Infra Estrutura Urbana Avenida das Acácias e Parte da Avenida Walter Pagliari



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MEMORIAL DESCRITIVO



Infra Estrutura Urbana

Avenida das Acácias e

Parte da Avenida Walter Pagliari
Implantação de guias, sarjetas;
Recapeamento asfáltico;
Pavimentação asfáltica;
Iluminação Publica;
e
Sinalização viária.


Descrição do quantitativo:


Implantação de Galerias de Aguas Pluviais:




Descrição


Extensão (m)


Galerias de aguas Pluviais


713,59


TOTAL



713,59


Implantação de Guias e Sarjetas:




Descrição


Extensão (m)


Guias e sarjetas (curva)


413,26


Guias e Sarjetas (reta)



1.507,39


TOTAL



1.920.65



Pavimentação asfáltica:




Descrição


Área (m²)


Avenida das Acácias e Parte da Avenida Walter Pagliari


7.539,34


TOTAL


7.539,34




Recapeamento asfáltico:




Descrição


Área (m²)


Avenida das Acácias e Parte da Avenida Walter Pagliari


3.689,43


TOTAL



3.369,43



Iluminação Publica:



Descrição


Unidade


Poste telecônico curvo duplo PAD


20


Poste telecônico curvo quadruplo PAQ


01


TOTAL


21




Sinalização Viária:



Descrição


Unidade


Vertical


29



Horizontal



903,70 m²
650 tachas unidirecionais



A respectiva obra será executada no regime de Empreitada Global, nas seguintes etapas:
1ª. ETAPA: De 0 a 30 dias
A empresa contratada será remunera em 25,00% do valor global do contrato, quando da conclusão dos seguintes itens:
1 – Instalação da Placa de Obra;
2 – Demolição de parte da Rua Anísio Santana para acesso a Avenida Walter Pagliari, incluso limpeza e bota fora, abertura de caixa, implantação de guias e sarjetas, imprimação impermeabilizante, pintura de ligação e pavimentação asfáltica do tipo cbuq;
3 – Execução de recapeamento asfáltico dentro da qualidade exigida em partes da Avenida Walter Pagliari até o cruzamento da confluência da Avenida dos Vereadores e a Rua José M C Carreteiro e parte da Avenida Alberto Braga, entre a Rua Anísio Santana e Avenida Raquel Caldas de Oliveira;
4 - Demolição de guias, sarjetas e pavimentação existente entre a Rua Alfredo Pacheco até Avenida Aracy Donini Ferreira, incluso limpeza e bota fora;
5 – Escavação de valas, instalação de tubos de concreto e reaterro do trecho da Rua José Vieira Torres até a Avenida Aracy Donini Ferreira;
6 – Execução de guias e sarjetas do trecho entre a Rua Alfredo Pacheco e a Avenida Aracy Donini Ferreira;
7 – Conclusão do recapeamento asfáltico dentro da qualidade exigida em parte da Avenida das Acácias, do trecho entre a Rua Alfredo Pacheco e Rua José Vieira Torres e parte da Rua Duque de Caxias entre a Rua Alfredo Pacheco e Rua José Vieira Torres;
8- Instalações elétricas: implantação dos padrões de entrada (quadro de medição) e quadros de distribuição (postes, quadros, alvenaria, chapisco, revestimentos, eletrodutos e aterramento);
2ª. ETAPA: De 31 a 60 dias
Após a conclusão de todos os itens referente à primeira etapa, a empresa contratada será remunera em mais 25,00% do valor global do contrato, quando da conclusão dos seguintes itens:
1 - Demolição de guias, sarjetas e pavimentação existente entre a Avenida Aracy Donini Ferreira até a confluência da Rua José M C Carreteiro e Avenida dos Vereadores, incluso limpeza e bota fora;
2 – Escavação de valas, instalação de tubos de concreto e reaterro do trecho da Avenida Aracy Donini Ferreira e a confluência da Rua José M C Carreteiro e Avenida dos Vereadores;
3 – Implantação de guias e sarjetas entre a Avenida Aracy Donini Ferreira até a confluência da Rua José M C Carreteiro e Avenida dos Vereadores;
4 – Instalações elétricas: escavação de valas para implantação de eletrodutos e construção de caixas de passagens para instalação da iluminação publica entre a Rua Alfredo Pacheco até a Rotatória Kazutoshi Nobumoto;
5 – Abertura de caixa entre a Avenida Jose Vieira Torres até a confluência da Avenida dos Vereadores e Rua José M C Carreteiro;
6 – Construção de poços de visitas, bocas de lobo, chaminés da Rua José Vieira Torres até a confluência da Rua José M C Carreteiro e Avenida dos Vereadores;
3ª. ETAPA: De 61 a 90 dias
Após a conclusão de todos os itens referente a segunda etapa, a empresa contratada será remunera em mais 25,00% do valor global do contrato, quando da conclusão dos seguintes itens:
1 - Regularização do subleito, base de brita graduada e imprimação impermeabilizante entre a Rua Jose Vieira Torres e a confluência da Rua José M C Carreteiro e Avenida dos Vereadores;
2 – Escavação de valas para implantação de eletrodutos e construção de caixas de passagens para instalação da iluminação publica entre a Rua Alfredo Pacheco até a Rotatória Kazutoshi Nobumoto;
3 – Instalações elétricas: instalação de postes (PAD e PAQ), fios, cabos, aterramento, luminárias e reatores; fechamento de caixas de passagens e do quadro de distribuição e componentes.
Obs.: Nesta etapa a solicitar a Prefeitura Municipal à ligação de energia junto a concessionária local (CPFL).
4 – Imprimação Betuminosa ligante entre a Rua José Vieira Torres até a confluência da Rua José M C Carreteiro e Avenida dos Vereadores;
5 – Revestimento em CBUQ entre a Rua José Vieira Torres até a confluência da Rua José M C Carreteiro e Avenida dos Vereadores;
4ª. ETAPA: De 91 a 100 dias
Após a conclusão de todos os itens referente a segunda etapa, a empresa contratada será remunera em mais 25,00% do valor global do contrato, quando da conclusão dos seguintes itens:
1 – Instalações elétricas: execução de testes, ajustes ou correções se necessárias.

