Iii. D obras acessórias



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PARTE 14

TERRAPLENAGENS


TERRAPLENAGEM

CARACTERÍSTICAS DOS MATERIAIS
1 - ATERROS

Para efeitos deste Caderno de Encargos considera-se como Fundação do Aterro o terreno sobre o qual este será construido.

1 - ESTRUTURA DOS ATERROS

Nos aterros distinguem-se as seguintes zonas, cuja geometria será definida no projecto:


Parte Inferior do Aterro (PIA) - É a zona do aterro que assenta sobre a fundação (geralmente considera-se que é constituída pelas duas primeiras camadas do aterro). No caso de se ter procedido préviamente aos trabalhos de decapagem, consideram-se também incluídas para além destas, as camadas que se situam abaixo do nível do terreno natural.

Corpo - É a parte do aterro compreendida entre a Parte Inferior e a Parte Superior do Aterro.

Parte Superior do Aterro (PSA) - É a zona do aterro (da ordem dos 40-85 cm) sobre a qual apoia a Camada de Leito do Pavimento, a qual integra a fundação do pavimento e influencia o seu comportamento.

Leito do Pavimento - É a última “camada” constituinte do aterro, que se destina essencialmente a conferir boas condições de fundação ao pavimento, não só do ponto de vista das condições de serviço, mas também das condições de colocação em obra, permitindo uma fácil e adequada compactação da primeira camada do pavimento, e garantindo as condições de traficabilidade adequadas ao tráfego de obra. Por razões construtivas o Leito do Pavimento pode ser construído por uma ou várias camadas.

Espaldar - É a zona lateral do corpo do aterro que inclui os taludes, e que pode ocasionalmente ter função de maciço estabilizador.
A Parte Superior do Aterro e o Leito do Pavimento constituem a fundação do pavimento.

2 - CRITÉRIOS GERAIS


Os materiais a utilizar nos aterros serão os definidos no projecto, provenientes das escavações realizadas na obra ou de empréstimos. Os empréstimos escolhidos pelo adjudicatário deverão ser submetidos à prévia aprovação da Fiscalização.
Os materiais a utilizar na construção da Parte Inferior dos Aterros devem ser preferencialmente insensíveis à água, especialmente quando houver possibilidade de inundação e/ou de encharcamento dos terrenos adjacentes.
Na construção do Corpo dos aterros poderão ser utilizados todos os materiais que permitam a sua colocação em obra em condições adequadas, que garantam e assegurem por um lado a estabilidade da obra, e simultaneamente, que as deformações pós-construtivas que se venham a verificar sejam toleráveis a curto e longo prazo para as condições de serviço.
Para satisfazer às exigências de estabilidade quase imediatas dos aterros, os materiais utilizáveis devem ter características geotécnicas que permitam atingir, logo após a sua colocação em obra, as resistências, em particular mecânicas, que garantam esta exigência. Isto pressupõe, que eles possam ser correctamente espalhados e compactados, o que significa que:
- É necessário que a dimensão máxima (Dmáx) dos seus elementos permita o nivelamento das camadas e que a sua espessura seja compatível com a potência dos cilindros utilizados;

- O respectivo teor em água natural (Wnat) seja adequado às condições de colocação em obra.

Os materiais que poderão ser utilizados na construção do Corpo dos aterros devem ainda obedecer ao seguinte:

- Os solos ou materiais a utilizar deverão estar isentos de ramos, folhas, troncos, raízes, ervas, lixo ou quaisquer detritos orgânicos.

- A dimensão máxima dos elementos dos materiais a aplicar será, em regra, não superior a 2/3 da espessura da camada, uma vez compactada.
Na Parte Superior dos Aterros devem ser utilizados os materiais de melhor qualidade, de entre os provenientes das escavações e/ou dos empréstimos utilizados.
Na zona dos Espaldares devem ser utilizados materiais compatíveis com a geometria de taludes projectada, de modo a evitar riscos de instabilidade e/ou de erosão.
Quando fôr imprescindível, por razões económicas e/ou ambientais, reutilizar na construção de aterros solos coerentes (finos e sensíveis à água) com elevados teores em água no seu estado natural, poder-se-á recorrer a técnicas de tratamento (“in situ” ou em central) com cal ou com ligantes hidraúlicos, por forma a garantir condições de traficabilidade aos equipamentos e a atingir as condições exigíveis para a sua colocação em obra.

