I – consideraçÕes gerais



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Ministério da Educação



UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ

Criada pela Lei nº 10.435, de 24 de abril de 2002

Coordenação Central de Compras - Comissão de Licitação



CADERNO DE ENCARGOS
O presente CADERNO DE ENCARGOS tem por finalidade, especificar e definir padrões necessários para a execução dos Serviços de Execução da Concha Acústica


  1. CONSIDERAÇÕES GERAIS

Este é um caderno geral, onde estão descritas as práticas exigidas para a execução dos serviços e as características técnicas dos materiais de acabamento mais utilizados em uma obra, bem como as características dos equipamentos específicos que deverão ser instalados. Portanto deve ser aplicado em todas as situações em que as práticas e especificações aqui descritas forem pertinentes para esta obra. È de responsabilidade exclusiva do licitante a leitura atenta dos projetos para a correta identificação dos materiais e equipamentos especificados e verificar no caderno de encargos as características técnicas de cada material e as práticas construtivas exigidas para cada serviço, permitindo assim, a composição precisa da sua proposta de preço.

B – CRITÉRIO DE SIMILARIDADE

De acordo com a Lei nº 8.666/93, Seção III, Art. 7º, § 5º, todos os materiais e equipamentos especificados com marcas e tipos neste projeto, poderão ser substituídos por outros similares propostos pelo construtor, desde que a alternativa proposta seja previamente aprovada pela fiscalização.

A fiscalização poderá exigir a comprovação de similaridade a ser verificada por Instituição especializada.

O custo dos serviços de comprovação de similaridade correrá por conta do construtor.



C. OBJETIVO

Estabelecer as diretrizes gerais para a execução de serviços e obras de construção, complementação, reforma ou ampliação de uma edificação ou conjunto de edificações.



D .TERMINOLOGIA
Para os estritos efeitos desta Prática, são adotadas as seguintes definições:
1- Contratante

Órgão que contrata a execução de serviços e obras de construção, complementação, reforma ou ampliação de uma edificação ou conjunto de edificações.


2- Contratada

Empresa ou profissional contratado para a execução de serviços e obras de construção, complementação, reforma ou ampliação de uma edificação ou conjunto de edificações.


3- Caderno de Encargos

Tem por objetivo definir o objeto da licitação e do sucessivo contrato, bem como estabelecer os requisitos, condições e diretrizes técnicas e administrativas para a sua execução.


4- Fiscalização

Atividade exercida de modo sistemático pelo Contratante e seus prepostos, objetivando a verificação do cumprimento das disposições contratuais, técnicas e administrativas, em todos os seus aspectos.



E. CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser obedecidas as seguintes condições gerais:
1- Subcontratação
1.1- A Contratada não poderá, sob nenhum pretexto ou hipótese, subcontratar todos os serviços e obras objeto do contrato.

1.2- A Contratada somente poderá subcontratar parte dos serviços se a subcontratação for admitida no contrato, bem como for aprovada prévia e expressamente pelo Contratante.

1.3- Se autorizada a efetuar a subcontratação de parte dos serviços e obras, a Contratada realizará a supervisão e coordenação das atividades da subcontratada, bem como responderá perante o Contratante pelo rigoroso cumprimento das obrigações contratuais correspondentes ao objeto da subcontratação.

2- Legislação, Normas e Regulamentos


2.1- A Contratada será responsável pela observância das leis, decretos, regulamentos, portarias e normas federais, estaduais e municipais direta e indiretamente aplicáveis ao objeto do contrato, inclusive por suas subcontratadas e fornecedores.

2.2- Durante a execução dos serviços e obras, a Contratada deverá:

- providenciar junto ao CREA as Anotações de Responsabilidade Técnica -ART's referentes ao objeto do contrato e especialidades pertinentes;

- obter junto ao INSS o Certificado de Matrícula relativo ao objeto do contrato, de forma a possibilitar o licenciamento da execução dos serviços e obras;

- responsabilizar-se pelo fiel cumprimento de todas as disposições e acordos relativos à legislação social e trabalhista em vigor, particularmente no que se refere ao pessoal alocado nos serviços e obras objeto do contrato;

- atender às normas e portarias sobre segurança e saúde no trabalho e providenciar os seguros exigidos em lei e no Caderno de Encargos, na condição de única e responsável por acidentes e danos que eventualmente causar a pessoas físicas e jurídicas direta ou indiretamente envolvidas nos serviços e obras objeto do contrato;

- efetuar o pagamento de todos os impostos, taxas e demais obrigações fiscais incidentes ou que vierem a incidir sobre o objeto do contrato, até o Recebimento Definitivo dos serviços e obras.
3- Projeto dos Serviços e Obras
3.1- A contratada deverá fazer os projetos estruturais dos serviços conforme projeto básico fornecido pela UNIFEI. do contrato.

3.2- O Contratante fornecerá em tempo hábil os projetos aprovados pelos órgãos Federais, Estaduais e Municipais e concessionárias de serviços públicos que exerçam controle sobre a execução dos serviços e obras.

3.3- A Contratada deverá executar os serviços e obras em conformidade com desenhos, memoriais, especificações e demais elementos de projeto, bem como com as informações e instruções contidas nesse memorial descritivo.

3.4- Todos os elementos de projeto deverão ser minuciosamente estudados pela Contratada, antes e durante a execução dos serviços e obras, devendo informar à Fiscalização sobre qualquer eventual incoerência, falha ou omissão que for constatada.

3.5- Nenhum trabalho adicional ou modificação do projeto fornecido pelo Contratante será efetivado pela Contratada sem a prévia e expressa autorização da Fiscalização, respeitadas todas as disposições e condições estabelecidas no contrato.

3.6- Todas as eventuais modificações havidas no projeto durante a execução dos serviços e obras serão documentadas pela Contratada, que registrará as revisões e complementações dos elementos integrantes do projeto, incluindo os desenhos "como construído", sendo encargo da CONTRATADA estas despesas.

3.7- Desde que prevista no projeto, a Contratada submeterá previamente à aprovação da Fiscalização toda e qualquer alternativa de aplicação de materiais, serviços e equipamentos a ser considerada na execução dos serviços e obras objeto do contrato, devendo comprovar rigorosamente a sua equivalência, de conformidade com os requisitos e condições estabelecidas no Caderno de Encargos e no Caderno de Especificações.
4- Segurança e Saúde no Trabalho
4.1- Antes do início dos trabalhos, a Contratada deverá apresentar à Fiscalização as medidas de segurança a serem adotadas durante a execução dos serviços e obras, em atendimento aos princípios e disposições da NR 18 -Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção.

