Indicador de nivelamento longitudinal para trator



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UFV / XIX SIC / OUTUBRO DE 2009 / ENGENHARIA AGRÍCOLA

INDICADOR DE NIVELAMENTO LONGITUDINAL PARA TRATOR

AIAN VALVERDE BATISTA (Não Bolsista/UFV), MARCUS VINICIUS MORAIS DE OLIVEIRA (Não Bolsista/UFV), AMANDA MIRELLE BERNARDES (Não Bolsista/UFV), GUSTAVO GUETHI MANHANI (Não Bolsista/UFV), ANDRÉ LUÍS DA SILVA QUIRINO (Não Bolsista/UFV), MAURI MARTINS TEIXEIRA (Orientador/UFV)

O solo é um recurso natural que deve ser utilizado como patrimônio da coletividade, dentre os princípios fundamentais do planejamento de uso das terras, destaca-se um maior aproveitamento das águas das chuvas. Sem as perdas excessivas por escoamento superficial, podem-se criar condições para a água infiltrar no solo. Em solos com declividade inferior a 4%, o simples preparo do solo e plantio em nível ou em contorno constitui prática eficiente no controle da erosão e da perda de água por escorrimento superficial. O plantio em nível consiste na disposição das fileiras de plantas no sentido transversal ao declive.  É utilizado para marcação das curvas de nível um conjunto de estacas, com o auxilio de uma régua de 2 a 3m e um nível de pedreiro preso a ela e então é encontrado no terreno pontos de mesmo nível onde são fincadas as estacas formando uma linha no mesmo nível que será utilizado como referência. O objetivo deste trabalho é desenvolver um equipamento que mostre para o operador se a máquina esta em nível e se não estiver para onde ele deve virar para que ela fique dispensando assim as estacas de referencia e agilizando o trabalho além de ser uma referencia para o ponto onde esta sendo trabalhado. Para construir o equipamento foi utilizado o principio um tubo de plástico a ser calandrado na forma e um semicírculo com a concavidade voltada para baixo este semicírculo servirá de pista pra uma esfera com imã e esta pista deverá ser fixada numa base que ficará presa no trator na parte de fora desta pista será fixado sensores magnéticos que acompanharam o movimento da esfera junto a este sensores estarão ligados Leds que indicarão para o operador se ele esta em nível ou se ele deve virar a direita ou a esquerda.

 

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UFV / XIX SIC / OUTUBRO DE 2009 / ENGENHARIA AGRÍCOLA

EFICÁCIA DO CONTROLE DO BICHO-MINEIRO DO CAFEEIRO CONSIDERANDO OS PARÂMETROS RASTREÁVEIS DA PULVERIZAÇÃO

AIAN VALVERDE BATISTA (Não Bolsista/UFV), GILTON JOSÉ RODRIGUES (Não Bolsista/UFV), MAURI MARTINS TEIXEIRA (Orientador/UFV), RAPHAEL MAGALHÃES GOMES MOREIRA (Não Bolsista/UFV), MARCUS VINICIUS MORAIS DE OLIVEIRA (Não Bolsista/UFV)

Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 O bicho-mineiro do cafeeiro, Leucoptera coffeella (Guérin-Mèneville) (Lepidóptera: Lyonetiidae), é considerado a praga-chave do cafeeiro no Brasil. Os danos causados por essa praga são devidos à formação de galerias no interior das folhas, decorrente da alimentação do tecido parenquimático, pelas larvas, causando necrose e queda prematura das folhas, o que faz diminuir a área fotossintética.  As perdas causados pelo bicho-mineiro do cafeeiro podem atingir 80% em uma safra, motivo pelo qual esta é considerada a praga-chave dessa cultura. A utilização de técnicas de aplicação de agrotóxicos mais eficientes possibilita diminuir a quantidade total do produto utilizado a ser utilizado na lavoura. Avaliou-se a influência dos principais parâmetros da população de gotas no controle dessa praga com o inseticida Cartap 500 PS. O número de gotas por unidade de área da superfície foliar foi o fator que mais influenciou a eficácia do controle do bicho-mineiro, sendo o ideal em torno de 170 gotas cm-2. Outro fator importante foi o tamanho das gotas de pulverização.Os melhores resultados foram obtidos com o DMV em torno de 200 µm. Ao se diminuir em 7,5% a densidade de gotas, foi necessário o aumento do DMV em 50% para manter a eficácia, representando um acréscimo aproximado de três vezes a taxa de aplicação.

