Leia os textos abaixo, além daquele anexado a esta proposta, para, após suscitar um tema comum a todos eles, escrever uma dissertação em que se estruturem parágrafos que analisem a ideia delimitada



Baixar 10 Kb.
Encontro29.12.2017
Tamanho10 Kb.

REDAÇÃO – Professora Rosa Franco - 3º.EM - agosto/2009



Leia os textos abaixo, além daquele anexado a esta proposta, para, após suscitar um tema comum a todos eles, escrever uma dissertação em que se estruturem parágrafos que analisem a ideia delimitada.

TEXTO I

Lua 40 anos

Um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade


Rastro de Neil Armstrong deixa a marca da presença do homem na Lua



Quatro décadas depois que o primeiro homem pisou na Lua, em 20 de julho de 1969, os passos do astronauta Neil Armstrong ainda representam o apogeu da era espacial, jamais superados por outras missões.

Mas para que a humanidade finalmente concretizasse esse sonho, antevisto em literatura por escritores como Júlio Verne e H. G. Wells, foi preciso um empreendimento cuja história combina elementos de drama, tragédia e aventura, dignos de ficção.

(...)

Apenas um passo

Finalmente, na manhã de 16 de julho de 1969, o foguete Saturno V, que transportava a espaçonave Apollo 11, foi lançado do Centro Espacial Kennedy, na Flórida. A espaçonave trazia o módulo de comando "Colúmbia", que alojava três astronautas, e o módulo lunar "Eagle", que desceria à superfície da Lua.

Em 20 de julho de 1969, o comandante Neil Alden Armstrong aterrissou o módulo lunar numa planície do satélite chamada "Mar da Tranquilidade", junto com o astronauta Edwin Eugene "Buzz" Aldrin Jr. O terceiro tripulante da Apollo 11, Michael Collins, pilotava o módulo de comando e mantinha contato com a base na Terra.

Depois de dar os primeiros passos na Lua, Armstrong pronunciou a famosa frase: "É um pequeno passo para o homem, mas um salto gigantesco para a humanidade." O pouso foi acompanhado por 1,2 bilhão de pessoas na Terra pela TV e pelo rádio.

Os astronautas moviam-se com leveza na gravidade lunar, que representa apenas 1/6 da terrestre. Eles deixaram na superfície do satélite, além da marca impressa de suas botas, uma bandeira dos Estados Unidos e uma placa com a mensagem: "Aqui os homens do planeta Terra pisaram pela primeira vez na Lua. Julho de 1969. Viemos em paz, em nome de toda a humanidade."

No dia seguinte ao pouso, a equipe iniciou a viagem de retorno, que terminou com a descida no Oceano Pacífico em 24 de julho. Os astronautas trouxeram na bagagem amostras de solo e rochas lunares para experimentos na Terra. O objetivo dos testes com o material era desvendar os segredos da evolução e constituição do sistema solar.

(...)

Futuras missões

A Apollo 17 realizou em 7 de dezembro de 1972 a última missão lunar tripulada, contabilizando 12 homens a pisarem na Lua pelo projeto. Na época, houve uma grande expectativa quanto a futuras viagens tripuladas para outros planetas, construção de bases lunares, turismo espacial e mesmo a colonização de outros mundos.

Há uma nova expedição tripulada à Lua prevista para ocorrer em 2020, com o objetivo de instalar residências e construir uma base de lançamentos de voos com destino ao planeta Marte. Com o desenvolvimento da robótica, porém, tornou-se mais viável e seguro enviar máquinas para a conquista espacial.

José Renato Salatiel- Especial para a Página 3 Pedagogia & Comunicação 01/07/2009



Texto II

Ensaio sobre a cegueira

José Saramago



Descrição: Um motorista parado no sinal se descobre subitamente cego. É o primeiro caso de uma "treva branca" que logo se espalha incontrolavelmente. Resguardados em quarentena, os cegos se perceberão reduzidos à essência humana, numa verdadeira viagem às trevas.
O Ensaio Sobre a Cegueira é a fantasia de um autor que nos faz lembrar "a responsabilidade de ter olhos quando os outros os perderam". José Saramago nos dá, aqui, uma imagem aterradora e comovente de tempos sombrios, à beira de um novo milênio, impondo-se à companhia dos maiores visionários modernos, como Franz Kafka e Elias Canetti.Cada leitor viverá uma experiência imaginativa única. Num ponto onde se cruzam literatura e sabedoria, José Saramago nos obriga a parar, fechar os olhos e ver. Recuperar a lucidez, resgatar o afeto: essas são as tarefas do escritor e de cada leitor, diante da pressão dos tempos e do que se perdeu: "uma coisa que não tem nome, essa coisa é o que somos".

Editora: Companhia das Letras

Autor: JOSE SARAMAGO

Compartilhe com seus amigos:


©ensaio.org 2017
enviar mensagem

    Página principal