao menos 4 religiões, apontando suas similaridades e apresentando o resultado a seção,

12. Conhecer vulto de uma confissão religiosa que sejam exemplo de vivência dos valores expressos na Lei do Lobinho ou na Lei Escoteira.

13. Dirigir os momentos de reflexão / expressão de fé em pelos menos três atividades da sua seção, utilizando textos, dinâmicas, orações/preces e música apropriada.

14. Participar de pelo menos uma ação social realizada por sua comunidade religiosa, na qual se pratica uma boa ação para com o, semelhante.

15. Demonstrar esforço para ampliar sua formação religiosa, participando de iniciativas proporcionadas por sua comunidade religiosa.


8. AQUARIOFILIA (CIÊNCIA & TECNOLOGIA)

1. Listar os componentes de um aquário e descrever o processo de sua montagem;

2. Explicar a diferença entre termos tato e termômetro;

3. Citar os diferentes tipos de filtros e oxigenadores, apresentando-os através de figuras, fotos ou desenhos;

4. Identificar 10 espécies diferentes de peixes de água doce e 10 de água salgada, apontando inclusive as diferenças entre machos e fêmeas, caso existam;

5. Elaborar e apresentar uma ficha contendo nome, nome científico, comprimento máximo, tipo de reprodução, ph mais adequado, comportamento, temperatura ideal da água, forma mais comum de convívio e origem de cinco espécies diferentes de água doce e cinco de água salgada;

6. Identificar cinco espécies de plantas ou inverte brados marinhos;

7. Listar cinco espécies de peixes mais adequadas para um aquário de água doce do tipo comunitário e um do tipo agressivo;

8. Listar no mínimo três doenças que afetam os peixes de aquários, listando também suas causas, informando a forma de medicar e o método preventivo adequado para cada uma delas;

9. Tirar cria de qualquer espécie de água doce, apresentando um pequeno histórico de desenvolvimento de um casal e dos seus filhotes;

10. Montar a estrutura de vidro e um sistema elétrico para um aquário de água doce de no mínimo 30 litros;

11. Montar um sistema elétrico para um aquário de 30 litros;

12. Explicar quais as possíveis consequências de introduzir uma espécime, seja ela peixe, crustáceo ou planta em um habitat estrangeiro (outro estado ou pais).


9. AQUICULTURA (SERVIÇOS)

1. Demonstrar interesse pelo cultivo dos sere, que habitam os mares, rios e lagos, tanto para a reprodução destinada ao consumo como para a manutenção do ecossistema.

2. Conhecer os cuidados básicos exigido pela espécie de aquicultura a que se dedica.

3. Conhecer as modalidades de cultura e os métodos mais aplicados, pesquisando sobre os mais utilizados em sua região.

4. Manter uma criação, durante um período adequado à espécie a que se dedica, e fazer um prato para ser degustado pela Seção.

5. Conhecer os sistemas de alimentação, reprodução, prevenção de doenças e tratamento de águas ou condições de clima e correnteza.

6. Visitar uma aquicultura e elaborar relatório para apresentação à Seção, destacando os beneficias resultantes para a comunidade local.


10. ARCO E FLECHA (DESPORTOS)

1. Elaborar um trabalho escrito sobre Arco e Flecha, citando sua origem, evolução histórica e características.

2. Apresentar para a seção um trabalho sobre a regulamentação da prática do arco e fecha como atividade esportiva.

3. Demonstrar todos os tipos de Arco , tipos de Flechas, tipos de pontas e tipos de Competição.

4. Demonstrar conhecimento sobre ancoragem, postura, nomenclatura e medidas envolvidas no esporte.

5. Ter conhecimento da regras de segurança para manejar um Arco e Flecha.

6. Explicar o que faz a Associação acional e Internacional de Arco e Flecha e o tipo de competições desse esporte.

7. Ter conhecimento prático de Arco e Flecha mediante Curso de tiro com Arco e Flecha com prática mínima ele 6h. Este item é obrigatório para qualquer nível onde se conquiste itens que vão além ela teoria fazendo uso do Arco e Flecha.

8. Participar de uma prova simulada de tiro de Arco e Flecha com pontuação mínima: sendo 50% das flechas pontuando a 10 metros- Alvo FITA ou IFAA e 30% das flechas pontuando a 15 metros - Alvo FITA ou IFAA. E se item só poderá ser efetuado, após Curso de Tiro com Arco e Flecha conforme item 07.

9. Participar de prova com monitoramento de Juiz habilitado, item esse que só poderá ser efetuado mediante participação anterior em uma Competição de Tiro de Arco e Flecha conforme item 08.



