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CSL São Paulo SP

Especificações de Serviços e Materiais





ATA DE REGISTRO DE PREÇOS

SERVIÇOS DE ENGENHARIA PARA INSTALAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DE SISTEMA DE VENTILAÇÃO, EXAUSTÃO E AR CONDICIONADO

ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS E MATERIAIS

ORGANIZAÇÃO: CSL São Paulo (SP)/Engenharia


ÍNDICE Página


01 – PRELIMINARES .....................................................................................................................................

03

Condições Gerais

Projetos e Caracterizações

Normas de Segurança


02 – IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO ...................................................................................................

10

Diversos

06 – ALVENARIA ...........................................................................................................................................

12

Bloco Cerâmico

08 – IMPERMEABILIZAÇÃO ...........................................................................................................................

13

Condições Gerais

Argamassa Impermeável

Emulsão Betuminosa a Frio


09 – TRATAMENTO TÉRMICO E ACÚSTICO...............................................................................................

17

Tratamento Acústico


10 – PAVIMENTAÇÃO ...................................................................................................................................

18

Argamassa – Cimentado

Carpete


Cerâmica

Piso Vinílico

Rodapé


11 – REVESTIMENTO ....................................................................................................................................

21

Argamassa – Chapisco, Emboço e Reboco

12 – DIVISÓRIAS, FORROS E PISO FALSO ................................................................................................

23

Divisórias

Forros


Piso-falso

13 – CARPINTARIA E MARCENARIA ..........................................................................................................

27

Portas

Diversos


14 – SERRALHARIA.........................................................................................................................................

29

Diversos

15 – FERRAGENS............................................................................................................................................

32

Diversos

16 – VIDRAÇARIA ..........................................................................................................................................

33

Planos e Temperados

17 – PINTURA ................................................................................................................................................

34

Diversos

19 – INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, MECÂNICAS, TELECOMUNICAÇÕES E INFORMÁTICA ..................

37

Instalações Elétricas


20 – INSTALAÇÕES DE ÁGUA.................................... .................................................................................

48

Metais e Equipamentos

26 – INSTALAÇÃO DE AR CONDICIONADO, VENTILAÇÃO E AQUECIMENTO .......................................

51

Diversos

29 – DIVERSOS ..............................................................................................................................................

63

Diversos

Programação Visual



30 – LIMPEZA E VERIFICAÇÃO FINAL ........................................................................................................

64

Condições e Normas
PRELIMINARES – 01

Condições Gerais
1.0. CONDIÇÕES GERAIS
1.1. Conforme P.01.AAA.01.
2.0. AMOSTRAS E CATÁLOGOS DE MATERIAIS
2.1. Os procedimentos gerais para os serviços, definidos no Caderno Geral de Encargos, P-1.AAA.01 e P-01.SEG.01, deverão ser criteriosamente obedecidos.

2.2. O INSTALADOR deverá submeter à apreciação da FISCALIZAÇÃO, em tempo hábil, amostras ou catálogos dos materiais especificados, sob pena de impugnação dos trabalhos porventura executados.

2.3. A Instaladora deverá apresentar amostra dos materiais similares para análise prévia do fiscal da obra.


  1. DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS


O OBJETO DA CONTRATAÇÃO É A INSTALAÇÃO DE SISTEMAS DE VENTILAÇÃO, EXAUSTÃO E AR CONDICIONAODO E CORRELATOS.
A EMPRESA CONTRATADA DEVERÁ SER DO RAMO DE INSTALAÇÃO DE SISTEMAS DE VENTILAÇÃO E AR CONDICIONADO E CREDENCIADA COMO INSTALADORA AUTORIZADA PELO FABRICANTE DOS EQUIPAMENTOS QUE SERÃO FORNECIDOS PELA MESMA.
OS MATERIAIS E SERVIÇOS ESPECIFICADOS NESTE CADERNO SERÃO, EXCLUSIVAMENTE, EMPREGADOS NAS INSTALAÇÕES DE SISTEMA DE AR CONDICIONADO. PARA OS EVENTUAIS SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL E INSTALAÇÕES ELÉTRICAS, NECESSÁRIOS PARA A IMPLATAÇÃO DO PROJETO DE SISTEMA DE AR CONDICIONADO, A CONTRATADA “PODERÁ” SUBCONTRATAR EMPRESA ESPECIALIZADA, SUBMETENDO-A PREVIAMENTE À APROVAÇÃO DA FISCALIZAÇÃO DO CONTRATANTE.
As instalações serão executadas nos edifícios ocupados pelo Banco do Brasil (agências, postos ou prédios administrativos) no Estado de São Paulo, divididos nos seguintes lotes e regiões (denominadas Gerev), definidos geograficamente no Mapa em anexo (Arquitetura 01/01):
Lote 1: Gerev São Paulo (região da cidade de São Paulo , Capital)

