Karate kid



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Encontro17.12.2017
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Informações de Produção
Em Karate Kid (The Karate Kid), da Columbia Pictures, Dre Parker (Jaden Smith), de 12 anos, poderia ser o garoto mais popular de Detroit, mas o trabalho da sua mãe (Taraji P. Henson) leva ambos para a China. Dre tem dificuldade de fazer amigos, a princípio, mas acaba se aproximando de sua colega de sala, Mei Ying – e o sentimento é recíproco – até que diferenças culturais tornem essa amizade impossível. Ainda pior, Dre acaba se tornando adversário do bully da escola, Cheng. Dre conhece apenas os fundamentos básicos do caratê e, na terra do kung fu, Cheng derruba o “karate kid” no chão com facilidade. Sentindo-se sozinho num país estrangeiro, Dre não tem amigos a quem recorrer exceto o zelador, sr. Han (Jackie Chan), que, secretamente, é um mestre do kung fu. O sr. Han e Dre começam a treinar juntos, construindo uma amizade até o combate final com Cheng em um torneio de kung fu. Enquanto aprende com Han que, no kung fu, mais do que golpes e defesas, importam a maturidade e a calma, Dre percebe que enfrentar os bullies será a maior luta da sua vida.

Columbia Pictures apresenta uma produção Overbrook Entertainment / Jerry Weintraub Production, em associação com a China Film Group Corporation, Karate Kid (The Karate Kid). O filme é estrelado por Jaden Smith, Jackie Chan e Taraji P. Henson. Dirigido por Harald Zwart. Produzido por Jerry Weintraub, Will Smith, Jada Pinkett Smith, James Lassiter e Ken Stovitz. Roteiro de Christopher Murphey, argumento de Robert Mark Kamen. Os produtores executivos são Dany Wolf, Susan Ekins e Han San Ping. O diretor de fotografia é Roger Pratt, BSC, o desenhista de produção é François Séguin, o montador é Joel Negron, a figurinista é Han Feng e o coprodutor é Solon So. A trilha é de James Horner e a supervisão musical é de Pilar McCurry.



SOBRE O FILME
“Dre Parker é um garoto norte-americano descolado de Detroit tentando se adaptar à sua nova vida na China”, conta Jaden Smith, que coestrelou anteriormente com seu pai no sucesso internacional, À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness), e que agora é o astro e protagonista de Karate Kid. “Ele está, é claro, enfrentando dificuldades – ele não consegue se adaptar. E sem querer, acaba provocando uma turma de lutadores covardes. Ele não tem amigos e acaba encurralado, mas então descobre que o zelador do seu prédio, o sr. Han, é um mestre do kung fu. O sr. Han o ensina a lutar kung fu, e eles acabam desenvolvendo uma relação especial.”
É um tema que sempre atrai o público – e foi explorado no filme homônimo de grande sucesso, estrelado por Ralph Macchio e Noriyuki “Pat” Morita. Com seu desempenho como o severo sensei, o sr. Miyagi, Morita foi indicado ao Oscar® e se tornou um ídolo.
O Jerry Weintraub, o produtor da primeira série de filmes, bem como deste novo lançamento, afirma que a história se tornou um clássico por ter uma trama subjacente universal. “Basicamente, é uma história de pai e filho”, afirma ele. “Não é tanto sobre o caratê. O que fica, o que desperta o interesse dos jovens, é a história de um garoto à procura de um pai e mentor.”
Coube aos produtores Will e Jada Pinkett Smith, James Lassiter e Ken Stovitz, e ao diretor, Harald Zwart, criar uma nova versão atualizada deste clássico para as novas gerações. “Os adolescentes que transformaram o Karate Kid original em um sucesso hoje já são pais de adolescentes”, explica Lassiter. “Nós queríamos relembrá-los do filme que eles adoravam tanto – que todos nós adoramos tanto – mas também fazer um filme moderno que os filhos deles também curtam.”
O novo filme não poderia ser uma mera refilmagem – ele teria de resgatar os mesmos temas, porém com uma vida própria. “O segredo para qualquer um que trabalhe com materiais delicados como esse é homenagear e respeitar o original, mas encontrando um jeito de expandi-lo e trazê-lo para 2010”, diz Zwart.
Talvez o maior desafio tenha sido a escalação do personagem do mentor. Os cineastas precisavam de um ídolo — e foi o que encontraram em Jackie Chan. “Pense bem, quem mais poderia interpretá-lo?”, argumenta Stovitz. “Jackie é o único homem que se encaixa no papel. Quando eu pensava comigo mesmo, ‘Estamos filmando Karate Kid com Jackie Chan no papel do sr. Miyagi’, bom, sinceramente, esse era um filme que eu gostaria de ver.”
Chan sentiu uma afinidade particular pela história, pois ele admite que se identifica com o personagem do adolescente norte-americano. “Eu entendo o que é se sentir um peixe fora d’água”, comenta ele. “Cerca de 30 anos atrás, eu fui sozinho para os EUA pela primeira vez. Quando você se vê numa cultura completamente diferente, é bem assustador.”
Com Chan empolgado e confirmado a bordo, era natural que os cineastas expandissem a história. O karate kid agora se mudaria de Detroit para Pequim, na China – aumentando consideravelmente a sensação do peixe fora d’água. E uma vez que o cenário é transferido para a China, ficou claro que muita coisa precisaria ser diferente – incluindo o estilo de luta. “A gente está num outro país, e eu aprendo kung fu”, conta Jaden Smith.
“O título do filme é Karate Kid (The Karate Kid), pois, no começo, Dre acha que pode enfrentar os bullies com seus parcos conhecimentos de caratê”, observa Stovitz. “Mas na China, até as crianças sabem kung fu, e são feras. Então, se o Dre quiser sobreviver, ele precisa aprender kung fu.”
Sem dúvida, chamar o filme de Karate Kid (The Karate Kid) também parecia um bom modo de homenagear o filme que o antecedeu. “O primeiro filme tem a famosa fala ‘Põe a cera, tira a cera’”, comenta Zwart. “No nosso filme, o sr. Han pede a Dre para vestir, tirar e pendurar a jaqueta um milhão de vezes. Então, quem assistiu ao primeiro filme entende a referência.”
Obviamente, o papel exigiu que Smith aprendesse kung fu. E ele aprendeu com o melhor: Wu Gang, o coordenador de cenas de ação da equipe da Jackie Chan Stunt Team. Como o próprio Chan faz a maioria das cenas de ação dos seus filmes, ele fundou a sua equipe de dublês, em 1983, como um modo de facilitar as coreografias de luta.
“Quando conheci o Jaden, eu gostei dele de cara, mas você nunca sabe. Eu não tinha certeza de que ele estaria à altura do desafio”, afirma Wu. “E ele provou o seu valor: ele tem talento e se empenhou muito. E não foi fácil. Eu adorei treinar o Jaden.”
Além do treinamento valioso com o mestre Wu, Smith usou outro recurso pedagógico para aprender kung fu. “Eu assisti a um monte de filmes do Jackie e até copiei algumas das coreografias dele”, ri Smith. Na verdade, uma sequência inteira – na qual o sr. Han e Dre treinam com as duas barras – faz uma espécie de referência a uma das lutas mais famosas e antigas de Chan.
A relação de Smith com Chan realmente espelha a relação estabelecida entre os seus personagens no filme. “Ele foi simplesmente o máximo e me ensinou muita coisa”, diz Smith. “Como me alongar direito e vivia me dizendo para ter foco. Ele foi ótimo e ficou o tempo todo do meu lado.”
Harald Zwart afirma que o astro adolescente deslumbrou os cineastas com seu desempenho. “Jaden é carismático e sedutor, mas também é um ator fantástico”, elogia o diretor. “Ele se dedica integralmente a todos os aspectos do papel. Não apenas ao kung fu – que ele treinou muito para aprender – mas também à história emocional do menino que se torna homem.”
O diretor também só tem os maiores elogios para o coastro veterano de Smith. “É simplesmente fantástico trabalhar com o Jackie”, observa Zwart. “Ele não para nunca e adora o processo de filmagem, então, ele ajuda em todos os aspectos práticos. Por exemplo, se algum figurante não entendia alguma direção específica por conta da barreira do idioma, ele ia até ele e, com todo respeito, sussurrava as instruções. Ele é simplesmente maravilhoso e muito prestativo.”
A história retrata não apenas um mestre e seu pupilo, mas o elo que se forma entre um homem solitário que perdeu o filho e um garoto sem pai. Segundo Chan, “de início, o sr. Han acha que está apenas ajudando um garoto perseguido, mas ao final, a vida dele também sai transformada”.
“Dre é como qualquer garoto – eles querem sair dando chutes, querem vingança”, afirma Chan. “Mas o kung fu não deve ser usado para machucar as pessoas, e sim para ajudá-las.”
Acerca de seu coastro adolescente, Chan observa: “Eu nunca vi nenhuma criança tão inteligente quanto o Jaden. Ele aprende tudo o que eu ensino. Quero dizer, eu lhe ensinava qualquer coisa e pronto, ele aprendia no ato. Ele é impressionante!”
Zwart relembra um momento profundo durante as filmagens: “Eu vi Jackie e Jaden relaxando entre as tomadas, sentados numa praia, atirando pedrinhas na superfície da água, e pensei que se eu tivesse 11 anos e estivesse curtindo a companhia do Jackie Chan estaria realizando um sonho”.
O papel da mãe de Dre, Sherry, coube a Taraji P. Henson, indicada ao Oscar® com seu desempenho extraordinário em O Curioso Caso de Benjamin Button (The Curious Case of Benjamin Button). Henson afirma que se sentiu atraída pela personagem, porque ela a lembrava da relação entre ela seu próprio filho. “Nós somos grandes amigos, porque vivemos sozinhos os dois, e isso me chamou a atenção quando eu li o roteiro”, afirma. “O novo filme também deu a Sherry um maior papel ‘materno’. A gente conhece muito sobre o Dre observando o modo como ele interage com a mãe”, prossegue Henson. “Ela é uma mulher rígida, porém é companheira.”