4.2- A Contratada fornecerá aos funcionários todos os equipamentos de proteção individual exigidos pela NR 6 -Equipamentos de Proteção Individual (EPI), tais como: capacetes e óculos especiais de segurança, protetores faciais, luvas e mangas de proteção, botas de borracha e cintos de segurança, de conformidade com a natureza dos serviços e obras em execução.

4.3- A Contratada manterá organizadas, limpas e em bom estado de higiene as instalações do canteiro de serviço, especialmente as vias de circulação, passagens e escadarias, refeitórios e alojamentos, coletando e removendo regularmente as sobras de materiais, entulhos e detritos em geral.

4.4- A Contratada deverá estocar e armazenar os materiais de forma a não prejudicar o trânsito de pessoas e a circulação de materiais, obstruir portas e saídas de emergência e impedir o acesso de equipamentos de combate a incêndio.

4.5- A Contratada manterá no canteiro de serviço equipamentos de proteção contra incêndio, na forma das disposições em vigor.

4.6- Caberá à Contratada comunicar à Fiscalização e, nos casos de acidentes fatais, à autoridade competente, da maneira mais detalhada possível, por escrito, todo tipo de acidente que ocorrer durante a execução dos serviços e obras, inclusive princípios de incêndio.

4.7- Cumprirá à Contratada manter no canteiro de serviço medicamentos básicos e pessoal orientado para os primeiros socorros nos acidentes que ocorram durante a execução dos trabalhos, nos termos da NR 18.

4.8- O Contratante realizará inspeções periódicas no canteiro de serviço, a fim de verificar o cumprimento das medidas de segurança adotadas nos trabalhos, o estado de conservação dos equipamentos de proteção individual e dos dispositivos de proteção de máquinas e ferramentas que ofereçam riscos aos trabalhadores, bem como a observância das demais condições estabelecidas pelas normas de segurança e saúde no trabalho.


5- Execução dos Serviços e Obras
5.1- Durante a execução dos serviços e obras, a Contratada deverá:

- submeter à aprovação da Fiscalização até 5 (cinco) dias após o início dos trabalhos o projeto das instalações provisórias ou canteiro de serviço compatível com o porte e características do objeto do contrato, definindo todas as áreas de vivência, dependências, espaços, instalações e equipamentos necessários ao andamento dos serviços e obras, inclusive escritórios e instalações para uso da Fiscalização, quando previstas no Caderno de Encargos;

- manter no local dos serviços e obras instalações, funcionários e equipamentos em número, qualificação e especificação adequados ao cumprimento do contrato;

- submeter à aprovação da Fiscalização até 5 (cinco) dias após o início dos trabalhos o plano de execução e o cronograma detalhado dos serviços e obras, elaborados de conformidade com o cronograma do contrato e técnicas adequadas de planejamento;

- providenciar para que os materiais, mão-de-obra e demais suprimentos estejam em tempo hábil nos locais de execução, de modo a satisfazer as necessidades previstas no cronograma e plano de execução dos serviços e obras objeto do contrato;

- alocar os recursos necessários à administração e execução dos serviços e obras, inclusive os destinados ao pagamento de todos os impostos, taxas e demais obrigações fiscais incidentes ou que vierem a incidir sobre o objeto do contrato;

- submeter previamente à aprovação da Fiscalização eventuais ajustes no cronograma e plano de execução dos serviços e obras, de modo a mantê-la perfeitamente informada sobre o desenvolvimento dos trabalhos;

- submeter previamente à aprovação da Fiscalização qualquer modificação nos métodos construtivos originalmente previstos no plano de execução dos serviços e obras;

- executar os ajustes nos serviços concluídos ou em execução determinados pela Fiscalização;

- comunicar imediatamente à Fiscalização qualquer ocorrência de fato anormal ou extraordinário que ocorra no local dos trabalhos;

- submeter à aprovação da Fiscalização os protótipos ou amostras dos materiais e equipamentos a serem aplicados nos serviços e obras objeto do contrato;

- realizar, através de laboratórios previamente aprovados pela Fiscalização, os testes, ensaios, exames e provas necessárias ao controle de qualidade dos materiais, serviços e equipamentos a serem aplicados nos trabalhos;

- evitar interferências com as construções vizinhas, atividades e tráfego de veículos na vizinhança do local dos serviços e obras, programando adequadamente as atividades executivas;

- elaborar os relatórios periódicos de execução dos serviços e obras, elaborados de conformidade com os requisitos estabelecidos no Caderno de Encargos;

- providenciar as ligações definitivas das utilidades previstas no projeto, como água, esgotos, gás, energia elétrica e telefones;

- providenciar junto aos órgãos Federais, Estaduais e Municipais e concessionárias de serviços públicos a vistoria e regularização dos serviços e obras concluídos;

- retirar até 15 (quinze) dias após o recebimento definitivo dos serviços e obras, todo pessoal, máquinas, equipamentos, materiais, e instalações provisórias do local dos trabalhos, deixando todas as áreas do canteiro de serviço limpas e livres de entulhos e detritos de qualquer natureza.
6- Responsabilidade
6.1- Durante 5 (cinco) anos após o recebimento definitivo dos serviços e obras, a Contratada responderá por sua qualidade e segurança nos termos do Artigo 1245 do Código Civil Brasileiro, devendo efetuar a reparação de quaisquer falhas, vícios, defeitos ou imperfeições que se apresentem nesse período, independentemente de qualquer pagamento do Contratante.

6.2- A presença da Fiscalização durante a execução dos serviços e obras, quaisquer que sejam os atos praticados no desempenho de suas atribuições, não implicará solidariedade ou corresponsabilidade com a Contratada, que responderá única e integralmente pela execução dos serviços, inclusive pelos serviços executados por suas subcontratadas, na forma da legislação em vigor.

6.3- Se a Contratada recusar, demorar, negligenciar ou deixar de eliminar as falhas, vícios, defeitos ou imperfeições apontadas, poderá o Contratante efetuar os reparos e substituições necessárias, seja por meios próprios ou de terceiros, transformando-se os custos decorrentes, independentemente do seu montante, em dívida líquida e certa da Contratada.

6.4- A Contratada responderá diretamente por todas e quaisquer perdas e danos causados em bens ou pessoas, inclusive em propriedades vizinhas, decorrentes de omissões e atos praticados por seus funcionários e prepostos, fornecedores e subcontratadas, bem como originados de infrações ou inobservância de leis, decretos, regulamentos, portarias e posturas oficiais em vigor, devendo indenizar o Contratante por quaisquer pagamentos que seja obrigado a fazer a esse título, incluindo multas, correções monetárias e acréscimos de mora.