Lote 2: Gerev São Bernardo do Campo, Barueri e Guarulhos

Lote 3: Gerev Santos e São José dos Campos

Lote 4: Gerev Campinas e Jundiaí

Lote 5: Gerev Sorocaba

Lote 6: Gerev Piracicaba, Mogi Guaçu e São Carlos

Lote 7: Gerev Riberião Preto, Franca, Araraquara e São José do Rio Preto

Lote 8: Gerev Bauru, Lins e Marília

Lote 9: Gerev Votuporanga, Araçatuba e Presidente Prudente
O quantitativo de materiais, equipamentos e serviços, estimados no orçamento prévio do Banco, refletem a necessidade e previsão de execução de novas instalações de sistemas de ar condicionado nos edifícios ocupados pelo Banco do Brasil que não possuem climatização e modernização de instalações existentes.

4.0. ELABORAÇÃO DO CADERNO DE ENCARGOS
4.1. Autor: Engº Mecânico Wagner do Nascimento

CREA: 5060422254 – SP

O Caderno Geral de Encargos, DEPIM / PROJE -1995, que contém as normas citadas nestas especificações, deverá ser conhecido e obedecido pelo INSTALADOR.

A formulação dos preços dos serviços a serem apresentados na Licitação e a execução dos serviços deverão ser embasados no citado Caderno de Encargos.



5.0. RESPONSÁVEL TÉCNICO.
5.1. A Contratada deverá:

5.1.1. Recolher ART específica de cada serviço contratado em nome do Engenheiro Mecânico, apresentado como Responsável Técnico no processo de Licitação.



5.1.2. Apresentar Empresas e ou Responsáveis Técnicos das diversas modalidades específicas e totais da reforma, através da emissão da ART (Atestado de Responsabilidade Técnica) antes do início da obra.

      1. O responsável pela direção técnica das obras, desde o seu início até sua total conclusão, responderá por sua correta execução e adequado emprego de materiais, conforme observância das NTO.


6.0 PROGRAMAÇÃO DA OBRA
6.1 Os CONTRATOS para execução dos serviços de instalação dos sistemas de ar condicionado terão os seguintes prazos totais:
6.1.1 Serviços que envolvam a instalação apenas de equipamentos “domésticos”, do tipo ACJ (Aparelhos de Janela) ou SPLITS (sem entrada de energia elétrica): 30 DIAS CORRIDOS;
6.1.2 Serviços que envolvam a instalação de sistemas com equipamentos “unitários” , SELFs e SPLITÕES (sem entrada de energia elétrica): 70 DIAS CORRIDOS;
6.1.3 Serviços que envolvam, além das instalações anteriores, a execução de nova entrada de energia elétrica: 90 DIAS CORRIDOS;
6.2 Os serviços serão executados de modo que não impeçam ou prejudiquem o funcionamento das dependências.
6.2 O Instalador deverá apresentar cronograma físico-financeiro e descritivo com o desenvolvimento da obra, de acordo com as exigências do Edital. O número de parcelas do cronograma será:

