IluminaçÃO 4 luz e ambiente 4



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iluminação

aluno


ÍNDICE

ILUMINAÇÃO 4

LUZ E AMBIENTE 4

IDADE E QUANTIDADE DE LUZ 4

TIPOS DE ILUMINAÇÃO 6

LUMINÁRIAS 6

COMPONENTES BÁSICOS 6

OPÇÕES EM LUMINÁRIAS 7

NOVIDADES 7

ILUMINAÇÃO - ONDE, QUANDO e COMO. 7

A LUZ ADEQUADA ONDE É NECESSÁRIA 7

A LUZ ADEQUADA QUANDO FOR NECESSÁRIA 8

REQUISITOS DA ILUMINAÇÃO 8

QUANTIDADE DE LUZ e NÍVEIS DE ILUMINAÇÃO 8

UNIFORMIDADE DA ILUMINAÇÃO 9

OFUSCAMENTO 9

CONTRASTES 9

REPRODUÇÃO DE COR 10

APARÊNCIA DE COR 10

TEMPERATURAS DE COR E SENSAÇÕES ASSOCIADAS 10

APLICAÇÕES APROPRIADAS CONFORME O ÍNDICE DE REPRODUÇÃO DE COR E APARÊNCIA DE COR. 11

TIPOS DE LÂMPADAS 12

Modelo 12

HALÓGENAS 13

LÂMPADA DE DESCARGA 14

TIPO DE LÂMPADA EM RELAÇÃO À COR 17

DICAS DE ILUMINAÇÃO 18

GUIA PRÁTICO PARA ILUMINAÇÃO DE UMA RESIDÊNCIA 18

ALGUNS EXEMPLOS DE NÍVEIS MÍNIMOS RECOMENDADOS PARA ILUMINAÇÃO INTERIOR* 21

NÍVEIS DE ILUMINAÇÃO SOB O SOL E A LUA 21

CÁLCULOS 21

APRESENTAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DO PROJETO 24

ILUMINAÇÃO CUSTO / ENERGIA 24

LÂMPADAS X VELAS 25

A LUZ IDEAL PARA CANTOS ESPECÍFICOS 27

LÂMPADAS: MUITOS TIPOS A SUA ESCOLHA 28

TIPOS DE LÂMPADAS 30

ILUMINAÇÃO DE ESCRITÓRIOS FLEXÍVEIS 32

USO DA LUZ EM ESPAÇOS COMERCIAIS 32

ILUMINAÇÃO RESIDENCIAL 33

AS NECESSIDADES DOS CLIENTES 34

A PSICOLOGIA DA LUZ 35

APLICAÇÕES DA ILUMINAÇÃO CÊNICA 36




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ILUMINAÇÃO

LUZ E AMBIENTE


A luz é uma arma importante para o decorador ser capaz de modificar todo o ambiente. Realça formas, texturas, espaço e cores. Produz novas atmosferas criando sombras e profundidade.

A percepção que se tem de um espaço ou de um ambiente pode variar conforme o emprego da luz. As texturas, os detalhes, os móveis também serão destacados, acentuados ou não pela luz.

A iluminação atua também no nível sensorial e emocional das pessoas.

Se o mundo fosse subitamente privado dos benefícios da iluminação, a sociedade moderna ficaria destroçada. De fato, sem luz artificial, tráfego noturno seria perigoso ou até impossível, o papel da indústria seria severamente afetado, as taxas de criminalidade subiriam, a vida doméstica seria reduzida ao nível primitivo e os tempos livres não mais proporcionariam o prazer que hoje oferecem. A luz artificial tornou-se de fato imprescindível para a criação das melhores condições de trabalho e de ambiente, tornando ainda mais seguras e confortáveis as nossas vidas. Em resumo, a iluminação em relação ao bem estar humano tornou-se um fator importante na qualidade de vida, e um direito indiscutível das pessoas.