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IMPACTOS NO CICLO HIDROLÓGICO RESULTANTES DA EXPANSÃO DA FRONTEIRA AGRÍCOLA NO CERRADO MINEIRO

ALINE SANTANA DE OLIVEIRA (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV), ARISTIDES RIBEIRO (Orientador/UFV), ROBSON ALVES DE OLIVEIRA (Bolsista CAPES/UFV), ROZIANE SOBREIRA DOS SANTOS (Não Bolsista/UFV), MARIANA GONÇALVES DOS REIS (Bolsista CNPq/UFV)

O Cerrado é considerado o segundo maior bioma brasileiro, ocupando 20% do território do país. Ele abriga uma imensa biodiversidade vegetal e animal e é fundamental para a manutenção do equilíbrio hidrológico no país. Após a intensa ocupação do cerrado para a incorporação de novas áreas para a agricultura comercial, o bioma vem sofrendo mudanças significativas. O presente trabalho teve como objetivo geral quantificar a magnitude dos fluxos de água e dos impactos climáticos. Para isso, foram realizadas simulações de cenários da substituição do cerrado nativo por grandes áreas cultivadas, nos anos de 2007 e 2008 em relação às normais climatológicas (1961-2004), para analisar os impactos nos recursos hídricos associados na conversão da vegetação no decorrer dos anos. O estudo foi conduzido no município de Ibiá (MG). Os dados meteorológicos foram obtidos através da interpolação de dados disponibilizados pelo INMET, para as estações de Araxá, Patos de Minas, Frutal e Uberaba que são representativas da área em estudo. Foram calculados os balanços hídricos para ambas as coberturas. Resultados mostraram que, considerando as normais climatológicas, para um cenário com a substituição de 1% da cobertura atual do solo por cana-de-açúcar a vazão média reduziria em 0,54% da vazão média atual. Se a mesma substituição da cobertura fosse de 30% a vazão reduziria 16,05% da vazão média atual. No caso da recomposição do cerrado em 1% espera-se uma redução da vazão em 0,41% da vazão média atual e em 12,20% para uma recomposição de 30% na cobertura original. Comparando as análises realizadas nos anos de 2007 e 2008 com as normais climatológicas, pode-se perceber que tem ocorrido uma menor redução da vazão média para os anos atuais. Entretanto, é necessário dar continuidade aos estudos para avaliar melhor os impactos.

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MODELAGEM DO CRESCIMENTO DE MUDAS DE EUCALIPTO NA FASE DE ENRAIZAMENTO EM CASA DE VEGETAÇÃO COM BASE NO TEMPO TÉRMICO

ALINE SANTANA DE OLIVEIRA (Bolsista/UFV), ARISTIDES RIBEIRO (Orientador/UFV), ANTONIO JOSÉ STEIDLE NETO (Bolsista CAPES/UFV), NILTON JÚNIOR LOPES RASCON (Bolsista CNPq/UFV), MARIANA GONÇALVES DOS REIS (Bolsista CNPq/UFV), PAULA CRISTINA CAMPOS FILARDI PINTO (Não Bolsista/UFV)

O gênero Eucalyptus possui grande importância em plantios florestais comerciais por apresentar crescimento rápido e ser muito adaptado às condições climáticas do Brasil. Para elevar a produtividade da cultura, o processo de produção das mudas deve ser realizado visando a qualidade das mesmas, garantindo assim o pleno estabelecimento da cultura no campo. Dentre as variáveis meteorológicas envolvidas no crescimento e desenvolvimento de espécies vegetais, a temperatura do ar possui considerável relevância, sendo sua avaliação de grande importância. O presente estudo teve como objetivo a modelagem do crescimento de mudas de eucalipto na fase de enraizamento em casa-de-vegetação com base no tempo térmico. O trabalho foi conduzido no viveiro de mudas do Departamento de Engenharia Florestal, pertencente à Universidade Federal de Viçosa (MG). As estacas de eucalipto foram obtidas a partir do cruzamento entre as espécies Eucalyptus grandis e Eucalyptus urophylla e colocadas para enraizar em casa-de-vegetação. A irrigação das mudas foi realizada por meio de nebulizadores, controlados por sensores de temperatura e umidade relativa do ar. Foram utilizadas 10 bandejas, cada uma contendo 78 mudas de eucalipto e, em intervalos de 3 dias, determinou-se a biomassa fresca de cada uma das mudas de uma mesma bandeja. Em seguida, a biomassa seca de cada muda de eucalipto foi determinada após secagem em estufa a 65°C por 48 horas. Para o enraizamento completo das mudas foram necessários 266 graus dia acumulados. A média da biomassa fresca das mudas no início do enraizamento foi de 0,76 g e da biomassa seca de 0,17 g. Ao final do enraizamento, a média da biomassa fresca e seca das mudas foi de 1,14 g e 0,22 g; respectivamente. Com base nos resultados é possível concluir que a água constitui cerca de 75% da biomassa total das mudas de eucalipto quando na fase de enraizamento.