6.2.1 Para o item 6.1.1 (prazo de 30 dias): parcela única;
6.2.2 Para o item 6.1.2 (prazo de 70 dias): 3 (três) parcelas;
6.2.3 Para o item 6.1.3 (prazo de 90 dias): 4 (quatro) parcelas;
6.3 Considerando que as instalações serão implementadas em agências e postos bancários em funcionamento, TODOS SERVIÇOS QUE PRODUZAM RUÍDO, ODOR E POSSAM INTERFERIR NO FUNCIONAMENTO DO BANCO, DEVERÃO SER EXECUTADOS EM PERÍODOS NOTURNOS E DIAS NÃO ÚTEIS. Os horários de trabalho deverão ser definidos pelo INSTALADOR, sendo de sua total responsabilidade o pagamento de custos e despesas adicionais;
6.4 Serviços que provoquem ruídos, tais como utilização de serras, furadeiras, demolições, cargas explosivas para forro, deverão ser executados em horários estabelecidos na Legislação vigente, obedecidas principalmente às restrições da “lei do silêncio”;
6.5 A limpeza do local da instalação deverá ser constante, sendo que no caso de utilização de locais de circulação de funcionários ou clientes, esta limpeza deverá ser feita imediatamente após o transporte de material ou circulação de pessoal da obra;
6.6 Os materiais de demolição deverão ser retirados em caminhões ou caçambas, de acordo com as exigências e horários estabelecidos pela Prefeitura local;
6.7 Competirá ao INSTALADOR informar os nomes e respectivos números das carteiras de identidade e/ou carteira de trabalho dos empregados autorizados a trabalhar na obra;
6.8 O INSTALADOR deverá providenciar instalações provisórias para a execução da obra, quando necessário;
6.9 Sobre os pisos que não forem atingidos pela obra, mas que servirem de circulação de pessoal ou materiais, deverá ser colocada proteção que mantenha suas condições inalteradas;


PRELIMINARES – 01

Projetos e Caracterizações
1.0. RELAÇÃO DE PROJETOS
OS PROJETOS E DESENHOS COMPLEMENTARES SERÃO FORNECIDOS POR OCASIÃO DA CONTRATAÇÃO DOS SERVIÇOS DE CADA DEPENDÊNCIA.

Designando seus respectivos responsáveis técnicos em conformidade com normas CONSELHO REGIONAL e CONFEA.


1.1. MATERIAL TÉCNICO
1.1.1. O material técnico é constituído por elementos gráficos e escritos que se completam para definir e orientar a execução da obra e serão definidos a cada serviço.
a. Material gráfico:

Projetos (arquitetura, instalações elétricas, ar condicionado, etc.): elemento gráfico principal para execução geral da obra.

Desenhos complementares: detalhes executivos específicos para execução de serviços diversos, adotados para a obra.

Padrões do banco: plantas e desenhos que definem a forma de execução de elementos construtivos e serviços padronizados e que não podem ser modificados em sua natureza.


b. Material escrito:

Caderno Geral de Encargos – edição 1995 – DEPIM/PROJE: conjunto de normativos divididos em 3 partes: GENERALIDADES, grupamento de normas designado pela letra “G”, contendo convenções e abreviaturas, normalizações e unidades de medidas; MATERIAIS E EQUIPAMENTOS, grupamento de normas designado pela letra “E”, contendo características básicas para todos os materiais e equipamentos de emprego previsível em obras contratadas pelo Banco do Brasil; PROCEDIMENTOS, grupamentos de normas designado pela letra “P”, abrangendo as condições de execução de cada tipo de serviço.

Caderno de Encargos – ESPECIFICAÇÕES DE SERVIÇOS: conjunto de documentos especificamente elaborados para uma determinada obra, contendo especificações de serviços/ materiais, memoriais descritivos e condições de fornecimento e aplicação de materiais e equipamentos especificados.
Observações:

Quando houver indicações de serviços em projetos, que não estiverem detalhados, o INSTALADOR deverá prever a sua execução e orçamento, utilizando parâmetros usuais para aqueles serviços.
1.1.2. RECEBIMENTO DO MATERIAL TÉCNICO
Todo material técnico retirado para elaboração de orçamento deverá ser criteriosamente conferido, conforme relação anexa, inclusive quanto a sua qualidade de apresentação, de forma que todos os elementos necessários para formulação de preços estejam completos e claros.
1.1.3. DIVERGÊNCIAS EXISTENTES NO MATERIAL TÉCNICO
Todo o material técnico da instalação (projetos, desenhos, padrões, especificações, memoriais, etc.) deverão ser criteriosamente analisados pelo INSTALADOR.

As divergências encontradas deverão ser oportunamente apresentadas ao Banco para esclarecimentos e definições correspondentes, antes da Licitação.

Entende-se por divergências no material técnico as indicações não coincidentes para fornecimento de material e/ou execução de um serviço, que possam ocorrer em partes diferentes do material técnico.