11. ARQUEOLOGIA (CIÊNCIA & TECNOLOGIA)

1. Demonstrar, com o auxilio de fotos, figuras, ilustrações, o que é arqueologia e qual a sua importância para o mundo de hoje.

2. Identificar em um mapa do Brasil as principais zonas arqueológicas e como se classificam.

3. Preparar uma palestra ilustrada sobre uma das zonas arqueológicas do pais, enfocando os seguintes aspectos: localização, estado atual, aspectos interessantes e importância histórica, social, econômica e turística.

4. Conhecer, por meio de pesquisa bibliográfica, duas zonas arqueológicas de outros Países.

5. Expor a ideia da evolução humana decorrente dos estudos arqueológicos, citando as principais descobertas e onde ocorreram.

6. Apresentar um estudo sobre a vida de um povo antigo de sua livre escolha, baseado em pesquisas arqueológicas e ilustrado com fotos e gravuras de escavações, documentos, monumentos ou objetos deixados por ele.


12. ARQUITETURA (CIÊNCIA & TECNOLOGIA)

1. Apresentar para a seção uma pesquisa sobre a história e a evolução da Arquitetura.

2. Ter noções de Urbanismo e apresentar sua explicação com exemplos reais, por meio de painéis com fotos ou recortes.

3. Citar três exemplos que demonstrem conhecimento de diferentes tipos de construção, adequados ao terreno e ao clima.

4. Relacionar os diferentes tipos de estruturas utilizadas na construção.

5. Visitar um escritório de arquitetura e reunir informações sobre os objetos utilizados para a elaboração de um projeto e sobre a situação atual do mercado de trabalho.

6. Demonstrar que sabe interpretar um projeto de construção de uma residência e relacionar os materiais a serem utilizados na obra.

7. Apresentar à Seção, sob a forma de painel, transparências ou slides, exemplos de arquitetura renascentista, barroca e modernista.

8. Apresentar à Seção projetos em tamanhos diferenciados de residência, edifício de habitação ou de escritórios e edifício público (aeroporto, museu, rodoviária etc.), identificando plantas, cortes e elevações e os símbolos do desenho arquitetônico.

9. Organizar uma palestra, com auxilio de um arquiteto ou estudante de arquitetura, para ser apresentada à Seção, com o objetivo de transmitir aos companheiros informações sobre: paisagismo, engenharia, design de interiores, restauração de patrimônio etc., mostrando suas aplicações.



13. ARTE DA MARINHARIA (CULTURA)

  1. Fazer 8 (oito) nós, além dos comumente recomendado no. Guias dos Ramos.

  2. Percintar e forrar cabos, montando um quadro de nó e voltas.

  3. Fazer nós e voltas especiais para reduzir esforços, balsas e improvisar uma

cadeira para trabalhos especiais.

  1. Fazer 5 (cinco) tipos de pinhas.

  2. Fazer trabalhos de embotijos e gaxetas.

  3. Fazer 6 (seis) botões diferentes.

  4. Confeccionar 3 (três ) tipos de coxins.

8. Utilizar utensílios do marinheiro para costurar e remendar lona, capas e velas.

9. Pesquisar sobre o embasamento histórico da arte do marinheiro, apresentando palestra à Seção.



14. ARTE EM ORIGAMI (CULTURA)

Pré-Requisito : Fazer uma exposição em sua seção com: Para Nível 1 - no mínimo 10 dobraduras simples de até 30 dobras; para Nível 2 - no mínimo 25 dobraduras, dentre elas algumas peças com mais de 30 dobra incluindo caixas simples e "kusudama" (boIa com peças modulares); e para Nível 3 - no mínimo 40 dobraduras, dentre elas alguns mais complexos com mais de 50 dobras, "kusudama" com mais de 30 peças e figuras geométricas.

1. Relatório sobre o significado da palavra "Origami" e a origem desta arte e do papel.

2. Montar esquema que apresente a linguagem do Origami (símbolos utilizados na dobradura: Unha do vale, linha da montanha, virar, girar, dobrar por dentro, dobrar por fora, plissagem, achatar ou afundar).

3. fazer uma exposição em sua seção com pelo menos 10 dobraduras.

4. Apresentar por e crito bibliografia sobre o Origami, sobre 2 autores famosos nacionais ou internacionais e possuir pelo menos O 1 livro de Origami.

5. Expor seus trabalhos de origami s zinho ou com outros origamistas em outro local, como escola, biblioteca, associações ou exposição internacional.

6. Visitar uma exposição de origami mostrando fotos ou participar de "workshop" de origami mostrando para a Seção as dobraduras feitas.