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QUANTIFICAÇÃO DO TEOR DE GOMAS DE ÓLEO DE PINHÃO MANSO (Jatropha curcas L.)

ANA LÍVIA CANESCHI (Não Bolsista/UFV), SILMARA BISPO DOS SANTOS (Bolsista CNPq/UFV), PAULO RAFAEL MORETTE AGUILAR (Não Bolsista/UFV), MARCIO AREDES MARTINS (Orientador/UFV)

Os óleos vegetais utilizados na produção de biodiesel são normalmente obtidos por meio de prensagem mecânica e a fração remanescente na torta, extraída por solventes. O óleo vegetal extraído por prensagem normalmente apresenta teor de gomas (fosfatídeos) e de substâncias corantes elevados. Durante a transesterificação de um óleo bruto, o alto teor de gomas dificulta o processo de separação de fases e o alto índice de ácidos graxos livres (AGL) atrapalha a purificação dos ésteres, com a formação de sabão. Desta forma, os processos de degomagem e de neutralização se tornam importantes para o aumento do rendimento da reação de transesterificação. A técnica de degomagem é largamente aplicada na área industrial para refino do óleo bruto de soja, mamona, milho, dentre outros, pelo seu baixo custo, no entanto o estudo é recente para o óleo de pinhão manso (Jatropha curcas L.). O objetivo do presente trabalho foi quantificar as gomas presentes no óleo de pinhão manso. Para isso, foram utilizando três processos de degomagem distintos: degomagem com ácido cítrico (DAC); degomagem com ácido fosfórico (DH3PO4); e degomagem com água (DH2O). O teor de gomas determinado por meio da DAC foi de 0,73% em massa de óleo, sendo inferior aos teores determinados por meio da DAC (1,82%) e da DH2O (1,33%). O método de DH2O causou menor aumento da acidez do óleo, seguido pelo método de DAC. O método de DH3PO4 causou maior aumento na acidez do óleo (0,78%) quando comparado aos demais (0,010% para DH2O e 0,12% para DAC), no entanto, se mostrou mais eficiente na remoção de gomas. O método mais eficiente na remoção de gomas de óleo de pinhão manso foi o método de DH3PO4, uma vez que o aumento da acidez do óleo ocorrido pode ser resolvido com posterior neutralização.

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ARMAZENAMENTO HERMÉTICO COMO MÉTODO DE CONTROLE DO Acanthoscelides obtectus (SAY) (COLEOPTERA: BRUCHIDAE)

AUGUSTO CÉSAR MAGALHÃES DE SOUZA (Bolsista CNPq/UFV), LEDA RITA DANTONINO FARONI (Orientador/UFV), ROMENIQUE DA SILVA DE FREITAS (Bolsista CNPq/UFV), ADALBERTO HIPOLITO DE SOUSA (Bolsista FAPEMIG/UFV), GUTIERRES NELSON SILVA (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV), JOÃO PAULO BRAGA RODRIGUES (Bolsista PROBIC/FAPEMIG/UFV)