H. MEDIÇÃO E RECEBIMENTO

1 - CONDIÇÕES GERAIS
Deverão ser obedecidas as seguintes condições gerais:

1.1- Somente poderão ser considerados para efeito de medição e pagamento os serviços e obras efetivamente executados pela Contratada e aprovados pela Fiscalização, respeitada a rigorosa correspondência com o projeto e suas modificações expressa e previamente aprovadas pelo Contratante.

1.2- A medição de serviços e obras será baseada em relatórios periódicos elaborados pela Contratada, registrando os levantamentos, cálculos e gráficos necessários à discriminação e determinação das quantidades dos serviços efetivamente executados.

1.3- A discriminação e quantificação dos serviços e obras considerados na medição deverão respeitar rigorosamente as planilhas de orçamento anexas ao contrato, inclusive critérios de medição e pagamento.

1.4- O Contratante deverá efetuar os pagamentos das faturas emitidas pela Contratada com base nas medições de serviços aprovadas pela Fiscalização, obedecidas as condições estabelecidas no contrato.

1.5- O Recebimento dos serviços e obras executados pela Contratada será efetivado em duas etapas sucessivas:

- na primeira etapa, após a conclusão dos serviços e solicitação oficial da Contratada, mediante uma vistoria realizada pela Fiscalização e/ ou Comissão de Recebimento de Obras e Serviços, será efetuado o Recebimento Provisório;

- nesta etapa, a Contratada deverá efetuar a entrega dos catálogos, folhetos e manuais de montagem, operação e manutenção de todas as instalações, equipamentos e componentes pertinentes ao objeto dos serviços e obras, inclusive certificados de garantia;

- após a vistoria, através de comunicação oficial da Fiscalização, serão indicadas as correções e complementações consideradas necessárias ao Recebimento Definitivo, bem como estabelecido o prazo para a execução dos ajustes;

- na segunda etapa, após a conclusão das correções e complementações e solicitação oficial da Contratada, mediante nova vistoria realizada pela Fiscalização e/ ou Comissão de Recebimento de Obras e Serviços, será realizado o Recebimento Definitivo;

- o Recebimento Definitivo somente será efetivado pelo Contratante após a apresentação pela Contratada da Certidão Negativa de Débito fornecida pelo INSS, certificado de Recolhimento de FGTS e comprovação de pagamento das demais taxas, impostos e encargos incidentes sobre o objeto do contrato.

I – DOS SERVIÇOS
01 - SERVIÇOS PRELIMINARES:


    1. Fornecimento de projeto estrutural executivo

A empresa vencedora do certame deverá fornecer todos os projetos executivos de estrutura de concreto, estrutura metálica, instalação hidro sanitária e instalação elétrica. Estes deverão ser entregues plotados no formato A1em escala 1:50; 1:20 e uma cópia em mídia digital.


02.01 – TAXA
A empresa vencedora do certame deverá emitir a ART de responsabilidade técnica pela execução bem como o pagamento da taxa.
02.02 - Fornecimento e instalação de Placa de obra
Deverá ser providenciada pela Empreiteira, de acordo com o modelo fornecido pela CONTRATANTE, a placa indicativa da obra e a mesma deverá permanecer instalada durante toda a execução dos serviços em local visível ao público.


02.03 - ABRIGO PROVISÓRIO – Barracão de obra
Será executado um abrigo provisório para alojamento e depósito de materiais de construção e ferramentas, em chapas compensadas de 12 mm de espessura, com cobertura em estrutura de madeira e telhas de fibrocimento de 50x244 cm.

02.04 - LIGAÇÃO provisória de água para obra e instalação sanitária provisória, pequenas obras - instalação mínima
Deverá ser solicitada a ligação provisória de água para obra e instalação sanitária provisória, (instalação mínima).

02.05 - LIGAÇÃO provisória de luz e força para obra - instalação mínima
Deverá ser solicitada a ligação provisória para a instalação de padrão de energia.
02-06 - LOCAÇÃO DA OBRA
A locação deverá ser global, sobre quadros de madeira que envolvam todo o perímetro da obra . Os quadros, em tábuas ou sarrafos, serão perfeitamente nivelados e fixados de modo a resistirem aos esforços dos fios de marcação, sem oscilação e possibilidades de fuga da posição correta.

A locação será feita sempre pelos eixos dos elementos construtivos, com marcação nas tábuas ou sarrafos dos quadros, por meio de cortes na madeira e pregos.


02-07 - Mobilização e desmobilização da obra
Mobilização de equipe e equipamentos incluindo o seu transporte para a área da obra.
02-08 RASPAGEM E LIMPEZA MECANIZADA DE TERRENO
Condições consideradas: vegetação de pequeno porte e terreno plano ou pouco ondulado, com pouca umidade, sem matacões ou rochas.
02-09- INFRAESTRUTURA

01- Mobilização e desmobilização de equipamentos

Todos os serviços de mobilização/desmobilização de equipamentos bate-estacas são de responsabilidade e custos exclusivos da CONTRATADA, o mesmo acontecendo quanto a alojamento e alimentação da equipe de trabalho. Eventuais custos de manutenção, energia, combustível e água serão também de ônus exclusivos da CONTRATADA.


02 - Estacas

Serão utilizadas estacas premoldadas de concreto armado ou protendido, seção 20x20 cm carga admissível 50 T



03 - Cravação

Serão cravadas estacas premoldadas de concreto fornecidas pela UNIFEI conforme especificado no projeto estrutural. Todos os serviços de mobilização/desmobilização do equipamento bate-estacas são de responsabilidade e custos exclusivos da CONTRATADA.

- A cravação de estacas Pré-moldadas de concreto pode ser feita por percussão, prensagem ou vibração. A escolha do equipamento deve ser feita de acordo com o tipo e dimensão da estaca, características do solo, condições de vizinhança, características de projeto e peculiaridades do local.

- O sistema de cravação deve ser dimensionado de modo a levar a estaca até a profundidade prevista

para sua capacidade de carga, sem danificá-la. Com esta finalidade, o uso de martelos mais pesados, com menor altura de queda, é mais eficiente do que o de martelos mais leves, com grande altura de queda, mantido o mesmo conjunto de amortecedores.

- No caso de estacas para carga admissível de até 1 MN, quando empregado martelo de queda livre, a relação entre o peso do martelo e o peso da estaca deve ser a maior possível, não se devendo adotar martelos cujo peso seja inferior a 15 kN, nem relação entre o peso do martelo e o peso da estaca inferior a 0,7.

