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INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL DO ALTO URUGUAI

FACULDADES IDEAU




Cinomose canina: Relato de caso

BENASSI, Ana Luiza1

ana.bassi@hotmail.com

BALESTRIN, João Pedro1



joaopedrobalestrin@gmail.com

GABARDO, Gabriel Vieira 1



gabrielvieiragabardo@hotmail.com

LUZA, Alessandro Roberto1

alessandro.luza@gmail.com

SANTINE, Luiz Geraldo1



santine@edizanet.com.br

ALMEIDA, Mauro Antonio De ²

mauroalmeida@ideau.com.br

BRUSTOLIN, Joice Magali ²

joicebrustolin@ideau.com.br

GALLIO, Miguel

miguelgallio@ideau.com.br

MAYER, Andrei Retamoso ²

andreimayer@ideau.com.br

OLIVEIRA, Daniela dos Santos³

danielaoliveira@ideau.com.br

RIBEIRO, Ticiany Maria Dias²

ticianyribeiro@ideau.com.br

SEBEM, Juliana Gottlieb ²



julianagottlieb@ideau.com.br

RESUMO: o presente trabalho tem como objetivo descrever um pouco sobre a doença cinomose canina, A cinomose canina é uma enfermidade infecto-contagiosa, que afeta cães e outros carnívoros, causada por um vírus da Família Paramyxovirus, do gênero Morbilivírus, da espécie Vírus da cinomose canina (VCC) com característica clínica aguda, subaguda e crônica. Sua transmissão ocorre por contato direto, através de aerossóis ou ambiente contaminado. Tem um período de incubação média de quatro dias e dentre alguns sintomas estão: febre, catarro conjuntival, rinite purulenta, tosse, diarreia e pústulas abdominais, podendo atingir também o sistema nervoso. Neste trabalho vai se tratar de um caso de cinomose canina que foi acompanhado em um cao de raça DACHSHUND de idade próxima de 50 dias onde foi relatado no teste rápido de Alere Cinomose que o animal estava teria chances de estar com cinomose canina logo após o diagnostico se encaminhou o tratamento com fármacos que serão citados no decorer do trabalho, maspor o animal ser jovem e estar com um diagnostico não muito favoral o animal acabou a vir a obto.
Palavras-chave: Fármacos, Caninos, Cinomose
ABSTRACT: the present work aims to describe a little about canine distemper disease, Canine distemper is an infectious-contagious disease that affects dogs and other carnivores, caused by a virus of the Paramyxovirus Family, of the genus Morbilivirus, of the species Canine distemper virus (VCC) with an acute, subacute and chronic clinical characteristic. Its transmission occurs by direct contact, through aerosols or contaminated environment. It has an average incubation period of four days and among some symptoms are: fever, conjunctival catarrh, purulent rhinitis, cough, diarrhea and abdominal pustules, and may also reach the nervous system. In this work, we report a case of canine distemper that was followed in a dog of the DACHSHUND breed, close to 50 days old, where it was reported in the Alere Cinomose rapid test that the animal was likely to have canine distemper soon after diagnosis. sent the treatment with drugs that will be cited in the course of the work, but because the animal is young and having a not very favorable diagnosis, the animal has finally come to life.

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Keywords: Drugs, Canines, Cinomose


1 INTRODUÇÃO


A cinomose é uma doença que acomete cachorros jovens geralmente durante o primeiro ano de vida, no entanto, pode também contaminar cães mais velhos com alguma deficiência em sua imunização ou em decorrência de alguma doença que afete o sistema imunológico deixando o animal enfraquecido.

cinomose canina é transmitida para um animal sadio, através de outro animal hospedeiro ou portador. O vírus da cinomose é transmitido pelos cães ou outros animais infectados através das secreções e excreções do corpo. O vírus da cinomose sobrevive por muito tempo em ambiente seco e frio, no entanto, é um vírus bastante sensível ao calor, e a luz solar. Somente em condições de sobrevivência adequadas, o vírus da cinomose consegue resistir em média dois ou até três meses no ambiente, onde não haja mais um animal contaminado. No entanto é importante ressaltar que o vírus da cinomose é instável no ambiente, ou seja, sua capacidade de sobrevivência natural, é de apenas algumas horas ou poucos dias fora do corpo do hospedeiro.