A maioria das pesquisas com armazenamento hermético abordam a eficácia deste sistema de armazenagem sobre a manutenção das características físico-químicas dos grãos e negligenciam a sua eficácia no controle das pragas. Dessa forma, o objetivo deste trabalho foi avaliar o controle de Acanthoscelides obtectus (Say) (Coleoptera: Bruchidae) em grãos de feijão (Phaseolus vulgaris L.) com diferentes teores de água por meio do armazenamento hermético. Foram utilizados grãos de feijão com teores de água de 12,3, 15,7 e 17,8% base úmida (b.u.), os quais foram colhidos com 1% de infestação por A. obtectus. Os grãos foram acondicionados em bolsas plásticas (silos tipo bolsa) com capacidade para 3 kg e em garrafas Pet com capacidade para 1,5 L. O controle foi constituído por grãos armazenados em recipientes de vidro com capacidade de 3 L cobertos com organza. Ambos foram mantidos em câmara climática por 0, 30, 60, 90 e 120 dias à temperatura de 25 °C.  O delineamento utilizado foi o inteiramente casualizado, em esquema fatorial com parcelas subdivididas e três repetições. As parcelas foram representadas pelo fatorial condição de armazenamento (silo tipo bolsa, garrafa Pet  e controle) e teor de água dos grãos (12,3, 15,7 e 17,8% b.u.) e as subparcelas pelos períodos de armazenamento (0, 30, 60, 90 e 120 dias). Após cada período de armazenamento avaliou-se o grau de infestação dos grãos conforme recomendações das Regras para Análise de Sementes. A infestação não variou significativamente até 120 dias nos grãos armazenados com 12,3; 15,7 e 17,8% b.u. nos silos tipo bolsa e nas garrafas pet. No controle, houve aumento do grau de infestação nos três teores de água. Conclui-se que o armazenamento hermético foi eficiente no controle do A. obtectus em grãos de feijão com os teores de água de 12,3; 15,7 e 17,8% b.u. durante 120 dias. (CNPq)

 

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QUALIDADE DE GRÃOS DE FEIJÃO ARMAZENADOS EM SILO TIPO BOLSA

AUGUSTO CÉSAR MAGALHÃES DE SOUZA (Bolsista CNPq/UFV), LEDA RITA DANTONINO FARONI (Orientador/UFV), ROMENIQUE DA SILVA DE FREITAS (Bolsista CNPq/UFV), ADALBERTO HIPOLITO DE SOUSA (Bolsista FAPEMIG/UFV), JOÃO PAULO BRAGA RODRIGUES (Bolsista PROBIC/FAPEMIG/UFV), GUTIERRES NELSON SILVA (Bolsista PIBIC/CNPq/UFV)

O uso do silo tipo bolsa como técnica de armazenagem de grãos em fazenda tem sido difundido por quase todo o Brasil. No entanto, é uma técnica pouco estudada. O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade de grãos de feijão com diferentes teores de água, armazenados em silos tipo bolsa durante o armazenamento. Foram utilizados grãos de feijão (Phaseolus vulgaris L.) com teores de água de 12,3; 15,7 e 17,8% base úmida (b.u.). Os grãos foram acondicionados em bolsas plásticas (silos tipo bolsa) com capacidade para 3 kg. O controle foi constituído por grãos armazenados em recipientes de vidro com capacidade de 3 L cobertos com organza. Ambos foram mantidos em câmara climática por 0, 30, 60, 90 e 120 dias na temperatura de 25 °C. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial com parcelas subdivididas e três repetições. As parcelas foram representadas pelo fatorial condição de armazenamento (silo tipo bolsa e controle) e teor de água dos grãos (12,3, 15,7 e 17,8% b.u.) e as subparcelas pelos períodos de armazenamento (0, 30, 60, 90 e 120 dias). Avaliou-se o teor de água, massa específica aparente, condutividade elétrica e percentual de germinação dos grãos, após cada período de armazenamento. Estas características não variaram significativamente até 120 dias nos grãos armazenados com 12,3 e 15,7% b.u. nos silos tipo bolsa. Nos grãos armazenados com 17,8% b.u. a massa específica aparente também manteve-se constante. Porém, houve aumento do teor de água e condutividade elétrica e queda no percentual de germinação. No controle, os grãos armazenados com os três teores de água apresentaram perda de qualidade ao longo do armazenamento. Conclui-se que o armazenamento em silos tipo bolsa é capaz de manter a qualidade de grãos de feijão com teores de água de 12,3 e 15,7% b.u. por 120 dias. (CNPq)

 

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GERAÇÃO DE ZONAS DE MANEJO PARA CAFEICULTURA BASEADO EM DETERMINAÇÕES DE GRAU BRIX E SUA CORRELAÇÃO COM O “STATUS” NUTRICIONAL DAS PLANTAS

CAETANO JOSÉ TEDESCHI (Bolsista CNPq/UFV), DANIEL MARCAL DE QUEIROZ (Orientador/UFV), FRANCISCO DE ASSIS DE CARVALHO PINTO (Co-orientador/UFV), ENRIQUE ANASTÁCIO ALVES (Não Bolsista/UFV), KENNEDY PICOLI DADALTO (Não Bolsista/UFV)

