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Procedimento Operacional Padrão

HCG

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POPBIO 009

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BETA-HCG LÁTEX
FUNDAMENTO

Beta - HCG Látex é um teste qualitativo para detecção de gonadotrofina coriônica (hCG) na urina. O hCG presente na amostra de urina não diluída reage imunologicamente com anticorpos monoclonais anti-hCG presos às partículas de látex. A reação positiva é indicada através da visível aglutinação das partículas de látex na lâmina utilizada.

Teste Positivo: Aglutinação do Látex

Teste Negativo: Ausência de Aglutinação do Látex


APLICAÇÃO CLÍNICA

A principal aplicação clínica do teste é fazer o diagnóstico da gravidez. Além da gravidez, valores altos de hCG podem ser encontrados em enfermidades trofoblásticas de origem gestacional e não gestacional (Mola Hidatiforme). Essas situações devem ser identificadas antes de se fazer o diagnóstico de uma gravidez.


AMOSTRA

Preparo do Paciente

Pode ser utilizada uma amostra colhida a qualquer hora do dia. Entretanto é preferível usar a primeira amostra da manhã (jato médio), que contém concentração mais elevada de hCG. Usar recipientes limpos e secos, que não contenham traços de detergente ou sabão. Centrifugar ou filtrar toda urina turva.



Amostras utilizadas

Urina.


O teste deve ser executado o mais rápido possível, de preferência nas primeiras 24 horas após a coleta. Para análises tardias, armazenar a amostra a 2-8ºC por no máximo 72 horas.

Estabilidade e armazenamento da amostra

O hCG é estável na urina por 2 dias entre 2-8 C e de 30 dias quando congelada.



Volume ideal utilizado para análise

(Definir o volume ideal a ser encaminhado para análise).



Volume mínimo utilizado para análise

(Definir o volume mínimo a ser encaminhado para análise).



Critérios para rejeição da amostra

Amostras com contaminação bacteriana.



Fazer referência ao manual ou POP de coleta, separação e distribuição de material.
REAGENTE UTILIZADO

BETA-HCG LÁTEX CAT. 540 MS 80022230135

GOLD ANALISA DIAGNÓSTICA LTDA

CNPJ – 03.142.794/0001-16

Av. Nossa Senhora de Fátima, 2363

Belo Horizonte – MG – Brasil
Farmacêutica Responsável: Ludmilla Parreiras Campos CRF-MG 5463
Componentes do kit

Conservar entre 2-8C.



1- Látex HCG - Contém partículas de látex em suspensão revestidas com anticorpo monoclonal anti-HCG, estabilizadas em tampão glicina pH 8,2 e azida sódica 15,4 mmol/L. Não congelar.

2- Controle Positivo - Contém urina humana em tampão fosfato salino com concentração de hCG suficiente para produzir uma nítida aglutinação e azida sódica 15,4 mmol/L.
3- Controle Negativo - Contém urina humana não reativa com o reagente látex em tampão fosfato salino e azida sódica 15,4 mmol/L.
MATERIAIS AUXILIARES

Placas de reação e palitos.


Estabilidade

Os reagentes são estáveis até o vencimento da data de validade impressa no rótulo do produto e na caixa quando conservados na temperatura recomendada, bem vedados e se evite a contaminação durante o uso.



Precauções e Cuidados Especiais


  1. Aplicar os cuidados habituais de segurança na manipulação dos reagentes e amostra biológica.

  2. Recomendamos o uso das Boas Práticas de Laboratórios Clínicos para a execução do teste.

  3. De acordo com as instruções de biossegurança, todas as amostras devem ser manuseadas como materiais potencialmente infectantes.

  4. Os reagentes contem azida sódica como conservante. Evitar contato com os olhos, pele ou mucosas. Não aspirar ou ingerir.

  5. Descartar os reagentes e as amostras de acordo com as resoluções normativas locais, estaduais e federais de preservação do meio ambiente.



