Inserir o nome do Laboratório Procedimento Operacional Padrão albumina



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Inserir o nome do Laboratório

Procedimento Operacional Padrão

ALBUMINA

Página de

POPBIO xxx/xx



ALBUMINA



INDICAÇÃO MÉDICA DO EXAME

A determinação da albumina em amostras de sangue é útil na avaliação do estado nutricional, das funções hepática e renal e na avaliação de doenças crônicas.


PRINCÍPIO

A albumina interage com o verde de bromocresol tamponado e, devido ao erro protéico dos indicadores, ocorre formação de cor verde, proporcional à concentração da albumina na amostra. O verde de bromocresol possui especificidade para albumina e não sofre interferência de valores elevados de bilirrubina e hemoglobina, permitindo também que as interferências de valores elevados de triglicérides possa ser corrigida utilizando o branco de amostra.


AMOSTRA

Preparo do paciente

Recomenda-se jejum mínimo de 8 horas.



Tipos de amostra

Usar soro. Não usar plasma.



Armazenamento e estabilidade da amostra

O analito é estável por 3 dias entre 2 – 8 ºC e 7 dias a 10 ºC negativos.


Volume mínimo


(Definir o volume mínimo a ser encaminhado para análise)

Volume ideal


(Definir o volume ideal a ser encaminhado para análise)

Critérios para rejeição da amostra


Fazer referência ao manual ou POP de colheita, separação e distribuição de material.
PRODUTO UTILIZADO

Albumina, Catálogo 19 ANVISA - 10009010025

Labtest Diagnóstica

Av. Paulo Ferreira da Costa, 600

Lagoa Santa, MG, 33400-000
Reagente de Cor: Armazenar entre 2 – 8 ºC.

Contém tampão 60 mmol/L, pH3,8, verde de bromocresol 300 mol/L e Brij 35 ≥ 6,0 mmol/L.



Padrão - 3,8 g/dL: Armazenar entre 2 – 8 ºC bem vedado para evitar evaporação.

Contém azida sódica 15,4 mmol/L.



Precauções e cuidados especiais

  1. Os cuidados habituais de segurança devem ser aplicados na manipulação do reagente. Fazer referência ao manual ou POP de segurança.

  2. Os reagentes não abertos, quando armazenados nas condições indicadas são estáveis até a data de expiração impressa no rótulo. Durante o manuseio, os reagentes estão sujeitos à contaminação de natureza química e microbiana que podem provocar redução da estabilidade. O laboratório deve estabelecer a estabilidade em suas condições operacionais.

  3. O padrão contém azida sódica, que é tóxica. Deve-se tomar cuidado para evitar a ingestão e, no caso de contato com os olhos, lavá-los imediatamente com grande quantidade de água e procurar auxílio médico. A azida pode formar compostos altamente explosivos com tubulações de chumbo e cobre. Utilizar grandes volumes de água para descartar o reagente. Fazer referência ao manual ou POP de segurança.

  4. O reagente de cor é muito sensível a mudanças de pH. A sua contaminação com ácido ou álcali interfere de modo decisivo nos resultados.


EQUIPAMENTOS

Procedimento manual


  1. Fotômetro capaz de medir com exatidão a absorbância em 630 nm ou filtro vermelho (600 a 640 nm).

  2. Pipetas para medir amostras e reagentes.

  3. Cronômetro.

Procedimento automatizado


Indicar o nome, modelo e o local onde se encontra o equipamento analítico; fazer referência ao manual ou POP para utilização do mesmo.

Procedimento alternativo


Indicar o equipamento alternativo e os procedimentos para medição dos ensaios. Enumerar as diferenças esperadas quando procedimentos manuais substituem procedimentos automatizados.

CONTROLE DA QUALIDADE

Materiais


Identificar os materiais para controle interno e externo da qualidade (fabricante, número de catálogo), instruções de preparo e frequência da utilização dos mesmos.

Limites de tolerância

Descrever o procedimento para definição dos limites de tolerância, o sistema adotado para utilização do mapa de Levey-Jennings e das regras de controle e as providências a serem tomadas diante de valores que ultrapassem tais limites. Fazer referência ao manual ou POP para utilização dos materiais de controle.

Verificação de novo lote de controles e/ou reagentes

Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e de reagentes.

Gerenciamento dos dados


Definir como os dados relativos ao controle da qualidade são arquivados e gerenciados.

Fazer referência ao manual ou POP de garantia da qualidade.

PROCEDIMENTO

Procedimento manual


  1. Tomar 3 tubos de ensaio e proceder como a seguir:







Branco

Teste

Padrão

Reagente de Cor (nº 1)

1,0 mL

1,0 mL

1,0 mL

Soro

-----

0,01 mL

-----

Padrão (nº 2)

-----

-----

0,01 mL




  1. Misturar e após 2 minutos, no máximo 10 minutos, determinar as absorbâncias do teste e padrão em 630 nm ou filtro vermelho (600 a 640 nm), acertando o zero com o branco.
Procedimento automatizado

Fazer referência ao manual ou POP para utilização do equipamento analítico. Anexar o guia de aplicação dos reagentes para o sistema automático.