7. Descrever o benefícios do origami.

8. Conhecer pelo menos 2 sites ou blogs de origami.

9. Utilizar origamis como decoração de um evento promovido pelo Grupo Escoteiro ou Seção.


15. ARTES CÊNICAS (CULTURA)

Pré- Requisitos: Entreter (sozinho ou com companheiros) uma assistência mista de adulto, jovens e criança, por um período mínimo de cinco minutos para o Nível 1, de dez minutos para o Nível 2 e de vinte minutos para o Nível 3, com um programa que contenha, por exemplo: mímica, declamação, canções, dança, história, anedotas, mágicas, malabarismo, imitações, ventriloquismo, instrumento musicais, etc,

1. Analisar uma peça de teatro que tenha assistido, comentando o valor do roteiro, o trabalho dos artistas, a direção, os efeitos especiai , a maquiagem.

2. Demonstrar a utilização de um aparelho de vídeo cassete.

3. Maquiar-se para representar um personagem;

4. Analisar uma peça de teatro ou um filme a que tenha assistido, comentando o valor do roteiro, o trabalho do. artistas, a direção, os efeito especiais, a maquiagem (se for o caso) etc,

5. Conhecer o interior de um teatro e a terminologia empregada quanto ao palco, cenários, iluminação etc.; ou conhecer um estúdio de televi ão e a terminologia pertinente,

6. Ler uma peça de teatro e comentar seu conteúdo com o examinador.

7. Lidar com cenários, ou desempenhar as funções de contra-regra, ou lidar com iluminação e sonoplastia.

8. Apresentar para a seção a história da origem do teatro

9. Ter ido ao teatro nos últimos 6 meses, pelo menos 3 vezes.


16. ARTES GRÁFICAS (CULTURA)

1. Identificar os vários sistemas de impressão.

2. Citar três tipos de letras usados em revistas ou jornais.

3. Identificar os formatos de papéis.

4. Visitar um parque gráfico, apresentando um relatório ilustrado de sua visita.

5. Compor um informativo, jornal ou revista para a Seção,

6. Relatar como se utiliza máquinas copiadoras (tipo "xerox") e de off-set.

7. Elaborar um fôlder sobre o Movimento Escoteiro para ser divulgado em sua comunidade.

8. Trabalhar com um software de Desktop Publishing.

9. Compor e imprimir um jornal de dez páginas durante dois meses, com edições semanais,

10. Explicar o processo de confecção de um fotolito.

11. presentar em papel vegetal uma arte final para serigrafia, para impressão em duas cores.

12. Preparar a arte de um distintivo alusivo a um evento do Grupo Escoteiro.


17. ARTES MARCIAIS (DESPORTOS)

1. Relatar a origem de uma arte marcial de sua livre escolha, seu desenvolvimento histórico e filosófico.

2. Descrever as regras mais comuns que regem as competições da arte marcial escolhida.

3. Estar praticando a arte marcial escolhida há mais de seis meses e demonstrar conhecimento dos fundamentos bá icos de sua graduação, incluindo bases, golpes, defesas e formas.

4. Fazer uma demonstração da arte marcial escolhida diante da seção, apresentando, com a participação de outro praticante, seu uso como defesa pessoal, destacando a contribuição da prática dessa arte marcial na sua formação pessoal.

5. Participar de p 10 menos três competições da arte marcial escolhida, promovidas por entidade oficial (Confederação. Federação, Liga, Órgãos do Governo, fundações municipais de desportos etc.).

6. Possuir graduação mínima equivalente ao 1º Kyu (faixa marrom) na arte marcial escolhida.


18. ARTESANATO (CULTURA)

Pré-Requisitos: Executar um trabalho artesanal com um dos materiais abaixo, para o Nível 1; dois trabalhos artesanais com um ou mais dos materiais abaixo, para o Nível 2; e três trabalhos artesanais com mais de um dos materiais abaixo, para o Nível 3:



  • Vime;

  • Couro;

  • Papel machê;

  • Corda;

  • Vidro;

  • Pedra;

  • Madeira;

  • Argila;

  • Metal;

  • E.V.A.;

  • Garrafa PET;

  • Jornal;

  • Outros.

1. Pesquisar sobre as ferramentas e a matéria primas empregadas em pelo menos dois tipos de trabalho arte anal.

2. Citar o artesanato predominante em cinco cidades do Brasil, explicando sua importância na cultura local.

3. Visitar uma exposição ou feira de artesanato.

4. Passar uma manhã ou uma tarde com um artesão elaborando um relatório que descreva, suas atividades.

5. Promover na Seção uma exposição de pelo menos três artesãos onde eles possam demonstrar e debater suas técnica artesanais.

6. Ensinar para a patrulha ou seção um trabalho artesanal.




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