A indicação para o fornecimento de material e/ou execução de um serviço, em alguma parte do material técnico, sem que haja a mesma indicação em outro elemento deste material, não constitui divergência, e deverá ser executada normalmente.

Os seguintes princípios deverão ser obedecidos, caso ocorram divergências que não possam ser esclarecidas antes da Abertura da Licitação:

As especificações contidas neste Caderno de Encargos prevalecem sobre as indicações.

Os projetos de instalações prevalecem sobre as especificações contidas neste Caderno de Encargos.

Os desenhos de maior escala prevalecem sobre os de menor escala do projeto de arquitetura.


Observações:

O Caderno Geral de Encargos, DEPIM / PROJE -1995, que contém as normas citadas nestas especificações, deverá ser conhecido e obedecido pelo INSTALADOR.

A formulação dos preços dos serviços a serem apresentados na Licitação e a execução dos serviços deverão ser embasados no citado Caderno de Encargos.

As especificações técnicas padrão do Banco do Brasil e não poderão ser modificados até novas orientações do GEPAT, por escrito.
1.1.4 Observações complementares:

  • Verificar todas as medidas em obra.

  • Não tomar as medidas do projeto em escala.

  • Todas as demolições não indicadas, mas necessárias ao desenvolvimento dos serviços deverão ser previstas e executadas sem prejuízo do Banco;

  • As cotas constantes no projeto são representadas em metros, salvo as indicadas no desenho.

  • dimensionamento das peças utilizadas nos detalhes arquitetônicos deverá ser verificado pelas firmas executoras, a quem cabe a responsabilidade das mesmas.

  • INSTALADOR deve verificar os projetos complementares das instalações elétricas, hidráulicas e de arquitetura, antes da execução, comunicando aos fiscais do Contratante qualquer discrepância constada em relação ao projeto de ar condicionado.

  • Os projetos não poderão ser reproduzidos, integral ou parcialmente e/ou mesmo adaptados, sem prévia autorização dos projetistas, conforme normas de proteção ao direito autoral de São Paulo.



PRELIMINARES – 01

Norma de Segurança

Conforme P-01.SEG.01.


1.0. DISPOSITIVOS PRELIMINARES
1.1. A execução de todos os serviços contratados obedecerá, rigorosamente, os projetos fornecidos e as especificações de materiais e serviços, que complementam, no que couber, o contido no CADERNO GERAL DE ENCARGOS. Os projetos e as especificações se completam e têm o mesmo grau de importância. Em caso de conflito entre ambos, valem as especificações.

Todo material “similar” que vier a ser utilizado deverá ter a prévia aprovação da fiscalização do banco.
1.2. Todas as medidas deverão ser conferidas no local, não cabendo nenhum serviço extra por diferenças entre as medidas constantes no projeto e o existente.
1.3. Em virtude de esquema de segurança e horários de trabalho específico da Dependência, deverão ser considerados no orçamento encargos referentes à jornada de trabalho em finais de semana e horários noturnos. Os serviços deverão ser programados e submetidos à prévia apreciação do Banco, através desta Regional, no tocante a pessoal e horários de trabalho, conforme etapas de obra e horários pré-determinados neste capítulo.
1.4. Compete ao INSTALADOR fazer prévia visita ao local da obra para proceder minucioso exame das condições locais, averiguar os serviços e material a empregar. O BANCO NÃO ASSUME AS DIVERGÊNCIAS ENTRE SEU ORÇAMENTO E OS QUANTITATIVOS REAIS. Qualquer dúvida ou irregularidade observada nos projetos ou especificações deverá ser previamente esclarecida junto à FISCALIZAÇÃO, visto que, após apresentada a proposta, o Banco não acolherá nenhuma reivindicação.
1.5. Não será permitida a alteração das especificações, exceto a juízo da FISCALIZAÇÃO e com autorização por escrito do mesmo.
1.6. Ficará o INSTALADOR obrigado a demolir e a refazer os trabalhos impugnados logo após o recebimento da Ordem de Serviço correspondente, sendo por sua conta exclusiva as despesas decorrentes dessas providências, ficando a etapa correspondente considerada não concluída.
1.7. Durante a execução dos serviços, todas as superfícies atingidas pela obra deverão ser recuperadas, utilizando-se material idêntico ao existente no local, procurando-se obter perfeita homogeneidade com as demais superfícies circundantes. Todo e qualquer dano causado às instalações do prédio, por elementos ou funcionários da contratada, deverá ser reparado sem ônus para o Banco.
1.8. A instalação deverá ser entregue completamente limpa e desimpedida de todo e qualquer entulho ou pertence do INSTALADOR, e com as instalações em perfeito funcionamento.
1.9. No intuito de tomar-se todas as precauções necessárias a evitar a ocorrência de acidentes na obra, informamos que, durante a execução dos trabalhos deverá ser rigorosamente observada “Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho” (NR-18 Obras de Construção, Demolição e Reparos).