2 – Implantação da sinalização viária vertical e horizontal, incluso tubos de aço, placas de sinalização, tachas monodirecionais e pintura de solo;

3 – Preparação do solo e plantio de grama São Carlos.

Totalizando assim 100,00% do valor global do contrato.

Disposições gerais:
A empresa contratada deverá ser responsável pela qualidade final dos serviços, fornecer EPIs (Equipamentos de Proteção Individual) aos funcionários, recolher leis sociais referentes aos funcionários que trabalharem na mesma, e possuir responsável técnico pela EXECUÇÃO com fornecimento de ART – Anotação de Responsabilidade Técnica.
Todos os materiais de acabamentos necessários para a obra deverão ter concordância e aprovação do engenheiro responsável pela fiscalização da obra, que terá anuência do Departamento de Engenharia da Prefeitura Municipal de Guararapes, antes da sua utilização.
Mobilização e Desmobilização:
Quanto à mobilização, a Contratada deverá iniciar imediatamente após a liberação da Ordem de Serviço, e em obediência as etapas acima citadas.

A mobilização compreenderá o transporte de máquinas, equipamentos, pessoal e instalações provisórias necessárias para a perfeita execução das obras.

A desmobilização compreenderá a completa limpeza dos locais da obra, retirada das máquinas e dos equipamentos da obra e o deslocamento dos empregados da Contratada.
Sinalização provisória das obras, inclusive desvios de tráfego:
Com o objetivo de proporcionar segurança para a execução da obra será realizada sinalização provisória, inclusive desvio do tráfego, sendo que a PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARARAPES através de seu departamento de transito deverá apresentar o plano de sinalização, de acordo com as etapas de execução da obra por trechos. Para garantir a correta aplicação das normas de segurança da obra deverão ser adotadas todas as diretrizes a serem definidas pela Prefeitura Municipal. Nenhum serviço deverá ser iniciado sem a implantação prévia da sinalização de segurança, devendo ser rigorosamente observada a sua manutenção enquanto perdurarem as condições de obra que o justifiquem. Recomenda-se especial atenção na manutenção da sinalização horizontal e vertical nos locais de desvio de tráfego.
Especificações:
Placa de obra:



Antes do inicio da obra, deverá ser implantada as Placas de Obra em chapa galvanizada, conforme orientação do Manual de identidade visual – Governo do Estado de São Paulo.
Módulo IV – Placas de Obra. Considerado as seguintes dimensões:
Placa Principal – 3,00 metros de largura x 1,50metros de altura.

Placa de Apoio – 1,0 metros de largura x 1,50 metros de altura.
Totalizando 6,00 metros quadrados
A placa deverá ser instalada no local determinado pelo Departamento de Obras.

Galerias de Aguas Pluviais:
Descrição dos Serviços:
A Contratada poderá utilizar nível de mangueira ou outros meios para a verificação das cotas demarcadas em projeto, a fim de possibilitar uma imediata verificação do índice de aclive ou declive indicados no projeto.

Antes de iniciar a escavação, a Empreiteira fará a pesquisa de interferências no local juntamente com o pessoal das concessionárias, a fim de confirmar o posicionamento correto das utilidades mostradas nos desenhos de projeto.

Uma vez locado e nivelado o eixo da tubulação e colocadas estacas de amarração e cotas fora da área de trabalho, será iniciada a escavação para o assentamento dos tubos, a ser efetuada de acordo com as dimensões e detalhes indicados no projeto.

Logo após o assentamento da tubulação, deverá ser feita verificação da cota da geratriz superior da tubulação; A verificação dessas cotas indicará possíveis recalques da tubulação, possibilitando assim, quando for o caso, as correções necessárias.