Notas:

a) No uso de martelos automáticos ou vibratórios, devem-se seguir as recomendações dos fabricantes.

b) Para estacas cuja carga de trabalho seja superior a 1MN, a escolha do sistema de cravação deve ser analisada em cada caso. Se houver dúvidas, os resultados devem ser controlados através de ensaios ou de provas de carga estáticas.


  • Deverão ser controlados os resultados de nega e repique elástico em todas as estacas repetidos duas vezes, devendo o valor de nega estar compreendido entre 1,5 e 2,0 cm.

- As estacas pré-moldadas devem ser emendadas através de solda. O uso de luva de encaixe é tolerado desde que não haja tração, seja na cravação, seja na utilização. O topo do elemento inferior, quando danificado, deve ser recomposto após o término de sua cravação. A cravação só pode ser retomada após o tempo necessário à cura da recomposição.

Para efeito de orçamento deverá ser considerada uma profundidade média de 18,00 m, para cada estaca, independente da sua capacidade de carga, e o pagamento será de acordo com a medição da quantidade e profundidade de estacas cravadas.

As estacas deverão ser executadas por empresa especializada, com equipamento próprio para este fim, com acompanhamento de engenheiro técnico responsável que deverá apresentar a fiscalização da CONTRATANTE, ART de execução de estacas pré-fabricadas de concreto, devidamente recolhida junto ao CREA.

04 - Corte e preparo da cabeça de Estaca

- O topo da estaca, danificado durante a cravação ou acima da cota de arrasamento, deve ser demolido. A seção resultante deve ser plana e perpendicular ao eixo da estaca e a operação de demolição deve ser executada de modo a não causar danos à estaca. Nesta operação podem ser utilizados ponteiros ou marteletes leves, trabalhando com pequena inclinação, para cima, em relação

à horizontal. Para estacas cuja seção de concreto for inferior a 2000 cm², o preparo da cabeça somente pode ser feito com ponteiro.

- No caso de estacas danificadas até abaixo da cota de arrasamento ou estacas cujo topo resulte abaixo da cota de arrasamento prevista, deve-se fazer a demolição do comprimento necessário da estaca, de modo a expor o comprimento de transpasse da armadura e recompô-lo até a cota de arrasamento. A armadura da estaca deve ser prolongada dentro deste trecho, atendendo-se ao descrito abaixo.

- Em estacas cuja armadura não tiver função resistente após a cravação, não há necessidade de sua penetração no bloco de coroamento (isto não significa que necessariamente devam ser cortados os ferros das estacas que penetram no bloco). Caso contrário, a armadura deve penetrar suficientemente no bloco, a fim de transmitir a solicitação correspondente.

Em nosso caso, no arrasamento das estacas, a ferragem das mesmas não devem ser cortadas após a quebra das cabeças das estacas.


05 – ESCAVAÇÃO MANUAL

Processo Executivo:

Escavação manual para blocos e vigas baldrame, em solo de 1ª categoria, profundidade até 2,0 m, inclusive escoramento e esgotamento.

Considerou-se escavação em situação de escoramento; os coeficientes de consumo incluem o transporte do material escavado e o escoramento da vala. Escavação de material de 1ª categoria (qualquer tipo de solo, exceto rocha) executada manualmente.
Normas Técnicas:

NR 18 - Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção -18. 6 - Escavações, fundações e desmonte de rochas.

NBR 9061 - Segurança de escavação a céu aberto.

NBR 12266 - Projeto e execução de valas para assentamento de tubulação de água.



06 - Regularização e apiloamento de fundo de vala

Após a escavação, o fundo das valas deverá ser regularizado, de acordo com a profundidade constante no projeto de estrutura/arquitetura, para posterior apiloamento de fundo de vala, antes da execução do lastro de concreto.

Deverá ser executado nivelamento e apiloamento do fundo das cavas a fim de corrigir possíveis falhas. Na execução os fundos das valas deverá ser fortemente apiloado com maço de 30 kg ou compactador CM-20.
07 - Lastro de concreto magro

No fundo das vigas baldrames e blocos, deverá ser executado lastro de concreto simples, com espessura de 5 cm, conforme planilha..


08 - Formas da fundação Infraestrutura
Não será permitido a concretagem de elementos de fundação sem fôrmas, sob pena de demolição e não aceitação dos serviços.

As fôrmas dos blocos deverão ser executadas com taboa de madeira , obedecendo a especificações a seguir:


O cimbramento deverá ser feito com sarrafos 2,5 cm x 7,5 cm, de forma que não haja desalinhamento e deformação das formas durante a concretagem. A emenda da forma deverá estar perfeitamente alinhada e bem fechada, de modo a não haver escoamento do concreto durante a concretagem. Os cantos deverão estar perfeitamente travados;

Após a concretagem as formas deverão ser desmontadas e limpas para aproveitamento futuro.


09 - Armaduras

A armadura deverá estar convenientemente limpa, isenta de qualquer substância prejudicial à aderência, retirando-se as escamas eventualmente destacadas por oxidação.

As armaduras deverão ser executadas mantendo os afastamentos exigidos por norma, de forma a não sofrer ações de umidade oriunda do terreno.

As armaduras deverão ser acondicionadas, de maneira a não sofrer agressões de intempéries, colocadas às formas com uso de espaçadores de plástico ou cimento, conforme espaçamento de projeto

A armadura deverá estar muito bem posicionada para que o recobrimento mínimo da armadura seja obedecido, conforme a NBR 6118. As emendas de armadura também deverão ser executadas segundo especificações da NBR 6118;

10 - Concretagem

Os blocos, vigas baldrames e canal deverão ser moldados “in loco” com concreto usinado e recobrimento de armadura conforme projeto estrutural. Deverão ser executados sobre um lastro de concreto magro, com 5cm de espessura.

O concreto deverá ser lançado nas formas de acordo com cada situação, com utilização de vibradores de imersão de 25 a 30 mm, evitando a segregação do mesmo.

A resistência característica do concreto aos 28 dias deverá ser conforme especificado no projeto estrutural. O concreto deverá ser bem vibrado, para que seja evitado o aparecimento de bicheiras. Dever-se-á evitar que o vibrador encoste-se à forma e a armadura;

As concretagens só poderão ser executadas mediante conferência e aprovação das armaduras pela fiscalização da CONTRATANTE, sob pena de demolição da estrutura e não aceitação dos serviços. Todos os serviços de concretagens deverão obedecer às normas brasileiras pertinentes ao assunto.