Para a percepção de um objeto requer-se tempo. O comportamento do olho humano muito se assemelha ao de uma câmara fotográfica. Se aumentarmos a iluminação de 10 lux a um nível de mais ou menos 20 lux, a rapidez de percepção aumentará 3 vezes. Geralmente não se avalia quanta energia humana é gasta no ato de ver, uma vez que “ver” parece um procedimento quase automático. Entretanto, está provado que um homem que passa seu dia usando os olhos sob deficientes condições de iluminação estará mais cansado fisicamente que um homem que passa o dia cavando poços.

Se a iluminação for muito baixa, o olho fica insensível a cores, o que explica o fenômeno da observação de somente formas, todas numa cor cinzenta.


IDADE E QUANTIDADE DE LUZ


Há uma relação bem definida entre a idade do Homem e a quantidade de luz necessária ao desempenho de uma dada tarefa. Como se pode observar pela tabela abaixo, uma pessoa de 60 anos necessita de aproximadamente 15 vezes mais luz do que uma criança de 10 anos para as mesmas circunstâncias.

Iluminância relativa necessária aos vários grupos etários para o desempenho de uma tarefa específica

Aos 10 anos de idade

1

Aos 20 anos de idade

1.5

Aos 30 anos de idade

2

Aos 40 anos de idade

3

Aos 50 anos de idade

6

Aos 60 anos de idade

15

Como já foi dito, a iluminação é capaz de diferenciar e qualificar a decoração. Ela realça formas, delineando contornos de objetos, imprimindo força ao espaço e às cores. A luz que dará profundidade, frieza, leveza, mistério e sofisticação à ambientação. O modo de iluminar varia em função do tamanho e do pé direito do ambiente, da função do mesmo, da necessidade dos moradores e da intencionalidade, associando sempre a estética e a praticidade / funcionalidade.

Para a escolha da iluminação adequada deve-se levar em conta a cor e os elementos predominantes do ambiente. Cores mais claras refletem mais luz, portanto, pode-se utilizar menor quantidade de luz artificial e o contrário deve ocorrer em relação às cores escuras. A quantidade de elementos em um ambiente também determina a iluminação dos mesmos.

Além das cores, os materiais proporcionam luminosidade ao ambiente e influenciam no tipo de iluminação dos mesmos. Vidro, espelho, aço, palha, madeiras claras como pinho, o pau marfim e tecidos de fibras naturais são elementos fundamentais para se regular a luminosidade de um ambiente.

O contraste claro, escuro ou a luz sombra deve ser aproveitado porque define a posição espacial dos objetos dentro do cômodo. É necessário haver uma boa proporção entre as partes iluminadas e sombreadas para que haja uma unidade entre os objetos e o todo.

Quando a luz incide sobre um objeto, ela é em parte refletida e em parte absorvida. Um objeto azul absorverá todos os raios luminosos, exceto os azuis, que serão refletidos.

Lâmpadas em vários níveis dão dimensão ao espaço. Um foco dirigido simboliza uma força central. A luz indireta dá mais luminosidade sem criar um objetivo para o olhar. Um ambiente iluminado deve trazer, além da iluminação satisfatória e confortável para a realização da tarefa que se destina, certo grau de luminosidade e interesse visual subjetivos, que pareçam estar relacionados com o esquema de iluminação. Trata-se da taxa de variação entre uma e outra luminância.

Estudos realizados por escolas de arquitetura de Londres, demonstram que, para ser considerada visualmente agradável, uma instalação deve ser a um só tempo luminosa e interessante - em ambos os casos subjetivamente. Estes estudos mostraram que as pessoas preferem ambientes com mais de um tipo de iluminação combinados, ou seja, combinações de luz direta e indireta. Quanto mais luminoso pareça um interior e mais interessante seja um esquema de luz, mais atrativo visual oferecerá. O trabalho experimental indica também que para cada situação se prefere uma determinada combinação dos parâmetros citados acima. Por exemplo, a combinação luminosidade e esquema de iluminação para uma loja de departamentos não será a mesma preferida para um restaurante ou casa noturna.



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