As cotas de fundo das valas deverão ser verificadas de 10 em 10 metros, antes do assentamento da tubulação, para que sejam obedecidas às cotas de projeto, quer sejam nos trechos planos com em aclives ou declives.
Escavações Mecanizadas das valas:
As escavações mecanizadas deverão ser iniciadas sempre de jusante para o montante, com equipamentos apropriados para tal operação, obedecendo às cotas, alinhamentos e declividades estabelecidos em projeto.
Reaterro Compactado das valas:
O Reaterro das valas deverá ser executado em camadas e compactado manual ou mecanicamente, com solo de boa qualidade.
Lastro de Brita:
Após a regularização e a compactação do fundo das valas, deverá ser executado um lastro de brita 01, antes do assentamento dos tubos de concreto.
Tubos de concreto:
Os tubos de concreto a serem utilizados na obra deverão ser do tipo ponta e bolsa, assentados com equipamentos apropriados para tal operação e, a fim de se evitar quaisquer avarias nos tubos, com a mão de obra especializada na execução dos serviços. O assentamento dos tubos, estes deverão ser rejuntada nas geratrizes das bolsas, tanto interna como externamente, com argamassa de cimento e areia, no traço de 1:3.

Deverão ser evitados que após o rejuntamento das bolsas não fiquem sobras de argamassa, devendo estas ser removidas antes da cura da mesma.
Bocas de Lobo Simples:
Serão executadas em alvenaria de tijolos comuns com parede de 1(vez), assentados com argamassa de cimento e areia, no traço 1:3. A Laje superior deverá ser do tipo pré-moldado em concreto armado para, quando de futuras manutenções ou limpezas, possam ser removidas e recolocadas no lugar.
Poços de Visita:

Serão também executados em alvenaria de tijolos comuns com parede de 1(uma) vê, assentes com argamassa de cimento e areia, no traço de 1:3. Também neste caso as paredes deverão ser chapiscadas tanto interna como externamente e internamente revestidas. A laje superior será em concreto armado, provido de chaminé com diâmetro de no mínimo 70 c, com tampão de ferro fundido.
Limpeza preventiva.
A contratada deverá proceder periodicamente à limpeza dos serviços, removendo os entulhos resultantes, tanto do interior da mesma, como no canteiro de serviços e adjacências provocados com a execução dos serviços, para bota fora apropriado indicados pela Prefeitura municipal.
Guias e sarjetas extrusada:
A Construção de guias e sarjetas extrusadas de concreto, consistirá nos seguintes serviços:
Preparo do Terreno: Alinhamento e nivelamento da superfície;
Execução de guias e sarjetas:
O preparo do terreno de fundação das guias e sarjetas abrangerá uma faixa de 01 (um) metro dos passeios.

A compactação deverá ser efetuada cuidadosamente e de modo uniforme com auxilio de soquetes manuais ou mecânicos com peso mínimo de 10 quilos e seção não superior a 20 x 20 centímetros, quando manuais.

Concluída a compactação do terreno de fundação das guias e sarjetas, a superfície deverá ser devidamente regularizada de acordo coma seção transversal do projeto e de forma apresentar-se lisa e isenta de partes soltas ou sulcadas. As guias e sarjetas serão moldadas “IN LOCO”, utilizando para isso extrusora de guias e sarjetas, sendo o seu “perfil”, acompanhando o alinhamento determinado em projeto.

O concreto a ser utilizado, deverá ter resistência mínima de 150g/cm² ou 20 MPa, determinado através de ensaios à compressão simples de acordo com os métodos da ABNT, aos 28 dias de idade.

O concreto deverá ter plasticidade e umidade tais que possa ser facilmente lançado nas formas, onde, convenientemente adensado e alisado, deverá construir uma massa compacta de homogênea.

Após o adensamento, a superfície de sarjetas, deverá ser modelada com gabarito e acabada com o auxilio de desempenadeira de madeira, até apresentar uma superfície lisa e uniforme. Quando o pavimento for asfalto, a aresta da sarjeta deverá ser chanfrada num plano formando um ângulo de 45 graus com a superfície.

A altura das juntas deverá estar compreendida entre 1/3 e 1/4 da espessura da sarjeta e sua largura não deverá exceder a 1 cm. Os corpos de prova durante a concretagem deverão ser moldados e ensaiados de acordo com as normas ABNT, cujos resultados deverão ser apresentados à fiscalização.
Pavimentação Asfáltica:
Movimento de Terra: Preparo e remoção e espalhamento dos materiais:



Após a marcação topográfica, proceder-se-á a demolição do pavimento existente, para que nela seja incorporado o material de sub-base. O espalhamento dos materiais depositados na plataforma se fará com motoniveladora e será feito de modo que a camada fique com espessura constante; Não poderão ser confeccionadas camadas com espessuras compactadas superiores a 20,0cm nem inferiores a 10,0cm, de modo que após a “compactação” e o “acabamento” atinja a cota de projeto.