2.0. NORMAS

2.1. Conforme P-01.SEG.01.

2.2. Serão obedecidas as normas regulamentadoras expedidas pelos órgãos governamentais competentes e normas da ABNT atinentes ao assunto, no que couber, especialmente as seguintes:

NB-252/82 Segurança na execução de obras e Serviços de construção (NBR-7678);

NB-598/77 Contratação, execução e supervisão de demolições (NBR-5682);

NR-1 Disposições gerais (norma governamental);

NR-18 Obras de construção, demolição e reparos (norma governamental).

NR-10 Segurança em serviços com eletricidade



3.0. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO

3.1. A NR-18 estabelece medidas de proteção durante as obras de construção, demolição, reparo, pintura, limpeza e manutenção de edifícios em geral, de qualquer número de pavimentos e tipo de construção.

3.2. A observância do estabelecido na NR-18 não desobriga as empresas do cumprimento de disposições legais complementares relativas à Segurança e à Medicina do Trabalho, determinadas na legislação federal, estadual ou municipal.

4.0. ARMAZENAGEM E ESTOCAGEM DE MATERIAIS

4.1. Os materiais empregados nas construções devem ser arrumados de modo a não prejudicar o trânsito de pessoas, a circulação de materiais, o acesso aos equipamentos de combate a incêndio e às portas ou saídas de emergência; e também, de modo a não provocar empuxos ou sobrecargas em paredes ou lajes, além dos previstos em seus dimensionamentos.

4.2. As pilhas de material, a granel ou embaladas, devem ter forma e altura que garantam sua estabilidade e facilitem seu manuseio.

4.3. Em pisos elevados, os materiais não podem ser empilhados a uma distância de suas bordas menor que a equivalente à altura da pilha, a não ser que existam paredes ou elementos protetores.

4.4. Tubos, vergalhões, perfis, barras, pranchas e outros materiais de grande comprimento devem estar arrumados em camadas, com espaçadores e peças de retenção, separados de acordo com o tipo.

4.5. Os materiais não podem ser empilhados diretamente sobre chão mole, úmido ou desnivelado.

4.6. A cal virgem deve ser armazenada em local seco, tomando-se precauções para evitar, durante a extinção, reações violentas.

4.7. Os materiais tóxicos, corrosivos, inflamáveis ou explosivos devem ser armazenados em local isolado, apropriado, sinalizado e de acesso somente a pessoas devidamente autorizadas.

4.8. A retirada de materiais empilhados deve ser efetuada sem prejudicar a estabilidade das pilhas.

4.9. As madeiras retiradas de andaimes, formas e escoramentos devem ser empilhadas, depois de retirados ou rebatidos os pregos, os arames e as fitas de amarração.

4.10. O peso máximo para transporte e descarga individual realizados manualmente é de 60 kg. O peso máximo para levantamento individual é de 40 kg.

5.0. MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

5.1. As áreas de circulação e os espaços em torno de máquinas e equipamentos devem ser mantidos desobstruídos.

5.2. As máquinas e os equipamentos devem ter dispositivos de partida e parada, localizados de modo a evitar riscos para o operador.

5.3. Devem ser protegidas todas as partes móveis dos motores e transmissões, bem como as partes perigosas das máquinas ao alcance dos trabalhadores.

5.4. As máquinas e os equipamentos que ofereçam risco de ruptura de suas partes, projeção de peças ou de partículas de materiais devem ser providas de proteção para soas peças moveis.

5.5. Os protetores removíveis só podem ser retirados para execução de limpeza, lubrificação reparo e ajuste, ao fim dos quais devem ser, obrigatoriamente, recolocados.