 

Henson ficou impressionado com a abertura dada pelo casal Smith para que ela pudesse estabelecer uma relação convincente com o filho deles. “Nós dispúnhamos apenas de três semanas de ensaios antes de irmos à China.  Will e Jada criaram um ambiente confortável para que Jaden e eu pudéssemos nos conhecer”, afirma ela.



O “KARATE KID” APRENDE KUNG FU
Quando os cineastas decidiram expandir a produção filmando na China, uma mudança se que se fez necessária foi o estilo de luta que Dre aprenderia. Ele iria aprender um estilo de luta chinesa, não o caratê, que veio de Okinawa, no Japão.
Então, o “karate kid” aprenderia kung fu. Numa determinada cena, os valentões da escola perseguem Dre, chamando-o de “karate kid” por tentar usar o caratê na terra do kung fu. Então, se quiser sobreviver, Dre precisará aprender a lutar kung fu.

 

O termo kung fu possui inúmeros significados diferentes, mas não é um termo específico das artes marciais. A palavra poderia ser traduzida literalmente como “empenho” e “habilidade”, ou “tempo e esforço” – um escritor pode ter um bom kung fu na sua técnica narrativa. Ao mesmo tempo, o termo tem um significado especial quando aplicado às artes marciais e, fora da China, kung fu pode ser usado para descrever uma grande variedade de artes marciais chinesas e técnicas diversas.



 

Em KARATE KID (THE KARATE KID), Dre aprende a arte marcial do wushu, um kung fu fisicamente desafiador e ativo que é ensinado e praticado na China. Ele treinou com Wu Gang, o coordenador de cenas de ação da equipe de Jackie Chan, responsável pelas cenas de ação dos filmes que Chan costuma dirigir.

 

O mestre Wu, como Jaden Smith o chamava, treinou Smith durante três meses em Los Angeles antes do início da produção em Pequim, e continuou a treiná-lo ao longo dos quatro meses de filmagem. “Quando eu conheci o Jaden, ele era só um menino”, conta Wu. “Poucos meses depois, ele estava no mesmo nível de crianças que treinam há 5 ou 6 anos. Ele era muito focado, muito talentoso e nunca reclamava. Eu estou muito orgulhoso dele.”



 

E eles começaram do zero. “Sempre que eu ensino kung fu a alguém, mas, sobretudo, a uma criança, a primeira coisa que eu ensino é respeito pelas outras pessoas. O kung fu não deve ser usado para brigar, e sim para ajudar as pessoas”, afirma Wu.

 

Depois disso, Wu começou a treinar wushu com Smith. Mesmo rodando um filme, Wu afirma que os cineastas nunca ficaram tentados a confiar em truques cenográficos para que Jaden Smith parecesse estar fazendo algo que ele não seria capaz de fazer. “Independentemente de qualquer coisa, ele teria de aprender a se movimentar, a lutar e passar pelo treinamento básico. Havia a necessidade real de um treinamento sério de kung fu e wushu”.



 

Obviamente, Smith e todos os outros lutadores de kung fu aprenderam a lutar para as câmeras em lutas coreografadas de modo a fazer bonito nas telonas. “Todas as crianças do filme são alunos regulares de wushu, mas nenhum deles tinha experiência lutando em filmes”, observa Wu. “Não é fácil pegar o tempo, o ritmo e a reação quando você é atingido. Além disso, a dramaticidade e a interpretação durante a luta são tão importantes quanto a ação – o jovem precisa contar a história dramática da luta com sua expressão facial e corporal. É um desafio, mas a grande diferença neste filme é que os movimentos são reais.”



 

Jaden comenta que lutar em filmagens não é fácil. “Você precisa acertar a pessoa – você bate de leve, mas precisa parecer que foi com força”, afirma. “E você também precisa se defender. Se você não defender um ataque, vai tomar na cara.”


E será que Jaden gostou do treinamento? “Ele me pediu para continuarmos com o treinamento depois do final das filmagens”, diz Wu. “Eu fiquei honrado.”
“É, eu quero ficar musculoso”, afirma Smith. “Se o Taylor Lautner precisar de um dublê, vou estar pronto pra ação.”