Se necessário a importação de materiais, os mesmos serão lançado após a escarificação e espalhamento do material, efetuando-se então uma nova operação de espalhamento ate atingir 99% do proctor.
Bota fora
Resultará da quantidade de material escavado que não terá utilidade para a obra, este excedente será encaminhado para locais indicados pela Prefeitura Municipal, através do departamento de engenharia, com DMT máximo de 5,0 km depositados de forma a não agredir o meio-ambiente.
Abertura e preparo de caixa até 40 cm, compactação do subleito mínimo de 95% do proctor normal e transporte até o raio de 1,0 km
Execução dos serviços: corte e homogeneização do solo, para camadas até 40 cm de profundidade; compactação igual ou maior que 95%, em relação ao ensaio do proctor normal, conforme exigências do projeto; o controle tecnológico com relação às características e qualidade do material a ser utilizado, ao desvio, em relação à umidade, inferior a 2% e à espessura e homogeneidade das camadas; acabamento da superfície, admitindo-se cortes, quando necessário, para o acerto das cotas; controle geométrico e ensaios geotécnicos. Todas as execuções dos serviços bem como os ensaios tecnológicos deverão obedecer às especificações e quantidades mínimas exigidas pelas normas: NBR 6459, NBR 7180, NBR 7181 e NBR 7182. Remunera também os serviços: mobilização e desmobilização; carga mecanizada do solo excedente, após a compactação e o nivelamento; transporte interno a obra, num raio de um quilômetro e o descarregamento para distâncias inferiores a um quilômetro.
Compactação de subleito mínimo de 95% do proctor normal
Execução de compactação de subleito, englobando os serviços: espalhamento de solo fornecido, previamente selecionado; homogeneização do solo; compactação igual ou maior que 95%, em

relação ao ensaio do proctor normal, conforme exigências do projeto; o controle tecnológico om relação às características e qualidade do material a ser utilizado, ao desvio, em relação à umidade, inferior a 2% e à espessura e homogeneidade das camadas; acabamento da superfície, admitindo-se cortes, quando necessário, para o acerto das cotas; controle geométrico e ensaios geotécnicos. Toda a execução dos serviços bem como os ensaios tecnológicos deverão obedecer às especificações e quantidades mínimas exigidas pelas normas: NBR 6459, NBR 7180, NBR 7181 e NBR 7182. Remunera também os serviços de mobilização e desmobilização.
Base de solo fino:
O presente serviço compreende o fornecimento da carga, transporte e descarga dos materiais, mão de obra e equipamentos necessários à execução de base estabilizada. Os materiais serão extraídos de jazidas previamente com analise de laboratório, e serão descarregados no leito carroçável em montes ou leiras de dimensões constantes tanto possíveis, de modo a facilitar a distribuição. Concluída a distribuição, serão iniciadas as operações de mistura, e umedecimento ou secagem visando obter, em toda a superfície da camada solta, uma mistura homogênea na umidade ótima. Concluída a mistura úmida, inicia-se a preparação de compactação pelas bordas até o centro nos trechos em tangente, e da borda mais baixa para a mais alta nos trechos em curva. Compactação esta que devera atingir 100% do proctor modificado. Sendo por conta da contratada os ensaios de corpo de prova. Terminada a compactação, a base será conformada com motoniveladora trabalhando em corte, após ter recebido irrigação superficialmente. O acabamento final será executado rolando a base com pneumáticos.
Base de brita graduada - espessura adotada de 8,0 cm



A mistura de agregados para a base deve apresentar-se uniforme quando distribuída no leito das ruas e a camada deverá ser espalhada de forma única. O espalhamento da camada deverá ser realizado com distribuidor de agregados auto propelido. Em áreas onde o distribuidor de agregados for inviável, será permitida a utilização de motoniveladora. Após o espalhamento, o agregado umedecido deverá ser compactado com equipamento apropriado. A fim de facilitar a compressão e assegurar um grau de compactação uniforme, a camada deverá apresentar um teor de umidade constante e dentro da faixa especificada no projeto. O grau de compactação mínimo a ser requerido para cada camada de base, será de 100% da energia AASHTO Modificado. A referida base de brita graduada deverá estar enquadrada na Classe “A” do DAER/RS, com tamanho máximo da partícula de 1 ½”, livre de matéria vegetal e outras substâncias nocivas. Na execução do serviço deverão ser obedecidas as especificações DAER-ES-P08/91.
OBS: A jazida de solo adequado está localizada na Estrada Municipal Natal Scatolin – no Km 05, distante 3,00 Km do local das obras.
Imprimação betuminosa impermeabilizante



O material asfáltico não deve ser distribuído com temperatura ambiente abaixo de 10º C, em dias de chuva ou com risco de chuva.

Deve-se imprimar a pista inteira em um mesmo turno de trabalho e deixá-la, sempre que possível fechada ao trafego no mínimo de 24 horas. Após aplicação o material asfáltico deve permanecer em repouso até que se verifiquem as condições ideais de penetração e cura.

Deve ser utilizado material betuminoso do tipo CM-30 com taxa de aplicação manual ou barras, tendo dispositivo próprio para aquecimento.
Execução do Pavimento
a) Condições Gerais:



Não é permitida a execução dos serviços em dias de chuvas. O pré-misturado a quente somente deve ser fabricado, transportado e aplicado quando a temperatura ambiente for superior a 10ºC.

b) Preparo da Superfície:



Antes do início das operações da execução do tratamento superficial, deve-se limpar a pista para eliminar todas as partículas de pó, lamelas, material solto e tudo o mais que possa prejudicar a ligação da camada de base com o tratamento.
c) Produção do Pré-misturado a Quente:



O pré-misturado a quente deve ser produzido em usinas apropriadas, conforme anteriormente especificado. A usina deve ser calibrada de forma a assegurar a obtenção das características desejada para a mistura.

A Temperatura do cimento asfáltico empregado na mistura deve ser determinada para cada tipo de ligante em função da relação temperatura-viscosidade. A temperatura do ligante não deve ser inferior a 120ºC nem exceder a 177ºC.