5.6. As serras circulares devem ter cutelo divisor e coifa para proteção do disco.

5.7. A operação de máquinas e equipamentos só pode ser feita por pessoas treinadas para este fim. Os operadores não podem se afastar da área de controle das máquinas ou equipamentos sob sua responsabilidade, quando em funcionamento.

5.8. Nas paradas temporárias ou prolongadas, os operadores devem colocar os controles em posição neutra, acionar os freios e adotar outras cautelas com o objetivo de eliminar riscos provenientes de deslocamentos.

5.9. Inspeção, limpeza, ajuste e reparo somente devem ser executados com a máquina ou equipamento desligado, salvo se o movimento for indispensável à realização da inspeção ou ajuste. A inspeção e a manutenção somente devem ser executadas por pessoas devidamente autorizadas.

5.10. As máquinas e equipamentos devem ser submetidos à inspeção e manutenção, de acordo com as instruções do fabricante e de acordo com as normas técnicas oficiais vigentes, dispensando-se especial atenção a freios, mecanismos de direção, cabos de tração, sistema elétrico e outros dispositivos de segurança.

5.11. As inspeções de máquinas devem ser registradas em livro próprio, especificando as datas em que as falhas ocorreram, as medidas corretivas adotadas e a indicação da pessoa ou firma que as realizou.

5.12. Os cabos de aço devem ser fixados por meio de dispositivos que impeçam deslizamento e desgaste, e devem ser substituídos quando apresentarem condições que comprometam a sua integridade, face à utilização a que estiverem submetidos.

5.13. Quando o operador de máquinas ou equipamentos tiver a visão dificultada por obstáculos, deve ser exigida a presença de sinaleiro para a orientação do operador.

5.14. A comunicação sinaleiro-operador ou vice-versa poderá ser visual, através de sinais previamente combinados, ou auditiva, através de rádio ou telefone.

6.0. FERRAMENTAS DIVERSAS

6.1. As ferramentas devem ser apropriadas ao uso a que se destinam, proibindo-se o emprego das defeituosas, danificadas ou improvisadas.



IMPLANTAÇÃO E ADMINISTRAÇÃO – 02

Diversos
1.0. DEMOLIÇÕES
1.1. Conforme P-02.DEM.01 e P-02.LIM.01.
1.2. DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS

- Demolição de piso revestido com cerâmica; ( item do orçamento do banco – 2.2 );

- Demolição de revestimento com argamassa; ( item do orçamento do banco – 2.3 );

- Demolição de alvenaria de tijolo; ( item do orçamento do banco – 2.4 );

- Remoção de divisória leve; ( item do orçamento do banco – 2.5 );

- Remoção de piso com fibra têxtil; ( item do orçamento do banco – 2.6 );

- Remoção de piso Vinilico; ( item do orçamento do banco – 2.7 );

- Remoção de entulho; ( item do orçamento do banco – 2.8 );

- Demolição de azulejos; ( item do orçamento do banco – 2.9 );

- Demolição de forro de gesso em placas; ( item do orçamento do banco – 2.10 );



Observações:

  1. Os dimensionamentos das peças utilizadas nos detalhes arquitetônicos, deverão ser verificados pelas firmas executoras, a quem cabe a responsabilidade das mesmas.

  2. Todas as medidas deverão ser conferidas no local, não cabendo nenhum serviço extra por diferenças de medidas no projeto existente.

  3. Todo trabalho que produza ruído e que afete a vizinhança somente poderá ser executado até o horário máximo permitido pelas posturas municipais;

  4. Observar a necessidade de manter-se ambiente ventilado quando do manuseio de materiais combustíveis (colas, solventes, impermeabilizantes, etc.). Os trabalhadores nestas atividades deverão ter conhecimento sobre manuseio de extintores de incêndio.

  5. Prever a proteção de equipamentos, instalações e móveis, quanto ao acúmulo de poeira e queda de entulhos, após os mesmos serem colocados em obra;

  6. Compete ao INSTALADOR fazer prévia visita ao local dos serviços a para proceder minucioso exame das condições locais, averiguar os serviços e material a empregar. O BANCO NÃO ASSUME AS DIVERGÊNCIAS ENTRE ORÇAMENTO E OS QUANTITATIVOS REAIS. Qualquer dúvida ou irregularidade observada nos projetos ou especificações deverá ser previamente esclarecida junto à FISCALIZAÇÃO, visto que, após apresentada a proposta, o Banco não acolherá nenhuma reivindicação.