Precauções e cuidados especiais



  1. Para manusear e descartar reagentes e material biológico, aplicar as normas estabelecidas de segurança. Fazer referência ao manual ou POP de segurança.
  2. A limpeza e secagem adequadas do material são fatores fundamentais para a estabilidade dos reagentes e obtenção de resultados corretos. Fazer referência ao manual ou POP de limpeza e verificação da qualidade da limpeza dos materiais.


  3. A água utilizada no laboratório deve ter a qualidade adequada a cada aplicação. Assim, para preparar reagentes e usar nas medições, deve ter resistividade 1 megaohm ou condutividade 1 microsiemens e concentração de silicatos 0,1 mg/L (água tipo II). Para o enxágüe da vidraria a água pode ser do tipo III, com resistividade 0,1 megaohms ou condutividade 10 microsiemens. No enxágüe final utilizar água tipo II. Quando a coluna deionizadora está com sua capacidade saturada ocorre a produção de água alcalina com liberação de vários íons, silicatos e substâncias com grande poder de oxidação ou redução que deterioram os reagentes em poucos dias ou mesmo horas, alterando os resultados de modo imprevisível. Assim, é fundamental estabelecer um programa de controle da qualidade da água. Fazer referência ao manual ou POP de água reagente.


CÁLCULOS

Ver linearidade.


Absorbância do teste

Albumina (g/dL) = x 3,8 g/dl

Absorbância do padrão
Devido a grande reprodutibilidade que pode ser obtida com a metodologia, o método do fator pode ser empregado.

3,8


Fator de calibração =

Absorbância do padrão


Albumina (g/dL) = Absorbância do teste x Fator
RESULTADOS

Unidade de medida


g/dL

Conversão de g/dL para Unidade SI: µmol/L = g/dL x 144,9


Valores de referência


3,5 a 5,5 g/dL

Valores críticos


< 1,5 g/dL

Incluir o procedimento a ser adotado diante de um resultado crítico.
LIMITAÇÕES DO PROCEDIMENTO

Linearidade


O resultado da medição é linear até 6,0 g/dL. Para valores maiores diluir o soro com NaCI 150 mmol/L e repetir a determinação. Multiplicar o resultado obtido pelo fator de diluição. Diluir o soro de tal modo que o valor encontrado se situe entre 3,0 e 4,5 g/dL.

Interferências


1- Valores de Bilirrubina até 38 mg/dL, Hemoglobina até 180 mg/dL e Triglicérides até 250 mg/dL não produzem interferências significativas.

2- Valores de triglicérides maior que 250 mg/dL produzem interferências positivas, que podem ser minimizadas utilizando o branco de amostra. Misturar 1,0 mL de NaCl 0,85% com 0,01 mL da amostra. Ler em 630 nm ou filtro vermelho, acertando o zero com água. Diminuir a absorbância assim obtida da absorbância do teste e calcular a concentração.

3- Para revisão das formas fisiopatológicas e medicamentosas de interferência nos resultados e na metodologia, sugere-se consultar Clin Chem 1975; 21:1D-432D.
SIGNIFICADO CLÍNICO

A albumina é a proteína mais importante do plasma humano, representando 40 a 60% do total de proteína. Os níveis plasmáticos de albumina, devido à sua relação com o aporte de proteína e à produção no fígado, são frequentemente usados como parâmetro para avaliação do estado nutricional e função hepática.

Diminuições da albumina ocorrem na cirrose e outras doenças hepáticas, incluindo o alcoolismo crônico; na gravidez e associado ao uso de contraceptivos orais; em muitas doenças crônicas, incluindo as neoplasias, síndrome nefrótica, enteropatias com perda protéica (doença de Crohn, colite ulcerativa), doenças inflamatórias, como as doenças autoimunes, imobilização prolongada, falência cardíaca e outros estados catabólicos crônicos.

Elevação da albumina sérica é encontrada somente na desidratação.


REFERÊNCIAS

  1. Bartholomew RJ, Delaney AM. Proc Austral Assoc Clin Biochem 1966;1:214.

  2. Basques JCA, Cabral GL, Cruz RS. Com II Congr Bras Anal Clin. Janeiro, 1972.

  3. Peters T, Biamont GT, Doumas BT. Albumin in Serum. Em Faulkner WR. Meites S, eds. Selected Methods of clinical chemistry, Volume 9, Washington:AACC Press, 1982:319.

  4. Tonks DB. Quality Control in Clinical Laboratories, Wamer-Chilcott Laboratories, Diagnostic Reagents Division, Scarborough, Canada, 1972.

  5. Inmetro-Boas Práticas de Laboratório Clínico e Listas de Verificação para Avaliação, Qualitymark eds, Rio de Janeiro, 1997.

  6. Westgard JO, Barry PL, Hunt MR. Clin Chem 1981; 27: 493-501.

  7. Albumina, Instruções de Uso, Labtest Diagnóstica.







Nome

Assinatura

Data

Elaborado por:







___/___/___

Aprovado por:







___/___/___

Implantado por:







___/___/___

Substitui POP:




Revisado por:







___/___/___

Revisado por:







___/___/___

Revisado por:







___/___/___

Desativado por:







___/___/___

Razão:







Número

Destino

Cópias








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