3 - TIPOS DE MATERIAIS DE ATERRO


Os materiais a utilizar na construção dos aterros são do ponto de vista granulométrico, os seguintes: solos, materiais rochosos (enrocamento), e materiais do tipo solo-enrocamentos.
3.1 - SOLOS
Segundo o presente Caderno de Encargos, denominam-se solos os materiais que cumpram as seguintes condições granulométricas:
- Material retido no peneiro 19 mm ( 3/4” ) ASTM  30%
A sua utilização na construção de aterros, no seu estado natural, exige que sejam observadas as seguintes condições relativas ao teor em água:

Solos incoerentes: 0,8 Wopm  Wnat  1,2 Wopm

Solos coerentes: 0,7 Wopn  Wnat  1,4 Wopn

Wopm - teor em água óptimo referido ao ensaio de Proctor Modificado

Wopn - teor em água óptimo referido ao ensaio de Proctor Normal
Quando não se verifique este requesito para o caso de solos coerentes, poder-se-á recorrer a técnicas de tratamento com cal ou desta combinada com cimento.
A possível utilização dos diversos tipos de solos em função da zona do aterro em que irão ser aplicados deverá obedecer às seguintes regras gerais (Quadro 1), baseadas na classificação unificada de solos, contida na especificação ASTM D 2487.
Quadro 1








Tipo




Reutilização




Classe

CBR (%)

de

Descrição

PIA

Corpo

PSA










solo






















OL

siltes orgânicos e siltes argilosos orgânicos de baixa plasticidade (1)

N

N

N










OH

argilas orgânicas de plasticidade média a elevada;

siltes orgânicos. (2)



N

P

N




S 0

 3

CH

argilas inorgânicas de plasticidade elevada;

argilas gordas. (3)



N

P

N









MH


siltes inorgânicos;

areias finas micáceas;

siltes micáceos. (4)

N

P

N











OL

idem (1)

N

S

N




S 1

 3 a  5

OH

idem (2)

N

S

N










CH

idem (3)

N

S

N










MH

idem (4)

N

S

N










CH

idem (3)

N

S

N










MH

idem (4)

N

S

N





S 2

 5 a  10


CL


argilas inorgânicas de plasticidade baixa a média

argilas com seixo, argilas arenosas,

argilas siltosas e argilas magras.

S

S

P










ML


siltes inorgânicos e areias muito finas;

areias finas, siltosas ou argilosas;

siltes argilosos de baixa plasticidade.

S

S

P











SC

areia argilosa;

areia argilosa com cascalho. (5)



S

S

P










SC

idem (5)

S

S

S





S 3

 10 a  20



SM d

SM u


areia siltosa;

areia siltosa.



S

P


S

S


S

N











SP

areias mal graduadas;

areias mal graduadas com cascalho.



S

S

S










SW

areias bem graduadas;

areias bem graduadas com cascalho.



S

S

S





S 4

≥ 20 a< 40



GC

cascalho argiloso;

cascalho argiloso com areia.



S

S

S










GM-u

cascalho siltoso;

cascalho siltoso com areia. (6)



P

S

P










GP

cascalho mal graduado;

cascalho mal graduado com areia. (7)



S

S

S










GM-d

idem (6)

S

S

S




S 5

 40

GP

idem (7)

S

S

S










GW

cascalho bem graduado;

cascalho bem graduado com areia.



S

S

S





S - admissível; N - não admissível ; P-possível.

PIA - parte inferior do aterro

PSA - parte superior do aterro

3.2 - SOLOS TRATADOS COM CAL E/OU CIMENTO


3.2.1 - CARACTERISTICAS DOS SOLOS A TRATAR E DA MISTURA
A utilização de solos coerentes tratados com cal e/ou com ligantes hidraúlicos na construção de aterros pressupõe a satisfação das seguintes características do solos naturais (iniciais) e das misturas (finais), com o objectivo de proporcionar adequadas condições de traficabilidade e de colocação em obra da mistura obtida:

Quadro 2


Classe de solo

CBRim (inicial)

CBRim (final)

S0

<3

5

S1

3 a 5

5 a 15

S2

5 a 8

7 a 20

CBR imediato - 95% Proctor Normal e para o Wnatural
3.2.2 - A CAL
A cal a utilizar no tratamento de solos será a cal viva (em situações particulares cal apagada), podendo ser utilizada em pó ou sob a forma de leitada, no caso de teores em água naturais dos solos abaixo do óptimo, determinado pelo ensaio de compactação pesada.
O teor mínimo em óxidos de cálcio e magnésio será de 80% em peso quando determinado de acordo com as especificações LNEC E 340-81 e E341-81.
O teor em anidrido carbónico será inferior a 5%.
A análise granulométrica, por via húmida, deverá fornecer as seguintes percentagens acumuladas mínimas, relativamente ao peso seco:
- Passada no peneiro ASTM nº 20 (0,840 mm) 100

- Passada no peneiro ASTM nº 100 (0,150 mm) 95

- Passada no peneiro ASTM nº 200 (0,074 mm) 85
A superfície específica deverá ser determinada de acordo com a especificação LNEC E 65-80.

