IntroduçÃO 11 treinamento desenvolvimento e educaçÃO (TD&E) 14



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SUMÁRIO


1 INTRODUÇÃO 11

2 TREINAMENTO DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO (TD&E) 14

2.1 A formação profissional no contexto organizacional 15

2.2 Treinamento e Desenvolvimento (T&D): antecedentes 18

2.3 Informação, instrução, treinamento, desenvolvimento e educação nas organizações: base conceitual 20

2.4 Subsistemas do processo de treinamento 26

3 A EDUCAÇÃO POLICIAL-MILITAR E O TREINAMENTO COM ARMAS DE FOGO 35

3.1 O processo de Educação de Polícia Militar 36

3.2 A organização do treinamento de Polícia Militar 39

3.3 O treinamento com armas de fogo na PMMG 40

4 O HELICÓPTERO NA POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS 46

4.1 Asas rotativas em missões de segurança pública 46

4.2 Emprego de aeronaves na PMMG 47

4.3 O emprego de aeronaves em missões policiais: pressupostos básicos 54

5 O TREINAMENTO DE TIRO DEFENSIVO A BORDO DOS HELICÓPTEROS DA PMMG 60

5.1 O Curso de Tripulante Operacional Policial e de Defesa Civil na PMMG 60

5.2 O emprego do Fuzil Parafal calibre 7,62mm a bordo dos helicópteros da PMMG 63

6 MODELOS DE TREINAMENTO DE TIRO DEFENSIVO EM HELICÓPTEROS NO BRASIL 80

6.1 Exército Brasileiro 81

6.2 Polícia Militar do Estado de São Paulo 87

6.3 Polícia Militar do Espírito Santo 91

6.4 Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro 95

6.5 Etapas instrucionais dos modelos apresentados: quadro comparativo 101

7 METODOLOGIA 104

7.1 Tipo de pesquisa 104

7.2 Natureza da pesquisa 104

7.3 Método de abordagem 104

7.4 Métodos de procedimento 104

7.5 Técnicas 105

8 ANÁLISE DO TREINAMENTO DE TIRO DEFENSIVO A BORDO DOS HELICÓPTEROS DA PMMG 108

8.1 Diagnose 108

8.2 Planejamento 113

8.3 Implementação 116

8.4 Avaliação 120

9 CONCLUSÃO E SUGESTÕES 125

REFERÊNCIAS 131

APÊNDICE: Questionário 135




1 INTRODUÇÃO



O tema deste trabalho é o emprego do Fuzil Parafal1 calibre2 7,62 mm a bordo dos helicópteros da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG): avaliação do treinamento dos tripulantes3 operacionais.
O Batalhão de Radiopatrulhamento Aéreo (Btl Rp Aer) é a unidade responsável pelo planejamento e emprego de aeronaves de asas fixas e rotativas em missões de proteção e socorro, por parte da PMMG, em todo território mineiro, atuando em apoio às unidades operacionais, consolidando-se como uma importante modalidade de policiamento e suporte para a execução das atividades de polícia em todo território mineiro.
Neste contexto, o Btl Rp Aer promove, de maneira geral, a formação e o aperfeiçoamento de seus policiais que atuam na atividade aérea, visando estabelecer um desempenho satisfatório de seus profissionais, sustentados em sólidos padrões de segurança operacional aeronáutica4.
Os helicópteros da PMMG possuem as características da plataforma de observação, ou seja, permitem à sua tripulação detectar com precisão movimentos de delinqüentes no solo e orientar viaturas para uma ação precisa e decisiva, demonstrando um perfil de vôo que admite, entre outras, a execução de um tiro de arma de fogo5 no perfil estacionário (pairado6), em movimento, a diversas alturas e velocidades.
Daí a justificativa do treinamento a que o policial – tripulante operacional, deverá ser submetido constantemente. Este treinamento automatizará procedimentos e garantirá um trabalho mais técnico, menos sujeito a falhas e possível de ser avaliado, pois todos estarão aptos a proceder de maneira mais correta.

Ademais, o simples fato de nada ter-se escrito sobre o tiro defensivo embarcado em helicópteros é justificável para pesquisar-se o assunto, pois servirá para o fortalecimento da segurança das operações aéreas e do estabelecimento do início de uma doutrina a respeito.