Neste presente trabalho sera discutido sobre um caso de cinomose, sendo assim, foi acompanhado um caso clinico de um canino da espécie DACHSHUND , de pelagem Marrom, com aproximado 50 dias de vida com 1 kg. O animal chegou no consultorio desidratado, com diarreia e emese há 24 horas. Logo após a chegada do animal realizou-se exame físico do canino e o paciente foi internado com suspeita de intoxicação com vermífugo, devido a ter sido administrado uma sobre dose. O canino estava apresentando apatia, anorexia, episódios de emese, fezes amolecidas, mucosa pálida, com hipotermia discreta com temperatura de 35° e alguns sinais neurológicos e após o hemograma foi feito o teste de Alere Cinomose. Ag Test Kit é um imune ensaio cromatográfico para a detecção qualitativa do antígeno (Ag) do vírus da cinomose. Após, realizou-se o teste rápido de cinomose (Alere Cinomose Ag) utilizando-se sangue venoso, coletado através da veia cefálica do (membro anterior direito) MAD, observou-se o resultado positivo através do aparecimento de uma banda de cor no local do teste, iniciou-se o tratamento com fluido terapia com Complexo B e Glicose 5% para reidratar o animal e fornecer energia para abrir o apetite do canino.



2 DESENVOLVIMENTO:

O teste Alere Cinomose Ag Test Kit (figura1) é um imunoensaio cromatográfico para a detecção qualitativa do antígeno (Ag) do vírus da cinomose na mucosa nasal, saliva, conjuntiva, urina, soro e plasma conforme mostra a Figura 1.




Figura 1 – Foto retirada da internet. Teste Alere Cinomose Ag. (VetLab Medicina laboratorial)


Alere Cinomose Ag Test Kit possui uma letra T (como linha teste) e uma linha C (como linha controle) na superfície do cassete. Ambas as linhas não são visíveis na janela de resultado antes da aplicação da amostra. A linha de controle (C) é usada para controle de procedimento. Esta linha deve sempre aparecer se o procedimento do teste estiver correto e se os reagentes da linha de controle estiverem funcionando. Uma linha roxa será visível na janela de resultado (T) se houver a presença de Ag da cinomose na amostra testada. Anticorpos selecionado são utilizados na banda de teste como materiais de captura e detecção. Este teste é habilitado para identificar o Ag do vírus da cinomose com alto grau de precisão (VetLab Medicina laboratorial).

O tratamento foi prescrito com Metronidazol (nitroimidazol protoozocida e antibacteriano), 5mg/kg, IV, BID (2 vezes ao dia) por 5 dias. Dexametasona (gligocorticoide), 4mg/kg, IV, BID, por 7 dias. Ampicilina (antibiótico), 10mg/kg, IV, BID, o tratamento de uso varia com a necessidade patológica do paciente. Tramadol (analgésico), 1mg/kg, SC, TID (três vezes ao dia), o tratamento varia conforme necessidade do paciente. Ranitidina (procinético), 1mg/kg, SC, BID, variando conforme necessidade. Dipirona (analgésico, antiespasmódico e anti-termico), 5mg/kg, IV, BID, variando conforme necessidade. Metoclopramida (antiemético, dopaminérgico e procinético), 0,2mg/kg, SC, TID, variando conforme necessidade.