As formas deverão ser desmontadas e limpas para aproveitamento futuro



11 - Reaterro e compactação
Após escavadas e concretadas as fundações rasas, as mesmas deverão ser aterradas, em camadas de 20cm de espessura com apiloamento e umedecimento conforme especificações anteriormente.

Para a utilização no reaterro de solos provenientes das escavações, referidos materiais deverão estar isentos de substâncias orgânicas.

O aterro será executado em camadas com altura máxima de 0,20m, com material isento de substâncias orgânicas, adequadamente umedecidas e perfeitamente adensadas por meio de soquetes manuais ou mecânicos, com o fim de evitar posteriores fendas, trincas e desníveis por recalque das camadas aterradas, até atingir a cota de nível do piso. Essas exigências não eximirão a CONTRATADA das responsabilidades futuras em relação às condições mínimas de resistência e estabilidade que o solo deve satisfazer.
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12 - Concreto

O concreto deverá ser lançado às formas quando estas estiverem travadas e aprumadas, tomando-se o cuidado de não lançar acima de 2 m provocando segregação do concreto, prejudicando a resistência e conseqüente durabilidade.

O concreto deverá ser lançado às formas, vibrados de acordo com a necessidade em cada ponto evitando a demora do mangote na viga, provocando segregação do concreto. A vibração deverá obedecer ao critério de aparência de nata na superfície, momento no qual deverá ser paralisada naquele ponto. Os vibradores deverão ter o diâmetro de 25 a 30 mm no máximo.

Lajes maciças,

Deverão ser utilizados espaçadores de concreto nas lajes para manter o cobrimento das armaduras.

02-10 – SUPERESTRUTURA

01 – FORMAS
Material:
As formas de madeira para vigas, lajes e pilares deverão ser executadas com chapas de madeira compensada resinada esp.12,0 mm, incluso contraventamento/escoramento com pontaletes 7,5x7,5 cm.
Processo Executivo:

Fôrma feita em obra para vigas e lajes, de chapa compensada resinada de 110 x 220 x 12 mm, fabricação, montagem e desmontagem.

Ao executar vigas, prever: as distâncias máximas de eixo a eixo: gravatas - 0,6 a 0,8 m; caibros horizontais na laje - 0,5 m; entre mestras ou até apoios nas vigas - 1,0 m a 1,2 m; entre pontaletes das vigas e mestras das lajes - 0,8 m a 1,0 m. Nos apoios dos pontaletes sobre o terreno, utilizar uma tábua para distribuir a carga que o pontalete está transmitindo. Antes da concretagem, deve-se verificar se os contraventamentos (escoras laterais inclinadas) são suficientes para não sofrerem deslocamentos ou deformações durante o lançamento do concreto.

Desforma: utilizar cunhas de madeira e agente desmoldante (aplicado uma hora antes da concretagem). Evitar a utilização de pé-de-cabra.

Cuidados com a fôrma: o uso de vibrador com agulha revestida de borracha e o uso de espaçadores na colocação de ferragem são indicados para não danificar a superfície das chapas.
NR 18 - Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção - 7 - Carpintaria.

NBR 7203 - Madeira serrada e beneficiada.

NBR 11700 - Madeira serrada de coníferas provenientes de reflorestamento para uso geral
02 – ARMADURA
Material:

Quando não especificados em contrário, os aços serão de classe A, laminados a quente, com escoamento definido por patamar no diagrama tensão-deformação.

Não poderão ser utilizados aços de qualidade ou características diferentes das especificadas no projeto, sem a aprovação da FISCALIZAÇÃO.

Todo aço a ser utilizado na obra deverá, preferencialmente ser de um único fabricante, visando facilitar o recebimento.


Processo Executivo:
a) - Recebimento e estocagem

Todo aço deverá ser estocado em local apropriado e protegido contra intempéries, devendo estar disposto sobre estrados isolados do solo e agrupados por categoria e bitola, de modo a permitir um adequado controle de estocagem.

De cada lote definido deverá ser remetido, para ensaios de qualidade, amostras características do lote, devidamente identificadas.

As amostras deverão ser submetidas a ensaios de qualidade, de acordo com as determinações da NBR 7480 da ABNT, e ou sucessoras que poderão ser feitos por laboratórios aprovados pela FISCALIZAÇÃO.

Os lotes de aço só serão liberados após terem sido aceitos os resultados de todos os ensaios das amostras.

Estes resultados serão analisados e aprovados pela FISCALIZAÇÃO, que emitirá a ordem de liberação do lote.

Na eventualidade dos resultados dos ensaios não serem aprovados, novas amostras do mesmo lote poderão ser ensaiadas, até que se obtenha uma definição precisa sobre a qualidade do material do lote.

Todo lote não aceito deverá ser imediatamente retirado do canteiro de obras e a utilização dos outros lotes do canteiro ficarão bloqueados até que isto se efetue.


b) - Preparo das armaduras

As barras de aço deverão ser previamente retificadas por processos manuais e ou mecânicos, quando então serão vistoriadas quanto às suas características aparentes, como sejam, desbitolagem, rebarbas de aço, ou quaisquer outros defeitos aparentemente visíveis.

O corte e o dobramento das armaduras deverão ser executados a frio, com equipamentos apropriados e de acordo com os detalhes, dimensões de projeto e conferência nas formas.

Não será permitido o uso do corte óxido-acetileno e nem o aquecimento das barras para facilidade da dobragem, pois alteram as características das mesmas.


c) - Colocação das armaduras

As armaduras deverão ser transportadas para os locais de aplicação, já convenientemente preparadas e identificadas.

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As pastilhas de concreto deverão ser fabricadas com o mesmo tipo de argamassa a ser utilizado no concreto e deverão conter dispositivos adequados que permitam a sua fixação nas armaduras.



As espessuras mínimas de recobrimento das armaduras, deverão ser as especificadas pelas normas da ABNT, ou de acordo com as indicações dos projetos se estas forem maiores do que as das normas da ABNT.

As armaduras de espera ou ancoragem deverão ser sempre protegidas, para evitar que sejam dobradas ou danificadas.

Na seqüência construtiva, antes da retomada dos serviços de concretagem, estas armaduras bem como as existentes, deverão estar perfeitamente limpas e intactas.

Após montadas e posicionadas nas fôrmas e convenientemente fixadas, as armaduras não deverão sofrer quaisquer danos ou deslocamentos, ocasionados pelo pessoal e equipamentos de concretagem, ou sofrer ação direta dos vibradores.

As emendas das armaduras só poderão ser executadas de acordo com os procedimentos indicados nos projetos, ou os determinados pelas normas da ABNT.