FILMANDO NA CHINA
Na adaptação de The Karate Kid para o público moderno, os cineastas procuraram uma locação que interpusesse o maior número de obstáculos possível no caminho de Dre. “Nós pensamos: seria possível encontrar uma locação que fosse como se Dre tivesse ido parar em outro mundo?”, afirma Will Smith. “Quando escalamos Jackie Chan como mentor de Dre, nossa ficha caiu – China. Nós sabíamos que seria um desafio, mas, ao final, o cenário não só fortaleceu o tema, mas tornou o filme ainda mais épico. Eu não poderia estar mais orgulhoso do que produzimos na China. Quando vemos Jaden e Jackie treinando juntos na Grande Muralha, você se dá conta – em hipótese alguma nós teríamos conseguido fazer este filme em LA.”
A decisão de levar toda a equipe de produção à China não foi tomada levianamente, porque muitas das locações que desejávamos para a história têm o acesso proibido ou um acesso tão difícil que os produtores precisaram recorrer ao China Film Group, a maior e mais importante produtora de cinema estatal do país para assisti-los na contratação das locações.
“Uma tomada curta consumia meses de planejamento”, afirma Zwart. “A título de exemplo, nós fomos o primeiro filme a ter permissão para rodar dentro do Tiananmen, o Portão da Paz Celestial, e da Cidade Proibida, desde O Último Imperador (The Last Emperor), de Bertolucci, há mais de 20 anos.”
O filme foi uma volta para casa e a realização de um sonho para Chan. “Eu agradeço muito à produção por filmar na China. Nós temos 5.000 anos de história, mas o nosso governo tem apenas 60 anos, é um governo jovem. O filme dará aos espectadores uma chance de aprender sobre a cultura chinesa, bem como sobre as artes marciais chinesas. Não poderia haver promoção mais fantástica”, exclama.
A produtora Jada Pinkett Smith observa que filmar nas verdadeiras locações históricas só enriquece o desempenho dos atores. “É imbatível a energia de um lugar assim, é algo que não dá para se recriar. É uma coisa muito especial que dá ao filme uma textura autêntica”, observa ela.
“A China é incomparável, e tem sido uma experiência muito impactante para todos nós, para a família, trabalharmos juntos em um lugar assim”, continua ela. “É uma daquelas oportunidades únicas na vida, da qual vamos nos lembrar para sempre. E para nos ajudar a lembrar disso, nós teremos, é claro, um filme maravilhoso.”
A produção ficou baseada no antigo Beijing Film Studios. O “backlot” do estúdio está tomado por hutongs ou passagens entre fileiras de siheyuan, as casas quadrangulares chinesas. Siheyuan é o estilo tradicional – e já quase extinto – de moradia dos pequineses, cada uma consistindo de um pátio retangular cercado por casas de um pavimento cobertas de telhas, em geral 1 a 6m de largura.
No estúdio, também está o prédio vazio de sete andares que se passou pela fachada do edifício residencial de Dre, “The Beverly Hills Apartments”, e um telhado sobre o qual Dre e o sr. Han treinam. A casa do sr. Han e a garagem também foram construídas combinando estruturas antigas e recursos cenográficos.
Uma das locações de Pequim – o prédio do alojamento de funcionários nº 3 da Beijing Forest University – foi usada para ambientar a rua de Detroit onde Dre e sua mãe vivem.
Uma cena visualmente deslumbrante do filme foi rodada na prestigiosa Beijing Shaolin Wushu School, com 400 lutadores vestidos com o tradicional quimono vermelho fazendo seu treino matinal no gramado. Fundada em 1991, a academia adota um currículo educacional – do primário ao colegial – seguindo os preceitos da filosofia wushu.
Smith gostou de contracenar com seus coastros chineses. “Eu aprendi muito kung fu com eles e lhes ensinei as primeiras palavras em inglês: ‘Yo’ e ‘Qual é?’”

A Cidade Proibida
Filmar no Portão da Paz Celestial e dentro da Cidade Proibida foi uma experiência emocionante, mas ao mesmo tempo intimidante para o elenco e a equipe técnica. Poucas produções cinematográficas têm acesso a esses locais e esta é a primeira produção de cinema a rodar aqui em mais de 20 anos.
“Nós tivemos que acelerar tudo”, Zwart afirma, “porque só dispúnhamos de duas horas para rodar a cena inteira. Felizmente, tínhamos uma equipe muito bem preparada e ter acesso ao local para as filmagens foi incrível”.
A Cidade Proibida foi a residência do Imperador da China e a sede do poder de 1420 a 1912, quando o último imperador chinês abdicou. Ela recebeu seu nome porque ninguém poderia entrar ou sair do palácio sem a permissão expressa do imperador. Hoje, a Cidade Proibida, com cerca de 720.000 metros quadrados e 960 edificações, abriga o Museu do Palácio; foi declarada Patrimônio Mundial da Humanidade pela UNESCO, em 1987. O Portão da Paz Celestial costuma ser citado como a entrada principal da cidade.
A companhia também filmou no Buda Dourado, com vista panorâmica para toda a Cidade Proibida. Esse santuário sagrado, localizado no ponto mais alto de Pequim, oferece uma vista livre de 360 graus de toda a cidade.

A Grande Muralha da China
Outro grande trunfo da produção foi o acesso franqueado às filmagens na Grande Muralha da China. “O sr. Han leva Dre para treinar na Grande Muralha”, explica Jada Pinkett Smith. “É onde ele treina suas séries e eles correm pela muralha. É meio que o seu momento Rocky.”
Como é proibida a circulação de veículos na Grande Muralha, a equipe se viu forçada a carregar, manualmente, equipamentos pesados. “Foi bem exaustivo para a equipe. Quando você vê a Muralha, não parece tão íngreme, mas ela é, em vários pontos”, afirma Zwart.
Zwart ficou impressionado com o envolvimento de Chan no processo de produção. “A gente via o Jackie carregando equipamentos e ajudando a molhar o piso. Ele sempre ajudava a produção em tudo o que podia”, diz ele.
O trecho da muralha usado no filme foi o de Mutianyu, localizado na Província de Huairou, a cerca de 72km de Pequim. A muralha começou a ser erigida na Dinastia Qi (550 – 557). Na Dinastia Ming (1368 – 1644), dois famosos generais patriotas a reconstruíram para reforçar seu potencial defensivo na guarda de desfiladeiros estratégicos. Ela serviu como uma barreira, ao norte, guardando a capital e os mausoléus imperiais ao longo de gerações.
A Grande Muralha é uma das maiores estruturas de arquitetura milenar do mundo. Ela atravessa as montanhas do norte da China e serpenteia a norte e noroeste de Pequim. A muralha tem 8.850km de extensão, incluindo fossos e barreiras naturais.
Em Pequim e arredores
Locações adicionais únicas em Pequim e arredores incluíram o Aeroporto Internacional Pequim Capital, o maior e de maior tráfego na China e base operacional da maior companhia aérea de bandeira chinesa, a Air China; a Foton Auto Factory, uma fábrica de tratores de alta tecnologia que se passou pelo novo local de trabalho de Sherry; e a Wang Fu Jing Snack Street, uma área famosa de Pequim conhecida por seus petiscos exóticos como espetos de escorpião frito, que Dre e Mei Ying comem durante um passeio. “Nenhum escorpião sofreu maus tratos durante a produção deste filme”, observa Zwart, rindo, “pois o departamento de adereços do filme produziu os escorpiões cenográficos feitos de farinha e depois fritos que Jaden e Wen Wen comeram.”
O China Film Group Film Base, localizado em Huairou, a cerca de 90 minutos do centro de Pequim, é um estúdio de cinema moderno, com um backlot de hutongs, chamado Fei Teng. Foi lá que a produção construiu os cenários do interior do apartamento de Sherry e Dre, o auditório do recital de violino de Mei Ying e o magnífico Templo da Montanha.