Apesar de ser o maior produtor mundial de café e o segundo maior mercado consumidor, o Brasil está longe de alcançar a excelência na qualidade da bebida. A deficiência no manejo, aliado ao descaso nas técnicas de processamento são as principais causas desta perda de competitividade. Diante deste contexto, o presente trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar a utilização de técnicas de agricultura de precisão na elaboração de mapas de variabilidade espacial de teor de sólidos solúveis (Brix), teor de clorofila (SPAD) e índice de balanço nutricional médio (IBNm). Desenvolveu-se o trabalho em uma lavoura de Coffea arábica L.cv.Catuaí de 2,10 ha, conduzido sob pivô central, situada no município de Paula Cândido-MG. Para a avaliação do SPAD e IBNm, foram analisados oito pares de folhas, localizados no terço médio do cafeeiro, enquanto que para o BRIX, cada amostra envolveu a coleta aleatória de oito frutos cereja. Todos os pontos de coleta de amostra foram georreferenciados. Com auxílio de técnicas e softwares específicos, geraram-se mapas de variabilidade espacial e temporal da produtividade e IBNm, possibilitando a análise comparativa destes. Concluíram-se que, para o índice de dependência espacial (IDE), exceto Zn e Ca – forte IDE -, todas as demais variáveis de “status” nutricional apresentaram IDE moderado, assim como SPAD e BRIX. Já para mapas de K, Mg e S observaram-se áreas com deficiência nutricional. Notaram-se ainda uma baixa variabilidade espacial dos mapas indicadores de “status” nutricional refletindo, em sua maioria, estabilidade na distribuição nutricional dentro da lavoura. Para garantir a qualidade e confiabilidade dos testes de qualidade de bebida, as amostras foram submetidas ao armazenamento por três meses, conforme exigências da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), por isso essa fase encontra-se em andamento com previsão de conclusão para novembro de 2009.

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ANÁLISE DE DESEMPENHO DE UMA MICRODESTILARIA DE ÁLCOOL COMBUSTÍVEL OPERANDO COM DIFERENTES MATÉRIAS-PRIMAS

CARLA INÊS SOARES RODRIGUES (Bolsista FAPEMIG/UFV), JUAREZ DE SOUSA E SILVA (Orientador/UFV), ROBERTA MARTINS NOGUEIRA (Não Bolsista/UFV)

A cana-de-açúcar é uma gramínea do gênero Saccharum L. com elevado teor de sacarose em seu colmo.Esta característica faz desta planta uma das que apresenta maior potencial para a produção de energia e alimento.Cita-se ainda como vantagem desta gramínea a sua versatilidade em atender à agricultura familiar, na produção de aguardente (cachaça), açúcar mascavo, melado, garapa, rapadura e fonte de volumoso para o gado na época seca do ano, e à agricultura empresarial, na produção de açúcar e álcool.No Brasil, um país com excesso de mão de obra, o álcool da cana, se considerado como uma alternativa para geração de empregos, pode, também, resultar em ganhos com a diminuição na importação de combustíveis fósseis e rendimento com a possibilidade de exportação do álcool excedente.Dentre os aspectos ambientais positivos da produção de etanol como combustível, ressalta-se o uso dos resíduos gerados na recomposição do solo e a baixa emissão de gases de efeito estufa quando comparada à emissão gerada pelo uso de combustíveis fósseis.Além disso,a produção de álcool a partir da cana-de-açúcar tem-se mostrado uma ótima opção para o seqüestro de CO2 da atmosfera, o que dá ao Brasil a possibilidade de se beneficiar com a comercialização dos créditos de carbono.Neste trabalho,objetivou-se efetuar uma análise técnica comparativa de um sistema de produção de álcool combustível utilizando como matérias-primas caldo de cana-de-açúcar fermentado(mosto) e destilado(cabeça e cauda).Para tanto, foi necessário a utilização de uma coluna de recheio de aço inoxidável com dois trocadores de calor e 2,5m de altura _sendo 1,65m a altura do recheio_ com produção média de 50 L/h.Dentre as matérias-primas analisadas,o mosto apresentou rendimento de 28L/h e consumo energético de 294.602,14 KJ;cauda:27,3 L/h e 584.980,0 KJ;cabeça e cauda:44L/h e 463.799,315 KJ.A análise dos dados revela ser cabeça e cauda a matéria-prima mais apropriada para a produção de álcool combustível.