3.2.3 - O CIMENTO
O cimento a utilizar no tratamento de solos será o tipo II classe 32,5, satisfazendo às Definições, Classes de Resistência e Características da NP 2064 e às prescrições do Caderno de Encargos para o Fornecimento e Recepção dos Cimentos (NP 2065) ou às prescrições em vigor.
3.3 - MATERIAIS ROCHOSOS (ENROCAMENTOS)
Do ponto de vista da sua reutilização na construção de aterros e da definição das condições de aplicação, os materiais rochosos podem ser caracterizados com vista à determinação das suas características de resistência, fragmentabilidade e alterabilidade podendo-se considerar em princípio, divididos nos seguintes grupos:
A - ROCHAS SEDIMENTARES
A.1 - Rochas Carbonatadas (Calcários)

a) LA < 45 Calcários duros

b) LA > 45 e  > 18 kN / m3 Calcários de densidade média

c)  < 18 kN / m3 Calcário fragmentável

A.2 - Rochas Argilosas (Margas, Xistos Sedimentares, Argilitos)

a) FR < 7 e ALT < 20 Rochas argilosas pouco fragmentáveis e de

degradibilidade média

b) FR > 7 Rochas argilosas fragmentáveis

c) FR < 7 e ALT > 20 Rochas argilosas pouco fragmentáveis e muito

degradáveis

A.3 - Rochas Siliciosas (Grés, "Pudins" e Brechas)

a) LA < 45 Rochas Siliciosas Duras

b) LA > 45 e FR < 7 Rochas Siliciosas de Dureza Média

c) FR > 7 Rochas Siliciosas Fragmentáveis

B - ROCHAS MAGMÁTICAS E METAMÓRFICAS

a) LA < 45 Rochas Duras

b) LA > 45 e FR <7 Rochas de Dureza Média

c) FR > 7 Rochas Fragmentáveis ou alteráveis

NOTA:  - peso volúmico;

LA - percentagem de desgaste na máquina de Los Angeles (Gran. E);

FR - índice de fragmentabilidade (NF P 94-066);

ALT - índice de alterabilidade (NF P 94-067).


O material para utilizar em pedraplenos será proveniente das escavações, e deverá ser homogéneo, de boa qualidade, isento de detritos, matéria orgânica ou quaisquer outras substâncias nocivas, obedecendo às seguintes características:
- Granulometria:
O material terá uma granulometria contínua, e cumprirá as seguintes condições granulométricas:
- Percentagem passada no peneiro de 25 mm (1”) ASTM, máxima 30%

- Percentagem passada no peneiro de 0,074 mm (nº 200) ASTM ,máxima 12%

- A dimensão máxima dos blocos (Dmáx) não deverá ser superior a 2/3 da espessura da camada depois de compactada, nem a 0,80 m.

- Forma das partículas:

A percentagem, em peso, das partículas lamelares ou alongadas será inferior a 30%.
Para este efeito consideram-se partículas lamelares ou alongadas as que apresentem uma máxima dimensão superior a 3 vezes a mínima.

3.4 - MATERIAIS DO TIPO SOLO-ENROCAMENTO
Do ponto de vista granulométrico serão considerados materiais com características de solo-enrocamento os materiais de granulometria contínua e que ainda obedeçam às seguintes condições granulométricas:

- Material retido no peneiro de 19 mm (3/4") ASTM compreendido entre 30% e 70%

- Material passado no peneiro 0,075 mm (nº 200) ASTM compreendido entre 12% e 40%
- A dimensão máxima dos blocos (Dmáx) não deverá ser superior a 2/3 da espessura da camada depois de compactada, nem a 0,40 m.
Estes materiais, constituídos por mistura de solos com rocha e normalmente resultantes do desmonte, de rochas brandas deverão obedecer na perspectiva da sua reutilização às especificações exigidas para cada fracção, rocha ou solo, referidas nos pontos anteriores.

3.5 - MATERIAIS NÃO REUTILIZÁVEIS
Os materiais resultantes de escavações na linha ou de empréstimo e não reutilizáveis, são os indicados no projecto de terraplenagem, ou os que obedecem às seguintes condições:
- lixo ou detritos orgânicos;

- argilas com IP > 50%;

- materiais com propriedades físicas ou químicas indesejáveis, que requeiram medidas especiais para escavação, manuseamento, armazenamento, transporte e colocação;

- turfa e materiais orgânicos provenientes de locais pantanosos.