Montanha Wudang
Uma das cenas mais emocionantes e de maior impacto no filme ocorre quando o sr. Han leva Dre numa peregrinação espiritual às Montanhas Wudang atrás das origens do kung fu. Somente depois de escalar até o topo da montanha Dre irá beber e se revitalizar no Poço do Kung Fu.
A companhia viajou rumo a essas montanhas místicas, localizadas na China central, para quatro dias de filmagem. Para rodar na locação mais ambiciosa do filme, o elenco, a equipe e os equipamentos tiveram de ser transportados por teleférico e depois, subiram a pé uma escadaria de pedra até o topo do templo.
Zwart descobriu o local enquanto surfava na Internet. “Eu procurava por templos bonitos, me deparei com uma fotografia do Golden Summit e pensei: ‘Esse é o templo mais magnífico que eu já vi’. Aí descobri que Wudang Shan e toda aquela região são o coração do kung fu. Eu sabia que tínhamos que filmar lá. Nada substitui a aura e a energia nesses templos.”
Zwart contou que, pouco a pouco, foi ficando aparente o número de obstáculos que eles enfrentariam no decorrer das filmagens. “Eu estava me sentindo meio culpado em pedir à equipe para levar equipamentos pesados a locais impossíveis”, comenta ele. “Não havia como transportarmos veículos até lá. Nós tínhamos de subir a escadaria a pé e atravessar uma mata. Nós tentamos manter o peso o mais leve possível.”
Apesar dos obstáculos, Will Smith afirma que a inclusão de Wudang no cronograma foi fundamental para a produção. “Tudo o que você faz na vida deveria ser para adquirir experiência e desenvolver seu caráter. Então, se você tem a oportunidade de filmar num lugar como Wudang, você precisa aproveitá-la! E aqui estamos, aprendendo história chinesa e conhecendo um lugar lindo como esse. Marcamos um golaço filmando lá”, exclama.
Varias cenas da história cruciais ao desenvolvimento de Dre foram filmadas na montanha. “A sequência do treinamento com bastão é uma dentre muitas inspiradas nos filmes anteriores de Jackie. É onde ele reproduz os movimentos do teatro de marionetes. Ela voltará mais tarde na história”, observa Zwart. “Outro ponto da trama filmado aqui foi aquele em que Dre fica hipnotizado por uma mulher encantando uma serpente com movimentos controlados. É um espetáculo impressionante.”
Para criar a viagem de trem do sr. Han e de Dre a Wudang, a companhia filmou as externas e os interiores num vagão de trem parado no Art Center de Pequim.

Romance e o Festival Qi Xi
Algumas vezes chamado de o Dia dos Namorados chinês, a celebração anual do Festival Qi Xi é comemorada no sétimo dia do sétimo mês do calendário chinês. Ele reconta a história de dois amantes infelizes, a deusa Zhinu e Niulang, o rapaz que ela ama, que são separados pelas circunstâncias tristes. Segundo a lenda, numa única noite, todas as aves do céu, com pena dos amantes, formam uma ponte para que eles possam se encontrar.
As festividades foram filmadas à noite no backlot Fei Teng do China Film Group Film Base, ambientado como se fosse uma aldeia iluminada por belas lanternas reluzentes de todos os tamanhos e formas. O set também contou com carrocinhas oferecendo bolos tradicionais, incensos e lanternas. É lá que Dre topa com a menina de quem ele gosta, Mei Ying, e eles circulam juntos pelo local, onde trocam seu primeiro beijo.
“Eu estava bem nervosa com o nosso beijo em cena e as minhas pernas estavam tremendo”, relembra Wenwen Han, que interpreta Mei Ying. “Mas o Jaden foi corajoso e me disse para não ter medo, porque ele também estava nervoso.”
“Foi o meu primeiro beijo no cinema também”, conta Jaden Smith. “Foi meio bizarro quando nós começamos a rodar a cena e a Wen Wen começou a ficar nervosa. Aí eu disse, ‘relaxa, relaxa… eu beijo bem, então vai ficar tudo numa boa!’ E no final saiu tudo certo quando fizemos a cena.”
No backlot Fei Teng, também foi construído o Teatro de Sombras, onde as marionetes encenam a história dos amantes separados de Qi Xi.


O Torneio
O treinamento do sr. Han visa o torneio, o confronto final entre Dre e o covarde Cheng. O interior do ginásio Feng Tai Sports Arena de Pequim se passou pelo People’s Auditorium, palco da enorme competição.
Para que Jaden Smith e seus colegas de elenco tivessem todo o tempo possível para o treinamento, a equipe marcou esta cena ao longo de oito dias de produção, no final das filmagens. A equipe da Jackie Chan Stunt Team coreografou o grande final, combinando técnicas cinematográficas com movimentos marciais autênticos. “Tudo o que você vê é a interpretação do Jackie”, afirma Wu Gang.
Além disso, a Stunt Team foi a responsável pelas audições de centenas de crianças que atuam em cenas-chave. Eles entrevistaram milhares de crianças de várias academias wushu de toda a China. “Muitos desses jovens eram ótimos lutadores, mas não tinham nenhum conhecimento de cinema. Eu tive de treinar as crianças de 5 a 8 horas diárias em coisas como timing, ritmo e reações quando eram atingidos por um golpe”, conta Wu.
Mais de 800 figurantes foram trazidos diariamente para simular os espectadores do torneio e a atmosfera vibrante. Além disso, dezenas de figurantes posando de fotógrafos ou cinegrafistas também estavam à disposição da cena.

SOBRE O ELENCO
Não é surpresa para ninguém o amor precoce pelas artes cênicas de JADEN SMITH (Dre Parker). E ele surgiu naturalmente. Jaden é o filho de 11 anos de Will e Jada Smith. Mas Jaden não precisa repousar nos louros da família. O filho caçula dos Smith vem despertando atenção em Hollywood com seu próprio talento.
Smith já recebeu o prêmio ShoWest 2010 de Astro Revelação do Ano com seu papel em Karate Kid (The Karate Kid).
Foi visto nas telonas pela última vez em 2008, coestrelando com Keanu Reeves e Jennifer Connelly na aguardada refilmagem de científica de O Dia em Que a Terra Parou (The Day the Earth Stood Still). Dirigido por Scott Derrickson, o blockbuster da 20th Century Fox deu ao ator a oportunidade de explorar seu amor pela ficção científica enquanto, ao mesmo tempo, também se aperfeiçoava no seu ofício. Jaden venceu o Saturn Award de 2009 de Melhor Ator Infantil com seu papel no filme.
Em 2006, Jaden encantou os espectadores com sua interpretação comovente como o pequeno Chris Gardner Jr. no filme da Columbia Pictures, À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness). Oprah Winfrey descreveu a sua estreia cinematográfica como “hipnotizante”. Seu desempenho dinâmico lhe valeu um MTV Movie Award de Desempenho Revelação, um prêmio Phoenix Film Critics Society Award de Melhor Ator Infantil, um Black Reel Award, e indicações aos prêmios Broadcast Film Critics Association, NAACP Image Awards e Teen Choice Awards.
Entre um filme e outro, atuou no seriado Disney de enorme sucesso, The Suite Life of Zach and Cody. Jaden fez sua estreia na televisão na série produzida pela família Smith, All of Us, aos cinco anos.
Smith é não só um jovem ator talentoso, mas também um filantropo que serve de embaixador infantil, juntamente com a irmã, Willow Smith, na organização Project Zambi, em parceria com a Hasbro, Inc. e o Hasbro Children’s Fund. O projeto Zambi ajuda crianças órfãs pela AIDS na África.