  7. Não será permitida a alteração das especificações, exceto a juízo da FISCALIZAÇÃO e com autorização por escrito da mesma.

  8. Ficará o INSTALADOR obrigado a demolir e refazer trabalhos impugnados logo após o recebimento da Ordem de Serviço correspondente, sendo por sua conta exclusiva as despesas dessas providências, ficando a etapa correspondente considerada não concluída.

  9. A obra deverá ser entregue completamente limpa e desimpedida de todo e qualquer entulho ou pertence do INSTALADOR, e com as instalações em perfeito funcionamento.

  10. Todo material deverá ser posto no local da instalação já beneficiado, não sendo permitida a descarga junto à calçada ou portaria, de materiais a granel, tipo areia, brita, etc.

  11. Além dos princípios acima enumerados e destacados, o INSTALADOR deverá observar ainda as normas contidas na NR-18 (Ministério do Trabalho) e NBR-7678 (ABNT).



2.0. EQUIPE ADMINISTRATIVA ( item do orçamento do banco – 2.1 )
2.1. A equipe administrativa, responsável pela execução dos serviços, deverá ser composta pelos seguintes elementos/dedicação:
- Engenheiro responsável: mínimo 03 horas por dia efetivo de trabalho;

- Encarregado de obra: dedicação integral;



  1. MOBILIZAÇÃO DE EQUIPE (item do orçamento do banco – 2.17 a 2.22)

A mobilização de equipe compreende os custos com o deslocamento, transporte, refeição e estadia dos profissionais (mecânicos, eletricistas, pedreiros, pintores, serralheiros, ajudantes, etc.) necessários para o desenvolvimento de TODOS os serviços contratados para localidades com distâncias entre 70 e 300 km da cidade base definida a seguir:


Lote 1: São Paulo (Capital) SP

Lote 2: São Paulo (Capital) SP

Lote 3: Santos SP

Lote 4: Campinas SP

Lote 5: Sorocaba SP

Lote 6: Piracicaba SP

Lote 7: Ribeirão Preto SP

Lote 8: Bauru SP

Lote 9: Araçatuba SP


    1. Mobilização de equipe para instalação de PEQUENO PORTE: compreende a instalação apenas de equipamentos “domésticos” (splits e aparelhos de janela), elétrica (alimentação e interligação) e pequena intervenção civil.



    1. Mobilização de equipe para instalação de MÉDIO PORTE: compreende a instalação de equipamentos “unitários” (selfs e splitões), elétrica (alimentação e interligação), rede de distribuição de ar (dutos, difusores, etc.) e pequena intervenção civil.



    1. Mobilização de equipe para instalação de GRANDE PORTE: compreende a instalação de equipamentos “unitários” (selfs e splitões), elétrica (alimentação, interligação, iluminação, etc.), rede de distribuição de ar e intervenção civil de maior porte (construção de casa de máquinas, estrutura metálica, execução de forro, etc.).

4.0. TAPUME ( item do orçamento do banco – 2.11 )
4.1. Conforme P-02.TAP.01 e P-12.DIV.01.
4.2. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

4.2.1. Material: Chapas de madeirite com 2,20m de altura, 6 mm de espessura.

4.2.2. Estrutura: Montantes e travessas de pontaletes de 6x6 cm, a cada 110cm.

4.2.3. Acessórios: rodapés e chapins.

4.2.4. Pintura: Todo o tapume, inclusive rodapés e chapins, receberá pintura protetora na cor branca.

4.3 APLICAÇÃO: Conforme projetos.

ALVENARIA E OUTRAS VEDAÇÕES – 06

Bloco Cerâmico
1.0. NORMAS


    1. Conforme P-06.BLO.01, E-BLO.02, E-BLO.04 E P-06.TIJ.01 E TIJ.02.



2.0. TIPO: Bloco Cerâmico (item do orçamento do banco – 6.1 )
2.1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
2.1.1. Material: Tijolo cerâmico, 08 furos ou similar