4 - ATERROS COM SOLOS
Para efeitos deste Caderno de Encargos, terrapleno é todo o aterro construído com solos.
A utilização dos diversos tipos de solos no seu estado natural, em função da zona do aterro em que irão ser aplicados, deverá obedecer às seguintes regras gerais:
- Na Parte Inferior dos Aterros (PIA), devem, de preferência ser utilizados solos pouco sensíveis à água, pertencentes às classes S2, S3, S4 e S5 previstas no Quadro 1. Sempre que os aterros se localizem em zonas muito húmidas ou inundáveis, ou integrem camadas drenantes, estas e/ou a PIA, devem ser construídas com materiais com menos de 5% passados no peneiro 0,074 mm (nº 200) ASTM;
- No Corpo dos aterros podem ser utilizados os solos de pior qualidade.
- Não é permitida a utilização de materiais rochosos (enrocamento) para conclusão da construção de terraplenos, e é proibido o recurso a técnicas do tipo “sandwich” (utilização de materiais diferentes alternadamente e de forma contínua) de modo a poder garantir-se um comportamento uniforme e contínuo do aterro;
- Na Parte Superior dos Aterros, numa espessura entre 40 a 85 cm, devem utilizar-se os solos com melhores características geotécnicas. De preferência, aqueles materiais devem satisfazer simultaneamente as classes S2, S3, S4 e S5, do Quadro 1 anteriormente apresentado e aos grupos A-1, A-2 e A-3 da Classificação Rodoviária.

5 - UTILIZAÇÃO DE SOLOS TRATADOS COM CAL E/OU COM LIGANTES HIDRAÚLICOS EM ATERROS COM SOLOS COERENTES


Em alternativa às regras gerais acima referidas, e quando as condições económicas e/ou ambientais do projecto o exijam ou aconselhem, poder-se-ão reutilizar solos coerentes húmidos, recorrendo para o efeito a técnicas de tratamento “in situ” ou em central, satisfazendo às condições previstas no Quadro 2.
A utilização desta técnica pode ser aplicada a parte do aterro ou à sua totalidade, função das características geotécnicas dos materiais disponíveis e das condições gerais e particulares da obra, desde que os materiais satisfaçam à condição de Dmáx  250 mm.
Quando a sua utilização fôr restricta a zonas ou fases da obra a aplicação desta técnica poderá decorrer da observação da ocorrência de rodeiras com 10 a 20 cm de profundidade à passagem do tráfego de obra. É o caso em que os materiais para aterro se apresentem em condições impossíveis de prever no projecto, por exemplo com teores em água particularmente desfavoráveis.
Esta técnica é particularmente adequada, quando em presença destes solos, para melhoramento das características geotécnicas da parte superior dos aterros (PSA), na construção aterros de acesso difícil - aqueles cuja geometria não permite que os equipamentos de espalhamento e compactação operem em condições normais, e normalmente designados por “aterros técnicos” -, na construção da parte inferior de aterros (PIA) em zonas potencialmente inundáveis, nos espaldares de aterros zonados construídos com solos coerentes e com taludes de forte inclinação.

6 - ATERROS EM MATERIAL ROCHOSO (ENROCAMENTO)


Para efeitos deste Caderno de Encargos, pedrapleno é todo o aterro com materiais rochosos (enrocamento) de boa qualidade, o que exclui os materiais das classes A.1 c); A.2; A.3 c); e B c) definidos em 1 - 3.2, que normalmente apresentam valores de resistência à compressão simples inferior a 30 MPa.
No caso dos aterros de grande porte (H  20 m, sendo H a maior das alturas do aterro sob a plataforma) terão que ser verificada em obra, as características admitidas em projecto para as propriedades - índice - nomeadamente: compressão simples; compressão por carga pontual (“Point Load Test”); porosidade; massa volúmica e expansibilidade. Deve ainda ser dada particular importância à resistência ao esmagamento, ao desgaste em meio húmido (“Slake Durability Test“), ao desgaste de Los Angeles e à deformação unidimensional dos materiais a utilizar de modo a serem confirmados os pressupostos de projecto. Esta verificação será feita após a execução do aterro experimental e antes do início da construção.
No caso dos pressupostos de projecto não se verificarem, devem ser introduzidos os ajustamentos e/ou correcções necessários.
Na Parte Inferior dos Aterros (PIA) de enrocamento e nos respectivos Espaldares devem ser utilizados materiais pouco sensíveis à água (não colapsáveis - A.1 a) e b); A.3 a) e b) e B a) e b) do sub-capítulo 1-3.2, de dureza alta ou média e não fragmentáveis, compatíveis com as condições de utilização.
Nestas zonas dos pedraplenos não é permitida, em princípio, a utilização de materiais de enrocamento provenientes de rochas argilosas fragmentavéis e alteráveis (evolutivas - A.2 do sub-capítulo 1-3.2. Quando tal não for possível de evitar, os blocos devem ser demolidos até à menor dimensão possível e a Parte Inferior do Aterro deve ser defendida dos efeitos da molhagem por obras de drenagens adequadas e os Espaldares revestidos com terra vegetal à medida que a construção vai avançando de modo a minimizar o tempo de exposição dos materiais à acção dos agentes atmosféricos.
No caso de aterros de enrocamento zonados devem ser utilizados, nos espaldares, os materiais de enrocamento de melhor qualidade.
Na Parte Superior dos Aterros (PSA) de enrocamento, devem ser utilizados materiais que permitam fazer a transição entre os materiais utilizados no Corpo do aterro e os materiais do leito do pavimento. Este objectivo pode ser conseguido à custa da utilização dos materiais de menor granulometria provenientes do próprio desmonte dos materiais rochosos.
A não ser que a altura do aterro a construir sobre o pedrapleno seja superior a 1,50 m, não é permitida a utilização de solos na Parte Superior do Aterro (PSA).