JACKIE CHAN (Mr. Han) é ator, coreógrafo de ação, cineasta, comediante, produtor, lutador de artes marciais, roteirista, empresário, cantor e astro de cenas de ação. Natural de Hong Kong, é conhecido por seu estilo de luta acrobático, pelo seu timing cômico, uso de armas improvisadas e acrobacias inovadoras. Jackie Chan atua desde os anos 70, já tendo trabalhado em mais de 100 filmes.
Em 1960, o pai dele emigrou para a Austrália, para trabalhar como cozinheiro-chefe da embaixada norte-americana, e Chan foi enviado para a China Drama Academy, uma escola da Ópera de Pequim. Lá, Chan passou por uma década de treinamento rigoroso, sobressaindo-se em artes marciais e acrobacias.
Ao se formar, em 1971, passou a trabalhar como acrobata e dublê de cinema, em filmes como Dedos de Aço (Fist of Fury), estrelado pelo maior superastro do cinema de Hong Kong, Bruce Lee. Para o filme, ele realizou, comprovadamente, a queda mais alta na história do cinema chinês, recebendo cumprimentos elogiosos do venerável Lee, entre outros.
Após a morte trágica de Lee, Chan havia decidido que queria sair da sombra de Lee e criar a sua própria imagem. Combinando sua habilidade nas artes marciais com uma coragem impressionante — ele sempre insistiu em realizar ele mesmo as suas próprias cenas de ação — e um talento para a comédia do tipo pastelão reminiscente de um dos seus ídolos, Buster Keaton, Chan encontrou sua própria fórmula para chegar ao ouro cinematográfico.
Chan se destacou pela primeira vez no cinema, em 1978, em Punhos de Serpente (Snake in the Eagle's Shadow). Sob a direção de Yuen Woo Ping, teve total liberdade para o seu trabalho com stunts. O filme estabeleceu o gênero da comédia de kung fu e demonstrou provou ser um sopro de ar fresco para o público de Hong Kong. Chan estrelou, então, Mestre Invencível (Drunken Master), que, finalmente, o catapultou ao estrelato junto ao grande público.
Em 1983, ele fundou a Jackie Chan Stuntmen Association, que começou como uma organização oficial com seis membros que dava aos seus dublês não só a cobertura de um seguro, mas também um salário mensal e uma remuneração melhor.
Sua lista impressionante de créditos cinematográficos inclui Supercop e Supercop 2, com Michelle Yeoh; Arrebentando em Nova York (Rumble in the Bronx), Thunderbolt – Ação Sobre Rodas (Thunderbolt), Mr. Nice Guy – Bom de Briga (Mr. Nice Guy), 3 filmes da franquia A Hora do Rush (Rush Hour), coestrelados por Chris Tucker; Bater ou Correr (Shanghai Noon) e Bater ou Correr em Londres (Shanghai Knights), com Owen Wilson; O Terno de 2 Bilhões de Dólares (The Tuxedo), coestrelado por Jennifer Love Hewitt; O Medalhão (The Medallion), com Claire Forlani, Julian Sands e John Rhys-Davies; Volta ao Mundo em 80 Dias – Uma Aposta Muito Louca (Around the World in 80 Days), no qual interpretava Passepartout/Lau Xing; Kung Fu Panda (voz de Monkey) e Missão Quase Impossível (The Spy Next Door), coestrelado por Amber Valetta, Billy Ray Cyrus e Georg Lopez. Também dublou a si mesmo na série de animação, Jackie Chan Adventures.
Foi homenageado com estrelas na Avenida das Estrelas de Hong Kong e na Calçada da Fama de Hollywood. Ícone cultural, Chan já foi citado em várias canções pop, cartoons e videogames. Também é um astro da Cantopop e Mandopop, tendo lançado vários álbuns e cantado vários temas das trilhas dos filmes que estrelou.

TARAJI P. HENSON (Sherry) foi aclamada pela crítica e indicada ao Oscar® de Melhor Atriz Coadjuvante contracenando com Brad Pitt em O Curioso Caso de Benjamin Button (The Curious Case of Benjamin Button). Seus créditos cinematográficos incluem ainda Baby Boy – O Dono da Rua (Baby Boy), Quatro Irmãos (Four Brothers), Fale Comigo (Talk to Me), Ritmo de um Sonho (Hustle and Flow), A Última Cartada (Smokin’ Aces), I Can Do Bad All By Myself, de Tyler Perry, e Family That Preys, Not Easily Broken e Hurricane Season. Mais recentemente, coestrelou Uma Noite Fora de Série (Date Night), contracenando com Tina Fey e Steve Carell.

 

Henson concluiu há pouco as filmagens de Larry Crowne, com o astro e diretor Tom Hanks. Seus demais créditos cinematográficos ainda não lançados incluem Once Fallen, com Ed Harris, Peep World, com Rainn Wilson, e The Good Doctor, com Orlando Bloom.



 

Henson fez sua estreia como cantora em Hustle & Flow, e interpretou a canção vencedora do Oscar® de 2006.



 

Na televisão, foi integrante do elenco regular dos seriados The Division e Boston Legal, de David E. Kelly, e do elenco recorrente de Eli Stone, da ABC. Ela fez participações especiais em inúmeros seriados da TV, incluindo Smart Guy, CSI e House.