Quaisquer outros tipos de emenda só poderão ser adotados com a expressa autorização da FISCALIZAÇÃO.



03 – CONCRETO ESTRUTURAL
Material:

O concreto a ser aplicado na obra será dosado em central, utilizando-se brita 1 , com slump para bombeamento, e com resistência indicada no Projeto Estrutural.


Processo Executivo:

Antes de solicitar o concreto, deve-se conferir as medidas e a posição das fôrmas, verificando suas dimensões. Certificar também se estão limpas e suas juntas vedadas. Conferir as bitolas das armaduras e verificar se estão posicionadas de acordo com o projeto.

Conferir se o dimensionado do escoramento está de acordo com o peso das fôrmas, ferragens e do concreto a ser aplicado. O tempo de transporte do concreto decorrido entre o início da mistura (a primeira adição de água) até a entrega deve ser fixado de maneira que até o fim da descarga seja de no máximo 150 minutos.

Molhar continuamente as superfícies expostas para fazer o processo de cura. Deve sempre aplicar a cura no concreto em qualquer temperatura.


Normas Técnicas:

NR 18 - Condições e meio de trabalho na indústria da construção - 9 - Estruturas de concreto.

NBR 8953 - Concreto para fins estruturais - Classificação por grupos de resistência.

NBR 12655 - Preparo, Controle e recebimento de concreto - Procedimento.

NBR 7212 - Execução de concreto dosado em central.

NBR 5738 - Moldagem e cura dos corpos-de-prova de concreto cilíndricos ou prismáticos.

NBR 7223 - Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone.

NBR 12654 - Controle tecnológico de materiais componentes do concreto.

NBR 6118 - Projeto e execução de obras de concreto armado.


04 – TRANSPORTE, LANÇAMENTO E ADENSAMENTO DO CONCRETO
04.01 – Transporte
Processo Executivo:

Deverá ser feito de modo a se evitar a segregação. Deverão ser utilizados carrinhos de mão (com pneus de borracha) somente para pequenas distâncias. Deverão ser previstas rampas de acesso às fôrmas.

A concretagem deverá ser iniciada pela parte mais distante.
04 -02 – Lançamento
Processo Executivo:

O concreto deverá ser lançado nas fôrmas previamente molhadas logo após a chegada do caminhão à obra

Em nenhuma hipótese lançar o concreto com pega já iniciada. A altura de lançamento não pode ultrapassar dois metros, conforme as normas. Nas peças com altura maiores que três metros, o lançamento do concreto deve ser feito em etapas, por janelas abertas na parte lateral das fôrmas. Em alturas de quedas maiores, usar tubos, calhas ou trombas.
04.03 – Adensamento
Processo Executivo:

A medida que vai se lançando o concreto, deve-se proceder a vibração do mesmo. Deve-se vibrar a menos de 10 cm da parede da fôrma. A profundidade de vibração não deve ser maior que o comprimento da agulha de vibração. Deve-se evitar vibrar além do tempo recomendado para que o concreto não desande. O processo de vibração deve ser cuidadoso, introduzindo e retirando a agulha, de forma que a cavidade formada se feche naturalmente. Várias incisões, mais próximas e por menos tempo, produzem melhores resultados.

madeira.
Normas Técnicas:

NR 18 - Condições e meio de trabalho na indústria da construção - 9 - Estruturas de concreto.

NBR 8953 - Concreto para fins estruturais - Classificação por grupos de resistência.

NBR 12655 - Preparo, Controle e recebimento de concreto - Procedimento.

NBR 5738 - Moldagem e cura dos corpos-de-prova de concreto cilíndricos ou prismáticos.

NBR 7223 - Determinação da consistência pelo abatimento do tronco de cone.

NBR 12654 - Controle tecnológico de materiais componentes do concreto.

NBR 6118 - Projeto e execução de obras de concreto armado.

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08.02.03) Quadro elétrico com grau de proteção mínimo IP66 para acomodação do monitor de nível eletrônico, juntamente com disjuntor de proteção geral, transformador de comando 220/12V para alimentação total do sistema.



08.02.03) A contratada apresentará o projeto elétrico e mecânico do sistema de controle de comporta devendo ser aprovado pela UNIFEI, sendo a contratada responsável pelo fornecimento e funcionamento completo do sistema.
04-04=LAJE DE FORRO
Nos banheiros e vestiários será instalado laje pré moldada para forro,com sobrecarga de 100kg/m2, com lajotas ou isopor e capeamento com concreto 20 Mpa,inclusive escoramento e malha com ferragem.
02-11 - ALVENARIA

01 – VERGA RETA
A verga deverá ser moldada in locu com forma de madeira considerando 3 reaproveitamento, concreto fck 20,0 Mpa, Aço CA 6.0B
02 - ALVENARIA DE VEDAÇÃO
Materiais :

Serão utilizados para a execução da obra, tijolos cerâmicos furados 9x19x19cm, com a espessura da parede de 9 cm . Os tijolos cerâmicos serão de procedência conhecida e idônea, bem cozidos, textura homogênea, compactos, suficientemente resistentes para o fim a que se destinam, isentos de fragmentos calcários ou outro qualquer material estranho.



Processo Executivo:

As alvenarias de tijolos cerâmicos serão executadas em obediência às dimensões e alinhamentos indicados no projeto. Serão aprumadas e niveladas, com juntas uniforme, cuja espessura não deverá ultrapassar 12 mm. As juntas serão rebaixadas a ponta de colher. Os tijolos serão umedecidos antes do assentamento e aplicação das camadas de argamassa.

O assentamento dos tijolos será executado com argamassa de cimento, cal em pasta e areia, no traço volumétrico 1: 2: 8, quando não especificado pelo projeto ou Fiscalização.

Deverá ser prevista ferragem de amarração da alvenaria nos pilares, de conformidade com as especificações de projeto. As alvenarias não serão arrematadas junto às faces inferiores das vigas ou lajes. Posteriormente serão encunhadas com argamassa de cimento e areia, no traço volumétrico 1: 3 , Se especificado no projeto ou a critério da Fiscalização, o encunhamento será realizado com tijolos recortados e dispostos obliquamente, com argamassa de cimento e areia, no traço volumétrico 1: 3, quando não especificado pelo projeto ou Fiscalização. A critério da Fiscalização, poderão ser utilizadas cunhas pré-moldadas de concreto em substituição aos tijolos.

Em qualquer caso, o encunhamento somente poderá ser executado quarenta e oito horas após a conclusão do pano de alvenaria.