7 - ATERROS COM MATERIAIS DO TIPO SOLO-ENROCAMENTO


Para efeitos deste Caderno de Encargos considera-se aterro com materiais do tipo solo-enrocamento todo o aterro construído com os materiais definidos em 1-3.3.
No caso dos aterros de grande porte (H  15 m, sendo H a maior das alturas do aterro sob a plataforma) terão que ser verificada em obra, as características admitidas em projecto para as propriedades - índice - nomeadamente: compressão simples; compressão por carga pontual (“Point Load Test”); porosidade; massa volúmica e expansibilidade. Deve ainda ser dada particular importância à resistência ao esmagamento, ao desgaste em meio húmido (“Slake Durability Test“), ao desgaste de Los Angeles e à deformação unidimensional dos materiais a utilizar de modo a serem confirmados os pressupostos de projecto. Esta verificação será feita após a execução do aterro experimental e antes do início da construção.
No caso dos pressupostos de projecto não se verificarem, devem ser introduzidos os ajustamentos e/ou correcções necessários.

8 - ATERROS ZONADOS


Designam-se por aterros zonados os aterros que utilizam na sua construção vários materiais com as características e a localização definidas no respectivo projecto. Como exemplos podem refrir-se os aterros em que o corpo é constituído por materiais do tipo solo-enrocamento e os espaldares por materiais de enrocamento, ou os aterros em que o corpo é constituído por solos e os espaldares por solos tratados.
Na concepção e construção destes aterros cumprir-se-ão as especificações estipuladas em 1, consoante o tipo de material adoptado.
No caso dos aterros de grande porte (H  15 m, sendo H a maior das alturas do aterro sob a plataforma) terão que ser verificada em obra, as características admitidas em projecto para as propriedades - índice - nomeadamente: compressão simples; compressão por carga pontual (“Point Load Test”); porosidade; massa volúmica e expansibilidade. Deve ainda ser dada particular importância à resistência ao esmagamento, ao desgaste em meio húmido (“Slake Durability Test“), ao desgaste de Los Angeles e à deformação unidimensional dos materiais a utilizar de modo a serem confirmados os pressupostos de projecto. Esta verificação será feita após a execução do aterro experimental e antes do início da construção.
No caso dos pressupostos de projecto não se verificarem, devem ser introduzidos os ajustamentos e/ou correcções necessários.

9 - PARTICULARIEDADES DOS ATERROS COM MATERIAIS EVOLUTIVOS


Para além dos materiais acima referidos existem outros resultantes do desmonte de rochas evolutivas, nomeadamente de rochas argilosas como as margas e alguns xistos (classe A-2 - 10.01.01-3.2), os quais têm a particularidade de sofrerem alterações das suas características físico-químicas e mecânicas durante a colocação em obra e posteriormente durante o período de serviço.
Um dos aspectos mais relevantes é a alteração da sua granulometria e das suas características mecânicas quando sujeitos às acções dos agentes climáticos em condições de serviço, que após a construção poderá originar assentamentos significativos nos aterros e a consequente deformação dos pavimentos.
No Cap. 15 deste Caderno de Encargos serão descritos os processos construtivos especificos para estes materiais.

10 - ATERROS TÉCNICOS


Designam-se por “aterros técnicos” os aterros a realizar em zonas de difícil acesso, e onde não é possível que o equipamento correntemente utilizado no espalhamento e compactação dos materiais de aterro opere normalmente. Entre outros consideram-se “aterros técnicos” os aterros junto a encontros de obras de arte ou a outro tipo de estruturas enterradas, e os aterros junto a muros de suporte, passagens hidraúlicas de pequeno ou grande diâmetro, passagens agrícolas, etc..
Os materiais a utilizar na sua construção deverão satisfazer ao especificado em 2 - Materiais para o Leito do Pavimento e em 1-3.2 - Solos tratados com cal e/ou cimento. Exceptuam-se os casos de estruturas enterradas de pequeno diâmetro, desde que a altura do aterro sobre a estrutura não seja inferior a três vezes “d” (diâmetro ou lado), em que poderão ser utilizados em alternativa os materiais das classes S2, S3, S4 e S5 referidos no Quadro 2 do ponto 1.-3.2.1.