Diagnosticado que teria o possível vírus da cinomose canina seguindo o diagnóstico dos exames este animal logo após ter recebido Complexo B e Glicose 5% para abrir o apetite e fornecer energia, sabendo dos sintomas no qual o canino teria foi iniciado o bloqueido da emese entrando com metoclopramida como antiemetico, IV (intra venosa ). Este fármaco no organismo irá bloquear os receptodes dopaminérgicos na Zona Quimiorreceptora e assim bloqueando o centro do vomito. Logo após como antiácidos foi utilizado ranitinina para combater a Diarreia por via SC (subcutânea), a ranitidina é um antagonista do receptor histamínico H2 dotado de alta seletividade e rápido início de ação que inibe a secreção basal e estimula a secreção de ácido gástrico, reduzindo tanto o volume quanto o conteúdo de ácido e de pepsina da secreção. Após foi prescrito o tratamento com Dexametasona, ela age através das membranas celulares e forma complexos com os receptores citoplasmáticos específicos. Estes complexos penetram no núcleo da célula, unem-se ao DNA e estimulam a transcrição do mRNA e a posterior síntese de enzimas, que são as responsáveis por dois tipos de efeitos dos corticosteroides sistêmicos. Estes agentes podem suprimir a transcrição do mRNA em algumas células (por ex.: linfócitos). Já o mecanismo de ação do metronidazol consiste na inibição da síntese de ácido desoxirribonucleico e na degradação do DNA. A Ampicilina é uma penicilina de amplo espectro pertencente ao grupo das aminopenicilinas. Da mesma forma que as outras penicilinas e cefalosporinas, seu mecanismo de ação baseia-se na inibição da síntese da parede celular dos microorganismos. A Ampicilina é um ácido estável, mas não penicilinase resistente. O mecanismo de ação do cloridrato de Tramadol não é completamente conhecido, mas sabe-se que ele pode ligar-se aos receptores opioides μ e também inibir a recaptação da norepinefrina e serotonina. O mecanismo de ação da dipirona é via inibição da síntese de prostaglandina. A dipirona tem demonstrado inibir a ciclo- oxigenase, síntese do tromboxano, a agregação plaquetária induzida pelo ácido araquidônico e a síntese total de prostaglandina E1 e E2. A ação da droga pode ser tanto central como periférica.

A doença pode evoluir em quatro fases:


2.0 Respiratória: Com presença de tosse seca ou produtiva, pneumonia, secreção nasal (que comumente é provocada por infecções secundários dentre elas a bactéria Bordetella bronchiseptica) dificuldade respiratória, secreções oculares, febre (41°C), inflamação da faringe, dos brônquios e aumento das tonsilas (FENNER et al., 1993, SHERDING, 1998, NELSON; COUTO, 1998, JAYME, 2004, ZANINI; SILVA, 2006).

2.1 Gastrointestinal: Com vômito, diarréia eventualmente sanguinolenta (freqüentemente conseqüência de infecções secundárias), anorexia, febre, predispondo a infecções bacterianas secundárias (FENNER et al., 1993, SHERDING, 1998, JAYME, 2004,QUINN et al, 2005, ZANINI; SILVA, 2006).

2.2 Nervosa: Com alterações comportamentais (vocalização como se o animal estivesse sentindo dor, respostas de medo e cegueira), convulsões, contração rítmica persistente e indolor mesmo durante o sono de um ou de um grupo de músculos (coréia, espasmos flexores e hipercinese), isso porque a infecção ativa um circuito elétrico semelhante a de um marcapasso na medula espinhal, paresia ou paralisia ascendente, frequentemente começando a se tornar evidente como uma ataxia nos membros pélvicos, bexiga, mandíbula e reto, sintomas cerebelares (mioclonia, hipermetria), sintomas vestibulares (nistágmo, ataxia, cabeça pêndula), movimentos de andar em circulo e movimentos de pedalagem, a mortalidade nesta fase varia entre 30% a 80%, cães que sobrevivem esta fase geralmente apresentam seqüelas, e podem desenvolver mais tarde a encefalite do cão velho, a magnitude do envolvimento neurológico tem grande influência no prognóstico da cinomose (CHRISMAN et al, 2005; ZANINI; SILVA, 2006).

Os sinais neurológicos variam consideravelmente, Shell (1990) cita convulsões e paralisia dos membros pélvicos, juntamente com sinais vestibulares, como ataxia e nistagmo, e cerebelares como tremores e hipermetria. Sherding (1998) concorda com os sinais citado anteriores, mas acrescenta neuropatias periféricas e cranianas incluindo neurite óptica.



2.3 Cutânea: É marcada por dermatite com pústulas abdominais e focinho onde é comum os mesmos apresentarem também sintomas neurológicos de cães adultos, no caso de infecções neonatais pode ter hipoplasia de esmalte dentário conjuntivite e lesões na retina (FRASER, et al. 1997, ZEE, 2003, QUINN et al, 2005).

