Hume e a epistemologia



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Encontro26.02.2018
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(orelha)

Filósofo e historiador, David Hume (1711- 1776) foi uma das figuras mais importantes do chamado iluminismo escocês. O estudo da sua obra tem oscilado entre aqueles que valorizam o lado cético e os que enfatizam o lado naturalista. Para Bertrand Russell, ele foi o maior filósofo britânico de todos os tempos.

Este livro, em sua primeira edição brasileira, deixa clara a dificuldade de avaliar toda a amplitude da importância para a Filosofia, a História, a Teoria Econômica e Política e a Crítica da Religião da obra de Hume. Considera ainda que, na filosofia do século XVIII, só a figura de Kant pode ser comparada à dele.

Hume teria assim a responsabilidade de duas grandes filosofias: a sua própria e a que ajudou a despertar, além da sua influência, sob formas diversas, na filosofia francesa de seu século e de parte do seguinte, assim como na filosofia de língua inglesa até nossos dias.



A fidelidade ao pensamento de Hume e a honestidade perante seus textos são a principal preocupação dos ensaios que compõem esta obra. Escritos entre 1971 e 1982, abrangem alguns dos assuntos mais centrais desse pensamento. Estão reunidos estudos sobre Hume que, direta ou indiretamente, apontam para a relevância epistemológica de sua obra, desde os problemas do conhecimento comum até os da ciência e da filosofia.
(4 capa)

Ateu para alguns; agnóstico para outros; liberal do partido Whig, favorável à união entre a Escócia e a Inglaterra de 1707 e à independência americana, David Hume chegou a dizer: “Eu sou um americano nos meus princípios”. Neste livro, é enfocada a visão do filósofo sobre a teoria do conhecimento e da ciência, além de questões mais particulares da crítica do finalismo, da especificidade do discurso, da relevância do confronto com Freud e da tese humeana, retomada por Quine, da continuidade entre conhecimento comum e teórico.

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