SOBRE OS CINEASTAS
HARALD ZWART (Diretor), com seu grande talento para contar histórias divertidas e acessíveis de grande magia visual, é um dos maiores nomes da nova geração internacional de cineastas. Fluente em três idiomas, o cineasta holandês conseguiu derrubar barreiras culturais para tocar os corações e mentes de espectadores de todas as procedências e idades.
Zwart nasceu na Holanda e cresceu em Fredrikstad, na Noruega, onde começou a fazer filmes com apenas oito anos de idade. Estudou na prestigiosa Dutch Film Academy, em Amsterdã. Quando ainda era estudante, seu filme, Gabriel's Surprise, foi exibido na televisão escandinava e ele passou a receber convites para dirigir comerciais de TV, tornando-se um dos mais bem-sucedidos diretores de publicidade e videoclipes da Europa. Foi agraciado com diversos prêmios, incluindo o de Diretor do Ano (1998) no London's Midsummer Awards.
Seus créditos em campanhas comerciais incluem filmes publicitários para BMW Mini, ING, Sky Televisão e Nokia. Devido à sua experiência no cinema, ele sempre é convocado para dirigir depoimentos de celebridades, incluindo os de Jose Mourinho, Michael Douglas, John Travolta e o de Richard Gere para a Lancia.
Em 1997, fez sua estreia como diretor dramático com Comando 007 (Commander Hamilton), uma minissérie em quatro episódios da televisão escandinava. Estrelada pela atriz premiada com o Oscar®, Lena Olin (A Insustentável Leveza do Ser/The Unbearable Lightness of Being), Mark Hamill (da trilogia Guerra nas Estrelas/Star Wars) e Peter Stormare (Os Bad Boys II, Minority Report), a minissérie foi aclamada pelo público e pela crítica. Subsequentemente, sua adaptação cinematográfica em longa-metragem se tornou a maior bilheteria do ano naquela região.
Por conta desse sucesso, Zwart começou a receber propostas de Hollywood. Ele foi o primeiro diretor norueguês a ser aceito como membro do Diretor's Guild of America e foi incluído pela Variety na lista dos "10 Diretores Mais Promissores”. Seu filme de estreia, Que Mulher É Essa (One Night at McCool), de 2001, foi estrelado por Liv Tyler, Michael Douglas, Matt Dillon e Paul Reiser. Uma comédia de humor negro sobre três homens que se apaixonam pela mesma mulher na mesma noite, o filme demonstrou o talento de Zwart dirigindo uma narrativa complexa, com humor cortante e um elenco inspirado.
Dirigiu em seguida O Agente Teen (Agent Cody Banks), um filme de ação e aventura estrelado por Frankie Muniz e Hilary Duff. Ele se envolveu tanto no projeto que, posteriormente, criou a história de O Agente Teen 2 (Cody Banks II). Dirigiu, então, A Pantera Cor-de-Rosa 2 (The Pink Panther 2), com Steve Martin, Jean Reno, Emily Mortimer, Andy Garcia, Alfred Molina, Aishwarya Rai, John Cleese, Jeremy Irons e Lily Tomlin.
Zwart, que divide seu tempo entre Los Angeles e Oslo, continua a dirigir filmes publicitários e a desenvolver projetos em longa-metragem por intermédio da Zwart Arbeid, a produtora que ele fundou com Veslemoey Ruud Zwart.

CHRISTOPHER MURPHEY (Roteirista) é formado pela Harvard College com dupla especialização em Inglês e Literatura Chinesa, incluindo três anos de estudos em língua chinesa, tornando-o especialmente adequado para escrever esta adaptação de The Karate Kid. Este é seu primeiro roteiro produzido. Murphey também escreveu Body of Proof, um piloto da ABC televisão, estrelado por Dana Delaney como uma médica legista da Filadélfia. O programa deve estrear na temporada de outono de 2010. Ele mora em Los Angeles.

ROBERT MARK KAMEN (Argumento de) concluiu seu doutorado em Estudos Norte-Americanos pela prestigiosa Universidade da Pensilvânia antes de decidir tentar a vida em Hollywood. Vendeu seu primeiro roteiro, Crossings, à Warner Bros, em 1978. Seu primeiro roteiro produzido foi o sucesso de crítica, Taps. Kamen escreveu, então, o grande sucesso Karate Kid – A Hora da Verdade (The Karate Kid), que acabou se desdobrando numa franquia de três filmes, todos escritos por ele.
Escreveu, então, os filmes Gladiador (Gladiator), O Poder de Um Jovem (The Power of One), Caminhando nas Nuvens (A Walk in the Clouds), e o blockbuster Máquina Mortífera 3 (Lethal Weapon 3). Em meados dos anos 90, ele se estabeleceu como um dos roteiristas mais requisitados de Hollywood, com créditos como Inimigo Íntimo (The Devil's Own) e O Quinto Elemento (The Fifth Element). Também foi assistente de Luc Besson no roteiro de O Profissional (The Professional).
Coescreveu com Besson os roteiros de Carga Explosiva (The Transporter), O Beijo de Dragão (Kiss of the Dragon), Carga Explosiva 2 (Transporter 2), Bandidas, Busca Implacável (Taken) e Carga Explosiva 3 (Transporter 3). Foi consultor artístico de Unleashed.

JERRY WEINTRAUB (Produtor) foi produtor de todos os filmes da franquia Karate Kid: Karate Kid – A Hora da Verdade (The Karate Kid), Karate Kid 2 – A Hora da Verdade Continua (The Karate Kid, Part II), Karate Kid 3 – O Desafio Final (The Karate Kid, Part III) e Karate Kid 4 – A Nova Aventura (The Next Karate Kid).
Antes de trabalhar no cinema, foi empresário artístico, tendo representado nomes famosos como Frank Sinatra, Elvis Presley, Bob Dylan, Joey Bishop, Neil Diamond, John Denver, Karen Carpenter e The Four Seasons. Também foi chairman e CEO da United Artists.

Como produtor, seus dois primeiros filmes foram Nashville e Oh, God!, de Robert Altman, estrelado por George Burns e John Denver. Seus créditos adicionais incluem o icônico Diner, o remake de 2001 de Onze Homens e um Segredo (Ocean's Eleven), Doze Homens e um Outro Segredo (Ocean’s Twelve), Treze Homens e um Novo Segredo (Ocean’s Thirteen), The Specialist, Pure Country e Nancy Drew e o Mistério de Hollywood (Nancy Drew).


Em 1986 e novamente em 2007, a ShoWest o elegeu o Produtor do Ano e, em 2001, a ShowEast o homenageou com o Kodak Award. Em 1991, foi eleito para o conselho do Kennedy Center. Foi um dos primeiros produtores de cinema independentes a ser homenageado com uma estrela na Calçada da Fama da Hollywood e a ter suas mãos e pés imortalizados no Grauman’s Chinese Theatre.

Indicado a dois Oscars®, WILL SMITH (Produtor) tem um sucesso sem precedentes em sua carreira que abrange o cinema, a televisão e lançamentos fonográficos premiados com vários discos de platina. Com seu desempenho memorável no papel de Muhammad Ali, em Ali, de Michael Mann, recebeu a sua primeira indicação ao Oscar®, logo seguida de uma segunda, com o drama verídico, À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness).


Sua lista extraordinária de blockbusters inclui títulos mais recentes como Eu Sou a Lenda (I Am Legend) e Hancock. Também deixou o público arrepiado em enormes sucessos como Eu, Robô (I Robot), Independence Day, MIB – Homens de Preto (Men in Black) e MIB – Homens de Preto 2 (Men in Black II). Ele não se limita a trabalhar diante das câmeras e produziu, juntamente com seu sócio, James Lassiter, da Overbrook Entertainment, Hitch – Conselheiro Amoroso (Hitch), À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness), A Vida Secreta das Abelhas (The Secret Life of Bees), Sete Vidas (Seven Pounds), O Vizinho (Lakeview Terrace) e De Caso com o Inimigo (The Human Contract), que marca a estreia diretorial de Jada Pinkett Smith, entre muitos outros. Recentemente, Smith fechou contrato para estrelar MIB 3 – Homens de Preto 3 (Men in Black III), da Columbia Pictures, a ser dirigido por Barry Sonnenfeld, com lançamento previsto para 25 de maio de 2012.
Smith venceu quatro prêmios do 11th World Music Awards de Monte Carlo e um NAACP Image Award de Melhor Ator com seu desempenho em Sete Vidas (Seven Pounds), de 2009. Venceu também vários Kids’ Choice Awards com filmes como Independence Day, As Loucas Aventuras de James West (Wild Wild West), O Espanta Tubarões (Shark Tale), Hitch – Conselheiro Amoroso (Hitch) e Hancock. Recebeu seu primeiro Grammy de Melhor Rap em 1989 com “Parents Just Don’t Understand”, já tendo vencido outros três prêmios Grammy desde então, com “Summertime”, “Men In Black” e “Getting Jiggy Wit It”.
Smith assumiu o compromisso de se dedicar a esforços humanitários. Entre as muitas questões fundamentais para ele, destaca-se a educação infantil e, de inúmeras maneiras, ele já apoiou escolas de todo o país. Smith concentra seus esforços para mudar o mundo através da Will and Jada Smith Family Foundation, que Smith e sua mulher fundaram em 1997. No ano passado, o casal Smith fundou a New Village Leadership Academy, em Calabasas, uma escola sem fins lucrativos que promove a diversidade e um currículo progressista.
Também através da Family Foundation, Smith integra a Kanimambo Foundation, uma organização sem fins lucrativos que implementa programas inovadores em Moçambique em prol da educação, do cuidado com órfãos e de educação e assistência médica para vítimas do HIV/AIDS.
Entre suas muitas homenagens, Smith foi honrado pelo Museum of the Moving Image, em 2006, e recebeu um Simon Wiesenthal Humanitarian Award, em 2009. Ele recebeu o prestigioso prêmio Simon Wiesenthal baseado no seu “compromisso com a educação, a diversidade cultural e a responsabilidade social”.
Smith é um dos embaixadores da 46664 Foundation, de Nelson Mandela, a resposta africana à epidemia global de HIV/AIDS. No ano passado, Smith se tornou membro do conselho da Malaria No More, uma fundação com um objetivo simples: acabar com as mortes por malária em todo o mundo. Há mais de uma década e meia, ele também é um membro da Make a Wish, uma fundação que realiza desejos e procura melhorar a vida de crianças com doenças terminais.