Os agregados devem ser aquecidos a temperaturas de 10ºC a 15ºC acima da temperatura do cimento asfáltico sem ultrapassar 177ºC.

A carga de caminhões deve ser feita de maneira a evitar a segregação da mistura dentro da caçamba.

O início da produção na usina só deve ocorrer quando todo o equipamento da pista estiver em condições de uso, para evitar a demora na descarga na acabadora que pode acarretar em diminuição da temperatura da mistura com prejuízo da compactação.
d) Transporte do pré-misturado a quente:



A mistura produzida deve ser transportada da usina no local de aplicação, em caminhões basculantes atendendo ao especificado na norma ET-DE-POO/0026 A (DER).

As caçambas dos veículos devem ser cobertas com lonas impermeáveis durante o transporte de forma a proteger a massa asfáltica da ação de chuvas ocasionais, da eventual contaminação por poeira, e especialmente da perda de temperatura e queda de partículas durante o transporte.

As lonas devem estar bem fixadas na dianteira para não permitir a entrada de ar entre a cobertura e a mistura.

O tempo máximo de permanência da mistura no caminhão é dado pelo limite de temperatura estabelecido para a aplicação da massa na pista.
Imprimação betuminosa ligante:
A imprimação ou pintura ligação, do tipo RR-2C, deve ser executada, obrigatoriamente com a barra espargidora do caminhão, somente para correções localizadas ou locais de difícil acesso pode ser utilizada a caneta re regador.

Deve apresentar película homogênea e promover adequadas condições de aderência quando da execução do pré-misturado a frio. Quando a imprimação ou a pintura de ligação não tiver condições satisfatórias de aderência, deverá ser aplicada uma nova pintura de ligação antes da distribuição da mistura.
A Taxa de aplicação deverá ser de 1,0KG/M².
Distribuição da mistura:
A distribuição do pré-misturado a quente deve ser feita por equipamentos adequados, conforme especificado no ET-POO/026 A (DER).

Deve ser assegurado, previamente ao início dos trabalhos, o aquecimento conveniente da mesa alisado da acabadora à temperatura compatível com a massa a ser distribuída.

Deve-se observar que o sistema de aquecimento destina-se exclusivamente ao aquecimento da mesa alisadora e nunca da massa asfáltica que eventualmente tenha esfriado em demasia.

Caso ocorram irregularidades na superfície da camada acabada, estas devem ser corrigidas de imediato pela adição manual da mistura. Seu espalhamento deve ser efetuado por meio de rodos metálicos. A mistura deve apresentar textura uniforme, sem pontos de segregação.

Na descarga, o caminhão deve ser empurrado pela acabadora, não permitindo choques ou travamento dos pneus durante a operação.

O tipo de acabadora deve ser definido em função da capacidade de produção da usina, de maneira que esta esteja continuamente em movimento, sem paralisações para esperar caminhões.

A velocidade da acabadora deve estar sempre entre 2,5 a 10,0m por minuto.
Compactação da mistura:
A rolagem tem início logo após a distribuição do pré-misturado a quente e será executado com o emprego combinado de rolos pneumáticos de pressão regulável e rolo metálico liso tipo tandem, de acordo com as seguintes premissas.
A) Inicia-se a rolagem com uma passada do rolo pneumático atuando com baixa pressão.

B) À medida que a mistura for sendo compactada e houver consequente crescimento de sua resistência, seguem-se coberturas com o rolo pneumático, com incremento gradual de pressão.

C) O acabamento da superfície e correção das marcas dos pneus deve ser feito com rolo tandem, sem vibrar.

D) A compactação deve ser iniciada pelas bordas, longitudinalmente, continuando em direção ao eixo da pista.

E) Cada passada de rolo deve ser recoberta na seguinte; em 1/3 da largura da do rolo.

F) Durante a rolagem não são permitidas mudanças de direção ou inversões bruscas de marcha, nem estacionamento do equipamento sobre o revestimento recém rolado ainda quente.

G) As rodas dos rolos devem ser ligeiramente, umedecidas para evitar a aderência da mistura; nos rolos pneumáticos devem ser utilizados os mesmos produtos indicados para a caçamba dos caminhões transportadores; nos rolos metálicos lisos, se for utilizada água, deve ser pulverizada, não se permitindo que escorra pelo tambor e acumula-se na superfície da camada.
A espessura final da camada de rolamento compactada deverá ser de 3,00 cm
Correção de falhas no pavimento (borrachudos)
Os locais que apresentarem afundamentos da pista (subleito) deverão ser removidos. No fundo da vala colocar-se-ão pedras rachão de forma a fazer um dreno com intuito de retirar toda a umidade acumulada no local. Antes do lançamento do material drenante e da base de BG deverá ser feita a imprimação da área. Também, deverá ser procedida a substituição (se necessário) e compactação do subleito.
Considerado Vida Útil para a referida obra de Pavimentação de no mínimo 10 anos.
Recapeamento asfáltico:
Serviços de recuperação de pavimento asfáltico danificado


  1. Fresagem


Se necessário, aplicar o processo de fresagem a frio da superfície existente nas áreas previamente marcadas (norma DER/PR ES-P 31/05) com o objetivo de remover as corrugações e promover a regularização da superfície e melhoria da aderência para receber revestimento asfáltico de pequenas ou micro espessuras. Para a execução deste serviço, deve ser utilizada máquina fresadora autopropulsionada, capaz de cortar camadas do pavimento na profundidade requerida em projeto. A fresagem deve ser obrigatória nas áreas que apresentarem superfície muito lisa, envelhecida, ou com exsudação, ou com corrugação, ou elevações de remendos.