LIMITAÇÕES DA METODOLOGIA


1- Nos resultados duvidosos deve-se repetir o teste com nova amostra de urina, colhida 3 a 5 dias após a coleta anterior.

2- Em caso de gravidez extra-uterina, toxemia, morte fetal ou ameaça de aborto, a excreção de hCG é frequentemente diminuída. Essas condições podem levar a um resultado falso negativo.

3- Na gravidez precoce com muito baixa concentração de β-hCG o resultado pode ser negativo. Neste caso, o teste deve ser repetido em uma nova amostra colhida após 48 horas.

4- Como níveis elevados de β-hCG são também encontrados em doenças trofoblásticas gestacional e não-gestacional (mola hidatiforme, coriocarcinoma e neoplasma não trofoblástico), o diagnóstico de gravidez deve ser confirmado após afastar estas patologias.

5- Níveis elevados de β-hCG podem permanecer detectáveis por várias semanas após parto normal, cesárea e aborto espontâneo ou terapêutico.

6- Amostras de urina que não sejam a primeira da manhã podem não conter uma concentração suficiente de β-hCG para positivar o teste. Desta forma, um resultado negativo, onde ainda suspeita-se do diagnóstico da gravidez, deve ser confirmado com uma nova amostra da primeira urina da manhã.

7- Se a amostra de urina estiver diluída devido ao uso de diuréticos ou ingestão excessiva de água, os níveis de hCG decrescem artificialmente e podem não ser detectados. Se a gravidez é ainda suspeita, o teste deve ser repetido com a primeira urina alguns dias depois.

8- Como em qualquer procedimento diagnóstico, o resultado deste teste deve ser sempre interpretado com outras informações clínicas disponíveis.

9- Urina de mulheres em tratamento com certos medicamentos, podem dar falsos resultados positivos ou negativos.
PROCEDIMENTO DO TESTE

NOTAS


1- É importante ensaiar os Controles P e N em cada série de amostras testes para melhor interpretação da leitura dos ensaios e distinção de uma possível granulosidade do reativo da verdadeira aglutinação da reação.

2- A placa de reação deverá ser lavada logo após o uso com bastante água deionizada. Se isto não for feito imediatamente, usar na lavagem água com detergente neutro e enxaguar várias vezes com água deionizada. Secar a placa de reação antes de usar novamente. Resíduos de detergentes podem provocar resultados falsamente positivos.

3- Deixar a amostra, o Controle Positivo, o Controle Negativo e o Látex HCG atingirem a temperatura ambiente antes de utilizá-los.

4- Homogeneizar cuidadosamente o Látex HCG antes do uso e certificar-se de que ele está completamente em suspensão.


Técnica de Análise

1- Pipetar 25 µL da urina do paciente em uma das áreas da placa de reação.

2- Em outras duas áreas da placa de reação, colocar uma gota do Controle Positivo e uma gota do Controle Negativo.

3- Adicionar 25 µL do Látex HCG (bem homogeneizado) às áreas de reação, contendo a urina Teste, o Controle Positivo e o Controle Negativo.

4- Usando palitos distintos, misturar bem a urina com o látex.

5- Inclinar a placa de reação, lenta e cuidadosamente, para frente e para trás, com movimentos oscilatórios em planos diferentes, por 2 minutos. Pode-se utilizar um mixer com uma rotação de 100 rpm por 2 minutos.

6- Após os 2 minutos realizar a leitura dos resultados sobre uma luz artificial para verificar presença ou não de aglutinação macroscópica.

RESULTADOS


Positivo

Aglutinação visível (nítida), indicando presença de HCG na amostra analisada em concentrações superiores a 200 mUI/mL (200 UI/L).



Negativo

Ausência total de aglutinação, indicando presença de HCG na amostra analisada em concentrações inferiores a 200 mUI/mL (200 UI/L).