Os vãos das esquadrias serão providos de vergas (10x20 cm) moldadas in loco para o travamento e apoio das alvenarias junto às esquadrias.



02-12- REVESTIMENTOS DE PAREDES


1 – CHAPISCO
Processo Executivo:

Toda a alvenaria a ser revestida será chapiscada depois de convenientemente limpa. O chapisco será executado com argamassa de cimento e areia grossa sem peneirar no traço volumétrico 1: 4 e deverá ter espessura máxima de 5 mm. Serão chapiscadas também todas as superfícies lisas de concreto, como pilares, vigas, vergas e outros elementos da estrutura que ficarão em contato com a alvenaria, .


2– EMBOÇO PAULISTA
Processo Executivo:

O emboço de cada pano de parede somente será iniciado depois de embutidas todas as canalizações projetadas, concluídas as coberturas e após a completa pega das argamassas de alvenaria e chapisco. De início, serão executadas as guias, faixas verticais de argamassa, afastadas de 1 a 2 metros, que servirão de referência. As guias internas serão constituídas por sarrafos de dimensões apropriadas, fixados nas extremidades superior e inferior da parede por meio de botões de argamassa, com auxílio de fio de prumo.


Preenchidas as faixas de alto e baixo entre as referências, dever-se-á proceder ao desempenamento com régua, segundo a vertical. Depois de secas as faixas de argamassa, serão retirados os sarrafos e emboçados os espaços. A argamassa a ser utilizada será de cimento, cal hidratada e areia no traço volumétrico 1:2:8 e 1:2:6, conforme planilha orçamentária. Depois de sarrafeados, os emboços deverão apresentar-se regularizados e ásperos, para facilitar a aderência do reboco. A espessura dos emboços será de 20 mm.

3 – CERÂMICA

Nos banheiros, sobre o emboço, e após a sua completa secagem, serão assentes pastilha cerâmica esmaltada quadrada ,na cor branco neve na altura indicada no Projeto Executivo.

As cerâmicas serão assentes com argamassa de cimento cola (juntas de acordo com o Projeto Executivo).
4– REJUNTAMENTO
Material:

O rejuntamento da cerâmica será executado, utilizando-se argamassa para rejunte flexível .


Processo Executivo:

O rejuntamento da cerâmica deverá ser executado no período de 48 a 72 horas após o seu assentamento.

No preparo do rejunte, a quantidade de água é fundamental. As instruções da embalagem devem ser seguidas rigorosamente, pois disto depende a qualidade final do trabalho. O ponto ideal da massa é homogênea e levemente densa (se a pasta ficar líquida, perde a resistência).

Antes da aplicação do rejunte, as juntas deverão ser limpas de forma a remover o excesso da argamassa de assentamento e logo após umedecidas, a fim de melhorar a aderência e evitar que o produto perca a água necessária para a  perfeita secagem.


O rejunte deverá ser aplicado utilizando-se espátulas de plástico ou de borracha, pois estes são os instrumentos corretos para preencher por completo as juntas. Antes da secagem, o excesso de massa deverá ser retirado. Após meia hora, os resíduos que ficaram sobre o revestimento deverão ser removidos com uma esponja ou pano levemente úmido.


02-13– PISO
Sobre o contra piso de concreto, será executado uma camada de regularização na espessura média de 2 cm, no traço 1:3, (cimento:areia), sobre a qual serão assentes os pisos.

Nos locais indicados no projeto, o piso será cerâmica PEI4 na dimensão e cor indicada no projeto, assente com argamassa de cimento-cola, posteriormente rejuntados com rejunte flexível próprio .

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PISO DE BLOCO INTERTRAVADO

01 - PAVIMENTAÇÃO INTERTRAVADA de blocos de concreto 10x20 sobre coxim de areia, e=60 mm, Fck=35 MPa, cor de acordo com amostra de cor
Colchão de areia:
Para assentamento dos blocos, deverá ser colocado sobre a base, um colchão de areia que após compactado, deverá ter espessura uniforme e igual a 10 cm. O confinamento do colchão de areia será feito pelas guias e sarjetas, cuja colocação é obrigatória neste tipo de pavimento.
Pavimento de peças pré-moldadas:
Distribuição dos blocos:
As peças pré-moldadas transportadas para a pista devem ser empilhadas, de preferência à margem da pista. O número de peças de cada pilha deve ser tal que cubra a primeira faixa à frente mais o espaçamento entre elas. Não sendo possível utilizar as áreas laterais para depósito, empilhar as peças na própria pista, tendo-se o cuidado de deixar livre as faixas destinadas à colocação das linhas de referência para o assentamento.
Colocação das linhas de referência:
Cravam-se ponteiros de aço ao longo do eixo da pista, afastados não mais de 10 m, uns dos outros; em seguida, cravar ponteiros ao longo de duas ou mais linhas paralelas ao eixo da pista, a uma distância (desse eixo), igual a um número inteiro, cinco a seis vezes a distância entre os dois lados paralelos das peças, acrescidas às juntas intermediárias.
Marcar com giz nesses ponteiros, com o auxílio de régua e nível de pedreiro, uma cota tal que, referida ao nível da guia, resulte a seção transversal correspondente ao abaulamento estabelecido pelo projeto. Distender fortemente um cordel pelas marcas de giz, de ponteiro a ponteiro, segundo a direção do eixo da pista, de modo que restem linhas paralelas e niveladas
Assentamento das peças:
Em trechos retos:
a) terminada a colocação de cordéis iniciar o assentamento da primeira fileira, normal ao eixo;
a) imediatamente após o assentamento da peça, processar o acerto das juntas com o auxílio da alavanca de ferro própria, igualando-se à distância entre elas. Essa operação deve ser feita antes da distribuição do pedrisco para o rejuntamento, pois o acomodamento deste nas juntas, prejudicará o acerto. Para evitar que a areia da base também possa prejudicar o acerto, certos tipos de peças possuem chanfro nas arestas da face inferior;
b) na colocação das peças, o calceteiro deverá, de preferência, trabalhar de frente para a fileira que está assentando, ou seja, de frente para a área pavimentada;

c) o controle das fileiras é feito por meio de esquadros de madeira (catetos de 1,50 m a 2,00 m), colocando-se um cateto paralelo ao cordel, de forma que o outro cateto defina o alinhamento transversal da fileira em execução;


d) o nivelamento é controlado por meio de uma régua de madeira de comprimento pouco maior que a distância entre os cordéis, e nivelando as extremidades da régua a esses cordéis.
e) o controle do alinhamento é feito acertando as faces das peças que encostam nos cordéis, de forma que as juntas definam uma reta sob o cordel.
Rejuntamento:
O rejuntamento das peças será feito com areia. Distribui-se a areia pelas juntas e depois, com a vassoura, procura-se forçá-lo a penetrar nessas juntas, de forma que cerca toda sua altura fiquem preenchidos, após deve ser executada a compressão. Esta é feita passando-se o rolo compressor ou placa vibratória iniciando por passadas nas bordas da pista e progredindo daí para o centro, nos trechos retos até o bordo externo nos trechos em curva.
Proteção, verificação e entrega ao tráfego:
Durante todo o período de construção do pavimento deverá ser construídas valetas provisórias que desviam as águas de chuva, e não será permitido tráfego sobre a pista em execução.