  1. Remendos:


Conforme DNER-ES321-97, promover reparos em buracos e afundamentos. As camadas comprometidas, inclusive o subleito, deverão ser removidas e reconstituídas. Em determinadas situações, quando a base existente for considerada íntegra, deve-se proceder a remoção, apenas, do revestimento betuminoso.

O processo deve ser iniciado com o corte do revestimento com configuração de quadrilátero e paredes de caixa com declividade 8 (v) x 1 (h). Os cortes devem ser feitos a uma distância de, no mínimo, 30cm da borda do buraco ou parte não afetada.

Proceder ao enchimento da caixa com brita graduada ou solo-cimento, em camadas de, no máximo, 15 cm de espessura, compactadas com soquetes mecânicos.

Após limpeza do local com compressor de ar, imprimir a superfície obtida com asfalto diluído CM-30 ou emulsão asfáltica (DNER-ES 306/97 ou DNER-ES 307/97).

Completar o enchimento da caixa com mistura betuminosa de PMF (DNER-ES317-97) ou CBUQ (DNER-ES313-97) compactado com placa vibratória ou rolo pneumático, restabelecendo o nível da superfície do pavimento existente.


  1. Limpeza


Limpeza de toda a área com jato de ar-comprimido.


  1. Regularização


Se necessário, aplicar camada de PMF (DNER-ES317-97) ou CBUQ (DNER-ES313-97) precedida pela imprimação ligante com CM-30, corrigindo o greide e deixando a superfície regular e homogênia para receber revestimento asfáltico de pequenas ou micro espessuras. A regularização é obrigatória quando existirem afundamentos, ou desagregação, ou trincas, ou corrugações no pavimento existente, mesmo após o serviço de fresagem e tapa-buraco.


  1. Capa:


Execução da capa com o devido caimento:
Revestimento betuminoso (capa de rolamento – cbuq)
Camada de rolamento com concreto betuminoso na espessura média de 3 cm, acabado.
As misturas de concreto betuminoso bem como a sua aplicação deverão obedecer rigorosamente a Instrução do DER-SP, Faixa “C”, devendo-se observar o seguinte:
O material ligante betuminoso deverá ser RR-2C.

A granulometria dos agregados deve ser de acordo com o Anexo I da Instrução do DER-SP.

O cimento asfáltico, ao ser adicionado ao agregado, deverá ter uma temperatura capaz de lhe conferir uma viscosidade entre 75 e 150 segundos “Saybolt-Furol”, o que vale na prática a temperatura da ordem de 130ºC a 140ºC. Para o controle das misturas betuminosas são empregados os ensaios de adesividade, de teor de asfalto e de granulometria.
Distribuição com vibro acabadora autopropelida equipada com mesa vibratória seguida de rolagem imediata com rolo de pneus e acabamento final com rolo de chapa liso, observando-se o processo estabelecido na Instrução.
A temperatura da mistura, quando da distribuição, deverá estar próxima de 125ºC. Em hipótese alguma será permitida a aplicação de concreto betuminoso com temperaturas abaixo de 125ºC, no momento da distribuição, devendo a contratada adotar os cuidados necessários quando do transporte da massa, para evitar que a mesma se esfrie.

A abertura do tráfego só será permitida quando a massa estiver à temperatura ambiente, ou em seguida.

OBS1. A nomenclatura usada neste memorial segue a norma DNIT005_2003_TER.

OBS2. Todos os serviços aqui descritos devem ter sua qualidade garantida conforme a norma DNIT013_2004_PRO.

OBS3. Os cimentos asfálticos citados neste memorial devem atender a norma DNIT095_2006_EM.
Iluminação Publica:
Normas e Recomendações: O projeto elétrico apresentado atende os requisitos aplicáveis da norma NBR-5410, da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT

A Prefeitura Municipal atendendo às normas da ABNT e normas da concessionária local (CPFL), a relocação de 11 postes sendo assim descriminados: Rede primária, secundária e telefonia, serão 8 postes assim indicados, 4 na Avenida das Acácias entre a Ruas José Vieira Torres e Av. Aracy Domine Ferreira, 3 postes na Avenida Walter Pagliari entre as Ruas Ver. Anizio Santana e Av. Raquel Caldas de Oliveira e 1 poste na confluência da Rua Ver. Anizio Santana confluência com Av. Walter Pagliari e com 2 postes com rede secundária e rede e telefonia na Avenida das Acácias confluência com a Rua José Maria Cereijido Carreteiro e e um poste na confluência da Rua Duque de Caxias com a Rua Alfredo Pacheco
Para a iluminação das avenidas, serão instalados 20 (vinte) postes telecônico curvos duplos e 01 (um) poste telecônico quadruplo, altura livre de 10 metros em duas asas cruzadas, fabricado em tubo de aço carbono, seção redonda confeccionada em duas partes para efeito de transporte, acabamento em pintura fundo cinza prime + pintura liquida na cor alumínio. (incluso a cada postes: dois braços, duas luminárias em alumínio injetado em alta pressão, soquete de porcelana rosca e-40, indicado para lâmpada em vapor metálico de 400 watts cada, fechada com difusor em vidro plano temperado, com reator alojado, encaixa 47 a 60,3mm com ajuste de foco, dimensões 650x300x190, acabamento pintura na cor cinza.