2 - MATERIAIS PARA O LEITO DO PAVIMENTO
Os materiais naturais a utilizar na construção do Leito do Pavimento são os referidos no Quadro 1 do sub-capítulo 1-3.1, e obedecem ainda às características discriminadas nos pontos 1 a 3 do presente sub-capítulo.
Na regularização de escavações em rocha e em pedraplenos e aterros em solo-enrocamento o Leito do Pavimento será construído obrigatoriamente por materiais com as características referidas nos pontos 2 e 3 (Materiais Granulares).
Quando as condições técnico-económicas e ambientais o justifiquem, podem ainda ser utilizados solos tratados com cimento ou com cal e/ou cimento.
O reperfilamento da superfície do leito do pavimento no extradorso das curvas com sobreelevação será construído com materiais granulares com características de sub-base.
1 - SOLOS
Os materiais para camadas de leito do pavimento em solos, deverão ser constituídos por solos de boa qualidade, isentos de detritos, matéria orgânica ou quaisquer outras substâncias nocivas, devendo obedecer às seguintes características:

- Dimensão máxima 75 mm

- Percentagem de material que passa no peneiro nº 200 ASTM, máxima 20%

- Limite de liquidez, máximo 25%

- Índice de plasticidade, máximo 6%

- Equivalente de areia, mínimo 30%

- Valor de azul de metileno (material de dimensão inferior a 75 m), máximo 2,0

- CBR a 95% de compact. relativa, e teor óptimo em água (Proctor Modificado), mínimo 10%

- Expansibilidade (ensaio CBR), máxima 1,5%

- Percentagem de matéria orgânica 0%

2 - MATERIAIS GRANULARES NÃO BRITADOS
No caso de ser utilizado material granular não britado, aluvionar ou outros resultantes das escavações em rocha, o material, deverá obedecer às seguintes características:

- A granulometria deve integrar se no seguinte fuso:



PENEIRO

ASTM

PERCENTAGEM ACUMULADA DO

MATERIAL QUE PASSA

75,0 mm (3”)

63,0 mm (2 1/2”)

4,75 mm (nº 4)

0,075 mm (nº 200)

100

90 - 100

35 - 70

0 - 12

- Limite de liquidez, máximo 25%

- Indice de plasticidade, máximo 6%

- Equivalente de areia, mínimo 30%

- Valor de azul de metileno (material de dimensão inferior a 75 m), máximo 2,0

- Perda por desgaste na máquina de Los Angeles (Gran. A), máxima 45%

a) Se o equivalente de areia for inferior a 30%, o valor de azul de metileno corrigido (VAc), deverá ser inferior a 35, sendo calculado pela seguinte expressão:



VA - Valor de azul de metileno obtido pelo método da mancha no material de dimensão inferior a 75 m (NF P 18-592)

Nota: Se a percentagem de material passado no peneiro de 0,075 mm (nº200 ASTM) for inferior ou igual a 5, a aceitação do material passa únicamente pelo respeito do especificado para o valor de L.A., desde que FR<7 e ALT>20.

3 - MATERIAIS GRANULARES BRITADOS


Estes materiais devem ser constituidos pelo produto de britagem de material explorado em formações homogéneas e ser isento de argilas, de matéria orgânica ou de quaisquer outras substâncias nocivas. Deverão obedecer ainda às seguintes prescrições:
- A granulometria, de tipo contínuo, deve integrar se, em princípio, no seguinte fuso:


PENEIRO

ASTM

PERCENTAGEM ACUMULADA DO

MATERIAL QUE PASSA

37,5 mm (1 1/2”)

31,5 mm (1 1/4”)

19,0 mm (3/4”)

9,51 mm (3/8”)

6,3 mm (1/4”)

4,75 mm (nº 4)

2,00 mm (nº 10)

0,425 mm (nº 40)

0,180 mm (nº 80)

0,075 mm (nº 200)

100

75 - 100

55 - 85

40 - 70

33 - 60

27 - 53

22 - 45

11 - 28

7 - 19

2 - 10

- Percentagem de material retido no peneiro ASTM de 19 mm (3/4”), máximo. 30%

- Percentagem de desgaste na máquina de Los Angeles (Gran.A)  45% a)

- Limite de liquidez, máximo 25%

- Indice de plasticidade, máximo 6%

- Equivalente de areia, mínimo 30%

- Valor de azul de metileno (material de dimensão inferior a 75 m), máximo 2,0

a) 50% em granitos

a) Se o equivalente de areia for inferior a 30%, o valor de azul de metileno corrigido (VAc), deverá ser inferior a 35, sendo calculado pela seguinte expressão:



VA - Valor de azul de metileno obtido pelo método da mancha no material de dimensão inferior a 75 m (NF P 18-592)

Nota: Se a percentagem de material passado no peneiro de 0,075 mm (nº200 ASTM) for inferior ou igual a 5, a aceitação do material passa únicamente pelo respeito do especificado para o valor de L.A., desde que FR<7 e ALT>20.