O curso da doença pode ser de até 10 dias ou se prolongar por semanas ou meses podendo haver períodos intermediários seguidos por recidiva, a gravidade e a duração da doença são variáveis e influenciadas pela virulência do vírus infectante. Frequentemente, quando a recuperação parece iminente, surgem sequelas neurológicas permanentes como as descritas anteriormente (FRASER, et al. 1997, ZEE, 2003, QUINN et al, 2005).



Em geral com o vírus da cinomose nos exame de sangue é observada diminuição da imunidade do animal devido à replicação do vírus no sistema linfático. Um cão infectado elimina o vírus através da urina, fezes e secreções (nasal e ocular) até 90 dias após a exposição ao vírus. Portanto é importante evitar seu contato com outros cães durante o período em que está doente.

O canino pode pegar cinomose, ou seja, ser contaminado pelo vírus de diversas formas, entre elas, o contato com secreções, urina e fezes infectadas pelos animais doentes. Além disso, casinha, cobertores e alimentos dos animais infectados também são fontes de infecção. Filhotes e idosos são mais susceptíveis a doenças infecto-contagiosas por terem o sistema imunológico um pouco menos ativo.

Não há medicamentos antivirais eficazes para combater a doença. No entanto, o tratamento consiste em tratar os sintomas causados nos diferentes sistemas acometidos como antibiótico e anti-pirético para as infecções secundárias no sistema digestório e respiratório, além de aliar expectorantes, bronco dilatadores e antieméticos. Soro (fluidoterapia), para corrigir a desidratação causada pela diarreia. Anticonvulsivante para as crises convulsivas devido ao acometimento do sistema nervoso. Suplementos nutricionais e terapias alternativas, como a acupuntura, para melhorar a resposta imunológica do animal para combater o vírus também são utilizadas.



O animal que teve a doença evoluída ao estágio de acometimento do sistema nervoso pode ficar com tremores musculares, andar desordenado e/ou crises convulsivas por toda sua vida, mesmo não portando mais o vírus. Neste caso, o animal sequelado terá de ter auxílio de sessões de fisioterapia e acupuntura para melhorar o quadro, além de fazer uso de anticonvulsivante no caso de crises convulsivas.

Para a prevenção da cinomose basta a vacinação anual do seu cachorro. A vacina para cinomose está dentro do pacote oferecido pelas vacinas V8 e V10. No caso de filhotes, devem receber três doses da vacina a partir de 45 dias de vida, com intervalo de 30 dias entre as doses. Apenas depois da terceira dose, seu sistema imunológico estará apto a combater o vírus caso haja contato com ele, sendo liberados os passeios na coleira

Por ser uma doença multisistêmica, o diagnóstico clínico da cinomose ainda é um desafio para os médicos veterinários. O conhecimento dos parâmetros laboratoriais da doença pode orientar no diagnóstico e prognóstico. A maioria dos diagnósticos são baseados em: anamnese, sintomatologia e achados hematológicos consistentes (NELSON & COUTO 2010).

Vários exames laboratoriais estão disponíveis para auxiliar no diagnóstico, como hemograma com pesquisa de inclusões virais, avaliação do líquor, sorologia por ELISA e diagnóstico molecular como a reação em cadeia de polimerase (PCR) (MONTEIRO et al., 2008). BARBOSA et al., (2011) afirmam que a visualização da inclusão viral do corpúsculo de Sinegaglia Lentz em eritrócitos ou leucócitos confere o diagnóstico definitivo da doença por representarem o efeito citopático do vírus sobre estas células.

Estas inclusões caracterizam-se como corpúsculos redondos ou ovalados, com coloração eosinofílica quando presente no citoplasma de linfócitos e monócitos, eosinofílico à basofílico, em neutrófilos e nas hemácias apresentam formas arredondadas ou irregulares e de coloração azul clara, rósea ou vermelhoacastanhada (SILVA et al., 2005) relatam que essas inclusões são encontradas em aproximadamente 21% dos animais infectados. Sendo que a presença das inclusões é frequente nos estágios iniciais da doença (WALKER, 2009).


TABELA 1. Valores, média e desvio padrão (DP) do leucograma com quadro clínico de cinomose feito pelo Laboratório Dia Vet.