2.1.2. Resistência à compressão: (1,5 a 2,5 MPa).

2.1.3. Dimensões: 9x19x39 cm (e=9cm).
2.2. EXECUÇÃO
2.2.1. ARGAMASSA DE ASSENTAMENTO

2.2.1.1. Tipo: Fabricada na obra, argamassa mista de cimento, cal, areia.

2.2.1.2. Traço: 1 : 1 : 4 de cimento, cal hidratada e areia média peneirada.
2.2.2. JUNTA DE ASSENTAMENTO

2.2.2.1. Espessura: tijolo para revestir = 15 mm.


2.3. APLICAÇÃO:

2.3.1. Todas as alvenarias novas indicadas em projeto; onde houver embutimento de encanamentos hidráulicos; fechamentos de vãos de portas e caixilhos; todas as áreas que necessitem ser recompostas devido às intervenções da obra indicadas no projeto e não listadas acima que se façam necessárias, para atendimento do escopo.


Observações:

1. Amostras do tijolo deverão ser submetidas à fiscalização do Banco para prévia aprovação.

2. Deverão ser tomados todos os cuidados com os alinhamentos e prumos dos painéis para a execução deste serviço.

3. Nas primeiras fiadas de assentamento do tijolo, até a altura de 60 cm, deverá ser utilizado produto impermeabilizante, conforme S-08.01.

4. Prever a execução de todos os reforços necessários (percintas, parapeitos, respaudos, pilares de muros, etc.) para travamento das paredes e vergas/ contravergas de concreto armado em aberturas.

3.0. RASGO E ENCHIMENTO EM ALVENARIA ( item do orçamento do banco – 6.2 a 6.7 )



      1. Rasgos e cortes em pisos e alvenarias para embutimento de tubulações, na abertura do piso acabado externo/interno na criação de infraestrutura (embutimento de tubulações) objetivando acabamento linear do piso e alvenaria existente.

      2. Enchimento de rasgo com argamassa mista de cal hidratada, areia e cimento, traço 1:4.



IMPERMEABILIZAÇÃO - 08

Condições Gerais
1. NORMAS
Conforme P-08.AAA.01, P-08.AAA.02, P-08.AAA.03, P-08.AAA.04, P-08.AAA.05, P-08.AAA.06
2. RESPONSABILIDADES DA CONTRATADA
As providências aqui estabelecidas, a serem cumpridas pela Contratada, deverão ocorrer com a devida antecedência e sem prejuízo do cronograma dos serviços.

3. REQUISITOS PARA O INÍCIO DOS SERVIÇOS


A impermeabilização de qualquer área só poderá ocorrer se precedida das seguintes condições:

- Depósito, no local dos serviços, de todo o material necessário à impermeabilização da área selecionada.

4. ARGAMASSAS
4.1. CAMADA DE REGULARIZAÇÃO: a superfície a impermeabilizar além de firme e seca, deverá ser previamente limpa. Sobre essa superfície será lançada uma camada de argamassa de regularização elaborada com cimento novo e areia lavada, peneirada e com granulometria controlada entre 0 (zero) mm e 3 (três)mm, no traço 1:3 e espessura mínima de 2,5cm. Cuidar-se-á para que haja declividade entre 0,5% e 2,5%, evitando-se, quando possível, a aproximação de qualquer dos dois limites.
4.2. CAMADA DE PROTEÇÃO: argamassa de cimento e areia, no traço volumétrico 1:4, aplicada nos locais definidos nos sistemas especificados adiante.
4.3. ENCARGOS DA IMPERMEABILIZADORA: quando a argamassa de regularização, com declividade, for executada pelo Instalador, a empresa impermeabilizadora deverá verificar e garantir suas características, antes da aplicação da impermeabilização, e de acordo com as especificações deste capítulo, principalmente com relação à aderência, traço e declividade.

IMPERMEABILIZAÇÃO – 08

Emulsão Betuminosa a Frio



  1. NORMAS




    1. Conforme P-08.EMU.01




  1. TIPO: TINTA ASFÁLTICA (item do orçamento do banco – 8.1 )




    1. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS




      1. Tipo: Emulsão asfáltica.

      2. Fabricante: Denver, Primer, Viapol, ou similar.

      3. Nº de demãos: 03 (três).




  1. APLICAÇÃO:




    1. Nos pisos dos sanitários, copa e casas de máquinas.


IMPERMEABILIZAÇÃO – 09



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