O treinamento atual desenvolvido junto aos tripulantes operacionais pode estar defasado em relação aos modelos adotados em outras polícias no âmbito nacional, podendo, assim, causar sérios prejuízos à tripulação de forma geral e principalmente à sociedade.
Os integrantes do Btl Rp Aer buscam, através dos treinamentos, melhores fundamentos para o tema, pois diuturnamente cresce a necessidade dos disparos ar-solo, em razão das diversas operações policiais das quais as aeronaves da Esquadrilha Pégasus7 participam e também em razão do crescimento da violência, da criminalidade e do material bélico por vezes empregado pelos cidadãos infratores contra policiais e a sociedade.
O objetivo principal deste estudo é avaliar se o sistema de treinamento específico para o uso do Fuzil Parafal calibre 7,62mm a bordo dos helicópteros da PMMG, capacita os tripulantes operacionais para o bom desempenho de suas funções.
Constituem-se ainda como objetivos específicos:


  1. conhecer o atual sistema de Treinamento realizado com Arma de Fogo (TCAF) pelos tripulantes operacionais, com foco na utilização do armamento portátil: “Fuzil Parafal calibre 7,62 mm”;




  1. identificar as principais dificuldades que surgem durante a execução do treinamento de tiro defensivo embarcado;




  1. levantar os modelos de treinamentos de tiro defensivo em helicópteros adotados pelo Exército Brasileiro, Polícia Militar do Estado de São Paulo, Polícia Militar do Espírito Santo e pela Policia Civil do Estado do Rio de Janeiro.

A pergunta norteadora deste estudo foi no sentido de verificar se o atual processo de treinamento para a utilização do Fuzil Parafal calibre 7,62mm a bordo dos helicópteros da PMMG é eficiente para a capacitação dos tripulantes operacionais.


Estruturada a indagação norteadora, partiu-se de uma hipótese básica para a resolução do problema trazido à baila (resposta provisória): o atual processo de treinamento para a utilização do Fuzil Parafal calibre 7,62mm a bordo dos helicópteros da PMMG não é eficiente para a capacitação dos Tripulantes Operacionais.
Trata-se de uma pesquisa do tipo descritiva, para o qual foi realizada uma pesquisa de campo de natureza quantitativa.
Procurar-se-á compreender a avaliação do treinamento de tiro defensivo a bordo dos helicópteros da PMMG, através de pesquisas bibliográficas e documentais, buscando um debate contemporâneo sobre as teorias da administração, com ênfase em recursos humanos (gestão de pessoas), pois elas permitem o esclarecimento do treinamento focado dentro das modernas organizações.
Na pesquisa bibliográfica serão utilizadas obras sobre o Treinamento, o Desenvolvimento e a Educação (TD&E) de pessoas nas organizações e trabalho, entre elas a de Borges-Andrade, Abbad e Mourão (2006), Araújo (2006), Pilati (2006), Bohlander, Snell e Sherman (2005), Bonfim (2004) e Milkovich (2000). Os autores tratam o treinamento como à promoção de melhorias do desempenho dos indivíduos, capacitando-os para o uso de novas tecnologias e preparando-os para novas funções que serão devidamente aplicadas no trabalho.

Para a pesquisa documental utilizar-se-á o Manual de Instrução de Tiro (MANINST), o Manual de Prática Policial, o Manual de Direitos Humanos e as Diretrizes da Educação de Polícia Militar (DEPM), e outras diretrizes e resoluções do Comando-Geral (CG) da Corporação relativas ao assunto, buscando confrontar o tema proposto com o arcabouço normativo institucional sobre o treinamento com armas de fogo adotado pela PMMG (MINAS GERAIS, 1991; 2002b; 2006a; 2006b).


Para a compreensão do tema, esta pesquisa foi dividida em sete (7) seções: a seção 2 constitui-se da abordagem teórica sustentada pela teoria da administração de recursos humanos, com ênfase nas ações de treinamento, desenvolvimento e educação; a seção 3 apresenta o processo formativo educacional na PMMG, especificando o treinamento de polícia militar e a estruturação de ensino definido para as armas de fogo na Instituição; a seção 4 caracteriza historicamente a inserção das aeronaves de asas rotativas nas forças policiais, em especial, na PMMG e seus pressupostos básicos; a seção 5 mostra o desenvolvimento do Curso de Tripulante Operacional Policial e de Defesa Civil e a evolução dos treinamentos de tiro defensivo a bordo dos helicópteros da PMMG; a seção 6 apresenta modelos de treinamento de tiro defensivo a bordo de helicópteros em outras Instituições; a seção 7 apresenta a metodologia adotada na pesquisa; a seção 8 destina-se à análise e discussão dos dados coletados na pesquisa de campo, a seção 9 apresenta as conclusões finais da pesquisa, bem como as sugestões propostas e, por fim, a seção 10 as referências bibliográficas da pesquisa.



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