4 - EM SOLOS TRATADOS COM CAL E OU CIMENTO


4.1 - CAL
A cal a utilizar no tratamento de solos será a cal viva (em situações particulares poder-se-á utilizar cal apagada), podendo ser utilizada em pó ou sob a forma de leitada, no caso de teores em água naturais dos solos abaixo do óptimo, determinado pelo ensaio de compactação pesada.
O teor mínimo em óxidos de cálcio e magnésio será de 80% em peso quando determinado de acordo com as especificações LNEC E 340-81 e E341-81.
O teor em anidrido carbónico será inferior a 5%.
A análise granulométrica, por via húmida, deverá fornecer as seguintes percentagens acumuladas mínimas, relativamente ao peso seco:
- Passada no peneiro ASTM nº 20 (0,840 mm) 100

- Passada no peneiro ASTM nº 100 (0,150 mm) 95

- Passada no peneiro ASTM nº 200 (0,074 mm) 85
A superfície específica deverá ser determinada de acordo com a especificação LNEC E 65-80.

4.2 - CIMENTO
O cimento a utilizar no tratamento de solos será do tipo I ou II, classe 32,5, satisfazendo às Definições, Classes de Resistência e Características da NP 2064 e às prescrições do Caderno de Encargos para o Fornecimento e Recepção dos Cimentos (NP 2065) ou às prescrições em vigor.

4.3 - SOLO A TRATAR COM CAL
O solo a ser tratado com cal, deverá estar isento de ramos, folhas, troncos, raízes, ervas, lixo ou quaisquer detritos orgânicos.
A dimensão máxima dos elementos não será superior a 70 mm.
Os solos a utilizar no tratamento com cal deverão ainda obedecer às seguintes características mínimas:
- Percentagem de material passada no peneiro nº 200 ASTM, máximo 85%

- Índice de plasticidade, mínimo 20%

- Percentagem de sulfatos expressa em SO3 (NP2106), máximo 0,2%

- Percentagem em matéria orgânica, máximo 2%

- CBR imediato ( 95% Proctor Normal e Wnat), mínimo 5%

4.4 - SOLO TRATADO COM CAL
O solo-cal resultará de um estudo laboratorial específico, devendo ser obtidas as seguintes características mínimas da mistura:
- Percentagem de cal, mínima 4%

- Limite de liquidez, máximo 25%

- Índice de plasticidade, máximo 6%

- Expansão relativa, máxima 0,3%

- CBR > 20

- CBR/CBRi  1


Os ensaios CBR e CBRi serão realizados em provetes de solo tratado (4 a 6 horas depois da mistura com cal) com a energia do ensaio Proctor Normal, para um teor em água correspondente a 0,9Wopn da mistura.

4.5 - SOLO A TRATAR COM CIMENTO OU CAL E CIMENTO
O solo a ser tratado com cimento, deverá estar isento de ramos, folhas, troncos, raízes, ervas, lixo ou quaisquer detritos orgânicos.
Os solos a utilizar no tratamento com cimento deverão satisfazer às seguintes características:



  • Quando misturado em central:

- Dmáx 50 mm

- Percentagem de material passada no peneiro nº 200 ASTM, máxima 35%

- Índice de plasticidade, máximo 12%


  • Quando misturado “in situ”:

- Dmáx 100 mm

- Índice de plasticidade, máximo 12%


Poder-se-ão utilizar solos com características diferentes das indicadas desde que o Adjudicatário demonstre que o equipamento tem uma capacidade de desagregação suficiente de modo a conseguir uma mistura íntima e homógenea do solo com o cimento, e sempre após aprovação da fiscalização.
Eventualmente, poderá ser necessária a adição prévia de cal, caso os teores em água naturais sejam iguais ou superiores ao teor óptimo de referência mais 2%.

4.6 - SOLO TRATADO COM CIMENTO OU CAL E CIMENTO
O solo-cimento e o solo-cal e cimento a utilizar em camadas de Leito do Pavimento, resultará de um estudo laboratorial específico. A composição final da mistura será determinada da forma seguinte:


  • Características de curto prazo:

- Condições de autorização de traficabilidade:

Rc > 1,0 MPa;

- Resistência à imersão em idades jovens:

se VA  0,5 Rci/Rc60  0,80

se VA > 0,5 Rci/Rc60  0,60

Rci - Resistência à compressão aos 60 dias (28 dias de cura normal mais 32 dias de imersão em água)

Rc60 - Resistência à compressão aos 60 dias (cura normal)


  • Características de longo prazo (aos 28 ou 90 dias respectivamente para os cimentos do tipo I ou II):