Nos postes serão acoplados eletrodutos de PVC rígido roscavel para passagem dos cabos de alimentação elétrica dos refletores, conforme projeto.

Os circuitos que alimentarão os postes deverão ser totalmente independentes, O sistema de aterramento contará com uma caixa de passagem subterrânea (50x50x50)cm com tampa de concreto reforçada, e encontrará uma haste de aterramento tipo cooperweld Ø5/8x2,44m, a haste será interligada através de um cabo de cobre 10mm² ao poste, fixado por conector padrão.

Serão utilizados refletores para lâmpada vapor metálico de 400 watts, com lâmpadas de vapor metálico 400wX220v, terão corpo de alumínio fundido de alto rendimento luminotécnico e terão reatores vapor metálico 400w.
Alimentação:
A alimentação do sistema de iluminação será derivada de dois pontos da rede de distribuição de energia elétrica aérea da CPFL existente no local. A derivação será composta de um padrão fixo, interligada aos pontos de fornecimento, através de eletrodutos. Os circuitos subterrâneos serão protegidos com duto corrugado alta densidade Ø1.1/4”. Todos os circuitos serão formados por condutores de cobre, unipolares, classe de isolamento 0,6/1kV, 10mm².
Caixas de passagem:
As caixas subterrâneas deverão ser de alvenaria com tampa de concreto e nas dimensões especificadas no projeto;
Eletrodutos
Os eletrodutos deverão ser em PVC na cor preta, não podendo apresentar irregularidades, saliências e Ter a marca bem como o diâmetro e fabricante marcados no mesmo.

A tubulação ficará sujeita à aprovação da FISCALIZAÇÃO, bem como detalhes de execução. Os diâmetros dos eletrodutos encontram-se indicado no desenho do projeto. Os eletrodutos, quando cortados, deverão ser previamente fixados em morsa, e serrados sempre transversalmente de modo que a face cortada e o eixo dos eletrodutos formem um ângulo exato de 90º. Após o corte, deverão ser retiradas as rebarbas internas; Para abertura de roscas, os eletrodutos deverão ser fixados em morsa, e deverá ser utilizada somente a tarraxa especial para essa finalidade; Quando da utilização de emendas retas nos eletrodutos, estes deverão prover-se de roscas, sem quaisquer rebarbas, a fim de receberem luvas roscáveis de material idêntico ao do eletrodutos instalado; Não será permitido o aquecimento de eletrodutos para a confecção de curvas, de modo a evitar a redução de seção interna dos mesmos, para os casos onde seja necessária a utilização destas, será permitido somente o uso de curvas pré fabricadas;

Todas as redes de eletrodutos deverão ser enfiadas em seu interior arame de ferro galvanizado número 14 AWG, que permanecerão dentro da tubulação até a sua utilização;
Cabos e fios:
Os fios e cabos de energia elétrica deverão ser de cobre eletrolítico, de pureza igual ou superior a 99,99%.

Previamente à aquisição, os fios e cabos para energia elétrica deverão ser submetidos à aprovação da FISCALIZAÇÃO.

Todos os condutores dos circuitos de iluminação e tomadas deverão ser do tipo comum 750 V com as seções especificadas nos quadros de cargas do projeto.
- Disjuntores:
A fim de que as condições ambientais não influam no tempo de abertura dos disjuntores, os mesmos deverão ter os disparadores, relés e demais componentes calibrados para operar com temperatura de até 45º e umidade relativa do ar até 90%.
Deverão ser instalados de modo que não reduza de maneira efetiva a seção do condutor e que a pressão de contato seja permanente.
Cuidados deverão ser observados quando da instalação de terminais nos disjuntores, de modo que não haja deslocamento dos condutores e que não ocorro diminuição da isolação, seja pelos terminais, seja pelos condutores.
Todos os disjuntores deverão ser identificados no quadro.
Equipamentos de segurança



A Contratada se obriga a manter na obra todos os equipamentos de proteção individual “EPI” e de proteção coletiva “EPC” necessários à execução dos serviços, sendo estes em bom estado de conservação. Deverão ser observadas as normas pertinentes ao assunto, em especial as NR-08, NR-09, NR-16 e NR-18 do Ministério do Trabalho.
Poderá ser exigida pelo proprietário de acordo com o porte da obra, a presença em tempo integral no canteiro de obras, de profissional especializado em segurança do trabalho e a formação da comissão interna de prevenção de acidentes CIPA, conforme a legislação que regula o assunto.
Serão utilizados todos os equipamentos classificados como EPI, tais como: capacetes plásticos, óculos contra impactos e respingos, luvas de raspa e de borracha, protetor auricular, botas, cintos de segurança, máscaras, respiradores, uniformes completos, além de outros que se fizerem indispensáveis.
Sinalização viária.
Sinalização viária vertical será executada de acordo com os manuais de Sinalização Vertical de regulamentação – Volume I, CONTRAN/DENATRAN, publicado por meio da resolução Nº 180 de 26/08/2005.

