Herculano Pires Pedagogia Espírita



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J. Herculano Pires

Pedagogia Espírita



Théodore Rousseau

A Paisagem



Conteúdo resumido


Seguindo os passos de Kardec, que chama a atenção para a necessidade de educarmos na compreensão das potencialidades do indivíduo e no respeito ao seu modo de ser, Herculano demonstra que a educação da criança e do jovem deve levar em consideração o respeito às necessidades, aptidões e desejos do educando. A possibilidade de ser feliz depende do respeito à personalidade de cada indivíduo, educado à luz dos ensinamentos do Mestre Jesus.

Mostra o autor a necessidade e possibilidade do auxílio aos educandos na utilização dos vínculos de amor tecidos através dos séculos, utilizando a estimulação da Doutrina Espírita.

A educação tradicional, fruto de uma sociedade “baseada no lucro”, não consegue promover a transcendência, o domínio das paixões, a superação da animalidade, a incapacidade de ser feliz e auxiliar o outro a conseguir a felicidade.

A Educação Espírita visa o desenvolvimento pleno do indivíduo, considerando-o um ser imortal e cósmico. Ressuscitando os ensinamentos de irmãos mais maduros espiritualmente, e os exemplos de Jesus, possibilita compreender o educando como “centelha divina, inteligência do Universo”, como lembra O Livro dos Espíritos, “deuses e luzes”, segundo Jesus.




Sumário


Prefácio 6

Por que Educação Espírita? 8

O Mistério do Ser 11

Pela Educação Integral 14

E a quem melhor despertar,
senão às Crianças? 18

Condições da criança 20

Educação familial 21

Educação no lar 23

Educação e regeneração 25

As dimensões da Educação 30

As dimensões do homem 32

Educação e Filosofia 35

Um método integral 37

Educação e religião 39

Situação atual 41

Religião nas escolas 44

Nascimento da Educação Cristã 47

A pedagogia cristã 49



Nascimento da Educação Espírita 52

A outra face do real 53

A descoberta do espírito 54

O ensino espírita 57

Testemunho de Kardec 60

Formação do novo homem 61



A Pedagogia de Jesus 64

Fundamentos pedagógicos 65

A pedagogia da esperança 67

A revolução pedagógica 68



A Didática de Kardec 70

A didática naturalista 71

Observação e ensino 73

O Livro dos Espíritos e a Educação 76

Os novos dados 78

O novo homem 80

O Espiritismo na Escola 82

Questão religiosa 83

A ciência espírita 86

Solução filosófica 88



A Pedagogia Espírita 90

Falem os dicionários 91

A educação espírita 93

A pedagogia espírita 97



Educação para um Mundo Novo 103

Sinais do mundo novo 104

União para a grande luta 107

Conceito Espírita de Educação 109

Esquema da pedagogia espírita 118

Pedagogia espírita (esboço geral) 122

Conceito espírita do Educando 126

O educando excepcional 137

Para uma Pedagogia Espírita 149

Necessidade e razões 149

Natureza e sentido 151

Implicações pedagógicas 152

O problema educacional 154

Contribuições gerais 155

Roteiro de estudos 156

Escolas de Espiritismo 159

As escolas de espiritismo 161

Estrutura das escolas de espiritismo 163

As cadeiras escolares 164

A realidade e a utopia 166

Por um mecenato espírita 168

Os programas 169

Programa de um curso de quatro anos 169

Provas e títulos 174

Porque os Adultos de esquecem
de que já foram Crianças 176

Educação afetiva 176

Educar e amar 177

O perigo do exemplo 178

Responsabilidade espiritual 179

A educação cristã 180



Psicologia Espírita da Educação 182

Mariotti, o provocador 183

Psicologia infantil 184

Tarefas imediatas 187





Prefácio


Qual a contribuição da Doutrina Espírita na formação da criança e do adolescente, na época atual?

A resposta a tal pergunta exige a colocação de algumas premissas fundamentais à compreensão de nosso raciocínio. Inicialmente, a Doutrina Espírita nos ensina que o espírito (ou alma) é imortal; por segundo, nos diz que ele está sujeito invariavelmente a uma lei de evolução espiritual baseada no desenvolvimento intelectual e moral que se devem equivaler; e finalmente, por terceiro, que tal aperfeiçoamento se consegue às custas de várias reencarnações, isto é, a mesma alma volta ao plano físico após ter ali já vivido em outras épocas, e na sua volta traz, como patrimônio inalienável, aquilo que aprendeu e foi gravado em seu subconsciente.

A contribuição que a Doutrina Espírita dá para a formação da criança, nos parece, pois, é das mais positivas, visto que visa essencialmente os valores intrínsecos e eternos que cada um de nós possui em potencial. Não prepara a criança apenas para a vida no plano da Terra, senão, busca ensinar-lhe que ela é uma parte importante do próprio Universo. Visando objetivos transcendentais, prepara o ser para um clima de superação das paixões e vícios que o prendem ao plano inferior da matéria, estimulando-lhe o cultivo das virtudes espirituais.

Com isso, a Doutrina Espírita não forma místicos nem alienados da realidade terrena, mas, sim, lhes dá condições de dimensionarem equilibradamente os valores puramente terrenos e os espirituais, mostrando-lhes a precedência destes sobre aqueles. Por ser eminentemente espiritualista e evolucionista, o Espiritismo torna a alma vigorosa, preparada para enfrentar os embates da vida, sem cair no desespero e na angústia, porque todas elas estão destinadas, pelo esforço próprio, a um estado de pureza espiritual que alcançarão invariavelmente, mercê das várias reencarnações e das múltiplas experiências no campo da vida.

Para a construção de um mundo onde reine a paz, a justiça social como reflexos da prática do amor ao próximo, acreditamos ser a Doutrina Espírita, pelos seus ensinamentos enfeixados nas obras fundamentais devidas ao Professor Hypollite Léon Denizard Rivail – Allan Kardec, – um instrumento de valor pelo sentido de conscientização que oferece ao ser, mostrando-lhe seu valor e seu papel na ordem natural das coisas, e contribuindo com valores positivos para a sua formação moral.

(Resposta do médico e professor Dr. Alexandre Secchi


Revista Educação Espírita” ano 1 / nº 1, Edicel, 1970)



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