LT Bastonetes Neutr.Seg. Linfócitos Eosinófilos Basófilos Monócitos

(x10³µL ) (µL) (µL) (µL) (µL) (µL) (µL)

30,15 0,0 25.024 1.206 904 0,0 3.015


VR 6000-17000 0-300 3000-11500 1000-4800 100-1250 (raros) 150-1350

LT = Leucócitos Totais; VR = Valores de Referência


Todos os exames realizados para essa consulta com esse canino foi realizados na clinica onde foi observado e analizado o caso como foi citado no decorer do trabalho.
3 REFERENCIAL TEÓRICO:
Conforme citado anteriormente, a cinomose é uma doença transmitida por um vírus altamente contagioso de tipo RNA – ou seja, que conta com material genético denominado RNA, que pertence a família paramixovirirdae gênero morbilivírus. Poderoso, este vírus pode sobreviver em um ambiente por algum tempo se as condições climáticas forem ideais para isso e o local for frio e seco – sendo que, mesmo em ambientes quentes e úmidos (pouco propícios para a sua sobrevivência), ele pode chegar a viver por cerca de um mês.

Também chamado de vírus CDV – Canine Distemper Virus, o responsável pela cinomose é bastante agressivo e oportunista, e atinge, principalmente, cães que por alguma razão tenham seu sistema imunológico enfraquecido; como filhotes, cachorros idosos ou que já estejam enfraquecidos em função de alguma outra doença ou problema como o estresse.

Através da exposição ao ar, é liberada por animais infectados em todas as secreções e excreções do corpo, com isto, a disseminação ocorre onde os cães são mantidos em grupos, mantendo o vírus instável no ambiente (QUINN et al., 2005). É considerado um importante patogênico devido sua alta taxa de mortalidade que varia de 25 a 75 % e a relação de fatalidades de casos chega frequentemente ate 50-90% conforme a cepa do vírus, somente a raiva tem porcentagem de fatalidade em caninos mais alta que a cinomose (Moro et al. (2004) (APPEL,2006). A infecção dissemina-se rápido entre cães, sendo os não imunizados de qualquer idade, sexo ou raça os mais susceptíveis, porem a doença é mais comum em filhotes entre 3 e 6 meses, já que provalvemente não possuem mais a imunidade passiva derivada da mae (QUINN et al., 2005). O cao representa o principal reservatório para o vírus da cinomos, servindo ate mesmo, coo fonte de infecção para os animais selvagens (APPEL, 2006)
CONCLUSÃO:
Apos concluir e observar este caso da cinomose canina, tende a ser um vírus que acomente cães jovens, com observar este caso tivemos um grande conhecimento sobre o assunto e princimalmente sobre os fármacos assim usados para o tratamento do mesmo, mas apesar do canino ter todos os fármacos necessários para o seu tratamento o animal acabou a vir a óbito e mesmo sendo um animal jovem ele já veio a clinica desabilitado e muito fraco.

A cinomose não tem cura mas tem como ser prevenida se os exames laboratoriais confirmarem que o cão contraiu o vírus, o médico veterinário pode tratar os sintomas paralelos causados pelo vírus, como a diarreia, vômitos, secreções e febre, além de manter o animal em um ambiente limpo, com a temperatura agradável e com uma alimentação correta.

Com esses cuidados, os sintomas podem ser combatidos, mas sem combater e eliminar o vírus em si.
REFERÊNCIAS :
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FRASER, C. M. et al. Manual Meck de Veterinária: um manual de diagnóstico,

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MORO, L.; et al. Apoptose na desmielinizaçao da cinomose canina – Revisão de

Literatura. Biosci.J., Uberlândia, v.20, n.2, p. 171-178, may/aug. 2004.


SHERDING, R. G. Cinomose. In: BIRCHARD, S. J.; SHERDING, R. G. Manual Saunders

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QUINN, P. J.; et al. Microbiologia Veterinária e Doenças Infecciosas. Porto Alegre:

Artmed, p. 375-376, 2005.

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W.; COUTO, C. G. Medicina interna de pequenos animais. 4.ed. Rio de Janeiro: Elservier, 2010. 1674p. SILVA,



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  1. C.; TEIXEIRA, M. F. S. Perfil hematológico e avaliação eletroforética das proteínas séricas de cães com cinomose. Arquivo Brasileiro de



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METRONIDAZOL BASE ANTIMICROBIANO/ANTIPROTOZOÁRIO

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