02-14 – ESQUADRIAS METÁLICAS E DE MADEIRA
1 - PORTAS DE MADEIRA
As esquadrias serão instaladas por meio de elementos adequados, rigidamente fixados à alvenaria ou concreto, por processo adequado a cada caso particular, de modo a assegurar a rigidez e estabilidade do conjunto. No caso de portas, os arremates das guarnições com os rodapés e revestimentos das paredes adjacentes serão executados de conformidade com os detalhes indicados no projeto.

As portas dos banheiros serão revestidas em laminado melamínico, com as dimensões, cores e detalhes indicados no Projeto Executivo, inclusive marco, dobradiça e tarjeta livre/ocupado. .

Após a execução, as portas serão cuidadosamente limpas, removendo-se manchas e quaisquer resíduos de argamassas e gorduras.
Recebimento :

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de modo a verificar a locação, o alinhamento, o nivelamento, o prumo, as dimensões e o formato das esquadrias, a vedação e o acabamento, de conformidade com o projeto. Serão verificados igualmente o funcionamento das partes móveis e a colocação das ferragens.


2 - JANELAS E PORTAS DE ALUMINIODE ALUMÍNIO
Materiais:

Todos os materiais utilizados nas janelas e portas de alumínio deverão respeitar as indicações e detalhes do projeto ou planilha, isentos de defeitos de fabricação. Os perfis, barras e chapas de alumínio utilizados na fabricação das janelas serão isentos de empenamentos, defeitos de superfície e diferenças de espessura. As dimensões deverão atender às exigências de resistência pertinentes ao uso, bem como aos requisitos estéticos indicados no projeto.

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Processo Executivo:

A instalação das esquadrias deverá obedecer ao alinhamento, prumo e nivelamento indicados no projeto. Na colocação, não serão forçadas a se acomodarem em vãos fora de esquadro ou dimensões diferentes das indicadas no projeto. As esquadrias serão instaladas através de contramarcos, rigidamente fixados na alvenaria ou concreto, de modo a assegurar a rigidez e estabilidade do conjunto, e adequadamente isolados do contato direto com as peças de alumínio por metalização ou pintura, conforme especificação para cada caso particular. As armações não deverão ser distorcidas quando aparafusadas aos chumbadores ou marcos.


02-15 - VIDROS
Nos basculantes serão instalados vidros tipo canelado, espessura 4,0 mm,fixados através de baquete ou indicado no projeto.

02-16 - PINTURA
Introdução:

Para a execução de qualquer tipo de pintura, deverão ser observadas as seguintes diretrizes gerais:

- as superfícies a serem pintadas serão cuidadosamente limpas, escovadas e raspadas, de modo a remover sujeiras, poeiras e outras substâncias estranhas;

- as superfícies a pintar serão protegidas quando perfeitamente secas e lixadas;

- cada demão de tinta somente será aplicada quando a precedente estiver perfeitamente seca, devendo-se observar um intervalo de 24 horas entre demãos sucessivas;

- igual cuidado deverá ser tomado entre demãos de tinta e de massa, observando um intervalo mínimo de 48 horas após cada demão de massa;

- deverão ser adotadas precauções especiais, a fim de evitar respingos de tinta em superfícies não destinadas à pintura, como vidros, ferragens de esquadrias e outras. Recomendam-se as seguintes cautelas para proteção de superfícies e peças:

- isolamento com tiras de papel, pano ou outros materiais; ·

- separação com tapumes de madeira, chapas de fibras de madeira comprimidas ou outros materiais;

- remoção de salpicos, enquanto a tinta estiver fresca, empregando-se um removedor adequado, sempre que necessário. Deverão ser usadas as tintas já preparadas em fábricas, não sendo permitidas composições, salvo se especificadas pelo projeto ou Fiscalização. As tintas aplicadas serão diluídas conforme orientação do fabricante e aplicadas na proporção recomendada. As camadas serão uniformes, sem corrimento, falhas ou marcas de pincéis.

Os recipientes utilizados no armazenamento, na mistura e na aplicação das tintas deverão estar limpos e livres de quaisquer materiais estranhos ou resíduos. Todas as tintas serão rigorosamente misturadas dentro das latas e periodicamente mexidas com uma espátula limpa, antes e durante a aplicação, a fim de obter uma mistura densa e uniforme e evitar a sedimentação dos pigmentos e componentes mais densos.

Para pinturas internas de recintos fechados, serão usadas máscaras, salvo se forem empregados materiais não tóxicos. Além disso, deverá haver ventilação no recinto. Os trabalhos de pintura em locais desabrigados serão suspensos em tempos de chuva ou de excessiva umidade.



Processo Executivo:

Nas paredes revestidas de argamassa será aplicada pintura látex acrílica com no mínimo três demãos.

Na estrutura de ferro da ponte receberão, no mínimo, duas demãos de pintura de tinta base epóxi com compressor.

Os piso cimentados receberão pintura com tinta acrílica, três demãos, aplicados a rolo de lã, com diluição em água a 20%. Na estrutura de concreto será feito pintura hidrofugante com solução de silicone com duas demãos.


Recebimento :

Todas as etapas do processo executivo deverão ser inspecionadas pela Fiscalização, de conformidade com as indicações de projeto, bem como com as diretrizes gerais deste item.



02-17 – INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS
1 - QUALIDADE DOS SERVIÇOS E MATERIAIS

Os serviços executados deverão obedecer rigorosamente às boas técnicas adotadas usualmente na engenharia, em estrita consonância como os critérios de aceitação e rejeição prescritos nas Normas Técnicas Brasileiras em vigor.

A aplicação dos materiais será rigorosamente supervisionada, não sendo aceitas aquelas cuja qualidade seja inferior em desempenho e qualidade àquela especificada. Em caso de dúvidas, a mencionada equipe poderá exigir ensaios ou demais comprovações necessárias ao seu inteiro critério.



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