Duvidoso

Aglutinação tênue do látex. Nos resultados duvidosos deve-se repetir o teste com nova amostra de urina, colhida 3 a 5 dias após a coleta anterior.



Atenção

Embora este teste seja muito preciso na detecção da gravidez, uma pequena incidência de resultados falsos (positivos ou negativos) pode ocorrer. O médico deverá ser consultado se o resultado obtido for inesperado ou incompatível com as informações da paciente.

O diagnóstico de uma gravidez não deve ser baseado apenas no resultado do teste, mas sim na correlação do resultado do exame laboratorial com os sinais e sintomas clínicos da paciente.

SENSIBILIDADE ANALÍTICA

A sensibilidade do Kit é de 200 UI/mL de HCG, nível hormonal encontrado 3 a 4 dias após a atraso menstrual.

CONTROLE DA QUALIDADE

Materiais

Identificar os materiais de controle interno e externo da qualidade, citando fabricante e número de catálogo.

Referenciar POP para limpeza e secagem dos materiais utilizados.

Controle Interno

Descrever a calibração periódica de pipetas, equipamentos utilizados, controle de temperatura ambiente e geladeiras para armazenamento dos kits.

Citar a utilização de soros controles (nível normal –código --------- e patológico –código -------) nas análises realizadas juntamente com a freqüência da utilização dos mesmos. Descrever o procedimento de verificação de novos lotes de controles e reagentes.

Citar POP para controle interno.



Controle Externo

Descrever os procedimentos utilizados nas avaliações de qualidade feitas por programas de comparação entre laboratórios ou outros controles de qualidade: PNCQ-SBAC e/ou PELM-SBPC



Gerenciamento dos dados obtidos no Controle Interno e Externo

Definir como os dados de controle são arquivados e gerenciados.

Fazer referência ao manual ou POP de garantia da qualidade.

SIGNIFICADO CLÍNICO

A gonadotrofina coriônica humana (hCG) é um hormônio glicoprotéico produzido pela placenta durante a gravidez.

Homens sadios e mulheres sadias não-grávidas não possuem níveis de hCG detectáveis.

Normalmente, encontra-se presente no soro e urina de mulheres grávidas após o sétimo dia da concepção.

O hCG é secretado 6 a 8 dias após a concepção, aumentando rapidamente até um pico de 50.000 a 200.000 mUI/mL na 6ª a 8ª semana. A partir de então, sua concentração começa a cair, atingindo após a 20ª semana, um plateau de 5.000 a 20.000 mUI/mL para o restante da gravidez.

Após o parto, o nível de hCG cai rapidamente e geralmente volta ao normal dentro de alguns dias.

Além da gravidez, valores altos de hCG podem ser encontrados em enfermidades trofoblásticas de origem gestacional e não gestacional (Mola Hidatiforme). Essas situações devem ser identificadas antes de se fazer o diagnóstico de uma gravidez.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. Ashitaka, Y. et al.: Serum and chorionic tissue concentrations of human chorionic gonadotropin and its subunits during pregnancy. Endrocrinol. Jap, 21:547-550,1974.

2. Batzer, F. R. : Hormonal evaluation of early pregnancy. Fertil steril, 34:1-13,1980.

3. Morgan, f. J. et al.: The aminoacid sequence of human chorionic gonadotropin. The subunit subunit. J. biol. Chem., 250: 5247-5258,1975.

4. Muralidhar, K. et al.: Hybridoma secreting antibodies (Ab) specific to human chorionic gonadotropin (hCG). Fed. Proc., 40: 1595, 1981 (Abstract 321).

5. Rippey, J. H. : pregnancy tests: Evaluation and Current Status; CRC Crit. Ver. Clin. Lab. Sci, 19:353-359,1984.

6. Sevier, E.D. et al.: Monoclonal antibodies in clinical immunology. Clin. Chem., 27: 1797-1806,1981.

7. GOLD ANALISA: Informe Técnico do Produto.







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