JADA PINKETT SMITH (Produtora) estrela o drama médico da TNT, HawthoRNe, atualmente em produção pela segunda temporada, com estreia marcada para 22 de junho de 2010. Através da sua própria produtora, 100% Womon, Pinkett Smith também é produtora executiva de inúmeras produções. Mais recentemente, produziu o musical da Broadway, Fela!, e dublou a personagem Gloria, de Madagascar 2: A Grande Escapada (Madagascar: Escape 2 Africa). Ela também contracenou com Meg Ryan e Eva Mendes no remake de The Women, da roteirista e diretora Diane English.
Pinkett Smith contracenou com Adam Sandler e Don Cheadle em Reine Sobre Mim (Reign Over Me), da Columbia Pictures. Também teve um papel-chave contracenando com Tom Cruise e Jamie Foxx no filme de Michael Mann, Efeito Colateral (Collateral). Ela talvez seja mais conhecida no papel da decidida Niobe, das sequências de sucesso Matrix Reloaded e Matrix Revolutions.
Pinkett Smith continua a encarar desafios a cada novo projeto. Ela dirigiu, escreveu e estrelou De Caso com o Inimigo (The Human Contract), também produzido através da própria produtora. O filme é coestrelado por Jason Clarke e Paz Vega.
Além disso, foi produtora executiva do filme de 2008, A Vida Secreta das Abelhas (The Secret Life of Bees), baseado no romance best-seller de Sue Monk Kidd. Uma ávida escritora, Pinkett Smith é autora do livro infantil, Girls Hold Up This World, publicado em 2005, incluído na lista de best-sellers do New York Times.
Ela e o marido, Will Smith, também criaram e foram os produtores executivos de All of Us, do canal CW.
Natural de Maryland, Pinkett Smith estudou Dança e Artes Cênicas na Baltimore School of Arts e na North Carolina School of the Arts. Destacou-se ao conseguir um papel no seriado de longa exibição da NBC, A Different World.

JAMES LASSITER (Produtor) é sócio de Will Smith e Ken Stovitz na Overbrook Entertainment, uma produtora de cinema e televisão. Lassiter produziu Sete Vidas (Seven Pounds), Hancock, Eu Sou a Lenda (I Am Legend), À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness), e Hitch – Conselheiro Amoroso (Hitch), todos estrelados por Will Smith. Também produziu O Vizinho (Lakeview Terrace), com Samuel L. Jackson, e A Vida Secreta das Abelhas (The Secret Life of Bees). Além disso, foi produtor executivo do filme de Jada Pinkett Smith, De Caso com o Inimigo (The Human Contract), do thriller de ficção científica Eu, Robô (I, Robot), e da comédia, Showtime, com Robert De Niro e Eddie Murphy. Produziu ainda o sucesso de crítica, Ali. Em 2006, produziu ATL, estrelado pelo artista consagrado com um disco de platina, T.I.
Na televisão, foi produtor executivo da comédia Getting Personal, estrelada por Duane Martin e Vivica A. Fox, e produtor executivo de All Of Us, do CW.
Ele também produziu as trilhas de As Loucas Aventuras de James West (Wild, Wild West) e MIB - Homens de Preto (Men In Black™), ambas vencedoras do American Music Awards de Melhor Trilha, bem como a vencedora do Outer Critic’s Circle Award de 2001, Jitney, uma peça da autoria de August Wilson encenada no circuito off-Broadway.

KEN STOVITZ (Produtor) associou-se a Will Smith e James Lassiter na Overbrook Entertainment em 2007. Desde então, a Overbrook já produziu Hancock, cuja arrecadação mundial ultrapassou os US$ 600.000.000 dólares, e Sete Vidas (Seven Pounds), que reuniu Smith com o diretor e os produtores de À Procura da Felicidade (The Pursuit of Happyness), bem como O Vizinho (Lakeview Terrace), A Vida Secreta das Abelhas (The Secret Life of Bees) e De Caso com o Inimigo (The Human Contract).
Smith, Lassiter e Stovitz estão transformando a Overbrook na maior distribuidora de cinema e televisão do mercado. Além dos filmes que produzem sob seu contrato prioritário com a Sony Pictures Entertainment, a Overbrook fechou um contrato com a UTV, da Índia, que financia os filmes a serem produzidos por Smith e Lassiter e distribuídos pela Sony.
Stovitz representou Smith e a Overbrook por 15 anos, como agente da Creative Artists Agency. Ele entrou para a indústria do entretenimento como advogado da Pillsbury, Madison & Sutro. Após um breve período trabalhando para a International Creative Management, entrou para a CAA em 1989.

ROGER PRATT, BSC (Diretor de Fotografia), nasceu em Leicester, Inglaterra, e sua lista impressionante de créditos no cinema inclui filmes como Harry Potter e o Cálice de Fogo (Harry Potter and the Goblet of Fire), Harry Potter e a Câmara Secreta (Harry Potter and the Chamber of Secrets), O Retrato de Dorian Grey (Dorian Grey), Coração de Tinta (Inkheart), Tróia (Troy), Chocolate (Chocolat), Batman, Terra das Sombras (Shadowlands) e Frankenstein.
Geralmente associado aos filmes do diretor Terry Gilliam, foi diretor de fotografia de Os Doze Macacos (Twelve Monkeys), Brazil - O Filme (Brazil), e O Pescador de Ilusões (The Fisher King).
Foi indicado ao Oscar® e ao BAFTA com seu trabalho em Fim de Caso (The End of the Affair). E também foi indicado ao BAFTA com Chocolate (Chocolat).

FRANÇOIS SÉGUIN (Desenhista de Produção) começou sua carreira no cinema no Canadá, como cenógrafo e decorador. Como desenhista de produção, sua lista impressionante de créditos inclui Afterglow, The Red Violin, Lucky Number Slevin, Silk e Push.