Sinalização viária horizontal será executada de acordo com os manuais de Sinalização Horizontal de regulamentação – Volume I, CONTRAN/DENATRAN, publicado por meio da resolução Nº 236 de 11/05/2007, estando de acordo com as normas (NBR) da ABNT.
Sinalização Vertical:



A sinalização vertical é um subsistema da sinalização viária, que se utiliza de sinais apostos sobre placas fixadas na posição vertical, ao lado ou suspensas sobre a pista, transmitindo mensagens de caráter permanente ou, eventualmente, variável, mediante símbolos e/ou legendas preestabelecidas e legalmente instituídas.

A sinalização vertical tem a finalidade de fornecer informações que permitam aos usuários das vias adotarem comportamentos adequados, de modo a aumentar a segurança, ordenar os fluxos de tráfego e orientar os usuários da via. A sinalização vertical é classificada segundo sua função, que pode ser de:



• regulamentar as obrigações, limitações, proibições ou restrições que governam o uso da via;
• advertir os condutores sobre condições com potencial risco existentes na via ou nas suas proximidades, tais como escolas e passagens de pedestres;
• indicar direções, localizações, pontos de interesse turístico ou de serviços e transmitir mensagens educativas, dentre outras, de maneira a ajudar o condutor em seu deslocamento.
Os sinais possuem formas padronizadas, associadas ao tipo de mensagem que pretende transmitir (regulamentação, advertência ou indicação).
Sinalização Horizontal:
Consiste na execução de linhas longitudinais que tem a função de definir os limites da pista de rolamento, a de orientar a trajetória dos veículos, ordenando-os por faixas de tráfego, e ainda a de regulamentar as possíveis manobras laterais, tanto para mudança de faixa, como para utilização temporária de uma faixa com sentido oposto de tráfego, nas manobras de ultrapassagem, sendo estas linhas executadas com tinta acrílica nas cores amarela “âmbar” e branco, espessura de 0,6 mm e padrão 3,09 da ABNT. No eixo, deverá ser executada uma sinalização horizontal simples contínua, na cor amarela, com 12 cm de largura. Nas áreas definidas como “especiais” a sinalização deve ser executada com o mesmo material porem manual. A sinalização horizontal deverá ser executada por meio mecanizado, e por pessoal habilitado. É um subsistema da sinalização viária que se utiliza de linhas, marcações, símbolos e legendas, pintados ou apostos sobre o pavimento das vias.

Têm como função organizar o fluxo de veículos e pedestres; controlar e orientar os deslocamentos em situações com problemas de geometria, topografia ou frente a obstáculos; complementar os sinais de regulamentação, advertência ou indicação.
Características:
Faixa Contínua: são linhas sem interrupção pelo trecho da via onde estão demarcando; podem estar longitudinalmente ou transversalmente opostas à via.
Tracejada ou Seccionada: são linhas tracejadas com espaçamentos de extensão igual ou maior que o traço.
Símbolos e Legendas: são informações escritas ou desenhadas no pavimento indicando uma situação ou complementando uma sinalização vertical existente
Cores:

Amarela: regulação de fluxos de sentidos opostos, delimitação de espaços proibidos para estacionamento e/ou parada e na marcação de obstáculos.
Branca: regulação de fluxos de mesmo sentido; delimitação de espaços especiais, de trechos de vias, destinados ao estacionamento regulamentado de veículos em condições especiais; marcação de faixa de pedestres; pintura de símbolos e legendas.
Tachas Monodirecionais refletivas:
- Linha de bordo de 0,10m de largura, amarela, dotada de tachas refletivas monodirecionais na mesma cor que a linha, espaçadas a cada 5m;
- Linha de canalização de 0,10m de largura, branca, dotada de tachas refletivas monodirecionais na mesma cor que a linha, espaçadas a cada 2,0m;

Paisagismo:
Limpeza e preparo geral do solo:
Todo entulho e restos da obra civil deverão ser eliminados nas áreas de plantio; Tanto o mato quanto ervas daninha (incluindo suas raízes) deverá ser eliminado; A terra existente deverá ser revolvida em toda área do plantio, eliminando os torrões; Todo o terreno deverá ser coberto com uma camada de 15 centímetros de terra própria para plantio.
Plantio de grama tipo são Carlos
A grama deverá ser grama do tipo São Carlos, em placas justapostas, sem pragas, plantadas sobre terra de cultura/vegetal espessura mínima de 10 cm, de boa qualidade, salgada com terra vegetal sem torrões, e regada até a pega final na entrega da obra em toda área
Limpeza Final de Obra:
Após a conclusão da obra deverá ser feita limpeza geral da edificação com remoção de todo e qualquer entulho.
Verificação Final:

Para recebimento e expedição do Termo de Aceitação Definitiva de obra, será procedida cuidadosa verificação por parte da FISCALIZAÇÃO, das perfeitas condições de funcionamento e segurança de todas as instalações e equipamentos diversos, etc.

Guararapes, 12 de Agosto de 2013.

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Fernando Arruda Hernandez

Engenheiro Civil

CREA - 0601238501





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