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AQUORA - SISTEMA MULTI-USUÁRIO PARA GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS

CAROLINA VALADARES (Bolsista CNPq/UFV), FELIPE DE AZEVEDO MARQUES (Bolsista CNPq/UFV), DEMETRIUS DAVID DA SILVA (Orientador/UFV)

Entre os instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos, instituída no Brasil em 1997, a outorga de direito de uso e o sistema de informações se destacam como os mais importantes. Frente à demanda por gerenciamento de grandes volumes de informações e à necessidade de análises espaciais complexas, uma nova hidrologia aliada da Tecnologia da Informação (TI) vislumbra a integração de Sistemas de Informações Geográficas (SIG) às funcionalidades dos Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados Relacionais (SGBDR), por meio de plataformas on-line para a gestão dos usos simultâneos das águas. Neste contexto, o sistema desenvolvido neste trabalho, baseou-se na estruturação de um acervo das informações hidrológicas e administrativas essenciais à gestão dos recursos hídricos, em um banco de dados georeferenciado disponível através de um SIG on-line com rotinas para avaliação dos processos de outorga - cessão, alteração, renovação, etc. e atualização permanente da disponibilidade hídrica em toda rede hidrográfica. Aplicado inicialmente à bacia do rio Doce, com 83.400 km2 e localizada na região sudeste do Brasil, o trabalho dividiu-se em três etapas: a) regionalização de vazões sazonais e espacialização em SIG; b) modelagem e carga do banco de dados hidrológicos; e c) desenvolvimento e avaliação do GISWeb Service. Como resultado, o AQUORA além de gerenciar informações administrativas dos processos de outorga e disponibilizar informações hidrológicas na Internet, é capaz de avaliar o impacto de captações e lançamentos e atualizar a disponibilidade hídrica em toda a rede hidrográfica em um ambiente simples e de fácil entendimento. Dessa forma, o AQUORA constitui-se numa poderosa ferramenta de gestão das águas, capaz de padronizar rotinas operacionais e expandir a participação dos múltiplos usuários na gestão integrada dos recursos hídricos.

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PRODUÇÃO DO MILHO EM AMBIENTE ENRIQUECIDO COM CO2

CÁSSIO SITTA (Não Bolsista/UFV), JOÃO BATISTA LOPES DA SILVA (Bolsista CNPq/UFV), SANTIAGO LUIZ MATAVELLI (Não Bolsista/UFV), VÍTOR SOUZA MARTINS (Não Bolsista/UFV), PAULO AFONSO FERREIRA (Orientador/UFV), LUIZ CLAUDIO COSTA (Co-orientador/UFV)

O elevado aumento na concentração de dióxido de carbono [CO₂] em nossa atmosfera, na última metade do século, tem gerado discussões e muita polêmica na comunidade científica, principalmente na área agrícola. Algumas respostas primárias das plantas como: redução da condutância estomática, transpiração, maiores taxas fotossintéticas e aumento da eficiência no uso da luz, já foram bem estudadas. Porém, existem muitas dúvidas se plantas com metabolismo C4, como o milho, teriam aumento na produção com acréscimo da [CO₂]. Assim, neste trabalho objetivou-se quantificar a produção de grãos da cultura do milho em condição de [CO₂] elevada. O experimento foi conduzido na área de Irrigação e Drenagem do Departamento de Engenharia Agrícola. O cultivar utilizado foi o Ag 9010 com 7 plantas por lisímetro. O enriquecimento do ar com CO₂ foi realizado por câmaras de topo aberto, onde a [CO₂] era mantida a 700 ppm. O delineamento experimental utilizado foi em blocos casualizados, com três tratamentos e oito repetições. Os tratamentos consistiram no cultivo em: câmaras com [CO₂] a 700 ppm (T1); câmaras com [CO₂] ambiente, 380 ppm (T2); e testemunha (T3). A diminuição da produção final de grãos em cada tratamento, em relação à testemunha (T3), foi de -15,20% em T1 e de -24,70% em T2. Esta redução em T2 deve-se a redução da radiação que chega as plantas, isto devido a interferência das câmaras. Já o acréscimo da produção de T1 para T2, foi de 11,67%. Conclui-se que o aumento da concentração de CO2 no ambiente aumenta a produtividade da cultura do milho.

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