HAN FENG (Figurinista) é uma das figurinistas mais requisitadas do mundo, não só pelas suas roupas e seus acessórios, mas cada vez mais por suas exposições de figurinos. Ela é mais conhecida por seu trabalho premiado na produção operística de Madame Butterfly, dirigida por Anthony Minghella, que estrelou em 2005 no ENO, de Londres, e no Met, de NYC, em 2006.
Han assinou figurinos para Amy Tan e o diretor Chen Shi-Zheng para The Bonesetter’s Daughter, que estreou na Ópera de São Francisco, em 2008, e para Semele, de Handel, que estreou na La Monnaie Opera House de Bruxelas, em setembro de 2009. Atualmente, ela prepara a ópera italiana, Misfortune, a ser dirigida por Chen Shi-Zheng, com trilha composta por Judith Weir e estreia prevista para 2012 no Covent Garden, de Londres.
Natural de Nanjing, China, formou-se pela China Academy of Fine Arts de Hangzhou no início dos anos 80. Mudou-se para Nova York em 1985, onde rapidamente começou sua carreira na indústria da moda. Com a crescente demanda comercial por suas echarpes únicas e outros acessórios, Han lançou sua primeira linha ready-to-wear em 1993 no evento de moda do Bryant Park, em Nova York. Após muito sucesso e vários prêmios como estilista norte-americana nos EUA, ela retornou ao seu país natal, a China, mudando seu ateliê para Xangai. Atualmente, ela se desloca regularmente entre as suas casas na China e nos EUA.
Seu trabalho já foi exibido em inúmeras exposições nos EUA e na Europa. Suas mais recentes instalações iluminadas de pássaros de sedas foram expostas no Museu Victoria & Albert de Londres. 

Joel Negron (Montador) montou mais recentemente Transformers: A Vingança dos Derrotados (Transformers: Revenge of the Fallen) para o diretor Michael Bay e A Múmia: O Túmulo do Imperador Dragão (The Mummy: Tomb of the Dragon Emperor) para o diretor Rob Cohen.
Seus créditos recentes incluem a montagem do filme corajoso e inspirador, A Gangue Está em Campo (Gridiron Gang), estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson e dirigido por Phil Joanou. Também montou o remake da Warner Bros do clássico do cinema, A Casa de Cera (House of Wax), do produtor Joel Silver, dirigido por Jaume Collet-Serra, e o filme de ação, xXx – Triplo X (xXx), também de Cohen.
Negron começou a sua carreira como primeiro assistente de montagem de True Lies, de James Cameron, montando a seguir quatro filmes consecutivos do diretor Tim Burton, começando com Marte Ataca! (Mars Attacks!), e sendo depois creditado como montador e montador adicional de A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça (Sleepy Hollow), O Planeta dos Macacos (Planet of the Apes), Peixe Grande e Suas Histórias (Big Fish) e Radio.
Ele possui uma lista impressionante de créditos como montador de blockbusters do produtor Jerry Bruckheimer, incluindo 60 Segundos (Gone in Sixty Seconds), dirigido por Dominic Sena; Inimigo do Estado (Enemy of the State), dirigido por Tony Scott; e Pearl Harbor e Armageddon, ambos dirigidos por Michael Bay.
Quando ainda era garoto, trabalhou para o pai, o ilustrador e desenhista de produção David Negron, preparando storyboards de Os Caçadores da Arca Perdidas (Raiders of the Lost Ark).

JAMES HORNER (Trilha), indicado recentemente ao Oscar® com sua trilha para Avatar, é um dos compositores mais célebres do cinema moderno. Tendo composto as trilhas de dezenas de filmes mais memoráveis e bem sucedidos das últimas duas décadas, Horner foi honrado com dois Oscars® e dois Globos de Ouro com Titanic, de James Cameron. Além disso, foi indicado ao Oscar® com suas trilhas originais para Casa de Areia e Névoa (House of Sand and Fog), Uma Mente Brilhante (A Beautiful Mind), Coração Valente (Braveheart), Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo (Apollo 13), Field of Dreams e Aliens, e pela Canção Original “Somewhere Out There“ de Fievel - Um Conto Americano (An American Tale). Foi ainda indicado oito outras vezes ao Globo de Ouro e venceu seis Grammys, incluindo os de Melhor Canção do Ano de 1987 (“Somewhere Out There“) e de 1998 (“My Heart Will Go On“).
Em abril de 1998, sua trilha para Titanic completou o feito inédito de permanecer 16 semanas em 1º lugar na parada de álbuns Top 200 da Billboard, um novo recorde para álbuns de trilhas com mais semanas consecutivas em primeiro lugar.
Conhecido por sua diversidade estilística, seus créditos mais recentes incluem As Crônicas de Spiderwick (The Spiderwick Chronicles), Apocalypto, A Grande Ilusão (All The King’s Men), O Novo Mundo (The New World), A Lenda do Zorro (The Legend of Zorro), The Chumscrubber, Plano de Voo (Flightplan), Os Esquecidos (The Forgotten), Troy, Desaparecidas (The Missing), Bobby Jones, Stroke of Genius, Meu Nome É Rádio (Radio), Amor Sem Fronteiras (Beyond Borders), Círculo de Fogo (Enemy at the Gates), O Grinch (Dr. Seuss’ How the Grinch Stole Christmas), Honra e Coragem – As Quatro Plumas (The Four Feathers), Mar em Fúria (The Perfect Storm), Freedom Song, O Homem Bicentenário (Bicentennial Man), O Poderoso Joe (Mighty Joe Young), A Máscara do Zorro (The Mask of Zorro), Impacto Profundo (Deep Impact), Inimigo Íntimo (The Devil’s Own), O Preço de Um Resgate (Ransom), Coragem Sob Fogo (Courage Under Fire), Para Gillian no Seu Aniversário (To Gillian on Her 37th Birthday), Spitfire Grill – O Recomeço (The Spitfire Grill), Gasparzinho – O Fantasminha Camarada (Casper), Lendas da Paixão (Legends of the Fall), Perigo Real e Imediato (Clear and Present Danger), The Pagemaster, Bopha!À Flor da Pele (Bopha!), O Dossiê Pelicano (The Pelican Brief), O Homem Sem Face (The Man Without a Face), Jogos Patrióticos (Patriot Games), Coração de Trovão (Thunderheart), Quebra de Sigilo (Sneakers), Rocketeer (The Rocketeer), Tempo de Gloria (Glory), Fantasmas da Guerra (In Country), Campo dos Sonhos (Field of Dreams), Querida, Encolhi as Crianças (Honey, I Shrunk the Kids), Em Busca do Vale Encantado (The Land Before Time), Willow – Na Terra da Magia (Willow), Fievel – Um Conto Americano (An American Tail), O Nome da Rosa (The Name of the Rose), Cocoon e Cocoon II: O Regresso (Cocoon: The Return), Gorky Park, 48 Horas (48 Hrs.) e 48 Horas 2 (Another 48 Hrs.), Jornada nas Estrelas 2 e 3 (Star Trek II e Star Trek III). Ele também compôs a trilha do filme de 2006, O Bom Pastor (The Good Shepherd).
“OSCAR®” e “ACADEMY AWARD®” são marcas registradas e marcas de serviço da Academy of Motion Picture Arts e Sciences.




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