- Resistência à compressão diâmetral, mínima 0,25 MPa

- Resistência à compressão simples, mínima 2,0 MPa




3 - GEOTÊXTEIS EM TERRAPLENAGEM
1 - DISPOSIÇÕES GERAIS
Os geotêxteis a aplicar na obra, em terraplenagem ou com outras funções, deverão ser submetidos à aprovação da Fiscalização, acompanhados de certificados de origem e ficha técnica, bem como dos resultados do controlo de fabrico e referência de obras em que tenha sido aplicado com idênticas funções.
Nenhum tipo de geotêxtil poderá ser aplicado em obra sem a prévia aprovação da Fiscalização, pelo que o seu estudo deverá ser apresentado com, pelo menos, um mês de antecedência. Deverá ser imputrescível, insensível à acção de ácidos ou bases e inatacável por micro-orga-nismos ou insectos e possuír as características mínimas estipuladas para as funções a que se destinam, definidas no projecto.
O material deverá apresentar textura e espessura homogéneas, sem defeitos, devendo ser protegido, aquando do armazenamento, dos raios solares, de sais minerais e de poeiras, chuva ou gelo.
No caso de ter havido deficiência no transporte, armazenamento ou manuseamento, ter-se-ão de eliminar as primeiras espiras do rolo com defeito.
Todas as características do geotêxtil deverão ser fixadas no projecto em função das condições de obra.
No caso dos geotêxteis a usar em terraplenagens as suas características não devem todavia ser inferiores às características mínimas a seguir indicadas, a não ser que o seu dimensionamento, demonstre claramente ser aconselhável, para aquelas condições específicas, adoptar outros valores.

2 - GEOTÊXTEIS COM FUNÇÕES DE SEPARAÇÃO E/OU FILTRO

Independentemente do dimensionamento que tem de ser realizado para cada caso particular, preconiza-se que as características mínimas e máximas dos geotêxteis a utilizar na base de aterros, sejam as seguintes:
a) Solos de fundação com coesão não drenada (Cu > 25 kPa)

- Resistência à tracção (EN ISO 10319), mínima 10 kN/m

- Extensão na rotura (EN ISO 10319), mínima 35%

- Resistência ao punçoamento (EN ISO 12236) 1,5 kN

- Permissividade (prEN 12040), mínima 0,1 s-1

- Porometria (O90) (Via húmida/Téc. LNEC), máxima 200 m


b) Solos de fundação muito compressíveis (Cu < 25 kPa)

- Resistência à tracção (EN ISO 10319), mínima 15 kN/m

- Extensão na rotura (EN ISO 10319), mínima 40%

- Resistência ao punçoamento (EN ISO 12236) 1,5 kN

- Permissividade (prEN 12040), mínima 0,2 s-1

- Porometria (O90) (Via húmida/Téc. LNEC), máxima 150 m

3 - MATERIAIS A APLICAR SOBRE OS GEOTÊXTEIS
Os materiais a aplicar sobre geotêxtil com função de separação, na parte inferior do aterro, serão isentos de detritos, matéria orgânica ou quaisquer outras substâncias nocivas, obedecendo ainda às seguintes características mínimas:
- Dimensão máxima 200 mm

- Percentagem de material passada no peneiro nº 200 ASTM  15%

- Limite de liquidez  25%

- Índice de plasticidade  6%

- Equivalente de areia  20%

4 - MATERIAIS A APLICAR NA CAMADA DRENANTE SOBREJACENTE AO GEOTÊXTIL


O material a aplicar sobre geotêxteis com a finalidade de constituir uma camada drenante sob aterros, para escoamento das águas resultantes do processo de consolidação de formações aluvionares muito compressíveis, deverá ser de qualidade uniforme, isento de matéria orgânica ou de outras substâncias prejudiciais e obedecer às seguintes características mínimas:
4.1 - AREIA
- Granulometria de dimensões nominais 0,06 / 6 mm

- Percentagem de material passada no peneiro nº 200 ASTM  6%

- Equivalente de areia  70%
4.2 - MATERIAL ROCHOSO
- Dimensão máxima 200 mm

- Percentagem de material passada no peneiro nº 200 ASTM  5%

- Equivalente de areia  60%

- Desgaste de Los Angeles (Granul.F)  50%




4 - MATERIAIS PARA DRENOS VERTICAIS
1 - AREIA
A areia a utlizar nos drenos verticais de areia, deverá obedecer às seguintes características:
- Granulometria de dimensões nominais 0,06/ 6 mm

- Percentagem de material passada no peneiro nº 200 ASTM  6%

- Equivalente de areia  70%

2 - GEODRENOS


As especificações dos geodrenos (com núcleo de plástico) a utilizar para aceleração do processo de consolidação dos solos, deverão encontrar-se definidas no projecto, obedecendo às seguintes características mínimas:
- Largura 100 mm

- Capacidade de descarga 1,0 x 10-5 m3/s

- Permeabilidade do filtro 10-4 m/s

5 - MATERIAIS PARA ESTACAS DE BRITA
A brita a utilizar em estacas de brita, deverá obedecer às seguintes características:

- Granulometria de dimensões nominais 40 / 60 mm

- Desgaste de Los Angeles (Granul. F)  40%


6 - MATERIAIS PARA MÁSCARAS E ESPORÕES DRENANTES
O material a utilizar na construção de máscaras e esporões drenantes deve ser material rochoso e obedecer às seguintes características:
Máscaras - granulometria 100/500 mm

Esporões - granulometria 100/200 mm




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